Beowulf: E agora, direto para Azaraf?
Silua (anuindo): A menos que você tenha alguma outra idéia em mente, seria nossa próxima parada.
Beowulf: Nay, não consigo pensar em nada até chegarmos lá ao menos. (eu encaro a passagem em direção ao solo) Alguém não gosta mesmo de mim
Silua (rindo): Querm mandou ser tão alto? (eu sigo descendo pelo caminho)
Beowulf (bufado): Se ter crescido para cima tivesse sido o único problema (eu desço até o chão, me espremendo para passar por entre as árvores. Eu chego lá embaixo e praguejo um pouco, esfregando os ombros. Gunnfaxi me encara com uma expressão de riso, eu me aproximo e o soco de leve, ele relinxa e revida com um golpe com a cabeça) Seu cavalo teimoso! (usando de mais força eu o puxo para perto e monto com um pouco de brutalidade) E isso é para aprender quem é que manda em quem aqui! (eu rio um pouco e dou umas palmadinhas nele) Vamos?
Silua (rindo): Nâo é a toa que Gunnfaxi costuma bancar o teimoso também, teve a quem puxar. (eu monto em Asad e sigo rumo a saida do refúgio)
Beowulf: Eu sigo atrás de Silua, instigando Gunnfaxi para a seguir. Aproveito a ausência de peso nos ombros que estar sem armadura me proporciona e rumo até a saída do refúgio. Ao sair do local eu diminuo um pouco o ritmo
Beowulf: Acha que ficarão bem?
Silua: Eu espero que sim, Lomadil parece ser um bom líder. Só falta os impetuosos como Tamrael pararem de assaltar que ficarão bem
Beowulf: Nunca pensei que elfos fossem capazes de fazer isso. Todos os que eu encontrei sempre me pareceram puros demais para isso (eu rio)
Silua: Embora a maioria deles o sejam, eles também tem problemas com maus elementos em seu meio, assim como as outras raças
Beowulf (rindo): Quer dizer que todos nós Isäns somos maus elementos?
Silua (rindo): Nâo disse isso, mas se a acarapuça serviu…
Beowulf (rindo): E nós olhos de vocês devemos ser mesmos. Violentos, beberrões e sem respeito pelas mulheres, aye?
Silua: Eu anuo, rindo, e sigo cavalgando.
Beowulf: Eu sigo mais atrás, resistindo a tentação de coçar as feridas que cicatrizam.
Após um dia e meio de viagem através da floresta úmida, Beowulf e Silua finalmente deixam a floresta, pisando nas pedras firmes da estrada com um certo alívio. Vendo os cavalos cansados, eles resolvem esperar um pouco antes de seguir viagem. Uma carava de ciganos passa pela estrada, acompanhados de alguns guardas. Estes lhes encaram, suspeitos, mas após alguns instantes eles se aproximam, alguns com os punhos nas armas, completamente desconfiados. Eles parecem encarar Beowulf, apreensivamente
Guarda: Saudações, viajantes
Beowulf: Eu o cumprimento com um gesto de cabeça, a bainha da Drakengard em mãos. Mantenho a expressão séria no rosto
Silua: Saudações (eu mantenho-me tranquila)
Guarda: Ouviram falar dos ataques de bandidos nessas estradas?
Silua: Ouvimos histórias, mas não vimos nada.
Guarda: Vendo o estado do seu amigo, eu imaginei que tivessem sido atacados por eles
Silua: Apenas tivemos problemas com a fauna local.
Guarda: Fauna?
Silua: Alguns animais hostis não gostaram muito da nossa passagem e nos atacaram.
Guarda: Viajar sozinho por essa estrada é perigoso. Estamos indo para Azzaraf, se quiserem nos acompanhar?
Silua: Eu olho para Beowulf, para ver o que ele acha.
Beowulf: Indiferente por mim, mas não acho que teremos problemas com bandidos, heh
Guarda: Esse sotaque e essa aparência, você vem de Isa, não vem? (ele saca levemente a espada)
Beowulf: Aye, é algum problema? (eu saco completamente a Drakengard, já um pouco irritado)
Ele recua um pouco, ainda montado. Os outros o imitam. A carava de ciganos parece recuar, um deles se aproxima, as roupas coloridas balançando no ritmo dos passos dos cavalos
Cigano: Algum problema aqui?
O guarda ergue a espada e a aponta para o homem que acabara de se aproximar. Ele recua, erguendo os braços. O guarda volta a se virar para Beowulf
Guarda: Como se chama, Isän?
Beowulf: Jarl Beowulf Bjornson (eu respondo, mantendo a cabeça erguida e a Drakengard abaixada ao lado do corpo)
Guarda: Ouviram isso homens? É ele mesmo! Há uma recompensa de cem mil moedas de ouro pela sua cabeça. Não sei qual crime você cometeu, mas tem um pessoal mais ao norte que quer mesmo lhe ver morto.
Beowulf: Eu bufo, irritado
Beowulf (irritado): Crime?
Beowulf: Eu ergo a Drakengard e encaro Silua
Beowulf (furioso): Você tem um minuto para tentar convencer esse homem de que ele acaba de cometer o maior erro da vida dele antes que eu o esmague
Silua (séria): Gabraj está oferecendo essa recompensa. não?
Guarda: Acho que são eles sim. Eu ouvi uns homens comentando isso e, infernos, por cem mil peças de ouro?
Cigano: Ei ei ei! Nós não combinamos nada disso, o trato era você nos levar até Azzaraf.
Guarda: Não se meta nisso, ou você também morre
Beowulf (furioso): 30 segundos
Silua (séria): Acredite, se você puxar briga conosco, nenhum de vocês guardas irá sair vivo daqui. Nós já encaramos coisa muito pior que guardas de caravana e sobrevivemos. Ou vocês teriam coragem de encarar um dragãoa dulto?
Guarda (rindo): Um dragão?
Silua (séria): Ou aranhas gigantes. Creio que devem ter ouvido as histórias sobre elas. não?
Guarda (rindo): Ah sim, ouvimos. Tem medinho de aranhas é?
Silua (séria): Nâo. Sabe a fauna local que falei? Nós entramos no covil delas e saímos vivos e nenhum delas o fez
Beowulf (furioso): O tempo acabou. Vão seguir em paz ou preferem morrer aqui mesmo?
Guarda: Nós somos em sete, vocês em dois. Achas que tem chance? Nem armadura você tem! (ele ri, e os outros o acompanham. Conseguem ver medo nos olhos dele ao encarar Beowulf já furioso, mas a cobiça parece brilhar mais forte) Mesmo que fossem dez mil peças de ouro, já valeria a pena. (ele desmonta do cavalo e os outros também o fazem)
Beowulf: Eu encaro Silua
Beowulf: Quer tentar de novo ou sem ressentimentos?
Silua: Eles são mercenários e a cobiça cegou eles, não desistirão tão fácil.
Beowulf: Eu urro e avanço sobre os dois mais próximos, tentando agarrar-lhes e bater cabeça contra cabeça
Ao ver Beowulf investindo sobre eles, os homens mais próximos atacam Beowulf com as suas espadas, mas elas parecem escorregar na pele dele.
GM: Beowulf, dois testes de Agarrar
Beowulf: Grapple [38] [1d20+32 = 38]
Beowulf: Grapple [35] [1d20+32 = 35]
GM: Um teste de força agora
Beowulf: Strength bonus [28] [1d20+13 = 28]
Beowulf os ergue do chão com um aperto poderoso. Os homens gritam apavorados, o som dos gritos correndo pela mata. Som que é interrompido pelo som seco de crânio batendo em crânio e o som de algo pastoso atingindo o chão. O cigano vira a cara, com ânsias de vômito. Os outros guardas dão um passo para trás, apavorados
Beowulf: Eu urro e, encarando os homens ainda vivos, tento afugentá-los
Beowulf (urrando): Se não correrem em vinte segundos, morrerão da mesma forma!
Beowulf: Skill [Intimidate] [21] [1d20+19 = 21]
Beowulf não parece muito convincente na ameaça, mas ao ver o estado que os outros guardas ficaram, eles largam as espadas, montam nos cavalos e então partem na direção pela qual vieram, atropelando uma cigana na fuga desesperada
Silua: Eu corro na direção da cigana atropelada, preocupada.
Beowulf: Eu jogo os corpos dos homens para o lado, e embainho a Drakengard, ainda furioso
O cigano que havia se aproximado do grupo corre junto de Silua para junto da mulher. Ela parece estar inconsiente com uma batida forte no crânio. Sente que ela não tem muito tempo de vida, talvez alguns segundos
Silua: Eu rapidamente lanço uma cura leve.
Silua: Spell [Curar ferimentos leves] (+5) [11] [1d8+5 = 11]
Ela parece recobrar a conciência, embora ainda esteja desacordada. O homem que se aproximou a tira de seus braços e a abraça. Pelo desespero e pelas ações dele, é compreensível que sejam amantes.
Cigano (preocupado): Ela vai ficar bem?
Silua: Eu examino ela, para ter certeza.
GM: Ao que tudo indica, sim
Silua (anuindo): Vai ficar sim, só precisa de um pouco de repouso agora.
Cigano (aliviado): Graças ao Caminhante! E desculpe pela confusão, não queria realmente causar problemas
Silua: Nãoi precisa pedir desculpas, nós é que deveríamos pedir, afinal se não tivessem nos encontrado essa situação toda não teria ocorrido
Cigano (preocupado): São fugitivos? Quero dizer, não que isso faça alguma diferença…
Silua: Não, o problema é que Gabraj não gosta da terra do meu amigo aqui e por isso, resolveram tentar a cobiça de mercenários para pegá-los, mas posso garanti-los que somos pessoas de bem.
Cigano (rindo nervoso): Mas cem mil peças de ouro por um homem é muita coisa! Quer dizer, obviamente que deve ser exagero mas… parecia ter algo com o nome dele. Mas é melhor eu não saber disso, antes que eu o ofenda e acabe como aqueles dois (ele tem outra ânsia de vômito)
Silua (compreensiva): Não queríamos ter apelado para a violência, mas eles não nos deixaram outra escolha. Lamento que tenham assistido isso tudo.
Cigano: Não, imagine. Só que foi um tanto… brutal demais
Cigano se põe de pé, tentando erguer a mulher, sem muito sucesso
Cigano: Poderia me dar uma ajuda aqui e levar ela até um de nossos vagões?
Silua: Eu anuo e ergo-a com cuidado, e levo-a para o vagão que ele indica.
Cigano: Obrigado pela ajuda e sinto mesmo por tudo. Há algo que possa fazer para lhes ajudar? Me sinto culpado por esse… acidente
Silua: Não precisa se desculpar, na verdade quem saiu prejudicado aqui foram vocês, que perderam sua escolta.
Cigano: Vendo agora como era a nossa escolta, acho que estamos melhor sem eles. E de qualquer forma, não há muita coisa para roubarem, apenas a nossa comida até Azzaraf
Silua: Eu olho na direção de Beowulf, antes de continuar a falar.
Silua (séria): Como essa bagunça toda foi causada por nossa causa, mais especificamente meu amigo aqui, gostaríamos de ao menos compensá-los por isso. Já que estamos indo na mesma direção, podemos seguir juntos e ajudaremos a proteger sua caravana.
Cigano olha na direção de Beowulf, bastante nervoso e um tanto assustado
Cigano: Tem certeza de que não terá nenhum problema? Não queremos encomodar
Silua (anuindo): Nâo há problemas nenhum, gostamos de ajudar os outros. Apesar do que houve com os guardas , posso lhe garantir que não desejamos o mal de vocês
Cigano (nervoso): Bom… talvez seja melhor mesmo termos um pouco de proteção. Só espero que não tenha problema nenhum para o seu amigo também
Silua: Beowulf? O que achas?
GM: Tu falou isso alto? A princípio vocês estão longe
Cristiane (Silua): opa, sorry, considere que sim
Beowulf: Terminando de enselar Gunnfaxi, eu ouço meu nome
Beowulf (alto): Acho do quê?
Silua (alto): De os acompanharmos até Azzaraf, para protegê-los e compensá-los pela perda da escolta.
Beowulf (anuindo, alto): Aye, tudo bem para mim
Silua: Tudo bem então (eu falo para o cigano)
Cigano (nervoso): Certo. Só nos dê alguns minutos para nos recompormos e eu explicar a situação toda
Silua: Eu anuo e vou enselar Asad e atrelar novamente Oathorn à carroça.
Beowulf: Ao ver Silua se aproximar, eu vou até junto dos cavalos de onde ela está
Beowulf: Tudo bem com a mulher que foi atingida?
Silua (anuindo): Sim, felizmente consegui chegar a tempo.
Beowulf: Odiaria ter acontecido algo de ruim justamente por eu ter deixado que saissem com vida
Silua (compreensiva): Posso entender isso.
Beowulf: Acho que talvez tenha exagerado um pouco. Mas foi o suficiente para fazer com que os outros fugissem
Silua: Infelizmente acabou sendo necessário. Só aconselho você a maneirar um pouco na viagem até Azzaraf, aquele cigano ficou bem apavorado com aquilo.
Beowulf: E isso em palavras compreensíveis por mim é?
Silua: Seja um Isan não exagerado (eu rio um pouco)
Beowulf: Eu bufo e continuo a arrumar os cavalos
Silua: Eu olho na direção da caravana, para ver se eles parecem estar prontos para prosseguirem.
GM: Parece que eles vão demorar algum tempo ainda
Silua: Temos um tempinho ainda até eles se aprontarem, quer discutir o assunto mais um pouco?
Beowulf: Eu olho para Silua, confuso
Silua: Sobre o que houve agora a pouco. Se quiser desabafar alguma coisa a mais
Beowulf (rindo): Desabafar, nay? No máximo a ação foi bem-vinda. Só temi pela segurança dos ciganos, mas acho que já está tudo bem. E após todo esse ano, eu já estou acostumado com reações como essa. Na situação deles, eu acho que faria a mesma coisa
Silua (anuindo): Nâo os culpo também, ver algo que geralmente fica no interiior das pessoas costuma perturbar as pessoais normais
Beowulf: Ao menos foi um modo interessante, aye?
Silua: Bem, se tivesse sido do método normal, mais deles poderiam ter morrido antes de se convencerem que não tinham nenhuma chance contra nós
Beowulf (rindo): Viu? E depois você diz que eu sou violento sem motivo. Ah, aí vem ele (eu aponto na direção do homem que se aproxima)
Silua: Eu me viro e o espero chegar.
Cigano: Estamos prontos. E perdão por não me apresentar, me chamo Hendr
Silua: Prazer em conhecê-lo, me chamo Silua.
Beowulf: Jarl Beowulf Bjornson. Silua me disse que ficou um pouco perturbado pelo que fiz antes
Cigano (nervoso): Ah sim, eu fiquei. Mas nada de errado com isso, quer dizer
Beowulf: Antes que comece a pensar em outras coisas; sim, eu sou um homem procurado por Gabraj por ser um Jarl, uma espécie de nobre-general em Isa. E o que eu fiz, foi para poder afugentar os outros sem precisar os matar. E não se preocupe, eu não ataco nem firo inocentes
Hendr parece um pouco confuso e surpreso pelas palavras de Beowulf
Hendr (confuso): Acho que compreendo, mas é que eu sou do povo da paz. Nós levamos alegria para os lugares, não sangue. E ver algo como o que testemunhamos me foi um pouco chocante
Beowulf: Nay, não se preocupe. O máximo que me verá é ser um pouco rabujento pela manhã
Hendr ri
Hendr: Bom, poderemos partir imediatamente. Acham que teremos algum problema com esses bandidos ou mais algo na viagem?
Silua: Não creio que teremos problemas. E estamos prontos para seguir também.
Beowulf: Nay. O que Silua falou não foi um blefe, acho que realmente resolvemos o problema dessa floresta e logo esse caminho voltará a ser seguro
Hendr anui, novamente surpreso
Hendr: Vou dar a ordem para partirmos (ele vai até a frente do comboio que logo já está pronto para seguir a estrada)
Beowulf: Assim que ele sai, eu falo para Silua
Beowulf: Bom, ao menos Irthos ficará feliz com isso. Seguindo eles, a nossa viagem acabará demorando um pouco mais
Silua: Eu anuo, rindo um pouco. Depois monto em Asad e começo a seguir na direção do grupo.
Beowulf: Eu monto em Gunnfaxi e peço para que ele dê a ordem para Oathorn e Skyggnir nos seguirem
Beowulf: Quanto tempo acha que demoraremos no ritmo dessa caravana, mais uns dois dias até chegarmos em Azzaraf?
Silua: Seria no máximo o ritmo que mantinhamos antes de comprarmos as ferraduras atuais, provavelmente um pouco mais lento por ser um grupo maior. Uns dois dias seria uma boa estimativa.
Beowulf: Talvez devessemos avisar Irthos, assim ele saberá quanto poderá ficar por Rondall
Silua (anuindo): Avise ele
Beowulf: Eu anuo e faço isso, dizendo a Irthos que devido a alguns imprevistos chegaremos daqui há dois dias na cidade. Pergunto se ele prefere que o chamemos ao chegarmos ou partirmos da cidade
Irthos: Meu retorno à Rondall é animado. Após quase um mês de ausência – tempo longo se comparado às duas semanas de intervalo da vez anterior -, Arianna me beija emocionada. Acaricio e admiro a barriga que começa a se formar, após exatos dois meses de gravidez. Ela estava terminando de preparar o desjejum e me pergunta se já comi, ao que respondo que estou faminto. Sorrindo de uma maneira divertida e balançando a cabeça, e prepara alguns pães com queijo após meu pedido, e desjejuamos os três.
