Irthos e Silua seguem o caminho na direção sul, tendo que tirar mais e mais roupas conforme os dias esquentam e conforme se aproximam de Vidara. Silua se lembra de um dos nomes dados à floresta – a terra do verão eterno. O porquê agora pode bem imaginar.
Ao menos os campos floreados e o vento da tardinha servem para dar algum descanso. Embora ao que tudo indica, o ano será quente, bastante quente. Azreth parece sofrer tanto quanto Irthos, deitando-se longamente sobre a água quando param próximos de um riacho ou lago. A cada dia podem notar que ele e Irthos estão cada vez mais parecidos. Além disso, o pequeno dragão parece perder todo o medo que possuia, se sentindo agora muito bem na companhia do pequeno grupo. Os cavalos que ainda se incomodam um pouco quando o pequeno dragão pousa em seus lombos, cravando-lhes suas garras pequenas e afiadas.
Agora não é apenas Silua que está preocupada com algo. O encontro de um anão dos Lawj Kobred foi bastante chocante para ambos, mas ainda mais para Irthos porque Lothos estava envolvido. O homem das montanhas tenta encontrar algum motivo, escondido em alguma história lhe contada por Razgorith, para que Lothos pudesse querer a pedra. Mas nada lhe vem a mente. Tudo o que pode fazer é esperar que o pai de Razgorith possua algumas respostas para isso também.
Mas quem parece mais feliz com ver Laraj num amanhecer enublado, porém abafado, é Silua. O fato de ter que entrar na floresta em busca de um artefato que possa salvar todos aqueles que assim como ela sofreram nas mãos dos rakshasas é uma pressão muito grande sobre o seu coracão. Quando esse artefato pode ainda lhe enlouquecer ou pior, fazer com que ela fique completamente submissa a um rakshasa e revele todos os conhecimentos de Bast a eles, é ainda pior. Não bastasse isso, há ainda a possibilidade de ter que lutar contra elfos – e talvez até mesmo matá-los – que nenhuma relação tem com a história, lhe enoja. Não tendo parte da emoção de Irthos por batalhas e certamente nada do amor de Beowulf pelo sangue, ela não consegue se sentir bem.
Ao ver os telhados e o muro de Laraj sombreando à frente de um céu laranja-acinzentado, ela agradece pela possibilidade de voltar até Krull e poder descansar um pouco, colocando seus pensamentos em dia. Provavelmente na foresta, junto dos animais que acabam de recomeçar a vida. O relinxar furioso de Gunnfaxi ao sentir Azreth dando um razante próximo de suas orelhas a acorda do pequeno transe. Bem a tempo de ver Irthos xingando a madeira úmida que não quer acender
Irthos (bufando): Eu odeio esse clima. E a falta de um Beowulf.
Irthos: Eu brigo um pouco com a lenha, gerando mais fumaça do que fogo – relativamente mais fumaçca. Após algum tempo e com os olhos vermelhos, consigo acender e manter o fogo.
Silua: Ao menos estaremos amanhã em Laraj.
Matheus: Opa, vocês estão perto de lá já! “Ao ver Laraj no amanhecer…”
Cristiane (Silua): esquece o que eu escrevi então, hehe
Irthos (rindo): Você está um pouco distante a algum tempo já, aquilo que vemos ali na frente nao é a cidade?
Cristiane (Silua): eu disse para ignorar, tinha me esquecido do parágrafo anterior, agora estragou o que eu ia dizer, hehe
Cleber (Irthos): isso se chama improviso *foge do ataque furtivo*
Silua: Desculpe Irthos, acho que toda essa preocupação com o que nos espera em Vidara me fez pensar uma coisa e dizer outra…
Irthos: Entendo. Beowulf estaria rindo se me visse acendendo essa fogueira, estou fedendo a lenha agora (eu coloco a carne para assar)
A carne assa um tanto lentamente na manhã cinzenta. Um trovão ecoa no longe, prometendo chuva, que trará um pouco do frescor ao dia abafado
Silua: Quer chamar Beowulf antes ou depois do desjejum?
Irthos: O que seus instintos lhe dizem? Eu acredito que a esta hora ele mal esteja usando um kilt ainda.
Silua (rindo um pouco): Verdade
Irthos: Sem mencionar que nao vamos privá-lo de um ultimo desjejum com a esposa só pra ver um lagarto cheirando a chuva defumada.
Silua ri.
Cleber (Irthos): ahhhhhhh seta pra cima pnc
Irthos: E você, sentindo alguma coisa diferente já, desde nosso encontro com Bast?
Irthos (rindo): Além, é claro, de ainda não acreditar muito no fato.
Silua (anuindo): Parece haver algo, mas muito sutil ainda para saber o que é. Creio que só deverá se manifestar quando precisar dele, assim como aconteceu com você.
Irthos (anuindo): Eu venho notando, de uns dias pra cá, que pouco a pouco minha ligação com Azreth vem ficando mais forte. (bufando) O quanto isso é culpa de Bahamut é dificil dizer, mas certamente é algo mais intenso do que antes. Frequentemente eu tenho a impressao de saber o que ele esta fazendo, embora isso é algo tão vago que eu ainda precise olhar pra ele pra ter certeza. Mas antes eu tinha certeza que precisava olhar.
Silua: Bem, isso é bom, não é?
Irthos: Ah sim, enquanto eu não começar a coçar minha orelha com o pé achando que a coçeira é minha, sim.
Silua ri.
Irthos: Azreth desiste de impertinar Gunnfaxi após quase levar uma mordida, vindo se deitar ao meu lado. Eu o afago, rindo, e continuo a preparar a carne enquanto observo o clima – quase o observando demais ao perceber que a lenha começara a fazer fumaça novamente. Eu bufo irritado comigo mesmo e controlo isto a tempo. Um certo tempo depois, após outro som de trovão, a carne está pronta.
Irthos: [44] [2d10 = 44]
Cleber (Irthos): lololol
Silua (rindo): Ao menos já deu para praticarmos bastante o assar carne nesses cinco dias (eu me sirvo de um pedaço de carne assim que ela está pronta)
Irthos (rindo): Mas sem Beowulf não tenho muito o que fazer contra lenha úmida, como a de hoje (eu corto um pedaço e começo a comer, resmungando levemente com o leve gosto de fumaça que ficou na carne. Azreth parece não se importar muito com isso.
Silua (rindo): A verdade é que ficamos mal acostumados com a carne feita por ele.
Irthos (Anuindo, de boca cheia): Ainda bem que ele não caça tão bem quanto assa, ou eu me sentiria um completo inútil enquanto viajamos.
Irthos: Eu termino de comer sem muita pressa, bebendo uma quantidade considerável de cerveja junto pra melhorar o gosto da carne um pouco. Logo o que sobra é Azreth roendo um osso relativamente grande pra ele. Me levanto preguiçosamente para dar feno e água aos cavalos enquanto observo a cidade de Laraj.
