“Crossing the seas, riding the storms / Onward to loot foreign shores
On the wide open sea far away from home / We're storming across foreign shores”
Stormwarrior - To Foreign Shores
12 jan 2012 Postado em: Destaques, RPG 1
Sistemas de RPG são irrelevantes para veteranos

Me motivei a escrever esse artigo após saber que a Wizards of the Coast (também conhecida como Rogues of the Coast devido a algumas de suas políticas) anunciou alguns dias atrás que pretende lançar ainda esse ano (e bem cedo, ao que parece) a quinta edição do sistema Dungeons & Dragons. O que eles pretendem com essa edição é juntar tudo o que os jogadores gostaram nas quatro edições anteriores (cinco se contarmos a 3.5) e fazer dela uma edição criada pelos jogadores, com estes tendo voz ativa nas decisões de design de todo o sistema. É uma ideia louvável, mas se vai funcionar eu não sei; depois do fiasco da quarta, eu apostaria que não. Na verdade, eu acho que eles não deveriam fazer uma edição voltada para os veteranos e sim para novos jogadores. Uma edição (ou pelo menos um módulo) mais acessível em termos de complexidade e custos seria a jogada certa para criar novos jogadores. São estes que precisam de uma nova versão, porque para os veteranos o sistema em si é a parte menos importante do jogo (e você se perguntando o porquê do título).

“Mas peraí, como vou jogar RPG sem um sistema?”, você se pergunta. Aye, concordo que é quase impossível jogar RPG sem um sistema ou ao menos sem uma porção de regras estabelecidas formalmente pelo simples motivo de que é praticamente impossível não surgir atritos entre o mestre/narrador e os jogadores. Felizmente nós não gostamos de perder e sempre que o mestre lidar de forma diferente do que esperávamos (“mas porra, no livro diz ISSO!”), temos o impulso de reclamar. Eu mestro há muito tempo e sei que isso ocorre por uma infinidades de motivo. E posso dizer que toda vez que eu preciso improvisar algo pro jogo fluir sem a clássica parada para folhear o imenso livro em busca da maldita regra para atirar uma banana podre parcialmente comida pela janela de forma que ricocheteie na carroça de forma a separar o resto da fruta da casca e fazer a última deslizar para debaixo do pé do guarda que saltou de cima da dita carroça apenas momentos antes de ele descer, e o jogador sabia que eu deveria ter feito a jogada de outra forma (a certa) e reclama do fato é chato, incrivelmente chato.

Mas insisto que o sistema é irrelevante para veteranos, principalmente novas versões do mesmo. Quando um grupo opta por um determinado sistema é porque este achou que o sistema era o mais adequado e interessante para o que pretendiam interpretar. Ou talvez não conheciam outro e acabaram gostando muito desse que jogaram. Embora haja grupos mais aventureiros, que prefiram jogar uma campanha diferente por mês – e muitas vezes com sistemas diferentes – arrisco dizer que a grande maioria de grupos veteranos não o faz. Por dois simples motivos.

O primeiro é a zona de conforto. Muitos já devem ter ouvido essa expressão que diz respeito à fase de nossas vidas onde já alcançamos boa parte das nossas metas e preferimos não arriscar mais nada, apenas seguir com o que temos e melhorar talvez um pouco, mas sem grandes aventuras. E assim é no RPG, quando já aprendemos um sistema e sabemos como ele funciona e ele serve para o que pretendemos fazer não sentimos a vontade de reinventar a roda e tentar uma nova experiência que pode ser pior que aquela e estragar tudo o que trabalhamos tanto para construir.

O que não quer dizer que não vamos melhorar a experiência. E é aí que entra o segundo motivo: customização. Eu duvido que exista algum grupo de veteranos que jogue exatamente by the book, sem nenhuma regra adicional e sem modificar qualquer das regras antigas. E não estou falando só de D&D! Storyteller, DAEMON, Pathfinder, 3D&T, GURPS, White Wolf e todos os inúmeros outros sistemas menores e menos conhecidos. Simplesmente não há como. Nós criamos algumas modificações e as aplicamos ao jogo, se não gostamos, basta que as removamos e pronto, nenhum dano feito. O motivo de customizarmos o sistema é porque somos influenciados por tudo o que fazemos. Talvez um jogador após assistir a um episódio de Game of Thrones acha que deveria haver algo mais específico para um personagem mais ao estilo do Tyrion por exemplo e ele pensa em como aplicar a isso ao sistema que ele joga, o sistema que ele já conhece e portanto pensará logo de cara como aplicar aquela ideia ao sistema. É parecido com o que ocorre com qualquer desenvolvedor de software por exemplo; quando você vê um problema e conhece bem alguma linguagem de programação, o problema já vai tomando forma na sua cabeça e se tornando uma solução.