Irthos: Passamos o restante do dia juntos, e passeamos pela cidade ao final da tarde. Vejo animado como a camada de neve já não é mais, nem de longe, tão espessa quanto quando da ultima vez que estive aqui. Visito meu pai, me convida para beber algo em sua casa. Falo tanto a ele quanto a Arianna das fontes de água quente que vi no Templo de Bast, e explico a ideia que tivemos. Ele parece se animar com a perspectiva de um pouco de trabalho que não o de uma plantação ou de caça. Ao menos, segundo ele, este último melhorou bastante desde que matamos aqueles dois dragões e os gigantes.
Irthos: No dia seguinte, sou cumprimentado por muitas pessoas nas ruas sem entender muito o porquê. Noto que o antigo moinho da cidade fora quase todo restaurado desde a ultima vez, e descubro através de L’lanthar que meu pai doara cerca de cinco moedas de platina para ajudar no conserto, e o fez alegando que a doação vinha de minha parte, para tirar a atenção de si. Eu bufo, tentando não rir da situação, mas fico feliz que ele esteja dando um destino venerável ao que lhe dei, e não pagando as prostitutas que de vez em quando acompanham os mascates, como muitos dos homens viúvos da cidade. Ao menos, penso enquanto rio ainda mais, não apenas.
Irthos: Na noite daquele dia, sou convidado por Alan para beber com os rapazes da milícia. Seguimos noite adentro, embora mais conversando do que bebendo no final.
Irthos: Acordo tonto e tarde como era de se esperar. Mas isso não seria tão grave se não tivesse sido acordado por Beowulf, me avisando em pensamento que irão se atrasar. Grunho em voz alta enquanto digo a ele por pensamento que podem me chamar quando chegarem na cidade.
Beowulf: Ele já está sabendo, podemos chamá-lo quando chegarmos na cidade. Assim ele pode decidir o que comprar
Silua (anuindo): E de preferência após nos separarmos da caravana, não precisamos assustá-los com mais isso também (eu rio um pouco)
Beowulf: Aye. Ver essa caravana de ciganos me fez lembrar daquela outra que encontramos, lembra-se?
Silua (anuindo): Lembro sim, espero que estejam bem e que a garota já esteja acordada novamente.
Beowulf: Eu achei o encontro meio sinistro na verdade. Aquela garota não era uma garota normal
Silua: Do jeito que ela agiu em nossa presença, nem um pouco mesmo.
Beowulf: Aye (eu começo a seguir mais na frente da caravana, num ritmo mais lento que me encomoda. Gunnfaxi também se sente preso à velocidade inferior, acostumado assim como eu a cavalgar com velocidade)
Silua: Eu sigo mais na retaguarda, vigiando os arredores e dando uma espiada de vez em quando dentro da carroça levando a cigana que havia sido atropelada pelos guardas em fuga, para controlar a recuperação dela.
A previsão da duração da viagem feita por Silua teria sido precisa se ela tivesse acertado também a da velocidade da caravana. Com diversas caroças entupidas de equipamentos, roupas e pessoas, a caravana parecia se arrastar.
Embora a velocidade lenta, a viagem não foi ruim. Com o chegar da primavera, as folhas já começam a nascer nas árvores, dando uma aparência verde e renovada para o ambiente. A caravana é também bastante animada, especialmente à noite com danças e música. Demorou um tempo até que os ciganos se acostumarem com a ideia de serem escortados por apenas dois guarda-costas, mas assim que as histórias sobre o que Beowulf fizera se espalharam o suficiente, todos pareciam mais tranquilos.
Silua consegue ouvir os cochichos apreensivos de alguns ao apontarem para Beowulf e curiosos ao olharem para ela. Muitos se perguntam o porquê de ela usar um capuz e um robe quando o inverno já passou. Outros ainda acham que ela é uma assassina a mando do bárbaro do norte. Diversas histórias surgem na caravana sobre os dois aventureiros, cada uma mais inacreditável do que a outra. Enquanto Beowulf só teve descanço ao erguer uma carroça para comprovar a força, para a alegria das crianças e o deleite de algums mulheres (ao menos foi o que ele entendeu ao olhar para as mulheres que estavam por perto), Silua foi corteada por diversos jovens da caravana, todos querendo ver a mulher que se esconde por detrás do capuz. Embora a maioria dessas investidas tenha sido apenas engraçada, algumas foram obviamente ofensivas. Nada que uma pequena ameaça não resolvesse rapidamente.
Quando chegam na cidade, na noite do terceiro dia sentem suas emoções repartidas entre a alegria de ter chegado e de poderem viajar mais rapidamente dali em diante; e a tristeza de deixar a caravana e a alegria dos ciganos. Ao verem eles entrando na cidade ao som de ovações e gritos de alegria, não podem evitar em sentir apenas um pouco de ciúmes de serem bem recebidos como eles em praticamente todos os lugares
Silua: Bem, até foi divertido bancar o guarda de caravana por uns dias, mas temos a nossas obrigações ainda (eu comento com Beowulf, enquanto observo os ciganos se afastarem cada vez mais)
Beowulf (rindo): Aye. Posso ver que gostou da atenção que os homens da caravana lhe deram
Silua (rindo): Como se você não tivesse gostado da atenção que recebeu também.
Beowulf (rindo): Eu? Imagine. Aquela hora eu fui só ver os bordados dela (eu rio com vontade) Vi que por pouco você não matou um dos rapazes?
Matheus E (Beowulf): .*
Silua (rindo): Nem cheguei perto de fazer nada tão drástico, embora ele tenha levado um belo tombo quando tentou aquele avanço e eu simplesmente me esquivei.
Beowulf (rindo): Aye, eles são bem diretos. Ao contrário de alguém que conhecemos, nay?
Silua (rindo): Não sei de nada.
Beowulf: Chamamos Irthos, achamos uma boa estalagem e amanhão vamos às compras?
Silua (anuindo): É melhor, ao menos ele aparecendo enquando ainda estamos do lado de fora da cidade evitará perguntas desnecessárias (eu aviso Irthos que chegamos à Azzaraf)
Cleber (Irthos): aviso = chamado?
Cristiane (Silua): foi combinado que o avisariamos quando chegassemos à cidade, para vc saber quando vir
Irthos: Desço as escadas bufando levemente. Explico a Arianna o motivo de já ter acordado, ao que ela me encara com ar de reprovação e explica que cheguei em casa transformado, literalmente voando até o segundo andar, a não mais que oito horas atrás. Quando ela me mostra uma parte do corrimão um tanto rachado, visivelmente por algo pesado ter batido ali, fico um tanto envergonhado e decido me controlar melhor nas próximas vezes.
Irthos: Passo boa parte do terceiro dia trocando experiências de combate com a milícia, embora todos que foram perguntados mais tarde disseram terem apenas ouvido o que eu tinha a dizer. Desde os bugbears a maioria sabia que eu era a pessoa com mais experiência em batalha, e o resgate de todos das mãos dos orcs e dos dragões impedia qualquer argumentação.
Irthos: Ao cair da tarde, enquanto namorava com Arianna, desejo-lhe feliz aniversário. Confusa, afinal seu aniversário seria apenas na semana que vem, explico-lhe que infelizmente nossas missões não me permitirão voltar no dia exato. Ela diz que entende, o que me deixa feliz. Dou-lhe um pingente de safira no formato de garra de dragão, comprado durante nossa estadia em Amarash. Dou-lhe também os parabéns em nome de Beowulf e Silua.
Irthos: Aproveito o dia extra que ganhei para consertar o corrimão. O jovem marceneiro Bengt, por sorte, possuía o mesmo tipo de madeira já cortada e pronta. Ele tenta dar-me de graça, ao que recuso prontamente. A manhã seguinte vem ainda sem sinal de Beowulf e Silua, o que me deixaria preocupado se não fosse o fato de que me avisariam caso algo ruim tivesse acontecido. Arianna e Azreth afugentam minhas preocupações, mantendo-me ocupado pelo restante do dia.
Irthos: Após meu pedido, Arianna prepara um boa quantidade de pães com queijo para que eu possa levar no dia seguinte a meus amigos. Os pães recém saem do forno quando ouço o chamado de Silua. Eu ajudo Arianna a coloca-los rapidamente num cesto e me despeço dela, avisando-a que teremos uma missão muito importante nas próximas semanas, e com isso demorarei novamente para voltar. Ela anui e, após um beijo de despedida, respondo ao chamado e digo a Silua que estou indo.
Silua: Ele está vindo (eu digo a Beowulf, após ouvir a resposta de Irthos)
Beowulf: Eu anuo e aguardo pelo retorno de Irthos
Irthos: Instantes após confirmar minha ida à Silua, eu apareço perto dela, com o cesto de pães na mão e ansiando pela janta. Olho animado para Beowulf e Silua.
Irthos (animado): Quanto tempo, quase senti saudades!
Silua (rindo): Desculpe pela demora, tivemos um pequeno contratempo no caminho
Beowulf (animado): Aye! (eu ergo Irthos do chão para um abraço apertado) Mas não foi nada muito sério, eu acho
Irthos (com cara de leve preocupação): Beowulf foi um pouco vago na explicação, disse que encontraram alguns ciganos no caminho e iam se atrasar por causa deles. Não foi nenhum ataque de orcs desta vez, foi?
Silua: Não. Os ciganos tinham contratado mercenários como escolta e eles acharam que podiam conseguir a recompensa pela cabeça de Beowulf.
Silua: Eles, os guardas no caso.
Beowulf: Aye. Mas depois de eu lidar com dois deles, o resto mudou de ideia. (eu bufo, orgulhoso)
Irthos: Eu rio um pouco, ainda sem entender muito.
Irthos (rindo): Só imagino o que você considera como lidar. O que me importa é que igual terei que eu mesmo mandar encantar minhas coisas, e gastamos tinha e papel a toa (eu suspiro levemente). Bem, menos chance de vocês esquecerem de algo ou não entenderem minha letra, ao menos.
Silua: Beowulf literalmente quebrou a cabeçla de dois deles e com isso fez com que o resto debandasse em pânico. No fim, para compensar, escoltamos os ciganos até aqui, por isso a demora
Irthos: Eu gargalho com vontade.
Irthos (rindo): Esperava braços e pernas quebradas, não cabeças. Bem, vamos entrar na cidade então? (eu olho em direção a mesma, tirando faminto um dos pães com queijo do cesto e o comendo com vontade, falando de boca cheia) Arianna mandou pra vocês, acabaram de sair do forno. Nem deu tempo de começar a preparar a janta, achei que só ia precisar trazê-los amanha.
Irthos: Eu estendo o cesto à Silua para que guarde.
Beowulf: Eu arranco um dos pães do cesto na mão de Irthos e o coloco inteiro na boca, tomando um gole de hidromel para engolir e murmurando algo parecido com “delicioso”
Silua (rindo): É pena deixar eles guardados até amanhã (eu acompanho Beowulf e pego um pão da cesta, comendo com vontade)
Irthos: Eles ainda estariam bem bons para o desjejum, ainda descubro qual a mágica que Arianna usa pra garantir isso (eu retiro um ultimo pão do cesto e o como rapidamente antes de ir até Skyggnir, literalmente abraçando o pescoço dele) Skyggnir meu bom amigo, que falta você fez em Rondall! Agora que a neve começou a sumir dos campos, teriamos cavalgado muito por eles! (o cavalo relincha animado, pego um pouco de surpresa pelo abraço quase apertado no pescoço)
Beowulf: Eu monto também em Gunnfaxi, pronto para seguirmos em direção à cidade
Beowulf (rindo): Ah Irthos, adivinhe quem chamou a atenção de todos os jovens ciganos durante a nossa viagem?
Irthos: Eu monto em Skyggnir, dando-lhe um tapinha amigavel no lombo antes de seguir em frente. Olho na direção de Beowulf, de Silua e de volta para Beowulf, rindo com um olhar indagador.
Beowulf: Eu anuo, rindo
Silua (rindo): Você não pode falar, essa explicação de que só foi olhar os bordados dela não cola (eu tapo a cesta e a acomodo na carroça, antes de montar em Asad)
Irthos (rindo): Mas de um Isan isso ja seria esperado. Só espero que nenhum destes rapazes tenha sido retribuido, ou descobririamos como um clérigo fica quando com raiva.
Silua: Não fique pensando bobagem Irthos (eu o encaro, séria)
Beowulf (rindo): Aye, Silua é Silua. Eu tive é pena dos rapazes e um pouco de Silua também. (eu me viro na direção dela) E você ainda fala de como eu me comporto com as mulheres, aqueles rapazes foram muito piores e, se posso adicionar, sem sucesso
Irthos: Eu balanço a cabeça, rindo, fazendo Skyggnir começar a andar na direção da cidade.
Silua (rindo): Preferia o que? Que eu tivesse simplesmente baixado o capuz e causado confusão entre eles? (eu sigo rumo à cidade)
Irthos: Pelo lado positivo, se há um, eles não mais lhe encomodariam. (rindo) Ou não.
Beowulf: Teria sido mais engraçado ao menos. Eu ouvi dizer que os valores das apostas já estavam em quase duas moedas de ouro
Irthos (rindo): Se não fosse por Arianna estaria quase arrependido de ter passado esses cinco dias longe de vocês. (eu continuo cavalgando)
Beowulf: Aye, foram dias batante interessantes. Embora os primeiros dias de viagem tenham sido um pouco estranhos porque muitos ainda me olhavam com uma expressão desconfiada depois de ter matado aqueles dois homens. (eu suspiro fracamente) Esses ciganso eram bastante pacíficos, ao que tudo indica
Silua (anuindo): Eram sim. Só tenho pena daquele que estava suficientemente perto para ver o que Beowulf fez e também a mulher, que pelo jeito era a amada dele, mas vão ficar bem.
Beowulf (rindo): Falando desse jeito, Irthos vai pensar que fiz alguma coisa terrível
Irthos: Matar duas pessoas na frente de alguem que não está acostumado a ver a morte ja é algo ruim por si só.
Silua: E quando falei que ele quebrou a cabeça deles não estava falando de forma figurada, ele realmente rachou-lhes os crânios.
Irthos (anuindo): Pra fazer mercenários fugirem em pânico mesmo sabendo que a luta valeria um bom dinheiro, imaginei que tivesse sido algo asism mesmo.
Beowulf (bufando): Ao menos só precisei matar dois dessa forma. Vocês aqui do continente se impressionam facilmente com as coisas
Silua (séria): Talvez isäns estejam acostumados a ver cabeças rachadas, mas as pessoas normais não costumam ver esse tipo de coisa
Beowulf: O que quer dizer com pessoas normais?
Cristiane (Silua): tarde demais, tinha percebido que usei a palavra errada, hehe
Silua: Normais, no caso as pessoas comuns, que não vivem num ambiente mais agressivo, por assim dizer
Irthos: Bem o tipo ao qual tentamos proteger, quase morrendo pra que essas guerras não chegem a elas, cuja morte que presenciam normalmente não passa de um parente desfalecido pela idade ou alguma doença.
Beowulf: Eu bufo um pouco, mas decido desistir do assunto
Beowulf: Vamos achar uma boa taverna e amanhã vendemos tudo o que conseguimos, ou preferem usar o que sobrou do dia para tentar achar algo?
Cristiane (Silua): já não tava anoitecendo quando chegamos?
Matheus E (Beowulf): Aye, tá sim
Silua: SErá que ainda acharemos alguém disposto a nos atender a essa hora? Se quiserem dar uma olhada antes,m por mim tudo bem.
Irthos: Eu prefiro deixar tudo pra amanhã, chegar assim quase ao anoitecer com tantas coisas, podem até achar que roubamos isso por ai e precisamos nos desfazer urgentemente.
Beowulf: Querem tentar a sorte com uma taverna?
Irthos (rindo): Tentar a sorte com você junto conosco é como dizer que irá escurecer quando o sol se por.
Silua ri.
Beowulf (rindo): Eu quis dizer vocês procurarem por uma
Irthos: Porque não? Só nos avise caso eu entrar numa rua e seus instintos lhe disserem que não há nada bom por ali.
Irthos (rindo): Mas fiinja bem enquanto eu procuro uma, e resista bravamente quando sentir que passei por uma melhor do que a próxima. Acha que consegue?
Beowulf (rindo): Só sabendo o que perderei para saber com certeza. Mas farei o possível
Irthos: Eu rio, passando pelos portões da cidade antes que escureça de vez.
Silua: Eu dou de ombros, rindo, e sigo cavalgando.
Beowulf: Eu sigo Silua e Irthos, olhando para os lados e aproveitando o frescor da brisa de primavera
Irthos: Eu começo a procurar por uma taverna, buscando identificar para onde as pessoas estão indo passar a noite. Busco identificar principalmente pessoas um pouco mais abastadas, ou se não, pelo menos as que não são suspeitas, para não pararmos em qualquer taverna. Com a proximidade, o próprio barulho de conversa e o cheiro da comida dirá onde ela fica.