Silua: Bem, já demos bastante tempo para ele (eu aviso Beowulf da nossa chegada a Laraj)
Beowulf: Assim que me despeço de Silua com um sorriso no rosto, eu sinto o vento frio de Isa soprando no meu rosto e o som das ondas batendo nos fiordes. Ao ver o sorriso de Freyja ao meu lado, eu sorrio ainda mais. Estou em casa.
Beowulf: Passo o restante da tarde junto de Freyja nos fiordes, ocultando de todos que estou em Isa para poder aproveitar o tempo com Freyja. À noite nós entramos sorreteiramente na cidade, aproveitando o conhecimento do forte que Freyja tem. O resto da noite é inesquecível, em boa parte devido àquela erva que havia pego em Azzaraf. Durante a noite, penso ter sido interrompido por Irthos, mas ocupado com a lúxuria, não consigo responder nada mais do que um grunhido.
Beowulf: O resto dos dias eu passo treinando os homens e bebendo nas tavernas à noitinha antes de voltar para os salões. Aproveito também para ler o livro, notando as roupas apertando conforme os dias vão passando. Freyja também nota e me pergunta o que está acontecendo. Eu respondo numa mistura de medo e excitação que deve ser a magia do livro. Ela me pressiona e acuado e sem aturar o fato de mentir mais, eu falo para ela o preço. Ela parece ficar furiosa por alguns instantes, mas quando eu explico que isso me ajudará a sobreviver e as ervas que eu guardei estrategicamente começam a fazer efeito, ela parece se acalmar um pouco.
Beowulf: Na noite anterior à minha partida, Freyja e Hama se aproximam de mim com umas expressões sérias. Eu os encaro preocupado. Eles me entregam um pergaminho e quando eu termino de ler, a expressão em meu rosto mistura fúria lívida e estupefação. Ambos me encaram com seriedade. Um representante de Gabraj pretende fazer uma visista a Nordenbeutel para me parabenizar pelo meu título daqui há um mês! Eu xingo, furioso, obviamente aquilo deveria ser algum truque sórdido deles! Háma e Freyja concordam comigo, mas acham que eu deveria aceitar o convite, por questões que eu não consigo compreender. Eles dizem que Hothwar também estará presente e que muito provavelmente Gabraj escolheu essa data exatamente por esse motivo.
Beowulf: A fúria que eu sentia deu um pouco de lado para apreensão e temor. O rei de Isa queria me ver. Eu esperava que essa hora não precisasse chegar, mas sabia que viria, cedo ou tarde. Eu suspiro pesadamente, confirmando que estarei por aqui no dia. Mas aviso que algumas coisas serão feitas do meu jeito. O que, eu não digo. Apenas garanto que tanto Hothwar quanto quem for que vai vir de Gabraj irão se surpreender. Eu pego uma última jarra de hidromel e vou para o meu quarto, onde aproveito para dormir uma última noite junto de Freyja, abraçado com ela sobre as grossas peles.
Beowulf: Na manhã seguinte eu acordo e me visto com as roupas novas, necessárias depois da magia do livro ter feito todo o seu efeito. Desjejuo rapidamente, mais bebendo do que comendo. Ao ouvir o chamado de Silua, eu me despeço de Freyja com um longo beijo e anuo para Hama, que deve duvidar da minha proposta. Logo, eu reapareço próximo de Irthos e Silua, com uma aparência ainda mais formidável devida ao livro. Eu cumprimento ambos.
Irthos (surpreso): Dia! Oras, vejo que o livro realmente fez efeito. Agora só falta ficar mais verde.
Beowulf: Eu bato sobre o músculo do braço direto
Silua (rindo): Isso ou ele andou comendo muito fermento.
Beowulf (rindo): Depois de tudo o que custou, é bom que faça
Irthos (pensativo): Quer dizer, verde não, os trolls justamente não gostam do fogo, pelo que dizem.
Irthos: Ah lembrei (rindo) Agora só falta lhe crescerem escamas vermelhas, garras e chifres, porque forte, resistente ao fogo e temperamental você ja é.
Beowulf (levemente irritado): Vermelhas?
Irthos (rindo, para Silua): Eu não falei que era temperamental?
Beowulf (bufando): Eu ouvi, viu?
Irthos: Eu olho estupefato para Beowulf.
Cristiane (Silua): teste
Irthos: O que é bom, pois devo admitir que estava preocupado de que este seu livro pudesse ter algum efeito colateral. Bom saber que tudo que ja estava ai, ainda continua!
Beowulf (bufando): E por que não? Achou que o livro me transformaria em algo diferente?
Irthos: Eu rio alto.
Irthos: Não seu tolo, é que agora até me interessei em adquirir um também no futuro, embora não pra aumentar a força e o vigor físico. Não preciso ficar ainda mais parecido com um dragão. Só pensei que em troca de favorecer bastante algo, ele lhe prejudicasse um pouco em outra coisa.
Beowulf: Se conta, eu precisei de roupas novas e acho que estou ainda mais desajeitado
Irthos: Um motivo a mais pra eu querer encontrar um desses que melhore a coordenação, agilidade e reflexos, ao invés de um como o seu, aye? (rindo) Eu simplesmente não consigo me imaginar sendo desajeitado, porque se já consigo ser desastrado quando a oportunidade surge , imagine.
Beowulf: Quando se tem o meu tamanho, é complicado controlar todo o corpo. Se bem que escorregadio do jeito que vocês dois são, acho que não teriam problemas
Irthos: Pelo lado positivo, é mais facil de segurar duas pessoas pela cabeça e batê-las, aye? Bem, agora que você está aqui, podemos ver como procedermos nos proximos dias. Eu já nem lembro mais o que iamos fazer em Laraj mesmo.
Beowulf: O que foi que está tão calada, Silua? O gato comeu sua língua?
Silua: Não tinha nada a falar que Irthos já não tivesse dito, e essa tentativa de piada não teve graça
Beowulf (preocupado): Aconteceu algo que eu perdi?
Irthos: Eu assovio, imitando o barulho de um chicote logo em seguida.
Irthos: Além da proximidade com Vidara, gostaria de saber também. Ela está assim quieta a quase um dia.
Silua: Bem, você também não está tão tranquilo assim, desde aquele encontro na estrada
Irthos: Aye, mas pelo menos eu mantenho uma camada de bom-humor sobre a neblina da preocupação (eu encaro um Beowulf confuso e explico) encontramos um anão desacordado pelo caminho, e toda a grama ao redor dele estava queimada, por um fogo natural. Como suspeitavamos, ele foi atacado por um dragão, mas isso nem é a parte sombria da história.
Beowulf: Melhor ouvir sentando então, aye?
Beowulf: Eu me sento próximo da fogueira, olhando para ela com pena.
