“Hold the heathen hammer high with a battle cry / For the pagan past I live and one day will die”
Týr - Hold the Heathen Hammer High
Sessão CCCLXIX
1 fev 2011 Postado em: Auroras do Passado, Logs 0

portrait irthosIrthos (suspirando): Acho que é a primeira vez que temos tantos lugares por onde passar.

portrait siluaSilua (anuindo): Mas o precisamos fazer

portrait irthosIrthos (rindo): E quem disse que estou reclamando?

portrait beowulfBeowulf (rindo): Aye, embora ter que escolher os lugares para ir primeiro é sempre difícil. (mais sério) Podemos ter consequências um tanto drásticas dependo de para onde formos primeiro ou depois. Quando chegarmos aos dragões pode ser que seja muito tarde e Lothos já tenha completado o ritual, por exemplo

portrait siluaSilua (pensativa): Mas se adiarmos a visita a Vidara, os rakshasas farãoa inda mais vítimas

portrait irthosIrthos: Eu anuo, preocupado.

portrait beowulfBeowulf (anuindo): Aye, e talvez eu enlouqueça antes de chegarmos até o riacho e me torne uma besta sanguinária. (suspirando) Não há muito o que fazer a não ser farmos o possível com o tempo que nos é dado

Matheus E (Beowulf): citando alguém foda hehe

portrait irthosIrthos: E nisso, somos uns dos melhores, eh? Mas eu tenho quase certeza que estamos esquecendo algo (eu fico pensativo, embora me frustro por não conseguir lembrar de nada

portrait siluaSilua (pensativa): Estava também com essa sensação e me lembrei agora. Baltah tinha dito para irmos vê-lo ontem depois da janta, eu vi ele no salão ontem, mas com todo aquela agitação nós acabamos esquecendo e acho que ele também deve ter, ou simpplesmente estava tão cansado quanto nós.

portrait beowulfBeowulf: Aye, lembro-me agora. Acho que até foi bom deixarmos ele descansar um pouco, ele parecia bastante fraco aquele dia. Não tenho visto Morgause também

portrait siluaSilua: Eu vi ela na janta ontem, junto de Baltah, mas depois não vi mais

portrait irthosIrthos: Eu não recordo de ter visto nenhum, estava concentrado demais em comer e narrar a caçada. Mas concordo plenamente, ele merecia mesmo descansar pelo estado em que aparentava estar. Podemos falar com ele agora mesmo, antes que nos aterefemos novamente.

portrait beowulfBeowulf: Morgause também parecia exausta depois do que ela fez com Silua. (rindo) As vezes a magia parece mais cansativa do que fazer as coisas com os próprios músculos

portrait irthosIrthos (rindo): Talvez porque a maioria dos usuários de magia não costuma desenvolver o seu vigor físico para suportar isso?

portrait siluaSilua: É porque ela consome uma parte de nossa energia para ser feita, magias poderosas deixam um conjurador bem cansado, tipo quando trouxe Conner de volta.

portrait beowulfBeowulf: Eu já posso sentir o vento frio de Isa, é melhor irmos falar com Baltah logo. A não ser que tenham algo a acrescentar sobre o nosso plano?

portrait siluaSilua: Nâo, vamos ver o que Baltah tem a nos dizer sobre Vidara e daí verificaremos quaisquer ajustes necessários.

portrait irthosIrthos (anuindo): Então vamos, e espero mesmo que ele tenha ido descansar. (rindo) Odiaria ter uma comitiva de leões atrozes nos esperando a frente de um Baltah ranzinza por nossa não-ida.

portrait beowulfBeowulf (rindo): Qualquer coisa culpamos a Silua, ela que é o cérebro do grupo

portrait irthosIrthos (rindo): É verdade.

portrait siluaSilua: O mais provável é ele ter ido direrto dormir ontem também, senão ele teria nos lembrado ainda ontem (eu me levanto e sigo para os aposentos dele)

portrait beowulfBeowulf: Eu sigo também, ainda bebendo um pouco de hidromel no caminho.

portrait irthosIrthos: Eu sigo logo atrás, ainda rindo levemente.

GM: Chegam rapidamente até os aposentos de Baltah. A porta para está fechada e não conseguem ouvir som algum vindo de lá

portrait siluaSilua: Eu bato na porta.

GM: Segue-se um breve silêncio até que ouvem alguns passos. Logo a porta se abre e veem um Baltah mais animado, até os pelagem parece menos surrada

Cristiane (Silua): pelagem?

GM: Ignorem o restante, depois da vírgula, e leiam: as linhas da idade no rosto parecem ter diminuido

portrait siluaSilua (animada): Bom vê-lo melhor hoje.

Baltah: Ah sim, nada como uma boa refeição e uma boa noite de sono, não é?

portrait siluaSilua (anuindo): Verdade. E desculpe por termos esquecido de vir ontem, embora no final das contas, o ajudou a descansar

Baltah (anuindo): Ah sim, e pude descobrir mais algumas coisas também sobre a Corrente

portrait siluaSilua (anuindo): Por isso estamos aqui.

Baltah: Queriam entrar, por favor

portrait siluaSilua: Eu anuo e entro no quarto.

portrait beowulfBeowulf: Eu sigo Silua, abaixando a cabeça assim que entro no quarto

portrait irthosIrthos: Eu sigo atrás, feliz por vê-lo melhor.

Baltah fecha a porta assim que entram, sentando-se na cama. Podem ver aquele mesmo livro, repousado sobre um criado-mudo ao lado da cama

Baltah: Imagino que ainda se lembram do que eu falei sobre a Corrente, de como ela era perigosa e tudo o mais, não é?

Silua anui, séria.

Baltah: É pior do que eu imaginei: a Corrente se prende em quem tocar nela. Só sendo possível ser liberto dela após tentar ler a mente de alguém

portrait beowulfBeowulf: Prende?

Baltah: Não pense em amarrar, ao menos não fisicamente. Isso significa que se, por exemplo, você tocar na corrente, ninguém mais conseguirá usar o poder dela até que você tente ler a mente de alguém

portrait irthosIrthos (preocupado, pensativo): Então quem for buscá-la em Vidara, inevitalmente terá que ser a pessoa que pretende usá-la. Isso não é bom.

portrait siluaSilua: Ou usá-la em outra pessoa para que se solte antes.

Baltah: O que não seria indicado, a Corrente tem outro efeito perigoso. (ele parece sério) Eu lhes disse que era um artefato perigoso. Indiferente de vencer ou perder o embate mental, a experiência pode ser muito terrível e avassaladora, levando à loucura

portrait beowulfBeowulf: Eu rio nervoso, preocupado

portrait siluaSilua (preocupada): Isso está ficando cada vez mais complicado.

portrait irthosIrthos (preocupado): Esse é o outro efeito perigoso? O que pode acontecer, a mente pessoa ficar “presa” dentro da outra?

Baltah: O livro não é muito específico, porque ao que parece o efeito não é reverssível

portrait siluaSilua (pensativa): E basicamente um de nós vai acabar ficando unido a essa corrente, porque senão não poderemos trazê-la.

Baltah: Exato. (rindo nervoso) Mas acham que acabou por aí?

portrait siluaSilua (séria): O que mais tem?

Baltah: Já pensaram na possibilidade da Corrente ainda estar presa ao antigo dono?

portrait beowulfBeowulf (coçando a barba): Mas ele não está morto?

Baltah: Ah sim, ele está. Mas a magia não funciona dessa forma. Vivo e morto podem muito bem não fazer diferença alguma para a Corrente. Ou talvez façam, não há como garantir.

portrait irthosIrthos (bufando): Então talvez tenhamos que” matar” um morto-vivo, ou pedir carinhosamente que o dono, se vivo, fique louco pelo bem de todos discipulos de Bast, que ele provavelmente nem conheça? Que ótimo.

Baltah: Itens mágicos extremamente poderosos como esse artefato são também extremamente perigosos. (rindo) Por curiosidade, sabiam que até hoje nenhuma magia mortal é capaz de ler a mente de alguém? Eu poderia lançar um encantamento e fazer você obedecer todo e qualquer comando meu, poderia fazer você falar qual o seu segredo mais obscuro. Mas a sua mente é uma fortaleza impenetrável por meios mortais, talvez hajam alguns grandes magos que sejam capazes de fazer isso. As histórias dizem que Mordenkainen podia fazer isso

portrait irthosIrthos (rindo nervoso): Que reconfortante saber que há alguma coisa que magos não possam fazer.

portrait irthosIrthos (mais sério, preocupado): Nos restaria então, sonhar para que o dono literalmente, leia nossas mentes para ver que nossa intençao é verdadeira e nos dê a corrente, o que ainda faria meia Vidara correr atrás de nós?

Baltah: Sera uma opção, mas encontrar o antigo dono está próximo do impossível, senão impossível. Mas felizmente o livro apresenta uma solução para isso. Porém adivinhem?

portrait irthosIrthos: Sempre fui péssimo nisso.

portrait siluaSilua: Outra opção extremamente perigosa?

Baltah: Sim. Há uma maneira de quebrar esse vínculo. Mergulhando ele nas águas do Lago das Estrelas, que dizem ter sido de onde toda a floresta de Vidara se originou. (rindo) E continuando com a brincadeira, como ele fica no coração da floresta, adivinhem o que existe nas proximidades dele?

portrait beowulfBeowulf (pensativo, rindo): Àrvores?

Cleber (Irthos): Baltah derruba Silua do FG2 pela piada

portrait siluaSilua (séria): A capital élfica.

Baltah (preocupado): Exatamente. Podem ver a complexidade de tudo isso? Para numerar.

Baltah: Primeiro, teriam que encontrar a Corrente no meio da floresta

Baltah: Segundo, quem quer que seria aquele se seria preso a ela teria que adentrar na capital élfica e mergulhar ela no lago

Baltah: Terceiro, deixarem a floresta com vida

Baltah: Quarto, apanhar um Rakshasa vivo.

Baltah: Quinto, vencer ele num embate mental e nçao enlouquecer

Baltah: Esqueci de algo?

portrait siluaSilua (séria): Não

portrait beowulfBeowulf (sério): Assim você faz as coisas parecem fáceis

portrait irthosIrthos: Ao menos temos um ponto de partida. Bem, sendo elfos que moram lá, provavelmente teremos sorte se conseguirmos adentrar a terça parte da floresta sem perturbações, aye?

portrait siluaSilua: E tens alguma idéia de onde poderemos começar a procurar a corrente. Vidara é enorme.

Cristiane (Silua): bota um ? na primeira frase

Baltah (anuindo): Ao menos uma notícia boa: tenho sim. E felizmente, pelas descrições vai ser fácil de encontrá-la. Isso se, é claro, ela já não foi encontrada e removida de lá. Ela está na tumba do antigo dono, repousando junto de seus tesouros. A tumba, embora pequena, parece conter diversas armadilhas e desafios. Se o que está escrito aqui é verdade, ela se encontra nas margens de um rio que surge no leste da floresta e corre até o sul, serpenteando por toda a sua extensão. É o maior da floresta, imagino que não terão muitos problemas em achá-lo

portrait siluaSilua (anuindo): Ao menos é um bom ponto de partida. (pensativa) E quanto ao rakshasa? Como pegar um desgraçado desses vivo e mantê-lo incapaz de reagir atré podermos usar a corrente? Embora provavelmente eles tentarão novamente vir atrás de mim, não sabemos qaunto tempo isso vai levar, então teremos que bolar algo para atrair um deles antes.

portrait irthosIrthos: Então se seguirmos o rio entrando pelo sul da floresta, com nossa rastreadora implacável aqui, não teriamos problemas em encontrar o lugar.

Baltah: Também acho que será complicado encontrar um Rakshasa e prendê-lo, é nisso que focarei meus esforços enquanto estiverem longe. Tentarei encontrar algum covil deles

portrait beowulfBeowulf (rindo): Se precisar de alguém para prender um deles, eu tenho bons argumentos

portrait siluaSilua: Sabemos do seu abraço de urso Beowulf, mas estamos falando de algo mais demorado aqui e envolvendo uma criatura bastante esperta.

portrait irthosIrthos: Aye, pois pode ser que um seja encontrado daqui a quatro ou cinco dias, enquanto estivermos fora, e até imobilizado, mas e então? Podemos levar quinze dias pra estarmos de volta.

Baltah (nervoso): Eu nunca tive a intenção de invadir um espaço de Rakshasas para capturar um. Vocês me superestimam, eu sou bom em colher informações sobre as artes arcanas, não em as usar

portrait beowulfBeowulf (coçando a barba): Ao menos na minha cabeça o melhor seria capturarmos um por alguns breves instantes e logo utilizarmos a Corrente, nos livrando dele logo em seguida. Ou tem alguma falha muito grande nisso? (eu encaro Silua)

portrait siluaSilua: Se você garante conseguir imobilizar um, mesmo com suas magias, por alguns minutos, e quem for usar a corrente já estiver conosco, acho que não

portrait irthosIrthos: Ninguem disse que ele precisa estar no vigor de sua saúde quando invadirmos a sua mente, então poderiamos, por falta de outro termo, deixá-lo exausto antes, como fizemos com Hanzer alguns dias atrás, não?

Baltah (sério): Bom, vamos discutir algo muito mais importante antes. Quem será o portador e usuário da Corrente?

portrait siluaSilua (séria): Como será um de nós, como serva de Bast eu me ofereço para assumir o risco.

portrait beowulfBeowulf (sério): Eu adoraria descordar e me oferecer para ser eu a sofrer e correr o risco, mas não sou imbecil. Quando me ofereci foi porque sabia que eu tinha mais chances de sobreviver por ter mais, nas palavras do Irthos, vigor físico. Mas em se tratando de força mental, não tenho como me comparar com Silua, ela é certamente a melhor para essa tarefa

portrait irthosIrthos (anuindo): Eu talvez até teria a capacidade de fazer isso, mas não sei qual seria o resultado devido às minhas circunstâncias serem um tanto exóticas. Assim como poderia me favorecer, teria alto risco de me prejudicar, e com isso, a todos nós.

portrait siluaSilua: E no meu caso, talvez meu sangue celestial possa ser benéfico mais uma vez.

portrait beowulfBeowulf: Além de você saber muito mais sobre os rakshasas e o que descobrir na mente dele.

portrait irthosIrthos: Eu anuo, decidido.

portrait irthosIrthos: Aye, acho que isso estava decidido desde o momento em que teria que ser um de nós. Bem, Baltah, só temos a lhe agradecer por toda a ajuda até aqui. Eu só gostaria de saber onde vocês usuários de magia conseguem sempre ter algum livro que fale sobre algo que alguém quer saber! (eu concluo, rindo) Embora, depois de vermos um halfling com livros retratando até genealogias de dragões, não duvido de mais nada.