Vocês vencem as últimas centenas de metros que separam vocês da cidade com um trote rápido, aproveitando o frescor da noite de primavera com uma brisa moderada trazendo o aroma das flores dos campos, que após a neve da semana passada já começam a se recuperar e a explodir em vida.
Os guardas na entrada da cidade lhes cumprimentam de uma maneira um tanto nervosa. Eles pareciam prestes a falar algo, mas preferiram desistir.
Dentro da cidade, podem ver que ela é uma típica cidade que era pequena e cresceu um pouco desordenada. As ruas são irregulares, as casas muitas vezes mal construídas e as ruas sem pavimentação. A parte que veem não parece ser muito rica, até mesmo as pessoas que veem parecem ser bastante pobres, não vestindo muito mais do que alguns trapos. Um homem aparentemente louco corre pelado pelas ruas, falando sobre o final do mundo e vez e outra tentando beijar uma mulher à força, sendo chutado nas partes.
Muitos olhos se viram com inveja e cobiça na direção de vocês, Ten a impressão de que muitos adorariam poder roubar até a último de suas moedas de cobre. Apenas ao verem suas armas e armaduras que eles parecem recuar um pouco, embora os olhos deles permaneçam em vocês.
Irthos consegue ver muitas tavernas e estalagens, além de bares e bordeis. Nenhum deles parece sequer atraente. Os olhos dele perscrutam todo o local, sem achar nenhum lugar que pareça sequer atraente. Finalmente os olhos deles param ao encarar a direcão oposta pela qual entraram. Naquela direção ele pode ver algo há uns três metros do chão, parecendo brilhar em tons amarelados.
Irthos (baixo, bufando): Cidade estranha, a taverna de Othalos é artigo de luxo perto da maioria, fora que a maioria das pessoas parece prestes a querer nos derrubar e (eu paro e olho na direção da luz, tentando identificar o que é)
GM: Apurando seus olhos, a luz parece ser a luz da Lua refletida em alguma superfície metálica
Irthos (mais animado): Lá na frente, parece ter um tipo de placa metálica pendurada. Quem sabe não indica um lugar melhor para ficarmos? (eu recomeço a cavalgar, indo naquela direção, atento)
Silua (anuindo): Espero, já que essa cidade não me inspira a mínima confiança para passarmos a noite aqui.
Beowulf: Quero ver alguém tentar fazer algo conosco (eu olho ameaçadoramente para aqueles que nos encaram)
Silua: Mas também não podemos puxar briga com a cidade toda (eu sigo junto de Irthos)
Se aproximando um pouco mais, a visão mais apurada de Irthos e Silua nessas condições de luz conseguem ver que é uma placa de ouro maciço escrita “Utamidas”. Essa placa está acima de um portão, do qual uma longa muralha se estende para ambos os lados, até onde seus olhos conseguem alcançar. No portão há dois guardas, que parecem ser experientes e bem equipados
Silua: Pelo jeito achamos a propriedade do ricaço local.
Beowulf: Por que?
Irthos: Ou o bairro favorecido da cidade. Não duvidaria que só muros e guardas como esses pra impedir a parte da populaçao que vimos de saquear tudo. Quer dizer, a cidade inteira nao podia ser do jeito que vimos.
Silua (anuindo): Não imagino o motivo da ordem de Azzet ter estabelecido uma loja aqui
Irthos: Bem, arriscar não custa nada, pelo menos não há como nos confundirem com o tipo de moradores que vimos (eu me aproximo dos portões de maneira discreta, porém mantendo uma postura altiva sobre a sela)
Beowulf: Sem conseguir ver nada e entendendo menos ainda, eu sigo Irthos
Após alguns breves instantes de cavalgada, vocês chegam até o local
Silua (baixo): Não sei quanto a vocês, mas me parece estranho um lugar assim de aparência tão ostentosa no meio de uma cidade de aparência não muito melhor que uma vila pobre. Não é incomum gente de posses junto de comunidades mais simples, mas se exibindo desse jeito não me agrada muito, como se nãoi se importassem nem um pouco com o que ocorre do lado de fora.
Irthos: Também acho estranho, e como você disse, mais estranho ainda é a ordem de Azzet ter um local aqui. Ainda não consigo concluir se a cidade que cresceu ao redor desse ponto ou o contrário.
Beowulf: Aye, mas não é mesmo muito incomum separarem as áreas da cidade. Embora isso me pareça um tanto esnobe dos mais ricos. (suspirando) De qualquer forma, onde conseguiremos vender as nossas coisas serão do outro lado desse portão
Irthos (anuindo): Bem, de toda forma temos que perguntar aos guardas. Na pior hipótese isso ai é particular e teremos que procurar outra cidade mesmo.
Beowulf: Quer perguntar ou prefere que eu o faça?
Irthos: É de certa forma o que mais ostenta ouro aqui, além de ter um título. Pelo nível que a coisa aparenta, não custa tentar.
Silua (séria): Podemos procurar a sede da ordem de Azzet por aqui, talvez o responsável possa nos dar uma opinião melhor sobre o que fazer ou deixamos para vender nossas coisas na próxima cidade, afinal não gosto nem da idéia de pernoitar nessa cidade, com as pessoas nos olhando como se estivessem prontas a nos atacar por umas moedas de cobre
Beowulf: Basta olhar para nós que saberão que é mais do que umas moedas de prata
Beowulf: Eu retiro a pedra de dentro do baú e a passo para Silua
Silua: Eu sei disso, assim como as armas que levamos, mas pessoas desesperadas costumam fazer coisas estúpidas e não me agrada atacar alguém assim
Beowulf: Eu não lembro da palavra para procurarmos pela sede da ordem, mas eu acharia que se está em algum lugar, está do outro desse portão
Silua: Nâo custa tentarmos (eu seguro a pedra e pronuncio a palavra de comando)
GM: A pedra vibra lentamente e começa a lhe puxar na direção do portão
Silua: A pedra está indicando a direção do portão, espero que esse conjurador local não seja alguém complicado de lidar. Quer falar com os guardas, Beowulf?
Beowulf: Aye. Deixe que eu fale com eles então (eu me aproximo do portão)
Ao ver Beowulf se aproximar, os guardas se aproximam, a cabeça deles inclinada fortemente para conseguir ver Beowulf montado em Gunnfaxi
Guarda (nervoso): Quem é, e o que quer? A entrada para o distrito dos Utamidas está fechada
Beowulf (altivo): Sou Jarl Beowulf Bjornson, de Isa. Meus amigos e eu viemos de uma longa viagem e gostaríamos de passar uma noite aqui na cidade, além de reestocar e fazermos algumas compras pela manhã
Guarda (nervoso): Jar?
Matheus: Jarl*
Beowulf (bufando): Aye, um Jarl. Um general e também um nobre. Mais alguma coisa ou eu precisarei descer de meu cavalo e erguê-los do chão para falarmos cara-a-cara?
Guarda (nervoso): Não, jamais… milorde! (eles se atrapalham para abrir o portão) Esp… pero que aproveite a sua estadia, milorde.
Beowulf (cerrando os dentes): Jarl. (eu faço um sinal para Irthos e Silua, para que sigamos em frente)
Os guardas murmuram alguma coisa, bastante nervosos e parecem sair do caminho. A bela armadura e todo o porte de guerreiro parecem ter sido esquecidos – ou então muito bem fingidos
Irthos: Eu anuo e sigo Beowulf, mantendo-me altivo e tentando não rir um pouco da situação.
Silua: Eu seguro o riso e sigo junto de Beowulf e Irthos.
Vocês cruzam o portão que logo é fechado. Os guardas cochicham baixinho, se perguntando quem eram os visitantes que acabaram de passar, sobre o ouro e prata que portavam e sobre o tamanho de todos. Eles se questionam se Beowulf era mesmo ou não um nobre, mas riem nervosamente, dizendo que prefeririam não arriscar
Beowulf: Certo Irthos, talve agora você consiga achar alguma coisa melhor.
Irthos: Eu anuo, rindo, e volto a procurar por uma taverna, agora neste outro lado da cidade. Observo atentamente os arredores.
GM: Observar, Irthos
GM: [BOX] Irthos -> Skill [Spot] [39] [1d20+30 = 39]
Irthos perscruta os arredores, tentando achar alguma boa taverna ou estalagem. Todos parecem bastante surpresos, devido ao nível de riqueza e beleza que a cidade ostenta. As casas são bastante belas e com jardins floridos e com árvores dos mais diversos tipos. O ambiente é aconchegante e convidativo, com o cheiro da primavera. Não há mais ninguém nas ruas, que são bastante iluminadas por diversos postes. Bem à frente, Irthos e Silua podem ver o que parece as luzes de tochas das torres de um grande castelo, agora oculto pelo manto da noite.
Algo chama a atenção de Irthos, uma espécie de cartaz colado numa parede. Ele fala de uma taverna ao ar livre, que serve a mais diversa quantidade de bebidas e frutas, todas especiarias élficas. Esta noite (se Irthos ainda se lembra bem da data) o bar estaria comemorando a chegada da primavera, com uma noite onde apenas a entrada seria cobrada. A bebida, comida, costesãs e cortesãos, além da estadia estariam incluido no preço da entra. O preço o faz rir, no entanto. Cento e cinquenta moedas de ouro, uma pequena fortuna
Irthos: Eu tento parar de rir o suficiente pra explicar o porque.
Irthos (rindo): Alguém se arrisca em um tipo de taverna ao ar livre? Paga-se apenas a entrada e o resto é de graça, só com especiarias élficas, incluindo bebidas.
Beowulf: Me parece bastante interessante. (curioso) Mas por que você está rindo?
Irthos (rindo): Cento e cinquenta moedas de ouro por cabeça pela entrada,
Silua: Eu assobio baixo à menção do valor.
Irthos (anuindo, rindo): Sem mencionar que pra Silua, os cortesãos e cortesãs inclusos nesse preço não iam interessar mesmo. No cartaz diz que essa noite é que os demais valores não seriam cobrados, então só imagino a luxúria do lugar. Vou memorizar a localização, então achamos outro lugar, mas qualquer coisa podemos ir pra lá ainda.
Beowulf (rindo): Tem como ficar melhor do que isso?
Irthos (rindo): Mais barato sim.
Silua (rindo): Sem contar a bebida também. Embora eu acho que bebidas élficas devem ser muito delicadas para o paladar de nosso amigo do norte aqui (eu olho para Beowulf)
Irthos: Contanto que sejam alcóolicas, está valendo.
Beowulf: Aye, para mim sim. As bebidas élficas nunca me atrairam muito, de qualquer maneira. Mas deve haver ao menos diversos sucos por lá, Silua.
Silua (rindo): Por isso disse que seriam muito delicadas para você.
Beowulf (rindo): Viu? Estou pensando em você
Silua (rindo): Vou fingir que acredito
Beowulf (suspirando): Vamos lá então, pode procurar por outra (eu resmungo baixinho algo, entre os bigodes)
Silua (rindo): Está ficando sensível novamente?
Beowulf (rindo): Sensível?
Silua (rindo): Suspirando e resmungando por qualquer bobagenzinha que dizemos
Irthos: Raios, vamos ou não vamos? Eu estava pensando mais no bolso, mas como será uma experiência única, porque não?
Beowulf: Eu bem que gostaria, mas acho que Silua não gostará do ambiente. Melhor procurarmos por outra, então
Irthos (anuindo, rindo): Dependendo do nível das cortesãs eu ficaria até preocupado comigo mesmo caso ficasse bêbado (eu sigo adiante, procurando outro lugar um pouco mais em conta, ou pelo menos, menos exótico.)
Beowulf (rindo): No fundo, no fundo, você também tem um pouco de Beowulf, aye?
Irthos (rindo): Bem lá no fundo, somos todos. (eu continuo a procurar)
Após mais alguns minutos de busca, Irthos acha o que parece ser uma excelente taverna. A música parece animada e o cheiro que exala das janelas abertas é bastante delicioso e apetitoso. O lugar parece ter uma área aberta no fundo, de onde podem ouvir risadas e o som da música subindo por cima de um muro
Irthos (animado): Esse me parece ser um bom lugar. O que acha, Beowulf? Parece até ter uma área aberta nos fundos.
Beowulf: Aye, me parece bom também. Certamente não tão exótica e aqui você não corre riscos, aye?
Irthos: Eu bufo, rindo, procurando por estábulos que façam parte da própria taverna ou que ao menos fiquem próximos, para deixarmos os cavalos.
Há uns estábulos em anexo na taverna, do outro lado de onde estão. Eles são limpos e o feno parece bom. Os cavalariços também parecem bastante experientes
Irthos (baixo, rindo): E então Silua? Aqui você arrisca a esquecer algumas moedas de ouro? Embora acho certo que será mais caro que uma taverna normal, certamente será menos do que estas exóticas pelo quais ja passamos.
Silua (rindo): Parece bom sim, mas não se limitem por minha causa. Se quiserem vão se divertir lá
Irthos (rindo): Um “parece bom” vindo de você em relação a uma taverna é o sinal de que encontramos um ótimo lugar. (eu levo Skyggnir até os estábulos, pedindo para que o cavalariço cuide bem dele durante a nossa estadia)
Silua: Eu rio e conduzo Asad e Oathorn até os estábulos, pedindo para serem bem cuidados.
Beowulf: Esperando outra resposta de Irthos, eu apenas rio enquanto desmonto de Gunnfaxi e deixo ele seguir sozinho. Passo instruções rígidas para o cavalariço, avisando que Gunnfaxi é orgulhoso e pode se irritar facilmente. Ele parece assustado e animado com o tamanho do cavalo
Os cavalariços tratam de logo cuidar de seus cavalos. Eles parecem encantados com os belíssimos animais, se ocupando em tirar a armadura, que encaram com assombro e admiração
Silua: Mesmo sendo uma zona rica da cidade, eles não parecem estar acostumados com cavalos de batalha (eu comento, rindo um pouco, assim que nos afastamos)
Irthos (rindo, baixo): Nem com conde-generais de quase dois metros e meio de altura ostentando tanto ouro quanto aquela placa da entrada, eu acho
Beowulf: Eu rio
Irthos: Eu entro na taverna, ja perscrutando o local.
Beowulf: Aye, acho que lidei bem com eles. Eles pareceram apavorados
Silua: Eles não parecem estar habituados a receberem gente de fora daqui
Beowulf: Eu entro também na taverna, ansioso
Assim que entram na taverna, as atenções se viram indocionalmente na direção de vocês. Todos parecem parar de beber e comer e olham para vocês com assombro. Todos começam a cochichar e apontar ao mesmo tempo, até mesmo o bardo parou de tocar. As palavras nobre, Jarl e Isa aparecem em todas as bocas, pelo que Irthos e Silua compreendem
Beowulf: Eu empurro Irthos em direção ao estalajadeiro, parecendo bastante confuso. Cochichando
Beowulf: Fizemos algo de errado?
Irthos (cochichando): Sei lá, ao que parece você existe. Todos reconheceram que você é um nobre de Isa.
Silua anui.
Beowulf: Aye? (eu pareço incrivelmente surpreso)
O taverneiro sorri para vocês ao se aproximarem, falando com uma voz amistosa
Mark: Bem-vindos meus amigos ao Porco Sonolento! Sou Mark, o dono desse excelente estabelecimento. Perdoem a reação dos outros integrantes, é que tanto eles, como eu, estamos surpresos e encantados em receber um nobre de terras tão distantes por aqui
Beowulf (curioso): Como infernos você sabe quem eu sou?
Mark: Ora, você não falou isso quando entrou aqui? As notícias correm rápido por aqui, eu posso lhe garantir. E então, o que eu posso fazer por tão nobres visitantes?
Beowulf: Uma mesa afastada para que possamos conversar um pouco a sós, alguns assados e batatas, além de pães e frutas se as tiver. Cerveja, hidromel e suco também. E algum prato típico da casa, se tiverem
Mark: Claro, meu senhor! Se preferirem há uma mesa do lado de fora, junto a cerca natural. Ela é guardada para visitantes como os senhores e a senhora aqui. Podem se sentar por lá, que logo serão servidos. (ele sorri, um sorriso que parece honesto, embora imensamente cordial)
Beowulf: O que acham?
Silua: Está ótimo.
Irthos: Aye, tudo bem por mim.
Beowulf: Esperaremos por lá. (eu anuo e saio pela porta ao lado, procurando pela tal mesa)
Acham facilmente a mesa falada por Mark. Mais afastada e próxima de uma fonte de água que ostenta um porco no topo, de cujas narinas jorra água; podem ver uma mesa quadrada, cercada pelo que parece ser sofás. Do lado de fora, todos também apontam e cochicham ao lhes verem. A mesa é um tanto afastada, longe o suficiente de ouvidos comuns
Irthos: Ao menos é um lugar tranquilo e agradável. (rindo, baixo) Pelas vozes, risadas e música que pareciam vir daqui de fora antes, pensei que veria um grupo de bêbados dancando descoordenadamente por aqui (eu me dirijo à mesa, sentando em um dos sofás)
Beowulf (bufando): E talvez estivessem (eu me sento também à mesa)
Silua: Eu rio um pouco e me sento num dos sofás também, observando o ambiente em redor, tranquila.
Irthos: Agora é esperar pela comida e amanhã, veremos o que fazer. É provável que as compras e vendas demandem a manhã inteira, isso se pedirmos a esse Mark onde encontrar bons lugares, senão poderemos perder meia manhã procurando-os.
