Nota: Durante essa semana o Fantasy Grounds II (o programa o qual utilizamos) foi atualizado. E como é costume dele nas suas atualizações arrumar duas coisas e foder com outras três, os logs estão sendo salvos incorretamente. Não há mais uma separação (dois-pontos, geralmente) entre ator e fala/ação e nem os “humores” são mais salvos nos logs. Consegui utilizar de alguns artifícios de programador (aka gambiarras) para ao menos deixar o log mais legível, mas não há como deixar 100% devido às limitações do formato atual. Já abri um tópico nos fóruns oficiais, mas imagino quando isso vai ser arrumado… Desculpem-me pelo inconveniente.
Beowulf: Aye, ainda não sei como os anões conseguiram fazer uma bebida tão forte quanto essa. E também não consigo imaginar qual foi o motivo
Silua: Porque não pergunta para o próximo que achamros?
Irthos: Torturar elfos capturados, quem sabe. O que importa é que Trogo deve estar nos esperando para o desjejum.
Beowulf: Esses halflings são um povo estranho. Calmo e despreocupado, invejo eles um pouco
Silua: E espero que eles possam sempre viver assim.
Irthos: É pra isso que pessoas como nós arriscam a vida (eu bato à porta da casa de Trogo, chamando por ele pra ver se ja acordou)
GM O halflings abre a porta, já bastante animado. A camiseta está coberta por farelos de bolo. Ele sorri, ainda mastigando o bolo até conseguir engolir
Trogo O desjejum já está servido. Achei que não viriam então comecei a me servir
Irthos: Bom dia pra você também.
Trogo: sinaliza para entrarem, voltando a se sentar numa mesa não muito longe da entrada
Silua: Rindo um pouco, eu entro na casa logo após Irthos, me agachando para isso, e me acomodo o melhor que posso perto da mesa.
Irthos: Ainda rindo, eu entro na casa, a maior dificuldade sendo passar pela porta. Me acomodo de maneira levemente desconfortável perto da mesa.
Beowulf: Eu entro também na casa, as costas ainda um tanto duras. Me sento ao chão, cruzando as pernas. O desconforto some ao sentir o cheiro e a fartura do desjejum. Como com vontade, aliviando os efeitos da bebedeira.
GM Vocês desjejuam por adiversos minutos, absortos na grande quantidade de queijos, pães e bolos que há sobre a mesa; sem falar nas bebidas. Trogo parece muito ocupado para conversar e só quando ele parece terminar a sua refeição é que começa a falar
Trogo Vão partir ainda pela manhã?
Silua: Ao menos tínhamos pretendido isso.
Beowulf: Aye, temos um longo caminho a seguir e não podemos perder muito tempo. Obrigado pelo desjejum, fazia tempos que não provava algo tão bom. (rindo) Me espanta que vocês halflings sejam tao pequenos, comendo como comem
Trogo Vai saber. Mas fico feliz em ter podido lhes ajudar em algo. Gostariam de saber mais alguma coisa? (ele encara Irthos): E desculpe se lhe ofendi ontem, estava um pouco bêbado
Irthos: Em que parte? Foi no mínimo divertido ver meia dúzia de cabeças, talvez mais, subirem até aqui para tentar descobrir as origens daquele gelo. A maioria com certeza bêbada demais pra perceber que ele veio de baixo.
Trogo Me refiro à minha falta de interesse. É que achei que seria algo mais… diferente (ele dá uma risadinha nervosa)
Irthos: Um meio-dragão que não tem pai nem mãe dracônicos. Casado com uma linda mulher totalmente humana que até prefere meu lado escamoso. Esperando um filho que não tenho certeza se não será escamoso. É, acho que não preciso ser ainda mais diferente, obrigado.
Trogo Acho que sei do que fala. Meio-elfos tem uma vida bastante difícil, por exemplo. (ele parece pensar em algo, mas depois desiste): Há mais algo que eu possa fazer por vocês?
Irthos: Já fez mais do que devia, e só tenho a agradecer por isso. (rindo) Acho que só conseguiria lhe recompensar, levando-lhe junto à caverna de Trokaz?ungorith.
Trogo Não, obrigado. Eu tenho medo de alturas
Beowulf: Inacreditável. Com medo de altura e estudioso de criaturas que adoram viver no céu
Trogo Não dizem que a vida é irônica?
Silua: anui, rindo.
Irthos: Aye, eu não conseguia imaginar você, dentre todos, recusando um convite de um dragão para voar por entre as nuvens sem compromisso por um dia inteiro.