Baltah (orgulhoso): Esse em específico eu encontrei numa biblioteca (ele parece incerto) incomum em Rivadan. Digamos que o curador dela não gostou da minha retirada

portrait irthosIrthos: Eu rio.

portrait siluaSilua (rindo): Uma apropriação indébita?

Baltah (anuindo): Pode-se dizer que sim. Mas ele era um tanto mais cauteloso do que imaginei. O livro estava enfeitiçado e quase me matou quando eu o abri. Só cheguei aqui vivo porque Fagulha sabia do caminho

portrait siluaSilua: Esse dono do livro era o mesmo rakshasa que o embosocou?

Baltah: Não, eu só abri o livro depois do encontro. Agradeço a deusa por eu ter conseguido controlar minha curiosidade

portrait siluaSilua: Falando nos rakshasas, quando falamos com Morgause antes de você voltar, ela citou a possibilidade de que você talvez possa aproveitar meu sangue celestial para desenvolver uma maneira de proteger os irmãos que ainda restam das tentativas dos cultistas re-corrompê-los.

Baltah: Ah, ela mencionou isso comigo também. Ao que parece você resistiu a uma nova tentativa de corrupção, e das fortes! Acho que a herança celestial pode sim ter alguma relação. Eu vou preparar algumas coisas para tirar seu sangue esta noite

Silua Eu anuo.

portrait irthosIrthos: Tirar o sangue de alguém é fácil, dificil é fazer isso em uma quantidade moderada (mais sério) Mas sim, tudo que vier para ajudar é bem-vindo. Infelizmente não sei o que as pessoas fariam sem algum mago em suas cidades ou templos, Baltah, estaríamos perdidos atrás dessa corrente e na sua utilização, sem os seus esforços.

Baltah (rindo): Obrigado, mas a minha tarefa é simples, se comparada a de vocês

portrait siluaSilua: E por mais difícil que ela seja, não podemos falhar, o destino de muitos depende disso.

portrait irthosIrthos (sorrindo): Mas sua tarefa seria árdua e demorada para nós, que entendemos mais da parte bruta do serviço.

portrait beowulfBeowulf (rindo): Aye, principalmente esse Isän aqui. Voltaremos o mais rápido que pudermos já com essa corrente, e é bom até lá ter achado algum Rakshasa para que prendamos, lermos a mente dele e depois Silua cortar o pescoço dele, como deve ser

Baltah (rindo nervoso): Certo, farei o possível.

portrait siluaSilua: Falando em voltar rápido, não terias como nos fornecer algo para que possamos avisar assim que sairmos da floresta com a Corrente? Assim ganharíamos tempo se pudesse vir nos pegar

Baltah (rindo): Pegar vocês como?

portrait siluaSilua: Você não tinha se teleportado para ir embora depois que nos conhecemos meses atrás?

Baltah: Sim, mas eu sabia para onde estava indo, o que facilita as coisas. Coisas perigosas podem acontecer caso você não conheça o lugar correto

portrait siluaSilua (anuindo): Certo.

portrait irthosIrthos: Entendemos bem como é isso. Ja caimos sobre um riacho em pleno inverno perto de meu vilarejo, isso que ele fica próximo às montanhas, então imagine como estava a água.

portrait beowulfBeowulf (rindo): Aye, ele quase morreu depois. Se eu não lhe aquecesse um pouco, acho que ele poderia não ter resistido. De nós, apenas Irthos que parecia estar bem naquela hora. Eu quase não consegui sair de dentro daquele lago, (bufando) não é tão fácil de nadar com quase duzentos quilos de equipamento

portrait irthosIrthos (rindo): E outros tantos de peso próprio. Só esclareça, Beowulf, que o “ele” é um mago amigo nosso. Coitado, ele até se preparou pro frio, mas aquele dia foi demais mesmo.

portrait irthosIrthos (rindo ainda mais): Corrigindo, um feiticeiro.

Baltah: Um feiticeiro! Conheci poucos deles, eles sempre me pareceram muito arrogantes

portrait siluaSilua: Esse é boa gente, embora um tanto excêntrico e metido a piadista, especialmente em relação a Beowulf.

Baltah (curioso): Que tipos de piadas?

portrait siluaSilua (rindo): Ele adora provocar Beowulf pelo fato dele ser um Jarl em Isa, por exemplo.

Baltah (intrigado): Jarl? Ele?

portrait siluaSilua: Acredite se quiser.

Baltah (intrigado): É verdade mesmo? (ele parece murmurar algo) Não que não possa ser, é que, é que (ele não parece encontrar as palavras, optando por sorrir)

portrait irthosIrthos (rindo): Eu não recomendaria chamá-lo de outro título que não de Jarl, o feiticeiro sentiu nas costelas o efeito.

portrait beowulfBeowulf (bufando): Aye, nem ouse vir com milorde. Jarl eu me sentiria bem, mas um milorde e você sentirá o mesmo que aquele javali sentiu

Baltah (rindo nervoso): Bem que li que o povo de lá é um pouco cabeça quente

portrait siluaSilua (rindo): E Beowulf é ainda mais. Aliás, ele é um Isan extremado em basicamente tudo

Baltah ergue os olhos para encarar Beowulf nos olhos

Baltah: Dá para notar

portrait beowulfBeowulf: Se for pelo tamanho, culpe um ente. Antes disso eu mal chegava aos dois metros e dez

Baltah (rindo): Baixinho

portrait siluaSilua (rindo): Como se antes, você já não fosse bem mais alto que o normal…

portrait beowulfBeowulf: Aye, mas eu não batia a cabeça em tetos. E desde lá eu só bebo em canecos que posso confiar. Esse aqui (eu aponto a cabeça para Irthos) me ameaça desde lá derramar mais um pouco daquela bebida ente no meu caneco

Baltah (rindo): Ah sim, conheço essa bebida. Tenho um pouco dela comigo, presente de um ente que encontrei enquanto fugia de Rivadan.

portrait beowulfBeowulf (coçando a barba): Rivadan? Rivadan não fica perto da foresta onde nós encontramos aquele ente?

portrait irthosIrthos: Relativamente perto. Nos passamos por Bagranth, mais a oeste dela.

portrait siluaSilua: Nós chegamos perto aquela vez quando fomos em direção à floresta, mas não paramos lá.

portrait beowulfBeowulf: Aye, mas então a floresta onde nós encontramos o ente e Baltah o encontrou, não pode ser a mesma?

portrait siluaSilua: Tem boas chances.

portrait siluaSilua: Qual era o nome desse ente, Baltah?

Baltah (pensativo): Caratrem eu acho, ou algo muito próximo disso

portrait siluaSilua: Calatram?

portrait irthosIrthos: Eu rio alto.

Baltah (pensativo): Isso mesmo! Ele falava muito devagar e mesmo assim não consegui pegar o nome dele. Pela expressão de vocês…

portrait siluaSilua (rindo): Foi o mesmo que conhecemos.

portrait irthosIrthos (rindo): Você apenas conseguiu a bebida, não a ingeriu, eu suponho.

Baltah: Não, eu gosto do tamanho que tenho. Eu a tenho guardado para os animais daqui caso algum deles acabe precisando. Mas um gole dela acho que não faria falta… (ele ri)

portrait beowulfBeowulf (anuindo): Aye, ainda mais fraco desse jeito. Talvez as forças dela lhe ajudariam a se recuperar

Baltah (rindo): Não disse que era para mim. (ele pisca sutilmente para Irthos e continua, mais sério) Não contei nada para Morgause sobre essas novas informações e acho que ela não precisa saber delas. Temo que ao ver todos os riscos, ela acabe por tomar o outro caminho

portrait irthosIrthos: Eu rio.

portrait irthosIrthos: Acho melhor ficar pra você. Se outra pessoa tomar isso eu temo que o único lugar na qual poderemos nos teleportar com segurança será numa estrada.

portrait siluaSilua (anuindo): É melhor, Morgause poderia achar que nós três nos arriscando seria demais para ela.

Cristiane (Silua): *arriscando ainda mais

Baltah: Ela teme pela perda de mais um discípulo na verdade. Acho que entre por qualquer um num risco desses e por em risco um outro voluntário, temo que ela tomaria a segunda. Até porque, eu também acho que a segunda tem mais chances de sucesso

portrait siluaSilua (anuindo): Talvez até tenha, mas essa aqui, embora muito mais perigosa, não arrriscaria a vida de um inocente e sim de alguém que está disposto a se sacrificar por ele.

Baltah: E como saber dizer se o inocente não está disposto a se sacrificar também? Talvez ele tenha perdido alguém próximo e ele queria ajudar?

portrait siluaSilua: Eu sei, mas não impede nós de nos sentirmos mal por isso

Baltah: Assim como não impede Morgause de se sentir mal mandando vocês nisso. Irthos e Beowulf também não tem nada a ver com a maldição, e mesmo assim eles estarão enfrentando o risco. Eles também não seriam inocentes?

portrait siluaSilua: Não sei se ´inocente´ ainda se aplica a qualquer um de nós três aqui mais, mas prefiro não responder por eles.

Baltah: Indiferente do que tenham feito, eles também seriam inocentes nessa história. Inocentes que enfrentarão um risco ainda maior do que o outro. Vê, as escolhas não são fáceis, então não quero Morgause com mais esse peso nas costas. Ela ainda dorme, aquele feitiço de purificação é bastante cansativo até onde eu sei. E ela havia o usado em mim também naquele mesmo dia. (ele morde os lábios) Ela quer nos proteger tanto e por isso se põe em riscos e perigos ainda piores

portrait irthosIrthos (bufando): Fale o que quiser, por tudo que Silua já nos fez, eu iria com ela pros nove infernos torcer o pescoço desse Ravachato.

portrait siluaSilua (anuindo): Eu sei, e isso só me incentiva ainda mais a entrar naquela floresta e trazer aquela Corrente de volta, para que tudo o que Morgause já fez aqui não seja em v~´ao.

portrait beowulfBeowulf: Eu consigo compreender bem o que ela passa. Esses dois que podem lhe dizer. Já pus diversos pesos nas minhas costas, só mais esse não me fará diferença

portrait irthosIrthos: Eu anuo, decidido.

portrait irthosIrthos: E nem adianta me oferecer ficar com toda a bebida do Calatran, não voltarei atras nisso.

portrait beowulfBeowulf (rindo): Aí está alguém esperto, aye?

portrait irthosIrthos (rindo): É como eu disse, por mais que eu queria usá-la, seria impossivel teleportar você pra qualquer lugar que não a rua.

Silua ri.

Baltah (rindo): Por que para a rua?

portrait irthosIrthos (rindo): Dentro de qual casa ele poderia surgir com segurança com dois metros e setenta?

portrait beowulfBeowulf (bufando): Esse seria o menor dos meus problemas.

Baltah (tentando se manter sério): Se mudar de idéia tenho ele aqui comigo. (ele balança a cabeça, tentando se concentrar) Me perdoem por isso, mas eu estava precisando de algumas risadas para acalmar um pouco a mente

portrait irthosIrthos: Eu aceitaria uma poção que dobrasse a pessoa de tamanho, ou até duas. Estou treinando desviar de oponentes maiores enquanto corro, mas quem está me ensinando isso é Silua, e ela não é bem o que chamamos de “padrão Beowulf” de largura

portrait siluaSilua: Muito engraçado, Irthos…

Baltah: Vou ver se consigo algumas dessas poções. Talvez chegará a hora em que elas lhes serão úteis fora do treinamento, quem saberá dizer?

portrait siluaSilua: Se você quer um oponente grande para praticar, Irthos, vou ver se temos algum leão ou tigre atroz hoje passando pelo templo…

Cristiane (Silua): coloca um rindo aí

portrait irthosIrthos (rindo nervoso): Se achar que ja estou apto a subir de nivel desse jeito, tudo bem.

Silua ri.

Baltah: Esta noite quando vier aqui para mim retirar o seu sangue, Silua, eu lhe entregarei algumas dessas poções. Se precisarem de mais algo, basta falar. Poções sempre foram a minha grande paixão. Eu inclusive criei uma bastante interessante, pena que às vezes ela não funcione muito bem (ele ri nervoso)

portrait irthosIrthos: Ela explode gnomos tarados ou algo do tipo?

Baltah (rindo): Não, ela lhe deixa com os intestinos moles por assim dizer. Não cheira muito bem depois

portrait irthosIrthos (rindo): Estava pensando no que quando criou isso, desenvolver um veneno?

Baltah: Não, é apenas um efeito colateral. Quando ingerida, ela aumenta sua força, percepção, resistência, agilidade e muito mais. Não pude testar muito porque esse efeito colateral dura alguns dias. Uma vez durou quase um mês inteiro, foi terrível

portrait irthosIrthos (gargalhando): Pelos deuses, prefiro nem imaginar isso! Mas a idéia por trás disso até que seria boa, se as consequencias também não saissem por trás.

portrait siluaSilua (rindo): Alguém furtivo seria detectado longe assim

portrait beowulfBeowulf (rindo): Aye, também prefiro nem imaginar. Terrível quando come-se algo ruim e depois parece um rio de barro escorrendo!

Baltah gragalha com vontade das piadas

portrait irthosIrthos: Rio? Dependendo do que se come, é como se dois feiticeiros se unissem no topo de uma montanha. Um conjurando um temporal e o outro terremoto. A avalanche é simplesmente devastadora.

Baltah (rindo): Vocês riem porque isso não aconteceu com vocês. Foram dias sombrios…

portrait beowulfBeowulf: Melhor pararmos por aqui com essa conversa, aye? Há mais algo que precisamos saber? Se não, eu gostaria de partir para Isa o mais breve possível

Baltah (confuso): Isa? Mas Isa está há meses de viagem

portrait beowulfBeowulf: Eu ergo o dedo com o anel

portrait beowulfBeowulf (rindo): Não quando se tem um amigo feiticeiro membro da Ordem dos… dos… ah sei lá, de uns magos especializados em teleporte

portrait siluaSilua: Esse amigo feiticeiro, Azzet, nos fez uns anéis que permitem que possamos visitar nossas fam´lias mais regularmente.

