Irthos (animado): E finalmente, Alog Morkan. (rindo) O povo que nos aplaudiu aquela vez por expulsarmos os Aother não iria mais nos reconhecer nem que se lembrasse muito da nossa descrição.
Beowulf (anuindo): Aye, mudamos demais nesses seis meses. Chegamos aqui com uma chuva de verão aquela vez, e agora estamos chegando com a provável última neve do inverno
Silua anui, rindo um pouco.
Irthos (anuindo, rindo): Uma pena que as duas coisas não podem acontecer ao mesmo tempo. Melhor irmos antes que acabem fechando os portões ao escurecer mais, e escurecer mais é algo comum enquanto ainda é inverno! (eu sigo cavalgando na direção dos portões)
Beowulf: Eu anuo e sigo cavalando na direção da taverna de Caralem, guiado por Silua, como de costume. Observo-nos melhor enquanto caminhamos, e a diferença é mesmo visível. Os cavalos parecem-se com grandes guerreiros, cobertos com armaduras e tecidos finos. Encaro também Irthos e Silua e vejo como mudaram neste meio-tempo, tão diferentes com quem eu encontrei há quase um ano atrás. Olho meu reflexo nas janelas, orgulhoso de quem me tornei. Quando chego próximo da taverna, eu desmonto
Irthos (para Silua, rindo): Viu como ele ja sabe onde deve desmontar do cavalo quase sem olhar? Isso se chama instinto. Pena que mal direcionado. (eu desmonto de Skyggnir, logo atrás)
Silua: Eu anuo, rindo, enquanto desmonto de Asad.
Beowulf: Eu baixo a capa de urso sobre a face assim que Irthos e Silua se aproximam.
Beowulf (rindo): Veremos se Caralem conseguirá nos reconhecer. O estábulo é logo aqui ao lado, não?
Silua (anuindo): É sim.
Beowulf: Eu deixo os cavalos por lá, tirando eu mesmo a cela e os alforges de Gunnfaxi, colocando os últimos sobre um ombro
Irthos (rindo): Vão achar que um urso está invadindo, isso sim (eu ajeito a capa de pelo de lobo sobre os ombros)
Silua: Eu deixo Asad e Oathorn à vontade antes de me reunir aos meus amigos, ajeitando a capa.
Irthos: Eu deixo Skyggnir a vontade nos estábulos.
Beowulf (rindo): Talvez (eu abro a porta da taverna e entro, escondendo um largo sorriso sobre a capa de urso ao ver que tudo está da maneira como era. A grande e majestosa taverna, bem cuidada e com o saboroso cheiro de comida e bebida. Sorrio ainda mais ao ver Caralem no balcão e me aproximo dele)
Silua: Eu entro logo atrás de Beowulf, animada ao ver o ambiente ainda familiar e sorrio ao ver Caralem.
Irthos (animado, baixo): Tudo como deveria estar.
GM: O elfo parece preocupado ao encarar Beowulf, mas esboça um sorriso
Caralem: Em que posso ajudá-los?
Beowulf: Três quartos, uma boa refeição e a melhor cerveja e hidromel que tiver
Caralem encara Beowulf curioso
Caralem (pensativo): Esse tamanho e esse sotaque, (ele ri) não pode ser, Beowulf?
Beowulf: Eu abaixo a capa de urso, sorrindo
Beowulf (rindo): Aye, eu mesmo, Jarl Beowulf. Bom revê-lo meu amigo
Caralem começa a sorrir feito uma criança, ele faz a volta e tenta abraçar Beowulf, não alcançando mais do que o abdômem deste. Ele olha para as figuras mais atrás
Caralem (rindo): Irthos e Silua, são vocês também?
Silua (animada): Somos sim.
Irthos (animado): Em pessoa! É um prazer revê-lo!
GM: O elfo sorri e lhes abraça também, quase chorando
Caralem (emocionado): O que fazem por aqui? Pelos deuses, jamais pensei que lhes veria de novo!
Silua (animada): Viemos visitá-los.
Irthos: Aye, você fala como se sair por ai se aventurando, ajudando as pessoas e matando criaturas ferozes fosse mais importante do que voltar para ver como os amigos estão!
Caralem (emocionado): Quem diria, achei que já teriam se esquecido de Alog. Mas fico feliz de saber que não, essa cidade deve muito a vocês e acho que ficarão felizes em saber que a cidade não se esqueceu de vocês
Irthos (rindo): Não há como esquecer daqui, não depois de tudo que fizemos aquele final de tarde em sua taverna. Lembro até hoje daquele dia em que minhas habilidades foram postas a prova.
Caralem (anuindo): Imagino que sim. O Conde ficou famoso depois daquilo.
Beowulf (rindo): Famoso? Precisamos conversar mais quando o movimento acalmar, há alguma mesa disponível?
Caralem: Há sim (a expressão dele parece mudar. Ele grita) Jathar! Venha aqui seu imprestável! (o garoto chega vindo das cozinhas, com uma expressão animada) Mostre uma mesa para esses três viajantes
Jathar: Certo, chefe! Por aqui cavalheiros e dama (ele começa a lhes guiar para uma mesa bem afastada. Enquanto andam, ele começa a falar, animado) Sabem, tenho a impressão de que já lhes conheço de algum lugar. Não é tão comum vermos tantas pessoas altas juntas, ainda mais um gigante. Sabem, há uns seis meses tivemos uma visita inesperada por aqui. Nem lembro direito dos rostos dele, acho que é por isso que Caralem não me deixará cuidar um dia da taverna. Chegamos, logo alguém virá para atendê-los, a não ser que queiram algo antes?
Irthos (tentando não rir): Um caneco de hidromel, se possível, por favor.
Jathar: Sinto muito, mas isso terá que pedir para o garçom ou garçonete que virá atendê-los.
Irthos (rindo): Entendo. Então muito obrigado e vamos aguardar (eu me sento à mesa)
Jathar se retira.
Beowulf (rindo): Aí está alguém que não nos reconheceu
Irthos: Quer dizer, eu que não reconheci ele. Minha memória pode ser ruim, mas tenho certeza que ele era bem mais timido.
Beowulf (rindo): Aye era mesmo. Mas ele é uma criança, elas mudam bastante rápido
Silua (rindo): Verdade, crianças aprendem e mudam muito rápido.
Irthos (suspirando): Aye. Quando você menos espera, os pais das jovens moças já estarão exasperados. E quem sabe ainda nos culpem por servirmos de exemplo àquela época (eu encaro Beowulf, rindo)
Beowulf (rindo): Aye, foram bons anos
Silua: Eu rio enquanto me sento à mesa.
Beowulf: Devemos falar para ele depois?
Irthos: Acho que sim, ele ia ficar chateado se saissemos e só depois soubesse que os sujeitos de seis meses atrás e nós eramos as mesmas pessoas. (rindo) Espere um pouco, disse anos?
Beowulf (rindo): Eu? Aye, por que?
Irthos: Eu apenas balanço a cabeça e rio. Fico a observar o movimento da taverna, quase lembrando a quantidade de pessoas que havia naquela noite.
Irthos: Eu apenas balanço a cabeça e rio. Fico a observar o movimento da taverna, quase lembrando a quantidade de pessoas que havia naquela noite.
Beowulf: Eu olho para Irthos, intrigado. Por fim, eu tiro os alforges do ombro e os coloco no chão, mais ao lado. Espero ansioso por alguém vir
Silua (rindo): Crianças grandes.
Beowulf (rindo): Crianças?
Irthos (rindo): Aye, onde?
Beowulf (rindo): Ao menos em Isa as crianças não dormem junto de mulhers, não da maneira que estamos falando, aye? (eu rio)
Irthos (anuind, rindo): Aye.
GM: Akzag se aproxima da mesa e cumprimenta-os ao lhes reconehcer.
Akzag (cordial): Ora ora, quem diria? Fico feliz em revê-los, meus senhores e senhora. Posso ajudá-los em algo?
Beowulf: Bom revê-lo também Akzag, espero que tudo esteja bem aqui em Alog.
Akzag: Ah, está bem melhor depois que os Aother sairam. O Conde tem atraído bastante clientes, o que é bom para os negócios. Caralem está pensando até em aumentar a taverna e os quartos. (ele sorri) Vão querer algo para beber?
Beowulf: Aye, me traga dois jarros da melhor cerveja e dois do melhor hidromel que tiver, por favor. Vão querer algo? (eu encaro Irthos e Silua)
Silua: Para mim, um jarro de suco ou leite.
Irthos (anuindo): Um jarro de hidromel.
Akzag anui com uma reverência e segue em direção ao balcão, voltando logo em seguida. Ele pede licenças e vai atender outra mesa
Beowulf (rindo): Tão estranho como da primeira vez
Irthos (rindo): Eu diria apenas formal demais.
Silua: É estranho simplesmente por ser um meio-orc, não é algo muito comum de se ver entre eles, mesmo os criados entre humanos.
Irthos: Dependendo de onde você foi criado, não é algo comum nem entre humanos…
Beowulf (rindo): Notei uma certa indireta
Irthos (rindo): Depende do ponto de vista.
Beowulf (rindo): Continue
Irthos: Nah, deixo a interpretação a cargo de sua mente criativa.
Beowulf: Vou encarar isso como um elogio (eu pego uma jarra de hidromel e a viro, limpaando a boca com a barba)
Silua ri.
Irthos: Eu rio e me sirvo um caneco de hidromel do jarro.
Irthos: Essa taverna traz de fato muitas lembranças. Se bem que, ninguem mandou tê-las esquecido em primeiro lugar. Culpa disso aqui (eu ergo o caneco)
Silua (rindo): Se é culpa disso, porque continua consumindo seu conteúdo?
Irthos (animado): Porque alguma coisa precisa preencher o espaço vazio deixado pela memoria sumida, e a unica coisa barata e boa que achei foi a ressaca! (eu viro o caneco)
Silua ri.
Beowulf: Quem mandou não nascer em Isa? Lá não nos preocupamos se bebermos muito, nos preocupamos se alguém beber pouco
Irthos: Pela cultura bárbara, Silua seria então sacrificada aos deuses por se recusar a beber?
Beowulf (rindo): Nay, no máximo seria tratada como uma louca. Assim como eu seria tratado se morasse em Krull
Irthos: Eu rio.
Silua (rindo): Ainda mais de berrar daquele jeito.
Cristiane (Silua): *depois de berrar
Irthos: Acho que nem teria precisado de tanto.
Beowulf: Outro que devo encarar como um elogio?
Irthos: Eu rio ainda mais alto.
Silua (rindo): E precisamos responder?
Irthos: A Beowulf, o barril mais duro, sem fundo e segundo mais sem pudor de Val´huhn! (eu ergo o caneco)
Beowulf (curioso): Sem pudor?
Irthos: Ah sim (rindo) errei o titulo. De todo modo, você não poderia competir com um certo gnomo
Silua ri.
Beowulf (rindo): Eu gosto de estar com mulheres, mas daí a não ter pudor é um longo caminho.
Irthos: Descer um penhasco é uma longa tarefa para um humano e apenas um salto para um dragão. Basta saber o que você é (eu viro o caneco)
Beowulf (rindo): Difícil de decidir (eu viro o primeiro jarro de cerveja) Excelente esta cerveja, imagino onde Caralem a conseguiu
Irthos (rindo): Se alguem me disser que há anões nas montanhas que vi a oeste, eu não me impressionaria.
Cleber (Irthos): *que veio de anões que mora nas montanhas
Beowulf: Alog é uma cidade grande, podem muito bem ter consguido isso por comércio. (eu bebo um gole mais lento) Enquanto vinhamos para cá, observei-nos melhor e vi que o que Irthos falou é mesmo verdade. Ainda se lembram de nosso encontro naquele pequena cidade?
Irthos: Nos encontramos em Hazu-algo, que ate onde lembro não era pequena. Othalos, que é para onde fomos após isso, é que era.
Silua (rindo): Era Hazúreas o nome dela, e sim, é uma cidade grande.
Beowulf: É verdade. Lembro-me que o guarda queria falar com quem vieram de longe para resolver um problema sobre dragões. (eu começo a rir) Como parecíamos mendigos naqueles dias
Irthos: Ja estavamos nos aventurando a pelo menos um mês até conseguirmos simplesmente roupas melhores, de seda e afins. Eu usava uma brunea de couro que valia menos que a Hyinen, isso que o rastro de gelo dela não era constante em todos meus golpes.
Silua (rindo): E você usava um kilt na sua armadura naqueles dias também.
Irthos (anuindo): Era obrigado a isso, a ventilação extra depois de uma luta seria constrangedora na maioria das cidades.
Beowulf: Eu no início ainda usava calças, não tive dinheiro para comprar outro kilt. (rindo) Como as coisas eram diferentes
Irthos (rindo): Ainda bem que mudamos pra melhor, lembrar disso hoje em dia faz até parecer um pouco estranho.
Silua ri.
Beowulf (rindo): Um pouco? Pelos deuses, como eu era fraco naquela época
Irthos (rindo): Ah sim, Beowulf-Eu-Arrasto-O-Presa-Sem-Ajuda que poderia me derrotar ainda hoje na queda de braço.
Beowulf (rindo): Assim como Irthos-Eu-Movimento-O-Braço-Mais-Rápido-Do-Que-O-Ar podia me vencer em qualquer competição de velocidade. Quando paro para pensar, vejo que a diferença é absurda mesmo. Aquilo que disse brincando, de eu arremessar o Presa, acho que seria possível fazer isso mesmo. Nunca sequer imaginei que eu um dia fosse chegar a isso
Irthos: Aye, nós três evoluimos muito naquilo em que ja eramos bons. Tanto que chega a dar até um pouco de medo mesmo, de saber medir essas habilidades com pessoas… normais. Como aquele ultimo abraço que você deu em Azzet e quase o fez desmaiar.
Silua: Desmaiar? Mais um pouco teria era quebrado os ossos dele.
Beowulf (anuindo): Aye, eu geralmente me mantenho sob controle, só me solto nas lutas e acho que é por isso que gosto tanto de lutar. Isso e meu sangue Isän. (rindo) Mas quanto a Azzet, foi um pouco de propósito
Irthos ri.
Irthos: Assim como também tenho certeza que foi contra aquele Ulzark ou algo assim. Nas três primeiras rodadas você parecia estar se controlando e na quarta simplesmente quebrou o braço dele..
Beowulf (rindo): Faz tanto tempo que nem lembro mais. Mas como você disse, é até mesmo assustador. Eu lembro que você olhava para os céus com uma cara de bobo frequentemente
Silua ri.
Irthos (rindo um pouco): Aye, nem me fale. É o que acontece quando se têm algo que não se pode usar. Ao menos isso foi bom ter mudado.
Beowulf: É bom lembrar daqueles tempos. Parecem tempos bons e saudosos, mas os atuais são ainda melhores.
Irthos: Eu anuo.
Silua (anuido): Verdade
Irthos (rindo): Queria ver o que fariamos com Galahad em outra daquelas lutas corpo a corpo. Acho que hoje, Beowulf pode ir com uma mão só.
Beowulf (rindo): Não sei, ele é um homem forte. Se bem que (eu pego a pequena caixa presa no meu cinturão e começo a jogá-la para cima, com uma só mão) ele não deve ser mais pesado do que isto
Irthos: Eu anuo, rindo alto antes virar um caneco de hidromel.
Irthos: Eu anuo, rindo alto antes virar um caneco de hidromel.
Silua (rindo): Convencido.
Beowulf (rindo): Ah, deixe-me aproveitar um pouco do meu orgulho.
Beowulf: Eu olho para os lados, rindo
Beowulf: Vocês que são melhores de olhos do que eu, conseguem ver alguém suspeito aqui na taverna?
Silua: Eu examino a taverna, em busca de alguém suspeito, mas de maneira discreta.
GM: Procurar
GM: [BOX] Silua -> Skill [Search] [33] [1d20+18 = 33]
GM: Você varre os olhos pela taverna e pode ver pelo menos três que julgaria suspeitos, devido às roupas e ao modo cauteloso de agir. Dois deles estão sentados numa mesa mais à frente
Silua (baixo): Tem três que parecem suspeitos, dois deles estão naquela mesa (eu indico-a discretamente).
Beowulf (rindo): Que acham de testarmos a honestidade deles?
Irthos (rindo): Se for o teste que estou pensando, eu concordo.
Beowulf: Eu olho para a caixa e encaro Irthos
Beowulf: Isso?
Irthos (rindo): Então estamos.
Beowulf: Eu vou buscar um pouco de cerveja e pedir o jantar (eu guardo a caixa no cinturão, tomando o cuidado para deixar os laços meio soltos. Me aproximo da mesa dos homens, indo em direção ao balcão. Paro na frente da mesa e me abaixo, ajustando a bota e reclamando. Discretamente eu solto as amarras e me levanto, indo até o balcão e falando com Caralem sobre o jantar e trazendo mais uma jarra de hidromel e outra de cerveja até a mesa)
GM: Os homens parecem perceber que Beowulf deixara o embrulho no chão. Um deles tenta puxar discretamente com o pé e não consegue. O outro lhe encara, curioso
Beowulf: Eu não pareço olhar na direção deles, encarando Irthos e Silua
Beowulf (rindo): Eles notaram?
Silua (baixo): Um deles tentou puxar a caixa com o pé e não conseguiu o outro apenas está lhe olhando, curioso.
Beowulf (rindo): Veremos o que vai acontecer. Se notarem algo de estranho, comentem
GM: O que tentara puxar com o pé se levanta e começa a falar com um dos garços, mais à frente do embrulho no chão. Tapando parcialmente a sua visão. O outro se movimenta rapidamente e tenta pegar o embrulho. Podem ver ele fazendo força e ouvem os baixos gemidos dele. Ele se senta na mesa, exausto e confuso
Silua (baixo, disfarçando o riso): Agora o que tentou puxar com o pé, usou um garçom como distração para que o colega tentasse pegar a caixa, agora ele está bufando de exaustão e bem confuso.
Irthos (baixo, rindo): Eu vou rir é da cara deles quando Beowulf passar por lá novamente, ver que ´deixou cair´ e recolher com uma mão só.
Beowulf (rindo): Alguém de vocês acha que consegue pegá-la? Isso seria ainda mais estranho
Silua: Eu até consigo, mas com bastante esrfoço.
Irthos: Eu também, acredito.
Beowulf: Precisariam das duas mãos então. Sintam-se à vontade se quiserem ir lá buscar, senão eu irei
Silua (rindo): Deixe eu ir então, uma mulher seria ainda mais humilhante (eu me levanto de forma casual, vou até onde Beowulf deixou a caixa e pego-a do chão, embora com visível dificuldade e a levo de volta para Beowulf)
Beowulf: Eu a pego e solto uma exclamação audível
Beowulf (rindo): Infernos! Ainda bem que a viu, não sei como a perdi!
Irthos: Eu olho na direção dos três sujeitos, de maneira discreta, tentando não rir, para ver a reação deles.
Silua: Eu também observo.
GM: Os dois homens parecem confusos, simplesmente suspirando. Murmuram algo entre eles sobre o que havia ali e porque eles não puderam afanar. Eles parecem discutir, um chamando o outro de fraco, eles lançam olhares de soslaio à mesa de vocês
Silua (rindo, baixo): Estão bem confusos, se perguntando o que havia na caiuxa e porque não conseguiram pegá-la, estão discutindo e olhando enviesado para cá.
Irthos (baixo, me controlando): Imagino que se houver alguem esperto entre eles, devem estar começando a pensar foi algo proposital. Embora jamais descubrirão o porque de não terem consigo ergê-la.
Beowulf: Aye (eu recomeço a jogar a caixa para cima, usando apenas uma mão) Acham que eu deveria ir até lá comversar com eles?
Irthos (rindo): E vais ficar jogando a caixa pra cima como agora, em tom de deboche? Se sim, ao menos avise antes para que eu e Silua fiquemos de prontidão pra ajudar se necessario.
Silua anui, rindo.
Beowulf: Eu ia usar um tom ameaçador ao invés de deboche, mas pode ser também. Melhor os expulsarmos daqui antes que roubem algum outro cliente de Caralem
Irthos: Tudo bem, vá lá. E pensando bem, se eles nem conseguiram mover a caixa de lugar, você sozinho só terá problemas se eles usarem veneno ou algo assim. Mas pode ir que ficaremos de olho.
Silua (anuindo): Só tome cuiddao para não provocar uma briga dessa vez, não queremos quebrar a taverna de Caralem.
Beowulf (anuindo): Aye, tomarei cuidado. (eu me levanto e sigo até a mesa, ainda jogando a caixa para cima. Eu deixo ela cair levente sobre a mesa, alto apenas o suficiente para que ela faça um som pesado ao cair sobre o metal) Sabem, vocês deveriam escolher melhor as tavernas onde querem afanar coisas. Vimos exatamente o que vocês fizeram. E Caralem é nosso amigo, e nós não gostamos de quem arruma confusão para os nossos amigos. Deixem tudo o que já afanaram e o pagamento pelo que consumiram e deixem essa taverna. Antes que eu lhes jogue para fora mais fácil do que jogo esse cubo para o ar. Literalmente.
GM: [BOX] Beowulf -> Skill [Intimidate] [17] [1d20+13 = 17]
GM: Os dois homens encaram a expressão séria e um tanto assassina de Beowulf por alguns instantes antes de engolirem em seco. Eles deixam as coisas sobre a mesa e saem de fininho, quase tropeçando um no outro
Beowulf: Eu pego as coisas deles e me aproximo do balcão, entregando-as para Caralem
Beowulf: Aqui, alguns dos seus clientes podem ter sido lesados de alguma maneira. Isso pertence a eles
Caralem (preocupado): Um ladrão, aqui no Conde? Pelos nove infernos, quem era?