Trogo Ah, eu recusaria. Só de pensar que eu poderia cair daquela altura, não deve ser uma experiência muito boa
Beowulf: E não é, posso lhe assegurar.
Trogo Irthos achou que aguentava seu peso, Jarl, e o deixou cair?
Silua: Não, problemas envolvendo um conjurador nada amistoso.
Beowulf: Aye, senti os ossos das pernas racharem e quebrarem. Dei sorte de ter sobrevivido. Os deuses devem me detestar demais para não me quererem ao lado deles. (mais sério) Eu lhe agradeceria se, caso descobrisse algo sobre os Ardentes, pudesse me avisar. Eu pagaria o mensageiro, obviamente
Trogo Posso fazer isso, Jarl. (curioso): Agora, por que você gostaria de saber mais sobre eles?
Beowulf: Digamos que eu conheci muito bem um deles, como conheci a um pai. Mas não pense que eu também tenho escamas! Se descobrir algo sobre eles e for para Isa, eu mesmo lhe contarei toda a história
Trogo Não acredito que vai me deixar com essa curiosidade!
Beowulf: Aye, eu vou. Descubra mais algo sobre eles que eu lhe conto toda a história. E caso descubra mais algo sobre Razgorith lhe daremos algo pare sempre se lembrar dele, certo Irthos?
Irthos: Hum?
Beowulf: Estava pensando no que?
Irthos: Eu estava? E que algo é esse que você menciona?
Beowulf: Não sei, uma garra, uma presa ou algo do tipo
Irthos: Eu suspiro, rindo.
Irthos: Achei que você ja estava tendo idéias esquisitas novamente. Sim, quem sabe até algo maior ou melhor que isso.
Silua: Crianças…
Beowulf: Que idéias?
Irthos: De que essa garra ou presa ainda fossem as minhas ou algo pior.
Beowulf: Nay, ou achou que eu fosse capaz de fazer isso?
Irthos: E de onde eu tirarei uma presa de dragão que faça lembrar de mim ou de Razgorith antes de nos encontrarmos com esse Trokaz?ungorith?
Silua: Bem, você não pode matar seu ´irmão´, mas nada te impede de quebrar-lhe um dente…
Beowulf: Ou de quebrar a maldição e enfiar-lhe as duas espadas nas tripas
Irthos: Ah, vocês falavam de algo mais a longo prazo. Sim, espero apenas rever Lothos depois de remover a maldição, para aplicar de vez o método sugerido por Beowulf. Mas se for antes, aye, vou fazer algum estrago no maldito.
Beowulf: Estava pensando em alguma cerveja ou hidromel na hora, ou Trogo não comentou o que aconteceria se um dos dois matasse o outro?
Silua: Ele não falou nada a respeito.
Trogo Achei que era óbvio. Consegue adivinhar, Irthos?
Irthos: Além de morrer é claro, Beowulf quis dizer.
Trogo Exato. Não é uma consequência muito agradável
Beowulf: Nay, nenhum pouco. Mas o que acontece se eu ou Silua dermos o golpe final?
Trogo Razgorith, Irthos e quem deu o golpe final morre. É uma maldição bem arquitetada
Silua: E isso vale para o caso contrário também? Lothos morreria caso alguém tente fazer o serviço por ele e ir atrás de Irthos?
Irthos: Se dependesse das tentativas de Lothos até agora, creio que não, ou acha que eles gigantes de gelo queriam fazer caminho em mim?
Trogo Morreria sim. Qualquer um que tenha tido contato com um almadiçoado está dentro da trama da maldição. Ainda não entendo como os dragões conseguem criar algo tão poderoso
Silua: Então ele desconhece esse fato também, senão não teria enviado os gigantes atrás de Irthos.
Irthos: Se ele soubesse, ao menos teria deixado meu vilarejo em paz e se concentrado em buscar a cura. Mas ao mesmo tempo, talvez a tivesse conseguido e viesse ao meu encontro quando eu ainda fosse mais fraco. É um pouco incômodo de pensar.
Trogo E ele poderia chegar até você através de terceiros. Se ele mandasse alguém mandar lhe matar, sem que ele não soubesse quem era esse e esse matador não soubesse nada sobre Lothos, a maldição não surtiria efeito
Silua: Tipo, oferecendo uma recompensa de forma anônima?
Irthos: Começo a pensar que essa maldição não foi muito planejada. Diz Lothos que foi para me proteger dele, mas se ele pode mandar alguem me matar sem morrer, e quem matá-lo por mim me mata junto, que vantagem Razgorith via nisso?