Baltah (espantado, envergonhado): Ele parece ser bastante poderoso

portrait beowulfBeowulf: Aye, ele o é. E é também um grande amigo, mesmo com as piadas de milorde que ele insiste em fazer.

Baltah (rindo): Quem sabe se eu as começar eu também não fique tão poderoso quanto ele?

portrait irthosIrthos (rindo): Eu acho que sua saude poderá depender seriamente de beber sua poção de força antes disso.

portrait beowulfBeowulf (bufando): Se conseguir conjurar de costelas quebradas então aye, talvez sim

Baltah (assustado): Você quebrou as costelas dele?

portrait beowulfBeowulf (nervoso): Quase…

portrait irthosIrthos: Ouvi umas três trincando levamente, mas acho que quanto a isso ele até vai se recuperar.

Baltah (nervoso): Acho melhor eu não arriscar então.

portrait irthosIrthos: Ouvi umas três trincando levamente, mas acho que quanto a isso ele até vai se recuperar. Beowulf só faltou atear-nos fogo com dragões flamejantes depois que ela o ministrou algumas ervas fortes pra curar resfriados.

portrait irthosIrthos: Tente não ficar resfriado com Silua por perto também. Beowulf quase nos acertou com dragões flamejantes depois de um chá forte que ela lhe preparou uma vez.

portrait beowulfBeowulf (anuindo): Aye, o remédio funciona bastante bem. Mas também tem um efeito colateral: lhe deixa incrivelmente bêbado

Baltah (rindo): Ah é? Que planta é essa?

portrait siluaSilua: Eu aprendi sobre ela com o curandeiro de minha vila natal, mas dá para achar ela acho que em todo o continente (eu descrevo a planta para ele)

Baltah: Curioso, não sabia desse uso. O preparo é também bastante interessante, nunca pensei em queimar algumas folhas junto e misturar as cinzas

portrait beowulfBeowulf (rindo): Quer dizer que eu comi folhas queimadas? Ainda bem que logo bebi hidromel depois

portrait siluaSilua (rindo): Não reclame. Se não fosse por isso, teria ficado bem mais tempo espirrando daquela vez.

portrait beowulfBeowulf: Aye, eu sei. Mas eu me sinto estranho bêbado daquela forma. Acho que a única vez que fiquei tão bêbado foi no meu casamento

Baltah (rindo): Mas que bela maneira de começar ele, hein?!

portrait beowulfBeowulf (animado): Aye, é mesmo! Pelo que me lembro, os criados me carregaram até a cama depois de eu ter desmaiado no salão principal. Foram precisos uns oito para me carregar se o que Freyja diz é verdade

Baltah ri, sem palavras

Baltah (rindo): Uma das coisas que eu mais aprecio nesse mundo é a diferença de culturas

portrait siluaSilua (rindo): Criados? Foi eu e Irthos que o achamos e o levamos para sua cama.

portrait beowulfBeowulf (rindo): Ah é verdade, meus fiéis amigos, aye? Precisamos fazer isso de novo alguma hora

portrait siluaSilua (rindo): Proxima vez pediremos ajuda a Gunnfaxi para arrastá-lo

portrait beowulfBeowulf (bufando): E como ele entraria nos salões e no meu quarto?

Baltah (rindo): Algo me diz que eles não pretendiam lhe levar até a cama

Silua ri.

portrait irthosIrthos: Eu tusso.

portrait irthosIrthos: Bobagem.

portrait beowulfBeowulf: Não seria nada incomum ver um Isän acordando na rua após uma noite de bebedeira, mas aquela noite era especial. Era afinal, o meu casamento. E nesta noite o homem e a mulher precisam passar a noite juntos, aye?

Baltah (rindo): Imagino que sim

portrait irthosIrthos: E mesmo sendo a noite especial, você quase fez o comum.

portrait beowulfBeowulf: Que seria?

portrait irthosIrthos (rindo): Ter dormido na rua, se não o tivessemos encontrado. Quer dizer, teria sido no meio do saguão, mas você entende o que quero dizer.

portrait beowulfBeowulf: Eu rio nervoso

portrait beowulfBeowulf: Falar de casa está me deixando com saudades de lá. Posso partir, Silua e Baltah, ou precisam de mim para mais algo?

portrait siluaSilua: Do meu lado nada

portrait irthosIrthos: De minha frente também não.

Baltah: Acho que não mais nada que preciso de vocês além do sangue de Silua, que tirarei mais à noite.

portrait beowulfBeowulf: Eu me ponho de pé, cuidado com o teto mais baixo do quarto.

portrait beowulfBeowulf: Foi um prazer lhe conhecer Baltah, ainda nos veremos de novo

Baltah: O prazer foi meu, Jarl.

portrait siluaSilua: Nos vemos daqui a três dias e meio, Beowulf

portrait beowulfBeowulf (suspirando): Só esse tempo? Achei que teríamos um pouco mais. Mas tudo bem, até três dias e meio. Cuidem de Gunnfaxi para mim, aye? (eu chamo Freyja pelo anel que logo me atende. Eu aceno com a cabeça e volto para Isa, tomando Freyja em meus braços e a beijando assim que chego lá)

Baltah: Estranho esse pessoal do norte (ele imita o sotaque de Beowulf), aye?

Silua anui, rindo.

portrait irthosIrthos (anuindo): Aye. Má influência, eu digo.

portrait irthosIrthos: E mal influenciável também, ele é tão cabeça-dura quanto as historias contam. O que por um lado é bom.

Baltah encara Irthos, curioso

portrait irthosIrthos (rindo): Ja imaginou se ele acaba sendo influenciado por mim?

Baltah (rindo): Silua, pode me ajudar aqui?

portrait irthosIrthos: Você está para confuso assim como eu estou para louco. (curioso) Será que a bebida dos entes tem efeito sobre dragões?

Baltah: Não saberia dizer, dragões são criaturas mágicas poderosas, com uma resistência inata a magia. E nós bem, ainda somos animais na verdade. Não somos muito diferentes daqueles que a bebida foi originalmente criada. (rindo) Vai querer um pouco?

portrait irthosIrthos: Nem me fale, Azreth se sairia melhor que eu pra essas coisas todas envolvendo magia. Eu prefiro resistir a tentação e ficar apenas nas poçoes de aumentar.

Silua ri.

Baltah (rindo): Como quiser. Eu as entregarei para Silua à noite

portrait siluaSilua: Falando em noite, devo procurá-lo logo após o jantar?

Baltah anui

portrait siluaSilua: Bem, ainda temos um tempinho até a noite, então com sua permissão, eu e Irthos iremos nos retirar e deixar você descansar mais um pouco, a menos que ainda falte falar algo.

Baltah: Não, era tudo o que precisava

portrait irthosIrthos (animado): Então cuide-se! Mando recordações via Silua à noite.

portrait siluaSilua: Descanse bem (eu faço um sinal para Irthos e saimos do quarto)

portrait irthosIrthos: Eu me despeço e saio do quarto, juntamente com Silua.

Baltah se despede com um aceno de cabeça

portrait siluaSilua: Algiuma sugestão do que fazermos até a hora da janta?

portrait irthosIrthos (rindo): Do jeito que Baltah se dispos a conseguir essas poções pra aumentar, até ele quer vê-la medindo mais de três metros de altura. (mais sério) Também estava pensando, já caçamos, treinamos, Azreth comprovou que não tem como ele e eu conseguirmos chegar furtivamente perto de outro discipulo, e cavalgar já iremos amanhã. Estou com os pés pregados no chão.

portrait siluaSilua (rindo): Quer ir brincar com AZreth?

portrait irthosIrthos (animado): Você poderia apresentá-lo aos felinos do templo.

portrait siluaSilua: Se ele quiser, por mim tudo bem, podemos levá-lo para ir brincar com os felinos menores que temos por aqui, já que naquele dia ele não gostou muito da idéia de ser apresentado aos maiores.

portrait irthosIrthos (rindo): Você também não gostaria se fosse jogada numa sala com cães infernais atrozes antes do dono deles dizer que são mansinhos.

Silua ri.

portrait irthosIrthos (rindo): Bem, me encontre na frente dos refeitórios, se quiser já ir pedindo a seus amigos não olharem pra Azreth como se ele fosse comida, vou buscar ele, até logo! (eu saio rumo aos quartos antes que Silua responda, buscando um relutante Azreth que vem agarrado com mais força que o normal em meus ombros)

portrait siluaSilua: Nâo precisa forçar ele a fazer se ele não quiser, Irthos. (olhando para Azreth) Quer conhecer os felinos menores que temos aqui?

portrait irthosIrthos: Ele bufa um pouco, mas acaba fazendo que sim com a cabeça, um tanto quanto relutante.

portrait irthosIrthos (rindo): Eu disse-lhe que serviria de alvo móvel pra ele testar seus sopros sempre que precisasse se ele se dispusesse a fazer isso por mim.

portrait siluaSilua (rindo): Nâo são os grandões que você viu na entrada, e sim os menores, mais ou menos do seu tamanho que iremos ver. (eu sigo rumo ao local onde geralmente os felinos menores ficam, que não é o mesmo onde os alimentamos no dia anterior)

portrait irthosIrthos: Eu seguro o riso, acariciando Azreth conforme sigo Silua.

GM: Vocês chegam até o local com poucos passos. A sala de bom tamanho da caverna está repleta de felinos menores, de no máximo trinta centímetros de altura

portrait siluaSilua: Eu entro na frente e converso com meus irmãos felinos e lhes explico que estou trazendo um amigo diferente para eles conhecerem. Eu espero um pouco e depois peço para Irthos entrar com Azreth e observar a reação deles primeiro, para que se acostumem

portrait siluaSilua: Eu entro na frente e converso com meus irmãos felinos e lhes explico que estou trazendo um amigo diferente para eles conhecerem. Eu espero um pouco e depois peço para Irthos entrar com Azreth e observar a reação deles primeiro, para que se acostumem

portrait irthosIrthos: Eu fico esperando na porta, apenas observando. Ao chamado de Silua, entro juntamente com Azreth até perto dela, mantendo-me, dentro do possível, sério.

portrait siluaSilua: Coloque-o numa altura onde eles o possam ver e ele a eles, mas mantenha-o no seu colo, no momento. Afinal, um dragão é algo totalmente fora do normal para eles, embora eles já tenham notado algo de diferente em seu cheiro, Irthos.

portrait irthosIrthos (rindo): A sensação estranha de que irá chover, mesmo estando dentro de uma caverna? (eu seguro Azreth no colo, em uma altura que fique visível aos felinos. Azreth os observa com uma mistura de curiosidade, por serem razoavelmente de seu tamanho, e apreensão pela quantidade)

GM: Os felinos também parecem assustados ao ver o pequeno dragão, alguns recuando um pouco.

portrait siluaSilua: Eu explico a eles que embora sua reação à presença de um dragão seja garantia de sobrevivência, Azreth pertence a um grupo de dragões bondosos e por isso não precisam temê-lo.

Cristiane (Silua): *é um dragão bondoso

GM: Eles parecem se acalmar um pouco, embora ainda pareçam desconfiados

portrait siluaSilua: Coloque Azreth no chão, acalme-o e deixe que se cheirem e tarvem conhecimento aos poucos. Azreth, basta lembrar que gatos tendem a ser tão brincalhões quanto você.

portrait irthosIrthos: Eu coloco Azreth no chão, acalmando-o e dizendo que não precisa se preocupar. Ele bufa ao comentário de Silua e, lentamente, busca se aproximar.

GM: Os felinos parecem cautelosos ao ver o dragão se aproximando com passos lentos. Um deles se aproxima um pouco e começa a cheirar Azreth, que olha para Irthos com uma expressão de quem pede auxílio

portrait irthosIrthos: Eu sorrio e explico pra ele que é principalmente através do cheiro que eles analisam outros animais, e digo pra ele que quanto menos medo ele demonstrar, melhor. Ele fica encarando o felino, curioso com o fato.

GM: Azreth encara o animal à sua frente, mais decidido. Ele resolve copiar o movimento e também cheira o animal, espirrando logo em seguida

portrait siluaSilua: Não está acostumado com essa maneira que os animais usam para se conhecer, não é pequenino? (eu rio um pouco ao ver o espirro de Azreth, embora sempre atenta a reação dele e dos felinos)

portrait irthosIrthos (anuindo, baixo, rindo): Quanto aos pelos entrando pelo nariz, acho que devo pedir a ele que viaje mais em seus ombros até se acostumar. (eu acompanho a tudo, atento)

portrait siluaSilua (rindo): Aí é com ele.

GM: Ele parece se sentir um pouco mais à vontade e começa a andar por entre os animais, chamando a atenção destes

portrait siluaSilua (baixo): Já melhorou, vamos ver se os demais resolvem se aproximar também, Irthos.

GM: Alguns dos outros também se aproximam dele, embora o restante pareça temer o pequeno dragão

portrait siluaSilua: Bem, assim como as pessoas, os animais também temn suas personalidades, não vamos forçar e deixar eles se ajeitarem naturalmente. Alguns dos desconfiados tenderão a se aproximar quando ver que Azreth é amigável. Outros talvez nunca cheguem a faze r isso, por serem mais ariscos.

portrait irthosIrthos: Eu anuo, observando a tudo com um sorriso no rosto.

GM: Após um tempo eles começam a se familiarizar e até a brincar um pouco juntos. Azreth sobrevoa a sala enquanto alguns deles saltam para tentar pegar o dragão

portrait siluaSilua (rindo): Não disse que a personalidade de Azreth não era muito diferente da deles? (eu sento num canto da sala, e fico observando Azreth e os felinos brincarem, enquanto alguns deles circulam à minha volta)

portrait irthosIrthos (rindo): Contanto que ele não começe a se lamber quatro vezes ao dia como se o mundo fosse acabar se ele não fizer isso. (eu acompanho Silua a um canto da sala, apenas obsevando de longe, animado com a empolgação de Azreth)

portrait siluaSilua (rindo): Ao menos somos limpos, bem diferentes dos cães…

portrait irthosIrthos (rindo): Para os padrões Isan, Azreth também o é.

Silua ri.

GM: Após algum tempo, o dragão volta voando para os ombros de Irthos, parecendo feliz

portrait siluaSilua: E aí, Azreth? O que achou?