Beowulf: Aqueles dois que acabaram de sair. Já lidamos com eles. Nada passa ao olhar de Irthos e Silua
Caralem (preocupado): Posso ver. Mas só de pensar sobre um ladrão aqui… muito obrigado, lhes devo muito por isso.
Beowulf (rindo): Nay, apenas apresse o jantar que eu considerarei a dívida paga. E me dê mais um jarro de hidromel
Caralem balcança a cabeça e lhe entrega a jarra antes de chamar Jathar e lhe ordenar para açoitar os cozinheiros para que terminem mais rápido
Beowulf: Eu rio nervoso ao ouvir o último comentário e volto a sentar-me na mesa
Beowulf: Estou ficando bom nisso. Acho que melhor que isso só se Silua os pegasse num beco escuro. Com a coragem que mostraram aposto que sujariam as calças
Irthos (rindo): Com a força que mostraram, acho que enterrá-los até o pescoço na neve de Isa ajudaria também.
Silua (rindo): O mais provável era correrem tão rápido que o único vestígio da passagem deles seriam manchas amarelas na neve…
Irthos: Eu rio com vontade, anuindo.
Beowulf (anuindo, rindo): Aye, é mesmo. O bom é que com esses pequenos encontros eu consigo treinar para caso um dia a ocasião exigir eu me saia bem. Ás vezes a tortura e a intimidação são a única maneira de quebrar um homem para conseguir uma informação, por mais terrível que isso possa parecer
Irthos (anuindo): Não que lhe faltem maneiras de quebrar um homem.. Ou dois. Mas concordo.
Beowulf: Aye. Lembra-se da Águia de Sangue? É quase isso
Irthos (rindo nervoso): A diferença é que o acusado sai inteiro. Ao menos fisicamente. Se cooperar.
Beowulf: Eu anuo e espero pelo jantar, faminto
Silua: Eu espero pelo jantar também, enquanto observo a reação da taverna à confusão da expulsão dos ladrões.
GM: Não tarda muito até que o meio-orc traz o seu jantar. O cheiro é delicioso,e todos os pratos parecem além de saborosos, bastante belos. O Conde parece ter melhorado muito mesmo
Beowulf: Eu começo a comer com vontade, bebendo grandes quantidades de hidromel e cerveja juntamente. Após o jantar, fico bebendo, aguardando a taverna esvaziar
Silua: Eu como bem e bebo bastante leite também, e assim como meus amigos, espero a taverna esvaziar após o jantar.
Irthos: Eu agradeço a comida e começo a comer, animado, enquanto observo o movimento. Não é apenas o jeito agora extrovertido de Jathar. Tudo parece ter mudado. Como nós.
Irthos: Eu agradeço a comida e começo a comer, animado, enquanto observo o movimento. Não é apenas o jeito agora extrovertido de Jathar. Tudo parece ter mudado. Como nós.
Caralem junta-se a vocês após a taverna estar quase completamente vazia. Os únicos que restaram além de vocês foram alguns outros aventureiros que passariam a noite na estalagem
Caralem (rindo): Incrível como vocês mudaram. Não se parecem os mesmos, Jathar não lhes reconheceu
Irthos (rindo): Estavamos até comentando isto entre nós. Muita coisa mudou nestes seis meses. Mas não pense que não notamos a mudança na sua taverna também! Não sei como vocês conseguiram melhorar algo que já era bom.
Silua (anuindo): Verdade.
Beowulf (anuindo): Aye, o lugar está excelente. Para ficar melhor só se tivesse algumas promoções do tipo Beba tudo o que aguentar!
Caralem: Lembrarei disso
Beowulf (surpreso): Sério?
Caralem (rindo): Sim, quando você estiver bem longe daqui
Beowulf: Eu começo a rir com vontade
Irthos: Acho que a competição devia ser ´carregue tudo o que quiser beber´. Com barris de ferro maciço.
Irthos (rindo): A recompensa seria beber até a quantidade que coube dentro dos barris que conseguiu carregar nos ombros (eu encaro Beowulf)
Silua (rindo): Eu avisei que Caralem você não convencia mais, Beowulf.
Beowulf (para Irthos): Vale amarrá-los com uma corda?
Irthos: Contanto que as cordas não fossem magicas eu creio que sim.
Beowulf (rindo): Então para mim não faria muita diferença eu acho
Caralem (rindo): Isso não vem ao caso. Estão vindo de onde?
Silua: Nossa última parada foi na taverna de Azeal.
Silua: E antes viemos de Aenen.
Caralem: Então estiveram com meu meio-irmão. Como ele está? Não ouço dele desde o fim do inverno
Silua: Ele está bem, embora sentindo-se um tanto solitário.
Caralem: Não é de se surpreender. Imagino que o movimento por lá deve estar bem fraco agora no inverno. Por isso insisti que ele viesse para Alog
Silua: Ele só tinha um outro freguês lá, e que não era exatamente do tipo que gosta de bater papo.
Caralem (balançando a cabeça): Idiota, quem manda ser cabeça dura? Deve ser a parte humana dele, nós elfos somos mais racionais
Silua: Ele mesmo disse que pensava se não deveria ter fechado para o inverno. Mas ao menos o degelo está vindo cedo esse ano e logo o movimento lá voltará ao normal.
Caralem (anuindo): Está vindo cedo mesmo. O que é bom, não gosto muito do inverno. Eu vivi uns tempo lá em Vidara e lá é sempre primavera. As árvores sempre são verdes e floridas e sempre é tempo de frutas.
Beowulf (rindo): Já eu prefiro o inverno de Isa. O vento gélido batendo na barba e fazendo a neve se acumular (eu pareço sonhador)
Silua (anuindo): Posso entender isso, me criei numa vila ao lado de uma floresta e sempre gostei delas.
Irthos (sonhador): Vento, frio e chuva. Desde que não atrapalhem demais a vida das pessoas quando ocorram.
Caralem: Voltando ao assunto anterior, o que causou toda essa mudança em vocês? Não creio que tenha sido apenas as aparências, há algo a mais em todos vocês
Irthos (suspirando, rindo um pouco): De fato, Azeal podia ter vindo para cá.
Caralem (rindo): Ele lhes fez essa mesma pergunta?
Irthos (anuindo, rindo): Essa e as outras que virão, pelo brilho da dúvida em seu olhar. Passamos por muitas situações e emoções também. Todos nós revisitamos as cidades em que nascemos, até mais de uma vez, e as protegemos de alguns perigos também. Enfrentamos criaturas que só imaginei possíveis de ver em pesadelos, e mais importante, me casei e vou me tornar pai!
Caralem (rindo): Vejam só, espero que ele seja rápido e perspicaz como o pai
Irthos: Espero que a sabedoria do avô venha junto no pacote então, pois parte dela pulou uma geração.
[w] Irthos: wait, hehe
Irthos (rindo): Digo isso não porque sou um ignorante, mas porque meu pai é sábio mesmo. Teve coisas que ele nos disse que, vejam só, até Beowulf tomou como lição de vida!
Beowulf (anuindo): Aye, o pai de Irthos me ajudou muito mesmo. Ele que me fez entender que, como Jarl, eu devia servir de exemplo, nem que o que eu sou possa assustar algumas pessoas
Caralem (surpreso): Então eu entendi corretamente mesmo. Você é um Jarl?
Beowulf (mais surpreso ainda): Você sabe o que é um?
Caralem (ofendido): Claro que sim! Eu sou ciente do mundo que vivo, desde os Jarls de Isa até o Rei-sob-a-Montanha das Gadrafik. Tenho que saber quem poderão ser meus clientes afinal, por mais improváveis que eles sejam, Jarl Beowulf.
Beowulf (rindo): Você parece ter aprendido bem, já que não me chamou de milorde!
Caralem: E por que eu faria isso? Você é um Jarl e por mais que seja um nobre, não lhe condiz ser chamado como os nobres daqui do continente.
Beowulf (rindo): Eu gostaria que mais pessoas compartilhassem do seu grande conhecimento, estou sem saber o que dizer
Caralem (nevergonhado): O que é isso, eu só faço o necessário, Jarl. Acho que se o mundo tivesse mais pessoas que soubessem sobre o mundo ele seria um lugar melhor
Beowulf (anuindo): Aye, é verdade. No nosso caso, temos a Silua para nos salvar sempre, heh Irthos?
Irthos (rindo): Nem me fale. Se ela conseguisse carregar ambos depois de uma bela noite de festa e bebida, o mundo seria um lugar melhor pra nós também.
Silua (rindo): Carregar o Beowulf só nós dois juntos e olha lá.
Caralem (rindo): O grandão é tão pesado assim?
Irthos (anuindo): Ele ja está acima do conceito de pesado. Algo entre um ogro e um troll gordo.
Silua (rindo): Não tem muita diferença entre carregar ele desmaiado e um saco de batatas daqueles bem grandes.
Beowulf: Eles exageram.
Caralem (rindo): Sei, vendo o seu tamanho, Jarl, posso ver bem que entende de exageros. E você Silua, alguma novidade?
Silua: Tirando o fato de que temos um novo clérigo de Ehlonna em minha vila natal e problemas causados por um druida e seu bichinho na floresta levaram a recuperação de um item importante para a vila, nada de mais importante mesmo (eu rio um pouco).
Caralem (rindo): Vida calma então? A minha também é, e gosto disso. Prefiro vivier sem muitas preocupações
Irthos (anuindo): Eu também gostava de paz, sossego e não ser incomodado. Felizmente essa fase acabou a quase dez anos (eu rio um pouco)
Silua (rindo): Bem, aventureiros e vida calma são palavras que não costumam andar juntos, mas tirando nossos percalços da vida de aventura, nossas vidas pessoais estão mais ou menos como contamos. E falando em casar, não foi só Irthos que entrou para a lista, tem mais um aqui (eu aponto para Beowulf, ainda rindo)
Beowulf (rindo): Aye, foi em partes assim que eu virei Jarl. Resgatei a filha adotiva de um tio que eu achava que não tinha e acabei me casando com ela, já que precisávamos de um Jarl por lá. Mas acho que assim que vi Freyja me apaixonei por ela. (rindo) Quando penso sobre aqulo, parece que foi numa daquelas histórias antigas.Ela veio correndo em minha direção, assustada e eu a confortei. (eu começo a gargalhar com vontade) Pelos deuses, como observando a cena agora, me parece constrangedor e até mesmo engraçada
Irthos (rindo): Agora entendeu porque sempre riamos um pouco ao narrar o evento? Mas enfim, tudo acabou bem, exceto é claro o triste evento da morte deste tio. O meu casamento foi um tanto mais simples, literalmente falando. Namorei Arianna durante anos às escondidas até que ela saiu da cidade para buscar tratamento para a mãe doente em outra cidade. Coincidentemente ela retornou ao vilarejo em um dia que estavamos la, e três dias depois decidimos nos casar.
Beowulf (rindo): O pai dela é ferreiro. Contam as histórias que ele ameaçou a hombridade de Irthos com uma espada se ele não se casasse
Caralem começa a rir
Irthos: A unica testemunha do evento sou eu mesmo, então é claro que as histórias serão as mais absurdas. A iniciativa de casar foi minha e de Arianna, o pai dela só deu aquela motivação extra para que eu a mantenha feliz e mantendo uma vida confortavel, nos quais se incluiram algumas ameaças à minha vida e um pequeno teste de agilidade. Nada com o que se preocupar, Beowulf as vezes exagera. Eu só pretendo revistar o riacho próximo à ferraria no verão em busca de possiveis viajantes desaparecidos.
Silua ri.
Irthos: Ele inclusive pareceu menos desconfortavel comigo depois que lhe ajudei com umas cinquenta peças de platina, sabe, despesas do casamento e para ajudar no tratamento da esposa dele, bem como outras tantas que deixei com minha esposa pra que nada faltasse enquanto eu estivesse fora. Acho que com isso e o fato de que os moradores, em agradecimento pelo que fizemos, reforaram a maior das casas do vilarejo e entregaram para nós, alguns dos temores deles ja se passaram. A unica desconfiança que ele poderia ter é se de fato Arianna continua sendo a unica em minha vida, e nisso ele pode ficar tranquilo. Acho que ninguém gosta muito de ver os filhos sairem de casa se não tiverem garantia de que estarão bem.
Beowulf (rindo): Em Isa há um ditado: “Um homem sem bastardos não é um homem de verdade” Acho que o ditado tem parte de razão, afinal
Irthos (rindo): Vou entender isso como um elogio.
Caralem (contrariado): Humanos. Vocês deveriam aprender a valorizar mais os filhos. Para nós elfos, ter um filho é bastante raro e quando o temos, o valorizamos acima de tudo
Beowulf: E quem disse que nós não o fazemos? Se eu por ventura tiver um bastardo, o tratarei como todos os outros. A única coisa que ele não poderá exigir são os direitos para ser meu herdeiro oficial como Jarl
Irthos (rindo um pouco, nervoso): Eu não teria problemas quanto a heranças, mas isso não diminuiria os demais problemas, em especial os familiares.
Beowulf (rindo): Um que eu não teria. Nem eu e nem Freyja temos parentes vivos
Caralem (resmungando): Humanos.
Beowulf (rindo): Elfos
Irthos (rindo): Beowulf, você só fala assim porque nenhuma das mulheres com a qual você se deitou deve saber de onde você é. Mesmo que tivessem Isa como referência, sua descrição fisica bateria com a de quase qualquer um por lá. A não ser que elas tenham nomes.
Beowulf: Nunca escondi meu nome. Acho que todas elas sabem de meu nome, e se um dia vierem me procurar com um bastardo, eu o criarei. (rindo) Mas acho difícil isso acontecer
Irthos (rindo): Você o criar sim.
Cleber (Irthos): num sentido especifico eu quis dizer, nao ´familia e criados´, hehe
Silua ri.
Beowulf: E oor que não o faria? Ele é meu filho, assim como a criança que Freyja espera. (coçando a barba) Aliás, vocês aqui do continente que são complicados quanto a isso
Caralem (rindo): Ou para vocês é tudo muito simples. As mulheres daqui não veem bastardos com tão bons olhos quanto as de Isa?
Matheus: Isa.*
Beowulf (surpreso): Não?
Caralem (rindo): Ah não. Eu já vi muita gritaria aqui na cidade por causa disso. E nós elfos quando escolhemos a nossa companheira é até o fim da vida de ambos
Beowulf (rindo nervoso): Acho que precisarei mudar alguns de meus conceitos por aqui então. Isso se o que você diz é verdade (eu encaro Irthos e Silua, interrogativo)
Irthos (rindo): A mais pura das verdades.
Silua anui.
Beowulf: Quem diria. Por isso que sempre me olharam estranho quando ia me deitar com uma mulher
Caralem: Melhor mudarmos de assunto antes que se cheguem a detalhes. Ficarão quanto tempo aqui em Alog?
Silua: Inicialmente tinhamos pensado em passar a noite aqui e amanhã visitar o pessoal do templo de Kord.
Beowulf: E logo em seguida partirmos. Já perdemos tempo demais na estrada e temos alguns assuntos vitais para tratar
Caralem: Uma pena, adoraria dar uma festa para comemorar o seu regresso aqui a Alog. Vocês merecem ser saudados por tudo
Beowulf: Nunca mais ouviram falar dos Aother?
Caralem: Não, graças aos deuses. Galahad ainda investiga secretamente algumas coisas, mas acho que não conseguiu mais nada
Irthos: Podemos ver com ele se descobriu algo. (rindo) Mesmo que tenhamos que ganhar dele em uma luta pra isso. Fico imaginando como devo estar atualmente naquele jogo dos copos, minha visão e agilidade devem ser o dobro daquela época.
Caralem: Poderia convocar alguns participantes se a festa fosse ocorrer. Só duvido que alguém fosse louco de enfrentar Beowulf numa queda de braço. Acho que ele absorve todo o fermento da cerveja que ele bebe
Beowulf (rindo): É uma boa teoria. Eu até quis propor alguns jogos para esta noite, mas a minha conciência (eu aponto para Irthos e Silua com um gesto de cabeça) me convenceu que não era uma boa idéia
Caralem (segurando um riso): Sua conciência deve ter um trabalho batante árduo
Irthos (rindo alto): Candidatos não faltariam, você quis pagar cinquenta peças de platina a quem conseguisse lhe vencer!
Caralem (surpreso): Tudo isso?
Silua anui, rindo.
Caralem (surpreso): Estão melhores do que aparentam. Nem quero imaginar por onde andaram durante esses meses. Vocês parecem diferentes desde aquela época, há uma expressão séria e sagaz em seus rostos, porém exausta, como se arrastassem o mundo atrás de si
Silua (anuindo): Nós passamos por muita coisa nesse meio ano, boas e más, e acho que isso acabou se somando e se refletiu em nós.
Beowulf: Aye, isso mesmo. Descobrimos algumsa coisas… interessantes, e é este um dos motivos para estarmos indo para o sul agora, por isso não podemos demorar muito
Irthos: Eu anuo, sério e decidido.
Caralem: Então acho que não posso atrasá-los mesmo. (rindo) Só o que me surpreende é que mesmo após isso tudo, a Silua ainda não tenha pagado um clérigo para curar o ferimento em seu rosto
Silua (séria): É difícil de explicar, mas minha situação não é algo que um clérigo possa resolver. (eu olho rapidamente na direção dos meus amigos, como se perguntasse: ´Contamos a verdade?´)
Beowulf: Eu encaro Silua por alguns instantes com o canto dos olhos antes de encarar Caralem
Beowulf: Infelizmente há coisas malignas neste mundo, coisas que nem mesmo a magia pode curar. É um assunto delicado para Silua, e não acho que seria uma boa hora para tratarmos sobre isso
Caralem: Como quiser. Imagino que se é esse o caso, deve ser algo terrível mesmo. Sinto muito por tocar neste assunto
Silua: Não precisa pedir desculpas, eu já me acostumei. (séria, um pouco mais baixo) Se realmente quiser, eu posso dizer, mas não aqui com outras pessoas por perto.
Caralem: Acho que prefiro não saber. Não é por aversão nem nada, mas eu não gosto de segredos
Silua (anuindo): Tudo bem, mas se um dia quiser, eu falarei, afinal você é nosso amigo.
Caralem: Obrigado pelas palavras amistosas, fico feliz em saber disso. Acredito que há mais por detrás de todos vocês do que a visão mostra, mas eu realmente, prefiro achar que são apenas três grandes aventureiros
Irthos (sorrindo): E nós agradecemos a confiança.
Silua (anuindo): Verdade.
Beowulf: Eu anuo, virando o caneco de hidromel e segurando um arroto
Caralem: Agradeço pela conversa, mas eu preciso fechar a taverna, antes que alguns decidam dormir pelas mesas mesmo
Irthos: Eu rio.
Silua ri.
Irthos (rindo): Ou os que beberam demais coloquem a cerveja de volta no copo. Se puder mostrar nossos quartos ficaria agradecido então.
Caralem: Melhor nos copos do que no chão, vocês não imaginam o trabalho que é limpar tudo isso. As machas dificilmente saem, mesmo com muito esforço. Jathar deve estar dormindo no andar de cima ao invés de cuidar dos quartos, acordem-no que ele lhes mostrará os quartos
Irthos: Eu seguro o riso.
Irthos: Certo então (eu me levanto), obrigado por tudo até então.
Beowulf: Nos veremos amanhã pela manhã e com sorte, mais em breve novamente (eu também me ponho de pé, ficando curvado para não bater a cabeça no teto)
Silua: Boa noite, Caralem (eu me levanto também).
Caralem se despede e começa a afugentar os últimos clientes da taverna, cumprimento os outros que repousarão na estalagem
Irthos: Eu rio um pouco da reação dele, indo falar com Jathar no andar de cima. Ao que ele nos mostra os quartos, largo minhas coisas e me sento à cama. Azreth sai da bolsa pouco depois da porta ser fechada. Brinco um pouco com ele antes de me deitar e dormir, pensando em todas as mudanças pelas quais passamos.
Beowulf: Eu subo até meu quarto e tiro toda a armadura, deitando-me na capa cansado. Penso em Freyja mais no norte e em como Nördenbeutel pode estar em perigo. Afasto estes pensamentos e adormeço, tendo sonhos conturbados
Silua: Eu subo até meu quarto, rezo um pouco antes e depois me deito, adormecendo logo.
A manhã vem fria e gelada. Os quartos aquecidos por lareiras parecem bastante aconchegantes. Lá fora, a neve cai lentamente, cobrindo o vidro com um tom esbranquiçado. As cobertas de peles parecem não querer sair de cima de vocês, apenas Azreth sente-se feliz, parado ao lado da janela, com uma expressão tristonha
Irthos: Eu me levanto demoradamente, rindo um pouco.
Silua: Eu me levanto e me espreguiço com vontade, olhando a neve caindo, depois me ajeito e desço para desjejuar.
Beowulf: Eu me levanto demoradamente, grunhindo um pouco de preguiça. Sento-me na cama, com os olhos ainda fechados. O clima frio me lembra de Isa, ainda mais com a neve caindo. Eu me levanto e começo a vestir a armadura e as capas, calçando as botas por final. Prendo bem o baú ao cinto antes de descer as escadas, trazendo o elmo na mão
Irthos: Imagino como você deve estar querendo sair, amigo. Não se preocupe, logo estaremos de partida novamente. Agora vamos (ele me encara ainda um tanto triste ao entrar na bolsa. Eu suspiro levemente e desço para o desjejum, sonhando acordado com o dia em que eu e Azreth poderemos andar livremente e normalmente pelas ruas)
Beowulf (bocejando): Parece que não dormi nada esta noite
Silua (rindo): Achei que você preferisse o frio. Já eu dormi como uma pedra, (rindo, baixo) ou melhor, uma gata.
Irthos ri.
Irthos (baixo): Azreth é quem está louco para sair com essa neve caindo ali fora. Do sono eu não posso reclamar até.
