Irthos: Ao final de nosso treinamento, eu paro para descansar, animado com os resultados.
Irthos (animado, arfando): Belo salto Silua! Estamos começando a pegar o jeito.
Silua (rindo): Acho que me entusiasmei em fazer esse tipo de coisa desde que pulei por cima de Ulzark na nossa batalha.
Beowulf (rindo): Aye, por pouco não levei uma rabada na orelha. Foi um belo salto mesmo, acho que quando chegar a hora que precisarmos fazer isso, não teremos problemas
Silua (anuindo): Verdade.
Irthos: Eu anuo, animado.
Irthos: Vamos voltar então? Ver se dispomos dessa mesma agilidade para com os gatos do templo ao entrar lá com o javali?
Beowulf (rindo): Bom, depois que descobrimos que é mais fácil se desviarem de mim do que o contrário, acho que teremos problemas
Irthos (rindo): Ah é, esqueci deste pequeno fato. Ou não.
Beowulf (rindo): Um pouco difícil esquecer depois de eu ter lhe derrubado duas vezes, heh?
Irthos (rindo): Pense positivo (eu ajeito minhas coisas, voltando a colocar a mochila nas costas. Limpo as armas e fico pronto para voltarmos ao templo)
Beowulf: Eu embainho a espada e olho pro meu escudo e pro javali
Beowulf: Alguém consegue levar o Skjörd?
Irthos: Eu vou até onde está o escudo e o pego, carregando-o.
Irthos: Alguém está grato em ajudar.
Beowulf: Eu anuo e ponho o javali nas costas. Afastando do rosto com um movimento de cabeça o sangue que escorre do corte feito por Irthos
Beowulf (bufando): Desse jeito vão achar que fui atacado. (eu encaro o meu braço e rio) Não que não tenha sido, obrigado pelo curativo Silua, ao menos já parou de arder
Irthos (rindo um pouco): Eu bem que podia tê-lo cortado com menos intensidade , mas foi dificil pensar nisso no momento.
Silua (rindo): Ao menos o javali é tão grande que dará para nós e ainda poderemos fazer um belo banquete pro resto do templo.
Beowulf: Aye, servirá para aumentarmos o ânimo do pessoal por lá. Quer ir na frente e tranquilizar nossos amigos peludos? Odiaria terminar o dia repleto de arranhões e mordidas
Irthos: E por mais que adoraria ver a cena, teria que estar atento também, o “aroma” também está parcialmente em nós.
Silua (rindo): Bem, acho que teremos que separar uma parte para eles também, senão não garanto a segurança do javali…
Beowulf (anuindo): Aye, como queira. Mas garanta que seja so javali e nada de urso do norte, aye?
Silua (rindo): A do javali é mais interessante para eles.
Irthos: Sem mencionar que a do urso ja foi devidamente mastigada por dragões, lobos e todo o tipo de criatura, a mistura de tanta baba com a cerveja que ele ja tem no sangue não deve ser muito apetitosa.
Beowulf (bufando): E eu achando que você se preocupava comigo
Silua ri.
Beowulf: Eu ajusto o javali nas costas novamente, segurando-o pelas presas agora.
Irthos (rindo): Mas estou. Entre você e o javali como minha refeição, eu escolheria a segunda opção.
Irthos: Eu começo a caminhar de volta ao templo, seguindo o caminho levemente memorizado da ultima vez em que estivemos aqui – e contando com algumas correções por parte de Azreth.
Silua: Eu sigo ao lado de Irthos, observando quando Azreth parece ajudá-lo a seguir o caminho.
Beowulf: Eu bufo e sigo mais atrás, carregando o imenso javali nas costas. Vez e outra fico trancado numa árvore, bufando e fazendo força para desprender a mim e ao javali, fazendo a árvore ranger. Assim que vejo o templo mais à frente, eu paro, os braços já tremendo um pouco do esforço
Silua: Quer descansar um pouco antes?
Beowulf (rindo): Nay, estarei melhor assim que me livrar desse peso. Carregar ele nas costas é um pouco desconfortável, heh. Mas lide com seus amigos antes enquanto eu levo ele para as cozinhas. Aliás, você que conhece melhor isso aqui, deixo ele por lá mesmo ou em algum outro lugar?
Silua: Tem uma pequena sala junto à cozinha que serve justamente para armazenar as coisas que irão ser feitas durante o dia, vamos deixar lá, e de tarde iremos lá para limpar e preparar a carne para a janta, já que considerando-se a hora, mesmo com você assando, seria bastante difícil limpar, cortar em pedaços e assar tudo a tempo para o almoço.
Beowulf anui
Irthos: Se não tivessemos treinado, isso até seria possível. Bem, estarei por perto de Beowulf, em ultimo caso.
Silua (anuindo): Vamos lá então, eu mostro onde é (eu espero Beowulf se recompor novamente e sigo para dentro do templo, avisando os irmãos felinos que encontro para deixarem meus amigos levarem a carne e que mais tarde irão receber uma parte também, seguindo rumo à cozinha para avisar os responsáveis pela mesma sobre o que estamos trazendo e ajeitar um lugar para o mesmo.
Beowulf: Eu entro no templo atrás de Silua, trazendo o javali nas costas. Olho para os animais que me olham, encarando-os com um olhar pouco convidativo. Sigo atrás de Silua até o local, onde largo o javali. Começo a mecher os ombros com vontade, tentando diminuir o cansaço.
Irthos: Eu sigo indiferente logo atrás, embora encare alguns felinos pelo caminho.
Conforme adentram no templo, os animais parecem já notar o cheiro de sangue e da carne. Alguns se portam de maneira irritada devido ao cheiro de sangue, já outros se mostram curiosos. Quando Silua entra, eles parecem se acalmar um pouco, mas mantem-se atentos. Ao verem Beowulf com a carne, eles o olham passar, com uma expressão duvidosa. Os discípulos que veem a cena demostram uma expressão de assombro em seus rostos. Quando finalmente deixam o javali na sala ao lado da cozinha, os responsáveis pela cozinha não conseguem segurar uma expressão de assombro
Discípulo (espantado): Em nome da deusa, isso é um javali ou um monstro?
Silua: Um javali mesmo, embora enorme.
Discípulo: Acharam ele na floresta?
Silua anui.
Beowulf (anuindo): Aye, Silua o encontrou. Animais desse tamanho geralmente vivem afastados, não sei como ela conseguiu o encontrar
Silua (rindo): Bom faro.
Irthos: Eu anuo, rindo.
Discípulo: Falando em faro, (ele faz uma cara de riso)
Silua (rindo): Nós sabemos, Beowulf teve um golpe de azar na caçada, embora ele tenha conseguido apanhar o javali para Irthos dar o golpe fatal. Nada que um bom banho não resolva. E não se preocupem com o javali, de tarde o limparemos e o ajudaremos a prepará-lo para o jantar de todos aqui.
Discípulo (curioso): Como assim apanhar? Não o matou com o seu arco?
Beowulf (bufando): Não se caça um javali com um arco
Irthos: Muito menos desse tamanho, a não ser que nós o acertassemos no olho. Foi preciso que Beowulf o imobilizasse para que eu lhe aplicasse o golpe final. Que fiz com mais força e profundidade do que precisava. (eu olho, rindo, para o ferimento do javali e para o sangue que há em Beowulf)
Discípulo lhes encara, incrédulo
Discípulo: Você anda com gente estranha, minha cara. Mas agora, saiam da minha cozinha antes que esse cheiro atraia os animais para cá
Silua (anuindo): O faremos. E não esqueça que pode deixar conosco o preparo do javali (eu saio da cozinha e sigo para a área de banhos, tirar o cheiro do sangue do corpo, que impregnou mesmo assim, mesmo não tendo levado um banho dele como Beowulf)
Beowulf: Eu saio também, me cheirando com vontade ao deixar a cozinha
Beowulf: Fede tanto assim?
Irthos: Eu saio da cozinha, tentando não rir.
Irthos: Silua deve estar querendo lhe morder tanto quanto aqueles felinos pelo qual passamos. E pela pressa dela, eu creio que está indo para a áre de banhos remediar isso. Vou segui-la antes que minha memoria me faça ter que seguir o cheiro de sangue (eu sigo Silua)
Beowulf: Eu sigo até a área masculina de banho, ainda me cheirando. Ao chegar lá, tiro a roupa e entro nas águas, me banhandoe lavando as roupas também. Assim que termino de tirar o sangue delas, as deixo do lado de fora das piscinas e fico relaxando
Beowulf (rindo): Bastante diferente aqui, heh Irthos?
Irthos: Bastante. (eu relaxo um pouco depois de terminar de lavar tudo) É um daqueles lugares que poderiamos passar algum tipo de férias quando tudo acabar, se não fosse é claro o fato de que temos muita boa companhia para o qual ficarmos quando isso acabar. E o fato de que Azreth tem medo de passar sozinho por alguns corredores devido às onças, leões e afins, ajuda. Mas sim, é diferente.
Beowulf (anuindo): Aye, o clima aqui ainda meio pesado também. Não deve ser boa a sensação de saber que uma hora você pode se tornar aquilo que sempre lutou contra. (eu começo a rir com vontade) Aye, não é nenhum pouco boa
Irthos: Não seria muito diferente em Isa se aqueles mercen
Irthos: O clima não seria muito diferente em Isa se aqueles mercenários tivessem tomado posse como Jarl. Ou por exemplo, se ao invés de sequestrarem os moradores de Rondall, eles fossem matando-os, um por dia ou algo assim, se eu não aparecesse.
Beowulf: Aye, e é exatamente por isso que sinto que preciso ajudar eles. O que infelizmente não é muito fácil já que sei pouca coisa sobre eles
Irthos (anuindo): O pouco que sabemos é que não servimos como isca. E ainda temos que torcer pra conseguir ajudar a isca quando for necessário.
Beowulf: Eu só acho que é melhor eu não falar mais muita coisa por aqui (eu rio um pouco), antes que resolvam me expulsar do templo. Melhor eu aprender que tem horas que é melhor deixar que quem entende mais do assunto fale sobre as coisas
Irthos (rindo): É por essas que você é Jarl de Nordenbeutel e não prefeito de alguma cidade aqui do continente, eh?
Beowulf (anuindo): Aye, incrivel como as pessoas mudam de um lugar para o outro, não é?
Irthos (baixo, rindo): Eu que o diga, Silua mora logo do outro lado das Gadafrik em relação a mim e veja a diferença.
Beowulf (rindo): É mesmo. Mas eu não consigo compreender algumas coisas, como aquela que Silua e Morgause ficaram irritadas comigo pelo comentário sobre aquela mulher. É porque elas são mulheres, aqui do continente, ou ambos?
Irthos (tentando não rir ainda mais): As mulheres conseguem ser complicadas quando querem. Como elas mesmo disseram, você fez soar como se não fosse importante lembrar que deitou com uma mulher. Isso aqui no continente é como dizer que ela é mais um bem do que uma pessoa pra você, uma frase que sairia provavelmente da boca de um Aother. Talvez ela achou também que, por você estar rindo ao falar, estive debochando do fato. É complicado mesmo. (eu penso por alguns instantes) Deve ser algo comparado a dizer pra um guerreiro Isan que lutou por seu país numa guerra que nem sabia que ele havia lutado e que não teria feito diferença.
Beowulf (espantado): Então eu as ofendi tremendamente.
Irthos (anuindo, rindo): Ah, sim, eu certamente não falaria mais que o necessário com Morgause por alguns dias se fosse você.