Trogo Acho que só um dragão para entender outro
Irthos: E olhe lá. Dadas as condições, quem se prejudica por manter isso sou eu e não Lothos.
Beowulf: Mas talvez para os planos dele, quem precisa matar-lhe é ele mesmo. (eu coço a barba) Aí os gigantes não fariam o mínimo sentindo, a não ser que fosse um teste (eu fico pensando, até por fim, soltar um urro bufado) Preciso de hidromel
Irthos: Aye, mas se fosse um teste, ele teria que ter certeza que eu seria capaz de derrotá-los sozinho. De fato, as mudanças que ele vem passando devem ter mudado mais que a aparência e a cor das escamas dele.
Beowulf: Como eu disse, eu não sou bom em pensar. Ainda mais se precisar adivinhar o que um dragão está pensando! Drog… digo dragões são complicados, sei disso só de conhecer Irthos
Trogo Imagino. Mas disse algo que talvez faça sentido, talvez esse dragão precise mesmo matar Irthos com as próprias mãos. Verei se descubro algo
Irthos: E por isso só tenho como lhe agradecer novamente. (pensativo) Falando nisso, pelo que será que você acha que Lothos está passando? As escamas dele estão ficando enegrecidas, e até as feições não lembram mais em nada a bela imponência de um dragão prateado.
Trogo Enegrecendo?
Irthos: Aye.
Trogo Ele pode estar tentando fazer algo que até agora só um dragão fez: Tiamat
Beowulf: Tiamat? Já ouviu falar dele Irthos?
Irthos: Aye, é a deusa rival e maligna de Bahamut, por assim dizer, um dragão de cinco cabeças. Razgorith me contou pouco sobre ela, ele não gostava de falar muito a respeito apesar da minha insistência.
Cristiane (Silua) teste
Trogo Ao que as histórias falam, cada cabeça dela era originalmente um dragão diferente, e através de rituais dracônicos e outras perversidades, ela, bem, acoplou essas cabeças em seu próprio corpo. E enquanto se preparava, dizem que suas escamas perderam a cor, se tornando um preto opaco e sem vida. Diferente do brilho sombrio de um dragão negro, por exemplo
Irthos: Ele quer se tornar um avatar de Tiamat, você acha?
Trogo Ou talvez mais do que isso
Beowulf: Um deus?
Trogo Imagino que sim
Silua: Isso não é nada bom.
Beowulf: O que há com tantos que desejam se tornar deuses? Nós já vimos a experiência de um que falhou e, não foi nada agradável (eu permaneço em silêncio)
Irthos: Aye. Por isso que vamos mobilizar a familia antes que isso aconteça, não é?
Beowulf: Aye, e precisamos fazer isso logo. (eu me ponho de de pé com cuidado, permanecendo com as costas curvadas) Temos muito a lhe agracer Trogo, se um dia precisar de algo, saiba que pode contar comigo
Trogo És generoso, Jarl. Eu que agradeço pela oportunidade, agora tenho algo a pesquisar e ver se as histórias sobre Tiamat são estórias ou fatos
Irthos: Eu sou quem mais tenho a lhe agradecer, Trogo. Quando tudo isso acabar, quem sabe não lhe consiga uma bela armadura de couro de dragão vermelho (rindo um pouco) Pro seu tamanho fica mais fácil do que para o meu. Aliás, espere um pouco! (eu saio da casa dele com certa dificuldade como sempre, indo até Skyggnir. Volto a entrar na casa carregando as escamas de dragão verde que ainda carregava comigo, cerca de dez quilos, colocando-as sobre a mesa) Por tudo que fez por nós, você merece isso mais que ninguém.
Trogo: encara as escamas, curioso
Trogo Elas ainda possuem o cheiro do dragão! Magnífico! (o halfling salta sobre Irthos e o abraça, rindo. Ele se põe a analisar as escamas)
Irthos: Fico feliz que tenha gostado. De fato, acho que levei uma semana pra tirar o cheiro desse dragão de minhas roupas àquela vez.
Silua: Nós agradecemos a sua hospitalidade e sua valiosa contribuição para que possamos resolver esse problema familiar do Irthos.
Beowulf: Aye, agora, se não se importam eu esperarei do lado de fora (eu saio da casa, me esticando ao chegar do lado de fora)
Irthos: Penso em como ele irá reclamar de dor nas costas durante o almoço. Bem Trogo, espero nos vermos em breve. Que Bahamut lhe protega durante esse tempo como vem me protegendo.
Silua: Verdade. (para Trogo) Foi um prazer conhecê-lo e como Irthos disse, voltaremos um dia para visitá-lo novamente.