GM: O pequeno dragão ruge baixinho, feliz

portrait irthosIrthos (rindo, animado): Isso fui um sonoro “eu gostei”. Acho que teremos problemas amanhã.

portrait siluaSilua (rindo): Estamos a apenas meio dia de Lefirwanem, com a velocidade atual de nossos cavalos. Se quiser, podemos sair após o almoço e ele terá a manhã para brincar com eles ainda.

portrait irthosIrthos (rindo): E com isso, Beowulf teria meio dia a mais pra ficar em Isa? Acho que ele gostaria de poder ouvir isso.

portrait siluaSilua: Bem, se se formos passar a noite em Lefirwanem, então o melhor seria sairmos após o almoço, mas se formos passar reto, então saimos de manhã mesmo

portrait irthosIrthos (coçando a cabeça): Iriamos fazer o que por lá mesmo?

portrait siluaSilua (rindo): Não temos nada para fazer lá, apenas atravessar a cidade.

portrait irthosIrthos (rindo): Ah. Bem, por mais que me doa dizer isso, não sei o quanto meio dia pode intereferir em nosso destino, com tanta coisa acontecendo em tão pouco tempo. Sem mencionar que Beowulf não ficaria muito feliz de voltar e ver que ainda não chegamos ao destino, podendo portanto ter ficado meio dia a mais por lá.

portrait irthosIrthos (pensativo): Bem que esses anéis poderiam permitir enviar pensamentos ao outro, não apenas o chamado ou pedido de chamado.

portrait irthosIrthos (rindo): Ou permitem e eu não estava sóbrio o suficiente na explicação do Azzet?

portrait siluaSilua: Não me lembro dele ter falado algo a respeito. (rindo) Quer testar?

portrait irthosIrthos: Eu rio e me afasto, saindo da sala, acionando o poder do anel para chamar Silua, mas ao invés de chamá-la mentalmente, canaliso a frase “fique mais meio-dia”.

GM: Silua ouve a voz de Irthos lhe chamando, junto da frase fique mais meio-dia

portrait siluaSilua (rindo): Eu ouvi sua voz dizendo para eu ficar mais meio dia, Irthos (eu digo alto)

portrait irthosIrthos: Eu entro na sala novamente, rindo satisfeito.

portrait irthosIrthos: Eu entro na sala novamente, rindo satisfeito.

portrait irthosIrthos: Me lembre de parabenizar Azzet, ele simplesmente pensa em tudo! Feiticeiros.

Cleber (Irthos): *pensou

portrait siluaSilua: Sairemos depois do meio dia amanhã e passaremos a noite em Lefirwanem, então?

portrait irthosIrthos (anuindo): Aye. Mas ja vamos aproveitar então pra aproveitar o mais interessado, não quero ouvir ninguem bufando exasperado daqui a três dias e meio (eu uso o anel para chamar Beowulf, mentalizando-lhe a frase “pode ficar os quatro dias em Isa”)

Cleber (Irthos): aproveitar = informar u_u

Silua ri.

portrait beowulfBeowulf: Sentado à beira dos fiordes com Freyja e aproveitando o final do dia, eu sinto Irhos me chamar. Preocupado, eu recebo a mensagem dele, um pouco confuso por ela, mas bastante alegre. Ignoro o chamado, como já havia feito e explico para Freyja o que aconteceu

portrait irthosIrthos (rindo): Imagino se não o interrompi em algum momento inoportuno. Ao menos ele deve ter ficado feliz com a notícia.

portrait siluaSilua: Eu anuo, rindo.

portrait siluaSilua: Bem, ficamos tanto tempo aqui distraídos com Azreth e os meus irmãos felinos que nem vimos o tempo passar. E meu nariz me indica que está na hora do jantar (eu rio um pouco)

portrait irthosIrthos: Seu nariz e meu estômago! Vamos então? (Azreth sorri feliz, me encarando com uma expressão curiosa)

portrait siluaSilua: Vamos. E Azreth, você poderá vir brincar mais um pouco com eles amanhã de manhã, se quiser. (eu me despeço dos felinos e saio do local, rumo ao salão das refeições)

portrait irthosIrthos: Após darmos alguns passos para fora da sala, Azreth decide ir voando, levemente atrás. Ao que eu volto minha atenção para a frente novamente, ele sorri maliciosamente e usa seu sopro de paralisia em mim.

dadoIrthos: Sopro de Paralisia (Azreth) (+3) [9] [1d6+3 = 9]

Cleber (Irthos): (cd 20 Fort)

dadoIrthos: Fortitude save [16] [1d20+10 = 16]

GM: O sopro atinge Irthos que, com um pé ainda no ar, cai no chão de borco. Sente o nariz quente e um filete de sangue escorrendo por ele enquanto se deita no chão, paralizado.

portrait irthosIrthos: Azreth pousa na minha frente, sorrindo satisfeito enquanto alça voo novamente em direção aos refeitórios, ignorando a mim e a Silua.

portrait siluaSilua: Eu começo a rir, ao ver a situação de Irthos.

portrait siluaSilua (rindo): Desculpe Irthos, mas isso foi engraçado. Acho que Azreth achou outro alvo de treinamento.

portrait irthosIrthos: Depois de quase um minuto que pareceram eternos, eu consigo me mexer novamente. Bufando, eu limpo o sangue do nariz e o coloco de volta no lugar enquanto me levanto, dolorido.

portrait siluaSilua: Eu ajudo Irthos a se levantar.

portrait irthosIrthos (rindo, dolorido): Do jeito que o arrastei pra cá, eu merecia mesmo, e afinal de contas foi o que prometi pra ele. Só não contava que de todas as habilidades dos felinos, ele fosse querer usar justamente a furtividade!

Silua ri.

portrait irthosIrthos: Eu continuo a caminhar, ainda rindo, até o refeitório. Encontro Azreth sobre uma das mesas, com cara de inocente.

portrait irthosIrthos (rindo, para Azreth): Tem sorte que ja decidimos deixá-lo brincar amanhã pela manhã com os felinos, ou então eu a faria levar alguns dos grandes junto para a sala.

portrait siluaSilua: Eu sigo junto de Irthos rumo ao refeitório.

GM: O dragão sorri marotamente

portrait irthosIrthos: Eu balanço a cabeça, rindo, ao ir para a cozinha buscar comida e bebida para nós, incluindo um pedaço menos generoso que o normal de carne para Azreth. Ele olha um pouco triste, mas começa a devorá-lo mesmo assim.

portrait siluaSilua: Eu me sento e começo a jantar.

GM: Vocês jantam com vontade. A carne que restou do javali, embora requentada, continua saborosa. A sopa que a acompanha é bastante saborosa, com uma infinidade de especiarias do quintal interno do templo

portrait siluaSilua (animada): Bastante gostosa essa sopa, hein, Irthos?

portrait irthosIrthos (animado): Aye, só imagino tudo o que colocaram dentro dela, ficou ótima.

portrait siluaSilua (rindo): E ainda bem que é uma sopa espessa, senão Azreth teria bem mais dificuldades em experimentá-la também.

portrait irthosIrthos (rindo): Agora me deixou imaginando ele olhando pra tigela e dizendo pra mim “isso não é água”

Silua ri.

portrait irthosIrthos: (eu limpo a boca com as costas da mão) Vai lembrar de falar com Baltah hoje?

portrait siluaSilua (rindo): Claro. Vou para lá assim que sairmos daqui.

portrait irthosIrthos: É estranho já termos planejado tudo que faremos com tanto adiantamento. Vê, estou com menos sono do que gostaria e não sei o que fazer. Alguma opção de entretenimento noturno por aqui? (rindo) Sem piadinhas por favor.

portrait siluaSilua: Bem, estamos num templo, então, fora eventuais ofícios noturnos, os servos do templo costumam se reunir em pequenos grupos para jogos de tabuleiro e algumas brincadeiras de salão que não sejam ofensivas aqui dentro, ou seja, nada de ver quem fica mais bêbado ou similar…

portrait irthosIrthos (rindo): Fiquei até com sono depois disso.

portrait irthosIrthos: Acho que vou tomar um banho relaxante naquelas fontes e então dormir. Beowulf tinha razão, também vou achar dificil não ter mais um local como aquele.

portrait siluaSilua (rindo): Só se você também fazer como eu sugeri a ele, fazer água passar por canos aquecidos, que seria a solução caso não tenha uma fonte natural de água quente.

portrait irthosIrthos (rindo): Com minhas habilidades, era mais fácil criar um sistema para resfriar a água nos dias quentes de verão, mas verei o que posso fazer até o próximo inverno. Quer dizer, pelo tempo que fico em casa, nao serei bem “eu”, se você me entende (eu me levanto e me espreguiço)

portrait siluaSilua (rindo): Eu entendi. (também levanto)

portrait irthosIrthos: Bem, até amanhã então, tenha uma boa noite. Vou indo lá antes que as pulgas se lembrem que meu sangue ainda é quente (eu vou até a parte masculina da sala de banhos, tirando a roupa e entrando na água, onde relaxo por algum tempo, antes de me secar, vestir e ir para os quartos. Encontro Azreth já dormindo, e aproveito para fazer o mesmo. Ao dia de amanhã.)

portrait siluaSilua: Eu anuo e sigo para os aposentos de Baltah.

GM: A porta para o quarto de Baltah está encostada, é possível ver uma luz azulada vindo por debaixo dela

portrait siluaSilua: Por via das dúvidas, eu bato de leve na porta, só para avisar da minha chegada.

Baltah (alto): Pode entrar, estou terminando a última opção

portrait siluaSilua: Eu abro a porta e entro.

Baltah está sentado numa mesa, misturando algumas coisas num pequeno caldeirão com chamas azuladas embaixo. Ele pronuncia algumas palavras e deposita uma última gota dum líquido vermelho escarlate. Uma fumaça prateada sobe do caldeirão. Baltah se recosta na cadeira, um pouco cansado

Baltah (suspirando): Ufa, tudo correu bem. O sangue de corvo tinha acabado, então improvisei com um de galinha mesmo…

portrait siluaSilua (intrigada): Sangue de corvo? Galinha?

Baltah (rindo): Ah sim, do que achou que as poções eram feitas? Água e magia?

portrait siluaSilua (rindo): Não, só imaginava algo mais exótico…

Baltah (rindo): É que essa é uma poção simples, nada muito complicado. Tem algumas que são tão específicas quanto as primeiras folhas da primavera de uma árvore que é encontrada num pedaço específico de uma floresta específica

portrait siluaSilua (rindo): Retiro o que disse, parece complicado mesmo.

Baltah: Só me deixe colocar isso em recipientes… (ele começa a encher alguns recepientes, fechando com uma rolha cada um. Dá um total de cinco, que ele coloca num pequeno suporte de madeira, lhe passando) Depois de as guardar, me devolva o suporte. Mas não precisa se apressar!

portrait siluaSilua: Essas são as poções dos quais no falou à tarde? Para aumentar pessoas?

Baltah: Exatamente! Elas devem durar cerca de dez minutos cada, então não podem abusar!

portrait siluaSilua: Eu anuo e já guardo as poções no cinto, depois devolvendo o suporte a Baltah.

Baltah (rindo): Ah, não vi o seu cinto, eu e minha atenção! (ele guarda o suporte, retirando um frasco um pouco maior. Ele fala numa voz mais séria) Recomendo que após eu tirar o seu sangue, você coma algo e descanse, senão corre o risco de desmaiar. Já deve ter experiência com isso

portrait siluaSilua (anuindo): Vou pegar mais alguma coisa na cozinha depois.

Baltah: Certo, acho que é melhor tirarmos um pouco de sangue na altura do braço…

portrait siluaSilua: Eu anuo e arregaço a manga da camisa.

Baltah entrega uma adaga para Silua

Baltah: Melhor você fazer isso, não me sinto muito confortável machucando um discípulo

portrait siluaSilua: Eu anuo, faço um corte no braço e o coloco em cima o frasco que Baltah segura, deixando o sangue escorrer ali dentro.

Baltah observa o recipiente ser lentamente enchido com o sangue até que boa parte dele está repleto

Baltah: Já é o suficiente

portrait siluaSilua: Eu anuo e lanço uma cura leve em cima do corte, fechando o ferimento.

Baltah (preocupado): Como se sente?

portrait siluaSilua: Um pouco de fraqueza pela perda do sangue, mas nada que eu já não tenha sentido antes.

Baltah (anuindo): Tudo bem, melhor você descansar agora. Amanhã pela manhã gostaria que me contasse o que sabe sobre a sua herança, talvez consiga algum resultado mais rápido dessa forma. (suspirando) Isso se conseguir resultado algum

portrait siluaSilua (preocupada): Está tão difícil assim?

Baltah (rindo): Não está, é. Procurar por algo que você nem sabe direito o que é não é necessariamente fácil

portrait siluaSilua: Nâo quer que eu conte agora?

Baltah: Não quero lhe cansar mais ainda, você perdeu muito sangue

portrait siluaSilua: Acredite, já passei por coisa pior, e o que sei também não é muita coisa, então não levará muito tempo e poderá ajudá-lo antes.

Baltah: Tudo bem, me dará algo para pensar até o sono vir

portrait siluaSilua (anuindo): Bem, eu desconhecia essa minha herança até entrar para o serviço de Bast, quando o ritual de purificação para criar os discípulos ativou o sangue em mim, embora só tenha percebido algo algumas semanas depois. Recentemente, na última visita à minha vila natal, eu conversei com meus pais a respeito e eles me disseram que de acordo com as histórias da família, o verdadeiro pai da minha avó materna tinha asas de pássaro.

Cristiane (Silua): *bisavó materna, sorry

Baltah: Então foi um descendente homem passado através das mulheres. Interessante. Algum irmão, primo, tio ou tio-avô que também tenha demonstrado algum sinal disso?

portrait siluaSilua: Bem, eu perguntei a eles sobre antepassados com traços incomuns, como olhos metálicos e similares, e só me disseram isso mesmo.

Baltah: Então foi o ritual que despertou algo, deve ser devido ao poder divino envolvido na purificação

portrait siluaSilua (anuindo): Foi o que Morgause me disse quando descobri isso na época.

Baltah: Veremos o que conseguirei disso tudo, espero conseguir algumas respostas ao menos.

portrait siluaSilua (anuindo): Se meu sangue puder ajudar a proteger os demais discípulos dos cultistas, já será uma grande ajuda.