Beowulf: Acho que farei isso mesmo (eu saio da piscina e começo a secar as roupas usando a mão banhada em chamas bastante pequenas porém quentes) Vai precisar de ajuda para secar as suas também?
Irthos: Posso ao menos me decidir se respondo com sarcasmo sincero ou minto para lhe confortar?
Beowulf: Achei que talvez preferiria usar outras enquanto essas secavam
Irthos (pensativo): Eu não me importaria de ir molhado mesmo, mas não sei se gostariam que fizesse isso. Se puder secar pelo menos a calça eu agradeceria, tenho outra camisa na mochila.
Beowulf: Aye, claro. Eu não trouxe nada até aqui e não acho que sair andando nu pelo templo iria fazer com que me vissem melhor (eu termino de secar as minhas roupas e começo a secar a calça de Irthos)
Irthos: Eu agradeço, rindo um pouco, e vou até minha mochila buscar a outra camisa. Visto-a e aguardo minha calça ficar seca.
Silua: Após terminar meu banho e ficar relaxando algum tempo, eu me seco bem e coloco as roupas do dia anterior, que já estavam devidamente secas, enquanto as atuais são deixadas para secar naturalmente.
Beowulf: Eu entrego a calça para Irthos e começo a me vestir, no final ajustando melhor os anéis na barba e no bigode.
Beowulf (rindo): E essa sua barba e bigodes que não crescem, heh. Já descobriu o real motivo?
Irthos: Eu visto a calça.
Irthos (rindo): Segundo o pouco que Razgorith me contou, é algum tipo de efeito colateral relacionado à fusão de nossas almas, devido ao fato de que nosso retorno a esse plano não partiu por iniciativa de algum clérigo daqui me chamando de volta, mas ele nos mandando do outro plano de volta pra cá. Da ultima vez ele achou “interessante” o fato de que minha aparência, ignorando o porte fisico e outros que melhoraram, está cada vez “parecendo a mesma por mais tempo”. Não entendi o que ele quis dizer.
Beowulf (rindo): Para mim, sem barba alguma, você ainda me parece um garoto inexperiente.
Irthos (rindo): É bom que pensem isso. A surpresa é maior quando num segundo o garoto se transforma num meio-dragão e no outro ja estiver lhe congelando.
Beowulf (anuindo): Aye, é algo a ser considerado. De vez em quando eu penso em cortar um pouco da minha, mas graças aos deuses esse pensamento logo se vai. É melhor nos apressarmos aqui, antes que o almoço esfrie
Irthos: Sem mencionar que a ferrugem da idade e o peso da barba e cabelo interferem mais do que deviam na agilidade. Eu não teria a mesma se carregasse o mesmo peso de minha cabeça em barba como um anão. (após juntar todas as minhas coisas, eu vou para os refeitórios)
Cristiane (Silua): teste
Beowulf: Peso? (eu pego a barba em minhas mãos e começo a avaliar seu peso, solto uma expresssão baixa de confirmação e sigo Irthos em direção a cozinha) Não vai botar uma camisa ao menos?
Irthos (rindo): Bebeu aquela água do banho e ela continha essencia de bafo de dragão? Eu estou usando uma camisa.
Beowulf (rindo): Me referia a algo mais pesado. (eu entro nos refeitórios, procurando por Silua)
GM: Silua, já estava por lá ou ainda estava pelo templo?
Cristiane (Silua): Acho que devemos ter chegado mais ou menos juntos.
GM: Beowulf, você não consegue ver Silua, que está vindo logo atrás de vocês
Beowulf: Humm, nada? Irthos, sua visão que é melhor consegue ver ela? (rindo) Tem muitos parecidos com ela por aqui
[w] Irthos: a frase subentende que eu precebi?
[w] -> Irthos: Sim, tu conseguiu ouvir os passos dela mais atrás
Irthos (rindo): Tem mesmo, mas ela ainda não chegou. Ainda,
Silua (rindo): Ás vezes, olhar para trás também ajuda.
Irthos: Eu anuo, rindo.
Beowulf: Eu sobressalto, um pouco assustado
Beowulf (bufando): Silenciosa como sempre, aye?
Irthos: Mas querer que Beowulf saiba a diferença de som entre seus passos e dos outros discipulos era querer demais mesmo. Ainda mais quando somente um par de patas entre as dezenas está fazendo menos barulho que os outros.
Silua ri.
Beowulf: E some a esses o som do meu estômago. Com a caçada, o treino e depois trazer ainda quele animal para cá, eu poderia comer ele inteiro
Irthos (rindo): E com isso, fazer barulho suficiente para o mais pesado dos discipulos conseguir chegar sorrateiramente atrás de você. Mas em menor dose, também estou faminto. (eu procuro um bom lugar para sentarmos no refeitorio)
Beowulf: Eu acompanho Irthos até aquele lugar, mas ainda permaneço de pé
Beowulf: Está na minha vez de buscar a comida, aye?
Irthos: Aye!
Silua anui, rindo.
Beowulf: Eu vou até o local onde estão servindo e trago uma porção generosa de comida. Eu pensei em pegar um pouco mais, mas consegui parar a tempo. Repouso o que trouxe sobre a mesa antes de buscar a bebida e começar a comer e a beber
Silua: Eu me sirvo de comida e suco, almoçando bem.
Irthos: Eu me sirvo de tudo um pouco do que Beowulf trouxe, bebendo hidromel no processo. A cada olhar destinado a nós, verifico se ainda não estou com cheiro.
GM: Não Irthos, não está com cheiro algum
Beowulf (baixo): Silua, gostaria de lhe pedir perdão pelo que falei ontem a noite. Prometo que não mais se repetirá enquanto estiver aqui no Templo. Sei que isso poderia ter arranjado problemas para você.
Silua (anuindo): Eu as aceito, embora sei que não falou por mal, já que sua cultura também é diferente e que está tentando se ajustar.
Beowulf (anuindo): Tentarei não falar mais nada enquanto estivermos discutindo coisas mais sérias por aqui. Isso poderia não ficar com para você, que desconfiariam de seus companheiros
Irthos (baixo): Se aquele rapaz na cozinha espalhar que caçamos um javali atroz sem arco e que Beowulf foi capaz de agarrá-lo, ja seremos estranhos o suficiente. Toda vez que olham pra mim eu fico pensando que ainda estou com cheiro de sangue, embora sinto bem que não estou, ou se é apenas por sermos diferentes mesmo. Beowulf até que era o mesmo que da ultima vez, só mais barbudo e com uma aparência mais nobre, enquanto eu, bem, surgi um com um pequeno dragão nos ombros (eu rio um pouco).
Silua: Bem, uma boa parte do pessoal daqui viu Beowulf entrar carregando aquele javali, nem precisam muitos motivos para estarem curiosos.
Irthos: Eu anuo, rindo.
Beowulf (anuindo): As vezes eu acho que deveria me comportar de maneira mais normal. Mas então eu estaria negando quem sou, algo de que muito me orgulho. Não acho que me veriam como uma ameaça ou suspeito por ter trazido o javali daquela forma, ou veriam? (eu encaro Silua)
Silua: Não se preocupe Beowulf, eles apenas estão espantados com o que viram. Lembrem-se que eles estão habituados com algo que é perturbador para a maioria das pessoas lá fora, ou seja, os discípulos como eu.
Beowulf (anuindo): Aye, certo.
Irthos (pensativo): Não havia parado para pensar por esse ponto. (eu rio) Isso torna Azreth algo meigo e bonitinho, não? (o pequeno dragão bufa e mordisca minha orelha)
Beowulf (rindo): E ele alguma fez foi algo diferente, heh pequenino?
Silua (rindo): Lembre-me de apresentar ele aos felinos do templo depois do almoço, acho que se darão bem
Irthos: Azreth me pergunta se Silua se refere aos que tem o tamanho dele ou os que tem o tamanho dos monstros que enfrentamos. Eu rio alto, atraindo pelo menos cinco olhares intrigados.
Silua: O que houve de tão engraçado?
Irthos (tentando parar de rir): Por felinos, você pensou mais em gatos ou onças, guepardos e afins?
Silua (rindo): No geral.
Irthos: Então será divertido. (Azreth se encolhe um pouco)
Silua (rindo): Não precisa ter medo Azreth, felinos grandes são tão brincalhões quanto os gatos domésticos quando eles querem, e acho que se darão bem com você, após eu o apresentar a eles.
Silua: OU se preferir, pode brincar só com os menores que temos um monte por aqui também.
Beowulf (rindo): O pequenino está com medo?
Irthos: Ou podemos escrever “não é comida” em suas costas, tinta pra isso não falta (eu afundo o dedo no caldo da carne) Acho que com isso os menos brincalhões manteriam distancia, não acha Silua?
Silua (rindo): Felinos não são exatamente mestres em leitura, fora que usar caldo de carne para isso não é a melhor idéia.
Beowulf: Temos que trabalhar rápido no javali esta tarde. (rindo) Aliás, temos não, vocês tem, já que a minha tarefa será só assá-lo. Mas me avisem se precisarem que eu o carregue para outro lugar
Irthos (anuindo): Avisaremos sim. Quer a maneira menos discreta ou mais barulhenta de aviso?
Beowulf: Qual a diferença?
Irthos: Saberá a diferença quando chegar a hora.
Beowulf: Eu faço um som com a garganta semelhante a um rosnado
Beowulf: Silua, o que acha?
Silua (rindo): Não sei de nada, vocês dois que são adultos se ajeitem.
Irthos: Eu rio, então penso por alguns instantes e encaro Beowulf.
Irthos (pensativo, confuso): Eu posso jurar que Silua não se incluiu como um adulto, ou foi apenas minha impressão, meu nobre amigo?
Beowulf (rindo): Talvez, como se diz quando um animal é adulto?
Irthos: No caso das fêmeas?
Silua (exasperada): Vocês estão deturpando minhas palavras, eu só quis dizer que vocês são grandes que chega para resolverem essa discussão semp recisar me envolver também (séria) E não fiquem pensando bobagem.
Beowulf: Eu rio com vontade
Beowulf (rindo): Calma Silua, apenas uma pequena vontade. Então Irthos, eu escolho a barulhenta, só porque fiquei curioso
Silua: Não quero outra Krull por aqui (eu olho séria para ambos).
Irthos: Não se preocupe, não acordarei ninguém no meio da noite, e não virão atrás de mim com foices e ancinhos. Até porque, quem vir
Irthos: *quem virá atrás de mim não será bem alguem que pode segurar uma foice (eu sorrio de maneira maquiavélica)
Beowulf (pensativo): Por que eu não poderia segurar uma foice?
Silua: Se aprontarem demais, eu mesma vou estar no meio desse grupo que vai atrás de você.
Irthos (rindo): Estou brincando um pouco. Se eu aprontasse algo, nem sair voando adiantaria, tem uma dúzia de pessoas aqui que são bem capazes de deixar pelo menos trinta flechas presas em minhas asas antes que eu ganhe altura e distância suficientes, ainda mais no meio de uma floresta. Isso é, se Morgause não for capaz de usar a floresta em si contra mim (eu rio nervoso)
Cristiane (Silua): teste
Cleber (Irthos): nem tinha notado
Cleber (Irthos): o teclado numerico funcionando 456454466
Beowulf (bufando): Isso seria bem feito, sempre tenho medo de ter um pouco do suco feito por uma certa árvore dentro do meu caneco
Irthos (rindo): E mesmo sabendo que isso pode acontecer a qualquer momento, você vira o copo com entusiasmo. Sempre.
Beowulf (rindo): Hah, e desde quando esse Isän se intimida pelo medo?