Silua (séria): O anão era um Lawj Kobred e ele disse que estava trazendo um item para nós, só que o dragão que o atacou levou o item. E isso ainda não é o pior (eu olho para Irthos)
Silua (séria): Pela descriçlão que ele nos deu, o dragão era Lothos. O anão não sabe o que o item faz, só sabe que é algo extremamente perigoso.
Beowulf (confuso): Lawj Kobred? Item? Lothos?
Irthos: Aye. O anão tinha olhos vermelhos, o que batia com a descrição passada pra nós em Lawjbard e por Bahamut. O mesmo confirmou assim que perguntamos.
Irthos: Ele supostamente deveria nos entregar uma pedra vermelha, que vinha sendo passada entre os remanescentes do clã por gerações sem que soubessem o que realmente ela fazia, pelo visto só sabiam que deveria ser entregue aos arautos um dia. E um dragão com as exatas características de Lothos a roubou, um prateado que está se corrompendo, os ossos saltando pra fora da pele e as escamas com tom negro e apodrecido.
Beowulf (xingando): Merda! Lothos?! E com um artefato destes?
Irthos: Aye, não é divertido saber que um dragão assassino querendo ascender à divindade roubou um artefato mágico mantido em segredo por uma raça de anões julgada extinta?
Beowulf: Em especial quando esse dragão tem algo pessoal com você? Aye, eu diria que é sim bastante divertido
Irthos: Aye. Desde que ele não decida guardar um pedaço da alma dele num recipiente mágico pra poder rescussitar, mesmo que mais fraco, depois que eu matar ele, eu fico feliz. E de qualquer jeito, o lugar onde o encontramos, o anão eu digo, era aberto o suficiente para termos visto Lothos à distancia pelo menos uma hora antes de chegarmos lá, então não temos como dizer que podiamos ter chegado a tempo de ajudar, o anão podia estar deitado ali por duas ou tres horas quando o encontramos.
Silua anui, séria.
Beowulf: E onde está esse anão? Ao que parece pelo que falaram, ele não está morto
Irthos: Ele é um clérigo de Moradin, e dos bons. Usou de artifícios mágicos pra sair do encampamento sem fazer um único barulho!
Beowulf (rindo): Alguém saiu do acampamento sem que ouvissem? Onde estão os bardos quando se precisa deles?
Irthos: Eu mostro a Beowulf o pergaminho que ele deixou pra trás.
Beowulf: Após terminar de ler, eu o devolvo para Irthos
Beowulf: Pode nos achar, é? Só imagino como. E se ele pode nos achar, por que infernos ele não fez isso antes?
Irthos (rindo): Ele não tem um anel que o leva exatamente até onde estamos, eu supunho. Deve ser algo em nossa aura, como se ele pudesse saber por onde passamos recentemente e seguir nossa trilha, mas não consigo pensar em nada muito além disso. Embora penso em pedir a Azzet se sabe se alguem com a descrição dele utiliza o teleporte da ordem deles.
Silua: Talvez ele precisasse nos encontrar ao menos uma vez para nos marcar de alguma forma.
Beowulf: Mas ainda não respondeu minha pergunta Silua, tem algo lhe incomodando além da tensão advinda de Vidara?
Silua: Só a tensão de Vidara, e isso já é muita coisa.
Beowulf (anuindo): Talvez uma viagem até Krull lhe ajudará então. Mas antes que eu me esqueça, pelas barbas de Wotan, Irthos, o que deu em você para tentar falar comigo logo na primeira noite?
Irthos: Eu olho pra Beowulf, confuso, então gargalho com vontade.
Irthos: Estavamos numa discussão devido ao enorme barulho que esse anão fazia enquanto dormia. Céus, só os anéis da armadura dele faziam meus ouvidos sangrarem quando balançavam ao vento. Ai na brincadeira disse que ele se parecia com você, tão silencioso quanto um dragão usando uma armadura de guerra.
Beowulf (rindo): O que eu respondi de volta?
Matheus E (Beowulf): ignora, haha. faltou a proxima fala, eu acho
Irthos: E sabe que eu nem percebi que ja era noite? Me dei por conta agora que você comentou.
Beowulf: E o que foi que você me perguntou? (rindo) E mais importante, o que eu respondi?
Irthos (rindo): Eu perguntei justamente o que voce achava da comparação com um dragão vestindo uma armadura completa, e só recebi um grunhido bizarro de resposta.
Beowulf: O que deve ter lhe ensinado algumas coisas, eu espero.
Irthos: A não lhe fazer perguntas complexas?
Beowulf: Principalmente quando eu estou ocupado com outras coisas
Irthos: Eu anuo, rindo.
Beowulf: Mais alguma notícia?
Irthos: Nada substancial, cacei duas cabras gordas sem muito esforço na manhã seguinte à partida do anão e temos viajado tranquilamente até então. Só sentimos falta de suas habilidades com o fogo esta manhã porque a lenha estava um pouco úmida. A fumaça deve ter sido bem vista em Laraj.
Beowulf: Eu rio um pouco
Beowulf: Mas eu também tenho uma notícia um tanto estranha. E precisarei da ajuda de vocês dois
Silua: O que houve?
Irthos (levemente preocupado): Aye, nos conte.
Beowulf: Eu rio um pouco e entrego a carta de Gabraj para ambos lerem
Silua: Eu leio a carta e depois passo-a para Irthos.
Irthos: Eu a leio, estupefato, e a devolvo para Beowulf.
Irthos (rindo um pouco): Certamente eles esperam beber hidromel com vocês enquanto contam piadas e se divertem com jogos, aye?
Beowulf (anuindo): Aye, e fazer isso enquanto me apunhalam pelas costas
Irthos: Acho que isto seria o mais provável mesmo. Bem, e o que você pretende fazer quanto a isso?
Silua: E o que você quer que façamos?
Beowulf (bufando): Partir eles ao meio, Irthos, óbvio! Mas quando ele vir para a minha casa avisado ou com convite, eu lhe sou obrigado a dar hospitalidade. Podia recusar, mas ambos acham que não seria muito cortes da minha parte e poderemos ter uma guerra antes do que queríamos
Silua (anuindo): Entendemos isso, mas você disse que precisará de nossa ajuda.
Beowulf (rindo): Ah sim. Eu preciso ser hospitaleiro, aye? Então vou preparar um pequeno espetáculo para ele ou eles. E além disso, Hothwar, o rei de Isa estará por lá também (eu concluo com uma risada nervosa)
Silua: Quer que nos exibamos para eles?
Irthos (rindo): Acho que quer mostrar a eles que há mais do que guerreiros bárbaros em Isa.
Beowulf (rindo): Nay Irthos, é bem isso que quero mostrar para eles. Ou ao menos em parte. Acho que uma apresentação de vocês numa rodada de Salão de Escudos os impressionará, mas quero mostrar a eles algo que eles realmente podem vir a temer em nós Isäns: a fúria e a força. Então, (rindo) se puderem achar um urso para mim em Isa, eu ficaria agradecido
Irthos: Eu rio ainda mais.