Beowulf: Eu tive um sono meio irriquieto, acho que é a falta de exercícios. Com a nossa sorte, isso deve mudar em breve
Silua (rindo): Bem, teremos uns dois dias a cavalo até a próxima cidade, ele poderá se divertir no caminho.
Beowulf (anuindo): Aye, será bom podermos cavalgar um pouco. O templo fica próximo dessa cidade, não é?
Silua (anuindo): Da outra vez levamos um dia, mas agora com as ferraduras novas, chegaremos em meio.
Irthos (anuindo): Nesse ritmo, exercicio mesmo só se pararmos pra treinar, porque nossas viagens estão muito rapidas.
Beowulf: Então vamos apressar a cavalgada e chegar lá já no anoitecer do segundo dia. (rindo) Assim eu não me lamentarei por não ter ido a Isa
Silua: Bem, se realmente pretendem ir a cavalo para nosso objetivo depois, levaremos uma porção de dias, então teremos muito tempo para visitar as famílias.
Irthos: Aye. (rindo, para Beowulf) Não quis dizer prolongar?
Beowulf (confuso): Não lhe entendi. Prolongar o que? A viagem até a próxima cidade?
Silua (rindo): Acho que Irthos não entendeu. Nós vamos levar dois dias até a próxima cidade e mais meio até o templo. Beowulf sugeriou apressarmos e diminuir em meio dia a viagem.
Irthos (rindo): Achei que ele queria fazer a ida até o templo durar dois dias e meio. Esclarecido.
Cleber (Irthos): *dois dias.
Beowulf (rindo): Nay, a próxima viagem será a minha ida a Isa, e essa acho que vai ser um tanto longa
Silua (rindo): Quer ficar um mês fora?
Beowulf (surpreso): Tanto tempo assim?
Silua (rindo): Você que falou em um tanto longa, eu só provoquei
Beowulf (suspirando): Não crie falsas esperanças nesse Isän
Irthos (rindo): E nem o provoque para que faça o que a sua ´consciencia´ diz.
Silua: Para falar a verdade, nem cheguei a calcular quanto tempo precisaríamos para ir para nosso próximo objetivo, mas é mais de uma semana.
Beowulf (anuindo): É bastante tempo, de qualquer forma. E isso que não sabemos onde devemos procurar, se ao menos conhecessemos alguém que sabe algo sobre aquela floresta, seria de grande ajuda
Irthos: Falou em florestas, não falou comigo de qualquer forma (eu observo a taverna enquanto espero o desjejum)
Silua: Bem, eu já estive lá duas vezes, mas foi ao norte. Tem uma estrada secundária que sai de Lefirwarnem e segue em direção à Floresta Negra, ao chegar na floresta, a estrada se bifurca e um parte segue rumo sul até encontrar a estrada principal que atravessa a floresta ao sul de Azzaraf. Bem perto da bifurcação da estrada secundária fica aquela vila da qual falei.
Beowulf: Eu pego meu mapa e começo a analisar, um pouco confuso pelo que Silua falou
Cristiane (Silua): sul, no caso seria mais sudoeste, já que a floresta é inclinada
Beowulf: Obsevando o mapa, eu entendo melhor o que Silua quis dizer
Beowulf (rindo): Agora sim! (coçando a barba) Parece que eu já ouvi falar dessa Floresta Negra antes, mas não sei de onde. Ou talvez seja falta de hidromel
Silua: Bem, além da minha história, pelo que me lembro, aquele elfo que ajudamos na estrada era de uma vila na floresta de lá, pela localização que ele nos deu na época, acho que deve ser na altura de onde a estrada secundária corta a floresta.
Beowulf (rindo): A Silua é quase como se fosse os meus Hugin e Munin. Embora seja memória e não pensamento
Silua ri.
Irthos (rindo): Eu me assusto com ela também.
Azzag chega trazendo o desjejum de vocês, aparentemente muito ocupado para dizer algo além de um bom-dia cordial
Silua: Eu agradeço a ele e começo a desjejuar com vontade.
Irthos: Eu agradeço e começo a comer – eventualmente colocando alguns pedaços de carne e queijo na bolsa de maneira discreta.
Beowulf: Eu também começo a desjejuar, comendo com vontade o desjejum, tentando afastar o sono
Silua: Para obtermos informações sobre a floresta, podemos não só perguntar em Carvalho Antigo, como se for necessário poderíamos procurar a vila daquele elfo.
Beowulf (esperançoso): Me chamam quando chegarem por lá?
Irthos (anuindo, rindo um pouco): Até depois se necessario.
Silua (rindo): Aí não, quero apresentar vocês aos meus amigos.
Irthos: Sim, eu estava brincando o fato de que não precisamos chamar ele no exato momento em que pisarmos na cidade.
Beowulf: E tentem não fazer isso logo na primeira hora da manhã. (rindo) Da última quase me pegam numa situação, hum, constrangedora
Silua: Nós vamos fazer ao chegar lá mesmo, ao menos não precisaremos somar às explicações o seu súbito aparecimento
Irthos (rindo): Prefiro não pensar no assunto. Vá então, quanto antes for, melhor pra você a julgar pelo que a Silua falou.
Cleber (Irthos): *e quanto antes for
Beowulf (rindo): Nay, não quero ir agora. Devo meus cumprimentos a Galahad e também aos clérigos de Bast. Partirei assim que formoss deixar o templo
Silua: E depois quando seguirmos para o sul, será minha vez, (rindo) ainda não sei como é viajar de anel.
Irthos (rindo, para Beowulf): Acho bom mesmo. E quanto a você Silua, garanto que vai gostar. (rindo) Ao menos a sensação inicial deve ser mais fácil para alguem que ja está habituado a lidar com forças magicas (eu continuo a comer, animado)
Beowulf (suspirando): Acho que não me fiz claro. Eu gostaria de ir nesta viagem para o Sul, não na ida até o Templo de Bast, por isso que sugeri apressarmos o passo.
Irthos: Sim, eu entendi, estava só cutucando mesmo.
Silua: Eu entendi, você vai pegar o trecho entre o templo de Bast e a chegada a Caravalho Antigo, e depois eu pegaria o trecho após deixarmos a vila.
Cristiane (Silua): *Carvalho Antigo
Beowulf (rindo): Ah, agora entendi tudo, eu acho. Não sabia onde ficava Carvalho Antigo, então está acertado. Isso daria quantos dias para cada um, quatro?
Silua (anuindo): Mais ou menos
Irthos: Eu observo a conversa enquanto termino de desjejuar.
Irthos: Menos mal que existe por assim dizer, essa rota alternativa. Deve também ser menos movimentada que a principal, o que é bom pra mim e para o Azreth.
Silua (anuindo): Eu a conheço porque foi a que usei quando fui da vila ao templo, embora desviamos de Lefirwanem, nos mantendo junto às montanhas naquele ponto.
Silua: Afinal eu estava acompanhada do que para mim na época parecia ser um leopardo das neves bastante inteligente
Beowulf: Semelhante com aquele que vimos em Isa?
Silua: Sim, vocês devem se lembrar quando eu contei minha história, e que o o leopardo mais tarde se revelou ser um discípulo, Daeai.
Cristiane (Silua): Daeali.
Beowulf: Aye, o mesmo que você encontrou em Krull quando a visitmas pela primeira vez
Silua anui.
Beowulf: Ainda não sei como lhe agradecer por aquele dia em Isa, se não fosse por você, aquele leopardo não teria nos ajudado e com isso, não teríamos achado Freyja. Não consigo nem imaginar o que teria acontecido cm Freyja se tivessemos chegado mais tarde, quando a encontrei, ela pareceia preseter a desabar perante a tortura e a ameaça dos irmãos (eu aperto os punhos)
Silua: Eu não poderia ter ignorado o sofrimento daquele leopardo. Quanto à ajuda dele, se o destino assim o quiser, talvez um dia saibamos qual o mistério por trás dele.
Irthos: E de todos os outras duvidas pelas quais passamos, quem sabe. A unica certeza que sei é que ficarão orgulhosos de ver esta Silua aqui!
Cleber (Irthos): *no templo, ficarão orgulhosos
Silua: Espero que dessa vez possamos encontrar algum outro discípulo de passagem, não conheci nenhum outro pessoalmente, fora Daeali, embora saiba algumas coisas sobre os demais.
Beowulf: São muitos?
Silua: Vocês viram o pilar aquela vez, eu fui a décima-sétima, embora nem todos estão vivos ainda e não sei se veio mais alguém depois de nossa visita lá. Eu sei que cada um dos grandes felinos possui ao menos um discípulo que o representa e que junto comigo são três mulheres.
Beowulf (rindo): O que lhe dá bastante escolha para pretendentes, aye?
Irthos ri alto.
Silua (rindo): Vocês estão loucos para me arrumar alguém, hein?
Silua: Mas acho que seria complicado com outro discípulo, com cada um indo para um lado, já que seria muito perigoso outro nos acompanhar, embora eu sei que existe um casal de discípulos, que treinaram praticamente juntos e decidiram viajar juntos depois.
Beowulf: Sempre da-se um jeito. Eu e Irthos conseguimos
Irthos: Eu rio.
Silua: Sim, mas no caso de vocês, a metade do casal está num lugar onde a outra sabe, o que não seria o mesmo caso aqui. E com os perigos que nos ameaçam pelo caminho, não arriscaria outro irmão para nos acompanhar.
Beowulf: O anel poderia resolver esse problema do local não fixo, mas eu lhe entendo
Beowulf: Eu tomo mais um longo gole de hidromel
Beowulf: Patiremos assim que falarmos com Galahad e o pessoal do templo ou querem ver mais alguém na cidade?
Silua: Quem mais poderíamos visitar? A moça que Irthos e eu ajudamos? Nem sabemos onde ela mora.
Beowulf: Espero que esteja tudo bem com ela. Algo lhes segura aqui no Conde ou devemos partir?
Silua: Nada me segura que eu saiba.
Irthos: Por mim podemos partir de imediato.
Irthos: Por mim podemos partir de imediato.
Beowulf: Vamos logo então. Acho que todos já nos demoramos demais (eu me levanto e sigo até o balcão, prendendo antes meu escudo às costas)
Silua: Eu anuo, me levanto, ajeito minhas coisas e sigo até o balcão para pagar a conta e nos despedirmos de nossos amigos.
Irthos: Também, distraindo Silua com perguntas das quais ja sabiamos a resposta (eu me levanto e acompanho meus amigos, pronto para partir assim que pagarmos a conta)
GM: Caralem lhes encara. Sentado atrás do balcão ele parece ainda menor comparado a todos vocês. Ele parece triste
Caralem: Já estão de saída, eu imagino
Silua (anuindo): Infelizmente o dever nos chama.
Irthos (anuindo): Aye, a jornada ainda é longa.
Caralem (compreensivo): Entendo, só espero que poderão passar por aqui mais uma vez em breve
Irthos (anuindo): Quanto a isso não tenha duvidas. Infelizmente não temos como lhe prometer datas, pois é dificil prever para onde o destino nos levará, mas faremos o possivel para ser mais em breve do que foi esta.
Beowulf: Aye, e dessa vez ficaremos mais alguns dias, assim poderemos participar desta festa
Caralem (anuindo): Espero que ao menos aceitem a estadia gratuita, como recompensa pelo que fizeram há seis meses
Beowulf: Aceitamos então, já que eu me mantive sob controle dessa vez. (baixo) Eu só gostaria que nenhuma história sobre a nossa vinda seja espalhada, por assuntos pessoais
Caralem (anuindo): Acho que sei o que você quer dizer, Jarl. Azzag não falará nada a ninguém e Jathar não é um garoto muito brilhante, ele nem percebeu que eram vocês
Beowulf (rindo): Pobre garoto. Obrigado pela estadia (eu anuo e começo a deixar a taverna, colocando o elmo ao sair)
Irthos: Eu rio um pouco, agradecendo pela estadia, e saio da taverna.
Silua: Eu agradeço pela estadia e saio da taverna também.
Irthos (rindo): Espero ser o unico a ter esquecido a ter esquecido onde fica o templo de Kord.
Cleber (Irthos): *pra que lado
Beowulf (rindo): Não é uma taverna, mas dessa vez eu também não esqueci (eu começo a seguir até lá, ansioso em rever Galahad e Iwathar)
Irthos: Eu sigo Beowulf, coçando a barba, ansioso em rever nossos velhos amigos.
Silua: Eu rio e acompanho meus amigos rumo ao templo de Kord.
GM: Beowulf consegue incrivelmente achar de maneira rápida o templo de Kord. A grande estrutura de madeira lhes trazem ainda mais recordações dos eventos passados
Beowulf (rindo): Não é que eu achei mesmo?
Silua ri.
Irthos (rindo): Talvez sejam esses seus braceles a lhe guiar, quem sabe. A divindade é sua, faça as honras de ser o primeiro a entrar. Vá que alguem como Galahad chegue voando pra cima de nós.
Beowulf: Eu anuo e ajusto o elmo, mantendo uma posição imponente e régia, digna de um Jarl. Adentro com passos pesados, batendo no peito com força em homenagem à Kord. Eu olho para os lados, em busca de Galahad
Irthos: Entro logo atrás de Beowulf, animado, observando tudo, as memórias daquela semana a tantos meses atrás vindo à tona.
Silua: Eu entro atrás de Beowulf e Irthos, observando o ambiente.
Galahad está encostado à borda da arena, incentivando os dois lutadores. Iwathar está ao seu lado, abraçada no braço do alto-clérigo
Beowulf: Eu me aproximo dele, tentando manter uma expressão séria. Ao chegar perto pigarreio
Beowulf: Saudações
Galahad se vira, soltando uma exclamação levemente assustada ao ver Beowulf do seu lado. Ele ri nervoso por alguns instantes antes de voltar à sua compostura
Galahad: Posso ajudá-los em algo? (ele lhes observa melhor) Espere, eu conheço vocês. (ele desvia os olhos de Beowulf e encara Irthos e Silua mais atrás. Um largo sorriso se abre em sua face) Não pode ser!
Beowulf (rindo): Sua memória está melhor do que a de Caralem
Galahad (animado): Beowulf, seu maldito homem do norte! É bom revê-lo! (ele abraça Beowulf, mesmo sua cabeça mal alcançando a altura do peito do Isän) Irthos e Silua, é bom revê-los também, meus amigos! (ele também lhes abraça, com um pouco de força a mais do que o necessário)
Silua (animada): Bom vê-lo também.
Irthos (animado): Aye, estamos igualmente contente em revê-lo.
Beowulf: Eu o ergo do chão, num abraço com força
Beowulf (animado): Aye, faz um bom tempo, meu amigo!
Galahad faz uma cara de surpresa, respirando com um pouco dificuldades
Galahad (rindo): Cuidado com esses abraços, ainda vai matar alguém. Maior e mais forte do que quando lhe vi pela primeira vez, seu maldito. (ele sorri com gosto) O que lhes traz para Alog depois de todo esse tempo?
Beowulf (orgulhoso): Estamos de passagem e resolvemos parar para rever os amigos e ver como as coisas tem ido por aqui
Galahad (animado): Tudo tem estado bem. Kord tem olhado por nós nesses meses (ele bate com a mão no peito). Mas aparentemente não tão bem quanto vocês, pelo visto
Beowulf (anuindo): Os deuses tem sido generosos conosco também. Embora não sem cobrar o seu preço em mais de uma ocasião
Galahad ri. Ele abraça Iwathat com o braço
Galahad (animado): Lembram-se de Iwathar? Agora formamos uma família finalmente (ela abraça Galahad, com um amplo sorriso)
Iwathar (rindo): Uma pena que demorou tanto para tomar coragem.
Galahad (rindo): Demorei é? Nunca percebi o seu interesse por mim
Iwathar (rindo, exasperada): Homens…
Silua (animada): Meus parabéns ao casal então.
Beowulf (animado): Aye, espero que sejam bastante felizes juntos e encham esse templo de crianças
Iwathar: Infelizmente Kord ainda não nos agraciou com uma criança, mas sei que ele irá em breve
Galahad: Ele vai, pode ficar tranquilo. (ele abraça a esposa) E então, quais foram as graças que os deuses lhes deram?
Beowulf: Eu rio com vontade
Beowulf (rindo): Acho melhor começarmos a preparar um documento com isso escrito. Irthos, quer tentar resumir?
Irthos (suspirando, rindo): Eu resumir? Bem, me casei com Arianna, a mulher que sempre amei, e ela ja está esperando um filho. Beowulf ao retornar para Isa, se casou com Freyja, e também será pai.
Galahad (rindo): Quem diria, parece que todos foram felizes
Beowulf (rindo): Aye, e Silua está enfrentando um caso similar ao seu Iwathar, só que ao contrário
Irthos: Eu anuo, rindo ainda mais.
Iwathar (animada): Ah, meus parabéns! Desejo-lhe mais sorte do que eu tive! Galahad só percebeu minhas investidas quando eu fui o mais explícita que podia ser. (ela faz uma pausa) O que você quis dizer por ao contrário?
Silua: Um dos meus amigos de infância assumiu o posto de clérigo de Ehlonna em minha vila natal e quando estivemos lá ele deu a entender que tinha interesse em mim desde aquela vez. (pensativa, séria) Mas ele é um bom homem e, bem,vocês sabem o que houve comigo…
Iwathar (rindo): Então deixe de ser idiota e aproveite! Se ele gosta de você mesmo sabendo o que você é devia dar uma chance a ele. A não ser, é claro, que não sinta nada por ele
Silua (pensativa): Eu gosto dele, mas acho que ele merecia algo melhor do que uma aventureira que nem completamente numana é mais.
Iwathar: Não pense assim! Ele pode estar achando que ele não é bom o suficiente para você. E se ele for um clerigo e lhe conhece, duvido que seja estúpido o suficiente para não saber quem você é. Nem mesmo aqui no templo de Kord, repleto de homens fortes e bravos, eu sou tratada como frágil. E quando tenho que deixar o templo, Galahad é sábio o suficiente para saber que eu preciso sair.
Galahad: O que não quer dizer que eu não me preocupe com você
Silua: Ele sabe o que sou, mas mesmo assim, não sei se ele não merecia alguém que pudesse ficar ao seu lado.
Iwathar (rindo): Eu não estou vendo as esposas de Irthos e Beowulf aqui. Elas lhe parecem tristes quando as vê:
Matheus: ?*
Silua: Bem, a de Irthos parecia estar, a de Beowulf ainda não a revemos depois do casamento deles.
Beowulf: Posso lhe garantir que está. Ou se está infeliz, não demonstra ao menos. Claro que ela se preocupa comigo e eu com ela, ainda mais estando tão afastados, mas a alegria em revê-la é imensa.
Galahad (rindo): Você revê frequentemente a sua esposa? Achei que ela residisse em Isa
Silua (rindo): Frutos da amizade com um feiticeiro.
Beowulf (anuindo): Aye, nós residimos sim. Apenas gostaria que esse conhecimento não se espalhasse
Galahad (curioso): Algum motivo em especial?
Beowulf: Não quero que essa informação chegue aos ouvidos de certas pessoas em Gabraj
Galahad (intrigado): Gabraj? Por que?
Beowulf: Porque Isa está em guerra com eles. E digamos que eu me tornei um pouco mais importante enquanto estive em Isa
Galahad (rindo): Virou algum campeão de um lorde?
Beowulf: Nay, eu me tornei um lorde, um Jarl, que é como somos chamados por lá. E se falar uma vez sequer milorde eu lhe atiro contra a parede
Galahad (rindo): Queria ver você tentar fazer isso
Iwathar (exasperada): Homens. Mas meus parabéns Jarl, é isso mesmo?, Beowulf. Quem diria que o grandão cabeça-dura e irritado se tornaria alguém importante. (gargalhando) Acho que serve bem aos Isäns
Galahad (rindo): Mais respeito com o milorde aqui
Beowulf: Eu tento arremessar Galahad contra a parede mais próxima
GM: Agarrar
Beowulf: Grapple [37] [1d20+30 = 37]
Galahad: Agarrar [25] [1d20+16 = 25]
GM: Beowulf pega Galahad despercebido e o arremessa contra a parede. O som dele batendo contra a parede e caindo no chão é bastante alto e estridente devido ao metal. Todos os clérigos encaram Galahad, alguns preocupados e outros rindo. Embora nenhum ria mais do que o próprio Galahad
Beowulf (rindo): Eu avisei
Irthos: Eu rio.
Silua: Eu tento segurar o riso, mas ao ver que até Galahad está rindo, eu acabo rindo junto.
Irthos (baixo, rindo): Azzet vai gostar de saber que alguem bem maior que ele voou desse jeito por menos.
Silua anui, rindo.
Galahad se aproxima ainda cambaleando, rindo. Iwathar ri com vontade também, embora pareça um pouco preocupada com o marido
Galahad (rindo): Seu maluco, achei que era uma brincadeira, desculpe-me por isso mil (ele encara Beowulf e por um curto tempo parece pensar) Jarl
Beowulf (rindo): Nay, não foi nada. Sempre é bom poder arremessar alguém que não é um inimigo contra a parede sem o risco de causar algum dano sério
Galahad (rindo): Típico. Mas lhe parabenizo também pelo seu título. Mas sacie a minha curiosidade, como se tornou um?
Beowulf: Meu tio Aethelred que eu desconhecia era Jarl de lá. Ele não tinha filhos, apenas uma filha adotiva, Freyja. Ele estava bastante doente e acabou falecendo enquanto estávamos lá. Eu e Freyja achamos que seria o melhor nos casarmos para que o título de Jarl ainda permanecesse na minha família
Galahad: Então seu casamento foi político:
Matheus: ?*
Beowulf (rindo): Mais ou menos. Em partes sim, mas no final acabou dando certo. Eu e Freyja acabamos nos amando de qualquer forma.
Galahad (rindo): Vocês do norte são estranhos. Mais alguma grande notícia?
Beowulf: Nay, não de minha parte.
Silua: Não que me lembre também.