Baltah: Também espero isso. Uma cura permanente, sem mais chances de corrupção é o que procuro

portrait siluaSilua: O que mais eu puder ajudar, é só pedir.

Baltah: Farei isso

portrait siluaSilua: Então, a menos que precise de mais alguma coisa, irei me retirar.

Baltah: Não esqueça de comer algo antes de dormir

portrait siluaSilua: Eu anuo, me despeço dele, saio do quarto e passo pela cozinha, pegando algo para comer que sobrou da janta, e depois vou me recolher.

portrait beowulfBeowulf: Após passar um tempo com Freyja nos fiordes eu retorno até os salões. Vejo com algum construtor a possibilidade de fazermos alguns banhos quentes em Nördenbeutel, sugerindo a idéia de Silua. Fico surpreso ao ver que já há um sistema para aquecer a água, que passa pelas paredes dos salões para manter o calor do lugar. Freyja fica ainda mais surpresa ao perceber que eu não sabia disso, me questionando se eu achava que o calor do interior dos salões vinha todo das fogueiras. Eu rio envergonhado e peço para ele construir alguns banhos quentes num quarto livre. Após um jantar farto junto de alguns homens importantes de Isa, eu me recolho com Freyja para o quarto, feliz em passar a noite com o calor dela.

GM: Irthos, você é acordado bem no início da manha por Azreth. Ele morde as pontas da sua mão, pela expressão dele, ele precisa urgentemente ir para a rua. Pensou em fazer a necessidade num canto da sala, mas não sabia como se aqui no templo era permitido isso

portrait irthosIrthos: Eu me levanto, grunhindo, embora entenda o ponto de vista dele – até um pouco impressionado. Visto o básico e o levo para fora do templo.

GM: Ele voa feliz para a floresta, embalado pelo vento. As asas logo ficam cobertas com a neve, refletindo o brilho fraco do sol matinal

[w] Silua: eu acordei com a bagunça tb?

[w] -> Silua: Não, eles foram silenciosos

[w] Silua: ok

Cleber (Irthos): Eu sorrio e fico a observá-lo por um tempo. O estômago ronca após alguns minutos, e lhe pergunto se podemos ir para dentro ou se ele quer ficar ali fora mais um pouco e vir em breve.

portrait irthosIrthos: Eu sorrio e fico a observá-lo por um tempo. O estômago ronca após alguns minutos, e lhe pergunto se podemos ir para dentro ou se ele quer ficar ali fora mais um pouco e vir em breve.

GM: Ele voa até o seu ombro, alegre

portrait irthosIrthos (rindo): Isso quer dizer que seu estômago está roncando como o meu. Vamos então, Silua ja deve estar perguntando onde nos metemos (eu retorno para o interior do templo com ele, rumando aos refeitórios)

GM: Silua, nesse meio tempo você acorda

portrait siluaSilua: Eu acordo, me espreguiço bem, e verifico que Irthos se levantou antes e que não se encontra mais no quarto. Pensando que provavelmente ele deve ter ido desjejuar, eu sigo para o refeitório.

GM: Vocês se encontram por lá, junto dos demais habitantes que já acordaram

portrait siluaSilua (rindo): Vocês dois caíram da cama hoje?

portrait irthosIrthos (rindo): Alguém achou mais educado fazer suas necessidades do lado de fora do que num canto do quarto (Azreth olha para cima, disfarçando)

Silua ri.

portrait siluaSilua (rindo): Azreth às vezes é mais civilizado que você, Irthos.

Cristiane (Silua): troca civilizdo por educado

portrait irthosIrthos (rindo): As vezes é bom que um saiba fazer o que o outro não consegue. Não teria a mesma graça se fossemos iguais em tudo.

portrait siluaSilua (rindo, baixo): Está dizendo com isso que você faz suas necessidades em lugar errado, já que ele as fez no lugar certo?

portrait irthosIrthos: Você disse que eu era menos educado que ele, não que não tinha educação nenhuma. Ou quis insinuar isso? (eu encaro Silua)

portrait irthosIrthos: Azreth observa a discussão, confuso.

portrait siluaSilua (rindo): Você mesmo que acabou de dizer que ás vezes é melhor que um saiba o que o outro não saiba, eu só complementei…

portrait irthosIrthos: ri.

Irthos ri.

portrait irthosIrthos: Bem, melhor começarmos a comer ou então a comida vai acabar e estaremos aqui discutindo (eu vou até a cozinha, buscando alguns pães e queijos, mel e o que encontrar, além de sucos)

portrait siluaSilua: Eu ajudo Irthos com a comida e o suco, levando tudo para a mesa onde sentamos para desjejuar.

portrait irthosIrthos: Após carregarmos tudo até a mesa, eu começo a comer, de tudo um pouco, bebendo suco para acompanhar, observando os demais discipulos e servos do templo, de maneira vaga.

GM: Durante o desjejum vocês veem Morgause, que se junta a alguns discípulos no desjejum, junto de Baltah. Ela ainda parece um pouco cansada, mas já parece mais disposta

portrait siluaSilua: Ao menos Morgause parece estar um pouco melhor hoje.

portrait irthosIrthos: Aye. Baltah mesmo disse que essa tal purificação que ela fez em você é desgastante. E como foi ontem?

portrait siluaSilua: Baltah retirou uma boa porção de sangue de mim e depois eu contei o pouco que sabia sobre minha herança celestial, aquilo que meus pais contaram, lembra?

portrait irthosIrthos (anuindo): Lembro de uma parte sim. Bem, esperamos que ajude.

GM: Vocês terminam de desjejuar bem depois de muitos já terem deixado o refeitório

portrait siluaSilua: Que você acha, Azreth? Quer brincar com os felinos mais uma vez, já que só ficaremos mais essa manhã?

portrait irthosIrthos: Ele abana o rabo, encarando Silua com uma expressão animada.

Cleber (Irthos): *a cauda

portrait irthosIrthos (rindo): Precisava perguntar?

portrait siluaSilua (rindo): Vamos lá, então (eu me levanto, e espero pelos dois antes de seguir para a mesma sala do dia anterior)

portrait irthosIrthos: Eu rio, levantando e seguindo com Azreth até a sala onde ficam os felinos menores.

GM: Vocês chegam lá em poucos insantes. Azreth não parece nem de perto tão preocupado como no dia anterior

portrait siluaSilua (animada): Divirta-se, Azreth.

portrait irthosIrthos: Azreth dessa vez se limita a me encarar levemente, como que a pedir permissão. Eu apenas anuo, rindo, e ele salta de meus ombros, bem mais à vontade desta vez. Os felinos se assustam levemente, mas logo parecem relaxar ao perceber quem é. Eles cheiram Azreth por alguns instantes, e logo estão brincando como no dia anterior.

Um discipulo que passava por perto sorri ao ver o dragão brincando com os felinos antes de seguir o seu caminho. Outros param por alguns instantes, observando as brincadeiras, rindo

portrait irthosIrthos (baixo, para Silua, rindo): Vejo que a animação de Azreth ja está contagiando alguns. Quer dizer, como se ver um dragão a brincar com gatos já não fosse inusitado o suficiente.

portrait siluaSilua (anui, rindo): E isso é bom de ver, o pessoal aqui precisava de uma melhorada de ânimos.

portrait irthosIrthos: Eu anuo, rindo enquanto os observo.

portrait irthosIrthos: Azreth sobrevoa a sala de um lado para o outro em saltos curtos enquanto os felinos mais ágeis tentam pegá-lo, em algum tipo de brincadeira estranha. Ele parece estar se divertindo como Irthos em uma de suas competições – com a diferença de que é visivel que o pequeno dragão é quem tem a vantagem sobre os felinos.

portrait siluaSilua (rindo): Azreth tem a vantagem de poder voar, mas se ele se distrair um minuto nessa perseguição, ele vai ficar debaixo de uma pilha de gatos entusiasmados com a brincadeira…

portrait irthosIrthos: Eu anuo, rindo, conforme cada vez mais e mais felinos parecem saltar para tentar pegá-lo – alguns aumentando a altura dos pulos.

Alguns felinos quase mesmo alcançam Azreth. Alguns saltam com intenções um pouco mais hostis, mas as garras deles não são fortes o suficiente para ferir o pequeno dragão, cujas escamas são bastante fortes. Ele não parece perceber isso, pois continua a brincar com vontade. Logo a platéia cresce e eles só deixam o cômodo quando se lembram de seus afazeres, minutos mais tarde

portrait siluaSilua (rindo): Acho que você vai ter que arrumar alguns gatos dessas variedades acostumadas ao frio e levar para Rondall, Irthos, para Azreth poder brincar lá também…

portrait irthosIrthos: Acostumados ao frio, não muito grandes e brincalhões? Vou ver o que L`lanthar pode fazer a respeito disso, será o menor dos problemas. A questão é se Arianna aceitará cuidar de meia duzia desses nos dias em que eu estiver fora. Ao menos acho que ninguém em Rondall poderá reclamar de ratos.

Silua ri.

portrait irthosIrthos: Pensando bem, se eu falar com L`lanthar e disser que A

portrait irthosIrthos: Quer dizer, se eu falar com L`lanthar, é bem provável que ele me consiga é um desses leopardo das neves (eu fico observando, pensativo, enquanto a manhã passa. Tento não rir muito mais alto ao encarar os demais membros do templo à porta.

E antes mesmo do que vocês possam perceber, suas barrigas lhes avisam que o meio-dia se aproxima

portrait irthosIrthos: Eu coloco a mão na barriga, rindo.

portrait irthosIrthos (rindo): Até eu não me dei conta de que já passou tanto tempo.

portrait siluaSilua: rindo Vamos lá então, chame Azreth.

portrait irthosIrthos: Eu chamo Azreth, avisando que é hora do almoço. Ele voa animado em meus ombros, com uma expressão faminta.

portrait siluaSilua: Eu sigo na direção do refeitório.

portrait irthosIrthos: Eu sigo Silua, com Azreth nos ombros, ambos famintos.

O caminho até o refeitório é curto. Seus narizes lhes guiam com maior precisão do que suas pernas. Azreth parece faminto, se mexendo frequentemente no ombro de Irthos

portrait irthosIrthos (rindo): Acho que alguém comeu menos do que devia no desjejum. Bem, aqui estamos (ao chegarmos no refeitório, eu procuro uma mesa, e encontrando-a, não tardo a buscar generosas porções de comida nos refeitórios, pedindo a Silua que traga as bebidas)

portrait siluaSilua: Eu anuo, rindo, e vou buscar as bebidas.

Vocês almoçam com rapidez e entusiasmo, sentindo-se bem melhores depois. O vento parece soprar com força vindo de fora da caverna, e as chamas atraem muitos para perto delas, buscando se aquecer

portrait siluaSilua (pensativa): O vento não está muito convidativo agora, mas chegou a nossa hora de seguirmos viagem, se quisermos chegar hoje em Lefirwarnen, Irthos.

portrait irthosIrthos (anuindo): Eu que sei. Cada dia que passamos aqui, por mais convidativo que seja, atrasa nossa jornada. Despedirmo-nos dos principais e então saimos. (eu me levanto)

portrait siluaSilua (anuindo): Teremos muito o que fazer nas próximas semanas (eu me levanto também)

portrait irthosIrthos: Semanas. (eu anuo, distante, indo até os quartos buscar minhas coisas. Azreth encara a despedida com um certo pesar, mas também entende a necessidade de irmos)

portrait siluaSilua: Eu sigo para o quarto pegar minhas coisas e depois vou me despedir de todos, além de ver se Morgause e Baltah tem mais alguma informação a dara antes de partirmos.

Os dois lhe recebem nos aposentos de Baltah, Morgause ainda parece um pouco exausta, mas já voltara a andar pelo templo e a cumprir os seus deveres. Eles lhe convidam para entrar. Pode ver um livro sobre celestiais aberto sob uma escrivaninha

Morgause (sorrindo): Achei que iria embora sem se despedir

portrait siluaSilua (sorrindo): Nunca que eu iria embora daqui sem me despedir de todos, e ainda mais de você.

Morgause: E os outros, já partiram?

portrait siluaSilua: Beowulf foi ainda ontem para casa, via teleporte, mas se juntará novamente a nós em poucos dias. E Irthos está aqui ainda.

Morgause: Espero que o Isän não tenha ficado irritado comigo. Estava cheia de preocupações no dia e acho que fui um pouco ríspida demais com ele (ela suspira) esses dias tem sido difíceis. Ontem recebi notícias que um de nossos foi morto pela guarda de Rivadan após ter sido corrompido novamente

portrait siluaSilua: Beowulf não ficou irritado não, ele apenas estava ansioso em rever a esposa. (após uma pausa, triste) Mais um motivo para determos esses malditos rakshasas de uma vez por todas.

Morgause: Mas não me sinto bem em lhe mandar nessa missão, Silua. Não quero perder mais um de vocês

portrait siluaSilua (séria): Eu sei, mas é necessário para que possamos impedir os cultistas de continuarem fazendo novas vítimas ou de pegarem mais de nossos irmãos. E com sorte, Baltah conseguirá fazer algo com meu sangue para ajudar com a segunda parte.

Baltah (anuindo): Espero conseguir mesmo. Mas o conhecimento parece escasso, acho que terei que buscar algum livro em outra biblioteca novamente

Morgause olha para Baltah um pouco triste, pronta para lhe recriminar. Ela parece engolir algumas palavras antes de continuar

Morgause: Que a Deusa proteja a ambos em suas jornadas. Vocês são os mais experientes que restaram. Tomem cuidado

portrait siluaSilua: Tomaremos. E faremos Ravasthar se arrepender de um dia ter formado esse maldito culto.

Cristiane (Silua): opa, escrevi errado, é Ravashatr

Cristiane (Silua): aiás, Ravashtar, notes errado

Baltah: Acho difícil ele se arrepender do que já fez, mas faremos o possível para isso

Morgause: Vá então Silua, não lhe atrasarei mais. Cuide-se e que Bast proteja a você e a seus companheiros

portrait siluaSilua (anuindo): Esperamos voltar em poucas semanas com a Corrente. (eu me despeço respeitosamente de ambos e saio dos aposentos)

Eles se despedem também, Morgause ainda preocupada. Você encontra Irthos mais adiante, já com os equipamentos preparados

portrait siluaSilua: Pronto para ir?

portrait irthosIrthos (anuindo, pretendendo animação): Como sempre. Sentirei saudade dos banhos quentes, me lembrar de providenciar isso em Rondall.

portrait irthosIrthos: teste

portrait siluaSilua (anuindo): Vamos então (eu saio do templo, rumo ao estábulo pegar nossos cavalos)

portrait irthosIrthos: Eu anuo e a sigo, animando-me ao ver Skyggnir – que relincha um tanto frustrado por eu tê-lo esquecido completamente nestes dias que passaram.