Silua (rindo): Quer matar um urso ao vivo?
Beowulf: Aye, só com as mãos. Eu passei boa parte da noite pensando nisso, o que acham?
Irthos: Se conseguirmos encontrar um no tempo que teremos, será no mínimo divertido. E como o capturamos e o levamos vivo até Nordenbeutel, eu dou seis poções de aumento pro Azreth e torço pra elas se acumularem?
Beowulf: Nay, podemos falar com um druida e ver se ele tem algo como uma poção de sono para animais. No último caso, eu o prendo e trago de volta para Nordenbeutel
Silua: Só se for pedir isso para um druida, melhor não dizer porque o quer. Druidas não iriam gostar de você usar um urso como espetáculo
Irthos (anuindo): Acho que muito menos de matar um.
Beowulf: Como se vocês nunca tivessem matado um urso.
Silua: Matar um urso por alimento, abrigo ou auto-defesa é uma coisa, e isso eles concordam, mas vá dizer a um druida, ranger ou clérigo de Ehlonna que você quer matar um urso simplesmente para exibição e verá a reação deles.
Beowulf: O que você acha que eu farei com o corpo do urso depois? Pegarei o pêlo, naturalmente! Não vejo como a maneira como eu o matarei pode tornar isso diferente
Irthos (rindo): Beowulf, você está falando de nossa experiência ou da reação que o druida terá quando pedirmos ´por favor, poderia nos emprestar uma poção capaz de adormecer um urso? É que o Jarl quer mostrar como ele consegue matar um com as mãos.´?
Beowulf (rindo): Falando dessa maneira soa prepotente e até mesmo cômico. Aye, estão certos, como sempre. Alguma sugestão então ou vamos da maneira difícil mesmo?
Irthos (rindo): Será que se Silua prometer rescussitá-lo depois o mesmo druida não abriria uma exceção?
Silua: Se fizesse uma proposta assim a um druida, teria sorte se ele não corresse contigo, achando que você o está ridicularizando.
Irthos: Podiamos tentar ver se não há algum tipo de aparato não-letal que podiamos usar para capturá-lo.
Beowulf: Será que se bater com bastante força na cabeça ele não desmaia?
Irthos: A tarefa se torna um tanto mais facil se Azreth conseguir paralisá-lo também.
Silua (rindo): Se ele conseguiu dserrubá-lo, um urso não deve ser tão mais complicado
Irthos: Ao menos acertar é garantido, um urso não é necessariamente algo pequeno. Bem, nem que tenhamos que nos valer de algum tipo de poção que faça um trabalho temporário, como deixá-lo tonto ou algo assim. O resto a gente resolve.
Silua (pensativa): Talvez não seja necessária uma poção. Existem inúmeras plantas soníferas na natureza, poderíamos rastrear o urso e jogar para ele carne misturada com isso, ele comeria e ficaria fora do ar tempo suficiente para levarmos de volta ou ao menos colocá-lo numa jaula.
Irthos (rindo, para Silua): Não seria a solução mais divertida, mas acho que seria a mais fácil.
Beowulf: Aye, é uma boa solução. Obrigado de novo, Silua. (sério) Mas a outra coisa que quero pedir para vocês é um tanto mais séria
Silua: O que mais precisa?
Beowulf: Que cuidem de Freyja. Eu não vou poder ficar próximo dela o tempo todo durante essa visita e temo por ela mais do que tudo.
Irthos (anuindo): Entendemos. Bem, quanto a isso pode ficar tranquilo que faremos tudo o que nos for possível pra mantê-la segura.
Silua (anuindo): Nem precisava pedir, sabemos que os Gabraj são capzes de tentar qualquer coisa
Beowulf: Obrigado, não confiaria isso a mais ninguém.
Beowulf (rindo): E enquanto cuidam dela, eu prometo cuidar de vocês
Silua ri.
Irthos: Contanto que não resolva matar um deles afogado em um barril de hidromel apodrecido na frente de pessoas comuns, o resto temos fé em você.
Beowulf (bufando): Provavelmente eu me afogarei num quando isso tudo tiver acabado. Jamais vi Hothwar em minha vida, e pensar que agora ele está indo para a minha casa me visitar…
Irthos: Certo, mas a visita do rei não devia ser a parte boa da notícia?
Beowulf: Aye, imagino que conhecer Hothwar será bastante bom. Mas é também algo que me deixa nervoso e temeroso. Mas está certo, eu deveria ver isso como uma oportunidade de mostrar a ele que Nordenbeutel está em boas mãos
Irthos: Eu anuo, sorrindo.
Irthos: Desde que ele não crie ursos como bichos de estimação.
Beowulf: Nay, não deve fazer isso. O problema é que teremos que interromper nossas viagens daqui a um mês
Irthos: Por volta deste tempo, ja não estaremos envolvidos com a sua missão mesmo? E afinal de contas, não é que iremos ficar um mês parados.
Beowulf: Aye, mas até lá eu pretendia ter isso resolvido. Mas não sabemos quanto tempo demoraremos em Vidara e o mais importante, quanto tempo demoraremos até que consigamos terminar tudo isso. Afinal, Vidara é apenas a primeira parte, não?
Silua: De qualquer maneira, a visita deles não deverá demorar mais que uns poucos dias
Beowulf (bufando): Assim espero. Se eu tiver mais alguma ideia maluca, eu lhes aviso
Irthos ri.
Irthos: Se preocupe apenas o suficiente que o resto simplesmente não há muito o que fazer. (eu ajusto minhas coisas, guardando tudo nos alforjes) Vamos seguir então, ou mais alguém tem algo a dizer que não possa ser dito sobre o lombo dos cavalos?
Beowulf: Nay, acho que não. (rindo) Aliás, deixe me agradecer por ter identificado aquelas ervas em Azzaraf, silua
Silua: Freyja gostou delas?
Beowulf (rindo): Pode-se dizer que eu mais do que ela
Beowulf (rindo nervoso): Estranho o que algumas ervas fazem com você, nay?
Irthos (rindo): Só não vá se tornar dependente delas pra conseguir seu objetivo.
Beowulf (bufando’): Mais uma dessas e vai agradecer ainda mais por ter asas, baixinho
Irthos: Eu rio, montando em Skyggnir.
Silua: Eu monto em Asad.
Beowulf: Vai fugir é? (eu monto em Gunnfaxi, feliz também em me rever)
Irthos: Não, quero começar a ir pra Vidara ainda hoje, senão daqui a trinta dias terei que aguentar alguém resmungando que tivemos que parar tudo o que estávamos fazendo para lhe ajudar.
Beowulf (bufando alto, rindo): Ah, nada melhor do que seus comentários para deixar o sangue já quente pela manhã, meu amigo!