Irthos: Aye, acho que fora nosso encontro com a presença de Bahamut, nada aconteceu que impactasse.
Galahad (surpreso): Bahamut, o deus?
Irthos (anuindo): Aye. Não o vimos diretamente, mas ele falou conosco, mais diretamente comigo. Conselhos que levaremos para sempre em nossas vidas, um pouco de humor divino, bênçãos, um poderzinho concedido, nada demais.
Galahad (surpreso): Falar com um deus é uma honra. Invejo vocês demais por isso. Eu mesmo já senti a presença de Kord, mas falar com ele sem ser através de um ritual mágico, ainda não.
Irthos (rindo): Estou brincando na parte do ´nada demais´. Foi de fato uma das experiências mais marcantes de minha vida, e tenho orgulho de ser um discipulo dele, mesmo que mais inativo que Silua, que reza constantemente por Bast, ou que Beowulf, que berra por Kord a cada golpe de sua espada, ou seja, quase diariamente. Mas essas mãos ja ajudaram muita gente (eu mostro as luvas com o simbolo de Bahamut). Presente do mesmo quando estivemos nas Gadafrik. As uso com orgulho!
Galahad (anuindo): Use-as com sabedoria. Estiveram nas Gadrafik, em Isa, e se me disserem que estiveram num lugar bem ao oeste eu quero que Beowulf me arremesse contra a parede novamente!
Beowulf: Rindo, eu arremesso-o novamente
Beowulf: Grapple [48] [1d20+30 = 48]
Galahad: Agarrar [30] [1d20+16 = 30]
GM: O som de Galahad batendo contra a parede ecoa novamente pelo templo. Ele fica sentado no chão, escorado na parede, rindo e fazendo caretas de dor
Galahad (rindo, dolorido): Seu maluco! Eu estava bricando!
Beowulf: Eu gargalho com vontade, batendo as mãos
Irthos (rindo): Temo lhe decepcionar, Galahad. Ja estivemos tão a oeste quanto o próprio arquipélago Pata do Dragão, e tão ao sul quanto o Condado Verdejante ao sul das Colinas de Bronze. Só nos resta explorar um deserto a sudoeste, mas como odeio verão e areia me lembra calor mesmo no inverno, prefiro que continue assim.
Silua ri.
Matheus E (Beowulf): Fala de mim, tu também confundiu leste/oeste!
Cleber (Irthos): indeed XDDDD
Galahad se põe de pé rindo
Galahad (rindo): Iria lhe chamar de algo, mas acho que as minhas costas não vão aguentar mais uma batida hoje. Precisava treinar mais, mas ando bem cansado ultimamente (ele dá uma cotovelada de leve em Iwathar, que parece envergolhada)
Irthos (anuindo): Sei como é, também me cansei em Rondall.
Iwathar (encarando Silua): Homens?
Silua (anui, rindo): Homens.
Beowulf (rindo): E com orgulho!
Galahad: Ainda quero saber como fez para ter essa força. Tem certeza de que não é filho de gigantes ou ogros ou qualquer coisa assim?
Beowulf (rindo): Aye, tenho sim. Meu sangue pode não ser puramente humano, mas meus dois pais eram humanos. (rindo) Quem perguntar algo vai ser arremessado contra a parede
Galahad parece querer falar algo, mas ele acaba só resmungando
Iwathar (rindo): Parabéns Beowulf, você conseguiu controlar a curiosidade de Galahad
Beowulf: Eu rio com vontade
Silua (rindo, para Galahad e Iwathar): E vocês achavam que eu era a única incomum aqui
Galahad (rindo): Desconfiar, eu sempre desconfiei. Nenhum Isän que vi era do tamanho desse ai
Irthos (rindo): Ja eu fico feliz de só ter que ver um deles de maneira diária, depois de tudo que vimos em Isa. Primeiro, porque eu me sentia um halfling em terra de anões. Segundo, iriamos ser explusos de metade das tavernas se não tivéssemos dinheiro. Terceiro, só Beowulf é louco que chega para nos aturar.
Galahad (rindo): Compreendo. A cultura deles é bastante diferente mesmo, com seus deuses diferentes do resto das terras. E sobre o seu segundo motivo? Se refere à pouca diferença de tamanho entre anões e halflings? Porque vocês também são bastante altos
Irthos (rindo): Aye, mas um halfling pode ser definido como um anão que teve um barril apertado colocado em sua cintura quando criança. A altura podia ser parecida, mas aqueles evaporadores de hidromel eram tão largos quanto ursos.
Beowulf (rindo): Evaporadores de hidromel? Essa é nova
Galahad (rindo): O povo de lá é estranho mesmo. Acho que o lugar os fez assim, porque pelo que as histórias falam, a ilha é bastante inóspita
Beowulf (rindo): Não diria inóspita, diria difícil de lidar
Irthos (anuindo): Tendo que dividir hidromel e comida com os Isäns, fica dificil para qualquer raça sobreviver por lá mesmo.
Irthos (rindo): E sobre o termo, Beowulf, Othas quem me contou na minha ultima visita por lá. Disse que ver você beber é como colocar água sobre o fogo.
Beowulf: Eu coço a barba confuso
Beowulf (rindo): Isso não apagaria o fogo?
Irthos: Eu rio.
Irthos: Me expressei mal, quis dizer uma chaleira de água para aquecer. Acho que descobrir que clérigos de Kord também voam me deixou um pouco confuso.
Galahad: Quer tentar voar também?
Beowulf: Eu encaro Irthos, rindo. Ergo as duas mãos na direção dele, os braços flexionados
Irthos (rindo): Obrigado, mas não preciso mais de ajuda pra isso. Só espero que a sua falta de treino, Galahad, não seja desculpa pra não querer repetirmos aquele embate amistoso que fizemos da ultima vez, não?
Galahad: Se vocês evoluiram tanto quanto o mi (ele fecha a boca assustado) Jarl aqui, não creio que nnguém aqui teria alguma chance contra vocês. O mundo ensina mais lições do que um professor e um treino. Nada como ter a vida por um fio para lhe ensinar uma lição
Irthos: Eu rio, embora fique pensativo no final.
Irthos: Como assim, ter a vida por um fio?
Galahad (rindo): Vai me dizer que nunca estiveram à beira da morte nessas viagens? Que elas foram uma viagem que uma nobre dama faria, levando seus cachorros e gatos para conhecer uma cidade?
Irthos (rindo, um pouco mais aliviado): Arre, achei que você estivesse se referindo a algo que lhe aconteceu nesse tempo que estivemos fora.
Galahad (rindo): Eu me referi à vocês. O mundo tem estado calmo ultimamente, quase nenhuma guerra. Isso me preocupa, deixa os homens mal-acostumados e quando a hora chegar, não sabem como erguer uma espada
Irthos (mais serio, um pouco mais baixo): Entendo. Caralem nos mencionou que você tem procurado informações sobre tudo aquilo que tivemos que lidar, dos Aother ao culto e aquele prisioneiro que sumiu. Alguma noticia dos mesmos desde que partimos
Cleber (Irthos): ?
Galahad (sério): Infelizmente não. Tudo o que descobri é que os Aother saíram para o Sul, mandei mensageiros para diversas cidades, mas em nenhuma delas parece ter visto nem sinal deles
Irthos: Bem, ter a certeza de que eles estão bem longe, ou que ao menos ninguem nunca mais os viu, traz um certo alivio. Não queria ter que tomar medidas mais drasticas caso eles reaparecessem. Duvido que Beowulf apenas quebrasse o braço de Ulzark, e Hanzer mal teria tempo de sacar suas adagas comigo.
Galahad (rindo): Não duvido disso mesmo. (ele abraça Iwathar com um braço novamente) Fico feliz que se lembraram de nós o suficiente para fazerem uma visita
Silua: Nunca esqueceríamos dos amigos.
Beowulf: Aye, Alog foi algo que nos marcou. O lugar, e as pessoas. Quisemos visitar todos por aqui quando soubemos que estaríamos de passagem, e ver como as coisas estavam indo.
Galahad: Espero que possam aparecer novamente em breve
Irthos (anuindo): Aye, voltaremos a nos ver, quanto a isso não tenham dúvidas.
Silua (anuindo): Nós faremos o possível para vim visitá-los mais vezes.
Beowulf (rindo): Aye, e quem sabe da próxima vez eu consiga quebrar a parede?
Galahad (rindo): Eu acho que prefiro não descobrir isso, Jarl.
Silua (rindo): Demolir os clérigos não chega? Quer demolir o templo de Kord também, Beowulf?
Beowulf (rindo): Fazer o que, é meu sangue Isän falando alto
Irthos ri.
Silua: Isso que você segue Kord, imagina se não fosse…
Irthos (rindo): Silua, esse é exatamente o motivo de Galahad conseguir ter levantado depois do primeiro arremesso.
Beowulf anui
Silua (rindo): Eu sei.
Galahad (rindo, nervoso): Quer dizer que não me arremessou com força?
Beowulf (rindo): Força? Nay, foi só um empurrãozinho
Irthos (anuindo, rindo): Nosso urso aqui consegue arrastar um dragão grande, o que é um humano grande?
Galahad (rindo): Sabe o que me assusta? Vocês acreditam estar falando a verdade
Irthos (rindo): Acreditamos e vimos. Esse Beowulf aqui conseguiu imobilizar um urso de verdade. Com as mãos!
Galahad (rindo): Tudo bem, agora estou preocupado. Melhor garantir não lhe dar um motivo para querer me jogar na parede, Jarl
Iwathar (rindo): Concordo
Silua ri.
Irthos: Bem, foi bom revê-los, uma pena que temos que seguir viagem. Nosso destino atual está a pelo menos oito dias daqui.
Beowulf: Aye, foi bom ver-lhes, meus amigos. Quando passarmos por aqui novamente quero ver Iwathar com uma grande barriga
Iwathar (animada): Se Kord quiser eu estarei
Silua: Foi bom revê-los, amigos. Voltaremos assim que pudermos.
Galahad: Espero que nos vejamos mais cedo da próxima vez.
Iwathar: Apenas lembre-se do que conversamos Silua, acho que vale a pena você dar uma chance para esse homem. Pelo que diz, ele parece mesmo gostar de você. Eu tive que lutar um pouco (ela sorri para Galahad) mas no final, o esforço vale a pena
Silua (anuindo): Eu lembrarei.
Irthos: Quanto à visita mais cedo, aye, faremos o possivel. (rindo) Só lembre os deuses de nos manterem menos ocupados.
Beowulf: Eu cumprimento ambos com um aceno de cabeça e deixo o templo, não sem antes prestar homenagem à estátua de Kord. Vendo ela, eu sinto novamente a dúvida entre as divindades de Isa e Kord e para qual orar. Eu saio do templo, pensativo
Silua: Eu me despeço de ambos e saio do templo, esperando por meus amigos.
Irthos: Eu me despeço de ambos, saindo do templo, encarando o céu.
Ao deixarem o templo, podem ver que Galahad e Iwathar conversam entre si. Ela aparentemente estava preocupada com o marido
Silua: Acho que você acabou se empolgando demais, Beowulf.
Beowulf (rindo): Com Galahad, você diz?
Silua: Sim.
Beowulf (rindo): Não sei. Ele é bastante forte, certamente já levou golpes mais pesados do que uma batida contra uma parede
Irthos (rindo): Dependendo da força do arremesso, quem sabe.
Beowulf: Não se preocupem, não o arremessei com força. (rindo) As vezes penso que acham que sou um brutamontes assassino
Silua (rindo): Só que essa batida deve ter sido pior que um aríete batendo contra o portão de um castelo.
Irthos: Eu anuo, rindo.
Irthos: Ao menos ele estava de armadura. Bem, agora só nós resta seguir rumo ao sul. (eu vou até Skyggnir, acariciando-o e montando nele) Ou pra variar ja esqueci de algo importante?
Beowulf: Nay, acho que não dessa vez. (eu monto em Gunnfaxi) Quando você mencionou o arquipélago Patas do Dragão Irthos, eu acabei pensando no velho. Imagine passar todo o tempo sozinho por lá?
Irthos (anuindo): Triste? Solitário? Deprimente? Enloquecedor?
Beowulf (rindo): Aye, e sem mulher alguma por perto
Irthos (rindo): Por isso mencionei o ´enloquecedor´.
Beowulf: Melhor partirmos logo. Acho que Silua gostará do maior tempo possível com seus irmãos no templo
Silua (anuindo): Almoçamos pelo caminho mesmo.
Beowulf: Eu instigo Gunnfaxi a seguir caminho com passos podersos. A armadura dele brilha no sol de final de inverno. Eu mantenho uma posição imponente, com os omrbos altos e a mão no punho da espada enquando deixo a cidade.
Irthos: E depois, ate o outro vilarejo, com alguma coisa que os olhos aguçados de Beowulf encontrarem pelo caminho. Ou Silua lembrou de pegar algumas batatas quando estavamos em Krull?
Irthos: Eu acompanho Beowulf, olhando animado na direção de nosso destino.
Silua: Eu monto em ASad e acompanho meus amigos.
Beowulf: Eu voto pela caça, como nos velhos tempo, heh?
Silua (rindo): Batatas temos e o resto, caça como sempre.
Irthos (animado): Excelente noticia.
Vocês deixam a cidade, sob olhares de espanto. Sua visão chama a atenção dos plebeus e também de nobres, alguns apontam e parecem comentar algo. Ao deixarem a cidade, a impressão de que foram reconhecidos é bastante acentuada. A neve cai fina, soprada pelo vento gelado e cortante. Sem as casas e muralhas para lhes proteger, sentem bastante frio
Beowulf: Eu aperto o casaco de peles contra o corpo, ajustando-o melhor nos ombros.
Beowulf: E pensar que em breve, o frio terá deixado estas terras.
Silua (anuindo): Verdade, logo veremos outras cores no chão do que não só branco (eu ajeito melhor a capa).
Irthos: Aye. Por mais que goste dele, isso será bom pro restante das pessoas. (rindo) Pena que aquele maldito calor irá voltar em menos de meio ano (eu ajeito melhor a capa, cavalgando animado)
Beowulf (rindo): Aye, ainda bem que eu não me sinto tão mal no calor. E sempre posso voltar a Isa, onde mesmo no verão os dias não são quentes como aqui. Sempre há uma brisa soprando, vinda do mar
Irthos: Eu posso dizer o mesmo de Rondall, nunca é quente perto das Gadafrik.
Silua (rindo): E eu em Krull, sempre tenho a copa das árvores para aproveitar.
Beowulf: Querem apressar o passo e tentar chegar no templo ao amanhecer? (Gunnfaxi relinxa, animado)
Irthos (animado): Por mim pode ser. E Silua também ganha.
Silua (rindo): Quer bater um novo recorde de velocidade?
Beowulf (anuindo): Aye, embora acharei difícil mais rápido do que eu e Gunnfaxi fizemos uma vez em Isa. Ter que me separar dele para voltar para lá sempre é difícil e sei como ele vai se sentir se eu cavalgar algum outro por lá. Ele é mais orgulhoso do que eu!
Silua ri.
Irthos: Entendo. É como eu decidisse ter um cachorro.
Beowulf (rindo): Melhor ainda, um pseudodragão
Irthos: Eu anuo, rindo.
Beowulf: E então?
Irthos: Só depende de Silua.
Silua: Eu não me importo de cavalgarmos noite adentro, então por mim tudo bem, só pararia se nossos cavalos precisassem.
Beowulf: E então Gunnfaxi, acha que os cavalos aguentam? (ele para e dá a volta encarando os outros três, ele parece analizá-los antes de voltar a virar-se. Eu continuo, rindo) Acho que isso foi um sim, bem, só falta uma coisa (eu desmonto de Gunnfaxi e transformo a carroça numa caixa, tiro os arreios de Oathorn e os guardo no baú antes de voltar a montar)
Beowulf (animado): Prontos?
Silua (animada): Pronta (Asad relincha, em concordância)
Irthos: Aye, isso será divertido (Skyggnir relincha animado)
Beowulf: Eu anuo e com um urro começo a cavalgar em direção ao leste, de volta ao templo de Bast. Gunnfaxi segue num ritmo bastante acelerado, quase me derrubando da cela. Eu rio e o faço segurar o passo um pouco para ficar no mesmo nível dos outros cavalos
Silua: Eu rio e sigo cavalgando junto de meus amigos, Oathorn alegre atrás, sem o peso da carroça a toldar-lhe os movimentos.
Irthos: Eu rio da arrancada de Gunnfaxi, e faço Skyggnir o seguir no melhor ritmo que pode, embora não precise de muito esforço pra isso – ele parecia querer acompanhar Gunnfaxi. Eu aproveito e curto o vento frio batendo em minha face.
Vocês cavalgam com uma grande velcidade. As patas de seus cavalos produzem um estrondo semelhante ao de trovões ao se chocarem contra a estrada. Os passantes lhes encaram assustados, alguns até saindo da estrada de pavor ao ver-lhes se aproximarem. A noite cai fria e a única luz ainda visível é proveniente das chamas da Drakengard, que brilham mais forte do que nunca, bem como da magia de Silua.
Quanto a noite já há muito havia caído, algo mais à frente da estrada parece encomodar Silua, vindo da floresta que costeia a estrada. Ela sente medo e apreensão e uma energia maligna bastante forte atingir-lhe. Uma energia que lhe lembra a do ritual há tanto tempo atrás, porém ainda mais forte e vil. Ela se segura em Asad para não cair, embora sinta o ar lhe faltar dos pulmões.
Silua (meio sem fôlego): Esperem, tem alguma coisa errada (eu puxo as rédeas de Asad e vejo se posso detectar algo a mais).
Beowulf: Ôôôô (eu paro Gunnfaxi, acalmando o garanhão. Me aproximo de Silua, visivelmente preocupado com a expressão dela)
Irthos: Eu anuo, parando Skyggnir e o mantendo calmo, mantendo-me próximo como Beowulf.
Silua (arfando): Tem alguma coisa maligna na floresta, senti a energia me atingindo e com força. Lembra a do ritual, mas muito mais forte e maligno, quase caí de Asad.
Beowulf: Eu solto o meu escudo, preso atrás da cela e empunho a Drakengard em posição ofensiva
Beowulf (preocupado): Está tudo bem com você agora? (incerto) Tem certeza de que não fizeram nada com você?
Irthos: Eu saco as espadas, preocupado.
Irthos: Aye, ficamos preocupados com você, está tudo bem?
Silua (anuindo): Acho que sim, mas mesmo assim preciso descobrir a causa disso, ainda mais se for o culto aprontando outra (eu olho decidida para eles)
Beowulf (anuindo): Aye, é claro. Só vamos sair da estrada primeiro
Silua (anuindo): O que senti parece estar vindo de algum ponto da floresta a nossa frente.
Irthos: Seguimos a pe entao?
Beowulf: Aye, acho que não será muito bom seguirmos a cavalo por entre as árvores
Silua (anuindo): Gunnfaxi ficará cuidando dos demais e avisará Beowulf se houverem problemas.
Irthos: Eu anuo, saindo da estrada e desmontando de Skyggnir, mantendo-me alerta.
Beowulf: Eu saio da estrada e desmonto de Gunnfaxi, que me encara triste
Silua: Eu saio da estrada também e desmonto de Asad, dando lhe umas palmadinhas amistosas e dizendo para ele nos esperar ali junto com os demais cavalos.
Beowulf (rindo): Calme-se meu amigo, isso não vai demorar, depois podermos continuar cavalgando. Cuide dos outros e aproveite para descansar um pouco, você parece estar exausto (ele relinxa irritado e me empurra com a cabeça, dando-me as costas)
Beowulf (rindo): Idiota, (eu me aproximo de Silua e Irthos) Acha que sabe por onde seguir?
Silua: Eu sei a direção aproximada de onde veio, terei que confiar em meus sentidos para achar a fonte. Fique de prontidão também Irthos, mas mantenha Azreth junto com você, não sabemos o que causou isso.
Irthos: Ele está sempre junto de mim (ele sai da bolsa e sobe em meus ombros, anuindo para Silua) Estaremos de prontidão.
Beowulf (rindo): Eu estarei pronto se precisar esmagar alguma coisa
Irthos (rindo): E eu pra fatiar essa coisa enquanto Beowulf perde tempo erguendo os braços na direção dela.
Silua: Eu anuo, saco meu arco e começo a seguir na direção de onde veio o fluxo de energia, atenta a quaisquer coisas anormais.
Irthos: Eu sigo logo atrás de Silua, a Hyinen e a Yvastar em prontidão. Mantenho olhos e ouvidos atentos, e Azreth parece compartilhar de nossa preocupação, fazendo o mesmo.
Beowulf: Eu sigo no final da fila, a Drakengard erguida produzindo luz. O que Silua disse me deixou encomodado e preocupado, mas a possibilidade de uma batalha me deixou excitado
As árvores se aproximam com suas formas sombrias e assustadoras. O vento cruza por elas, fazendo um som semelhante a um uivo. O chão coberto de agulhas de pinheiro faz estalos ao pisarem, que parecem ecoar por todo o lugar. O frio é ainda mais intenso ali dentro. Silua sente que o lugar está mais à frente, e ele estranhamente parece lhe chamar, de maneira subconciente
Silua (baixo): Eu sinto que a fonte disso está mais a frente, parece que está me chamando, mas não de maneira consciente.
Irthos (preocupado): Imagino. Quer ir mais na frente de maneira mais furtiva?
Beowulf: Eu faço um som com a garganta
Beowulf: Acho que nos separarmos não é uma boa ideia
Irthos: Eu anuo.
Irthos: Aye, pensando agora, o que propus é muito arriscado. Acho que é o clima dessa floresta que me deu essa idéia maluca.
Silua (anuindo): Tem algo muito estranho mesmo. (eu volto a prosseguir pela mata, assim que meus amigos voltam a andar também)
Irthos: Eu sigo logo atrás, atento aos sons e movimentos da floresta. Azreth se mantém firme em meus ombros, igualmente atento.