Silua: Isso se existirem mais lojas do gênero fora a que deve pertencer à ordem de Azzet
Beowulf (bufando): Só eu que fiquei incomodado com a velocidade com a qual as notícias se espalham por aqui?
Irthos: Não.
Silua (rindo): Do jeito que você agiu no portão, não me admira isso.
Beowulf: Eu só me anuenciei, nada mais do que isso. Não urrei a plenos pulmões nem nada
Silua (rindo): E ameaçou levantar os guardas do chão, só isso
Irthos: Devo concordar com Beowulf nessa, a não ser que tivesse alguem com bons ouvidos proximo do portão ou aqueles guardas serem só enfeite, foi quase rapido demais, quer dizer, não estavamos tanto tempo aqui dentro.
Podem ver duas garotas bastante belas se aproximando de vocês com duas bandeijas com as bebidas. Quando elas se aproximam um pouco mais, podem ver que elas usam decotes bastante exagerados, como se tivessem desabotoado os botões de cima das camisas. Elas se inclinam com tamanha vontade sobre a mesa para servir Irthos e Beowulf que os fartos seios quase caem de suas blusas. Elas sorriem e balançam seus belos cabelos, perguntando se podem fazer mais algo
Beowulf: Rindo um pouco, eu respondo que não. Olhando de propósito meio cobiçoso para os seios dela. Quando elas voltam para dentro da estalagem, eu me viro na direção de Irthos e Silua e não consigo segurar uma gargalhada
Beowulf (rindo): Bem que Háma me avisou!
Irthos: É, realmente a outra taverna não seria pra você, Beowulf.
Irthos: Primeiro, porque seriam necessárias seis cortesãs elfas só pra você se saciar, e isso causaria briga com os outros fregueses.
Silua ri.
Irthos: Segundo, se o álcool deles não fosse tão forte, beberias tanto que faltaria pra todo mundo também (eu começo a beber)
Beowulf (rindo): Vocês não perceberam o que elas e todo mundo aqui está tentando fazer?
Silua (rindo): Tentando cair em suas boas graças?
Irthos: Eu anuo, rindo.
Beowulf (rindo): Exatamente. Ou você acha que aqueles melões quase pulando para fora foi mera coincidência? Nay, Silua. Háma me falou sobre o que eles pretendem fazer, pretendem conseguir duas coisas de mim. Dinheiro ou favor. E por estarem comigo, se preparem para sofrer o mesmo
Irthos: Ou? Eu imagino que ambos.
Beowulf (anuindo): Aye, eu preciso tomar cuidado com essas coisas. (rindo) Não sei o que seria de mim sem vocês dois, Háma e Freyja. (rindo ainda mais) Pensando bem, se não fosse por vocês, eu provavelmente nem estaria nessa situação!
Silua: Agora vai botar a culpa em nós?
Irthos: Ele agora vai dizer que pelo menos na outra taverna, as mulheres iam se oferecer de qualquer jeito.
Beowulf: Eu quase me engasgo bebendoa cerveja ao ouvir as palavras de Irthos
Beowulf (rindo): Mentira não seria, aye? (eu limpo a cerveja da barba, ainda tossindo)
Irthos: Não, mas se a informação chegou ate aqui, os aproveitadores que estão na outra devem estar se perguntando porque diabos você não está lá. E por você ser o que é, acho que eles estão em maior quantidade por lá mesmo!
Beowulf (tossindo): Obrigado pelo “ser o que você é”!
Silua ri.
Beowulf: Eu pigarreio e tusso um pouco até conseguir falar novamente, lágrimas escorrendo
Beowulf: Sendo assim, prefiro que façamos as coisas rápidos por aqui. Ser admirado e respeitado acho que até estou começando a gostar, mas ser bajulado? Nay! (eu falo mais baixo) Mas admita que eram belos, Irthos
Irthos: É a minha vez de se engasgar um pouco enquanto bebo. Tusso um pouco em meio ao riso.
Irthos (rindo): Aye, o eram. Ao menos ele escolhe bem as atendentes, Azeal precisa de duas dessas na Barbárvore, queria ver ele falar de pouco movimento!
Silua (rindo): Querm garante que ele não arrumou umas agora?
Irthos (rindo): Agora não adianta mais, deveria ter sido a seis meses atrás (eu continuo a beber enquanto espero pela comida)
Não muito tempo depois, as mesmas atendentes vem trazendo a comida. Além do que Beowulf pedira, elas trazem também um belo salmão, decorado com diversas ervas. Elas repetem o ritual da inclinação, antes de sair
GM: Silua, Conhecimento (natureza)
GM: [BOX] Silua -> Skill [Knowledge (Natureza)] [23] [1d20+15 = 23]
Embora a maior parte das ervas lhe seja desconhecida, você reconhece facilmente uma delas como sendo um forte ingrediente afrodisíaco. Lembra-se das palavras do autor no livro que lera: “desperta até mesmo os morto-vivos”. E um comentário de um dono antigo, escrito ao lado: “Verificar se foi no sentido figurado ou pode mesmo ser usada em necromancia”. Mais abaixo na mesma caligrafia, embora bastante tremida: “Figurado”
Beowulf: Eu novamente encaro as garotas, parecendo me divertir
Beowulf (rindo): Bom, ao menos eu posso me divertir um pouco com tudo isso, aye? (eu pego um pouco de peixe e coloco no meu prato)
Silua (rindo, baixo): Cuidado com esse peixe, uma das ervas que usaram é conhecida por ser um forte afrodisíaco.
Beowulf: Eu afasto o meu prato
Beowulf (assustado): Veneno?
Silua (rindo): Não sabe o que são afrodisíacos? Eles aumentam a libido, por assim dizer
Beowulf: Eu começo a rir
Irthos: Eu rio ainda mais, tossindo.
Beowulf (rindo): Acho que começaram a cruzar a linha entre o engraçado e o perigoso
Irthos (rindo): E aqui voce nao pode simplesmente bater a cabeça delas uma na outra pra resolver o problema.
Silua ri.
Beowulf (rindo): Nay?
Irthos: Bem, pelo menos me parece que isso tudo não é uma ilusão e estamos é cercados por morto-vivoss.
Silua: Nem fale disso
Beowulf: Nay. (eu encaro o peixe) O quão perigoso você diria que é isso, Silua?
Silua: Mal em si não vai fazer, só que dependendo da sua força de vontade vai ser mais difícil de resistir aos avanços do sexo oposto. (eu rio)
Beowulf: Considerando que estamos falando de mim e que eu sou bem ruim no primeiro e pior ainda no segundo, acho melhor eu passar, aye?
Silua ri ainda mais.
Irthos: A Silua podia testar, se ela começar a flertar um de nós então saberemos que é realmente perigoso.
Silua: Tá me estranhando, é? Caso você não lembre, eu tenho um bom motivo para usar capuz (eu rio)
Irthos (confuso): Com isso você está afirmando que não precisaria de nenhum estímulo para nos flertar??
Silua: Nâo, só que não gostaria de testar minha resistência a um negócio desses e baixar o capuz na hora errada
Irthos: Contanto que não começasse a ronronar não creio que muita gente ia notar de imediato. E não tem como raspar fora estas ervas, ou a maior parte delas, para não termos que jogar fora um belo salmão destes?
Silua: Até pode ser feito, embora dependendo do tempo que estão em contato com o peixe possam deixar um efeito brando residual
Irthos: Enquanto Silua explica, eu me sirvo de um pedaço de carne, embora o encare com certa desconfiança.
Irthos: Entendi, eu acho. Bem, creio que não haver problema com o resto da comida, ou seu olfato lhe diz algo?
Beowulf (coçando a barba): É possível guardar essa erva para mais tarde? Por exemplo, daqui a uns dois dias?
Silua (rindo): Quer guardar para Freyja?
Beowulf (rindo): Aye. Aí ao menos você aprova, não?
Silua (rindo): Não tenho nada contra (eu retiro as ervas do peixe e passo a que reconheci para um frasquinho vazio, passando-o para Beowulf) Tome, divirta-se
Beowulf: Ah, eu vou sim! (eu guardo ele no cinturão) E então, o salmão está bom agora?
Silua: Eu farejo o salmão para ver se a erva ainda continua presente em quantidade que possa trazer problemas para qualquer um de nós.
Cristiane (Silua): aka ver se o cheiro impregnou ou não, hehe
GM: Pela quantidade restante e já imbuida carne, você nota que ainda haverá alguns efeitos, mas não serão drásticos de forma alguma
Silua: Ainda tem um pouco que já se misturou com a carne, mas nada que não possa ser controlado.
Beowulf (rindo): Eu vou confiar em você. (eu começo a comer e a beber, com vontade)
Irthos: Eu rio, começando a comer com vontade. Bebo junto, mas de maneira moderada.
Silua: Eu rio e me sirvo de um pedaço do peixe junto com o resto da comida e como à vontade, bebendo do suco junto.
Tanto a comida quanto a bebida são muito saborosas. A carne está bem temperada, os pães, queijo e frutas, frescos. A bebida está um pouco mais fraca do que o de costume, mas nem pro isso menos saborosa. Quando as atendentes voltam e repetem o ritual a cada rodada, Irthos e Beowulf sentem os impulsos masculinos com mais força do que gostariam de admitir.
Irthos (animado): Ah se agora eu pudesse sumir daqui e ir pra junto de Arianna. Você até poderia fazer isso, meu amigo, mas a quantidade de explicações para o seu sumiço no meio da hospedagem seria demais.
Beowulf (rindo): Essa maldita erva funciona mesmo. Eu imagino o que eu teria feito da última vez que elas vieram até aqui se eu tivesse comido o peixe inteiro. (bufando) Provavelmente o que eles queriam
Irthos (rindo): Acredito que não haveria pudor para o impedir de fazê-lo aqui sobre a mesa mesmo. E então elas iam querer se aproveitar da condição, (baixo) isso se não engravidassem e com isso, quisessem direito a herdar terras e dinheiro.
Beowulf: O que aposto ser o plano original delas. (suspirando) Acho que estávamos mais seguros junto dos pobres, heh. Com eles ao menos um belo soco resolveria todos os problemas
Irthos: Ao menos acho que entre os elfos estaria pior. Sabe-se lá o que rolaria entre as comidas e bebidas “exóticas”.
Silua: Embora acho que agora elas devem estar pensando onde foi que o plano falhou, que vocês não se descontrolaram ainda
Irthos (anuindo, rindo): Daqui a pouco elas desabotoam de vez a camisa e perguntam se somos ou não homens de verdade.
Beowulf (rindo): Eu não duvidaria muito disso
Silua ri.
Beowulf (coçando a barba): Aliás, nem sei o que eu faria numa situação dessas
Irthos: Se lhe surgir um pingo de força de vontade, diga que é casado e beije Silua. Ao menos se elas quiserem se engraçar com nossa amiga, nós dois sabemos o que a esperaria.
Silua (rindo): Irthos!
Beowulf (rindo): Conhecendo Silua, eu acho que estaria mais seguro se eu avançasse sobre a moça
Irthos: Eu anuo, rindo, voltando a beber um pouco.
Irthos: Acho que o unico jeito de ficarmos livres das investidas é indo para os quartos, e você, grandalhão, ainda vai precisar fazer uma barricada na porta do quarto, pois garanto que chave reserva pra colocar as duas sorrateiramente em seu quarto durante a madrugada, se aproveitando que você estará, ou pelo menos devia estar, bêbado, deve ser algo simples.
Silua: É só ele deitar na frente da porta, garanto que ninguém vai abri-la assim
Cristiane (Silua): coloca um rindo na frente
Irthos (rindo): E Azreth como cão de guarda, ja que Beowulf só ouviria se alguem arrebentasse a porta mesmo.
Beowulf (bufando): Obrigado por confiarem em mim
Irthos: Eu bufo exasperado.
Irthos (baixo): Dessa vez não estou duvidando, só mencionando que seria fácil do dono ter uma chave reserva ou elas conseguirem de algum modo, para entrar enquanto você dorme. Pela manhã elas poderiam gritar aos quatro ventos que dormiram com você, e seria a palavra delas contra a sua, sem testemunhas. Depois que elas tentaram lhe deixar mais louco que um lobo macho na época do cio das fêmeas, não duvidaria de artimanhas do tipo.
Silua (anuindo): O problema são elas, não você.
Beowulf: Apenas tomem cuidado que eu posso muito bem não ser o único alvo por aqui
Irthos (rindo, baixo): A que tentar entrar no meu quarto provavelmente vai sair gritando apavorada que viu um dragão, antes mesmo de dar o segundo passo para dentro da porta. E para entrar no quarto de Silua, teria que ser um assassino da Lua eu acho.
Cristiane (Silua): teste
Cleber (Irthos): …
Silua ri.
Beowulf (anuindo): Aye, tudo bem. Eu seguirei o conselho de Silua. Ou então posso deixar o baú na porta
Irthos (rindo, baixo): Mas então, que o desafio de se manter fiel comece. (eu me levanto, alongando um pouco depois do tempo sentado) Aye, o baú é uma boa idéia
Cleber (Irthos): se pendurar na macaneta acho que a mesma quebra, hehe
Silua (rindo): Na pior das hipóteses, mesmo se trouxerem mais de um para empurrarem a porta, o barulho vai ser tanto que mesmo o Beowulf acorda com ele.
Irthos (anuindo): Se o primeiro tentar, acredito que eu e Silua ja estaremos conferindo o que está acontecendo, provavelmente.
Silua anui, rindo um pouco.
Beowulf (rindo): São belas mulheres, é uma pena as recusar. (eu bebo o restante da cerveja e do hidromel)
Irthos: Devo concordar com você, pelo menos são belas, isso ja deu pra perceber antes de começarmos a beber. Se eu só tivesse achado isso depois, ainda pensaria que havia algo na bebida também (eu concluo, rindo) Vamos então, ou pretendem ficar mais um tempo lavando os ouvidos com o barulho da fonte?
Beowulf: Acho que é melhor irmos dormir mesmo e é melhor fazermos o que precisarmos amanhã de manhã e partirmos ainda antes do almoço. Vai saber o que pretendem fazer conosco assim que descobrirem que o plano “bonzinho” não teve muito sucesso
Irthos: Prefiro não ter que descobrir, o sopro do Azreth so conseguiria atingir umas quatro ou cinco pessoas de vez. E não consigo pensar em outro método que não deixaria muitos feridos. (eu entro na tavera e procuro por Mark, pedindo a ele as chaves de meu quarto)
Silua: Eu anuo e também vou pedir as chaves do quarto.
Beowulf: Eu também o faço, mantendo-me atento
Mark lhe entrega as chaves, parecendo um pouco desapontado, embora esconda isso de maneira incrível. Os homens da taverna continuam a olhar para vocês e as atendentes apontam para Irthos e Beowulf e riem. Algumas fazem gestos mais obcenos quando acham que ninguém está olhando. Vocês sobem até o segundo andar, com as chaves em mãos.
Beowulf (perplexo): Em nome de todos os deuses, essa cidade é louca!
Silua: Devem estar achando que vocês são, bem do tipo não interessado em mulheres….
Irthos (rindo): Eu vi os gestos que fizeram enquanto subiamos, parece que a metade da cidade está fazendo um complö contra nós enquanto a outra metade, fora dos portões, está nem aí se essa area aqui explodisse, desde que o ouro e prata se mantesse aproveitavel.
Beowulf (rindo): Deveria ir para uma casa de prostitutas então antes de sair, senão ficarei com minha reputação manchada
Silua (rindo): Daí elas não vão estar se protegendo e aí já viu…
Irthos: Ah sim, e as donzelas daqui o estão, com um encantamento feito por Azzet eu suponho.
Beowulf (rindo): Aye, tão protegidas quanto um tatu fora do casco. Meu quarto é aqui (eu aponto para uma porta), nos vemos pela manhã (eu anuo e entro no quarto, trancando a porta e colocando o baú junto dela, além do meu peitoral, apenas por garantia)
Silua: Até amanhã (eu entro no meu quarto, quase em frente do de Beowulf, tranco a porta e me recolho, mantendo o capuz levantado por precaução, embora dificilmente alguém conseguirá entrar sem que eu ouça)
Irthos: Ate amanhã (eu entro no meu quarto, no outro lado do corredor. Azreth sai da bolsa e, ciente de tudo devido aos meus pensamentos, decide montar guarda entre a cama e a porta. Eu tranco a porta)
A noite passa mais rápido do que gostariam. Silua e Irthos acordam com alguns passos e risinhos no corredor, o barulho de uma porta sendo destrancada e de força sendo feita, além de xingamentos baixinhos
Silua: Eu levanto e abro a porta, encarando a bagunça.
Silua: Poderiam parar com esse barulho, tem gente querendo dormir aqui (eu falo num tom sério, fingindo irritação)
Irthos: Eu me levanto, rindo baixinho. Coloco as roupas e abro a porta, fazendo cara de poucos amigos.
Irthos (levemente irritado): Aye, algum problema?
Quem lhe encara são as duas mulheres, vestindo pouco mais do que o necessário para cobrir as vergonhas, como diriam seus avós. Elas lhes encaram, um tanto nervosas e sorriem.
Mulher: Desculpe! Queríamos apenas ter certeza de que estavam confortáveis.
Silua (irritada): E precisam estar quase nuas para isso?
Mulher (nervosa): Está quente afinal
Irthos (sarcastico): Pois é, começando o verão lá fora, aye?