Silua ri.
Irthos: É assim que se fala (eu termino de comer, esvaziando o restante do caneco). Bem, ao menos temos o que fazer durante a tarde. Odiaria estar com tempo livre para ter idéias.
Beowulf: Eu engulo o último pedaço de carme, fazendo-o descer com um gole igualmente grande de hidromel
Beowulf: Já viu seu Baltah já retornou?
Silua: Eu dou uma olhada para ver se ele se encontra no salão de refeições.
GM: Não, nem ele ner Morgause se encontram por perto
Silua: Não vi nada ainda, mas ele pode estar com Morgause, já que ela não está aqui.
Beowulf (anuindo): Talvez seja melhor você falar sozinha com eles, aye?
Silua (séria): Está com medo de encarar Morgause de novo?
Beowulf: Eu não quero é piorar a impressão que ela tem de mim. Como já disse, poderia prejudicar você com isso também
Silua: Você não disse que iria evitar o assunto em questão enquanto estivéssemos aqui?
Beowulf (anuindo): Aye, disse. Se quiser que eu participe, eu irei, e tentarei permanecer quieto.
Silua: Porque eu acho que até ficaria melhor se ao menos você pedisse desculpas, em vez de tentar evitá-la, como se não quisesse admitir o erro.
Beowulf: Só quero deixar bem claro que o erro foi ter mencionado isso, e apenas isso. (suspirando) Mas tudo bem, talvez é melhor eu me desculpar mesmo
Irthos (anuindo): Acho que a longo prazo ficará melhor mesmo.
Silua (anuindo): Vamos procurar ela logo então, e depois nos preocuparemos com coisas como o javali.
Beowulf anui
Irthos (preocupado): Por vamos, você quis dizer ´eu vou e vocês me seguem´, ou você está esperando que levantemos daqui e sigamos até lá por força de vontade própria?
Silua: Não entendi. Tu quer que eu arraste vocês?
Irthos: Eu me levanto, rindo.
Irthos: Eu estou aqui quase de espectador, afinal não devo desculpas e não conheço Baltah, seria estranho a iniciativa partir de mim. Aos aposentos de Morgause? (eu dou alguns passos na direção da saida do refeitório, olhando na direção de Silua)
Beowulf: Eu me levanto bufando
Beowulf (bufando, murmurando): Escamoso maluco…
Silua: Eu rio da reação de Irthos e me levanto também, e começo a seguir na direção dos aposentos de Morgause.
Beowulf: Eu sigo atrás de ambos, na direçao dos aposentos de Morgause
Irthos: Eu dou de ombros devido ao comentário de Beowulf e sigo na direção dos aposentos de Morgause.
GM: Vocês chegam até os aposentos de Morgause. Não há nenhum devoto guardando a porta, que está fechada
Silua: Eu bato na porta.
GM: Demora um pouco até ela ser aberta. Morgause lhes encara com uma expressão de nenhuma surpresa
Silua: Eu faço uma reverência respeitosa para Morgause, antes de perguntar se já falou com Baltah e portanto deseja falar novamente conosco.
Morgause: Ele está aqui comigo, por favor, entrem
Silua: Eu anuo e entro no quarto.
Irthos: Eu cumprimento Morgause com uma reverência e entro em seguida.
Beowulf: Eu também entro no quarto, cumprimentando Morgause com um gesto de cabeça
GM: Ela fecha a porta assim que entram, embora dispare um olhar de desgosto para Beowulf. Baltah está parado mais num canto, o rosto enfaixado. Ele parece respirar com um pouco de dificuldades
Silua (preocupada): O que houve, Baltah?
Ele dá um sorriso com o canto do rosto, embora pareça sentir o corpo todo doer
Baltah: O que você acha? Eles me pegaram ontem à noite, se não fosse o Fagulha, eu não teria chegado até aqui
Silua: Eles estão cada vez mais ousados mesmo.
Baltah (anuindo): E como estão. Mas Morgause me disse que você mesma também teve um encontro com eles
Silua (anuindo): Eles tentaram me corromper duas noites atrás, mas o ritual falhou.
Baltah: Me conte os detalhes disso, por favor
Silua: Nós estávamos vindo de Alog para cá e por sugestão de Beowulf, decidimos viajar durante a noite toda para chegar de manhã aqui. Durante o caminho, senti uma onda de energia maligna que me deixou sem fòlego e quase me derrubou do cavalo. Paramos os cavalos e entramos na floresta para investigar, onde achei um círculo desenhado no chão, com um filhote de onça dentro, sem a pele. Eu encontrei sinais deixados por quem havia estado ali e o rastreamos até chegar numa cabana, onde achamos um rakshasa e aqueles dois irmãos de Alog, os Aother.
Silua: Só que os Aother estavam mudados, tinham se transformado em meio-felinos também, mas com as feições distorcidas. Nós acabamos lutando com eles e os matamos, e foi antes disso que ouvi o rakshasa dizendo que havia tentado me pegar, mas não entendeu o porque do ritual ter falhado.
Baltah (anuindo): Morgause me contou que suspeitam que isso seja devido a herança celestial em seu sangue
Silua (anuindo): Ao menos é a única coisa que me distingue dos demais discípulos.
Baltah: Ela também me falou sobre o que ela tinha descoberto e contei a ela o que eu havia descoberto recentemente. A noticia é tão boa quanto ruim: Ravashatr está desesperado
Silua (séria): O que houve?
Baltah: Digamos que ele está devendo alguns horrores para os senhores dos infernos. E eles não gostam de quem não paga suas dívidas, como deve bem imaginar. Consegue ver por que isso causaria problemas?
Silua (anuindo): Ele vai tentar obter as almas das quais precisa cada vez mais rápido.
Baltah (anuindo): Exatamente. E por que isso é bom para nós?
Silua (anuindo): Indivíduos desesperados tendem a se descuidar mais e cometer mais erros.
Baltah sorri
Baltah: Isso mesmo. Mas nós não podemos fazer o mesmo erro. (ele se põe de pé, com algumas dificuldades) Morgause me contou do plano dela, eu também não gostei nenhum pouco.
Silua (séria): E você sabe de alguma maneira de fazermos isso de outra forma, sem enolvermos inocentes?
Baltah (anuindo): Sei, embora o risco é ainda maior.
Silua (séria): Nenhum risco seria maior para nós do que arriscar ferir ou até matar um inocente.
Baltah (rindo): Melhor não afirmar sobre o que não sabe. Me responda uma coisa: o que seria um problema ainda maior para o mundo: um inocente morto ou Morgause, eu e você correndo pelo mundo como feras assassinas?
Silua (séria): Claro que seria pior a segunda opção, porque mais gente sofreria com isso, embora isso não impeça que a gente ainda se sinta mal em fazer mal a apenas um.
Beowulf: Melhor que nós mesmos sofremos com as nossas próprias escolhas, é isso o que penso também. Mas essa tarefa envolve duas coisas bastante perigosas: encontrar um artefato há muito perdido e a outra, bem, precisamos de algum rakshasa vivo e capturado
Baltah: Melhor que nós mesmos sofremos com as nossas próprias escolhas, é isso o que penso também. Mas essa tarefa envolve duas coisas bastante perigosas: encontrar um artefato há muito perdido e a outra, bem, precisamos de algum rakshasa vivo e capturado
Matheus: oops
Irthos (curioso): Considero um artefato perdido mais dificil de ser encontrado que encontrar um rakshasa nesses últimos tempos. Continue.
Silua (anuindo): Se houver outra maneira de resolvermos isso, eu gostaria de saber, por mais perigosa que seja.
Baltah: Pode pegar o livro dentro da minha mochila ali? (ele aponta na direçao de uma mochila bastante surrada num canto da sala)
Silua: Eu anuo e vou buscar o livro na mochila para entegar a Baltah.
Baltah agradece e retira um livro surrado de dentro da mochila. Ele o abre, folheia e lhes mostra um mapa de Val’huhn, aparentemente bem antigo, já que as cidades que circulam a floresta e o lago não existem. Mas a floresta Vidara é facilmente reconhecida no centro do mapa
Baltah: Algum de vocês já ouviu alguma coisa sobre Vidara?
Beowulf: Eu faço que não com a cabeça
Irthos: Também não sei nada sobre ela.
Silua: Eu sei que o reino élfico fica lá dentro e que eles não gostam de forasteiros em sua capital (olhando para os amigos) Lembram daquele conjurador élifico que ajudamos? Ele tinha sido banido de lá
Beowulf: O do furacão?
Silua anui.
Irthos (bufando): Pergunto porquê.
Beowulf (tentando não rir): Não é um bom exemplo também.
Silua: Ele foi banido porque levou um amigo para lá sem permissão.
Baltah: Exatamente, forasteiros não são nenhum pouco bem-vindos por lá. Mas é lá que temos uma chance de resolver isso de uma vez, (ele folheia algumas páginas e lhes mostra a figura do que parece ser uma corrente) A Corrente de Prata, é como a chamam. Foi criada por um grande mago élfico há milênios. Segundo essa história, ela permite que acessar os pensamentos de outro, como se fossem os próprios.
Irthos: E pretendem usar isso pra ler a mente de um rakshasa e com isso, descobrir os planos deles?
Baltah anui
Baltah: Mas vocês acharam que o risco dessa tarefa era capturar o rakshasa ou adentrar em Vidara? (ele ri) Ah não, o grande risco disso tudo é a própria Corrente.
Morgause: E por que ela seria o risco?
Baltah: Por que ela funciona para ambos os lados. Assim que duas pessoas forem presas por ela, aquela que tiver a menor força de vontade será subjugada pela outra e sua mente estará completamente aberta a outra.
Silua: Ou seja, a menos que a pessoa que vá interrogar o rakshasa tenha uma grande força de vontade, ele irá saber dos segredos dela.
Baltah: Exato, e com isso ele saberia a localização do templo. E eu sempre suspeitei que Ravashatr tem maneiras rápidas de descobrir o que eles estão pensando, o que torna isso ainda mais arriscado
Silua (pensativa): A única maneira de garantir ao certo que isso não vazasse seria usar alguém de confiança de fora, que não saiba onde o templo fica, mas aí também seria arriscado para essa pessoa, principalmente se ela tiver entes queridos que possam ser ameaçados.
Irthos (anuindo): Sem mencionar que dependeriamos de alguém com uma extrema força de vontade ou tudo seria em vão. (preocupado) Resumindo então, precisamos apenas capturar uma criatura extremamente ardilosa de maneira que ela permaneça viva e consciente, então adentramos uma floresta de acesso proibido para não-elfos, roubamos um artefato, um de nós trava uma batalha mental com o rakshasa e se formos os vencedores, extrair tudo que precisamos em questão de minutos e sair da mente da criatura antes que seu mestre faça sua `inspeção´?
Baltah (irônico): Fácil, não?
Irthos (preocupado): É mais do que imaginava. Não é impossível, mas certamente é louco e arriscado. Até temos quem pudesse imobilizar um rakshasa, mas a questão é por quanto tempo. E ainda teriamos o problema de trazê-lo pra cá. A força de vontade, temos, a questão é saber o tamanho da do rakshasa. E garanto que esse artefato não será adquirido de maneira pacífica, ou pelo menos, sem feridos.
Baltah: O mais seguro seria conseguirmos o artefato antes do rakshasa, assim poderíamos nos livrar dele logo após termos feito a leitura de suas memórias. (ele começa a rir) Nem sei porque estou usando nós aqui, se o que Morgause me contou, eu deveria estar usando vocês.