Beowulf: Eu olho para os lados, preocupado e caminho lentamente em direção ao interior da floresta, batendo em alguns galhos mais baixos e xingando baixinho
Silua (baixo): Irthos, ajude-o um pouco com os galhos.
Irthos: Eu anuo, guiando Beowulf por alguns caminhos com menos galhos, tanto ao chão para fazer barulho, quanto nas árvores.
GM: Em poucos instantes, vocês encontram uma clareira. Há símbolos desenhados na terra, e dentro de um deles há o que parece ser o filhote de uma onça. Do lado de fora da pele.
Silua: Eu olho furiosa para aquilo e examino o lugar para ver se não há mais coisas, mas evito tocar no filhote ou me aproximar muito dos símbolos no chão, no momento.
Irthos: Eu observo a cena horrorizado e furioso, mas mantenho o controle e mantenho-me atento aos arredores, em busca do menor sinal de movimento ou ruído na floresta.
Beowulf: Eu encaro a cena preocupado, fico na orla do círculo só olhando
GM: Silua, procurar
GM: [BOX] Silua -> Skill [Search] [34] [1d20+18 = 34]
GM: O lugar parece estar deserto, com nada a mais além dos círculos, dos símbolos de magia e do filhote de onça. Entretanto você consegue ver algumas agulhas deslocadas do centro do circulo, indo em direção ao coração da floresta. Quem as moveu parecia querer não ser visto, pois o rastro é fraco
Silua: Alguém seguiu na direção e pelo jeito não queria ser visto, creio que se seguirmos a trilha acharemos o responsável por essa atrocidade.
Cristiane (Silua): na direção = naquela direção
Irthos (bufando): E o que estamos esperando então? (eu seguro as espadas com força, o vapor gélido da Hyinen se intensificando)
Beowulf (bufando): Aye, vamos lá. Quero fazer com o desgraçado o mesmo que ele fez com esse pobre filhote
Silua (anuindo): Seja lá quem fez isso vai pagar caro. Não vou tocar nisso , sabe-se lá o que fizeram aqui, mas não duvido que não era destinado a mim. Ao menos os animais evitarão esse lugar e quando chegarmos no templo, avisaremos, eles deverão saber como lidar com isso. (eu respiro fundo para me acalmar e depois começo a seguir os sinais deixados pela passagem do possível responsável)
Irthos: Eu anuo e sigo Silua, fazendo minhas as palavras de Beowulf.
GM: Sobrevivência para rastrear, Silua
Silua: Skill [Survival] (Sinergia +2, Sinergia +2) [39] [1d20+25 = 39]
GM: Silua segue os rastro habilmente floresta adentro, o cheiro de alguém já conhecido parece rondar próximo, misturado ao cheiro forte das agulhas de pinheiros. Segue por algo que parece um minuto, o único som sendo os pesados passos de Beowulf. Bem mais à frente consegue ver uma tênue luz vermelha, que parece chamas.
Silua: Eu faço um sinal para meus amigos pararem.
Silua (baixo): Tem uma luz vermelha lá frente que lembra chamas. Além disso tem um cheiro de alguém familiar no ar.
Beowulf (baixo): Isso foi um “Beowulf, fiquei por aqui enquanto eu vou ver o que é?”
Silua (baixo): Vocês querem que eu vá investigar antes?
Irthos (baixo): Era interessante, já que você consegue fazer isso sem ser vista nem ouvida. Qualquer coisa sempre pode nos chamar pelos anéis, eles não servem apenas para vermos nossa familia.
Beowulf (rindo): Subterfúgio não é comigo
Silua: Volto logo (eu aciono meu anel de invisibilidade e sigo silenciosamente pela floresta rumo a luz vermelha, mantendo-me atenta).
GM: Furtividade
GM: [BOX] Silua -> Skill [Move Silently] [32] [1d20+26 = 32]
GM: Ouvir [34] [1d20+18 = 34]
GM: Você se aproxima da luz até que consegue ver melhor do que se trata. Parece uma cabana de tamanho considerável, feita de madeira e palha. A luz parece vir da janela e pode ouvir vozes, embora da distância que está elas não passam de sons disformes
Silua: Eu me aproximo cautelosamente da cabana, tentando ver e ouvir o que está ocorrendo lá.
GM: Observar e Ouvir
GM: [BOX] Silua -> Skill [Listen] [22] [1d20+20 = 22]
GM: [BOX] Silua -> Skill [Spot] [21] [1d20+20 = 21]
GM: Você precisa se aproximar muito mais do que gostaria para conseguir ver e ouvir algo. Mais um teste
GM: De Furitividade
GM: [BOX] Silua -> Skill [Move Silently] [28] [1d20+26 = 28]
GM: Ouvir [33] [1d20+18 = 33]
GM: Você precisa se aproximar bastante da casa e teme que seus passos não foram tão silenciosos quanto gostaria. Consegue ouvir três vozes, uma é bastante desconhecida, porém as outras duas são bastante semelhantes a algumas que já ouviu
Voz misteriosa: (…) tem certeza que ninguém lhe seguiu?
Voz familiar 1 (irritado): Tenho, e não me culpe, foi você quem falhou
GM: São tres vozes masculinas, a propósito
Voz misteriosa (intrigado): E ainda não sei como, o ritual foi o mais forte que poderia ter sido. Conseguimos um filhote da mesma espécie do usado na maldição, e o matamos da maneira mais cruel possível. Deveria ter funcionado
Voz misteriosa 2: Se você não sabe como não funcionou, não adianta nos perguntar. A gente também passou por isso, e não sabemos fazer
Voz misteriosa silva, semelhante a um gato
Voz misteriosa: E ainda me arrependo disso. Espero que ainda se lembrem o porque de terem me procurado
Voz misteriosa 2: Sim, para matar eles. Nunca fui tão humilhado e nenhum médico quis curar meu braço
Matheus: A Voz misteriosa 2 é para ser a Voz familiar 2 hehe
Cristiane (Silua): deu para entender, hehe
Voz familiar 1: Relaxe irmão, quando os encontrarmos você o esmagará inteiro
Voz familiar 2 (rindo): Ah irei (ele parece bater em algo de madeira, produzindo um som alto)
Voz misteriosa: Parem com isso, os dois! O fato da magia não ter a afetado está me preocupando, algo deve tê-la salvo. É uma pena, ela teria talento para ser a maior matadora. Talvez até a possuiria algumas vezes (ele parece rir)
Voz familiar 1: Esperem, acho que ouvi alguma coisa (você consegue ouvir o som de passos se aproximando da porta)
Silua: Eu recuo uma distância segura da porta e permaneço atenta para ver quem é, embora o teor da conversa leve a crer que as vozes familiares sejam os Aother
GM: A porta se abre e bordada pela luz, você consegue ver o que parece ser uma forma humana. Ela parece trajar uma armadura de couro e cota de malha, pendendo entre as pernas você consegue ver algo que parece uma cauda. Ele perscruta o lugar antes de voltar a fechar a porta
Silua: Eu permaneço atenta para ver se escuto mais algo antes de voltar e avisar meus amigos.
Voz familiar 1: Devia ser um animal noturno. Agora fiquei com vontade de sair em uma caçada
Voz misteriosa: Poupe suas forças, nós partiremos logo em seguida atrás deles. Eles precisarão parar para descansar e quando estiver com a guarda baixa, nós os pegaremos. Isso se conseguir rastrear eles ainda
Voz familiar 1: Você me subestima. Esqueceu do que fez em mim?
Voz misteriosa: Não, não esqueci. E você não esqueça de que foram vocês que me pediram isso, insolentes. Vieram correndo até mim depois de terem sido expulsos de Algo, quase trazendo a guarda toda a este esconderijo. O lugar aqui é bom e isolado, não posso perder este lugar de caça a futuras vítimas
Voz familiar 2: Nós sabemos e não nos arrependemos. Mas posso esperar para esmagar aquele maldito… como era mesmo o nome dele, irmão?
Voz familiar 1: Beowulf, seu grande imbecil. Eu quero só cortar as bolas daquele maldito Irthos e enfiá-las goela abaixo
Voz familiar 2 ri
Voz misteriosa: Achei que fosse mais criativo. Terminem seu jantar e peguem suas coisas, partiremos em breve atrás deles
GM: As vozes parecem silenciar, só sendo possível ouvir o som de alguns passos e da carne sendo rasgada
Cristiane (Silua): A que distância estou do lugar onde vocês ficaram?
GM: Uns quatro minutos de caminhada
Silua: Eu preciso avisar meus amigos, mas há o risco de nossos oponentes saírem antes que eu possa ir e voltar. Eu recuo um pouco mais, até um ponto em que ainda possa interceptar facilmente quem tentar sair pela porta, ao mesmo tempo que diminuo a chance deles ouvirem algo e me concentro no anel, chamando meus amigos, dando uma indicação de urgência.
Beowulf: Eu encaro Irthos ao sentir o pressentimento do anel
Irthos: Eu anuo, me transformando.
Beowulf: Antes mesmo de Irthos terminar a sua transformação, eu aceito o chamado de Silua
Irthos: Assim que minha transformação se completa, eu imediatamene aceito o chamado de Silua.
Beowulf: Assim que apareço ao lado de Silua eu ergo a espada e o escudo, encarando os arredores com uma expressão de ansiedade
Silua: Assim que eles aparecem, eu explico rapidamente a situação a ambos.
Irthos: Tão logo eu surgo ao lado de Silua, ergo ambas as espadas, encarando Silua e os arredores.
Silua (baixo): São três pessoas dentro daquela cabana, um deles é desconhecido, mas pelo teor da conversa, tudo indica que os outors dois são os Aother.
Irthos (preocupado, baixo): Conseguiu ouvir o que eles pretendem e porque estão aqui?
Silua (anuindo, baixo): Como eu suspeitava, aquela atrocidade lá atrás era destinada a mim, aparentemente deveria ter me corrompido, mas o responsável não entendeu o porquê de ter falhado. E os Aother vieram atrás dele para ajudá-los a se vingar de vocês dois.
Silua (baixo): E pior, pelo que ouvi e vi, eles foram transformados em meio-felinos também.
Beowulf (baixo): O que? Quer dizer que eles chegaram a tanto assim apenas para se vingarem de nós?
Silua (anuindo, baixo): Sim, eu ouvi eles falando a respeito, e teria sido o tal desconhecido que fez isso a pedido deles. Mas temos que agir rápido, eles só irão terminar de jantar e irão sair a nossa procura, eles acham que o esconderijo aqui ainda está seguro.
Beowulf (bufando): Só tornará ainda mais prazeroso o ato de partir aquele maldito ao meio. Avançamos ao estilo Silua ou ao estilo Beowulf?
Irthos (rindo, baixo): Eu prefiro o estilo Silua. Eles só saberão o que lhes atingiu quando for tarde demais para desviar.
Silua (baixo): Eu vou do meu jeito, e como sei que não adianta pedir para você fazer o mesmo, faça do seu jeito. Só tomem cuidado, que o desconhecido obviamente é um conjurador.
Beowulf (anuindo): Aye, pode deixar. Ele eu deixarei para Irthos (eu encaro o escamoso, sorrindo)
Silua (baixo): Pode deixar que eu cuido dele, Irthos. Já terá alguém querendo pessoalmente sua cabeça para se preocupar.
Irthos: Não. Tenho trauma deles.
GM (rindo): Então vá pelo céus e os surpreenda, escamoso. Eu serei o louco que chama a atenção deles
Beowulf (rindo): Então vá pelo céus e os surpreenda, escamoso. Eu serei o louco que chama a atenção deles
Irthos (rindo, baixo): Agora falou a minha língua! (eu alço voo, fazendo-o da maneira mais silenciosa que consigo. Mantenho-me alto e afastado apenas o suficiente para conseguir investir com tudo sobre algum deles quando se aproximarem)
Silua (baixo): Vocês falaram em modo silencioso antes, até podemos fazer isso, mas teremos que esperar eles saírem da cabana, o que não deve demorar. Beowulf ficaria aqui entre as árvores, mas não diretamente na direção da porta para não o virem assim que saírem e eu ficarei mais perto, pronta para atacar o conjurador. E lembrem-se, os Aother estarão certamente mais fortes e ágeis, cuidado para não serem pegos de surpresa.
Beowulf: Eu rio baixo ao ver Irthos já decolando
Beowulf (rindo): Acho que foi muito tarde, eh?
Silua: Ele tem bons ouvidos e deve ter ouvido também, basta ele ficar posicionado num lugar de onde eles não o vejam assim que saírem.
Beowulf (baixo): Só resta uma pergunta, e como eu os verei?
Irthos: Eu ouço Silua passando instruções à Beowulf, algumas palavras se perdendo em meio a batida das asas, mas compreendo uma certa parte e busco me manter fora da visão direta de quem sair pela porta, mesmo estando alto.
Silua (baixo): Você tem sua espada. Acenda-a assim que eu der o aviso. Irei emitir um som felino, que mesmo eles acharão ser algum pequeno felino caçando.
Beowulf (anuindo): Não faz meu estilo mas tudo bem (eu ajusto melhor o escudo no braço e mantenho a espada erguida. Faço um pequeno corte no antebraço e uso o sangue para cobrir minha face com ele, cauterizando o pequeno corte em seguida) Agora é esperar para não ter uma árvore em meu caminho
Silua: Eu mostro para Beowulf onde ele pode ficar fora da visão direta de quem sair da cabana e ao mesmo tempo uma linha desimpedida para avançar. Checo meu anel de invisibilidade e me aproximo mais da cabana, ficando numa posição adequada para controlar a saída deles e ainda poder interceptá-los com facilidade.
Vocês se posicionam e aguardam a saída deles. Os minutos se extendem lentamente enquanto o vento sopra com força na floresta. Flocos de neve caem fracos sobre as agulhas e o único som audível é o dos pássaros noturnos. Um corvo crocita mais acima quando uma nuvem negra esconde o que ainda restava da lua. A escuridão cai negra e completa.
GM: Ouvir, Silua
Silua: Skill [Listen] [31] [1d20+20 = 31]
Cristiane (Silua): droga, sorry
Entre os sons da noite, o som de passos se aproximando da porta e desta rangendo se destacam aos ouvidos de Silua. Irthos, voando com o vento a soprar-lhe nos ouvidos e distante nada vê ou ouve. A porta se abre então, banhando o chão negro da floresta com uma tênue tira de luminosidade. Os passos passam a ecoar, um par deles pesado porém o outro nem tanto. Não consegue ouvir sinais do terceiro indivíduo deixando a cabana
Silua: Eu fico observando na direção da cabana, aproveitando minha visão no escuro para controlar nossos oponentes, para que os dois que ouvi não se distanciem demais antes do último sair.
GM: Eles começam a se afastar cada vez mais, e você não consegue ouvir nem sinal do último. Teme que logo estarão longe do alcance de você
Silua: Eu solto o som de aviso e começo a me mover na direção da cabana, olhos e ouvidos atentos, para tentar interceptar o que ainda não saiu.
GM: Os dois que sairam parecem ouvir o som e se põe em posição de atenção, o som do metal sendo desembainhado por ser ouvido
Beowulf: Ao ouvir o sinal de Silua eu urro e começo a avançar, com a Drakengard brilhando com força na escuridão. Avanço com um pouco de dificuldades por entre as árvores quebrando os galhos mais fracos ao invés de desviar
Irthos: Ao sinal de Silua, por não haver muito o que possa fazer de longe, eu decido me aproximar, investindo sobre os irmãos.
GM: Silua, você tem direito a uma rodada surpresa
Silua: Eu presto atenção para ver se ouço algum sinal da presença do conjurador para ver se ele saiu da cabana precavido.
Matheus: Ignorem
GM: Ouvir
GM: [BOX] Silua -> Skill [Listen] [25] [1d20+20 = 25]
[w] -> Silua: Sem sinal dele nos arredores
Silua: Eu decido deixar os Aother aos cuidados de meus amigos no momento e sigo na direção da cabana, atenta. Caso ele ainda esteja lá, lidarei com ele.
Cristiane (Silua): trava
Matheus: Notei que tinha esquecido
Cristiane (Silua): pera, onde é a porta?
[w] Silua: se eu correr, fico visivel?
[w] -> Silua: Não, e tu não precisa correr, pode se mover até 24m como ação de rodada completa
[w] Silua: ok
[w] Silua: deduzo que a porta ainda esteja aberta
[w] -> Silua: sim
Silua: Eu paro na frente da porta aberta e fico alerta, observando o ambiente.
GM: Assim que Silua entra no ângulo de visão da porta, ela sente a magia de invisibilidade simplesmente desaparecendo. Sente também toda a proteção e todos os encantamentos ao seu redor desaparecendo. Ao ver melhor o interior da casa, ela se depara com um rakshasa e outras duas criaturas que parecem felinos e tem uma aparência semelhante aos Aother, embora as feições felinas estejam distorcidas. O rakshasa avança sobre ela com um salto, as garras à mostra
Rakshasa: [ATTACK] Garra [29] [1d20+19 = 29]
Rakshasa: [ATTACK #2] Garra [37] [1d20+19 = 37]
Rakshasa: [ATTACK #3] Garra [29] [1d20+19 = 29]
Rakshasa: [ATTACK #4] Garra [38] [1d20+19 = 38]
GM: O raksasha crava suas quatro garras na carne da discípula, cortando-a com força.
Rakshasa: [DAMAGE] Garra [7] [1d6+4 = 7]
Rakshasa: [DAMAGE] Garra [10] [1d6+4 = 10]
Rakshasa: [DAMAGE] Garra [6] [1d6+4 = 6]
Rakshasa: [DAMAGE] Garra [8] [1d6+4 = 8]
GM: Dano total (4 ataques) 31
GM: O impacto do golpe foi o suficiente para jogá-la para trás. Ela sente os encantamentos voltando assim que é arremessada para fora da área da porta, porém a invisibilidade fora quebrada
GM: Iniciativas
Silua: Initiative [22] [1d20+9 = 22]
Irthos: Initiative [29] [1d20+12 = 29]
Beowulf: Initiative [8] [1d20+2 = 8]
[TURN] Irthos
Irthos: Eu voo rapidamente na direção dos irmãos, parando proximo a eles e usando meu sopro de gelo.
[w] -> Irthos: Pode rolar
Irthos: Spell [Sopro de Gelo (CD 25 Ref.)] ->
Irthos: Spell [Sopro de Gelo (CD 25 Ref.)] (+64) [79] [4d8+64 = 79]
GM: Irthos, vontade
Irthos: Will save [27] [1d20+19 = 27]
GM: O sopro de Irthos sai com força, o ar frio ainda mais frio do que o ar noturno. Os cristais de gelo se misturam aos que caem do céu. O bafo gelado os atinge e eles parecem reagir ao sopro, agonizando ao sentirem a carne congelar. Mas ao mesmo tempo você nota que há algo de errado, para você o vento frio simplesmente cruzara através deles, sem sequer lhes atingir
Irthos: Eu realizo meu sopro com força, o ar gélido os atingindo em cheio – ao menos é o que parecia. Sinto que o sopro atravessara o nada, mesmo com as figuras agonizando devido ao frio do ataque. Ao mesmo tempo, considero suspeito que Hanzer tenha sofrido o golpe assim tão facilmente. Eu grito para Beowulf.
Irthos (gritando, preocupado, para Beowulf): Cuidado, é uma ilusão!
[TURN] Silua
[w] Silua: eu ouvi o grito do Irthos?
[w] -> Silua: sim
Silua: Eu solto um urro furioso ao perder a invisibilidade e fico preocupada ao ouvir o grito de Irthos, enquanto vejo o que devem ser os verdadeiros Aother ainda na cabana. Já automaticamente eu ativo meu amuleto e me lanço em cima do rakshasa, disposta a fazer o maior estrago possível nele.
Silua: [ATTACK] Mordida (elétrico) [35] [1d20+25 = 35]
Silua: [ATTACK] Garra (elétrico) [34] [1d20+25 = 34]
Silua: [ATTACK #2] Garra (elétrico) [41] [1d20+25 = 41]
Silua: [ATTACK #3] Garra (elétrico) [33] [1d20+20 = 33]
GM: Você consegue atingir o rakshasa com todos os ataques
Silua: [DAMAGE] Mordida (elétrico) [17] [2d10+8 = 17]
Silua: [DAMAGE] Garra (elétrico) [14] [2d8+6 = 14]
Silua: [DAMAGE] Garra (elétrico) [12] [2d8+6 = 12]
Silua: [DAMAGE] Garra (elétrico) [14] [2d8+6 = 14]
GM: A criatura parece ter ficado um pouco surpresa, mas ela silva enquanto energias mágicas parecem dançar ao seu redor
Silua: Você não é o único que sabe usar as garras aqui, rakshasa. (eu rosno para ele, antes de gritar para meus amigos). Os Aother estão aqui dentro! (eu permaneço alerta ao rakshasa e seus aliados).