Vocês chegam até os cavalos, já enselados e prontos para partir. O garoto que cuida deles sorri para vocês

portrait siluaSilua: Espero que eles não tenham dado muito trabalho a você (eu sorrio para o garoto)

Garoto (animado): Ah não, eu só não consegui enselar nem por a roupa no cavalo daquele homem gigante. (rindo nervoso) Ele parecia meio orgulhoso e não muito amistoso, então não insisti

portrait siluaSilua (rindo): Gunnfaxi às vezes é tão teimoso quanto o dono, mas já estamos acostumados com ambos.

portrait irthosIrthos: Eu anuo, rindo levemente.

portrait siluaSilua: Gunnfaxi, Beowulf foi para Isa, mas voltará em em poucos dias, então até lá, você irá cavalgar sem ele. (eu dou uma palmadinha amistosa nele, enquanto o equipo para a viagem)

O cavalo lhe encara com uma expressão séria, mas permite que coloque os equipamentos nele. Ele parece um pouco triste, embora tente esconder, mantendo uma pose ereta

portrait siluaSilua: Você sente falta dele também, não é? Posso lhe garantir que se pudesse ele te levaria junto nesses teleportes para Isa. (eu acaricio o garanhão e depois monto em Asad).

portrait irthosIrthos: Quem sabe falamos com Azzet, ele deve ser capaz de atualizar os aneis, mesmo que diga que não seria gratuito isso. O maior problema seria mesmo o tempo que ele provavelmente teria que ficar com eles (eu monto em Skyggnir, acariciando-o conforme começa a trotar levemente)

Matheus: Bora gente!

portrait irthosIrthos: Eu me despeço do garoto com um aceno, agradecendo-o, e começamos a rumar à estrada mencionada por Silua, guiados por ela. Rumo ao que quer que nos espere em nossos destinos.

portrait siluaSilua: Eu agradeço ao garoto pelos cuidados e sigo junto com Irthos rumo a Lefirwanem, onde passaremos a noite antes de prosseguirmos rumo à Floresta Negra.

O ventro sopra durante toda a tarde, fustigando com um ar gélido acompanhado de alguns flocos de neve. A estrada até Lefirwanem está praticamente vazia, veem apenas o que parece ser uma mensageiro que passa por vocês em alta velocidade. Ele lhes encara parecendo surpreso e preocupado e parece feliz ao lhes ver pelas costas. A cidade em si está praticamente vazia, ainda mais na penumbra que chegam. O guarda na porta parece um pouco irritado em ter de sair da sua proteção do vento para abrir os portões. Dentro da cidade e protegidos em parte pelo vento, o clima não parece tão frio; e neve parece começar a desmanchar, tornando o chão em diversos poços de lama

portrait siluaSilua: Vamos direto procurar uma taverna, podemos até ver se ainda encontramos a mesma da primeira visita.

portrait irthosIrthos (anuindo): Confio em seu faro pra isso. E não preciso dizer que mal lembro da primeira visita (eu sorrio levemente)

portrait siluaSilua (rindo): Da taverna não muito, mas foi aqui que eu fiz com que fôssemos expulsos de uma loja, lembra-se?

portrait siluaSilua (rindo): Da taverna não muito, mas foi aqui que eu fiz com que fôssemos expulsos de uma loja, lembra-se?

portrait irthosIrthos (surpreso): Foi? Céus, a passagem dos dias e todos os eventos que os seguem está me fazendo esquecer dessas coisas que não ameaçam minha vida ou meu bom-humor (eu continuo seguindo pelas ruas, procurando atentamente por uma boa taverna, junto com Silua – e tentando me lembrar de mais detalhes daquele dia)

portrait siluaSilua (rindo): Acho que sei porque você esqueceu, estava mesmo me lembrando que foi a taverna daquele campeonato de arremesso de dardos, em que você não se deu nada bem.

portrait irthosIrthos: Eu murmuro algum impropério em meio a vários grunhidos.

portrait irthosIrthos: Acho que era por isso mesmo.

portrait irthosIrthos: Foi onde Beowulf conseguiu avançar uma fase a mais da competição, mesmo estando bêbado, não?

portrait siluaSilua (anuindo): Ele chegou a me enfrentar

portrait irthosIrthos (suspirando): Espero ter melhorado desde aquela época. Ao menos em relação aos outros competidores.

portrait siluaSilua (compreensiva): Você só teve um golpe de azar naquele dia. E aí? Vamos procurar essa taverna mesmo ou prefere outra?

portrait irthosIrthos: Se você encontrar a mesma seria bom. Eu me sinto como se estivesse passando pela primeira vez por aqui. Minha memória para acontecimentos não-vitais parece se limitar a seis meses no máximo.

portrait siluaSilua: Eu anuo e procuro me lembrar de onde aquela taverna, a Cão Adormecido, fica. Em último caso, perguntarei a um passante.

Gozando da melhor memória do que seus companheiros, você consegue encontrar o Cão Adormecido com facilidade, relembrando os acontecimentos passados com um sorriso oculto pelo capuz

portrait siluaSilua (animada): Bem, aqui estamos (eu levo os cavalos para o estábulo antes de seguir para a taverna).

portrait siluaSilua (rindo): Fico imaginando se vão reconhecer a gente, ainda mais que Beowulf não está conosco.

portrait irthosIrthos: Vou tentar não rir muito se ele reagir como Caralem. A Hyinen antes só brilhava sob comando, e agora tenho a impressão de deixar um rastro de gelo derretido por onde passo. Afora esse sobretudo, que com uma lavada volta a ficar novo. E nem preciso mencionar os braceletes, que qualquer bom observador notaria que são legitimas escamas. Mesmo que não as associem diretamente com um dragão. E mesmo sendo Beowulf o que mais ostenta ouro e afins, nós dois estamos muito diferentes do que quando passamos aqui. Eu mal poderia sonhar em comprar esse medalhão que agora ostento no peito, e creio que Azreth deva ficar interiamente no quarto dessa vez (eu sorrio, arfando e voltando a respirar)

portrait siluaSilua (rindo): Está querendo bater o recorde de mais palavars por minuto sem respirar?

portrait irthosIrthos (rindo, recuperando o fôlego): Aye! (eu deixo Skyggnir no estábulo, dessa vez com a promessa de revê-lo já na manhã seguinte, e adentro a taverna)

portrait siluaSilua: Eu rio e entro na tavwerna também.

Ao deixarem os cavalos sob o cuidado do cavalariço, ele parece um pouco assustado ao ver os animais, mas logo se põe a cuidar deles. Ao deixarem o vento e a neve para trás vocês sentem um calor acolhedor na taverna. Ela não parece muito cheia, muitos preferiram ter ficado em casa no frio que faz. Fanar está atrás da mesa de recepção, revisando o livro de contabilidade, ao que parece. Não podem ver Lars, uma mulher bem vistosa toma seu lugar cuidando dos barris e servindo-os ao desavisados. Podem ver um gato em cima de um deles, observando tudo com olhos brilhando na penumbra

portrait irthosIrthos: Eu aponto discretamente para o gato, segurando o riso.

portrait irthosIrthos (baixo, para Silua): Por nada que você ainda lembrava de tanta coisa, havia deixado um espião!

portrait siluaSilua (rindo, baixo): Não sei de nada

portrait irthosIrthos: Ninguém nunca sabe, a não ser que lhe diga respeito ou já seja tarde demais (eu me aproximo do balcão, tentando manter-me sério, e me anuncio a Fanar) Dois quartos, uma boa janta e a chance de ver um elfo barbudo, por favor.

Fanar lhes encara, por debaixo de grossas sombrancelhas, parecendo perplexo

Fanar (risonho): Elfo barbudo? (coça a cabeça) Eu penso me lembrar de algo sobre isso, mas de onde? (ele lhes encara, perplexo, enquanto busca um livro de hóspedes com as mãos)

portrait siluaSilua (rindo): Uma certa competição no verão passado?

Fanar (pensativo): Sim sim, eu me lembro de algo assim. Mas essa cabeça não está mais a mesma depois de muitos acontecimentos que quase me levaram a fechar o Cão, então se importaria se for mais direta, minha cara? (ele encerra com um tom cordial)

portrait irthosIrthos (sorrindo): Entendo, já deve fazer seis meses de nossa passagem por aqui. Participamos de um torneio de arremesso de dardos, e eu, que estava cotado a ir pras finais com ela, não passei da segunda fase. E raios, nem ela ganhou. (eu rio levemente). Ao menos, graças a minha derrota, um anão que aqui trabalha teve que ficar uma semana sem beber nada com álcool.

Fanar (triste): Ah, lembro-me disso. Pobre Tars, tive que mandá-lo embora alguns meses depois. Ah sim, foi você quem fez a aposta com ele, não foi? Irthos, não é mesmo? E junto de você vinha a Silua (ele encara Silua, sorrindo) e mais um outro homemzarrão chamado Be-alguma-coisa, certo? (rindo) Nunca consego pronunciar esses nomes do norte. (mais sério) É bom vê-los de volta aqui no Cão, embora ao ver-lhes sinta lhes informar que não estamos tão bem como vocês aparentam, meus caros

portrait siluaSilua: O que aconteceu?

Fanar: Conosco? Impostos altos, nada mais do que isso. Por algum motivo agora estamos sob as leis de Gabraj e não de Rivadan. E no último ano a taxação subiu bastante

portrait siluaSilua: Gabraj? Mas como eles chegaram a influenciar tão longe?

Fanar dá de ombros

Fanar: Eu não sei dos jogos da política, embora sei de rumores (mais baixo) falam de pagamento de sequestro, mas sabem como homens bêbados abrem a boca para falar qualquer coisa, não sabem?

portrait irthosIrthos (bufando, baixo): As vezes temo que os bêbados, com suas línguas destravadas pela bebida, são mais confiáveis que alguns homens sãos e sóbrios (mais calmo) mesmo assim, estou preocupado. Até onde lembro, as terras de Gabraj, pelo mapa, são um tanto mais ao norte.

portrait siluaSilua (preocupada): E que história é essa de pagamenrto de sequestro?

Fanar: E são. Até antes dessa mudança o domínio deles ficava a norte da Floresta das Cinzas, agora acredito que apenas Alog Mokzan e Sancre Tor continuam sob Rivadan. Quanto ao sequestro, dizem que a princesa de Rivadan fora sequestrada e nós fomos parte do pagamento do resgate (ele sorri para dentro, incormado). Rumores ou não, Gabraj está buscando muito ouro. Os motivos, eu não saberia dizer

portrait irthosIrthos: Eu encaro Silua, um pouco preocupado.

portrait siluaSilua: Eu anuo para Irthos, que deve ter feito a associação de Gabraj com Isa.

Fanar lhes entrega o livro para assinarem

Fanar: Eu espero que tudo esteja bem com vocês ao menos e com o seu amigo também

portrait siluaSilua (anuindo): Nós estamos e Beowulf está ocupado no momento com assuntos pessoais, mas também está bem. (eu assino o livro)

portrait irthosIrthos: Eu anuo, assinando o livro.

Fanar: Que bom, ao menos uma notícia feliz. Escolham a sua mesa, logo alguém irá lhes atender

portrait siluaSilua: Eu anuo e procuro uma mesa vaga.

portrait irthosIrthos: Eu cumprimento Fanar e sigo atrás de Silua. Encontramos uma mesa em um canto mais discreto da taverna, onde os frequentadores mais próximos não parecem se importar muito com a nossa presença.

portrait siluaSilua (baixo): Essa notícia sobre Gabraj é preocupante. Se eles estão tão preocupados em aumentar a arrecadação de ouro, isso pode significar que estão preparando tropas para a guerra com Isa.

portrait irthosIrthos (preocupado): Nem me fale. Provavelmente, teremos uma versão mais confiável da história por parte de Beowulf, quando retornar. Ao menos espero.

portrait siluaSilua (preocupada): Se é que ele já está sabendo disso. Será que devemos tentar mandar uma mensagem curta para ele depois?

portrait irthosIrthos (anuindo): Não custa nada.

portrait siluaSilua (anuindo): Assim que formos para os quartos, eu mandareui uma mensagem. Não acho sensato tentar fazer aqui. (pensativa) Ao menos acabou sendo bom que Beowulf não esteja conosco, se essa cidade agora está sob as rédeas de Gabraj, deve haver agentes dela em vários lugares e poderiam reconhecê-lo

Cleber (Irthos): Eu anuo preocupado, olhando inutilmente para alguns dos frequentadores – não saberia distinguir um morador local de alguém vindo de Gabraj de qualquer maneira.

portrait irthosIrthos: Eu anuo preocupado, olhando inutilmente para alguns dos frequentadores – não saberia distinguir um morador local de alguém vindo de Gabraj de qualquer maneira.

portrait siluaSilua: Eu olho discretamente ao redor, para ver se alguém na taverna pode estar nos olhando de maneira suspeita, lembrando do mercador em Amarash que viu Beowulf e talvez nós também.

GM: Teste de Observar e outro de Furtividade para tentar fazer de maneira discreta, caso assim deseje

dadoGM: [BOX] Silua -> Skill [Spot] [36] [1d20+20 = 36]

dadoGM: [BOX] Silua -> Skill [Move Silently] [37] [1d20+26 = 37]

Embora não haja nenhum guarda na taverna, consegue notar alguns homens prestando bastante atenção a todos os passantes. Um deles lhes encararam por bastante tempo, com os ouvidos atentos. Ele ainda parece discutir com um homem que falava alto com uma cortesã enquanto você e Irthos conversavam.

portrait siluaSilua (baixo): Tem alguns aqui que parecem muito atentos a quem passa e aquele ali (eu mostro para Irthos) nos encarou por bastante tempo e parece que está tentando nos ouvir, e ainda parece estar discutindo com aquele outro ali, com a cortesã.

portrait irthosIrthos: Eu rio, baixo.

portrait irthosIrthos (rindo): Fazendo as duas coisas ao mesmo tempo? Eu o admiro até. (mais sério, baixo) Por um lado agradeço por Beowulf não estar aqui, teriamos que o controlar se ele reconhecesse esses sujeitos como sendo alguém de Gabraj, o que poderia ser problemático pro nosso amigo Fanar.

portrait siluaSilua (anuindo): Teremos que ficar atentos, mesmo quando formos nos recolher após a janta.

portrait irthosIrthos: Eu anuo, fingindo desinteresse enquanto espero pela janta.