Irthos: Eu balanço a cabeça, rindo.
Morgause: O que Baltah fala é verdade. Mesmo com algumas diferenças (ela encara Beowulf) acho que são a nossa melhor chance
Baltah: E então, vão aceitar?
Silua (anuindo): Nâo respondo por meus amigos, mas eu estou disposta a ir.
Irthos: Se meus amigos estiverem dispostos a mais essa loucura, então irei. Irritar uma nação élfica e ter a chance de colocar as mãos de um rakshasa de volta para o lugar estão na lista de coisas que pretendia fazer um dia mesmo!
Beowulf: Espero que visitar o nosso amigo ente não esteja nessa lista. Mas aye, eyu também irei. Depois do que Bast fez por mim em Isa, é o mínimo que posso fazer
Baltah (curioso): Bast lhe ajudou? Em Isa?
Beowulf: Aye. Um felino bastante inteligente para ser um animal normal nos guiou até onde a mulher que agora é minha esposa estava aprisionada
Baltah: Curioso de fato. Mas a Deusa sabe o que faz. (ele faz um cara de dor) Hoje à noite depois do jantar eu estarei em meu quarto, me procurem por lá. Eu descansarei e estudarei melhor essa lenda, podendo lhe dar mais informaçoes de onde procurar por algo nessa floresta, que não é nenhum pouco pequena
Silua (pensativa): Falando em Vidara, estava pensando em algo. Os elfos tem seus próprios deuses, mas também veneram alguns outros, entre os quais Ehlonna. Em Vidara, sendo uma grande floresta, devem haver muitos clérigos dela, com sorte talvez possamos conseguir alguma ajuda os lembrando que Bast e Ehlonna são aliadas em sua defesa do mundo natural.
Baltah: Embora a idéia pareça ser boa, é preciso tomar cuidado. Motivos semelhantes não necessariamente significa que sejam aliadas
Morgause: Muito sangue já foi derramado por aqueles que serviam o mesmo deus. Eu não dependeria disso por lá.
Irthos: Por mais confuso que soe, faz sentido. Seria muito mais fácil se o inimigo fosse comum.
Silua (séria): Eu sei, mas se a chance existir, não custa tentarmos.
Morgause: Qualquer tentativa é válida, é claro. Embora isso cabe a vocês decidirem quando estiverem por lá. Apenas lembrem-se que foram muito poucos que entraram naquela floresta e a deixaram com vida
Irthos: Acho que o mesmo pode-se dizer daquela caverna nas Colinas de Bronze, e o arquipélago Pata de Dragão, e aqui estamos nós. Saimos desses lugares com pedaços a menos na alma e no corpo, mas valeu a pena para a jornada como um todo. (rindo) Acho que é desnecessário pedir para que reze por nós, aye?
Baltah: Talvez as coisas não sejam assim tão dificeis. Ainda não tive tempo para ler esse livro com mais calma, o que gostaria de fazer agora
Irthos: Ao mesmo tempo, se são menos dificeis, quer dizer que as chances de nossos inimigos também aumentam.
Morgause: Acho que Baltah se referiu a floresta e o que lhes espera por lá, não?
Baltah: Exatamente
Irthos: Eu rio, sem jeito.
Beowulf: Vamos deixar-lhe descansar então. Nos veremos mais à noite. Mas antes, desculpe-me pelo que falei ontem Morgause, foi meu sangue e minha cultura Isän falando. Não sabia que seria tão ofensivo para você, eu sinto muito
Morgause: Agradeço pelas desculpas, Beowulf. Acho que não conheço vocês do norte muito bem para poder lhe julgar também
Beowulf: Eu anuo e saio da sala
Silua: E falando em hoje à noite, conseguimos algo para melhorar um pouco a disposição de todo mundo aqui. Um javali enorme, um autêntico rei da floresta, suficiente para todos nós e nossos irmão de quatro patas que estão aqui.
Morgause: Ouvi falar dele, é tão grande como me contaram ou foi só exagero?
Silua: Ele quase chegava ao ombro de Beowulf, em pé nas quatro patas.
Baltah (surpreso): Então é mesmo um animal gigantesco! Um animal desses poderia destruir a floresta em uma crise de raiva. Onde o encontrou?
Silua: A poucas horas de distância daqui, tinhamos saído de manhã pensando em pegar um javali e acabamos encontrando esse aí.
Baltah: Deve ter sido uma caçada interessante
Silua (rindo): Pergunte a Beowulf o que ele achou.
Irthos: A experiência foi, de fato, única. Pode narrar a eles, Silua, tenho certeza que sua versão será tão boa quanto a dele. E os méritos de achá-lo foram todos seus, afinal. Se me permitem (eu cumprimento Baltah e Morgause com uma reverência e saio da sala também)
Silua (rindo): Sempre se esquivando do assunto. (para Baltah) Eu o rastreei pela floresta, e quando o achamos, Beowulf decidiu pegá-lo do seu jeito particular, ou seja, com um legítimo abraço de urso. Só que ele escorregou e levou um tombo, embora não o tivesse largado, dando tempo para Irthos lhe acertar o golpe fatal no coração, (rindo ainda mais) o resultado foi um javali morto e um Beowulf empapado de sangue do mesmo…
Baltah (rindo): Um abraço? No javali? Pelos deuses, ele é louco?
Silua (rindo): Para quem já matou um urso de Isa no base do abraço…
Baltah (incrédulo): Em Isa são todos assim? Devo dizer que conheço muito pouco sobre aquele continente.
Silua (rindo): Um pouco, embora Beowulf seja extremado na maioria das coisas.
Baltah: Posso imaginar. Mas parabéns pela caçada, tenho certeza de que alegrará a muitos aqui esta noite
Silua: Obrigada. Nós iremos agora de tarde limpá-lo e prepará-lo para essa noite.
Baltah: Veremos se estarei forte o suficiente para ir até os refeitórios mais tarde
Silua (anuindo): Ficaremos felizes em vê-lo. Qualquer coisa, traremos uma boa porção para você. E se me permitem agora, os deixarei descansar (eu me despeço de ambos e saio do quarto).
Morgause fecha a porta assim que Silua deixa a sala. Beowulf e Irthos estao esperando logo ali perto
Beowulf: Achas que ela me perdoou mesmo?
Silua (anuindo): Não precisa ficar preocupado, ela viu que seu arrependimento foi sincero.
Beowulf: Eu pensei ter ouvido algumas risadas além da porta quando Irthos a abriu
Irthos (rindo): Deixei Silua com a incumbência de explicar como capturamos o javali.
Silua (rindo): Inclusive a sua participação, Beowulf.
Beowulf (rindo): O tombo, você quer dizer
Silua anui, rindo.
Beowulf: Eu vou ir ver como estão os cavalos, se precisarem de minha ajuda para limpar ou mover o javali de lugar me chamem
Silua (anuindo): O chamaremos. Vamos Irthos, temos um javali enorme para limpar (eu sigo rumo à cozinha e junto de Irthos começamos a limpar o enorme animal, separando uma boa porção no final, para ser distribuída aos felinos do templo, enquanto o resto seria assado).
Irthos: Eu anuo e sigo Silua de volta à cozinha, ajudando-a a limpar, com algum esforço e tempo, o enorme javali.
Vocês chegam até a sala ao lado da cozinha. O javali permanece no mesmo local, sobre a mesa. O peso e o tamanho dele se mostram um grande problema e nem com a força de vocês dois juntos o conseguem mover muito bem. Somente com horas de trabalho é que por fim conseguem terminar o serviço, deixando baldes e baldes repletos de tripas e outros órgãos internos
Silua (exausta): Ufa, demorou, mas enfim terminamos de limpar essse monstro (eu olho orgulhosa a pilha enorme de postas de carne de javali, prontas para assar)
Beowulf: Eu aproveitei enquanto Irthos e Silua estavam limpando a carne para ir até a floresta e colher uma pilha bem grande de lenha, quebrando algumas árvores mais fracas para juntar o suficiente
Irthos (cansado): Nem me fale, ele parecia maior depois que começamos a cortar. Ao menos rendeu.
Silua (rindo): E ainda rendeu um monte de miúdos para abastecer o templo de embutidos.
Irthos (rindo): Achei que parte disso era pros felinos, mas se você diz…
Silua (rindo): Uma parte sim, mas eles também vão ganhar da carne em si (eu mostro a carne separada, cortada em pedaços de diversos tamanhos e colocada dentro de alguns cestos, para facilitar levar até onde osfelinos ficam)
Irthos (rindo): A um ano atrás ficavamos tão contentes quando conseguiamos caçar o equivalente ao que há nos cestos.
Silua anui, rindo.
Irthos: E quer levar já agora pra eles?
Silua: Vá avisar Beowulf que a carne está pronta para ele assar, enquanto isso vou levando os cestos e começo a distribuir a parte dos felinos. (rindo) Se quiser, pode ajudar depois.
Irthos: Com você por perto eu até me arrisco (eu saio e vou procurar Beowulf para avisar-lhe)
Beowulf: Assim que vejo Irthos, eu o cumprimento, fazendo uma careta
Beowulf (rindo): Você esta fedendo a bosta de porco
Irthos (rindo): Acho que aquele javali tinha alguma coisa mal-digerida dentro dele, quase desmaiei quando o abrimos. Já terminamos de cortá-lo, pode ir lá e começar a assá-lo. Silua até me recrutou pra ajudar a distribuir a carne pros amigos de quatro patas dela, vamos ver o que vai dar.
Silua: Eu rio, pego um dos cestos grandes e levo até a caverna maior, onde os felinos maiores costumam ficar, enquanto dois dos ajudantes da cozinha levam outro cesto, ajudando. Ao chegar lá, meus irmãos felinos ficam animados com o cheiro e visão da carne. Eu os acalmo enquanto coloco os cestos no chão ao meu lado e começo a chamá-los um por um e lhes entrego as porções de carne, ao mesmo tempo que espero para ver se Irthos vai se aventurar a vim ajudar.
Beowulf (rindo): Vejo que não precisaram da minha ajuda. Eu aproveitei e juntei alguma madeira para assá-lo, (bufando) se duvidar eles comeriam essa carne crua ou cozida. Nay, um javali desses precisa ser assado. Seria um insulto a ele se não fosse assim
Irthos: Eu anuo, rindo, e retorno até a cozinha com Beowulf. Ajudo Silua com um dos cestos de carne, rindo nervoso da quantidade de felinos e rosnando de volta para alguns.
Beowulf: Assim que Irthos sai, eu pego o máximo de lenha que consigo carregar e me dirijo na direção da cozinha, começando a montar uma fogueira bem grande por lá. Acalmo o responsável por lá, dizendo para ele não se preocupar. Ao ver a exasperação do homem com a ideia de uma fogueira na cozinha, eu bufo e vou procurar por Silua, para me ajudar a convencer ele. Eu espero ela terminar de servir os animais e gesticulo, chamando-a
Silua: Irthos, eu vou ver o que Beowulf quer, se quiser me dar uma mão enquanto isso, poderia levar os dois cestos que sobraram, com a carne em pedaços pequenos para uma sala do templo que ele vai te mostrar (eu aponto para o ajudante da cozinha que havia ficado). Os felinos domésticos que vivem no templo se alimentam lá, se quiser pode até começar a distribuir enquanto não venho.
Silua: Eu sigo na direção de Beowulf.
Beowulf: Eu pareço um pouco impaciente
Irthos: Poderia como posso (eu pego os cestos com os pedaços menores, seguindo o ajudante até o local e distribuindo a carne, com mais tranquilidade desta vez devido ao tamanho mais comum dos bichanos.