[GM] [TURN] Hanzer 2
[GM] [TURN] Ulzark 2
[GM] [TURN] Hanzer 1
Cristiane (Silua): ok
Hanzer: Acrobacia [42] [1d20+23 = 42]
GM: Hanzer vem rápido de dentro da casa, correndo e saltando feito um verdadeiro felino. Ele salta habilmente por cima do Rakshasa e de Silua com grande velocidade, caindo às costas desta. Ao mesmo tempo que cai, ele a golpeia com duas adagas que brilham vermelhas e parecem exalar frio
Hanzer: [ATTACK] Adaga [36] [1d20+22 = 36]
Hanzer: [ATTACK #2] Adaga [28] [1d20+22 = 28]
GM: Silua consegue se esquivar de um dos golpes, mas sente o outro a atingindo com força por debaixo do robe. Embora o golpe seja um tanto superficial, o golpe a faz tremer
Hanzer: [DAMAGE] Adaga [20] [4d4+7 = 20]
GM: Dano total: 9 + 4 gelo + 7 energia negativa
[TURN] Beowulf
Beowulf: Ao ver os gritos de Irthos e Silua eu me sinto um pouco perdido, sem saber para onde ir. Me localizando pelo som de batalha mais à frente eu corro, passando por Irthos e chegando até as costas de Hanzer, sem conseguir bloquear muito bem o ataque que ele desfere contra mim enquanto me aproximo
Hanzer: [ATTACK] Adaga [32] [1d20+22 = 32]
GM: O golpe de Hanzer atinge o couro de Beowulf, porém não é forte o suficiente para lhe cortar. Hanzer parece soltar uma exclamação indignada
[GM] [TURN] Ulzark
GM: Ulzark avança de dentro da casa. Ele parece ter crescido consideravelmente desde o último encontro estando entre Irthos e Beowulf. Ele brande um machado grande com a lâmina semelhante à do irmão, porém flamejante. Ele avança um tanto desajeitado ao passar por detrás do rakshasa, deixando a guarda um pouco aberta para Silua
[w] -> Silua: AdO
Silua: [ATTACK] Mordida (elétrico) [28] [1d20+25 = 28]
GM: Silua acaba mordendo a grande amardura que ele traja, sentindo o gosto do ferro gelado. Ele brande o grande machado em sua direção
Ulzark: [ATTACK] Machado grande [41] [1d20+32 = 41]
Ulzark: [DAMAGE] Machado grande [30] [4d12+21 = 30]
GM: O machado atinge Silua de raspão, o suficiente para a fazer temer o próximo golpe. [Dano: 22 + 2 fogo + 6 energia negativo]
[TURN] Rakshasa
GM: A criatura age mais rápido do que conseguem imaginar. Sem pronunciar uma palavra sequer ela desparece do ar e aparece alguns metros mais distante, disparando um raio verde escarlate na direção de Irthos
Rakshasa: Ataque de toque à distância [23] [1d20+22 = 23]
GM: O ataque atinge Irthos, que sente uma energia destrutiva percorrendo o corpo. TR de fortitude
Irthos: Fortitude save [29] [1d20+15 = 29]
Rakshasa: Desintegrar [16] [5d6 = 16]
GM: Irthos consegue se esquivar de grande parte do efeito da magia, embora o poder desta lhe assusta [Dano: 16 mágico]
[TURN] Irthos
Irthos: Numa misturia de furia e riso, eu voo na direção do Rakshasa, investindo sobre ele com ambas as espadas, para tentar liquidá-lo o quanto antes. Urro a cada golpe, lebrando com fúria daquele dia com os mercenários em Isa. Clamo o poder da Hyinen.
Irthos (urrando): Hyinen Aalto!
Irthos: [ATTACK] Hyinen Aalto (MD) [CRIT 19] [38] [1d20+26 = 38]
Irthos: [ATTACK] Yvastar [CRIT 19] [32] [1d20+25 = 32]
GM: Irthos consegue atingir a criatura com os dois golpes
Irthos: [DAMAGE] Hyinen Aalto (MD) [19] [2d10+8 = 19]
Irthos: [DAMAGE] Dano de Gelo [3] [2d6 = 3]
Irthos: [DAMAGE] Yvastar [9] [1d6+5 = 9]
GM: O rakshasa gane ao sentir as espadas passarem de respão ao seu corpo e rasgaram o roupão. As mãos invertidas tentando se mover para bloquear os golpes é uma visão desconcertante
Irthos: Eu o atingo com os dois golpes, embora não com muita força, mas o suficiente para fazê-lo ganir de dor. Olho com uma mistura de nojo e espanto para as mãos dele, com a palma invertida. Embora saiba do fato, é dificil se acostumar. Mantenho as espadas em prontidão. Azreth surge repentinamente de dentro da bolsa e sopra na direção dele.
Irthos: – Sopro de Gelo (CD 19 Ref) [0]
Irthos: de Gelo (Azreth – CD 19 Ref) 6d8 [0]
Irthos: Sopro de Gelo (Azreth – CD 19 Ref) [31] [6d8 = 31]
Rakshasa: Reflex save [23] [1d20+13 = 23]
GM: O sopro de Azreth surpreende a criatura que desvia da melhor forma que pode
Irthos: Azreth sorri ao atingi-lo parcialmente, voltando rapidamente para dentro da bolsa.
[TURN] Silua
Silua: Eu noto com o canto do olho que Hanzen se surpreendeu ao ver que seu ataque não causou todo o estrago que ele pretendia. Eu ignoro ele e olho irritada na direção para onde o rakshasa foi. Eu me lanço furiosa em sua direção, usando minha agilidade para esquivar da tentativa de Hanzer me acertar enquanto isso. Enquanto corro, uma rápida prece e canalizo a energia sagrada em minhas presas, que brilham em dourado.
Silua: [ATTACK] Mordida (elétrico) (Carisma +2, Investida +2) [35] [1d20+29 = 35]
Silua: [ATTACK] Garra (elétrico) (Investida +2) [28] [AUTOMATIC MISS] [1d20+27 = 28]
Silua: [ATTACK #2] Garra (elétrico) (Investida +2) [47] [AUTOMATIC HIT] [CRITICAL THREAT] [1d20+27 = 47]
Silua: [ATTACK #3] Garra (elétrico) (Investida +2) [34] [1d20+22 = 34]
Silua: [ATTACK #2] Garra (elétrico) (Investida +2) [CONFIRM] [46] [1d20+27 = 46]
Silua: [ATTACK] Garra (elétrico) [26] [AUTOMATIC MISS] [1d20+25 = 26]
Silua: Skill [Tumble] [34] [1d20+27 = 34]
GM: Silua consegue se esquivar dos ataques dos irmãos enquanto avança rapidamente na direção do inimigo. Na ânsia, ela tropeça no caminho, chegando próximo do inimigo sem muito equilíbrio para tentar algo além de lhe enfiar as presas, que acabam lhe atingindo com uma explosão dourada
Silua: [DAMAGE] Mordida (elétrico) (Destruir o mal (dano) +14) [31] [2d10+22 = 31]
GM: Embora sem equilíbrio, Silua consegue atingir o rakshasa com força. Ele segura o braço, onde fora atingido pelas presas, sentindo o braço perder as forças
Silua: Embora consiga desviar dos Aother sem problemas e cravar minhas presas com força no Rakshasa, minha irritação faz com que eu erre todos os ataques com as garras. Eu rosno ainda irritada, ao ver o sorriso debochado do rakshasa, embora ele esteja gravemente ferido.
[TURN] Hanzer
GM: Ao ver Silua correndo na direção do raskshasa, Hanzer sorri para Beowulf à sua frente e golpeia o Isän com quase o dobro de sua altura com uma velocidade inimaginável
Hanzer: [GM] Original attack = 20+22=42
Hanzer: [ATTACK] Adaga [AUTOMATIC HIT] [CRITICAL THREAT] [1d20 = 20]
Hanzer: [ATTACK #2] Adaga [24] [1d20+22 = 24]
Hanzer: [ATTACK #3] Adaga [23] [1d20+17 = 23]
Hanzer: [ATTACK #4] Adaga [16] [1d20+12 = 16]
Hanzer: [GM] Original attack = 20+7=27
Hanzer: [ATTACK #5] Adaga [AUTOMATIC HIT] [CRITICAL THREAT] [1d20 = 20]
Hanzer: [ATTACK] Adaga [25] [1d20+22 = 25]
Hanzer: [ATTACK #2] Adaga [29] [1d20+22 = 29]
Hanzer: [ATTACK #3] Adaga [29] [1d20+17 = 29]
Hanzer: [ATTACK #4] Adaga [23] [1d20+12 = 23]
Hanzer: [ATTACK #5] Adaga [26] [1d20+7 = 26]
Hanzer: [ATTACK] Adaga [CONFIRM] [25] [1d20+22 = 25]
Hanzer: [ATTACK #5] Adaga [CONFIRM] [18] [1d20+7 = 18]
GM: A maior parte dos golpes não são fortes o suficiente para atravessar a quantidade de metal e os resistentes músculos do Isän. Ele apenas sente dois pequenos cortes enquanto que Hanzer xinga com uma expressão apavorada
Hanzer: [DAMAGE] Adaga [18] [4d4+7 = 18]
Hanzer: [DAMAGE] Adaga [20] [4d4+7 = 20]
GM: [Dano (2 ataques): 18 + 3 gelo + 17 energia negativa]
[TURN] Beowulf
Beowulf: Eu rio com uma expressão assasina ao mal sentir os golpes de Hanzer. Eu olho uma única vez para Ulzark antes de fazer um movimento brutal com o meu escudo na direção de Hanzer e seguir com golpes rápidos da Drakengard
Beowulf: [ATTACK] Skjörd [32] [1d20+29 = 32]
Beowulf: [ATTACK] Drakengard [CRIT 17] [31] [1d20+28 = 31]
Beowulf: [ATTACK #2] Drakengard [CRIT 17] [30] [1d20+23 = 30]
Beowulf: [ATTACK #3] Drakengard [CRIT 17] [30] [1d20+18 = 30]
GM: Os golpes de Beowulf são fortes e tiram o balanço do ágil lutador
Beowulf: [DAMAGE] Skjörd [22] [2d6+11 = 22]
Beowulf: [DAMAGE] Drakengard [27] [4d10+16 = 27]
Beowulf: [DAMAGE] Drakengard [34] [4d10+16 = 34]
Beowulf: [DAMAGE] Drakengard [37] [4d10+16 = 37]
GM: Hanzer fica bastante fraco após a investida de Beowulf
Beowulf: Eu golpeio o pequeno com o Skjord, tirando-lhe o equilibrio. Abro a defesa dele com dois golpes da Drakengard e então atinjo-o com o final, na barriga. Sinto o sangue escorrer quente pela lâmina e urro na frente dele, em sinal de desafio ao irmão
[GM] [TURN] Ulzark
GM: Ulzark parece assustado ao ver os golpes desferidos contra o irmão. Ele avança na direção de Beowulf com o grande machado e o golpeia
Ulzark: [GM] Original attack = 20+32=52
Ulzark: [ATTACK] Machado grande [AUTOMATIC HIT] [CRITICAL THREAT] [1d20 = 20]
Ulzark: [ATTACK] Machado grande [CONFIRM] [46] [1d20+32 = 46]
Ulzark: [95] [6d12+62 = 95]
GM: Urrando com vontade, o grande felino avança sobre Beowulf com o machado. O Isän ergue o escudo para defender o golpe, que vem com uma força descomunal, empurrando o braço dele para baixo e fazendo-o sentir o braço todo doer, os músculos tendo espasmos. O grandalhão sorri
GM: [Dano: 85 + 2 fogo + 9 energia negativa]
GM: Beowulf, TR de fortitude contra dano massivo
Beowulf: Fortitude save [29] [1d20+22 = 29]
[TURN] Rakshasa
GM: O rakshasa se teleporta novamente, num piscar de olhos. Ele aparece próximo dos irmãos e começa a conjurar algo, podem ver os ferimentos dele e de Hanzer começam a se fechar até ambos estarem intactos. Ambos sorriem, sem abaixar a defesa
[TURN] Irthos
Irthos: Eu bufo ap
Irthos: Eu bufo após ver o Rakshasa sumir novamente, e pior, ver os irmãos sendo curados por ele. Voo ate onde eles estão, pousando ao lado de Beowulf e atacando Hanzer com fúria.
Irthos: [ATTACK] Hyinen Aalto [CRIT 19] (Penalidade Duas Armas -2) [35] [1d20+26 = 35]
Irthos: [ATTACK] Yvastar [CRIT 19] (Penalidade Duas Armas -2) [37] [1d20+23 = 37]
GM: Irthos surpreende Hanzer, incapaz de se esquivar com efetividade
Irthos: [DAMAGE] Hyinen Aalto (MD) [19] [2d10+8 = 19]
Irthos: [DAMAGE] Yvastar [10] [1d6+5 = 10]
GM: Os ataques pegam Hanzer desprevenido. Ele consegue se esquivar antes de que suas espadas o atinjam com força embora quase perca o equilíbrio
Irthos: Eu de certa forma o acerto, embora ele se utilize de toda sua agilidade para evitar ser atngido com força. Em dois movimentos rápidos, eu o atingo de raspão, vendo um pouco de sangue em minhas espadas. Eu sorrio e encaro Hanzer.
Irthos (debochando): Vejo que nem se tornar um gato o ajudou a se tornar mais rápido, meu velho amigo.
[TURN] Silua
Silua: Eu rosno irritada ao ver o rakshasa fugir de novo, e dessa vez não só refugiando-se atrás dos irmãos mas curando-se a si e a Hanzer, e lamento pelo erro anterior que custou uma excelente oportunidade de eliminá-lo. Eu rezo a Bast e me lanço numa investida, fazendo uma manobra de desvio no último instante para tentar evitar o machado de Ulzark e paro ao lado do rakshasa, atacando-o com fúria.
Silua: Skill [Tumble] [44] [1d20+27 = 44]
Silua: [ATTACK] Mordida (elétrico) (Investida +2) [33] [1d20+27 = 33]
Silua: [ATTACK] Garra (elétrico) (Investida +2) [36] [1d20+27 = 36]
Silua: [ATTACK #2] Garra (elétrico) (Investida +2) [36] [1d20+27 = 36]
Silua: [ATTACK #3] Garra (elétrico) (Investida +2) [42] [AUTOMATIC HIT] [CRITICAL THREAT] [1d20+22 = 42]
Silua: [ATTACK #3] Garra (elétrico) (Investida +2) [CONFIRM] [40] [1d20+22 = 40]
GM: Silua avança com tal ferocidade e velocidade que ninguém a esperava por lá. Ela surpreende todos quando salta sobre Ulzark e cai sobre o Rakshasa, usando seu peso e o impulso do salto como armas
Silua: [DAMAGE] Mordida (elétrico) [22] [2d10+8 = 22]
Silua: [DAMAGE] Garra (elétrico) [13] [2d8+6 = 13]
Silua: [DAMAGE] Garra (elétrico) [16] [2d8+6 = 16]
Silua: [DAMAGE] Garra (elétrico) [16] [2d8+6 = 16]
Silua: [DAMAGE] Garra (elétrico) [12] [2d8+6 = 12]
GM: A criatura é pega desprevenida e Silua consegue lhe fazer um sério ferimento ao atingí-lo com uma garra enquanto cai graciosamente do salto
Silua: Eu me lanço a toda, soltando um urro de batalha. Ulzark me vê avançando em sua direção e prepara para se defender do meu ataque. Eu o suspreendo não parando para atacá-lo e salto por cima de sua cabeça enquanto ele ainda está erguendo o machado, e caio com tudo em cima do rakshasa, pegando ele surpreso e fazendo-lhe um belo estrago antes de atingir o chão novamente e encará-lo, atenta.
Silua (rosnando): Achou que estaria a salvo atrás desses dois? Covarde.
[TURN] Hanzer
Hanzer (rindo): Sabia que reconhecia essa voz, veremos se és tão rápido assim lagartão!
GM: O homem movimenta as adagas em rápida sucessão na direção de Irthos
Hanzer: [ATTACK #2] Adaga [28] [1d20+22 = 28]
Hanzer: [ATTACK #4] Adaga [21] [1d20+12 = 21]
Hanzer: [ATTACK #5] Adaga [AUTOMATIC MISS] [1d20 = 1]
Hanzer: [ATTACK #3] Adaga [36] [1d20+17 = 36]
Hanzer: [ATTACK #2] Adaga [33] [1d20+22 = 33]
Hanzer: [ATTACK #3] Adaga [AUTOMATIC MISS] [1d20 = 1]
Hanzer: [ATTACK #5] Adaga [10] [1d20+7 = 10]
Hanzer: [ATTACK] Adaga [35] [1d20+22 = 35]
Hanzer: [ATTACK #4] Adaga [26] [1d20+12 = 26]
Hanzer: [ATTACK] Adaga [29] [1d20+22 = 29]
Hanzer: [DAMAGE] Adaga [18] [4d4+7 = 18]
Hanzer: [DAMAGE] Adaga [18] [4d4+7 = 18]
Hanzer: [DAMAGE] Adaga [20] [4d4+7 = 20]
Hanzer: [DAMAGE] Adaga [14] [4d4+7 = 14]
GM: Irthos se desvia o melhor que pode, mas ainda assim sente o aço cortar a sua carne, gelado e carmesim
Matheus: e eu preciso aprender a por o dano na mesma mensagem!
GM: [Dano (4 ataques): 39 + 10 gelo + 21 energia negativa]
Hanzer pragueja ao ver que Irthos conseguira se esquivar e bloquear boa parte dos golpes
[TURN] Beowulf
Beowulf: Eu me recupero ainda um pouco tonto do forte golpe de Ulzark. Balançando o braço do escudo para recuperar a força nele, eu urro para até os deuses ouvirem enquanto o ataco brutalmente
Beowulf (urrando): Saboreie meu aço, maldito! Por Kord (eu desfiro o golpe com escudo), por Thor (um com a espada), por Wotan (mais um espada) e por Tyr! (ainda outro com a espada)
Beowulf: [ATTACK] Skjörd [45] [1d20+29 = 45]
Beowulf: [ATTACK] Drakengard [CRIT 17] [36] [1d20+28 = 36]
Beowulf: [ATTACK #2] Drakengard [CRIT 17] [28] [1d20+23 = 28]
Beowulf: [ATTACK #3] Drakengard [CRIT 17] [31] [1d20+18 = 31]
GM: O Isân ataca com fúria, forçando-o a se esquivar ao invés de bloquear. [1 acerto com o escudo, 2 com a espada]
Beowulf: [DAMAGE] Skjörd [18] [2d6+11 = 18]
Beowulf: [DAMAGE] Drakengard [30] [4d10+16 = 30]
Beowulf: [DAMAGE] Drakengard [34] [4d10+16 = 34]
GM: Ulzark defende todos, parecendo se animar com o combate
Beowulf: Eu bato com a espada no escudo enquanto urro, me preparando para o contra-ataque
[TURN] Ulzark
Ulzark sorri com os grandes caninos à mostra, passando a língua sobre o sangue em sua face. Ele ergue o machado com um grande ângulo o movimentando incrivelmente rápido
Ulzark: [ATTACK] Machado grande [47] [1d20+32 = 47]
Ulzark: [GM] Original attack = 20+32=52
Ulzark: [ATTACK #2] Machado grande [AUTOMATIC HIT] [CRITICAL THREAT] [1d20 = 20]
Ulzark: [ATTACK #3] Machado grande [43] [1d20+27 = 43]
Ulzark: [ATTACK #4] Machado grande [33] [1d20+22 = 33]
Ulzark: [ATTACK #5] Machado grande [28] [1d20+17 = 28]
Ulzark: [ATTACK #2] Machado grande [CONFIRM] [41] [1d20+32 = 41]
Ulzark: [DAMAGE] Machado grande [37] [4d12+21 = 37]
Ulzark: [DAMAGE] Machado grande [33] [4d12+21 = 33]
Ulzark: [91] [6d12+63 = 91]
GM: O enorme felino desfere dois grandes golpes com o machado, abrindo completamente a defesa de Beowulf. Ele desfere um último golpe descendente atingindo o ombro do Isän. O machado corta profundamente, só parando devido à proteção da armadura. [Dano (3 ataques): 129 + 10 fogo + 22 energia negativa]
Beowulf: Fortitude save [42] [AUTOMATIC SUCCESS] [1d20+22 = 42]
Ulzark ri com vontade enquanto ve a vida de Beowuif esvaziar-se em grandes jorros vindos do enorme ferimento
[TURN] Rakshasa
Rakshasa (rindo, encarando Silua): Na verdade, você fez bem o que eu desejava! (ele ergue as duas mãos que brilham azuis claras e as ergue na sua direção, uma profusão imensa de projetéis azuis voam na sua direção)
Rakshasa: Teste de nível de conjurador [31] [1d20+21 = 31]
Rakshasa: Teste de nível de conjurador [23] [1d20+21 = 23]
Rakshasa: Tempestade de mísseis mágicos [48] [10d6+10 = 48]
GM: Silua sente os projéteis atingindo o seu corpo, sentindo uma forte pancada a cada acerto. Quando a segunda saraivada lhe acerta, ela sente as proteções de Bast se erguendo fortes, e os projéteis sumindo à sua frente [Dano: 48 mágico]
Rakshasa gargalha à medida que os projéteis atingem Silua, embora ele pareça surpreso ao ver que a segunda saraivada de projéteis desapareceu em pleno ar
[TURN] Irthos
Irthos: Eu avalio a situação, preocupado. Vejo meus amigos, sangrando e feridos, e decido que precisamos acabar com essa luta o quanto antes. Dou um passo para trás e inspiro fundo, rezando as deuses para Silua conseguir desviar.
Irthos: Spell [Sopro de Gelo (CD 25 Ref.)] ->
Irthos: Spell [Sopro de Gelo (CD 25 Ref.)] (+64) [64] [1d6+64 = 64]
Hanzer: [25] [1d20+17 = 25]
Ulzark: [10] [1d20+7 = 10]
Rakshasa: [25] [1d20+15 = 25]
[w] Irthos: eh 4d8+32
Irthos: Spell [Sopro de Gelo (CD 25 Ref.)] (+64) [71] [4d8+64 = 71]
[w] Irthos: nao, era o maximizado de 8d8 pelo meu talento, e o extra rolado, como ai
GM: Silua, TR de Reflexos também
Silua: Reflex save [35] [1d20+20 = 35]
GM: Irthos se afasta em passos rápidos e se vira na direção oposta. Silua percebe o movimento dele e rápida e agilmente apoia um pé nas costas de Hanzer e Ulzark e salta sobre eles, caindo só após o bafo gelado passar. Hanzer rola no chão há tempo de esquivar do golpe, enquanto o irmão ainda ocupado em zombar de Beowulf sente o ar congelhando-lhe os bigodes. O rakshasa dá um passo atrás bem a tempo de se esquivar do mais forte do ataque
Irthos: Eu bufo de mim mesmo. Preocupado em não ferir Silua, o sopro sai mais fraco do que gostaria. Hanzer desvia completamente, enquanto o maldito Rakshasa se desvia de parte do vapor gélido. Sorrio um pouco ao ver Ulzark ser atingido em cheio. Eu me preparo para o contra-ataque, erguendo as espadas enquanto recupero o fôlego.