Irthos: É pra ajudar que os amigos servem, aye? E então, ainda tinhamos algo pra fazer em Laraj ou é direto rumo à floresta?
Beowulf: Direto para nós dois. Silua deve voltar a Krull, aye?
Silua (anuindo): A menos que precisem de mim para mais alguam coisa, pretendo ir, preciso de uns dias para pôr a cabeça no lugar e poder encarar o que nos espera em Vidara e depois.
Beowulf (rindo): Aye, tentendo voltar com um pouco mais de humor. Os dias não precisam ser tão escuros se você não quiser
Silua (séria): Não é você que terá que fazer um embate mental com um rakshsasa
Irthos: Eu olho para Beowulf e então para Silua.
Irthos: Beowulf só disse isso porque está preocupado com você. Aproveite bem os dias pra refletir, confiamos que tudo dará certo quando a hora chegar.
Beowulf: Pronto para responder algo, já um tanto furioso e me sentindo perseguido, eu ouço a voz de Irthos e me calo. Avanço alguns passos para a frente e ficando de costas para ambos, eu murmuro antes de seguir em frente, num passo lento
Beowulf: Até mais, nos vemos daqui a alguns dias
Irthos: Essa é a parte que não entendi. (rindo um pouco) Silua, se você ia pra Krull assim que Beowulf retornasse, porque montou em Asad? Ou ainda pretende nos fazer companhia até o almoço?
Silua: Achei que ainda iriam precisar de mim, mas senão, então vou ir
Irthos: Eu bufo exasperado, olhando pra Beowulf.
Irthos (sorrindo): Não é exatamente isso que eu quis dizer, a sua companhia é sempre bem-vinda como você já deveria saber. Só pressupus, o que aliás sei fazer muito mal.
Silua (suspirando): Melhor eu ir (eu desmonto de Asad, aviso meu pai que estou indo e dou uns tapas amistosos em Asad dizendo que voltarei em uns dias, antes de partir para Krull)
Irthos: Eu me aproximo de Beowulf e o encaro.
Irthos: Ela realmente está precisando de uns dias pra descansar, aye? Espero que tudo corra bem nestes cinco que ela ficará por Krull, senão começarei a ficar realmente preocupado.
Beowulf (bufando): Aye, achei que a temporada de caça a Beowulf tinha aberto
Irthos: Nem que tenhamos que encontrar uma caravana pelo caminho pra transformar os cinco em oito, se isto ajudá-la. Bem, agora só nos resta seguir em frente. (eu instigo Skyggnir a recomeçar a cavalgar, guiando juntamente Asad e Oathorn, ambos com ajuda também de Beowulf e Gunnfaxi)
Beowulf: Eu sigo cavalgando atrás de Irthos
Beowulf: As coisas por Rondall, calmas?
Irthos: Aye, acho que eu já havia contado da ultima vez. As maiores preocupações dos ultimos vinte e cinco anos por lá, afora claro os invernos rigorosos e os animais selvagens, foram todas causadas de maneira direta ou indireta por mim (eu bufo)
Beowulf (rindo): Mesmo tentando ajudar, parece que sempre acabamos piorando as coisas.
Irthos (rindo): Parece?
Irthos: Quanto a Rondall, acho que só esqueci de mencionar que o aniversário de Arianna foi exatamente no dia em que encontramos Ulrik (eu bufo novamente) Maldita coincidência, aliás, ouvir falar de Lothos num dia como aquele. Vinte anos e carregando a primeira semente, ironia, eh?
Beowulf (confuso): Ironia? (rindo) Acho que estou mais lento do que o normal esta manhã
Irthos: O mês. Primeira Semente. Primeiro filho. (eu bufo exasperado)
Beowulf (rindo): Por algum momento chegou a passar pela sua cabeça que eu notaria algo tão sutil assim?
Irthos (rindo): Você quer a resposta sincera?
Beowulf (rindo): Aye, pode mandar. Eu sou bem durão.
Irthos (rindo): Eu tinha absoluta certeza que talvez apenas a Silua seria capaz de associar isto, mas não hoje. Mas o que importa é que ela está bem e animada. Meu pai está quase mais animado em ser avô do que eu em ser pai, eu diria. Até entendo, afinal é dificil se tornar velho o suficiente pra isso em uma terra fria, você sabe bem disso.
Beowulf: Aye, seu pai já viu muitos invernos, não é mesmo?
Irthos: Aye, quarenta e quatro pra ser mais exato. Eu acho. (eu rio e começo a refazer minhas contas)
Beowulf: De fato, muitos invernos. Em isa são raros aqueles que chegam aos cinquenta sem que uma doença ou uma lâmmina não os levem para os saldões dourados antes.
Irthos: Aye, concordo com você. Espero é que ele arrume mesmo uma esposa pra ele como diz pretender, embora eu tenho certeza que é o fato de estar sozinho a tantos anos que o endureceu assim. Creio que com o fim do inverno e o dinheiro que dei pra ele, se os mascates vierem bem acompanhados, isto não será bem um problema (eu rio)
Beowulf (rindo): Ah sim. Eu apenas posso imaginar o que o velho Bjorn poderia dizer. Provavelmente que eu já deveria ter quatro filhos com a minha idade. Sem contar os bastardos
Irthos: Ele não estaria tão errado assim pelo que sei dos padrões de Isa.
Beowulf: Aye, por lá nos casamos cedo, mas não imagino que seja muito diferente do resto. Acho que nós como aventureiros que somos a excessão.
Irthos: Pelo menos nós dois temos a certeza que nossos bastardos serão apenas nossos, aye?
Cleber (Irthos): some people are nonsense. Irthos is doublesense.
Beowulf: Eu coço a barba confuso, encarando Irthos
Irthos (rindo): Quis dizer que se aparecerem bastardos, será poque fomos nós que os fizemos com outra mulher, e não nossas mulheres com outros
Beowulf (rindo): Ah sim. Se Silua estivesse aqui, ela iria lhe reeprender pro esse comentário
Irthos: Aye, me lembre de averiguar se a mãe de Razgorith não era de Cobre. (eu continuo cavalgando, animado)
Beowulf (rindo): Claro. Ansioso em encontrar seu avô de certa maneira?
Irthos (animado): E não deveria? Ele deve ter mais que o dobro do tamanho de Razgorith, só que quatro vezes mais experiente e imponente. Isto não é maravilhoso?
Beowulf: Aye. E acho que agora eu conseguirei escalar a montanha sem muitos problemas, sem precisar daquela maldita poção. Depois de olhar o mundo de cima, o olhar de baixo não tem a mesma graça
Irthos (rindo): Em ultimo caso, graças a melhoria que fiz no cinto devo ser capaz de lhe carregar até lá, desde que Silua leve seu equipamento e eu carregue o bau separadamente, se encolhido, numa terceira viagem.