Beowulf: Poderia me ajudar lá na cozinha? O cozinheiro diz que eu estou louco em fazer uma fogueira por lá.
Silua: Não culpo ele, afinal ele não sabe do que você é capaz. Em último caso, temos aquela clareira grande lá fora (eu sigo rumo à cozinha)
Beowulf: Eu sigo atras de Silua, impaciente
GM: Ao chegarem na cozinha, o cozinheiro parece exasperado
Cozinheiro (exasperado): Silua, ponha um pouco de bom-senso no seu amigo! Uma fogueira aqui dentro só vai servir para colocar fogo nas coisas!
Silua: Eu sei que parece loucura, mas eu convivo com Beowulf a quase um ano e lhe dou minha palavra como serva de Bast de que sua cozinha nada sofrerá.
Cozinheiro encara o Isän impaciente e Silua. Por fim, ao ver o olhar severo dele e o confiante dela, ele suspira
Cozinheiro (suspirando): Tudo bem, faça o que quiser.
Beowulf (animado): Ótimo! Devo terminar isso aqui em duas a três horas, menos se estiverem com fome
Silua: Lembre-se que dei minha palavra ao cozinheiro, portanto comporte-se (eu digo em voz baixa e séria ao passar por Beowulf saindo da cozinha e indo para a sala ver como Irthos está se saindo com os felinos menores).
Beowulf: Eu anuo com um gesto de cabeça e começo a preparar a carne. Primeiro coloco toda a lenha numa fogueira e faço diversas forquilhas ao longo dela, fazendo como se fosse uma linha. Após isso começo a colocar a carne sobre ela e a assar, me lamentando pelo javali não estar inteiro para ser assado. As chamas são fortes e assustam o cozinheiro que começa a gritar e a entrar em pânico ao meu lado. Eu me controlo o máximo que posso, fazendo uma e outra chama saltar na direção dele para acalmar-lhe um pouco.
[w] -> Irthos: Descreva como está se saindo com os animais, num act mesmo
Irthos: Eu distribuo carne de maneira igual a todos os felinos – ou ao menos, proporcional a seu tamanho. Me sinto um tanto mais confortável devido a estes serem menores que os anteriores. Sinto o que parece ser uma pontada de ciúmes de Azreth ao pensar o quão legal deve ser para os discipulos e demais membros do templo, poder conviver assim tão perto deles. Quase terminando – e muito menos sustos do que na sala anterior, vejo Silua entrando e a cumprimento, acenando, com um pedaço de carne ainda na mão. Um dos gatos salta sobre meu braço para tentar pegar a carne, ao que eu me assusto e, por reflexo, faço ambos voarem na direção da discípula. O gato cai perto dela, de pé, rosando levemente pra mim.
Silua: Eu rio um pouco ao ver a reação de Irthos e pego o gato ainda meio assustado no colo, acalmo-o e lhe dou o pedaço de carne que também voou na minha direção, depois o coloco no chão e ajudo Irthos a terminar o serviço, especialmente porque alguns dos gatos mais ariscos estavam receosos em se aproximar de um estranho para eles.
Cristiane (Silua): nós ouvimos os gritos na cozinha?
GM: Deu para ouvir sim o cozinheiro exasperado
Silua (suspirando): Isso que disse a Beowulf para se comoprtar…
Irthos: Pra deixar um javali daqueles pronto tão rápido, só sendo ele mesmo.
Silua (anuindo): Pela gritaria, as chamas devem ter ficado um tanto altas. Bem, terminamos aqui, vamos dar uma olhada para ver o que ele está aprontando e depois podemos tomar um bom banho, afinal ainda estamos sujos da limpeza do javali.
Irthos (anuindo): E cheirando a gato. Alguns mais que outros (eu concluo, rindo, indo na direção da cozinha)
Silua: Eu recolho os dois cestos vazios e sigo rumo à cozinha.
GM: Ao chegar na cozinha vocês podem ver um cozinheiro exasperado gritando com Beowulf. O Isän parece irritado, mas também parece ignorar o homem
Silua (séria): O que está havendo aqui? Ouvimos a bagunça lá na outra sala.
Cozinheiro (exasperado): Ele vai colocar fogo em tudo por aqui!
Beowulf (bufando, tentando se manter calmo): Nay, eu já disse que não vou. Não ache que esse fogo é normal, você não viu como eu o acendi? Se eu quisesse o apagar (eu encaro o fogo e me concentro, reduzindo as chamas até ficarem bem baixas) poderia fazer isso agora, aye?
Cozinheiro parece murmurar e xingar algo incompreensível
Beowulf: Eu volto a me concentrar e faço as chamas voltarem até o tamanho normal, um pouco exausto pelo esforço
Beowulf: E como foi com os animais, nenhum arranhão Irthos?
Irthos: Até que não. Ainda aproveitei pra praticar arremesso de peso.
Cleber (Irthos): *Até que não foi tão ruim
Silua (séria, para o cozinheiro): Garris, eu sei que parece que ele vai pôr fogo em tudo aqui, mas como você viu, Beowulf pode controlar as chamas, então não há risco para sua cozinha. Eu convivo com ele a muito tempo e já lidamos muitas vezes com fogos em condições controladas.
Cozinheiro (suspirando): Faça como quiser, apenas não me resposabilize por nada (ele sai da cozinha, pisando firme)
Beowulf (suspirando): Obrigado Silua
Silua: Apenas não me desaponte nisso. (eu enfatizo a seriedade das palavras com um leve arreganhar dos dentes, antes de olhar para Irthos) Vamos lá nos limpar, então?
Beowulf: Eu bufo um pouco irritado pelo comentário de Silua e volto a me concentrar na carne, temperando ela com algumas ervas da cozinha
Irthos (anuindo): Vamos. Acho que eu lembro o caminho (consigo sentir Azreth se exasperar levemente)
Silua: Eu vejo a reação de Beowulf às minhas palavras, mas não digo nada, afinal ele não é o único aqui que pode ser ameaçador. Eu saio da cozinha e vou tomar um bom banho, para tirar a sujeira e cheiro deixados por toda a atividade de limpexa do javali e distribuição da carne.
Irthos: Eu suspiro e acompanho Silua até os locais de banho, levemente perdido como sempre em locais fechados. Estranhamente, pareço sentir a presença de Azreth a cada curva em que estive em dúvida, como se ele estivesse tentando me ajudar a lembrar. Eu agradeço, rindo, e chego normalmente ao local, tirando com afinco toda a sujeira e cheiro, só saindo de lá quando acredito ter removido praticamente tudo.
GM: Ao sairem do banho podem ver que os discípulos começam logo a rumar para as mesas, conversando entre eles de maneira animada. A palavra javali pode ser ouvida diversas vezes. Os ânimos parecem ter melhorado bastante
Silua: Ao menos nossa idéia de animar o pessoal parece estar funcionando. (eu sigo para a cozinha, ver como está o progresso de Beowulf|)
Irthos: E tem como não se animar ao ficar sabendo que um javali de praticamente uma tonelada está sendo assado? Bem, vou pra lá também, podem precisar de ajuda (eu sigo Silua)
Silua (rindo): Que exagero, ele não tem nem meia tonelada…
Irthos (rindo): Eu estou falando como alguem que está a imaginar o bicho, não quem o viu.
Silua ri.
GM: Ao chegar na cozinha Beowulf parece animado, ignorando completamente Garris que corre de um lado para o outro, falando palavras sem muito sentido
Silua: Quase pronto? Temos um salão cheio de gente ansiosa pelo javali gigante.
Cristiane (Silua): coloca um rindo aí
Beowulf: Aye, está sim. Eu pedi para um que passava por aqui avisar os outros. (rindo) Garris parece que vai enlouquecer a qualquer momento. (suspirando) Uma pena que não deixaram o javali inteiro, seria uam visão ainda mais espetacular!
Irthos: Seria mesmo. Podiamos ter ele vivo também, pra você demonstrar como agarrar um com eficiência.
Silua: Eu sei, mas meus irmãos felinos preferem a carne crua a assada, então foi o que deu para fazer.
Beowulf (anuindo): Tudo bem, embora eles não ficariam felizes com os miúdos?
Silua (séria): Beowulf, se você estivesse no ligar deles e tivesse visto o javali, você ficaria feliz só com os miúdos?
Irthos: Eu anuo, rindo.
Beowulf: Nay, mas eu não sou um animal, aye? Imagino que na natureza eles não fazem questão. (suspirando) Mas não me dê muita bola, apenas como caçador eu gostaria de ver ele inteiro sobre alguma mesa bem grande!
Silua (anuindo): Eu entendo, embora seria necessário uma mesa bem grande e forte para aguentar o tamanho e o peso desse bicho inteiro (eu sorrio, tentando animá-lo)
Beowulf: Mas acho que aqui teríamos algumas bem resistentes… de qualquer forma, eu terminei de assar. Acalmem o Garris ou seja lá como for o nome desse maluco e deem uma maneira de arrumar alguma bandeja para mim colocar essa carne sobre as mesas
Silua (séria): Só não o chame de maluco, por favor. (eu me afasto e digo para Garris que a carne está pronta e ele pode ficar tranquilo agora sobre o fogo em sua cozinha, e que ele pode chamar os ajudantes para ajudar a levarmos a carne para o salão de refeições))
Garris não parece compreender Silua num primeiro momento. Depois ele se exaspera ainda mais enquanto começa a distribuir ordens
Beowulf (bufando): E tem como não o chamar de louco? Não que eu também não seja, é claro
Irthos (tentando não rir): Bem, vamos ajudá-lo, ou querer se intrometer agora vai deixá-lo ainda mais exasperado?
Silua (baixo): Você também não é nada diplomático nessas horas, Beowulf. (para Garris) Pode ficar tranquilo Garris, nós vamos ajudar, afinal nós é que estamos dando esse trabalho para vocês para começar. ( eu pego uma bandeja grande e começo a encher de carne e depois a levo para o salão, enquanto algusn ajudantes seguem na frente com bandejas menores)
Beowulf: Assim que Silua deixa a sala, eu suspiro, comentando com Irthos
Beowulf: Assim que Silua deixa a sala, eu suspiro, comentando com Irthos
Beowulf (rindo): Foi aberta a temporada de caça aos Beowulfs?
Irthos (rindo levemente): A segunda temporada (eu encho uma das bandejas maiores e ajudo Silua a levar a carne ao salão)
Beowulf: Eu bufo um pouco irritado e começo também a levar as bandejas, pegando as maiores e depositando sobre as mesas. Sorrio ao encarar os outros habitantes, que parecem bastante animados com a refeição. Assim que todos estão servidos, eu falo para Irthos e Silua
Beowulf: Eu vou limpar a cozinha antes de jantar, antes que Garris tenha mais algo contra mim. (rindo) Só guardem um pouco de carne
Silua (anuindo): Guardaremos. Não quer nossa ajuda antes?
Beowulf: Nay, podem ir lá. Só me prometa que não deixará o Irthos falar mal de mim se perguntarem sobre a caçada
Irthos: Sua definição de pouco é uma bandeja grande ou pequena? E se esse era seu problema, vá tranquilo então, eu não falo mal de meus amigos à qualquer um.
Beowulf (rindo): Grande, o que acha? Nay, eu estava brincando com você, vá lá e conte a todos eles uma história que eles jamais vão esquecer, porque essa temos como provar, aye?
Silua (ridno): Mesmo a parte do tombo?