[TURN] Silua
Silua: Eu cuspo um pouco de sangue aborrecida e vejo preocupada que tanto eu como Beowulf estamos seriamente feridos, além do sopro de Irthos não ter sido tão eficiente quanto eu gostaria. Eu lanço uma cura moderada em massa, fortalecendo-a antes, esperando que seja suficiente para nos podermos aguentar mais um pouco.
Silua: Fallanattaore!
Silua: Skill [Concentration] [30] [1d20+20 = 30]
Silua: Spell [Curar fer. moderados massa] (+14) [28] [2d8+14 = 28]
Cristiane (Silua): coloca nmais 50% em cima do valor
GM: A magia de Silua faz com que alguns dos ferimentos mais profundos fechem e o sangue pare de jorrar com tamanha profusãos dos ferimentos. A situação não está tão melhor, mas ao menos todos conseguem respirar com mais facilidade
Silua: A magia é lançada sem problemas, e embora esteja longe de ser suficiente, ao menos nos dará um pouco mais de tempo para aguentar. Eu percebo a expressão de surpresa no rosto do rakshasa ao ver que eu tenho essa habilidade.
[TURN] Hanzer
GM: Frustrado e irritado com Irthos, Hanzer dá um ágil passo entre Silua e Beowulf antes de fazer o aço de suas adagas zumbir
Hanzer: [ATTACK #4] Adaga [25] [1d20+12 = 25]
Hanzer: [ATTACK #2] Adaga [29] [1d20+22 = 29]
Hanzer: [ATTACK #2] Adaga [32] [1d20+22 = 32]
Hanzer: [ATTACK] Adaga [41] [1d20+22 = 41]
Hanzer: [ATTACK #4] Adaga [26] [1d20+12 = 26]
Hanzer: [ATTACK] Adaga [29] [1d20+22 = 29]
Hanzer: [ATTACK #3] Adaga [20] [1d20+17 = 20]
Hanzer: [ATTACK #5] Adaga [18] [1d20+7 = 18]
Hanzer: [ATTACK #3] Adaga [30] [1d20+17 = 30]
Hanzer: [ATTACK #5] Adaga [14] [1d20+7 = 14]
GM: [DAMAGE] Adaga [18] [4d4+7 = 18]
GM: [DAMAGE] Adaga [22] [4d4+7 = 22]
Hanzer: Irthos consegue se esquivar de praticamente toda a investida de Hanzer, sentindo apenas um leve raspão na altura da coxa [Dano (2 ataques): 21 + 6 gelo + 13 energia negativa]
GM: Irthos consegue se esquivar de praticamente toda a investida de Hanzer, sentindo apenas um leve raspão na altura da coxa [Dano (2 ataques): 21 + 6 gelo + 13 energia negativa]
[TURN] Beowulf
Beowulf: Um pouco tonto pela perda de sangue, eu ativo o poder do amuleto. Irritado e furioso demais para pronunciar alguma palavra além de um urro e grunhido, eu ataco Ulzar, com os olhos ardendo de fúria cega. Embora minha boca não forme o nome de deus algum, eu mantenho a força deles junto à minha, deixando que eles decidam o que deve ser feito
Beowulf: [ATTACK] Skjörd [41] [1d20+29 = 41]
Beowulf: [ATTACK] Drakengard [CRIT 17] [30] [1d20+28 = 30]
Beowulf: [ATTACK #2] Drakengard [CRIT 17] [31] [1d20+23 = 31]
Beowulf: [ATTACK #3] Drakengard [CRIT 17] [34] [1d20+18 = 34]
GM: Os golpes de Beowulf são fortes e repletos de fúria, fazendo com que Ulzark seja pego desprevenido [um acerto com o escudo e dois com a espada]
Beowulf: [DAMAGE] Skjörd [18] [2d6+11 = 18]
Beowulf: [DAMAGE] Drakengard [35] [4d10+16 = 35]
Beowulf: [DAMAGE] Drakengard [28] [4d10+16 = 28]
GM: Beowulf atinje um golpe na altura dos ombros de Ulzark, surpreendendo-lhe com a força. Ele leva a mão naquela direção tentando estancar o sangue
Beowulf: Eu sorrio, ainda banhado de sangue ao sentir o aço cortar o ombro dele. Ergo o escudo com mais confiança, decidido a não ser atingido da maneira que já fui novamente.
[TURN] Ulzark
Ulzark sente o ombro latejar, mas segue golpeando Beowulf com o grande machado
Ulzark: [ATTACK] Machado grande [41] [1d20+32 = 41]
Ulzark: [ATTACK #2] Machado grande [AUTOMATIC MISS] [1d20 = 1]
Ulzark: [ATTACK #3] Machado grande [31] [1d20+27 = 31]
Ulzark: [ATTACK #4] Machado grande [AUTOMATIC MISS] [1d20 = 1]
Ulzark: [ATTACK #5] Machado grande [34] [1d20+17 = 34]
Ulzark: [33] [1d6+32 = 33]
Ulzark: [37] [1d20+32 = 37]
Ulzark: [40] [1d20+22 = 40]
GM: Ulzark ergue o machado com força e golpeia Beowulf com grande força, o Isän desvia o ataque com o escudo e atinge o rosto de Ulzark com a borda do escudo. Uma porção de dentes pontiagudos voam pelo ar e Ulzark cospe sangue, ainda um pouco atordoado
[TURN] Rakshasa
GM: O Rakshasa dá um passo para trás e pega um pedaço de âmbas entre os dedos. Ele tira um pouco de seu próprio pelo e o joga sobre o pedaço de rocha, pronunciando uma palavra. Esta logo parece acumular uma grande quantidade de energia que é arremessada em Silua em dois grandes trovôes. Ambos bifurcam na direção de Irthos e Beowulf. 2 TR de reflexos, todos os três
Beowulf: Reflex save [29] [1d20+13 = 29]
Beowulf: Reflex save [16] [1d20+13 = 16]
Irthos: Reflex save [37] [1d20+20 = 37]
Silua: Reflex save [25] [1d20+20 = 25]
Irthos: Reflex save [31] [1d20+20 = 31]
Silua: Reflex save [27] [1d20+20 = 27]
GM: Teste de nível de conjurador [34] [1d20+21 = 34]
GM: Teste de nível de conjurador [24] [1d20+21 = 24]
GM: Silua é atingida em cheia por uma das descargas, sentindo o corpo estremecer pela descarga. Irthos e Beowulf conseguem se desviar por pouco, sentindo a corrente passar perto do corpo e fazendo seus corações palpitarem mais rápido. O segundo relâmpago parece ricochetear em todos, inofensivo.
Rakshasa: Corrente de relâmpagos [60] [17d6 = 60]
GM: Corrente de relâmpagos [60] [60]
Rakshasa parece furioso ao ver boa parte de suas magias e feitiços falharem
[TURN] Irthos
Irthos: Eu bufo irritado devido ao choque, ativando o poder da argola conforme me aproximo do Rakshasa em um passo rápido, atacando com fúria ao ver Silua gravemente ferida outra vez. A Hyinen adquire um tom ainda mais gélido confome eu urro.
Irthos (urrando): Hyinen Aalto!
Irthos: [ATTACK #3] Hyinen Aalto (MD) [CRIT 19] [20] [1d20+16 = 20]
Irthos: [ATTACK #2] Hyinen Aalto (MD) [CRIT 19] [27] [1d20+21 = 27]
Irthos: [ATTACK] Hyinen Aalto (MD) [CRIT 19] [40] [1d20+26 = 40]
Irthos: [ATTACK] Yvastar [CRIT 19] [32] [1d20+25 = 32]
Irthos: [ATTACK #2] Yvastar [CRIT 19] [36] [1d20+20 = 36]
Rakshasa: Irthos avança sobre o Rakshasa que não esperava a sua aproximação, ele esquiva de boa parte dos golpes desferidos, sendo atingido com certa força [dois com a Hyinen e dois com a Yvastar]
GM: Irthos avança sobre o Rakshasa que não esperava a sua aproximação, ele esquiva de boa parte dos golpes desferidos, sendo atingido com certa força [dois com a Hyinen e dois com a Yvastar]
Irthos: [DAMAGE] Hyinen Aalto (MD) [17] [2d10+8 = 17]
Irthos: [DAMAGE] Hyinen Aalto (MD) [17] [2d10+8 = 17]
Irthos: [DAMAGE] Dano de Gelo [9] [2d6 = 9]
Irthos: [DAMAGE] Yvastar [9] [1d6+5 = 9]
Irthos: [DAMAGE] Yvastar [9] [1d6+5 = 9]
GM: Irthos consegue cravar as duas espadas nos lados de seu abdômem. O sangue jorra vermelho por entre o robe e ele parece tontear
Irthos: Eu avanço em fúria sobre o Rakshasa, cravando cada espada em um lado de seu abdômen. O sangue jorra e ele parece prestes a cair, visivelmente tonto. Eu o encaro com uma expressão assassina ao lembrar dos ferimentos que ele vem causando a meus amigos.
[TURN] Silua
Silua: Embora não tenha sido tão ágil dessa vez, ainda consegui evitar boa parte do efeito do raio, embora esteja perigosamente ferida novamente. Mas eu ignoro minha situação e me focalizo no rakshasa, agora cambaleante devido ao ataque de Irthos. Eu avanço na direção dele, para finalizá-lo antes que nos cause mais problemas.
Silua: [ATTACK] Mordida (elétrico) [32] [1d20+25 = 32]
Silua: [ATTACK] Garra (elétrico) [34] [1d20+25 = 34]
Silua: [ATTACK #2] Garra (elétrico) [35] [1d20+25 = 35]
Silua: [ATTACK #3] Garra (elétrico) [39] [1d20+20 = 39]
GM: Silua salta sobre o Rakshasa, incapaz de se defender [atingiu todos]
Silua: [DAMAGE] Mordida (elétrico) [19] [2d10+8 = 19]
Silua: [DAMAGE] Garra (elétrico) [16] [2d8+6 = 16]
Silua: [DAMAGE] Garra (elétrico) [15] [2d8+6 = 15]
Silua: [DAMAGE] Garra (elétrico) [12] [2d8+6 = 12]
GM: Silua atinje a jugular do rakshasa com uma mordida, dilacerando a garganta da criatura. Ela gargareja sangue até o seu corpo, caído no chão, ter algumas convulsões
Silua: Eu golpeio o rakshasa com fúria, retalhando-o e por fim meus dentes cravam no seu pescoço e rasgam-lhe a jugular, quase separando a cabeça do corpo.
Silua (rosnando): Mande nossas lembranças para seu mestre no inferno!
[TURN] Hanzer
Hanzer suspira irritado, ele bate uma bota na outra e surge do lado de Irthos já numa profusão de lâminas. O meio-dragão faz o possível para desviar as lâminas do inimigo
Hanzer: [ATTACK] Adaga [27] [1d20+22 = 27]
Hanzer: [ATTACK #2] Adaga [40] [1d20+22 = 40]
Hanzer: [ATTACK #3] Adaga [29] [1d20+17 = 29]
Hanzer: [ATTACK #4] Adaga [17] [1d20+12 = 17]
Hanzer: [GM] Original attack = 20+7=27
Hanzer: [ATTACK #5] Adaga [AUTOMATIC HIT] [CRITICAL THREAT] [1d20 = 20]
Hanzer: [ATTACK] Adaga [34] [1d20+22 = 34]
Hanzer: [ATTACK #2] Adaga [29] [1d20+22 = 29]
Hanzer: [ATTACK #3] Adaga [35] [1d20+17 = 35]
Hanzer: [ATTACK #4] Adaga [AUTOMATIC MISS] [1d20 = 1]
Hanzer: [ATTACK #5] Adaga [13] [1d20+7 = 13]
Hanzer: [ATTACK #5] Adaga [CONFIRM] [23] [1d20+7 = 23]
Hanzer: [ATTACK] Adaga [25] [1d20+22 = 25]
Hanzer: [ATTACK #2] Adaga [37] [1d20+22 = 37]
Hanzer: [DAMAGE] Adaga [14] [4d4+7 = 14]
Hanzer: [DAMAGE] Adaga [15] [4d4+7 = 15]
Hanzer: 16d6 [0]
Hanzer: Furtivo [56] [16d6 = 56]
GM: Irthos é pego desprevenido e sente as duas adagas sendo cravadas com força nos seus ombros. As asas impedem um pouco do impacto, mas mesmo assim, ele é bastante forte. (Dano: 72 + 3 gelo + 7 energia negativa]
[TURN] Beowulf
Beowulf: Banhado com meu sangue e o de Ulzark, eu sinto a vitória próxima. Num urro que mistura fúria e o nome de todos os deuses em algo inaudível, eu golpeio Ulzark com uma expressão assassina e furiosa nos olhos
Beowulf: [DAMAGE] Skjörd [21] [2d6+11 = 21]
Beowulf: [ATTACK] Skjörd [43] [1d20+29 = 43]
Matheus E (Beowulf): MOUSE FILHO DA PUTA
Beowulf: [ATTACK] Drakengard [CRIT 17] [43] [1d20+28 = 43]
Beowulf: [ATTACK #2] Drakengard [CRIT 17] [29] [1d20+23 = 29]
Beowulf: [ATTACK #3] Drakengard [CRIT 17] [30] [1d20+18 = 30]
GM: Ulzark ainda consegue se defender bem dos ataques de Beowulf [um acerto com o escudo e outro com a espada]
Beowulf: [DAMAGE] Skjörd [17] [2d6+11 = 17]
Beowulf: [DAMAGE] Drakengard [38] [4d10+16 = 38]
GM: Mesmo bloqueando, Beowulf atinge Ulzark com um golpe que o leva ao chão, incosiente
Beowulf: Eu aproveito que estou com o escudo perto de Ulzark e o atinjo com a borda dele novamente, ele dá um passo para trás, cambaleante. Eu desfiro dois golpes com a Drakengard que ele desvia com com movimentos abertos do machado. Eu golpeio e paro o movimento na terceira estocada, o enganado. Inverto o movimento e faço um arco ascendente, cortando-o da virilha ao ombro, fazendo com que suas tripas escorram para o chão
[TURN] Ulzark
[TURN] Rakshasa
[TURN] Irthos
[TURN] Silua
[TURN] Irthos
Irthos: Eu me recupero depois de tomar todos os golpes de Hanzer, me virando e atacando-o com fúria. Clamo por Bahamut a cada golpe, o tom gélido da Hynen ainda mais visível.
Irthos (urrando): Por Bahamut, Hyinen Aalto!
Irthos: [ATTACK #3] Hyinen Aalto (MD) [CRIT 19] [20] [1d20+16 = 20]
Irthos: [ATTACK #2] Hyinen Aalto (MD) [CRIT 19] [37] [1d20+21 = 37]
Irthos: [ATTACK] Hyinen Aalto (MD) [CRIT 19] [36] [1d20+26 = 36]
Irthos: [ATTACK] Yvastar [CRIT 19] [35] [1d20+25 = 35]
Irthos: [ATTACK #2] Yvastar [CRIT 19] [27] [1d20+20 = 27]
GM: Irthos golpeia Hanzer tão bem como golpeara o Rakshasa, forçando-o a se defender como possível. [atinjiu dois com cada epsada]
Irthos: [DAMAGE] Hyinen Aalto (MD) [16] [2d10+8 = 16]
Irthos: [DAMAGE] Hyinen Aalto (MD) [13] [2d10+8 = 13]
Irthos: [DAMAGE] Dano de Gelo [6] [2d6 = 6]
Irthos: [DAMAGE] Yvastar [11] [1d6+5 = 11]
Irthos: [DAMAGE] Yvastar [11] [1d6+5 = 11]
GM: Ele desvia de parte dos golpes, parecendo surpreso com a sua agilidade. Consegue apenas reabrir um corte que fora fechado pela magia do rakshasa
Irthos: Eu o pego um tanto mais desprevenido do que imaginara, acertando alguns golpes de raspão, o mais forte deles reabrindo um corte anterior por onde o sangue agora volta a correr. Eu busco me concentrar mais e me preparo, mantendo as espadas erguidas.
[TURN] Silua
Silua: Com dois oponentes derrubados e Irthos cuidando do último, eu aproveito e lanço minha cura moderada em massa restante.
Silua: Fallanattaore!
Silua: Spell [Curar fer. moderados massa] (+14) [24] [2d8+14 = 24]
Cristiane (Silua): essa não vai os 50%
GM: A magia de Silua faz com que consigam respirar com mais facilidade, os maiores ferimentos sendo fechados
Silua: Embora ainda não possa reacessar minha reserva de energia extra, ao menos pude aliviar a situação novamente.
[TURN] Hanzer
Hanzer vê que sua situação está complicada tendo que enfrentar três inimigos. Ele olha para os lados e desata a correr em direção a floresta, o mais rápido que pode.
[TURN] Beowulf
Beowulf: Ainda espumando de fúria sob o cadáver de Ulzark eu ouço passos apressados atrás de mim. Ao ver Hanzer correndo, eu corro atrás dele com passos longos e impulsionados por fúria. Ao me aproximar dele, eu salto sobre ele tentando prendê-lo entre meus braços e jogá-lo no chão
GM: Beowulf, ataque de toque
Beowulf: Ataque de toque [31] [1d20+26 = 31]
GM: Você consegue cair sobre Hanzer, Agarrar
Beowulf: Grapple [39] [1d20+30 = 39]
Hanzer: Agarrar [24] [1d20+15 = 24]
GM: Beowulf cai sobre Hanzer com um grande salto e o prende entre seus grossos braços. O amaldiçoado tenta reagir, cravando suas garras e presas no Isän, mas sua força nem de perto se compara a dele, que o esmaga entre seus braços
Beowulf: Eu o aperto entre meus braços, sentindo ele morder e arranhar. Apenas aperto ele mais ainda, tentando asfixiá-lo
[TURN] Ulzark
[TURN] Rakshasa
[TURN] Irthos
Irthos (bufando): Beowulf estragando a minha diversão pela terceira vez em menos de três meses. (eu me aproximo dele e de Hanzer)
Irthos: Eu ergo minhas espadas, pronto para acertá-lo, mas antes encaro Beowulf, sinalizando se posso atacar Hanzer, sabendo que poderei acertá-lo no processo.
Beowulf: Eu anuo ainda apertando Hanzer, possuído pelo calor da batalha
Irthos: Eu ataco Hanzer com um golpe de cada uma de minhas espadas.
Irthos: [ATTACK] Hyinen Aalto (MD) [CRIT 19] (Penalidade Duas Armas -2) [42] [1d20+24 = 42]
Irthos: [ATTACK] Yvastar [CRIT 19] [37] [1d20+25 = 37]
GM: Rola dois d%,
Irthos: [79] [2d10 = 79]
Irthos: [91] [2d10 = 91]
GM: Beowulf consegue o segurar firme e Irthos também golpeia com precisão, atingindo Hanzer duas vezes
Irthos: [DAMAGE] Hyinen Aalto (MD) [13] [2d10+8 = 13]
Irthos: [DAMAGE] Hyinen Aalto (MD) [14] [2d10+8 = 14]
Irthos: [DAMAGE] Yvastar [7] [1d6+5 = 7]
Irthos: [DAMAGE] Yvastar [6] [1d6+5 = 6]
Matheus: ermm.. tu bebeu o q?
GM: Irthos atinge Hanzer de raspão com as duas armas. O som delas se chocando com a armadura de Beowulf retine pela floresta
Irthos: Eu atingo Hanzer de raspão duas vezes. O som das espadas parando na armadura de Beowulf é alto.
Irthos (bufando irritado): Isso foi pela adaga que atirou em mim em Alog Morkzan.
[TURN] Silua
Silua: Ao ver que Beowulf e Irthos mantém Hanzer sob controle, eu deixo-os ternminar o serviço e lanço uma cura críitica em mim mesma.
Silua: Fallakinta!
Silua: Spell [Curar ferimentos críticos] (+14) [35] [4d8+14 = 35]
GM: A magia faz o coração de Silua voltar a bater num ritmo mais calmo e a respiração vir com menos dor
Silua: Eu me sinto bem melhor após a magia, embora ainda esteja com vários cortes abertos. Eu me aproximo de meus amigos depois disso.
[TURN] Hanzer
GM: Hanzer tenta se libertar de Beowulf, escorregando entre seus braços
Hanzer: Arte da fuga [36] [1d20+25 = 36]
Beowulf: Grapple [38] [1d20+30 = 38]
GM: Beowulf consegue manter hanzer seguro, embora ele quase escorregue por entre seus braços
[TURN] Beowulf
Beowulf: Eu levo um braço até a altua da cabeça de Hanzer enquanto mantenho o outro no peito, pondo o seu pescoço à mostra. Aperto com força, tentando o esmagar
Beowulf: Grapple [40] [1d20+30 = 40]
Hanzer: Agarrar [32] [1d20+15 = 32]
GM: Beowulf consegue apertar Hanzer com força, os ossos depe parecem estralhar
Beowulf: Ataque desarmado [13] [1d6+12 = 13]
Beowulf: Eu aperto Hanzer com fúria, sorrindo com vontade ao ouvir os ossos se partirem sob meus braços.
[TURN] Irthos
Irthos: Vendo-o completamente imóvel e quase desmaiado, eu o encaro com um olhar austero e me preparo para acabar de vez com sua existência miserável, mirando no pescoço, agora ainda mais exposto graças a Beowulf.