Trogo Até mais, sinto não poder ter-lhes ajudado mais. Que o Dragão de Platina lhe proteja também, Irthos.
Silua: Eu me despeço de Trogo e também saio da casa, e me espichando novamente.
Irthos: Eu me despeço de Trogo sorrindo e saio da casa, me esticando um pouco e encarando o restante do Condado, animado)
Beowulf: Eu coloco o meu elmo e respiro fundo
Beowulf: Achei que seria pior
Irthos: Eu suspiro, rindo.
Irthos: Não espere que eu vá lhe deixar dar o golpe final em Lothos depois de quebramos essa maldição. E por golpe final, não me refiro a ele ja caido e tonto devido a seus ataques, como com aquele verde, ou então vou congelar seus pés no lugar em que estiver quando formos enfrentar Nonaloth.
Beowulf: Nay, mas eu vou segurar a cabeça dele. Quero ver bem de perto este desgraçado sendo morto
Irthos: Ai eu vou te acertar ao invés dele. E isso não foi uma brincadeira.
Beowulf: De propósito?
Irthos: Eu bufo um pouco, montando em Skyggnir.
Irthos: Talvez, minha espada gosta de você, como ja foi visto diversas vezes (eu rio um pouco, ficando mais sério depois)
Cristiane (Silua) ?
Irthos: Mas continuando, você também não gostaria que eu e Silua fizessemos a maior parte do serviço em Nonaloth pra que você só desse a estocada final, depois de tudo que ele fez, não é?
Beowulf: Nay, consigo lhe compreender. Só não quero correr o risco de lhe perder para aquele maldito. Se quiser, eu nem o atacarei, a não ser que sua vida esteja em risco.
Irthos: Não estou dizendo que não quero a sua ajuda, pelo contrário, já que a maioria dos meus ataques não surtirá muito efeito contra ele, como o sopro e a Hyinen. E vai ser a mesma coisa quando você enfrentar Nonaloth, já parou pra pensar nisso?
Beowulf: Eu monto em Gunnfaxi
Beowulf: Aye, mas e como saberei quando preciso parar? Sabe como meu sangue ferve em combate e não consigo ver direito o que acontece ao meu lado
Silua: Eu acompanho a conversa, enquanto volto a prender a carroça em Oathorn e depois monto em Asad.
Irthos: Então olhe a sua frente. Acho que não é dificil perceber quando uma criatura está a uns três bons golpes de morrer, não? Arfando, dificuldade de se aguentar em pé, mais sangue no chão e sobre nós do que parecia haver dentro dela?
Beowulf: Conseguirei. Senão, me insulte de algo para chamar a minha atenção, você é bom nisso. Só que você terá não só um, mas dois problemas
Irthos: Então aprenda a ser menos bárbaro. Ou corra o risco de ver Nonaloth ser morto por um sopro ao invés de ter seu pescoço separado pela Drakengard, a escolha é sua (eu rio de forma levemente irônica e começo a cavalgar)
Cleber (Irthos) faltou um ´rindo´ ali no começo
Beowulf: Eu, bárbaro? Nay, menos Isän talvez, mas aí você teria que ser menos escamoso
Silua: Vocês dois parecem crianças às vezes (eu sigo cavalgando).
Beowulf: Eu começo a cavalgar mais rápido, colocando de novo o capuz de urso para assustar algumas crianças
Beowulf: Ele que começou!
Irthos: Para um dragão, somos de fato algo entre uma criança e um adolescente (eu coloco Skyggnir para trotar um pouco mais rápido)
Silua: rindo, eu acelero o ritmo também.
Beowulf: De volta para Aenen, heh?
Irthos: Aye. E se não fosse por Trogo eu preferiria não vê-la por um bom tempo. Ja será nossa terceira passada por lá!
Silua: Prefere ir pelo método antigo até nosso p´roximo destino?
Beowulf: Aye, e por que não? Assim eu e Irthos podemos passar algumas noites com nossas esposas e você pode ir visitar seus pais se quiser
Silua: Tem certeza? É uma boa distância daqui até lá, mesmo se invertermos e fizermos a Floresta Negra antes.
Irthos: Me passe o mapa, Beowulf.
Beowulf: Eu entrego o mapa a Irthos, olhando tambem
Irthos: Eu analiso o mapa, pensativo, rindo um pouco ao final.