Mulher (sensual): E eu gosto de usar poucas roupas. Quem sabe eu poderia lhe ajudar a tirar as suas?
Irthos: Eu a encaro e respondo com uma cortesia fingida, um leve tom de sarcasmo.
Irthos: Não obrigado, já sou casado. Com uma mulher que ainda consegue contar com um dedo com quantos homens se deitou, ao contrário de outras que precisam usar até os dedos dos pés. Agora que viram que estamos confortáveis, se nos dão licença, queremos dormir pois estamos cansados da viagem. Não queria ter que pedir desconto na hospedagem por ter sido incomodado.
Mulher (um pouco irritada): Como pode ter certeza de que ele está confortável? (ela aponta na direção da porta de Beowulf) Ele parecia tão sozinho e atencioso?
Silua (irritada): Talvez porque ele é casado também?
Mulher (surpresa): Ah, ele é? Mas achei que isso não fizesse diferença para os homens do norte, se você já ouviu as histórias
Silua: Não generalize sobre o que você não sabe.
Ambas parecem um tanto revoltadas e sem conseguir falar algo, elas dão as costas e saem pelo corredor, entrando num quarto no final dele
Irthos (rindo, baixo, encarando Silua, em tom irônico): Mulheres. (eu volto a entrar em meu quarto e trancar a porta, rindo baixinho por mais de um minuto. Me mantenho com os ouvidos atentos, caso elas voltem a tentar algo achando que ja fomos dormir. Após alguns minnutos, decido voltar a deitar)
Silua: Eu paro um instante para ver se Beowulf chegou a acordar com a confusão, antes de voltar para o quarto.
GM: Como esperava, a não ser que fosse um perigo de batalha, ele continua a dormir
Silua: Eu dou de ombros, rindo um pouco, fecho a porta dele e volto para meu quarto, tentar dormir mais um pouco.
Cristiane (Silua): ao menos suponho que a porta tenha aberto um pouquinho antes de bater no baú, hehe
O restante da noite passa sem maiores imprevistos. Vocês despertam mais relaxados do que no dia anterior, embora ainda mantenham-se atentos às investidas dos habitantes da cidade. SIlua desperta um pouco antes dos dois, ainda ouvindo os roncos de Beowulf vindos do outro lado do corredor
Silua: Eu levanto, me espreguiçando com vontade, pego minhas coisas e saio do quarto, esperando meus amigos acordarem antes de seguir para o desjejum.
Irthos: Eu me levanto um pouco mais animado do que quando fora dormir. Vejo que Azreth dorme pesadamente, provavelmente ficou acordado metade da noite, vigiando. Sorrindo, o coloco dentro da bolsa, e pegando todas as minhas coisas, eu saio do quarto, me encontrando com Silua.
Silua: Espero que aquelas duas tenham desistido, e Beowulf nada de acordar, se ele tivesse visto a bagunça da noite…
Irthos: Vamos ver o humor delas esta manhã. Eu me preocuparia com o desjejum, entretanto.
Beowulf: Feliz por não ter acontecido nada durante a noite, eu desperto ainda um pouco sonolento. Visto a armadura e coloco o baú no cinturão, antes de sair do quarto e encontrar Irthos e Silua
Beowulf: Ouvi vocês conversando (bocejando) Bom dia
Silua: Dia
Irthos: E garanto que não ouviu nada durante a madrugada, aye?
Beowulf: Havia algo para ouvir? Eu diria que foi uma noite bastante tranquila
Silua (rindo): Tirando a tentativa de visita noturna de duas atendentes semi-peladas, não houve nada….
Irthos (anuindo, rindo): Aye. Estavam com tanto calor que quase tive que pedir a Azreth que as esfriasse com seu sopro de gelo.
Beowulf (rindo): E como vocês sabem disso tudo?
Irthos: Talvez porque acordamos com o barulho que elas fizeram ao abrir a fechadura da sua porta e ao empurrá-la e descobrir que estava “emperrada”?
Silua anui, rindo.
Beowulf (rindo): O pessoal dessa cidade tem problemas, aye? Viu Silua, eu fui um bom e comportado Isän, não fui?
Irthos: Graças às ideias da pervertida Silua e do samaritano puro de alma Irthos, não é?
Silua (rindo): Também, você nem acordou durante a altercação do lado de fora do seu quarto…
Silua: E eu não sou pervertida (eu olho séria para Irthos), muito menos você é samaritano (eu rio)
Irthos: Aye, sarcasmo. Agora vamos. Tenho certeza que minha cerveja ou minha comida virão com algum tempero especial depois que as chamei indiretamente de prostitutas ontem.
Irthos: Eu desço as escadas com a cara de maior serenidade que tenho.
Silua: Elas também ficaram bem irritadas comigo (eu desço as escadas, séria)
Beowulf (preocupado): Talvez seja melhor deixarmos essa cidade o mais rápido possível, antes que mais coisas como essa aconteçam. Sinto muito por lhes por nessa situação (eu sigo ambos)
Silua: Nem esquente a cabeça Beowulf, e não me importo de fazermos as compras só na próxima cidade.
Beowulf: Nay, também não precisamos chegar a tanto. Melhor fazermos elas aqui, (rindo) talvez por ser um tanto bajulado, consigamos alguns descontos, aye?
Irthos (preocupado): Ou por saberem que você é alguem de posses, cobrem mais do que vale.
Beowulf: Não somos mais aventureiros iniciantes, saberemos se estão nos cobrando demais. Acho.
Assim que chegam até Mark, ele lhes cumprimenta; embora todos pareçam agir meio estranhamente. Todos também sabem o motivo
Mark: Bom dia, nobres amigos! Querem desjejuar, eu suponho?
Irthos: Bom dia. Aye, pães com queijo, mel, frutas e um pouco de carne, com suco pra nossa amiga e cerveja pra nós dois.
Mark: Será feito. Sentarão no mesmo lugar?
Irthos (para meus amigos): O que acham? Por mim poderiamos ficar aqui dentro mesmo, para diversificar um pouco.
Silua: Por mim, tudo bem
Beowulf: Aye, nos sentaremos por ali (eu aponto para uma mesa e me sento por lá)
Silua: Eu me sento à mesma mesa, e observo discretamente a reação das pessoas.
Irthos: Eu me sento na mesma mesa, observando com discrição as outras pessoas na taverna.
GM: Não há muitos na taverna a essa hora do dia, mas os que estão continuam a olhar para vocês.
Beowulf (curioso): Disse que as mulheres estavam quase peladas ontem à noite, Silua?
Silua (anuindo): Só o suficiennte para tapar as partes íntimas e olhe lá.
Irthos: Aye, foi dificil me manter sério.
Beowulf: Por que?
Silua: Uma delas tentou seduzir Irthos, ao ver que tin ham sido pegas em flagrante tentando entrar no seu quarto.
Beowulf (rindo): Ah, foi? Até que ponto estão dispostos a chegar, eu me pergunto
Irthos (rindo): Prefiro não ter que descobrir da pior forma.
As mesmas mulheres trazem o café da manhã, fazendo os mesmos gestos, aparentemente sem se importar com o ocorrido na noite anterior
Irthos: Assim que elas se afastam, eu comento.
Irthos: Sabe, começo a achar que elas não são apenas um tipo de prostituta de nivel um pouco mais alto, como também parecem estar sendo forçadas a fazer isso. Quer dizer, nunca vi uma mulher sair irritada daquele jeito como foi esta madrugada, e agir assim tão normalmente pela manhã (eu cheiro minha cerveja antes de beber)
Silua: Ou simplesmente são extremamente profissionais, apelando para a tática: ´vamos fingir que não houve nada essa noite´
Irthos (anuindo): Nada desconhecido ou desagradável na comida, a seu ver, Silua?
Beowulf: Espero que não. De qualquer forma irthos, para elas é um jogo. Deite-se com um lorde, seja mãe do herdeiro de uma casa. Simples, aye?
Silua: Eu examino a comida com discrição.
Irthos: Mais um motivo para pedirmos as contas da taverna assim que desjejuarmos e ja procurarmos um lugar pra vender e comprar as coisas. Nem que tenhamos que almoçar an estrada.
Irthos: *na estrada
GM: Teste de SAB, Silua
Cleber (Irthos): *na estrada
GM: [BOX] Silua -> Wisdom bonus [24] [1d20+5 = 24]
GM: A comida parece estar limpa, sem nada visivelmente problemático
Silua: Aparentemente a comida está limpa. E concordo com Irthos, ficar aqui somente o necessário, nem que deixemos para a próxima cidade negociar as coisas, e vamos almoçar na estrada (eu começo a desjejuar,embora ainda cautelosa)
Irthos: Eu decido começar a comer e, um pouco, beber, embora o faça com certa cautela.
Beowulf: Eu desjejuo rapidamente, também ansioso em deixar o local
Vocês desjejuam sobre os olhares atentos e curiosos de muitos. Sentem-se observados a cada mastigada, o que lhes incomoda bastante, diminuindo ao apetite
Silua: Nâo sei quanto a vocês, mas estou pronta para seguir, vamos só pagar e sairmos daqui (eu falo assim que termino de comer)
Irthos: Aye, e espero que os cavalariços colaborem, não gostaria de ter de ser rude (eu termino de comer e me levanto, indo até Mark pedir a conta pela estadia até aqui)
Cleber (Irthos): *em deixar os cavalos prontos logo
Beowulf: Aye (eu me ponho de pé e vou até o balcão, colocando 20 moedas de platina sobre ele) Precisamos partir logo, obrigado pela estadia e pela comida. Fique com o troco. Nay, estamos saindo. (eu acrescendo ríspido e ameaçador assim que ele abre a boca. Pego a espada e o escudo junto a mesa e deixo a taverna, sinalizando para Silua e Irthos me acompanharem)
Irthos: Eu saio, sério, seguindo Beowulf assim que ele termina de pagar tudo.
Silua: Eu olho séria para o taverneiro antes de sair atrás de Beowulf.
Silua: Eu sigo até os estábulos pegar os cavalos, esperando que os cavalariços não causem problemas.
Ao contrário de todo o resto, os cavalariços fizeram um excelente trabalho com os cavalos, limpando a eles e as armaduras, além de polir os cascos. Eles parecem orgulhosos em ver tão majestosos animais na melhor forma possível
Irthos: Eu agradeço ao cavalariço que estava cuidando de Skyggnir, entregando-lhe uma moeda de ouro pelo trabalho. Monto em Skyggnir e espero por Beowulf e Silua para seguirmos adiante.
Beowulf: Eu olho orgulhoso para Gunnfaxi e monto com maestria nele, jogando uma moeda de ouro para cada cavalariço e saindo logo dali, os músculos ainda retesados e levemente irritado
Silua: Eu agradeço aos cavalariços e jogo uma moeda de ouro para cada um pelo cuidado com os cavalos, monto em Asad e saio dali, Oathorn nos seguindo.
Beowulf (irritado): Acabou a graça desse lugar. Estragar o meu desjejum é imperdoável
Irthos: Se decidam então, fazemos tudo na próxima grande cidade?
Beowulf (orgulhoso, irritado): Nay, me recuso a ser derrotado por essa cidade. Vamos fazer tudo isso por aqui. As ervas que Silua me deu ajudarão a melhorar o meu humor quando eu voltar para Isa
Irthos: Eu bufo exasperado, rindo um pouco ao final. Começo então a cavalgar, procurando o que parece ser uma boa loja para vendermos nosso butim, comprarmos equipamentos e melhorar os que possuímos.
Silua: Irthos, espere um pouco, vamos ver se achamos a loja da ordem de Azzet, podemo ver algo lá
Irthos (rindo): Ah sim, quase me esqueci disso. É uma boa opção, de fato. Pode nos economizar uma hora.
Silua: Eu anuo rindo e faço uso da pedra da ordem de Azzet.
Sendo guiados pela pedra, vocês rapidamente conseguem chegar até a loja. Durante o caminho, vocês tem a certeza de que todos sabem quem vocês são, apontando e comentando
Silua: Já ouvi falar de comunidades fofoqueiras, mas isso é ridículo (eu comento com meus amigos)
Irthos (baixo): É tudo muito estranho desde o inicio. Primeiro, como as notícias parecem se espalhar rápido demais. Segundo, raios, essa parte da cidade parece ser abastada o suficiente, e mesmo assim todos nos olham como se fossemos realmente os únicos com posses aqui. Aliás, parece que somos literalmente os únicos forasteiros aqui, ou é impressao minha? Algo estranho para uma cidade deste tamanho.
Silua (anuindo): É só ver o jeito que os cavalariços olharam nossos cavalos. Vai lá que não estejam habituados ao ver cavalos com armaduras, mas ninguém aqui tem cavalos decentes?
Irthos (anuindo): Pelo tamanho no mapa e vendo agora o tamanho da cidade, eu pressuponho que dezenas de milhares de pessoas deveriam morar aqui, mas até o movimento nas ruas é relativamente tranquilo. Não vejo a hora de sair desta maldita cidade (eu desmonto de Skyggnir, pedindo a ele que se cuide enquanto fazemos compras, e sabendo que Gunnfaxi nos avisará caso algo aconteça)
Beowulf: Eu também desmonto de Gunnfaxi, ainda levemente irritado
Silua: Eu tamebém desmonto de Asad.
Beowulf: Aye, talvez seja o bairro o problema. Quem raios dá nome a uma classe? Como era mesmo? Ulamidas?
Silua: Utamidas, se não me engano.
Irthos: Eu anuo, ja entrando na loja.
Silua: Eu entro na loja, após dizer para Asad esperara li.
Beowulf: Eu entro na loja atrás de ambos, mandando Gunnfaxi ficar de olho e me chamar caso qualquer coisa estranha ocorra. Antes de entrar na loja eu comento com Irthos e Silua
Beowulf: Não gosto de deixar os cavalos sozinhos aqui
Irthos (anuindo, baixo): Quer esperar ali fora? Igual só vamos pedir informações por enquanto.
Silua (anuindo): Também não, mas Gunnfaxi irá dar trabalho a quem chegar perto.
Beowulf: Nay, Irthos. Eu vou junto. Gosto menos ainda de deixar vocês dois sozinhos aqui nessa cidade
Assim que entram na loja, quem os recebe é um humano, de aparência velha e fraternal. O cabelo branco já um tanto escasso, contrasta com uma enorme e extremamente lisa barba negra, que vai até abaixo da cintura. Ele sorri ao lhes ver entrando, pedindo para se aproximarem
Velho: Não querem fazer um velho homem se levantar, não é mesmo? Ah, (ele sorri) os famosos visitantes
Irthos (rindo um pouco): Famosos. (mais sério) Por favor, gostariamos de informações de onde poderíamos vender algumas coisas que possuimos, principalmente jóais e afins, e onde poderiamos comprar equipamento ou encantar os nossos.
O homem lhes indica quais são os melhores locais para comprar e vender na cidade, o que garante bons preços na hora da venda. Ele lhes cumprimenta e explica a situação da cidade e do local onde estão. Além do que já sabiam – todos bastante ricos e propensos a fofocas – os utamidas adoram jogos de influência e anseiam cada vez mais por riquezas. Alguns fariam quase tudo por um título de nobreza, e acreditavam que Beowulf poderia lhes dar um destes. Após aguns minutos de conversa vocês deixam o local, indo para as ruas vender e comprar. A influëncia e a vontade de lhes agradar rendeu bons frutos na venda, pois conseguiram uma verdadeira pequena fortuna.
Irthos: Após seguirmos as instruções passadas pelo senhor da loja, encontramos boas lojas para vendermos o butim e comprarmos o que foi necessário. Começo melhorando a magia da Hyinen, numa tentativa de acertar meus oponentes com mais facilidade. Depois, peço um encantamento de fogo na Yvastar. Suas chamas brilham intensamente após o mesmo, embora Beowulf conclua, rindo, que consegui criar uma miniatura da Drakengard. Melhoro o encantamento de força do cinto, sentindo os músculos maiores e mais fortes só de colocá-lo. Aumento também tanto a proteção dos braceletes quanto do broquel. Para não correr riscos, encerro minhas compras com cinco poções de CFG.
Beowulf: Armado com uma pequena fortuna, eu ando pela cidade e pelas lojas indicadas pelo velho senhor. Ao passar por uma delas, um belo livro com contos de guerra e de batalhas. Interessado eu pergunto o preço, e solto um urro ao ouvir o preço, abismado. Abalado, o vendedor me explica que é um tomo mágico, que após lido faz os músculos crescerem e se fortalecerem. Este é um dos encantamentos mais fortes e preciosos, por isso o preço. Eu pareço indeciso entre os dois, mas entre o efeito mágico bastante atraente e a vontade de ler o livro devido à beleza das gravuras e da encaderna
Beowulf: Armado com uma pequena fortuna, eu ando pela cidade e pelas lojas indicadas pelo velho senhor. Ao passar por uma delas, um belo livro com contos de guerra e de batalhas. Interessado eu pergunto o preço, e solto um urro ao ouvir o preço, abismado. Abalado, o vendedor me explica que é um tomo mágico, que após lido faz os músculos crescerem e se fortalecerem. Este é um dos encantamentos mais fortes e preciosos, por isso o preço. Eu pareço indeciso entre os dois, mas entre o efeito mágico bastante atraente e a vontade de ler o livro devido à beleza das gravuras e da encadernação, eu acabo comprando ele, com um sentimento de culpa depois. Com o dinheiro que restou eu compro algumas poções, nada mais do que isso, me sobrando apenas algumas moedas de platina
Silua: Seguindo as dicas do colega de Azzet, conseguimos bons lugares para vender os espólios de nossos dois últimos embates e fomos às compras. Primeiro decidi melhorar minha tiara, melhorando tanto meu raciocínio quanto minha intuição, depois investi no meu amuleto de forma a melhorar mais um pouco minhas armas naturais e após conversar com um conjurador, consegui um encantamento especial que remove as limitações impostas pela minha armadura à minha grande agilidade, permitindo que possa me desviar ainda melhor dos ataques. Por fim. compro duas poções de cura grave, além de mais um conjunto de calça e camisa, de boa qualidade, e um robe para substituir o destruído na caverna das aranhas. Satisfeita, eu volto a me reunir aos meus amigos.