Irthos (sério, bufando um pouco): E isso é por todo mal que cometeram. Espero que o infernno faça com vocês o dobro do mal que causaram. (eu miro em sua garganta)
Irthos: Hyinen Aalto (decisivo) [41] [3d10+18 = 41]
GM: Irthos corta o pescoço de Hanzer com um golpe puro e limpo. O sangue jorra de sua jugular enquanto os olhos vão lentamente perdendo o brilho
Irthos: Eu corto seu pescoço em um golpe rápido e preciso. Os olhos de Hanzer, ja um tanto assustados com a situação em que ele se encontrava, se esvaem conforme o sangue jorra de sua garganta, manchando a mim e a Beowulf.
[TURN] Silua
Silua: Eu solto um urro de triunfo.
Silua: Vocês estão bem?
Beowulf: Eu parto o osso do pescoço de Hanzer, separando a cabeça do corpo
Beowulf (animado): Aye, bastante bem eu diria
Cleber (Irthos): bizarro, nao to vendo a cris no chat do hamachi, a mais de 1h nao recebo resposta de nada
Irthos (anuindo): Aye, saber que esses dois malditos estão finalmente mortos é muito bom. E aquilo também (eu aponto para o corpo do Rakshasa.
Cleber (Irthos): dúvida, as ilusoes sumiram com meu sopro, ou com a morte do rakshasa? ou tao ali ainda?
Matheus E (Beowulf): sumiram com a morte do rakshasa
Beowulf: Eu me ponho de pé, deixando os restos de Hanzer caídos ao chão, chuto sua cabeça contra a montanha mais atrás, ouvindo o som de ossos se partirem assim que ela atinge a pedra
Silua: Três a menos para nos preocuparem, embora o que ocorreu aqui não seja bom sinal (eu olho séria para meus amigos).
Beowulf: Aye, o ritual os mudou drasticamente. Ulzark estava com uma força imensa
Silua: O aumento de força e agilidade é normal, mas não é isso que me preocupa. Acho que os cultistas inventaram algo novo. Hanzer e Ulkzark sabiam dos amaldiçoados, mesmo movidos pelo desejo de vingança, querer transformar-se voluntariamente em algo que irá enlouquecer com o tempo. O que indica isso ainda mais é o fato das feições deles estarem distorcidas.
Cristiane (Silua): *é loucura querer transformar-se
Irthos (anuindo, preocupado): Sua opinião como discipula de Bast? A transformação foi um pouco “forçada” sobre eles, ou esta ainda mais efetiva?
Silua (pensativa): Não sei dizer, o fato deles terem se voluntariado para o processo e as feições deles estarem distorcidas indicaria que eles não foram submetidos ao ritual normal que cria os amaldiçoados. Só sei que se já não estivéssemos indo para o templo, eu iria para lá de qualquer jeito, precisamos avisar Morgause e os demais disso.
Irthos: Eu anuo, preocupado.
Irthos: Sabe-se lá quantos amaldiçoados eles estejam, de certa forma, “criando” desta maneira.
Beowulf (anuindo): Aye, isso pode ser perigoso. Se não fosse meu peitoral acho que teria morrido aquela hora
Silua (preocupada): Os cultistas podem ter desenvolvido uma maneira dos transformados manterem a razão para usarem em voluntários entre eles mesmos. Mas em troca, causa uma corrupção física.
Irthos: O que, a julgar pela força com que Ulzark batia em Beowulf, é uma troca que pode ser considerada justa para muitos. Bem, de toda forma, precisamos nos remendar um pouco e depois investigar essa cabana. Sem mencionar que o equipamento que esses bastardos carregavam parece ter algum valor.
Silua (anuindo): Vou cuidar de vocês, depois revistamos eles e a cabana. Se houver algo aí relativo aos planos atuais dos rakshasas, precisamos saber
Beowulf (anuindo): Ainda acho que deveríamos ter mantido o desgraçado do Hanzer vivo e tê-lo interrogado. (bufando) Mas acho que se Irthos não o tivesse matado eu o teria
Silua: Hanzer era pior que uma serpente, eu que não confiaria nele
Beowulf: Há maneiras de quebrar um homem, nenhum pouco bonitas, mas há maneiras
Silua (séria): Mesmo assim (eu me concentro e lanço minhas duas magias de cura leve em massa, esperando um pouco entre as duas para poder fortalecer ambas)
Irthos: Nao estariamos sendo muito diferentes dele ao fazer isso, nao acha? E duvido que ele fosse falar muito mesmo assim.
[w] -> Silua: Pode rolar
Silua: Spell [Curar ferimentos leves em massa] (+14) [16] [1d8+14 = 16]
Silua: Spell [Curar ferimentos leves em massa] (+14) [22] [1d8+14 = 22]
Beowulf (bufando): Achas mesmo? Se isso significasse que Silua e os outros discípulos estariam em paz, eu faria isso e muito mais
Cristiane (Silua): aumentem ambos os valores em 50%
Cleber (Irthos): Aê, welcome back acentos!
Silua (séria): O meu medo é que você um dia se esqueça de quem é e acabe se rebaixando ao nível deles. Matar em combate é uma coisa, trucidar um prisioneiro é algo diferente.
Beowulf (anuindo): Não se preocupe com isso, eu sei bem quem são meus inimigos. (eu pareço querer falar algo, mas acabo bufando e me acalmando) Está certa, a minha ida a Isa me mudou mesmo, acabei me lembrando de muitas coisas que eu havia esquecido. É só que, eu não consigo sentir pena de um desgraçado desses, simplesmente não consigo!
Irthos (suspirando levemente): Ninguem falou em não intimidá-lo a falar, é que você fez soar como se devessemos ir cortando a pele dele aos poucos ou algo assim. De todo modo, se você não tivesse o agarrado, eu o atacaria de qualquer forma.
Silua (anuindo): E ninguém falou em ter pena de alguém como eles, mas devemos lembrar que estamos numa corrida contra nós mesmos e temos que tomar cuidado para não cedermos aos nossos lados sombros.
Beowulf (suspirando): Eu jamais faria algo terrrível com quem não fosse de fato merecedor daquilo. Não torturaria nem mesmo Hanzer, ao menos não da maneira que estão pensando; preferiria o matar antes de fazer algo assim. Será que tudo o que eu fiz e tudo o que sangrei não vale de nada para que confiem um pouco mais em mim?
Silua (séria): Nós confiamos em você, mas você precisa explicar melhor as coisas nessas situações que possam causar mal-entendidos.
Beowulf (rindo): Se refere ao quebrar?
Silua anui, séria.
Beowulf (rindo): Ufa, foi só isso. Por quebrar eu não me refiro ao que fiz com o pescoço de Hanzer há pouco, e sim a intimidá-lo ou quebrar a sua vontade de maneira que ele fale. Nem sempre a tortura física é a melhor maneira de fazer com que um homem fale, mas às vezes pode ser menos severa e maligna do que a mental
Silua: Bem, vamos deixar isso de lado e terminarmos por aqui. Como se sentem agora?
Irthos (suspirando, rindo um pouco): Que bom que nos entendemos. Quanto à sua pergunta, Silua, estou ótimo, muito obrigado.
Beowulf: Aye, eu também, logo meu ombro estará bom novamente, só preciso de um tempo para repousar o braço. (eu mexo o braço com força, sentindo os músculos e os ossos voltarem ao lugar)
Irthos (rindo): Uma dúvida Beowulf, se queria tê-lo deixado vivo, que raios foi aquele golpe de braço que você deu nele antes de eu finalizar com ele? Pude ouvir metade dos ossos dele estralando, achei até que ele ia morrer com isso mesmo.
Beowulf (rindo): Eu não disse que queria, disse que deveria
Silua: Eu começo a revistar os corpos e depois faço o mesmo com a cabana, procurando por tudo que seja importante ou simplesmente útil para nós.
GM: Você pega as armaduras e armas, embora algumas estejam já bastante destruídas pelo combate. Pega também alguns anéis e amuletos que pareçam interessantes, além de braceletes e botas. Em suma, pega tudo que lhe pareça valioso, inclusive suas algibeiras com uma certa quantidade de platina. Procurar para ver o que encontra dentro da cabana
GM: [BOX] Silua -> Skill [Search] [23] [1d20+18 = 23]
GM: Você revira a cabana, abrindo as gavetas em busca de algo. Encontra um pergaminho que parece ser uma carta endereçado a um tal de Razhal. No pergaminho estão contidas instruções sobre dois rituais complexos. Pelo que consegue entender, um deles descreve um ritual para corromper um humano, usando sangue de Rakshasa e de uma virgem. O outro parece ainda mais complexo e fala sobre como refazer a corrupção em alguém que já teve essa corrupção removida
Silua: Eu leio preocupada o conteúdo do pergaminho, lembrando de ter visto esse nome, Razhal, em outro pergaminho na casa dos Aother. Depois saio da cabana, levando o mesmo.
Beowulf (preocupado): Pela demora e pela sua cara, encontrou algo
Irthos: Eu termino de limpar o sangue de ambas as espadas enquanto encaro Silua, indagador e igualmente preocupado.
Silua (anuindo, séria): Eu encontrei esse peragminho, o destinatário é o mesmo de um que encontrei na casa dos irmãos, e cita dois rituais. (eu mostro a eles).
Irthos: Eu bufo irritado ao ver o conteúdo dos pergaminhos.
Irthos: Um motivo a mais para termos mantido-o vivo, e dois para o matarmos da pior forma possivel. As coisas estão se tornando cada vez mais complicadas para todos nós. Eu descubro que meu “irmão” quer se tornar deus e que por enquanto não posso matá-lo sem que minha alma seja aprisionada pela eternidade entre o vazio e o nada. E agora esses malditos descobrem como corromper novamente antigos amaldiçados!
Beowulf (anuindo): Aye, e eles tentaram fazer isso em Silua, e por sorte falharam. Ou pior ainda, não falharam (eu encaro Silua, preocupado)
Silua (anuindo, séria): Pelo o que ouvi eles falando e pelas reações do rakshasa durante a luta, pelo jeito ele não sabia do meu lado celestial. Isso deve ter afetado a tentativa dele de me corromper como fizeram com outros discípulos. Mas mesmo assim prefiro que me examinem no templo para ter certeza de que não ficou nada residual.
Beowulf (anuindo): Aye, é melhor mesmo. Não podemos arriscar tanto, e é por isso que devemos cavalgar o mais rápido que pudermos direto em direção ao templo. (eu retiro o baú em forma bastante pequena do cinto) Melhor guardarmos o que saqueamos dos três e queimarmos os corpos antes de partirem
Matheus E (Beowulf): partirmos*
Irthos: Eu anuo, ajudando a guardar tudo que foi recolhido por Silua e a empilhar os corpos num bom local.
Silua: Se pretende queimá-los, melhor não o fazer aqui, já que não estamos numa clareira e não quero correr o menor risco de colocar fogo na floresta.
Beowulf (rindo): Silua (eu aponto na minha direção)
Irthos (rindo): Silua deve estar é com medo dos entes
Silua (séria): Eu sei, mas você garante que o fogo não irá atingir as árvores? Elas estão muito perto.
Beowulf (rindo): Eu é quem deveria estar com medo dos entes com você aqui por perto, Irthos. (encarando Silua) Aye, elas estão molhadas com a neve, dificilmente incendiarão
Irthos (anuindo, rindo): Em ultimo caso, Beowulf consegue apagar algo antes que se torne pior. E sempre podemos acrescentar um pouco de gelo à mistura.
Silua (anuindo): Tudo bem, só certifique-se que o fogo esteja totalmente apagado quando partirmos. Não quero uma faísca sendo levada pelo vento e achando um pedaço de madeira seca.
Beowulf: Eu junto os corpos dos irmãos e do Rakshasa numa pilha próxima à colina ao lado da cabana. Eu rio
Beowulf (rindo): Se estivesse em Isa teria feito algo ainda, mas vocês provavelmente iriam rir de mim (eu crio uma chama em minha mão e a aproximo dos corpos deles. As chamas ardem com força e fúria à medida que conseomem os corpos deles. Eu os encaro queimando, com um sorriso no rosto. Mantenho as chamas sob bastante controle e quando nada mais do que cinzas restaram eu as transformo em uma figura de um dragão e de um tigre, fazendo o dragão engolir a cabeça do tigre antes de dissiparem-se no ar. Encaro Silua, rindo) Sem ofensas
Irthos: Eu rio alto.
Silua (rindo): Ao menos não foi uma onça. (mais séria) Embora os Aother deveriam ter sido transformados em chacais, porque não passavam de carniceiros.
Beowulf (rindo): Chacais? Soa engraçado falar isso, chacais (eu gargalho com vontade)
Irthos (rindo): Muito. Uma pena que não estamos numa clareira, queria poder fazer o mesmo com a casa, caso seja usada por mais de um cultista como refúgio.
Beowulf: Basta destruirmos ela ao invés de queimarmos
Irthos: Seria interessante o fazermos, eu acho (eu encaro ambos, indagador)
Silua: Por mim tudo bem
Beowulf: Eu rio e pego o machado de Ulzark, aproveitando o grande tamanho dele para destruir a casa
Irthos: Eu anuo e ajudo a destruir a casa, tomando cuidado com os movimentos de Beowulf e os destroços que voam a cada machadada.
Silua: Eu ajudo a destruir a casa também.
A casa é destruída logo, não restando mais do que algumas pilhas de madeira no final
Beowulf (rindo): Eu podia me acostumar a isso (eu coloco novamente o machado de Ulzark no baú), sinto meus movimentos poderosos usando as duas mãos, mas sinto falta do peso do escudo no braço
Silua ri,
Irthos (rindo): Não dê esse machado a mim então, se ja nao gosta de ser atngido com a Hyinen.
Beowulf (rindo): Você não se daria muito bem com ele, seus movimentos são rápidos demais. Precisos, porém com pouca força. Com uma arma como essa o importante é acertar uma única vez, e fazer isso com a maior quantidade de força que tiver. Não é nada bonito ver alguém ser atingido por um gole desses, já vi um homem ser fatiado ao meio por um golpe de uma dessas armas
Irthos: Não precisa humilhar também, mas concordo. Eu tentaria girar esse machado com a velocidade que o faço com a Hyinen, e na mesma quantidade de vezes, o que provavelmente o faria escapar das mãos ou deslocar meus pulsos.
Beowulf: E me atingir
Silua (rindo): Bem, se já terminaram de discutir machados, acho que podemos voltar para onde deixamos os cavalos.
Irthos: “Acho”? Demonstre segurança! Diga que vamos e comece a ir, os outros que a sigam ou fiquem pra trás! Até porque, eu vim de teleporte pra cá, estou um pouco perdido com relação a de onde viemos.
Beowulf (rindo): Aye, eu mal faço idéia de onde estou. Acho que para eu sair daqui, o mais fácil seria derrubar todas as árvores
Silua: Não comigo aqui. Irthos, ajude-o pra não ser atingido pelos galhos. (eu começo a andar, nos conduzindo de volta ao ponto da estrada onde deixamos os cavalos).
Irthos: Aye aye patrulheira, tirar as árvores do caminho de
Irthos (rindo)): Aye aye patrulheira, tirar as árvores do caminho de Beowulf! (eu a sigo, guiando Beowulf e cortando todos os galhos pelo caminho ao invés de desviá-los, antes de receber um olhar mais severo de Silua e buscar um caminho com menos galhos)
Beowulf: Eu sigo atrás de Irthos, feliz em receber um número menor de galhadas no rosto. Por fim, me irritdo e ergo o escudo, acompanhando o caminho olhando para os pés de Irthos. Após ouvir um ranger forte de um galho mais acima e quase rachar uma árvore, eu decido que é melhor levar algumas galhadas na cabeça. Acalmo Gunnfaxi, dizendo para ele já se preparar porque cavalgaremos intensamente
GM: Vocês chegam até a estrada em um tempo menor, Silua passa ao lado co círculo de magia, olhando o círculo com atenção e desgosto
Silua (pensativa, triste): Aqueles canalhas chacinaram um filhote indefeso e certamente a mão dele também. Espero que ao menos ambos estejam ao lado de Bast agora. (eu guardo o pergaminho no porta-mapas e o recoloco num dos alforjes, antes de montar em Asad).
Irthos: E que os canalhas estejam queimando nos infernos de uma forma pior do que seus corpos o foram (eu monto em Skyggnir, desfazendo a transformação para seguirmos viagem.
Beowulf: Eu monto em Gunnfaxi também
Beowulf: Estes malditos teriam sido um bom exemplo para eu lhes mostrar a Águia de Sangue. Todos prontos? (eu acariciou o pescoço de Gunnfaxi e vejo o garanhão se preparando para seguir cavalgando)
Silua: Eu anuo e começo a cavalgar.
Irthos: Eu anuo, começando a cavalgar. A brisa fria que sopra na estrada é animadora e me anima a seguir em frente.
A alvorada vem e se vai há tempo quando podem ver a entrada para a passagem na floresta que dá no Templo de Bast. As muralhas da cidade pela qual passaram não passaram de um borrão acinzentado na tênue luz da manhã. Ao verem as árvores quase sem folha alguma, veem o quanto a floresta mudou através das estações. Sentem-se cansados, porém nem de perto comparado com seus cavalos, até mesmo Gunnfaxi parece tremer um pouco do suor sendo esfriado pelo frio vento de meados da manhã
Silua (cansada): Finalmente, estamos quase lá, e tanto nós quanto os cavalos poderemos ter um descanso.
Irthos: Aye, todos eles estão de pé mais por força de vontade do que qualquer outra coisa (eu acaricio o pescoço de Skyggnir)
Beowulf: Eu poderia beber um pouco de hidromel e adormecer aqui mesmo na neve (eu bocejo) Faz tempo que não passo mais uma noite em claro, acho que estou desacostumado
Irthos (rindo): Elísio. Bem, Silua, seja nossa guia. Faz tanto tempo que só me lembro do ate aqui, e do templo em si, mas n
Cleber (Irthos): *nao o até lá.
Silua (rindo): Podemos acordar um pouco com um banho no laguinho antes de entrarmos no templo. Ao menos não iremos assustar ninguém como da outra vez por estarmos ensanguentados.
Beowulf (bcejando): Não contem comigo para isso.
Silua: Eu rio e começo a guiar Asad pelo caminho entre as árvores que levam ao templo de Bast.
Irthos (rindo): Um banho num lago, certamente frio e a essa hora da noite!!! Era tudo que eu estava precisando mesmo! (eu sigo Silua, disfarçando o sono com a ansiedade)
Matheus E (Beowulf): é manhã Irthos
Cleber (Irthos): é o sono
Cleber (Irthos): do Irthos
Silua (rindo): Noite? O somo está pesado mesmo, hein Irthos?
Irthos: Eu anuo, rio e continuo a cavalgar.
Beowulf (bocejando): Vamos logo para lá, certamente Morgause e os outros discípulos ainda gostarão de uma explicação antes de podermos descansar
Silua lhes gua atrabés das árvores e das depressões até conseguirem ver a encosta da montanha, quase uma hora depois. Seus cavalos estão tão exaustos quanto vocês. Azreth dorme profundamente, enroscado no pescoço de Irthos
Silua: Chegamos (eu desmonto e guio Asad e Oathorn até os estábulos perto do templo, tiro o posta-mapas do alforje e depois sigo com meus amigos rumo ao templo).
Beowulf: Eu desço cambaleando, mas me recomponho para tirar toda a armadura de Gunnfaxi. Agradeço a ele, dizendo que poderá descansar por bastante tempo agora. Depois sigo até junto de Silua
Irthos: Eu desmonto de Skyggnir, guiando-o ate os estábulos, onde o deixo para que descanse, inclusive tirando-o a armadura para que fique mais confortável. Sigo junto de Beowulf e Silua até o templo.
Beowulf: Quer falar com alguém ainda hoje, Silua?
Silua: Pretendo falar ao menos com Morgause. E se Baltah estiver aqui, ele também irá querer saber.
Beowulf: Não querendo parecer rude, se importa de me apontar um lugar para dormir? Não farei grandes coisas e é provável que eu esqueça de algo na presença de Morgause
Irthos (anuindo): Eu ja iria me esquecer de algumas coisas assim, imagine com sono. Mas irei junto se julgar necess
Cleber (Irthos): *necessário (eu bocejo levemente)
Silua: Não me importo não, afinal os quartos de hóspedes servem para isso mesmo (eu rio um pouco e entro no templo, cumprimentando os servos do templo e os felinos que encontro pelo caminho, deixo meus amigos nos alojamentos dos hóspedes antes de seguir rumo ao salão da Deusa)
Beowulf: Eu sigo até o quarto de hóspedes, cumprimentando todos no caminho com um aceno de cabeça. Ao chegar lá, eu simplesmente tiro o peitoral, a espada e o escudo, deixando o restante da armadura antes de beber um longo gole de hidromel do chifre e cair na cama. Adormeço quase instantaneamente, roncando profundamente
Irthos: Eu anuo, bocejando, e sigo pelos corredores com Silua, mal lembrando de por onde passei até os quartos de hóspedes, cumprimentando brevemente todo mundo pelo caminho. Removo meu equipamento antes de deitar – e removo Azreth de meu pescoço antes de deitar sobre ele, bem a tempo, eu penso rindo. Adormeço quase na mesma hora.
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Grande amante de diversos estilos de Metal, incluindo Power, Folk, Pagan e Viking, passou a jogar RPG por influência dos amigos e desde então nunca parou. Leitor ávido, adora livros de fantasia, e vem atualmente lutando para vencer uma lista de livros que não para de crescer. Nerd e gamer, a carreira de desenvolvedor de software lhe foi uma escolha óbvia e gratificante. Também é pagão, vendo seus ideais representados na religião de seus antepassados.
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Esta entrada foi postada em quinta-feira, 2 dezembro 2010 às 22:12