Janta esta que não demora muito. Logo uma atendente traz o jantar até a mesa: carne de porco com um molho de mel, batatas assadas com temperos e alguns cogumelos carnudos. Ela sorri, perguntando se desejam algo para beber

portrait siluaSilua: Para mim suco de frutas ou leite.

portrait irthosIrthos (sorrindo): Hidromel.

Ela anui com um gesto de cabeça e se retira, voltando com as suas bebidas. Para Silua um suco de limões da montanha adoçados com mel e para Irthos um hidromel de aparência mais escura

portrait siluaSilua: Eu agradeço à atendente e começo a jantar e tomar o suco.

portrait irthosIrthos: Eu agradeço e começo a comer e a beber com vontade, ignorando um pouco a situação toda.

Vocês terminam de jantar logo, o homem que estava xingando com o outro deixa a taverna, saindo direto pela porta. Fanar suspira, triste, ao vê-lo sair. A mulher que lhes atendera tenta reconfortar o pobre halfling, que parece um pouco mais animado, embora seus olhos curvados ainda demonstrem tristeza. Ela retira os pratos de vocês, enchendo novamente seus copos

portrait siluaSilua: O que foi essa confusão toda? (eu indago à atendente, indicando Fanar)

Ela sorri, tentando parecer alegre

Atendente: Ah, (baixo) como aparentemente conhecem Fanar, acho que não faz mal lhes contar. Aquele homem que acabou de sair é um dos homens da guarda, procurando por suspeitos. Eles sempre vêm até aqui, comem e bebem e saem sem pagar. Abusam das cortesãs, levam-nas para os quartos e também não as pagam. Dei sorte por Fanar ter me tirado desta vida antes de sermos todos vendidos

portrait siluaSilua (pensativa): Deixe-me adivinhar: um dos homens colocados aqui por Gabraj para impôr as regras deles em Lefirwanen.

Atendente anui, enquanto se retira triste, indo antender outra mesa

portrait irthosIrthos (bufando, baixo): Agora eu até daria razão a Beowulf se ele erguesse dois do chão e os quebrasse contra uma parede

portrait siluaSilua (baixo): E ainda é uma situação complicada. Isa teria que passar por cima de Gabraj para resolver essa bagunça, mas enquanto isso, a tendência é Gabraj estrangular cada vez mais as cidades que controla a medida que for precisando de ouro.

portrait irthosIrthos (baixo): E técnicamente, nenhuma guerra começou ainda, então Isa poderia até parecer ruim na história se intervisse agora. Mas ai partimos pra outro ponto, como raios eles conseguiram tantas terras? Sequestrando a filha de alguém muito importante?

portrait siluaSilua (baixo): Não lembra que Fanar nos disse que boatos dizem que teriam sequestrado a princesa de Rivadan e Lefirwanem foi parte do resgate?

portrait irthosIrthos: Eu bufo, irritado comigo mesmo.

portrait irthosIrthos (bufando): Claro! Idiota! Entendi exatemente o contrário!

portrait siluaSilua (pensativa): E pelo que ele nos disse, da região apenas Alog e Sancre Tor ainda estão ligados a Rivadan, o resto agora é de Gabraj.

portrait irthosIrthos (baixo): Bem, de toda maneira precisamos avisar Beowulf. Como um Jarl de Isa, ele é o mais próximo de ´se meter em assuntos políticos´ que temos.

portrait siluaSilua (anuindo, baixo): E isso das terras indicaria outro possível problema. E se Gabraj não se satisfazer com apenas Isa? Aumentando sua influência eles poderão decidir se voltar contra Rivadanj também.

portrait irthosIrthos (pensativo, baixo): Arre, é complicado mesmo. Isa poderia, claro, comprar uma guerra contra Gabraj, o que os forcaria a, em termos, deixar de buscar novos territórios pra se concentrarem nas batalhas ao norte. O ruim é que com isso, camponeses daqui provavelmente seriam levados para guerrear à força.

Cleber (Irthos): *uma guerra declarada

portrait siluaSilua (baixo): Fora que com isso, Isa seria vista como a vilã e não Gabraj, que é quem está procurando encrenca para começar.

portrait irthosIrthos (rindo): Está vendo porque poucos gostam de se envolver com as tramas da política?

portrait irthosIrthos: Eu repouso o caneco na mesa, bocejando levemente.

portrait irthosIrthos (bufando): Pareço um senhor com o dobro da minha idade que acabou de passar o dia lavrando a terra, e não um jovem sem barba que a coisa mais útil que fez durante o dia foi caminhar.

Silua ri.

portrait irthosIrthos: Vamos ver nossos quartos então, que um certo pequeno ja está me causando comichões no cérebro de tanta fome?

portrait siluaSilua (anuindo): Vamos. (baixo) Eu mandarei uma mensagem curta com um resumo para Beowulf. E não se esqueça de ficar atento, caso tenhamos visitantes noturnos, ainda bem que temos sentidos aguçados.

portrait irthosIrthos: Eu anuo, indo até Lanar pedir as chaves de nossos quartos.

O halfling lhe entrega as chaves, junto com elas um pequeno bilhete, embrulhado nelas. Ele lhe olha com um olhar indireto, tentando parecer discreto

portrait irthosIrthos: Eu anuo discretamente, pegando chaves e o bilhete e fazendo sinal a Silua para subirmos. Eu bocejo – com sinceridade.

portrait siluaSilua: Eu acompanho Irthos rumo aos quartos.

portrait irthosIrthos: Próximo de chegarmos ao primeiro quarto, eu me aproximo de Silua, falando baixo o suficiente para apenas Silua ouvir.

portrait irthosIrthos (susurrando): Lanar me entregou um bilhete, entre no meu quarto e vamos ver seu conteudo.

portrait siluaSilua: Eu anuo e entro no quarto de Irthos, dando uma rápida olhada antes para ver se ninguém estava nos olhando.

Não há ninguem no andar superior. Ainda é muito cedo e todos os frequentadores da taverna permanecem no andar de baixo

portrait siluaSilua: O andar está limpo, vamos dar uma olhada nesse bilhete.

portrait irthosIrthos: Eu anuo, desembrulhando o bilhete e lendo-o.

O bilhete comtém uma única frase, nem curta, nem longa. “Se quiserem mais informações, desçam em três horas”

portrait irthosIrthos: Eu passo o bilhete à Silua, então digo a Azreth que pode sair da bolsa, o que ele faz com grado, largando-se sobre a cama, embora o faça de maneira relativamente silenciosa.

portrait siluaSilua: Eu leio o bilhete e depois anuo para Irthos.

portrait siluaSilua: Então pelo jeito temos um compromisso para daqui a 3 horas.

portrait irthosIrthos (baixo): Sinto que estamos para nos meter em confusão, ou livrar Lanar de uma, ou ambos. De toda forma, a essa hora provavelmente os frequentadores da taverna ja terão se recolhido em seus quartos.

Cristiane (Silua): correção Razi, é Fanar, não Lanar, hehe

portrait siluaSilua (anuindo): Cuidem-se e fiquem atentos, nos vemos em três horas (eu saio do quarto e vou para o meu quarto, onde aproveito para rezar a Bast, embora mantenha-me ainda atenta aos arredores, esperando passar as três horas.

portrait irthosIrthos: Eu anuo, mantendo todos os sentidos atentos durante as longas três horas que se seguem. Explico a situação a Azreth, cujo faro é melhor que o meu, e ele se mantém sentado a cama, observando a porta, como um cão de guarda. Eu sorrio ao vê-lo naquela posição.

As horas parecem se estender por um tempo ainda maior do as três combinadas. Tentando ocupar a mente com outras coisas, o cenário de repressão e opressão da cidade sempre voltam a suas mentes. O som advindo do andar inferior começa a diminuir gradativamente até que o silêncio domina, quando ouvem passos acompanhados de risos femininos e uma voz masculina, claramente embriagada, entrando num quarto próximo

portrait siluaSilua: Eu presto atenção nas vozes, tentando captar o que dizem, caso seja um dos homens de Gabraj novamente.

GM: Ouvir

dadoGM: [BOX] Silua -> Skill [Listen] [27] [1d20+20 = 27]

portrait irthosIrthos: Azreth eriça as orelhas ao ouvir o homem subindo as escadas – antes mesmo que eu o perceba, ja um pouco absorto devido ao tempo passado. Eu tento ouvir algo, embora não me aproxime mais da porta para não fazer nenhum barulho.

Não parecem falar nada muito sério, apenas o tipo de conversa que um homem falaria com uma meretriz com a qual se deitará

dadoGM: [BOX] Irthos -> Skill [Listen] [49] [1d20+29 = 49]

Cristiane (Silua): Já se passaram as três horas?

GM: Sim

Cristiane (Silua): teste

portrait siluaSilua: Ao ver que não era nada preocupante, eu saio do quarto e de modo casual, desço para ver o que Fanar deseja nos falar a mais.

portrait siluaSilua: Ao ver que não era nada preocupante, eu saio do quarto e de modo casual, desço para ver o que Fanar deseja nos falar a mais.

portrait irthosIrthos: Assim que o corredor silencia, eu me levanto e saio da porta, tendo calculado que as três horas ja haviam se passado, e desço juntamente com Silua, embora mantenha-me atento aos quartos, para o caso de alguém observar nossa descida.

Vocês descem até o andar inferior, que está na penumbra. Fanar está atrás do balcão, ainda fazendo alguns cálculos, coçando a cabeça com força

portrait siluaSilua: Eu me aproximo casualmente do balcão, como se fosse pedir mais alguma coisa antes de me recolher de vez, e espero Fanar falar conosco.

portrait irthosIrthos: Eu me aproximo do balcão, de maneira casual, e espero Fanar terminar o que está fazendo.

Ao ver que se aproximam, o halfling fecha o livro. Lhes encarando em seguida

Fanar (baixo): Pude ver em seus rostos que jamais esperavam ver Lefirwanem nessa situação, não é mesmo?

portrait siluaSilua (anuindo): Não esperávamos mesmo.

portrait irthosIrthos (anuindo): Podiamos esperar algumas coisas de Gabraj, mas não o que vimos e o que nos contou.

Fanar (rindo): Se me perguntassem a mesma coisa na última vez que nos vimos eu também não acreditaria. Mas não temos muito o que fazer, não é? Os jogos políticos estão muito além do que podemos fazer. Eu sinto muito por ter estragado a estadia de vocês por aqui

portrait siluaSilua: Você não tem culpa disso.

portrait irthosIrthos (anuindo): Além do mais, foi ´bom´, se me perdoe a palavra, vermos a que ponto a situação em que está. As vezes a ignorância é uma bênçao, mas não deve se aplicar a isso.

Fanar: O problema é para muitos aqui, nada mudou. Muitos nem devem saber disso, acho que até estão felizes com a maior quantidade de guardas na rua. (mais baixo ainda) Eu só tomaria cuidado se fosse vocês, se alguém lhes reconhecer da última vez e ligarem vocês aquele seu amigo, vocês terão problemas

portrait siluaSilua (anuindo): Estávamos mesmo discutindo isso antes, sabemos dos problemas que existem entre Gabraj e Isa.

portrait irthosIrthos (anuindo): E não deve demorar muito pra fazerem essa ligação, não fomos muito discretos da ultima vez em que estivemos aqui mesmo.

Fanar: Exatamente, vi um dos homens do norte aqui na cidade há uns tempos. Foi arrastado para a prisão sem saber o que estava acontecendo. O pobre coitado nem família devia ter, era não mais do que um provável refugiado de guerra ou algo do tipo.

portrait irthosIrthos (baixo): E suponho que você não saiba o nome dele, pra vermos se porventura nosso amigo o conhecia?

Fanar: Não, não sei. (curioso) Estão indo para lá por algum acaso? É um longo caminho até a ilha

portrait irthosIrthos (rindo): Estamos sempre indo para lugares estranhos, mas não. Só achei que seria interessante saber se ele foi preso apenas por ser de lá, ou se talvez houvesse alguma associação dele.

Fanar: De qualquer forma, recomendo que tomem cuidado ao andar com seu amigo pelas terras ao norte daqui, principalmente se elas estiverem sob o domínio deles. Ele não é exatamente discreto.

portrait irthosIrthos: Eu anuo, rindo levemente.

portrait irthosIrthos: Não mesmo (mais sério) mas tomaremos cuidado sim. E não se preocupe, as acomodações estão ótimas como sempre. A comida e a bebida também. Só sentirei falta de uma revanche na competição dos dardos.

Fanar sorri finalmente, um pouco de luz voltando à sua face

Fanar: É, bons tempos aqueles. Talvez um dia você tenha a chance não é mesmo? Recomendo que partam antes do amanhecer, para evitar um possível encontro indesejado

portrait siluaSilua (anuindo): Partiremos sim e obrigada pelo aviso.

Fanar: Mais algo que possa fazer por vocês?

portrait irthosIrthos (sorrindo): Uma caneca de hidromel se possivel, ficar três horas esperando lá em cima deixou minha boca seca.

Fanar: Claro (ele enche um caneco e lhe entrega) por conta da casa

portrait irthosIrthos: Eu sorrio, pegando o caneco e virando-o com vontade. Após um tempo, descanso-o sobre o balcão.

portrait irthosIrthos: Bem melhor agora, obrigado.

Fanar (sorrindo): Batam naquela porta (ele indica uma porta atrás do balcão) amanhã de manhã quando pretendem sair. Não temos nenhum elfo hospedado então não precisarei de alguém acordado tão cedo

portrait siluaSilua (anuindo): E vamnos aproveitar e já deixaremos nossas despesas pagas, assim ganharemos tempo de manhã. Quanto deu?