Quando terminam as compras, o Sol já alcançou o seu zênite. Embora ele brilhe com força, o vento fresco da primavera mantém o clima agradável. Alguns olhares na direção de vocês se tornaram ofensivos agora, com as pessoas murmurando que são mal-agradecidos e que toda essa história de nobreza foi um papo inventado por aventureiros para entrarem no bairro deles. Alguns juram que viram que na verdade o ouro é ferro pintado.
Beowulf: Montado em Gunnfaxi, eu encaro Irthos e Silua
Beowulf: Vamos sair daqui logo ou ainda precisam fazer alguma coisa?
Silua: Vamos sair, não aguento mais esse tipo de pessoa.
Irthos: Nem um pouco, ja deixei mais dinheiro nesta cidade do que ela merecia.
Cleber (Irthos): entendam que eu li a frase de Beowulf como se fossem duas perguntas, e acabei respondendo a segunda, hehe
Beowulf: Eu anuo e sigo cavalgando em direção à saída da cidade, exatamente por onde entramos
O mesmo portão está novamente fechado, protegido pelos mesmos guardas
Beowulf: Eu paro na atrás das grades e desmonto de Gunnfaxi, abro o portão fazendo a força necessária
A trava do portão se rompe perante a investida de Beowulf. Os guardas pareciam querer falar algo, mas depois de ver o que aconteceu com o portão, preferem ficar em silêncio, apenas sorrindo
Beowulf: Eu monto de volta em Gunnfaxi e sigo num trote um tanto acelerado pelas ruas, com a expressão um tanto cerrada de irritação
Silua: Eu sigo junto de Beowulf, séria, Oathorn nos acompanhando de perto.
Irthos: Eu monto em Skyggnir e os acompanho na retaguarda, atento a reação das pessoias.
No final, cavalgar por entre o bairro pobre com o olhar cobiçoso dos habitantes não foi nem de perto tão ruim como os olhares dos utamidas. Os primeiros eram, ao menos, mais diretos em suas intenções. Além de muito menos perigosos. Sentem-se mais felizes ao deixar a cidade, deixando para trás o cuidado que precisaram ter, tendo apenas o cuidado de aventureiros comuns indo em mais uma jornada
Beowulf: Vamos almoçar em algum lugar, depois podemos decidir o que fazer. Alguma ideia de algum lugar? Eu gostaria de um pouco de caça fresca, nada melhor para começar uma boa aventura, aye?
Irthos: É uma excelente idéia. Estou precisando cavalgar um pouco depois dos ultimos dias, fora o tempo que nao pratico com o arco. (rindo) Eu vou virar um Elíseo em Rondall com o passar dos anos.
Silua ri.
Beowulf: E vai mesmo! Eu não conseguiria ficar muito tempo sem erguer uma espada de qualquer forma, do jeito que nós Isäs somos. (rindo) Prometam que se Freyja perguntar, não falarão o verdadeiro preço daquele livro para ela
Irthos: Eu rio com vontade.
Irthos: Prefere que eu eu conte aos guerreiros de Isa que o grande Beowulf, ao passar na frente de lojas de armas e armaduras, decidiu comprar um livro ilustrado?
Beowulf (rindo): O faça. Mas saiba que eu testarei em você se o livro funcionou ou não
Irthos (rindo): Porque acha que melhorei o encantamento de proteção do broquel e dos braceles de uma só vez?
Beowulf: Acho que nenhum deles se ajudará a fugir de um dos meus abraços, aye?
Irthos (rindo): Depois que o agarrão estiver feito, admito que não.
Silua (rindo): Vocês dois parecem crianças que ganharam brinquedo novo (eu rio enquanto sigo procurando por um bom lugar para pararmos para o almoço)
Irthos: Mas o Beowulf ganhou mesmo, um excelente livro pra ler pro seu filho. Eu só dei uma melhorada no que ja tinha.
Beowulf (rindo): Veremos quando eu voltar de Isa. Quem vai caçar algo, Silua que deve se sair melhor em campos e na primavera?
Silua (rindo): Não quer se arriscar mais a caçar?
Irthos: Acho que depois daquele arremesso que ele fez contra a aranha que estava a me enclausurar…
Beowulf: Eu? Por que me arriscar? Agora é questão de honra! Gunnfaxi, vamos! (eu instigo o cavalo e procuro por alguma caça nas proximidades)
Cleber (Irthos): Ao menos acho que foi ele, pela violencia com que ouvi o barulho de metal bater contra a parede
Irthos (rindo): Vá lá Silua, eu terei tempo de sobra nos dias seguintes.
GM: Beowulf, sobrevivência
Beowulf: Skill [Survival] [18] [1d20+14 = 18]
Silua (anuindo): Tudo bem, cuide de Oathorn (eu saio atrás de caça)
Silua: Skill [Survival] (Sinergia +2) [37] [1d20+24 = 37]
Irthos: Eu anuo, rindo, guiando lentamente os cavalos enquanto assisto ambos partirem, Beowulf animado depois das provocações.
Beowulf retorna depois de alguns minutos com duas lebres; Silua, com um grande cervo, além de frutas e algumas batatas selvagens
Irthos: Eu olho para as lebres na mão de Beowulf, animado.
Irthos (animado): Vejo que trouxe comida suficiente pro Azreth pelos próximos dois dias.
Beowulf: Eu jogo os coelhos no chão e bufo
Beowulf: Engraçado
Irthos (rindo): Calma, pra alguém que nao tem a metade da prática da Silua, e decidiu caçar separado dela, se saiu bem. Lembra das nossas primeiras caças? Eu e Silua juntos mal conseguimos pegar duas lebres ao longo de um dia e meio. E você nao conseguia sequer agarrar um orc direito.
Silua (anuindo): Lembre-se que eu e Irthos também já tivemos nossos dias ruins. Primeira vez que fui caçar sozinha após conhecer vocês também só peguei duas lebres, lembram? (para Irthos, rindo) Agora é com você limpar nosso almoço.
Irthos: E vamos ficar por aqui mesmo? (eu perscruto os arredores em busca de um bom lugar pra montarmos acampamento)
Silua: Ao menos eu estava olhando enquanto estávamos cavalgando.
GM: O lugar parece ser bom, Irthos. Bem arejado e plano e limpo o suficiente para uma refeição
Irthos: Engraçadinha. Bem, ficaremos por aqui mesmo. (eu desmonto de Skyggnir, sacando a faca de caça. Observo o lobo entalhado no cabo com entusiasmo antes de começar a limpar as lebres e o cervo)
Silua (rindo): Estava brincando, essa corça é grande para um limpar sozinho sem demorar muito (eu ajudo Irthos a limpar a caça) Veja como estamos de lenha, Beowulf.
Cristiane (Silua): lembro de termos pego a ultima vez quando estavamos indo de Lefiwarnem para Carvalho Antigo
Beowulf: Tendo visto o que ainda restava na carroça durante a viagem, eu decido buscar logo um pouco de lenha. Logo fazendo o fogo, ainda um pouco emburrado
Irthos (suspirando): Também não precisa ficar assim, Beowulf. Pense que pra cada vez que nos saimos melhor numa caçada, você derruba o dobro de inimigos que nós em batalha, e pra cada vez que ouvimos ou vemos algo que você não, você espreme os miolos de um urso só de apertá-lo na barriga, urso este que eu precisaria fugir se estivesse sozinho. Não dá pra ser bom em tudo, mas cada um de nós é mestre no que faz e é isso que nos manteve tão bem vivos até hoje.
Beowulf (rindo): Você sempre precisa me tratar como uma criança que precisa de carinho e conforto quando eu não estou rindo ou bebendo ou fornicando?
Silua ri.
Irthos: Enquanto isso o irritar sim.
Silua (rindo): E enquanto você emburrar por miudezas.
Beowulf (bufando): Se eu fosse reclamar por cada de traço de personalidade de vocês…
Silua: Como se você não me provocasse por não gostar de bebida alcóolica ou falasse do lado escamoso de Irthos.
Irthos: Eu acho que deviamos parar com as provocações, como por exemplo perguntar a Silua quando haverá casamento em Krull
Beowulf: Mas eu não fico esfregando cerveja de baixo de seu nariz toda vez que você bebe um suco ou então me irritando com Irthos toda vez que ele decide fazer uma comentário irônico, aye?
Irthos: Quem sabe podemos ser como as chatas pessoas civilizadas e pararmos de nos provocar tanto?
Beowulf: Eu só reclamo que você não consegue me ver emburrado que vai indo logo me dar um tapinha nas costas, escamoso
Irthos (pensartivo): Entendi. Bem, prometo parar com isso assim que Silua virar um caneco de uma boa cerveja e fizer cara de feliz. (rindo) Pensando bem, melhor começar antes.
Beowulf (rindo): Aye, melhor mesmo. O fogo está pronto, a carne?
Irthos: Eu passo a carne para que Beowulf comece a assar.
Beowulf: Eu pego a carne e começo a assar ela, um pouco pensativo.
Silua: As batatas selvagens podemos deixar para outra refeição, ainda temos o resto dos pães que Irthos trouxe ontem (eu vou buscar a cesta na carroça e a deixo por ali)
Irthos: Eu disse que pro desjejum eles ainda estariam bons, pro almoço seria bom esquentá-los um pouco. Pelo menos amolece o queijo, o que já o deixa bem melhor.
Beowulf: Eu faço isso, me dê eles aqyu
Silua: Eu passo a cesta para Beowulf.
Beowulf: Eu pego os pães um a um e os seguro entre uma mão coberta de chamas. Logo eles estão mais quentes e macios e os coloco de volta na cesta, deixando-os separados
Silua: Enquanto Beowulf prepara nosso almoço, eu vou dar feno e água para os cavalos, cada um também ganha uma maçã, enquanto Azreth me olha com cara de pidão. Eu rio um pouco e lhe dou uma também
Irthos: Eu observo Azreth, rindo.
Irthos: Depois do que ele comeu em Rondall me admiro que hoje já tenha fome. O velho Othas lhe deu um legitimo banquete no quarto dia.
Silua (rindo): Depois que vocês me disseram que dragões comem até metal, creio que eles devem ter um estômago bastante eficiente.
Irthos: Aye, tem, mas ele realmente se superou anteontem. Se bem que a cena foi cômica: o ajudante de um mascate que passava pela cidade, se engraçou a querer entrar numa janela dos fundos do segundo andar da taverna, no quarto de Othas. Acho que teremos um futuro ladino na região.
Silua (rindo): Ele paralisou o rapaz?
Irthos (rindo): Devo admitir que só de imaginar deslizando telhado abaixo, imóvel, caindo de costas no chão duro, me faz rir até agora. O coitado ficou inconsciente com a queda de quase cinco metros, acho que bateu um pouco a cabeça no chão. As telhas que ele levou junto pra baixo é que providenciaram o flagrante.
Beowulf: CInco metros? Ele não morreu?
Irthos (rindo): Cinco, sete, eu não estava na cidade quando isso ocorreu e tive que ouvir as versões exageradas dos moradores, alguns disseram até que Azreth o sufocou se enrolando no pescoço dele e apertando com força. Segundo Azreth, a altura da queda não foi nem de duas Siluas.
Silua (rindo): Eu disse aquela vez que você estava se revelando uma má influência para Azret, Irthos. Ainda acho que você tem parentesco com drgão de cobre.
Irthos: Alguma influência alguem tinha que dar, e não é uma tãão negativa, admita. Melhor do que ter congelado o rapaz e ele perder um braço ou perna estilhaçados ao cair no chão. De toda forma , L´lanthar lhe forneceu os primeiros socorros e ambos foram expulsos da cidade assim que o rapaz pode caminhar novamente.
Beowulf: Bom, quanto tempo eu tenho em Isa? Cinco dias?
Irthos: Aye. Uma pena que seu filho já não é nascido, aquelas ervas certamente iriam garantir um segundo herdeiro, na dose que Silua recolheu.
Silua (anuindo): Foi o que você pediu enquanto Irthos estava fora. Se ele concorda, por mim tudo bem.
Irthos: Eu gargalho com vontade.
Irthos: Agora fiquei pensando o que aquelas moças fariam ao saber que não sou dono de muita coisa e nem um titulo tenho.
Irthos: Então vejo que foi mais por isso que ele pediu pra eu ficar mais tempo, pra que ele também tivesse o direito de o fazer. Bem, não o culpo, três dias passam tão depressa.
Beowulf: Aye, mas infelizmente eu não poderei aproveitar tanto quanto gostaria. Os motivos vocês bem sabem. (rindo) Mas você é rico Irthos, e para elas isso deveria bastar
Irthos: Quem sabe. Silua, você acha que consegue nos encontrar ervas similares a estas até a minha prõxima ida a Rondall?
Cleber (Irthos): odeio teclado padrao BR
Cleber (Irthos): *próxima
Silua (rindo): Não custa tentar
Irthos: E quanto ao seu motivo Beowulf, entendemos sim, mas vá tranquilo quando for, Gunnfaxi ficará em boas mãos.
Beowulf (rindo): Ficou curioso para testar elas ou já está precisando de um estímulo a mais?
Irthos (rindo): Por enquanto apenas curioso, já que o efeito minimizado já foi… desconfortável… devido a ausência de nossas esposas.
Beowulf: Aye. (rindo) AInda bem que sou de Isa, afinal.
Cleber (Irthos): (metagame) Traduzindo em palavras de nerd, teria um sogro me esperando com um machete chamado Vet Cutter +5
Cleber (Irthos): a piada tem sentido lendo o Gatos Guerreiros em ingles, lol
Irthos: Aye, ela não teria muito o que reinvindicar. Só ela soubesse das leis de Isa e aparecesse com um filho homem, talvez pudesse querer algo para ele.
Beowulf (rindo): Todos iam é rir dela, coitada. Viu como sou misericordioso e um bom homem, Silua?
Silua: Sei….
Irthos (rindo): Beowulf é tão misericordioso que provavelmente usaria aquela Aguia de Sangue no seu filho bastardo se o mesmo aparecesse urrando em frente ao trono reinvindicando algum direito
Beowulf: Nay, ainda assim ele seria meu filho e o criaria em Nordenbeutel, se assim o desejasse. Mas se ele for um pirralinho metido, aí ele enfrentaria a Drakengard
Silua (rindo): Considerando-se que a quantidade de vezxes em que foi a bordéis antes de se casar, não duvido já não ter uma bastardinho por aí…
Beowulf: Eu me preocuparia mais com os outros lugares. (curioso) Achei que soubesse que as mulheres em bordeis usassem ervas para não ficar com filhos?
Silua: Eu sei, assim como sei que nenhum desses métodos é totalmente infalível, a menos que exista algum mágico assim
Beowulf: De qualquer forma, não acho que elas iriam se dar ao trabalho. Duvido muito que saberão que é meu filho, ainda por cima. A não ser que o maldito nasça idêntico a mim
Irthos: Se for proporcional prefiro que não nasça, deve ser dificil parir uma criança de uns setenta centímetros.
Silua: Só fico com pena da mãe num caso desses
Beowulf (preocupado): Agora fiquei preocupado com Freyja
Irthos: Eu bufo, rindo.
Irthos: Vais partir já esta tarde, depois do almoço?
Beowulf: Aye, ao menos pretendo fazer isso. Preciso me dedicar ao livro afinal (eu gargalho)
Silua (rindo): Dedicar-se ao livro ou a Freyja?
Beowulf: A ambos e aos assuntos de guerra. (eu suspiro) Estou começando a gostar de tudo isso, finalmente. Ter um exército e tudo mais, tem me feito sentir importante. Desde pequeno eu já havia me conformado em ser uma espécie de lobo solitário e agora acabei o líder da matilha. (eu rio e olho para o céu) E espero que estejam se divertindo com isso, malditos!
Irthos: Eu rio ainda mais.
Irthos: E quem sabe quando chegar lá e finalmente achar que vai ter sossego, Kord lhe colocará pra chefiar uma guerra contra alguma raça de anões celestiais. Dentro das cavernas do inimigo, claro.
Beowulf: Apertadas ainda, aye? Imagino que é bem provável que é isso que me espera
Irthos: E eu provavelmente seja enviado para uma missao naquele pais que parece ficar a sudoeste, segundo o mapa. Só o que aparece no nosso ja mostra a minha alegria, centenas de quilometros de areia, provavelmente escaldante até no inverno, e sem uma montanha próxima. (eu concluo, rindo, enquanto observo a carne quase pronta)
Irthos: Só com meu próprio cheiro de chuva a me tormentar na falta da mesma.