Irthos: Vamos levar quinze dias se mantivermos um bom ritmo. Se nos revezarmos, mantendo pelo menos uma pessoa com os cavalos, isso dá cinco dias pra cada um com suas familias. Embora eu preferia que tivesse um ponto de teleporte em alguma dessas cidades pelo meio do caminho.
Beowulf: E o seu espírito aventureiro, onde está? Aproveite o que lhe resta do inverno
Irthos: Acho que perdi parte dele quando começamos a nos teleportar pra cima e pra baixo.
Beowulf: Mas aí eu também penso que não sabemos quanto tempo ainda temos, e que talvez esse tempo que perderemos viajando pode ser precioso. E não achei que era tão longo o caminho. De qualquer forma, ainda poderemos visitar nossas famílias por alguns dias se voltarmos até Aenen
Irthos: Quinze a vinte dias ate o destino de Silua, se somarmos mais uns tantos até o seu, dá mais de mês. Como você disse, não sabemos qual a mobilização de nossos inimigos.
Silua: Podemos fazer assim, sempre que nos deslocarmos entre destinos por um período de pelo menos três dias, um de nós usa o anel e os outros dois seguem com os cavalos por precaução. E vamos manter uma ordem para isso. Só iríamos dois ao mesmo tempo quando pararmos em alguma cidade por mais tempo.
Beowulf: Então, teleporte ou à cavalo?
Silua: Tempo também é importante aqui, então mesmo cansando eu voto por voltarmos a Aenen, teremos muita cavalgada ainda pela frente. E se alguém quiser, pode aproveitar que o trajeto até lá dura 4 dias e usar o anel, acho que pela lógica seria o Irthos, já que Beowulf passou aquela última noite lá antes de partirmos de Krull.
Beowulf: Aye, eu vou para Isa nos num dos dias seguintes, sem problemas.
Irthos: Por mim tudo bem. E mais adiante, não necessariamente precisamos nos teleportar para a cidade exata em que temos que ir. Alguma que seja proxima como Aegir o foi em Rondall ja garantiria uns quatro dias de caminhada depois.
Silua: E mesmo quando formos de Alog para o templo de Bast, mais um poderia usar o anel entre sairmos de Alog e chegarmos ao templo, já que não teríamos motivo para ficar mais que uma noite na outra cidade.
Cleber (Irthos) *cavalgada
Silua: E depois do templo, teríamos a opção de voltar a Alog para nos teleportarmos para aquela cidade perto do meu objetivo, ou se quiserem realmente esticar as pernas, irmos a cavalo de lá mesmo.
Beowulf: A distância é pequena ali, talvez seja melhor pormos os cavalos para andar um pouco. Gunnfaxi está ficando gordo! (ele dá um passo para o lado, quase me derrubando)
Silua: Ainda bem que não dá para dizer isso de Asad (ele relincha, concordando)
Irthos: ri.
Beowulf: Vamos então, quer ir para Rondall agora Irthos?
Irthos: Quanto antes melhor, pra não nos demorarmos mais. Até daqui a três dias então?
Beowulf: Vai ser por viagem? Achei que seria por dia
Silua: Vais querer ficar só um dia de cada vez?
Irthos: Tudo bem, se Beowulf se lembrar de voltar no dia seguinte, mas ficar os três dias é mais seguro, senão caso algo aconteça do lado deles não poderão nos chamar, se entendi bem o que Azzet nos passou.
Beowulf: Três dias então. Nós lhe chamaremos quando chegarmos em Aenem
Silua: Sim.
Irthos: Então nos vemos em Aenen! Skyggnir, aproveite a cavalgada, sem esse peso morto aqui deve ficar mais fácil (eu dou umas palmadinhas amistosas em Skyggnir, ao que ele relincha um pouco triste. Eu toco o anel e aviso Arianna de que estou indo, e quando recebo a confirmação, me teleporto)
Beowulf: A Aenen! (eu começo a cavalgar com rapidez, pedindo para Gunnfaxi falar com Skyggnir e mandar ele vir junto)
Silua: Eu anuo e sigo cavalgando veloz ao lado de Beowulf, Oathorn logo atrás com a carroça.
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Grande amante de diversos estilos de Metal, incluindo Power, Folk, Pagan e Viking, passou a jogar RPG por influência dos amigos e desde então nunca parou. Leitor ávido, adora livros de fantasia, e vem atualmente lutando para vencer uma lista de livros que não para de crescer. Nerd e gamer, a carreira de desenvolvedor de software lhe foi uma escolha óbvia e gratificante. Também é pagão, vendo seus ideais representados na religião de seus antepassados.
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Esta entrada foi postada em domingo, 24 outubro 2010 às 23:42