Irthos: Tombo? O que vi foi Beowulf usar toda sua força e derrubar o javali, não é? (eu encaro Beowulf)
Cleber (Irthos): *e = para
Beowulf (rindo): Aye, enquanto este estava no chão. Foi um tombo heróico e uma luta pela vida no chão! (eu gargalho com vontade)
Silua ri.
Irthos: Viu? Nada com o que se preocupar.
Beowulf: Deixa eu começar isso aqui logo, tenho que terminar de apagar o fogo e juntar toda essa lenha que sobrou. Algum lugar onde posso guardá-la Silua?
Cleber (Irthos): u_u
Cleber (Irthos): teste
Silua: É só perguntar para um dos ajudantes da cozinha, ele lhe mostrará onde levar essa lenha.
Beowulf (anuindo): Certo, então nos vemos logo em seguida (eu sinalizo com a cabeça e começo a juntar a lenha que sobrou, apagando as últimas brasas que ainda ardem)
Silua: Eu anuo e sigo juntamente com Irthos para um lugar onde haja espaço para nós sentarmos juntos, e depois nos servimos de comida , deixando uma boa porção de carne separada para Beowulf.
Irthos: Às mesas então (junto de Silua, me sento numa das mesas, me servindo e comendo e bebendo)
E conforme esperado, mal vocês começam a jantar, a mesa ao redor já enche de fiéis de Bast pedindo para que a historia da caçada de tamanho animal seja contada. Muitos ali falam que um animal tão grande jamais existiria e seria caçado e que suspeitam que ele tenha sido alvo de um feitiço de crescimento
[w] Irthos: up to us now?
[w] -> Irthos: aye
Irthos: Eu rio um pouco ao ver que temos toda a atenção para nós e começo a contar tudo, de como Silua encontrou e seguiu seus rastros com precisão e velocidade tremendas, a Beowulf avançando sobre ele, agarrando-o e o imoblizando, e eu dando o golpe final. Narro com a mesma empolgação com a qual caçamos, com Silua a segurar o riso em alguns momentos onde exagero um pouco. Eu mesmo quase não o controlo ao mencionar que Beowulf “derrubou” o javali, mas felizmente consigo manter-me sério o suficiente para convencer.
GM: A platéia sorri e gargalha a ouvir a história. Alguns soltam alguns suspiros de apreensão em momentos. No final, todos sorriem e aplaudem, comentando a caçada com ânimo.
Silua: Agradecemos os aplausos e agora aproveitem essa bela refeição (eu ergo a caneca de suco, animada com a disposição renovada do pessoal do templo)
GM: Eles erguem seus canecos também e voltam a comer.
Irthos: Eu ergo o caneco – a muito tempo não mais o primeiro, a alguns de ser o último – e volto a comer, animado. Azreth tenta pegar um pedaço da carne separada para Beowulf – além da que ele já estava comendo, relativamente grande para o seu tamanho. Eu o encaro um tanto severo, ao que ele desiste da idéia.
Beowulf: Após terminar de limpar tudo, eu me lavo um pouco pela cozinha e vou até o salão, me sentando proximo de Irthos e Silua, faminto. Ergo o caneco e tomo um longo gole de cerveja, continuando depois do hidromel.
Beowulf: E então, como está a carne?
Silua (animada): Ótima
Irthos (animado): Aye, tão boa que Azreth quase não se contentou apenas com seu pedaço, apesar de ter comido só a metade até aqui (eu aponto para o pequeno, que concentradamente arranca pequenos pedaços de um pedaço maior)
Beowulf (rindo): Cuidado Azreth, é facilmente de se engasgar com carne de porco, ainda mais quando você não consegue engulir um pouco de cerveja ou hidromel depois para fazer tudo descer
Silua: Garris já estava mais calmo?
Beowulf: Não o vi por lá. Tenho evitado falar com ele, na verdade. Tenho a impressão de que ele não gostou de mim e portanto prefiro não lhe encomodar mais
Irthos (rindo): Não resolve as coisas, mas funciona (eu continuo a comer, e não tardo a ouvir Azreth bebendo água em longos e demorados goles de uma vasilha)
Silua: Garris só não está acostumado com outros atuando em sua cozinha. (rindo um pouco) Acho que nenhum cozinheiro gosta de forasteiros em seu local de trabalho…
Beowulf: Da próxima vez deixarei ele mesmo tratar do javali. Aliás só não fiz isso agora porque ele pretendia fazer um cozido dele! Pelas barbas de Wotan, um cozido!
Irthos: Eu gargalho com vontade.
Irthos (rindo alto): Acompanhado de um bom suco de frutas, eu presumo.
Beowulf: Eu encaro Silua e rio
Beowulf (gargalhando): Aye! Onde já se viu isso!
Silua: Nem todo mundo tem os mesmos gostos, Beowulf (eu olho para ele com seriedade fingida)
Beowulf (bufando): Danem-se os gostos! Só há uma maneira correta de preparar e comer um javali de uma caçada e é desta forma! (eu pego o pernil inteiro à minha frente e o levo à boca, mordendo com vontade, enchendo a barba de gordura)
Silua (rindo): Isäns…
Irthos (encarando Silua): O pior é que eu devo concordar com ele, melhor deixar o cozido pra quando for um porco, ou um javali de tamanho mais natural. Acompanhado de batatas.
Beowulf: Eu faço um som semelhante a um rosnado e balanço a cabeça negativamente enquanto continuo a comer
Irthos: Eu rio e fico distraindo Azreth enquanto Beowulf termina de comer. Ao questioná-lo como ele conseguiu, de certa forma, me mostrar o caminho pras salas de banho antes, ele me encara frustrado dizendo que não faz muita idéia do que aconteceu.
Beowulf: Eu termino de comer, bebendo hidromel em grande profusão, fazendo com que este também fique acumulado na barba, destacando ainda mais a gordura do javali. Eu limpo a boca com a barba e solto um sonoro arroto
Beowulf (rindo): Ao estilo Isän
Silua (rindo): Não quero nem ver o trabalhão que terá para tirar toda essa gordura e hidromel da barba (eu termino de comer, satisfeita)
Beowulf: Eu rio com vontade
Irthos: Remover?
Beowulf: Aye, porque eu faria isso?
Silua (rindo): Para evitar ficar tentado em querer comê-la depois?
Beowulf: Não chegaria a tanto. Eu comeria o pequenino antes! (eu encaro Azreth, gargalhando)
Irthos: Azreth bufa, encarando Beowulf.
Irthos (rindo): Eu temeria por Gunnfaxi depois, se um dia você tentasse. Sabe, não seria divertido ele ser paralisado no meio de uma corrida… com você em cima.
Beowulf (rindo): Ha! Não ache que ele é tão fraco quanto aqueles guardas. Às vezes acho que ele é mais forte e resistente do que eu, apenas esconde. (eu viro mais um chifre de hidromel)
Irthos (sorrindo): Penso o mesmo de Azreth. Esse jovem tem mais tempo livre que nós, e me disse que, baseado no que viu até aqui, eu teria boas chances de ser afetado por aquele seu sopro (eu rio nervoso)
Silua (rindo): Está receoso do seu meio-irmão?
Irthos (rindo): Pelo contrário, estou orgulhoso! Ele me disse que também vêm mudando desde o encontro com Bahamut, estou ansioso por uma demonstração. Não aqui (eu concluo a um Azreth orgulhoso que ja começava a estudar os outros presentes no salão)
Beowulf (rindo): E desde que não seja nos meus salões também.
Silua (rindo): Vamos ter que achar um bom lugar para ele demonstrar isso assim que der, então.
Beowulf: Eu pego outro pernil e começo a comê-lo com vontade
Irthos: Lugar? Como explicar, vocês não notarão diferença, porque a maior delas está na maneira como o sopro consegue quebrar a resistência do oponente, e portanto fazer efeito. O que mais seria visível seria a duração mesmo.
Beowulf (de boca cheia): Seria como a força com a qual você segura alguém entre os braços? Quanto mais forte, mais firme o aperto e mais difícil de escapar, aye?
Irthos (rindo): Algo assim. Exceto pra quem é abraçado, não haveria diferença visivel. A não ser é claro que a demonstração seja feita em algo vivo. O sopro que paralisa, mexe direto com os musculos e nervos da vítima, logo acho que alguém com o vigor de um mago seria o alvo perfeito. Azzet, por exemplo (eu concluo, rindo)
Silua: Você quer aumentar a implicância que ele já tem com conjuradores?
Irthos (bufando): Estraga-prazeres. Bem, ele pode demonstrar com alguém que teria chances de resistir, como eu.
Beowulf (rindo): Seria engraçado se ele lhe vencesse. Eu mataria um javali e lhe daria inteiro se conseguisse isso, pequenino
Irthos: Azreth parece se animar, agitando a cauda.
Beowulf (rindo): Acho que você está com problemas, Irthos
Irthos: Eu anuo, rindo.
Irthos (rindo): Mesmo assim, não aqui.
Silua ri.
Beowulf: Eu anuo e termino de comer e beber. Sentindo-me bastante satisfeito
Beowulf: Pretendem fazer algo antes de irem dormir? (rindo) Sinto que vou explodir (eu bebo mais um pouco de hidromel)
Irthos: Porque será? Eu só pretendia dormir mesmo, porque? Idéias?
Beowulf (rindo): Nay, eu só ia dizer que eu precisaria as recusar caso tivessem. Acho que o hidromel e carne nublaram um pouco meus sentidos, nós partiremos apenas após amanhã, certo?
Silua (anuindo): Mais que isso não é bom ficarmos, temos muita coisa imporante pela frente em nosso caminho.
Irthos: E uma boa noite de sono sempre ajuda depois de uma caçada dessas.
Silua: Amanhã poderemos decidir como encaixaremos a floresta élfica em nosso plano de viagem e poderemos praticar mais um pouco também.
Beowulf: Vamos planejar a viagem ainda pela manhã e praticaremos à tarde. Se impotam se eu for para Isa já à tardinha?
Irthos (rindo): Nem um pouco.
Silua (rindo): Está com pressa, é?
Beowulf (rindo): Aye, digamos que as noites em Isa são mais quentes do que os dias
Silua ri.
Beowulf: Eu iria agora mesmo para os quartos, mas não sei o caminho. Quer fazer algo antes de irmos dormi, Silua?
Irthos: Você não acabou de perguntar isso de maneira geral?
Beowulf (rindo): Mas você tem Azreth para lhe guiar
Silua (rindo): Dormiu noite passada lá e já se esdqiuece
Silua (rindo): Dormiu noite passada lá e já se esqueceu d eonde é?
Cristiane (Silua): enter antes da hora
Beowulf: Eu ergo o chifre de hidromel com uma mão, aponto para ele com a outra e então o viro
Beowulf (rindo): Sabe como é
Silua (rindo): Uma vez Beowulf, sempre Beowulf.
Irthos (rindo): A unica solução pra isso é beber menos, ou seja, você está eternamente perdido, Beowulf.
Beowulf (rindo): Aye, eu acho. Mas não consigo evitar, é mais forte do que eu
Irthos: É um néctar enviado pelos deuses, como evitar bebê-lo aye?
Beowulf (anuindo): Aye. Sabia que é exatamente isso que é para nós em Isa? Há até uma historia sobre como um deus o roubou dos gigantes e deu aos homens
Silua (rindo): Arrumando mais desculpas para beber?
Beowulf (rindo): Como se eu precisasse, aye?
Irthos: Eu anuo, rindo.
Beowulf: Eu me ponho de pé, bem menos tonto do que gostaria de estar.