Beowulf: Depois de toda essa conversa, ao menos o almoço está pronto (eu pego um dos pães de queijo e corto um grande pedaço de carne, comendo com vontade, aproveitando a minha resistência ao calor para segurar a carne na mão)
Irthos: Eu corto um bom pedaço de carne, comendo um pão de queijo junto, comendo de maneira animada.
Silua: Eu anuo e me sirvo de um pão e um bom pedaço de caren, comendo com vontade, acompanhado de suco da jarra.
Vocês almoçam demoradamente, saboreando a carne fresca de uma caça recém abatida. Embora cada um pense em seus problemas, Silua se sente um tanto nervosa e pressionada pela importância que sua missão em Vidara terá para todos aqueles que, como ela, sofreram da maldição
Irthos (satisfeito): Foram só duas refeições em Azzaraf e já deu pra sentir saudade de uma comida assim. (Eu me levanto, espreguiçando-me demoradamente.)
Silua (rindo): Embora qualquer refeição normal seja melhor do aquelas em Azzaraf, com o jeito quer nos olhavam.
Irthos: (rindo) Eu não culpo a refeição em si, mas sim esta tranquilidade.
Beowulf: Aye, pois a comida ao menos, era excelente!
Silua: Era a isso que me referia (eu me levanto, me espreguiçando com vontade)
Irthos: Eu anuo, ajustando minhas coisas, com atenção especial para o arco, sem uso a mais de semana.
Beowulf: Parece séria Silua, ou ao menos mais séria do que o normal. Algum problema?
Silua: Apenas pensando no que nos espera em Vidara. Não posso fracassar lá
Beowulf (confiante): E não iremos.
Irthos: Aye, e pode contar conosco com o que der e vier.
Silua (anuindo): Eu sei.
Beowulf: Mas tudo dará bem por lá. É apenas um morto-vivo incivelmente poderoso, um artefato mágico ainda mais poderoso e perigoso. E tudo isso numa floresta imensamente perigosa, repleta de exímios arqueiros e rastreadores. Será como um passeio nos fiordes
Irthos: Aye, nada anormal depois de cavernas submersas, golens, criaturas das trevas, dragões querendo se tornar deuses ou exterminar os não-puros da familia, não acha?
Irthos: Eu começo a recolher minhas coisas, preparando para seguirmos viagem.
Silua: Eu só espero não encontrar patrulhas élficas, não quero ser forçada a enfrentá-los. (eu digo preocupada, enquanto arrumo minhas coisas e guardo o resto da comida na carroça)
Beowulf: Ninguém de nós o quer. Mas se eles não quiserem ouvir palavras, teremos que fazer com que ouçam o som do aço (eu apago a fogueira, limpando o local onde ela estava) Eu indo para Isa e quem parece estar ansiosos em partir são vocês, heh.
Silua: Quem vai se deslocar mesmo somos nós, você só irá nos acompanhar depois
Irthos (anuindo): E não se preocupe em comer bem, terá carne sobrando aqui quando você voltar.
Beowulf: Bom que tenha mesmo! Então me chamarão quando estiverem na cidade mais ao sul?
Irthos (anuindo): Acho que levaremos mais ou menos os cinco dias pra chegarmos lá.
Silua (anuindo): O chamaremos assim que chegarmos perto de Laraj. Boa viagem e que encontre tudo bem em Isa
Cleber (Irthos): teste
Beowulf: Aye, e que eu consiga retornar deixando as coisas por lá melhor ainda. Obrigado por terem permitido que eu ficasse mais tempo (eu falo me aproximando de Gunnfaxi, abraçando o cavalo) Cuide-se meu amigo, em breve darei um jeito de ir comigo para Isa para desbravarmos os fiordes na primavera de lá. Não dê problemas para Irthos e Silua, seu bastardo orgulhoso. Mas pode atazanar a vida dos cavalariços (eu chamo Freyja, ansioso em a reencontrar) Acho que amanhã começarei a ver mais de perto o treinamento dos homens e começar a reforçar as defesas, além de construir novos barcos. Hoje eu tirarei o dia de folga (eu rio)
Silua (rindo): Numa futura vez eu vou pedir 5 dias também.
Beowulf: Eu falo com um sorriso, antes de desaparecer
Irthos (para Beowulf, rindo): Me pergunto o porque. (para Silua) É de todo o direito.
Beowulf: Se prometer que voltará com notícias de casamento (eu sorrio, antes de aceitar o pedido de Freyja)
Silua (rindo): Pilantra (eu digo rapidamente antes dele desaparecer)
Silua: Bem, agora é só nós de novo, Irthos. Vamos seguir nossa viagem.
Irthos: Eu anuo, rindo, ao montar em Skyggnir.
Irthos: Amanhã quero caçar o suficiente pra passarmos, no mínimo, dois dias sem problemas. A única limitação será o quanto eu conseguirei arrastar de volta.
Silua (rindo): É só fazer como daquela vez e usar uma corda para arrastar se pegar algo grande (eu monto em Asad e começo a seguir viagem, Oathorn e Gunnfaxi nos acompanhando)
Irthos (anuindo, animado): É o que pretendo! (eu começo a cavalgar, aproveitando a paisagem e o vento agradável da primavera)
A cavalgada rumo ao sul é interessante. Com a mudança dos dias e das estações, tem a impressão de que o clima fica cada vez mais ameno à medida que os dias se passam. Os cavalos parecem felizes em não ter tanto pano jogado sobre eles, ficando bastante felizes quando vocês os tiram deles, que suavam fortemente debaixo do forte Sol.
Com a estagnação do vento no terceiro dia de viagem, vocês agradecem quando começam a ver o céu tomar tons alaranjados. Mesmo perdendo a excelente vista dos cavalos selvagens correndo pelos campos, dos pássaros em revoada rumo ao norte e da natureza explodindo em vida no início da primavera. Os campos cobertos de flores amarelas e brancas são incrivelmente belos, principalmente agora no crepúsculo. Embora o que mais chama a atenção de vocês é um pedaço negro de grama, bem no horizonte, no topo de um morro afastado da estrada. A visão apurada de vocês, mesmo na condição de luz precária mostra que parece haver algo se mexendo por lá
Matheus: diz que mexer é com X vai!
Cristiane (Silua): é sim
Irthos (curioso): Você está vendo aquela coisa negra se mexendo sobre o morro, não é uma alucinação minha, aye?
Silua (anuindo): Também estou vendo. Curioso em ir investigar?
Irthos: Eu anuo, me aproximando enquanto fico com olhos e ouvidos em prontidão.
Silua: Eu também me aproximo, cautelosa, olhos e ouvidos atentos.
Assim que se aproximam do topo do pequeno morro, podem ver que a parte negra é grama chamuscada, como se tivesse sido queimada bem no local. No centro dela, podem ver o que se mexia: um anão em robes de Moradin, ele parece intacto, embora respire com dificuldades. A mão segurando firmemente o martelo
Silua: Eu desmonto rapidamente de Asad e vou ver se o anão precisa de ajuda, dizendo para Irthos ficar atento.
Irthos: Eu anuo, vigiando os arredores com atenção redobrada.
GM: Ele não parece ferido de qualquer maneira, os olhos estão abertos em choque e cansaço. Ele não parece notar vocês ao lado dele
Silua: Você está bem? (eu pergunto em tom de preocupação, enquanto coloco a mão de leve no ombro dele)
GM: Não há nenhuma reação do anão. Ele parece estar catatônico
Silua: Eu o examino para ver se não está sob o efeito de algum veneno ou algo similar.
GM: Teste de Cura
Silua: Skill [Heal] [25] [1d20+18 = 25]
GM: Ele não parece estar sob o efeito de nenhum veneno
Silua: Eu tento erguer o anão, para tirá-lo dali e colocá-lo em segurança em nossa carroça.
Irthos: Deixe-me ajudá-la (eu desco do cavalo, indo ajudar Silua a carregar o anão.)
Silua: Vamos levá-lo para a carroça.
GM: Com um pouco de dificuldade devido ao peso do anão e de suas armaduras, vocês o colocam na carroça
Irthos (arfando): É uma situação estranha, no mínimo. A grama só está chamuscada ao redor dele, deve ter sido alvo de alguma magia, a não ser que um dragão tenha feito um tipo de sopro perfeitamente vertical.
Silua: Embora seja estranho que ele não esteja fisicamente ferido, apenas catatônico. Vamos dar uma olhada melhor naquela área, para ver se existe algo que possa nos dizer o que houve aqui. Azreth pode ficar de olho nele e nos avisar caso ele acorde enquanto isso (eu sigo novamente ao topo da colina para examinar melhor o local)
Irthos: Aye. Voce ouviu Azreth (o pequeno dragão permanece na carroça, atento, enquanto retorno com Silua até o topo do pequeno morro)
Silua: Eu examino o local, procurando indícios da presença de outras criaturas no local ou mesmo tentando determinar de que direção o anão veio.
GM: Procurar
GM: [BOX] Silua -> Skill [Search] [40] [1d20+20 = 40]
GM: O anão parece ter vindo da estrada, numa corrida rápida. O local está chamuscado de chamais reais, diferente das mágicas produzidas por uma Bola de Fogo, por exemplo. Não há nenhuma outra pegada ou marca a não ser as causadas pela bota do anão ou então por vocês
Irthos: Encontrou algo?
Silua (anuindo): O anão parece ter vindo correndo da estrada, e não há sinais da presença de mais ninguém aqui, fora ele e nós. E o fogo que queimou a grama não era mágico e sim normal.
Irthos: Se ninguém veio pelo chão e as chamas não são mágicas, o sopro de um dragão poderia ser uma das hipóteses, ou estou um pouco confuso ainda?
Cristiane (Silua): boa pergunta, as chamas de um dragão são mágicas ou não?
Matheus: nao
Silua (anuindo): Até poderia ser um, mas acho que só saberemos quando ele acordar e puder nos contar. (eu volto para junto dos cavalos e da carroça e dou uma olhada para ver se a situação dele mudou)
GM: Ele continua no mesmo estado catatônico
Irthos: Quem me dera saber falar a lingua dos anões agora, pra ver se ao menos a ela ele reage (rindo um pouco) ou quem sabe a visão de outro dragão, embora ele nem tenha percebido Azreth ainda.
Silua: Ele parece estar alheio a tudo. (séria) Espero que ele acorde logo ou que possamos achar ajuda para ele em Laraj
Irthos (anuindo): Ao menos estamos a menos de dois dias de lá.
Silua: Eu dou uma última checada no anão, para ver se algum dos pertences dele nos dê alguma dica de quem ele seja ou o que fazia aqui.
Irthos: Com o sol ja se pondo, decido começar a armar o acampamento ali mesmo.
GM: Ainda sem soltar o martelo, você não consegue notar nada de muito diferente. Embora ele não pareça ser uma aventureiro perdido. Os robes dele são de excelentes qualidade, assim como a armadura por debaixo. O martelo dele também parece carregar bastante magia
Irthos: Em instantes eu preparo uma fogueira com a lenha restante, acendendo-a. Observo Silua e o anão enquanto as chamas começam a arder. Logo busco a carne, limpa no dia anterior, e começo a assá-la.
Irthos (rindo): Nossas viagens dificilmente são tranquilas, não é? Acho que em só umas quatro ou cinco ocasiões viajamos praticamente uma semana inteira sem contratempos.
Silua (anuindo): Verdade, o destino adora arrumar algo para fazermos.
Irthos (anuindo): Embora eu não reclame muito, deixe que as viagens tranquilas aconteçam para quem não conseguiria lidar com os problemas, aye?
Silua: Embora seria bom para variar conseguir fazer uma viagem sem nenhu sobressalto
Irthos (rindo): Mas eu acabei de dizer que já fizemos algumas, será que finalmente minha memória começou a empatar com a sua?
Silua (rindo): Embora sejam raras
Cristiane (Silua): raras= as viagens calmas, no caso
Irthos (rindo): A culpa é nossa por termos usado muito os teleportes, aposto que todos os dias que economizamos teriam sido tranquilos. (eu volto a me concentrar um pouco mais na carne) E nosso amigo, tem certeza mesmo que ele só está em estado de choque? Se foi um dragão, eles conseguem inflingir medo nas pessoas a ponto de praticamente paralisá-las sim, mas não creio que por tanto tempo. Ao menos, não alguém que parece ser um bom guerreiro como ele.
Silua: Ele está catatônico, e não reage a nada, acho que para descobrirmos o que realmente houve só quando ele acordar.
Irthos: Eu anuo, ficando em silêncio enquanto termino de preparar a carne.
Após um tempo consideravelmente maior ao que estão acostumados e um Irthos já faminto e impaciente, ele nota que a carne está pronta
Irthos (animado e faminto): Finalmente! Que falta faz um Beowulf regulando a intensidade das chamas pra assar mais depressa. Sirva-se (eu corto um pedaço pra mim e outro para Azreth, começando a comer)
Silua: Eu rio um pouco da reação de Irthos antes de me servir da carne também.
Vocês terminam de desjejuar sob a a luz das estrelas, que brilham fortemente. O vento sopra com força, fazendo os elos da armadura do anão se chocar com a sua couraça, fazendo-o parecer um sino peludo
Irthos (bufando): Pelo menos há outro ponto em que ele se parece com Beowulf, um dragão vestindo uma armadura de batalha poderia ser mais silencioso.
Silua Eu rio.
Silua (rindo): Imagina se Beowulf tivesse ouvido essa.
Irthos: Ué, ele mesmo já não assentiu algumas vezes de que não consegue fazer o mesmo silencio que nós? Além do mais, pode ser que o barulho só seja irritantemente perceptível porque nossos ouvidos são bem treinados, e pessoas comuns nem notem.
Silua (rindo): Foi mais a comparação com um dragão de armadura sendo mais silencioso.
Irthos: Porque não pedir pra ele agora? (eu entro em contato mental com Beowulf, pedindo-lhe se ele se considera mais ou menos silencioso que um dragão vestindo uma armadura de batalha)
Cleber (Irthos): *atraves do anel
Beowulf: Atarefado, demora um tempo até eu conseguir entender o que está havendo ao ouvir as palavras de Irthos. Tudo o que consigo fazer é responder com um gruinhido sem muita concentração
Irthos (rindo): Normalmente, um grunhido é sinal de desaprovação por parte dele, estou correto?
Silua (rindo): Ou isso ou ´não me incomode com esse tipo de pergunta sem sentido´
Cristiane (Silua): Tire o primeiro ´ou´
Irthos: Também. E não Azreth, só porque falei que ele se parece com Beowulf não quer dizer que você pode tentar acordá-lo deste jeito (eu digo um pouco severo, sem olhar na direção do pequeno dragão, que vinha se aproximando do anão como um gato. Ele bufa, frustrado)
O vento sontinua soprando com força e entre as batidas de elos na armadura, vocês conseguem ouvir um suspiro pesado
Irthos: Eu olho na direção da carroça.
Irthos (baixo): Você também ouviu, aye?
Silua (anuindo): Ouvi sim (eu vou checar o anão)
O anão continua a dormir pesadamente, catatônico. Nada parece ter mudado
Silua (intrigada): Estranho (eu presto atenção para ver se o som retorna)
Você aguarda por alguns instantes, mas o som da respiração não volta
Silua: Eu dou de ombros, ainda intrigada, e volto para junto da fogueira.
Irthos: Talvez ele esteja só sonhando ou algo do tipo. Vamos nos revezar na guarda para o caso dele acordar no meio da madrugada?
Silua (anuindo): É melhor, não sabemos como ele irá reagir assim que acordar.
Irthos: Eu anuo, observando as chamas crepitarem, os estalos da lenha sendo o unico grande som a quebrar o barulho do vento e dos anéis da armadura do anão.
Irthos: Bem, quando quiser ir se deitar, sinta-se a vontade, farei o primeiro turno e lhe acordarei caso algo aconteça.
Silua (anuindo): O farei, até daqui a umas horas (eu estendo o saco de dormir e vou me deitar)
Irthos: Eu anuo, me acomodando melhor. Azreth deita-se ao meu lado, embora mantenha seus olhos na direção da carroça, curioso.
Conforme a noite avança, o som das chamas crepitando e o vento soprando cada vez mais forte. Irthos precisa lutar para manter o fogo aceso, que fraqueja com a força do vento. Durante uma de suas tentativas de manter as chamas ardendo, um grito seco numa língua desconhecida e familiar o assusta imensamente. Silua desperta com um salto. Um barulho forte se espalha na carroça, junto de xingamentos e o som de madeira e metal sendo esmagados
Silua: Eu corro na direção da carroça.
Irthos: Eu me levanto assustado de onde estou sentado, já imaginando o motivo.
Ao se aproximar da carroça você vê que o anão parece ter despertado e está lutando para sair da carroça, desnorteado e assustado
Silua: Eu me aproximo com calma, mantendo uma atitude não-hostil.
Silua: Calma, você está entre amigos
Ele continua a lutar e a xingar no que parece ser anão, não parecendo lhe notar
Silua: Eu me aproximo com cuidado e toco de leve em seu ombro, apenas para lhe chamar a atenção, mas pronta a me esquivar, caso ele reaja por instinto e tente me acertar.