Fanar: Foram seis peças de prata para cada um. Seu amigo faz falta nesses tempos turbulentos

portrait irthosIrthos: Embora ele provavelmente teria feito aqueles sujeitos de antes voarem pra fora da janela se reconhecesse que eram de Gabraj, o que atrairia a atenção errada pra sua taverna (eu pago-lhe as seis peças de prata)

portrait siluaSilua (anuindo): Embora ao mesmo tempo foi bom que ele não pôde vir conosco, poderia dar uma bela confusão (eu entrego a ele o dinheiro)

Fanar (rindo): Sabe, até que um pouco de confusão não me faria tão mal. Ver aqueles homens humilhados teria me alegrado demais (ele guarda as moedas, escrevendo algo no livro de contabilidade)

portrait irthosIrthos: Eu observo o livro, curioso.

portrait irthosIrthos: Eles porventura não tentaram verificar esse seu livro buscando reconhecer algum hospede, não?

Fanar: Ah tentaram e conseguiram, mas guardo apenas os dos últimos três meses. Meu pai sempre me falou que era melhor esquecer o passado, então sempre os queimei. (preocupado) Claro, seus nomes estão aqui! Acham que isso traria complicações para vocês?

portrait irthosIrthos: O de nosso amigo traria, com toda a certeza. Se não viram o nome dele ali então não creio que haveria problema.

portrait siluaSilua: E você? Não terá problemas se descobrirem que estivemos aqui e fomos embora sem que eles soubessem anets?

Fanar: Acho difícil, afinal, como eu saberia quem vocês eram e quem conheciam? Difícil lhes reconhecer depois de todo esse tempo, não é? (ele sorri)

portrait irthosIrthos: Dois passantes entre tantos outros, que há mais de três meses não vem aqui, se um dia vieram, são tantas as caras que você vê todos os dias, dificil se lembrar.

Cleber (Irthos): *a mais de tres meses não vinham mais aqui, se um dia vieram antes,

Fanar (rindo): Verdade. Mas deve fazer algum tempo que não veem o seu amigo, se ele está em Isa afinal. De qualquer maneira, tomem cuidado

portrait irthosIrthos (sorrindo): O mesmo pra você, amigo. Que Bahamut esteja com você quando não estivermos.

Ele sorri, anuindo. Volta a olhar para o seu livro, embora agora o seu semblante pareça estar mais alegre. Ao menos um pouco.

portrait irthosIrthos (para Silua): Vamos nos retirar então, já que pelo visto somos uns dos últimos ainda acordados e teremos que ser os primeiros a voltar a ser.

portrait siluaSilua: Eu anuo, me despeço temporariamente de Fanar e retorno ao quarto, procurando aproveitar as horas que ainda restam e confiando nos sentidos aguçados para não ser pegar de surpresa, caso tentem alguma surpresinha noturna.

portrait irthosIrthos: Eu subo de volta aos quartos, agradecendo Fanar uma última vez. Azreth, parece saber de boa parte do que pensei lá embaixo, pelo seu semblante mais sério – e um pouco de satisfação por voltarmos a estar em movimento, o que significa maior liberdade a ele. Decido cochilar um pouco, embora a mente esteja alerta. Azreth se mantem decidido a ficar acordado por mim, vigiando. Eu sorrio.

portrait beowulfBeowulf: O dia seguinte em Isa é mais tranquilo e usual. Pela manhã ouço os problemas de alguns homens e mulheres, oferecendo justiça. Freyja sorri, dizendo que estou ficando bom nisso. Eu sorrio para ela, embora lá no fundo não seja algo que me atraia muito. À tarde eu treino com os homens no mar, lutando nos drakkares. Um deles cai na água gelada e não consegue aguentar a baixa temperatura, se encontrando com os deuses. Eu mesmo quase morri ao saltar atrás dele, sentindo a água gelada cortar os músculos como lâminas. Deixamos o mar logo depois, acompanhando o sol que se põe. Eu volto para os salões, ainda tremendo, bebendo um pouco de vinho quente para me aquecer. À noite janto apenas com Freyja, antes de ir dormir junto dela. Antes de dormir, acaricio a sua barriga, sentindo meu filho ali dentro. Eu a abraço e sorrio, adormecendo com o cheiro dos cabelos dela

Irthos e Silua despertam ainda de madrugada, atentos. Não ouviram nenhum som fora do usual, embora tenham acordado diversas vezes devido ao som de passos no corredor do homem e da meretriz. Sentem-se ainda exaustos e sonolentos, embora nem de perto como Azreth, que assim que Irthos acorda, ele adormece onde está mesmo

portrait siluaSilua: Eu levanto ainda bocejando um pouco, me espreguiço com vontade, confiro minhas coisas e depois desço, mas sempre mantendo-em atenta.

portrait irthosIrthos: Eu sorrio, embora um pouco triste, ao ver o pequeno dragão desmaiando. Visto todo meu equipamento de maneira rápida e discreta, e então coloco Azreth com cuidado dentro da bolsa. Logo após colocar um dos braços para dentro, eu o tiro para fora um tanto assustado, uma leve sensação de formigamento em minha mão. De fato, o objeto foi feito apenas para ser acessado por familiars, pois sinto que o formigamento e coçeira tiveram origens mágicas – e o pior deva ter sido evitado por minha proteção. Eu ignoro tudo isso ao colocá-lo ali dentro e fecho a bolsa com cuidado. Estranhamente, ele parece não ter volume ali dentro, o que jamais tinha realmente reparado. Desço as escadas atento, porém sem evitar um bocejo.

Vocês se encontram no andar debaixo, ainda escuro. A luz dos candelabros já há muito apagou, assim como a lareira. O vento uiva do lado de fora, fustigando a madeira da estalagem

portrait siluaSilua: Conforme o combinado com Fanar, eu bato na porta atrás do balcão.

Após alguns instantes, Fanar surge pela porta, ainda vestindo um pijama grosso. Ele treme de frio, bocejando

Fanar (bocejando): D-dia. Fico feliz em saber que pretendem seguir meu conselho. (ele caminha lentamente até a porta, os olhos ainda um pouco fechados)

portrait irthosIrthos (baixo): Eu acho que não vai satisfazer nossa curiosade em dizer que tipo de encontro indesejado estariamos evitando, não é?

portrait siluaSilua (anuindo): Quanto menos confusão melhor, principalmente se pudermos evitar problemas para você.

Fanar: Os guardas, Irthos. Se eles os ligarem ao Beoalf, vocês terão problemas. Muitos problemas. E não acredito que desejem eles

portrait irthosIrthos: Acho que você falou algo assim ontem. Ou já era hoje (eu reprimo um bocejo)

Fanar: Acho que era hoje (rindo) Vejo que não sou o único cansado aqui

portrait irthosIrthos (rindo, baixo): Meu sono não é só meu, mas obrigado por tudo. Quando tudo isso acabar, lembre-se de organizar o maior torneio de dardos que o oeste de Val´huhn ja viu. Pretendo chegar a final desta vez.

Fanar: Farei isso sim, mas não sei se isso vai acontecer tão cedo assim. Essa guerra pode demorar a acontecer e caso Gabraj vença… nem quero pensar. Que Fharlanghn guie seus passos até o vosso destino em segurança

portrait siluaSilua: Esperamos que possam se livrar do jugo de Gabraj e voltar a serem protegidos por uma cidade mais justa.

portrait irthosIrthos: Eu anuo, me despedindo de Fanar, e saio pela porta, observando tudo a procura de movimentação suspeita antes de rumar aos estábulos.

portrait siluaSilua: Eu me despeço de Fanar e acompanho Irthos rumo aos estábulos, sempre atenta.

As ruas estão vazias, lhes passando um sentimento de segurança ao mesmo tempo que um de desolação. O clima da cidade é funesto e melancólico. Sem o que Fanar havia dito, culpariam o inverno por isso. A porta dos estábulos está fechada, uma luz pode ser vista da casa do cavalariço, anexada ao estábulo

portrait siluaSilua: Fique atento Irthos, enquanto eu chamo o cavalariço (eu bato na porta)

portrait irthosIrthos: Eu anuo, observando os arredores atentamente, ouvidos igualmente atentos à qualquer aproximação, com a mão esquerda sobre o cabo da Yvastar

A porta é aberta logo, indicando que o homem estava acordado. Ele sorri

Cavalariço (sorrindo): Bem que o senhor Fanar falou que viajantes viriam pegar os cavalos pela manhã. Eu deixei eles enselados, até mesmo o garanhão me deixou cuidar dele esta manhã, estranho. Ele parecia saber que era importante

Enquanto fala, o homem vai abrindo as portas e guiando-os até os cavalos; falando com vocês, embora não lhes encare

Cavalariço: Ele também me falou que vocês irão salvar Lefirwanem um dia. Ele parece sempre saber das coisas, o velho Fanar. Mas sabem? Às vezes eu acho que ele é um pouco louco, o Fanar. Como que duas pessoas fariam diferença nessa guerra? Nem que fossem reis, faria, eu imagino. (ele tira os cavalos dos coxos, lhes passando as rédeas) Pus um pouco de água quente nas selas, devem estar ainda um pouco úmidas. Havia gelo sobre elas e não é bom montar com gelo no rabo, é? (ele gargalha um pouco)

portrait siluaSilua: Obrigada pelos cuidados extras e pela paciência, espero que possamos voltar aqui num dia melhor. (eu monto em Asad)

portrait irthosIrthos: Aye, obrigado por tudo, e desculpe tê-lo feito acordar a essa hora (eu monto em Skyggnir, guiando-o para fora dos estábulos e com isso da cidade, mantendo-me sério enquanto observo a cidade que passa)

Vocês deixam a cidade, encontrando o portão sul já aberto. Um dos guardas lhes encara por alguns instantes e parece pensar em lhes interromper. Após um segundo olhar, ele desiste. A estrada está fria, úmida, ventosa e coberta de neve. Os cavalos parecem fazer força para caminhar com a grossa camada de neve

portrait siluaSilua: Não é a melhor hora do dia para viajar, hein Asad? (eu dou umas palmadinhas amistosas em seu flanco, para animá-lo)

portrait irthosIrthos (rindo, baixo): Aye. Vento, neve e umidade só servem pra criar gelo nas asas, e cada quilo parecem pesar dez ao batê-las (eu dou umas palmadinhas amistosas em Skyggnir, e seguimos viagem, embora eu mais siga Silua, que é quem melhor conhece o caminho. Mantenho-me alerta, embora aparente indiferença)

portrait siluaSilua: A estrada agora irá se aproximar um pouco mais das montanhas e permanecer acompanhando-as até elas terminarem, depois estaremos em campo aberto até chegarmos à Floresta Negra.

portrait irthosIrthos: Eu anuo, vagamente.

portrait irthosIrthos (pensativo, enquanto cavalgo): Por mais que não queira que estoure uma guerra, se a situação chegou onde parece ter chegado, até gostaria que eles incitassem uma. Ao menos poderiamos conseguir que outras nações se unissem a Isa. Pior de tudo é pensar que, se Isa os vencesse no norte, eles recuariam para leste e sul, tornando as coisas ainda piores aqui.

portrait siluaSilua (pensativa): O problema seria convencer outras nações, afinal aos olhos de muitos, Isa não passa de uma ilha cheia de bárbaros sanguinários…

portrait irthosIrthos (anuindo): Por isso digo que Gabraj precisaria enfurecer alguém. O problema, contudo, é que o processo provavelmente não seria amigável. De uma maneira ou de outra, milhares de vidas inocentes estariam em jogo (eu suspiro, olhando para o céu)

portrait siluaSilua (anuindo): Verdade. E ainda tenho que avisar Beowulf, vou fazer isso assim que amanhecer e pararmos para desjejuar, já que nessa hora já teremos algumas poucas horas entre nós e Lefirwanen.

portrait irthosIrthos: Horas preciosas. E no ritmo de nossos cavalos, cada duas horas são três que eles precisam, eh? (eu acaricio Skyggnir, que relincha animado)

Cleber (Irthos): *que eles precisariam pra nos alcançar

portrait irthosIrthos: Eu sigo cavalgando até o amanhecer, seguindo a estrada confome Silua mencionou, e quando os primeiros raios de sol começam a surgir, ajudo-a a procurar um bom lugar para desjeuarmos, um pouco afastado da estrada.

O sol matutino chega quente e brilhante, quase os cegando ao refletir na neve branca. Os cavalos parecem felizes em parar um pouco, porém tristes por não poderem baixar seus focinhos e pastarem um pouco

portrait siluaSilua: Com saudades da grama fresca, hein? Mais alguns dias e provavelmente já começaremos a vê-la aparecendo a medida que a neve for derretendo (eu tiro feno da carroça e dou para os cavalos, junto com água)

portrait irthosIrthos (rindo levemente): Mais alguns meses e vamos desejar voltar a ver essa neve (eu verifico o que temos em termos de comida e lenha)

portrait irthosIrthos: Eu tiro alguns pães, queijo e carne que trouxemos do templo, suficiente para os três. Até agradeço o fato da carne ja estar razoavelmente cortada e levemente temperada. Pego a lenha que temos, suficiente para esquentar o desjejum, e começo a assar a carne, usando uma pederneira e isqueiro para acender o fogo. Rio ao pensar em como é mais fácil quando Beowulf está junto.

portrait irthosIrthos (para Silua): Veja se consegue encontrar alguns gravetos mais secos para termos fogo essa noite. Beowulf um dia aprende a acender um fogo embaixo d´água, mas sem ele é o que teremos.

portrait siluaSilua: Enquanto Irthos prepara o desjejum, eu uso meu anel para mandar uma mensagem para Beowulf, fazendo um resumo sobre Gabraj estar aumentando sua influência para conseguir mais ouro e que estamos fora da cidade agora.

Eu recebo a mensagem ainda desjejuando. Ao ouvi-la, eu sinto ondas de ódio e fúria, quebrando o caneco de hidromel que está em minha mão. Não consigo responder nada, ainda possuído pela fúria

portrait beowulfBeowulf: Eu recebo a mensagem ainda desjejuando. Ao ouvi-la, eu sinto ondas de ódio e fúria, quebrando o caneco de hidromel que está em minha mão. Não consigo responder nada, ainda possuído pela fúria

Matheus E (Beowulf): apanhei para trocar de janela hahaha

Grande amante de diversos estilos de Metal, incluindo Power, Folk, Pagan e Viking, passou a jogar RPG por influência dos amigos e desde então nunca parou. Leitor ávido, adora livros de fantasia, e vem atualmente lutando para vencer uma lista de livros que não para de crescer. Nerd e gamer, a carreira de desenvolvedor de software lhe foi uma escolha óbvia e gratificante. Também é pagão, vendo seus ideais representados na religião de seus antepassados.

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