Beowulf: Eu espero que você saiba para onde estamos indo. E espero mesmo que esses dias façam bem para Silua. A Silua séria é ao menos mais divertida do que a Silua ranzinza. Embora eu imagine como ela deva estar se sentindo
Irthos (anuindo): Não deve ser nada fácil. Primeiro, porque a sorte de todos os discípulos pode depender dela. Segundo, porque ela pode ser possuida pelo rakshasa se falhar. Terceiro, imagino que ela não se sinta muito a vontade em crivar flechas em elfos que poderiam muito bem ser nossos amigos em outra hora e lugar.
Beowulf (rindo): Aye, mas ela poderia culpar os deuses ao invés do Jarl ao menos.
Irthos (Ah,): nós somos apenas um bastão de ferro em meio à tempestade de raios.
Irthos (rindo): Ah, nós somos apenas um bastão de ferro em meio à tempestade de raios, não se preocupe.
Beowulf (rindo): Entendi a ideia, mas não a comparação. Você está difícil esta manhã
Irthos (animado): Obrigado! Sabe como é, Silua não reage da mesma maneira, então não tive ninguem com quem praticar por cinco dias inteiro. Então, sabe como é, acumulou.
Beowulf: Eu coço a barba
Beowulf: E continua aéreo também ao visto. QUal foi a ideia por detras do bastão de ferro numa tempestade de raios? E antes que me chame de bárbaro ignorante, eu sei o que um bastão de ferro faz numa tempestade
Irthos (rindo): Silua é o ser lá em cima jogando os raios, nós fomos os alvos mais proximos.
Beowulf: Ah, agora sim. Tirando a completa diferença física entre Thor e Silua, até que faz algum sentindo. (eu bufo exasperado) Aliás, faz muito sentido! Malditos deuses!
Irthos (rindo): Aye, se conforme. Bem, quanto à direção até Vidara, eu não sou tão perdido assim. Ainda. Pelo mapa, é só seguirmos o rio rumo ao leste. (eu continuo cavalgando, sem muitas preocupações)
Beowulf: Eu bufo e pego meu chifre do cinturão, bebendo um longo gole de hidromel. Limpo a barba com as costas da mão, como de costume, antes de seguir cavalgando num ritmo acelerado, buscando um pouco de brisa na manhã abafada
A viagem até Vidara é segura – e molhada. As chuvas de primavera vem com força logo no primeiro dia, acompanhadas de ventos e trovoadas. Aproveitam de poucos momentos de folga entre a chuva que cai intensamente, impedindo-os de avançar mais rapidamente. Quando a alvorada do quinto dia vem, úmida, molhada e cinzenta, o humor de vocês não está dos melhores. As formas das árvores mias à frente, ocultas pela chuva não parecem também muito convidativas
Irthos (bufando): Eu já disse que odeio chuva quando estou abaixo das nuvens, aye?
Beowulf (rindo): Nos últimos vinte minutos, não
Irthos: Que pena. Bem, aqui estamos. Eu não estou muito animado com a hipotese de entrar naquela floresta, e não é apenas por causa das patrulhas.
Beowulf: A chuva deve nos dar uma espécie de cobertura visual ao menos, porque auditiva eu duvido muito
Irthos ri.
Irthos: O pior é que se você acha que está fazendo barulho ao cavalgar na chuva, imagine o que eu estou ouvindo, e provavelmente os elfos lá dentro estão ouvindo quase tudo o que eu ouço.
Beowulf: Isso que tentei ainda colocar a capa e a roupa por cima do metal, mas acho que não adiantou muito
Irthos: Mas adiantou.
Beowulf: Aye?
Irthos: Aye.
Beowulf: Eu encaro Irthos com atenção, tentando ver se ele está mentindo ou se é apenas mais uma piada
Irthos: Eu fico confuso ao ver Beowulf me encarando.
Irthos (preocupado e confuso): Não ficou com nenhuma dor de barriga depois daquela ultima corça que cacei, ficou? Ou tem algum motivo especial pra estar me encarando assim?
Beowulf (rindo): Nay, estou tentando apenas descobrir se isso é apenas mais uma de suas brincadeiras ou fala sério
Irthos: Eu falo sério. Já teria três patrulhas de elfos atirando em nós agora se você estivesse sem a capa e o resto por cima de todo o metal, pois o barulho que fez até ontem podia ser ouvido a meio quilometro mesmo sob chuva, para ouvidos treinados. Felizmente eu não sou um desses casos, só estava muito perto mesmo.
Beowulf: Talvez eu devesse tirar a cota e ficar só com o peitoral, assim o barulho deve diminuir ao menos
Irthos: Com certeza ajuda. Aproveite que ainda estamos fora da floresta e não há Silua pra ver a indecência.
Beowulf: Eu anuo e começo a tirar a roupa, deixando a cota de malha separada, para então colocar de novo o peitoral e cobrir com uma outra camisa guardada de um tempo atrás. Ao ver ela completamente esticada sobre o metal, eu sorrio um pouco. Visto a capa por último
Beowulf: Às vezes desviar dos golpes é bem mais prático do que se defender deles, aye?
Irthos (Anuindo): Eu tive que aprender isto na pratica ou não estaria conversando com você agora.
Beowulf (rindo): Mas infelizmente isso não é algo tão simples de se aprender, já imaginou eu tentando fazer algo parecido?
Irthos: Você ao menos tem musculos o suficiente pra aguentar a grande maioria dos que nao consegue desviar, eu não tenho a mesma sorte. Bem, vamos chamar Silua então (eu toco o anel, chamando por Silua)
Silua: Ao chegar em Krull, abraço meus pais, feliz em revê-los, e ao mesmo tempo começo a pôr temporariamente de lado minhas preocupações com a missão em Vidara, esperando que esses dias entre minha família ajude a me preparar para aquilo. Eu entro em casa e conto as últimas novidades para meus pais, omitindo as passagens mais perturbadoras como de hábito. Após um bom almoço, eu dou uma volta pela vila e cumprimento todos e observo a floresta já livre da neve e os animais de volta às suas atividades normais, após terem saído de seus esconderijos de inverno.
Silua: No dia seguinte, após conversar com meus pais sobre o assunto, eu passo o dia com Connor e abro o jogo com ele, falando sobre a reação dele naquele dia e o fato de que não poderei ser uma companheira normal para ele. Ele sorri e diz que não se importa, que ainda sou a mesma pessoa que ele conhece desde criança, pelos a mais ou não. Eu olho surpresa, sem saber direito como responder, no fim, abraço-o e passamos o final da tarde juntos.
Silua: Os dias seguintes se intercalam entre ajudar meus pais com as lidas de início de primavera, inclusive ajudando com alguns consertos no telhado, ajudando Conner, quando precisou fazer tarefas na floresta, ou simplesmente passando algum tempo juntos.