Beowulf: Eu vou tomar um banho antes de ir dormir. O cheiro da gordura e da cerveja e hidromel em minha barba eu até aguento, mas fiquei com o cheiro da cozinha na minha roupa também. As salas de banho ficam para lá? (eu aponto na direção que acho ser)
Silua (rindo): Você nao toma jeito mesmo, não? Ficam naquela direção (eu aponto o caminho certo)
Beowulf (rindo): Então o nosso quarto ficara para lá (eu aponto na direção que tenho quase certeza ser)
Silua (rindo): Ao menos pela associação, você acertou.
Beowulf: Debaixo da terra eu me perco mesmo. Prefiro poder me localizar por árvores e montanhas. Acho que saberia a diferença de dois montes de neve, mas não conseguiria me achar numa caverna. (eu vou até os salões de banho, me limpando e relaxando na água quente)
Irthos (rindo): Bem, eu vou para os quartos então (eu sigo na direção dos quartos, desta vez com maior precisão)
Silua: Eu sigo ao lado de Irthos, rumo aos quartos.
GM: Vão dormir assim que chegarem nos quartos?
[w] Irthos: uhum
Silua: Chegando lá, eu me deito na cama e não demoro muito a adormecer.
Beowulf: Após lavar a mim e a minha roupa, eu me seco um pouco e sigo na direçao dos quartos, apenas de kilt. Estendo a camiseta e o resto das peças com cuidado para não acordar Silua e Irthos. Depois me deito na cama e adormeço, descansando.
GM: Dormem pesadamente, embalados pelo silêncio da caverna, quebrado apenas pelos costumeiros e ignoráveis roncos de Beowulf. Até mesmo Azreth adormecera bem, ainda dormindo quando Irthos desperta pela manhã, antes mesmo de Silua
Irthos: Eu me levanto, relativamente disposto, e me arrumo em silêncio. Me sento na cama e aguardo todos acordarem.
GM: Silua acorda não muito depois, também se sentindo bastante descansada
Silua: Eu me espreguiço com vontade e olho sorridente par Irthos, sentado na cama.
Silua: Dormiu bem?
Irthos: Melhor até que uma pedra, eu diria. Está tudo tão calmo que nem parece que é conosco.
Silua (rindo baixo): Até nosso urso particular deu para ignorar
GM: Beowufl também acorda, quebrando o som de sua respiração pesada.
Beowulf: Eu resmungo alguma coisa enquanto me espreguiço, tirando os pêlos e cobertas de cima do corpo, recebendo com alegria o frio da manhã
Beowulf (bocejando): Ah, eu dormi bem essa noite. Até o meu ferimento de caça parece estar melhor
Irthos: Eu só ficaria preocupado se você não roncasse.
Beowulf (rindo): Vocês aqui do Sul que são muito quietos
Irthos (rindo): Talvez por não termos a capacidade de esmagar um urso com as mãos, caso ele viesse investigar a origem dos barulhos?
Beowulf (rindo): O que isso tem a ver com os roncos?
Irthos: Você é um dos quais um urso não muito grande teria medo de chegar perto (eu me levanto)
Beowulf (bufando): Ainda não entendi, mas acho que é porque estou com fome. Será que sobrou um pouco da carne?
Silua (rindo): Talvez porque seus roncos parecem os de um urso?
Beowulf: Eu pareço confuso
Beowulf: Melhor esquecermos isso e irmos desjejuar
Irthos: Eu anuo, rindo, e saio do quarto, esperando meus amigos para irmos de vez ao refeitório.
Silua: Eu anuo, também rindo, e me junto aos meus amigos, seguindo juntos para o refeitório.
Beowulf: Eu sigo ambos até o refeitórios, desjejuando com vontade. Observo o movimento dos outros habitantes do templo
Beowulf (de boca cheia): Imagino que os que não estão mais amaldiçoados ou não se tornaram discípulos devam sair de vez em quando, aye?
Irthos: Eu começo a comer também, e encaro Silua enquanto mastigo.
Silua (anuindo): Sim, inclusive nem todos os que foram curados vivem aqui, alguns moram em outras cidades, mas em agradecimento servem de contato com o templo e ajudam os que o servem como podem.
Beowulf (anuindo): Imaginei. Afinal, não deve ser muito fácil viver a vida toda dentro de uma caverna. (rindo) A não ser, é claro, que você for um anão
Silua: Bem, temos toda essa bela floresta em volta também e várias atividades são feitas ao ar livre, como as hortas que abastecem a cozinha com vegetais não encontrados na floresta, por exemplo.
Irthos (atento): Acho que só mesmo um anão consegue viver sem sair debaixo de uma montanha mesmo.
Beowulf: Como se fosse uma pequena vila. Acho que por eu estar acostumado a viajar por ai que não sei se conseguiria passar quase toda a minha vida num mesmo lugar.
Irthos (anuindo): Ao menos já temos motivos para o fazer quando os motivos para estarmos viajando se findarem.
Beowulf: Não sei se mesmo quando tudo isso terminar, eu conseguiria ficar parado em Nördenbeutel. Isso se um dia terminar, é claro. Eu provavelmente viajaria pelos mares, buscando riquezas e novas terras
Irthos: Eu acho que conseguiria, embora deixaria um desses nossos anéis com esses dragões prateados que iremos visitar. Eles certamente não iriam recusar, magico e intrigante como o é. Só seria cômico se o testassem e um dragão do tamanho de uma casa de dois andares surgisse no meio do vilarejo…
Silua: Você quer fazer isso mesmo sem saber a personalidade deles?
Beowulf: Não sei se haveria do que desconfiar, afinal, eles foram nos indicados por Trogo. E eu respeito o conhecimento dele nessa área. Ele sabia mais sobre os ardentes do que eu
Irthos (anuindo): Citei um exemplo, mas concordo com Beowulf. E querendo ou não, um deles é, tecnicamente, avô de Azreth!
Beowulf (rindo): Heh, quase o seu também
Silua (rindo): Mas nem sempre filhos puxam exatamente iguais aos pais, veja o caso de Irthos e o pai dele, Irthos mesmo admite que não é tão sábio…
Beowulf (rindo): Ah, isso não é mesmo. Cairnwolf conseguiu me ensinar muito mais do que o filho
Irthos ri.
Beowulf: Treinaremos hoje pela manhã ainda, certo?
Silua anui.
Irthos: Alguém disse o contrário?
Beowulf: Nay, estava querendo ver se eu ainda lembrava corretamente
Beowulf: Eu engulo o que sobrou da comida, fazendo ela descer com o hidromel do chifre. Coço a barba
Beowulf (coçando a barba): E tenho a impressao de que combinamos algo para a tarde…
Silua: Íamos discutir como encaixar a floresta élfica em nossa viagem
Beowulf (anuindo): Aye, obrigado Silua! Vamos lá então?
Silua: Eu anuo, engulo a última porção de comida e me levanto, pronta para irmos treiinar.
Irthos: Eu termino de comer e me levanto.
Irthos: O lugar ainda é o mesmo, aye?
Beowulf: Aye, eu quero treinar um pouco outras coisas também. Alguém lembra se há pedras, das grandes, por lá?
Silua (anuindo): Tem algumas ali perto.
Beowulf: Ótimo, faz tempo que não faço força de verdade. Temo que se uma hora eu precisar, vou estar enferrujado. Como daquela vez na ilha
Irthos: Depois desse treino então, quem sabe se um dia eu precisar de um impulso extra pra voar, você poderá o dar?
Beowulf: Podemos tentar. (rindo) Seria uma espécie de investida aérea arremessada?
Irthos (rindo): O nome não ficou tão ruim quanto provavelmente será a primeira tentativa. Se eu saltar antes da hora, você provavelmente cairá por causa da força que colocará no impulso. Se demorar pra saltar, dependendo a altura, posso dar de cara no chão também.
Beowulf (rindo): De qualquer maneira seria bastante engraçado
Irthos: Ou a primeira batida das asas, por ser em direção ao chão, vai lhe acertar em cheio na cara, ja que vais estar com as mãos ocupadas.
Beowulf: Vamos discutir isso lá? Minha cabeça funciona melhor no ar livre ou com um pouco de cerveja e hidromel na mão
Irthos: Eu anuo e começo a rumar à clareira onde treinamos.
Silua (anuindo): Vamos lá então (eu sigo rumo à saída da caverna, para o local onde treinamos no dia anterior)
Beowulf: Eu sigo atras de Irthos e Silua, carregando apenas a Drakengard e o Skjörd, puxando a capa de pêlo mais para junto do corpo
GM: Já sabendo o caminho, vocês chegam até lá em poucos minutos
Beowulf (rindo): Enquanto vinha para cá pensei no que disse, Irthos. E se você se tranformasse durante o arremesso? (eu começo a imaginar a cena e começo a rir, sem conseguir me controlar)
Silua ri.
Irthos: A não ser que você consiga me arremessar bem alto, eu provavelmente cairia no chão antes de conseguir começar a bater as asas.
Beowulf (rindo): Pensaremos nisso outra hora ou quando a necessidade surgir. Vamos aperfeiçoar a técnica, aye? (eu me afasto e me preparo para investir)
Irthos: Eu anuo, ainda rindo, e me preparo pra desviar, pronto para colocar em pratica o que ja aprendemos, e depois inverter os papéis.
GM: Vocês treinam por pouco mais de duas horas até se julgarem satisfeitos. A manhã correu sem nenhum acidente, o que prova que, de fato, dominaram a técnica
Irthos: Ao final dos treinos, eu me sento no chão, arfando um pouco, mas bem menos cansado do que num daqueles dias cheio de encontrões. Sorrio satisfeito com nosso desempenho.
Irthos (arfando, rindo): Nada mal. Nem precisamos preocupar Silua em nos remendar. E olha que eu até tentei derrubá-la pra valer algumas vezes, essa gata deve ter se lambido de tão esguia que estava.
Silua: Então, foi de propósito, não é? (eu olho para Irthos, com seriedade fingida)
Irthos (animado): Aye. Baseado no que vi no nosso ultimo treino, você já não precisava nem mais pensar pra reagir contra nós dois, então tive que improvisar! Mas se saiu muito bem mesmo assim. Se Beowulf, com seus três mettros de largura quando abre os braços, se inventasse algumas manobras e tivesse a sua agilidade, não sei se estaríamos vivos.
Silua: Vais praticar levantamento de pedras ainda, Beowulf?
Beowulf (rindo): Não sei se diria praticar, mas aye, pretendo fazer isso sim
Silua (anuindo): Se Irthos quiser, podemos praticar as técnicas de aproximação de oponentes grandes sem apanhar enquanto você treina.
Irthos: Ia mesmo sugerir isso. Só tente não acertar nenhuma dessas pedras em nós enquanto treinamos (eu encaro Beowulf, levemente sério)
Beowulf (rindo): Ah, estava pensando em usar elas para simular o oponente que pretendem se aproximar
Silua (rindo): Só que a pedra não revida
Beowulf (rindo): Mas o peso dela caindo sobre você deve doer mais do que uma pancada de um troll, ogro ou gigante
Irthos (rindo): Acho que a imprevisibilidade do arremesso feito por um Beowulf mais que supre a falta de reação do bicho.
Beowulf: Eu bufo, rindo
Silua (rindo): Eu quero garantir que o Irthos aprenda a se aproximar de oponentes com maior alcance sem apanhar no caminho, meio difícil fazer isso se achatar ele com uma pedra…
Irthos: Não tem poções pra fazer as pessoas aumentarem de tamanho ali no templo? Você poderia usar Beowulf como uma clava se tomasse uma dessas.