Nunca se perguntou porque ainda existem jogadores de AD&D atualmente, mesmo o sistema tendo sido lançado em 1977? Sim, fazem mais de trinta anos desde o seu lançamento e ainda assim há jogadores que o defendem – e jogam – fervorosamente. Mesmo a edição 3.5 de D&D já estar fazendo quase dez anos (foi lançada em 2003), ela é ainda assim o meu sistema favorito e não sei se pretendo algum dia trocar. Admito que me sinto muito tentado a testar o The Dark Eye e outros sistemas, mas a questão é que como já fiz diversas alterações ao sistema atual e como conheço profundamente a intrínsica das mecânicas do sistema não me sentiria bem mudando o sistema.

Então é por isso que o sistema de RPG é irrelevante para veteranos: eles jogarão, se divertirão e contarão histórias independente de estarem rolando um d% ou um d20. Para eles o sistema reflete o que eles pensam, querem e esperam do jogo; e não o contrário, como é comumente para todos os iniciantes. Eles provavelmente já modificaram o sistema para que ele se adaptasse a história que pretendem contar, fazendo com que ele se misturasse ao jogo de maneira a se tornar imperceptível. Não há um sistema. Há apenas uma história sendo contada e ações necessárias para dar a ilusão de que há um jogo por detrás dela, um jogo onde é possível influenciar personagens e modificar a história.

E para finalizar, vou dizer qual a única utilidade de um sistema: prover a abstração dum jogo. Não é porque num sistema você é atingido por um golpe de espada dez vezes e não altera em nada o seu estado e num outro morre quando é atingido apenas uma vez que o primeiro é mais real do que o segundo. Se você busca por algo mais crível basta que compreenda a abstração por detrás das mecânicas de combate da maneira que lhe convém para contar a história. Essa questão de abstração é um tanto complexa e talvez difícil para muitos compreender. Mas como esse post já ficou grande demais, vai ficar para um próximo post uma explicação do que essa abstração realmente significa e do poder narrativo que ela garante ao grupo que a usa durante as sessões.

29 dez 2011 Postado em: Auroras do Passado, Beta, Logs 1

portrait irthosIrthos (rindo): Eu faria isso com ou sem os Gabraj por aqui, então porque mudar os planos?

portrait beowulfBeowulf: Depois que as coisas acalmarem um pouco lá fora, podem sair para dar uma olhada nas luzes do norte, se alguém aqui ainda não as viu

portrait ariannaArianna (animado): Seria uma boa ideia! Irthos me falou delas e desde aquele dia quis as ver

portrait freyjaFreyja: São bastante bonitas, assim como as histórias que existem sobre elas

portrait irthosIrthos: E como quase tudo referente à paisagem de Isa, as palavras não as descrevem bem, então é uma grande idéia fazermos isso mesmo.

portrait beowulfBeowulf (rindo): Aye, eu sempre tentei e nunca consegui explicar bem os fiordes. Embora as luzes sejam mais fáceis de serem explicadas, são melhores quando vistas de verdade

Allanna: Também estou curiosa para as ver, por mais que com o vento soprando ali fora, o calor daqui de dentro é bem-vindo

portrait beowulfBeowulf: Azzet que o diga, aye? (eu rio e começo a beber. Aos poucos a fúria vai se dissipando e eu começo a ficar um tanto preocupado com os ocorridos)

Logo o barulho de vozes altas no exterior começa a diminuir, até chegar ao ponto em que apenas o vento é ouvido, uivando por entre as rochas.

Hothwar repousa o caneco sobre a mesa

portrait hothwarHothwar: Acho que é uma boa hora para saírem, a não ser que meus ouvidos estejam me enganando

portrait irthosIrthos (rindo): Oh, pelo barulho la fora, na teoria ja poderiamos ter saido a uns cinco minutos, só estávamos esperando isto ser ouvido por todos. (eu me levanto demoradamente)

portrait beowulfBeowulf: Talvez um pouco de ar vai me fazer bem. Melhor sairmos pelos fundos e irmos até o cais, de lá será melhor para vermos. Com sorte não começou a nevar ainda e as nuvens não deixaram o céu todo encoberto

portrait siluaSilua: Eu anuo, me levantando.