Silua: Chega o dia previsto para voltar para junto de meus amigos. Assim que recebo o aviso de Irthos, me despeço de meus pais e vizinhos e digo a Conner em particular que terei uma missão extremamente importante nos próximos dias e assim que voltar para a próxima visita, resolveremos como ficará nosso futuro juntos. Ele sorri e diz que entende e esperará por mim. Sorrindo, me despeço uma última vez de todos reunidos, e me teleporto, pronta para enfrentar o que nos espera.
Irthos: Assim que Silua aparece logo à minha frente, eu a cumprimento, já mais animado.
Irthos: Seja bem-vinda de volta.
Silua: Obrigada
Beowulf (cauteloso): Aye, bem-vinda
Silua: Pela sua cara você ainda está chateado comigo, Beowulf. Nâo nego que tenho sido uma péssima comapnhia para vocês nos últimos tempos
Irthos: Beowulf ainda se sente um pouco como um bastão de ferro.
Silua (intrigada): Bastão de ferro?
Irthos (rindo): Andei confundindo muito ele desde que você voltou. Até pretendo ver com o avô de Azreth se porventura ele não tem um irmão de Cobre.
Beowulf: Não se preocupe. (rindo) É que as vezes cansa ser o bastão de ferro na tempestade, como o Irthos bem disse.
Irthos: Beowulf até removeu a cota de malha e colocou uma camisa sobre o peitoral, pra ajudar a reduzir o barulho que ele faz na chuva, e devo dizer que já fez um bom efeito! Lomadil disse algo sobre o melhor periodo pra adentrarmos a floresta, ou não?
Silua (anuindo): Ele falou que o melhor seria usarmos os períodos logo antes do amanhecer e anoitecer, quando a grande maioria dos elfos estão rezando para seus deuses e portanto devemos encontrar menos patrulhas
Irthos (pensativo): Então agora não seria exatamente um destes momentos. Achei que poderiamos sair um pouco deste clima. Talvez esse lugar todo seja mágico e nem esteja caindo água entre as árvores.
Beowulf: Aye, são cinco dias de chuva já. Acho que não tem um lugar do meu corpo que não esteve molhado nesses dias
Silua (pensativa): Apesar que certamente passaremos vários dias aí dentro e não nos deslocaremos apenas nesses horários, nem temos como nos ocultar fora disso, mas podemos usar essa dica quando tivermos que passar por lugares onde a chance de acharmos patrulhas é maior, ou seja, quanto mais perto chegarmos da capital e isso vai ser só depois de conseguirmos a corrente
Irthos: Não tinha parado pra pensar por este ponto de vista. De todo modo, se uma unica patrulha nos encontrar sem que os vejamos, não demorará muito para que voltem com reforços do mesmo.
Beowulf: Mas acho que as bordas também devem ser protegidas, nay? Embora pelo que me lembre do mapa, a extensão delas é gigantesca!
Silua (anuindo): Não há como protegerem tudo, eles devem se concentrar mais próximo à capital, que é justamente onde menos querem forasteiros. Teremos que confiar em nossos sentidos para percebê-los antes de nós. E nem é preciso dizer, mas lembrem-se que devemos evitar quaisquer sons mais altos, inclusive gargalhadas, urros e coisas assim
Irthos: Eu anuo, sério.
Irthos: Mesmo em batalha é bom não fazer muito mais barulho do que o da batalha em si.
Beowulf (rindo): Não precisam esconder que esses comentários foram para o Isän barulhento aqui
Irthos: Eu também me incluo nesta, especialmente quanto às risadas. Bem, querem que eu sobrevoe a borda por onde entraremos pra ver se há elfos por perto ou acham que isso chamaria muita atenção?
Cleber (Irthos): ainda ta chovendo né
Matheus E (Beowulf): aye
Silua: Algo grande como você chamaria a atenção sem dúvida. Se quer fazer um reconhecimento aéreo mais discreto, peça para Azreth dar uma olhada, mas peça para ele tomar muito cuidado
Beowulf: Será que o seu anel não funciona nele?
Irthos: Pelo laço praticamente de sangue que temos, creio que sim. Até porque, eu consigo levá-lo junto com o anel, ao contrário do que acontece com Skyggnir.
Silua (rindo): Bem, se você coseguisse carregar Skyggnir, provavelmente ele poderia ir junto
Irthos (rindo): Beowulf ouviu isso.
Beowulf (rindo): Eu?
Irthos: Não é você que sempre falou em levar Gunnfaxi junto pra Isa?
Beowulf: Aye, mas infelizmente o anel de teleporte não funciona dessa maneira.
Irthos (rindo): Ja tentou colocar Gunnfaxi nos ombros?
Beowulf (bufando): Não seria uma visão muito honrosa, aye?
Irthos: E será que o anel funcionará somente com Azreth?
Silua: Não custa tentar (eu tiro o anel do dedo e vejo se posso colocar numa das garras dianteiras dele)
GM: O anel se adapta ao formato de uma das garras do dragão. Provavelmente a natureza mágica desse tipo de criatura permite que itens mágicos os afetem
Cleber (Irthos): se nao permitisse itens magicos acho que ele nem estaria usando o colar, hehe
Irthos: Achei que fosse estritamente necessário que fosse o meu anel, mas é interessante ver que Azzet parece ter pensado nele também.
Silua: Vamos testar então. Azreth, concentre-se no anel e mentalize a palavra de ativação. (eu digo-lhe a palavra).
Cristiane (Silua): Teria que catar no log a palavra, se é que chegamos a fazer uma, hehe
Irthos (baixo, para Beowulf): Dizem em Rondall, dê tempo a uma mulher e ela ensina um cachorro a miar. Melhor tomar melhor conta de Azreth.
Cleber (Irthos): tinhamos sim, e ninguem a usa desde que ela foi inventada pelo mestre, jhejhe. Era umas frases em alemao, que o mestre criou quando começacva a ter aulas do idioma
Cristiane (Silua): alemão que eu lembre era só os de teleporte mesmo
Cleber (Irthos): porque por algum motivo era este que eu estava pensando que estavamos dando pra ele?
Cleber (Irthos): auehaehauhe
Cristiane (Silua): lol, é o de invisibilidade, para ele espiar lá de cima sem ser visto, hehe
Matheus: Azreth é o teu familiar Irthos, go interpretar o pequeno!
Irthos: Azreth não entende o que Irthos quis dizer com o seu comentário, mas se esforça e mentaliza a palavra dita por Silua.
Matheus: E pode fazer os acts em 1a pessoa hahaha
Cleber (Irthos): assim que eu parar de rir aqui xD
O pequeno dragão desparece, ficando apenas o peso dele sobre os ombros de Irthos
Irthos (admirado): Funciona mesmo! Voe, Azreth, pra ver se conseguimos lhe ver ou ouvir com essa chuva.
Irthos: O dragão anui e sai de meus ombros, ganhando altitude.