Silua (rindo): Você tem certeza de que gostaria de enfrentar algo assim, ainda no aprendizado?
Irthos: Depende se você terá uma clava obediente ou não. Mas seria interessante para quando eu conseguir de você sendo você mesma.
Beowulf: Decidam-se aí (eu vou até as rochas e começo a levantá-las, tentando fortalecer um pouco os músculos desacostumados dos braços)
Silua: Vamos lá, então Irthos, tente chegar em mim sem ser atingido (eu pego um galho comprido que havia quebrado de uma árvore ali perto e o uso para simular o comprimento de uma lança)
Cristiane (Silua): no caso, o galho quebrou sozinho, não foi eu que o quebrou
Irthos: Eu anuo e começo o treinamento, tentando me aproximar de Silua sem ser atingido. De certa forma, terei que antever o que ela irá fazer, e conhecê-la ajuda um pouco nesse fato. Perceber a diferença entre um blefe e um verdadeiro golpe, quando e como se mexer, é o que ela me diz. Embora eu já preveja alguns – muitos – cortes e hematomas, a vontade de aprender me instiga a continuar.
Irthos: Eu anuo e começo o treinamento, tentando me aproximar de Silua sem ser atingido. De certa forma, terei que antever o que ela irá fazer, e conhecê-la ajuda um pouco nesse fato. Perceber a diferença entre um blefe e um verdadeiro golpe, quando e como se mexer, é o que ela me diz. Embora eu já preveja alguns – muitos – cortes e hematomas, a vontade de aprender me instiga a continuar.
A manhã prossegue fria e com o céu cinzento. O som do vento é baixo, oculto pelas batidas da madeira em Irthos, pelas risadas de Silua e pelos grunhidos de Beowulf
Silua (animada): Continue assim, Irthos. Você está melhorando, já levou menos pancadas hoje e mais um pouco já poderá encarar oponentes que estão realmente a fim do seu couro escamoso (eu rio um pouco)
Irthos (arfando, dolorido, rindo): Isso quer dizer que, se eu for um pouco menos que um empecilho e não quiserem ´realmente´ me atingir, já teria alguma chance?
Silua ri.
Beowulf: Eu repouso as pedras de novo
Beowulf (rindo): Até que não estava tão enferrujado quando achei que estaria
Irthos: E os rangidos vinham de onde então?
Silua (rindo): De nosso guindaste móvel?
Beowulf (rindo): Eu preciso mesmo começar a anotar todo e cada apelido que vocês me dão. E pelos deuses, o que é um guindaste?
Irthos (rindo): Me pergunto a mesma coisa.
Silua (rindo): Vocês nunca viram aquelas estruuras de madeira e cordas usadas para levantar grandes pesos, como pedras de fortalezas?
Beowulf: Nay, não que me lembre. Em Isa usamos mais madeira, já que as pedras são mais difíceis de conseguir. E geralmente são carregadas por homens ou erguidas com cordas lá para cima
Irthos: E quando a maior construção de sua cidade tem apenas dois andares fica dificil. Pela descrição acho que vi muito disso pelo caminho. Mas enfim, aye.
Silua (rindo): Depois eu que é que sou o bicho do mato aqui…
Beowulf (bufando): Só nossas origens que são diferentes. E assim como Irthos acho que já vi alguns esses (eu penso um pouco) trecos nas cidades maiores, só nunca reparei muito neles
Irthos (anuindo): Não nos ataca, não fere ninguém, não é de comer. Porque deveriamos prestar atenção?
Silua: Em cidades portuárias também são usados para carregar e descarregar os navios
Beowulf (rindo): Prefiro do modo simples (eu bato no meu braço). Podemos voltar ou ainda querem mais alguma coisa? Eu gostei daqueles banhos quentes
Irthos (rindo): E pra isso precisamos seguir sua primeira opção.
Silua: Viciou neles, é? (eu rio)
Beowulf (anuindo): Aye, são relaxantes. Preciso ver se não consigo algo do tipo em Nördenbeutel
Irthos: Coloque as mãos embaixo d´água e comece a esquentá-la.
Silua ri.
Beowulf (rindo): Aye, isso pode funcionar.
Silua (rindo): A menos que Isa seja de natureza vulcânica como essas montanhas, só se você fizer a água passar por canos aquecidos com fogo…
Beowulf (pensativo): Uma boa idéia. Verei se falo com algum construtor para fazer isso nos meus salões por lá
Irthos: Mas agora, até eu clamo por um banho quente. Silua retribuiu bem as minhas tentativas anteriores.
Silua anui, rindo.
Irthos: Porque não empilha essas pedras e talha com a drakengard em chamas “Jarl Beowulf esteve aqui” na superfície delas? (eu encaro Beowulf, rindo)
Beowulf (rindo): Melhor não fazer disso um costume, eh? Se a Silua não for contra…
Silua (séria): Jà estão querendo demolir a floresta?
Irthos: Demolir não, só essas pedras aqui mesmo. Seria uma lembrança discreta de nossa passagem por essas clareiras. Daqui a vinte anos, Silua, você vai se arrepender de ter sido contra.
Beowulf (rindo): Esqueça Irthos, a Silua com qualquer coisa da floresta é como eu com meu hidromel
Silua anui.
Irthos (suspirando): Tudo bem. Eu ja ficaria muito feliz se minha maldição com Lothos fosse o que estivesse impedindo Azreth de ter o tamanho que deveria ter, imagino como seria a vida em Rondall com ele tendo o tamanho de um pônei gordo (eu rio alto)
Beowulf (rindo): Dê mais quartenta anos e você teria um dragão maior que sua casa. Falando nisso, o pequeno ficou dormindo?
Irthos: Eu me concentro e tento contato com Azreth, mas tudo que sinto é uma sensaçao enorme de fome sendo saciada, seguida um pouco de pânico.
Irthos (rindo alto): Acho que ele está assaltando a cozinha com um tanto de atraso nesse momento, para o desespero de um Garris que o deve ter descoberto agora a pouco e o feito sair às pressas de lá.
Beowulf: Eu rio e começo a voltar para o templo
Silua: Coitado do Garris, está passando poir poucas e boas desde ontem com vocês. (eu sacudo a cabeça enquanto volto para o tempo)
Irthos: Eu começo a voltar para o templo, acompanhando Beowulf, só imaginando a reaçao inocente e animada de Azreth ao me ver. Penso no que Beowulf disse, e acabo descobrindo que a idéia até me fascina. Penso tanto, aliás, que me descubro desviando em quase três metros do trajeto, o que a longo prazo me levaria para bem longe. Sacudo a cabeça rindo e volto à trilha.
GM: Voicês chegam no templo em poucos momentos, cansados e famintos
Irthos: Ao menos o caminho à area dos banhos você recorda, eu suponho (eu rio ao encarar Beowulf) ao menos depois dessa manhã sem beber.
Beowulf: Aye, eu lembro. Só vou deixar a Drakengard e o Skjörd no quarto. E eu lhe sugiro ir atrás de Azreth, antes que Silua decida arrancar suas escamas, uma a uma
Irthos: Eu anuo, rindo, chamando por Azreth. Encontro-o nos corredores, tremendo levemente. E mais pesado. Ironizo-o um pouco por causa disso, ao que ele bufa, expelindo um leve vapor pelas narinas.
Beowulf: Após deixar a espada e o escudo no quarto, eu vou até o banho masculino – por pouco não entrando no feminino – onde aproveito para relaxar e comentar com Irthos
Beowulf (rindo): Silua parece estar um pouco hostil ultimamente, aye?
Irthos (anuindo): Mais do que o normal.
Beowulf: Imagino que o que lhe foi dito aqui tenha a deixado um pouco preocupada e nervosa, mesmo
Silua: Após voltar ao templo, eu largo minhas coisas no quarto, decido tomar um bom banho e depois sigo para o refeitório, para almoçar.
Irthos: Contanto que ela não fique nos fulminando com o olhar a cada piada depois, por mim tudo bem. Eu até entendo a preocupação dela, afinal o templo foi onde ela aprendeu a ser o que é.
Beowulf (anuindo): Aye, mas eu me senti bastante mal mais de uma vez aqui. Por mais que eu tenha feito alguns comentários não muito adequados, acho que não merecia tudo aquilo.
Irthos: Aye, você não foi tão austero comigo quando Azreth congelou partes de um de seus quartos na fortaleza. Certo, não dá pra comparar, mas enfim.
Beowulf: Concordo. Só espero que assim que deixemos aqui, ela deixe de ser um pouco rabugenta (eu rio) Mas vamos voltar logo que eu poderia comer aquele javali inteiro (eu me visto e volto para o refeitório)
Irthos: Eu anuo e termino de me banhar, me vestindo e seguindo-o até o refeitório.
GM: Silua já estava por lá quando os dois homens chegam, já almoçando
Beowulf: Eu busco um pouco de carne e me sento à mesa, começando a comer e a beber, bastante absorto na comida
Irthos: Eu busco um pouco de carne e de bebida, me sentando à mesa e comendo em relativo silêncio.
Beowulf: Eu termino de engolir o último pedaço de carne, quase me engasgando com o pão que desce junto. Ainda com os olhos lacrimejando, eu começo a falar
Beowulf (batendo na barriga): Melhor agora! Preferem discutir nossos planos por aqui ou há algum lugar mais reservado para isso? (eu encaro Silua)
Silua: Podemos discutir aqui mesmo, o salão já praticamente vazio.
Cristiane (Silua): *já está
Beowulf: Eu anuo e retiro o mapa da mochila, estendendo-o sobre a mesa
Beowulf: Se bem me recordo, a idéia é costearmos as montanhas até chegarmos ao rio, de onde rumaremos ao sul até Azzaraf, certo? Embora eu bem me lembre de Silua ter mencionado algo como uma estrada secundária.
Silua: O que eu tinha falado era usarmos a estrada secundária que sai de Lefirwanem e segue na direção da Floresta Negra, atravessando-a, mas que se bifurca ao chegar lá e segue acompanhando o lado oeste da floresta até a grande estrada ao sul que leva a Azzaraf
Irthos: E como eu já disse daquela vez, o trajeto me parece bom e curto. Assim evitamos também o movimento da estrada pricipal.
Beowulf: Aye, depois disso podemos ir para Vidara e de lá vamos até Rondall e de lá para as montanhas mais ao norte, ver se encontramos os tais dragoes.
Silua: Cerca de um dia após a bifurcação, menos com nossos cavalos equipados com essas ferraduras, chegaremos a Carvalho Antigo, onde poderemos passar ao menos a noite. Do sul da floresta estaremos allinhados com o norte de Vidara, como Beowulf disse
Irthos: Uma resposta em troca de duas novas dúvidas como sempre, não é?
Beowulf (rindo): Aye. Não há como evitar. Então acho que estamos decididos, Floresta Negra para onde Silua precisa ir, então Vidara para acharmos a Corrente. Depois para o norte para vermos os dragões e então para o oeste, através das montanhas, para onde eu preciso ir.
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Grande amante de diversos estilos de Metal, incluindo Power, Folk, Pagan e Viking, passou a jogar RPG por influência dos amigos e desde então nunca parou. Leitor ávido, adora livros de fantasia, e vem atualmente lutando para vencer uma lista de livros que não para de crescer. Nerd e gamer, a carreira de desenvolvedor de software lhe foi uma escolha óbvia e gratificante. Também é pagão, vendo seus ideais representados na religião de seus antepassados.
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Esta entrada foi postada em domingo, 9 janeiro 2011 às 23:08
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Beowulf Bjornson
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