E é o que acontece. O anão reage violentamente ao seu toque e salta para fora da carroça erguendo o martelo com símbolo de Moradin brilhando. Você consegue se esquivar do ataque, mas sente a força do golpe. O anão fica parado, com as pernas abertas e o martelo na mão, num típica posição de um anão. Ele não age, mas ainda parece perdido
Silua: Eu tento novamente falar com ele, esperando que dessa vez ele reaja.
Irthos (sorrindo, embora um pouco assustado): Bem-vindo de volta ao mundo dos acordados. Estávamos preocupados que você não acordaria, do jeito que o encontramos.
O anão continua na mesma posição, xingando em anão. Mas notam que os músculos dele parecem relaxar um pouco
Irthos: Eu suspiro levemente.
Silua (olhando para Irhos): Beowulf faz falta nessas horas (para o anão) Não estamos aqui para lhe fazer mal, só que não entendemos seu idioma.
Irthos: Eu só espero que ele não tenha destruido o barril de cerveja que estava na carroça, aquela safra era quase tão boa quanto a de Lawjbard.
Ele continua a xingar em anão, até que ele solta o martelo e caia de joelhos, respirando pesadamente
Irthos (preocupado): Tem certeza mesmo de que ele parecia bem? Acho que vamos chamar Beowulf.
Irthos (para o anão): Você pode nos dizer, ao menos, o que foi que aconteceu? O encontramos desacordado, e toda a grama ao seu redor estava queimada, por fogo natural. Foi um dragão? (suspirando) Você ao menos sabe falar Comum, pra nos xingar de uma maneira que entendamos?
Silua (anuindo, para Irthos): Fisicamente ele parece estar bem, mas não sabemos o que aconteceu mesmo
O anão continua a respirar com força por o que parece ser um minuto. Até que ele começa a respirar mais calmamente. Ele lhes encara. Podem ver por detrás dos cabelos caídos sobre o rosto que os olhos dele estão completamente abertos, ele ainda parece estar assustado
O mais impressionante e que conseguem ver só devido à sua visão apurada: eles são vermelhos
Anão (assustado): Onde estou?
Silua: Na estrada a cerca de uns dois dias a cavalo a norte de Laraj, entre amigos.
Anão (assustado): Como me acharam? E porque eu estava na carroça? Estou morto?
Silua: Nós o encontramos no alto de uma colina bem aqui perto, no meio de um monte de grama queimada. Como você estava em estado de choque e não reagia, nós o trouxemos para cá
Anão: Grama queimada? O lagarto está por perto, então?
Irthos (tossindo levemente): Lagarto… (mais sério) Não havia mais ninguém por perto quando o encontramos.
O anão procura por algo debaixo de sua túnica, provavelmente um colar. Logo em seguida, ele toca os seus bolsos, desperadamente. Ele urra de fúria e desespero
Anão (desesperado): Vocês viram uma pedra. pequena e vermelha?
Silua: Não vi nenhuma pedra assim.
Irthos: Aye, e se Silua não a viu caída perto de onde o encontramos, pode ter certeza que não estava com você.
O anão urra de fúria e desespero, começando a chorar. Ele parece murmurar algo na língua dele em meio a soluços
Silua: Sabe se esse dragão que citou poderia ter interesse em levar essa pedra? Não há vestígios de nenhuma outra criatura naquele morro que poderia tê-lo feito
Ele lhe encara, as íris vermelhas dos olhos se juntando ao vermelho provindo do choro
Anão (chorando): Não… mas era uma criatura medonha. Quando eu o vi, achei que era magnífico, parecia um prateado. Mas aí ele se aproximou cada vez mais de mim e pude notar que ela era diferente. Era como se… como se…
Irthos (preocupado): Como se ele estivesse sendo corrompido por algo?
Silua: Ele tinha um aspecto enegrecido, deformado? (eu olho rapidamente para Irthos ao complementar a pergunta dele)
Anão (chorando): S… sim. Foi terrível. Ele se aproximou de mim com uma expressão assassina. Ali eu vi que ele não era um prateado, sabem? As escamas estavam enegrecidas, quase podres. Havia ossos saindo do corpo dele, também. E os olhos… os olhos dele pareciam que iam me devorar. Tremi de medo. Eu tentei me proteger como pude. Ergui magias e tudo o mais, mas nada adiantou. Quando eu vi as chamas atravessando a proteção, sabia que ia morrer. Orei para que Moradin me levasse logo para a sua forja. E depois… depois… um mar de chamas. Dor, o cheiro da barba queimando, o cheiro da minha carne queimando. E então, eu despertei aqui, apavorado.
Irthos: Eu olho para Silua preocupado, antes de voltar minhas atenções ao anão.
Irthos: Se a sua descrição está correta, anão, então não está apenas entre amigos, mas entre aliados. Esse dragão já me causou problemas o suficiente pra eu querê-lo morto.
Silua: Eu anuo às palavras de Irthos, séria.
Ele se aproxima de Irthos e o encara nos olhos, Irthos sente-se de certa forma intimidado pelo anão
Anão: Então você o conhece? Em nome do Forjador, você precisa me ajudar a achar ele! Ele roubou um artefato muito perigoso, um artefato que eu deveria estar protegendo. Eu disse para eles que eu não era forte o suficiente, e agora isso! (ele afasta o rosto, soluçando)
Irthos: Antes, uma dúvida: eu não pude deixar de reparar que você tem olhos vermelhos. Você por acaso descende dos Lawj Kobred?
Ele volta a encarar Irthos, ainda mais apavorado
Anão: Em nome de todos os deuses, como você sabe sobre meu clã?
Irthos: Tivemos várias referencias a eles através do rei de Lawjbard, cujo nome agora me foge, e quando enfrentamos e destruimos uma antiga Sombra nas profundezas das Colinas de Bronze, o próprio Bahamut falou conosco e disse que um clã de anãos com os olhos vermelhos a havia selado ali.
Cleber (Irthos): *anãos = anões XXDDDD
Anão: Pelas barbas enferrujadas do Forjador, se as histórias que nos chegaram vindas de Lawj Bard são verdade, então são os Arautos?
Silua (séria): Você sabe sobre eles?
Anão: É claro que eu sei! Vocês que não deveriam saber sobre nós!
Irthos: Bem, Arautos ou não, fomos nós quem ajudamos a salvar Lawjbard dos Khras.
Anão: Então são os Arautos, não são?
Silua (anuindo): Somos, mas estamos lutando para trazer a Aurora em vez do Crepúsculo.
Irthos: E sobre a sua pergunta, não só o ajudaremos a encontrá-lo, o estamos procurando também. Mas lhe garanto que mesmo com nossa ajuda, na situação atual, não será muito diferente do que foi quando ele o atacou.
Cleber (Irthos): *não seria
Anão: Esperem aí, (preocupado) cadê o grandão de Isa? Ele está morto? Eu cheguei muito tarde?
Silua: Não, ele está visitando a esposa, nos vamos nos reencontrar com ele na chegada a Llaraj
Irthos: E o que você quis dizer com chegar, anão? Uma de suas missões era nos encontrar, por acaso? (rindo um pouco) Acho que nosso tratamento está ficando um tanto estranho. Meu nome é Irthos e minha amiga se chama Silua.
Ulrik: Ulirk. E o que eu quero dizer com chegar é que eu devia levar aquela pedra para vocês, antes de ser terivelmente roubada
Silua: O que essa pedra tem de tão terrível assm?
Ele ri abafadamente
Ulrik: Eu não sei. O ancião só pediu para que eu a trouxesse para vocês. Mas ele diz também não saber. Só o que sabemos é que aquela pedra deveria ser entregue a vocês. É a única coisa que sabemos sobre ela desde que o nosso maior segredo foi perdido
Irthos (pensativo, preocupado): Entendo, o que torna as coisas ainda mais preocupantes. Quer dizer, a pedra era pra nós, e um dragão que eu quero morto a rouba.
Ulrik: E ele parece ser o único que sabe para que ela serve, eu suponho?
Silua: Não sabemos, mas se ele o atacou dessa forma para levar só essa pedra, ele deve saber algo de sua real natureza.
Ulrik: Me referi a vocês saberem ou não para o que ela serve
Irthos: Não fazemos a menor idéia, embora tenhamos suposições do motivo pelo qual ele a quer. Um deles é me ver morto (eu rio um pouco, antes de continuar, sério). Acho que só outro dragão pra sabermos, afinal além de serem criaturas antigas, eles tem um certo interesse perturbador em colecionar artefatos mágicos. Até entendo o lado deles, viver mil e duzentos anos seria difícil sem algo desafiador pra fazer.
Ulrik: Motivo?
Irthos (suspirando, mais calmamente): Acho que falei rapido demais pra variar. Além de querer me ver morto, eu pude notar pela sua descrição do encontro, que ele está mais forte do que na ultima vez que o vi. Deve estar buscando maneiras de aumentar o poder, mesmo que pra isso tenha que se tornar… aquilo que você viu.
Ulrik: Então você acredita que ele está atrás desse artefato para ficar ainda mais poderoso?
Irthos: Eu anuo.
Ulrik (preocupado): O mundo pode estar em risco então. Quem é aquele dragão e o que ele quer com ainda mais poder?
Irthos: Eu encaro Silua, indagador sobre revelar muito mais ou não.
Silua: Ouvimos histórias dele querer virar um ser divino, se é verdade, não sabemos.
Ulrik (preocupado): Ele está buscando a ascenção? Isso é perigoso, já que não sabemos o que a pedra faz. E, estando conosco há eras, literalmente, o artefato pode ser muito poderoso!
Irthos: Aye, mas agora não temos muito o que fazer, afinal não há como saber pra onde ele possa ter ido depois disso.
Irthos: Eu bocejo alto.
Irthos: Desculpe, mas eu estava prestes a ir dormir quando você acordou e começou a urrar e martelar nossa carroça.
Ulrik (envergonhado): Ah, me desculpe por isso. Espero não ter causado muitos danos.
Irthos (rindo): Isso só uma análise melhor dirá, eu so me lembro da cerveja e da carne que havia lá dentro. Bem, já fiquei interessado com uma coisa, você ao menos ficou vislumbrado com a visão de um prateado. A maioria acha que todo lagarto com duas asas é motivo pra sair correndo.
Ulrik (rindo): E nós sabemos o porque, não é, prateado?
Irthos: Eu bufo, rindo.
Irthos (rindo): Depende do quanto você sabe.
Ulrik: Como o que o você tenta esconder com esse sobretudo e essas botas?
Irthos (rindo): O sobretudo ao menos é bonito. E Silua, suponho que você também saiba porque ela está usando um robe completo e encapuzada também?
Ulrik: Sim, e eu sei também porque o seu amigo que não está aqui poderia partir alguém ao meio usando apenas as mãos.
Irthos (rindo ainda mais): Porque ele é um Isan?
Ulrik: Nós sabemos que por mais que o povo do norte seja forte e temível, não basta ser um deles para fazer isso
Irthos (Sorrindo): Aye, assim como até mesmo Bahamut praticamente chamou o seu clã de extinto. Somos ambos estranhos neste mundo, neste sentido.
Ele sorri
Irthos: Azreth espirra, um pouco alheio à conversa.
Ulrik: É o que parece, não é? Descansem pelo resto da noite, eu ficarei de guarda. Acho que já dormi demais
Irthos: Eu terei que fazer isso se quiser cavalgar amanhã. Se entenda com Silua, que já havia dormido algumas horas. Azreth também está visivelmente com sono.
Silua: Tem certeza que já se sente bem o suficiente para fazer a guarda? Como Irthos disse, se você não tivesse acordado, seria minha vez de qualquer jeito
Ulrik: Mas é sempre melhor viajar quando se está bem descansado, não é? Eu já estou melhor, eu preciso ficar acordado e pensar em tudo o que aconteceu
Silua (anuindo): Você é quem sabe, então
Irthos: Eu anuo, buscando meu saco de dormir e colocando-o proximo da fogueira.
Irthos: Qualquer coisa não hesite em nos acordar. Boa noite a todos (eu me despeço e me deito. Azreth se deita praticamente sobre minha cabeça, aninhado de maneira relativamente confortável. Demoro um pouco a pegar no sono)
Silua: Eu entro na carroça e dou uma conferida para ver se houve algum prejuízo maior lá dentro, dou uma arrumada, e depois volt opara o saco de dormir.
O anão sorri, e após colocar um pouco de lenha na fogueira, se senta numa pedra, próxima a ela.
A noite passa lentamente para Irthos e Silua, que aproveitam o calor da fogueira para se proteger do forte vento. Quando acordam pela manhã, sentem que algo de estranho aconteceu. E de fato houve. Acordando primeiro, Silua descobre que Ulrik não está mais por lá. Preocupada, ela consegue ver um pedaço de pergaminho sobre uma pedra, com outra menor o segurando
Silua: Intrigada com o sumiço de Ulrik, eu vou checar o pergaminho.
O pergaminho é uma carta do anão. Ele pede desculpas, dizendo que precisava mesmo partir, sozinho. Ainda não sabe se vai ir atrás do dragão ou vai voltar para o seu clã. E se necessário for, ele poderá lhes encontrar. Ele agradece por terem salvo e lhes pede para tomar cuidado com tudo. No final, ele acrescenta um PS, dizendo que havia se garantido que o acampamento estaria protegido e que usou de magia para sair sem ser notado
Silua: ´Espero que ele fique bem´. Eu penso enquanto espero Irthos acordar.
Irhtos não demora muito para acordar, também sentindo a sensação de que algo está errado
Irthos: Eu me levanto rapidamente, espreguiçando com vontade. Olho para Silua ainda sem entender porque ela está fazendo esta cara, então percebo que Ulrik não está por perto.
Irthos (preocupado): O que houve? Onde ele está?
Silua: Ele foi embora (eu passo o pergaminho para ele)
Irthos: Eu leio o pergaminho, bufando levemente.
Irthos: Só espero que o doido não decida encarar Lothos de frente sem nossa ajuda. Embora estou feliz em saber que ele vai ficar bem.
Silua: Eu espero também que ele não faça isso. (pensativa) Talvez o pai de Razgorith possa nos ajudar com isso também.
Irthos: É o que espero (eu começo a preparar uma fogueira pra então, começar a assar o desjejum) Pretendo ir caçar esta manhã, se não se importa, o que acha?
Silua (rindo): Pode ir
Irthos: Mas primeiro, me concentrar em não queimar a carne atual, ou teremos todos que esperar até o almoço pra termos uma boa refeição (eu volto a me focar na carne e na fogueira)
E novamente após um certo tempo de concentração, Irthos termina a carne. Após prová-la, nota que ficou melhor do que esperava
Irthos: Ou estou começando a melhorar, ou a magia que o Ulrik colocou aqui ajudou um pouco. Bem, sirvam-se (eu corto um pedaço pra mim e para Azreth como sempre, bebendo um caneco da cerveja do barril para fazer a carne descer melhor, enquanto penso nestas novas e perturbadoras notícias)
Silua (rindo): O almoço eu faço (eu me sirvo de um pedaço de carne e como-a, enquanto penso nos acontecimentos da noite que passou)
Irthos: Ao terminar o desjejum, eu fico de pé, encarando o caminho a frente por um tempo antes de começar a recolher minhas coisas. Apago o fogo e testo a tensão do arco antes de montar em Skyggnir, animado.
Silua: Pode ir caçar, Irthos, eu termino de ajeitar as coisas aqui e vou seguindo atrás (eu termino de levantar o acampamento, e com os cavalos já devidamente cuidados, eu monto em Asad e sigo viagem).
Irthos (rindo): Se você diz, não irei questionar (eu saio para caçar, animado. Skyggnir parece compartilhar da animação pela maneira concentrada com o qual corre enquanto procuro por boa caça na região)
Ulrik: [BOX] Irthos -> Skill [Survival] [37] [1d20+26 = 37]
Irthos, como já de costume, não tem dificuldades alguma em achar uma boa caça. Os olhos e ouvidos apurados dele o conduzem para um belo rebanho de cabras selvagens. Dois disparos precisos depois e um rebanho em fuga, Irthos cavalga até onde as cabras estavam, recolhendo a caça
[w] Irthos: eu nao to bebado ja, foram duas cabras né
[w] -> Irthos: aye
Irthos: Eu sorrio animado com o resultado da caça, amarrando de forma desajeitada as cabras sobre o lombo de Skyggnir, que protesta um pouco pela corda áspera. Me admiro um pouco ao perceber que não é nenhum esforço colocar a cabra, que pesa cerca de quarenta quilos, sobre os ombros, mesmo com todo meu equipamento. Retorno animado até onde Silua já se encontra.
Silua (animada): Bela caçada.
Irthos: Se não sirvo pra ouvir um anão barulhento fugir de nosso acampamento, ao menos pra isso, aye? (eu coloco as cabras na carroça antes de continuar a cavalgar ao lado de Silua)
Silua: Eu anuo e sigo cavalgando.
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Grande amante de diversos estilos de Metal, incluindo Power, Folk, Pagan e Viking, passou a jogar RPG por influência dos amigos e desde então nunca parou. Leitor ávido, adora livros de fantasia, e vem atualmente lutando para vencer uma lista de livros que não para de crescer. Nerd e gamer, a carreira de desenvolvedor de software lhe foi uma escolha óbvia e gratificante. Também é pagão, vendo seus ideais representados na religião de seus antepassados.
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Esta entrada foi postada em quinta-feira, 5 maio 2011 às 5:52