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20 nov 2011 Postado em: Auroras do Passado, Logs 0

portrait beowulfBeowulf: Um pouco, mas ainda gostaria de poder torcer o pescoço do maldito

portrait hothwarHothwar (rindo): Aye, imaginei que sim. E quem sabe no futuro não terá a oportunidade? Agora não é a hora correta, entretanto (ele bebe um longo gole de cerveja)

portrait irthosIrthos (rindo): Se essa guerra acontecer e eu o ver em algum lugar, faço Azreth mantê-lo paralisado onde quer que esteja até você chegar pra decepar o maldito.

portrait beowulfBeowulf: Aye, já ouvi o suficiente disso esta manhã. (eu rio, virando tambem o meu caneco enquanto como um pedaço de carne) Pensei em fazermos um Salão de Escudos esta noite, mas talvez seja melhor deixarmos para amanhã ou depois de amanhã. (suspirando) Eu gostaria de saber o verdadeiro motivo dessa visita, isso ja me acalmaria bastante

portrait freyjaFreyja: Acredito que cedo ou tarde, acabaremos sabendo do que se trata. (ela encara o marido) E você se controle, mesmo que note ele olhando para mim daquela forma.

portrait beowulfBeowulf: Vou tentar, mas preciso dizer que não é fácil. (eu encaro os demais) Descobriram algo sobre Harwal ontem?

portrait siluaSilua: Apenas o que Azzet nos contou, que seria parte de uma importante e poderosa família de magos, embora seus membros não costumem se envolver em política.

portrait beowulfBeowulf: Aye, você me passou essa informação ontem. E falando com ele não conseguiram mais algo?

portrait irthosIrthos: Ele parecia mais fora deste mundo do que eu, quando Morgana falou com ele só sorriu meio debilmente, olhou de relance na direção de Oliver e então agradeceu o cumprimento, voltando a encarar algum ponto entre o nada e o vazio. Aquela cara de quem está ali apenas pela formalidade, mas não está com fome nem sede nem gostando da companhia, mas pelo menos sabe sorrir pra disfarçar o tédio.

portrait beowulfBeowulf: Não estou gostando nenhum pouco disso. Ele é membro de uma família poderosa que não se mete em política, mas está aqui como conselheiro de um enviado, que não passa de um desgraçado. E além disso ele chamou a mim e ao Jarl Hothwar de Jarl quando nos encontramos, mostrando simpatia e depois simplesmente ignora todos os outros. Algo está errado, muito errado

portrait siluaSilua (anuindo): Eu não duvido que ele seria o verdadeiro manipulador aqui e não Oliver.

portrait irthosIrthos: Tambem passou pela minha cabeça esta idéia. O jeito como ele olhava para o Oliver, sempre em fração de segundo e pelo canto do olho mas sem realmente estar interessado no que vê, quase parece que eles tem um tipo de contato mental, como se ele se virasse quando o outro berrasse algo na cabeça dele.

portrait azzetAzzet: O que é possível, embora caro. Mas se Harwal está manipulando Oliver, ele o faz há um bom tempo. Porque pelo que eu li, Oliver já fez muito disso há mais de dez anos

portrait connerConner: E como alguém assim ainda não foi preso? Isso se esse livro for completamente confiável, é claro

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8 nov 2011 Postado em: Games, Livros 2

Se você, assim como eu, aguarda ansiosamente o lançamento de O festim dos corvos, o quarto capítulo da série As Crônicas de Gelo e Fogo, a Veja disponibilizou o primeiro capítulo para download, que você pode fazer aqui. Aviso que há alguns bons spoilers sobre alguns acontecimentos do segundo e terceiro livros. O livro está previsto para fevereiro do próximo ano e esse também será adaptado da versão de Portugal, ao invés de ser baseado no original. Desde que não seja algo terrível como o primeiro, os leitores agradecerão. Até o próprio Jorge Candeias (o tradutor responsável pela versão de Portugal) falou mal do que foi feito e mostrou que ele sabia as adaptações que precisavam serem feitas pro português daqui. Teve inclusive reclamações sobre limões-sicilianos num mundo onde a Sicília não existe. Ah, Leya, tu não para de me surpreender. E como não seria surpresa quando, segundo aquele mesmo artigo da Veja, a tradução do quinto, A dance with dragons, está sendo feita pelo Estúdio Sabiá, que aparentemente é… um estúdio de música? Acho que levaram o dance muito literalmente.

A capa vocês podem conferir mais abaixo (eu dei uma photoshopada na imagem que achei porque as cores estavam bem apagadas além de borradas) e mostra ao fundo Pyke, a capital das Ilhas de Ferro. Ao que aparenta – e de acordo com o primeiro capítulo – os homens de ferro farão parte mais ativamente da história nesse volume. E antes que alguém fale, aquele não é o prólogo que geralmente é um outro personagem (e que sempre morre no final, ha!).  O quinto livro está com lançamento previsto para julho também do próximo ano, de acordo com aquele mesmo artigo da Veja. Mas como a Leya usou até agora as capas da versão francesa e a quinta edição num único volume só sai em 2014 por lá, quero ver como vai ficar a nossa quinta edição. Eu sinceramente não me surpreenderia se a editora acabar destruindo a padronização e lançando uma capa igual às das horríveis edições dos Estados Unidos.

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26 out 2011 Postado em: Destaques, Games 1
Resenha - Deus Ex: Human Revolution
Nível de Spoilers: Alto

Eu sei que haviam outros três jogos (pelo menos) na lista de resenhas que eu havia publicado, mas esse teve que pular para frente. Há cerca de cinco horas atrás eu terminei o jogo (e tem gente que acha que escrever uma resenha não dá trabalho…), depois de uma bela maratona que durou aproximadamente dois dias e 25h de jogo. Simplesmente não pude deixar de fazer a resenha no mesmo momento. Este aqui, meus caros, é um dos poucos FPS que merecem destaque no mercado atual, onde a maioria deles só segue a fórmula já provada e a desenvolvedora sabe que, com um pouco de marketing, o jogo terá lucro.

Essa é também a minha primeira resenha com um nível alto de spoilers, simplesmente porque não há como falar sobre Deus Ex: HR como ele merece sem trazer à tona o enredo e, principalmente o final. Embora eu só mencionarei o final e as personalidades chaves para ele sem falar muito da história em si, optei por considerar o nível alto porque afinal, o final é o final, heh. Mas assista o trailer abaixo para sentir um pouco da ambientação do jogo e comece a jogar ou continue lendo mais além até eu avisar onde os spoilers pesados começam, porque de qualquer maneira você terá boas experiências pela frente.

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23 out 2011 Postado em: Pessoais 1
O que está morto nunca pode morrer
Mas ergue-se. Ergue-se de novo. Ergue-se de novo. Mais duro e mais forte.

O título é meio estranho para um post para avisar que o blog está voltando, eu admito. Mas se você já leu ou está lendo “As Crônicas de Gelo e Fogo” reconhecerá a frase, dita pelos homens das Ilhas de Ferro. O blog ficou muito mais tempo do que eu gostaria sem atualizações. Enquanto eu estava em intercâmbio na Alemanha, me convenci que o problema era que eu não tinha um computador para escrever, apenas meu laptop e eu odeio laptops. Aí veio meu Trabalho de Conclusão e de fato não tive muito tempo livre para atualizar o blog mesmo. Mas desde que eu voltei para o Brasil fiquei enrolando indefinidamente, eu queria voltar a escrever, mas parecia que me faltava algo. Inspiração talvez.

Não mais. Pretendo agora voltar a escrever e com sorte não interromper por tanto tempo. Mas em primeiro lugar, eu gostaria de pedir desculpas a todos por algo: ter postado apenas as duas primeiras partes do meu tutorial dos mapas. Sei que foi algo terrível e como maneira de me desculpar, a terceira e última parte já foi postada, antes deste post. Então se você estava querendo saber como terminar o seu mapa – e não tinha pensando em algo por si mesmo – vá lá e faça isso!

Eu aproveitei para atualizar todos os plugins do blog e também fazer algumas mudanças em geral. A fonte para os títulos são agora carregados através de HTML 5 e CSS3 ao invés de desenhar as letras usando Javascript. Isso faz com que seja possível selecionar o texto, por exemplo. Isso não funciona em browser antigos. Se você usa um browser desatualizado, faça um favor a todos (principalmente a você mesmo) e o atualize. Se você usa IE 6, faça o mesmo, mas morra antes. Alterei a forma de exibição das barras laterais, agora é possível ver melhor o que está selecionado. Também mudei a cor do link visitado, saindo do violeta padrão para um cinza.

O engraçado é que muitas vezes enquanto não escrevia, várias ideias me passaram pela cabeça que me faziam pensar “Isso daria um excelente post!”. Essas ideias ainda continuam por aí, algumas perdidas na minha mente, provavelmente, mas a maioria por lá. Eu realmente já deveria ter aprendido isso e deveria começar a escrever essas malditas ideias em algum lugar, nem que para elaborar elas mais tarde. Portanto, mais abaixo vou fazer uma lista delas, para que eu sempre possa voltar para esse post e ver o que está faltando escrever. Se você foi um que aguardou o retorno do blog, meus sinceros obrigados e espero que a espera tenha valido a pena – farei o possível para sim.

  • Resenhas de jogos
    • The Witcher 2
    • Rift
    • Bastion
  • Resenhas de livros
    • Dragonlance Legends: War of the Twins
    • Dragonlance Legends: Test of the Twins
    • As Crônicas de Gelo e Fogo: A Fúria dos Reis
    • As Crônicas de Gelo e Fogo: A Tormente da Espadas
  • Regras alternativas para D&D 3.5
    • Fazendo os atributos importarem
    • Novo TR: Coragem
    • Combates um-contra-um
  • O grande problema das religiões: extremismo
  • Vegans: fodam-se
  • Desenvolvimento para Android: pequenas irritações

 

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