Irthos: Como comigo não tem muita graça porque eu consigo de certa forma senti-lo (rindo, para Silua) por favor veja se consegue vê-lo ou ouvi-lo nesta chuva, Silua.
Silua: Eu rio e tento ver se consigo perceber onde Azreth está, usando os meus sentidos aguçados.
GM: Observar
GM: [BOX] Silua -> Skill [Spot] [25] [1d20+22 = 25]
A chuva nubla bastante a visão de Silua, mas nos primeiros metros, até o dragão se afastar um tanto, é fácil até mesmo para Beowulf ver a água da chuva escorrendo no formato dele
Silua (pensativa): Essa chuva é o problema, ele terá que voar mais alto para que um elfo mais atento não perceba que tem alguma coisa no meio da chuva
Irthos: A que altura que você começou a perdê-lo de vista?
Silua: Eu procuro fazer uma estimativa da altura.
GM: Algo em torno de trinta metros
Silua: Uns 30 metros.
Irthos: Bem, espero que a essa altura seja o suficiente pra poder perceber se há alguma patrulha perto das bordas por onde entraremos. Certo Azreth, pode descer agora.
Irthos: Eu espero por quase um minuto até sentir um vento e um baque em meu ombro.
Irthos: E pra desativar, remover ou havia alguma palavra também?
Silua: Basta usar a mesma palavra, remover o anel ou fazer algo que desfaça o efeito, como atacar.
Irthos: Azreth mentaliza a palavra novamente e volta a aparecer em meus ombros, um tanto orgulhoso.
Cleber (Irthos): a que distancia estavamos da floresta?
GM: Cerca de uns quatro quilometros
Irthos: Agora é só nos decidirmos então quando iremos nos mobilizar. Querem esperar aqui fora até o entardecer ou começamos desde ja se Azreth não perceber nenhum movimento conforme chegarmos perto?
Silua: Vamos avançando, se não percebermos nada entraremos ainda hoje, afinal ainda estamos de manhã
Irthos (anuindo): Vamos até proximo de um quilometro dela, o que é uma distancia relativamente segura, então Azreth tomará a dianteira para checar o perímetro pra nós.
Silua anui, séria.
Beowulf: Eu guardo a armadura no baú, quase me esquecendo dela
Beowulf: Agora que me acostumei com ela, me sinto quase nu indo para um lugar perigoso sem ela… (eu avanço mais atrás, tentando cobrir o metal do peitoral com a capa)
Irthos: Eu rio, montando em Skyggnir e avançando no meio da formação, atento a qualquer barulho além da chuva que possa vir da direção da floresta.
Silua: Eu dou umas palmadinhas amistosas em Asad, ele relinchando feliz em me vez, e monto, seguindo com meus amigos, atenta a tudo em volta.
Vocês chegam rapidamente até lá, com um tec-tec de água batendo em metal bastante presente vindo de Beowulf. Ele parece um tanto preocupado e começa a tentar proteger ainda mais o peitoral da chuva. Mas só quando por fim a forma das árvores começa a ficar ainda maior na frente de vocês é queí percebem o real motivo disso: a armadura de Gunnfax.
Irthos (preocupado): Agora começo a perceber, não era Beowulf o real problema.
Cristiane (Silua): a do Asad não faz tec-tec tb? Ela tb é de mithril, hehe
Matheus: Eu fiquei na dúvida se tinham tirado ou não junto das roupas na verdade
Cristiane (Silua): tu só tinha falado em tirado os panos deles na FF
Matheus: Cavalo maior, armadura mais pesada, abafa o som das outras? ^^
Beowulf: Não sou?
Cristiane (Silua): hehe
Irthos: Não, a armadura de Gunnfaxi faz ainda mais barulho do que você quando estava com a cota de malha.
Silua (anuindo): Verdade, pensamos nas pessoas e esquecemos das armaduras dos cavalos.
Irthos (preocupado): E eles serão grandes alvos sem as armaduras, ou seja, temos um belo problema.
Beowulf: Aye, acho que nenhum de nós gostaria de perder um de seus amigos
Irthos: E então? Sugestões? Deixar os cavalos aqui do lado de fora não me agrada, mas o barulho das armaduras deles será como sinos dentro da floresta.
Silua (pensativa): E perderemos dias se formos levá-los de volta a Laraj.
Beowulf: Gunnfaxi é bastante resistente, mesmo sem a armadura, ele poderia ir junto, mas é também o único que pode nos avisar se algo deu errado. Ele conseguirá tomar conta dos cavalos enquanto estivermos na floresta
Silua (anuindo): E nossos cavalos são bastante espertos também. Basta que evitem contato com quaisquer viajantes e deverão fcar bem, aqui tem água e pasto para eles.
Irthos: E não é que atacarão cavalos sem os cavaleiros mal-intencionados montados neles também.
Beowulf: Ladrões de cavalos são comuns, Irthos.
Silua: Embora qualquer ladrão comum que tentar pegar um dos nossos vai ter sorte se sair daqui com apenas marcas de ferraduras no traseiro.
Irthos (bufando): Eu sei. Eu disse atacar no sentido de querer crivá-los de flechas, como provavelmente fariam se estivessemos os montando.
Beowulf (suspirando): E então, deixaremos os cavalos para trás mesmo? Odeio me afastar de Gunnfaxi, parece que nunca consigo ficar junto dele por muito tempo
Irthos: Todos nós Beowulf, todos nós. Mas certamente não conseguiremos chegar despercebidos perto de Vidara devido as armaduras dos três.
Beowulf: Aye, e a prioridade aqui é chutarmos aqueles rakshasas de volta para algum dos nove infernos, aye?
Silua anui, séria.
Irthos (anuindo): Exatamente. E sem dez patrulhas de elfos atirando flechas em nós antes disso.
Beowulf: Certo, (eu desmonto de Gunnfaxi, que também parece ter se entrestecido) Aye, eu sei meu amigo. Mas anime-se! Daqui há um mês darei um jeito de levar você para Isa conosco
Irthos: Eu desmonto de Skyggnir, igualmente triste.
Silua: Eu desmonto de Asad e dou umas palmadinhas amistosas nele.
Irthos: Huh, essa era a hora que Azreth iria investigar para nós, voando adiante, aye?
Silua (anuindo): Mande-o ver se nota patrulhas por aqui.
Irthos: Eu anuo, e peço a Azreth para que fique invisível e voe alto por sobre a borda da floresta, buscando identificar se não há patrulhas na região. Ele anu animado, e até eu consigo ouvir em minha mente a palavra de ativação conforme ele some em meus ombros. Após um pequeno impulso, ele começa a ganhar altitude, indo até a borda da floresta e mantendo os olhos atentos a qualquer movimentação.
GM: Observar e ouvir
Irthos: Azreth – Observar (+19) [38] [1d20+19 = 38]
Cleber (Irthos): agora eu tava pensando
Cleber (Irthos): pera
Cleber (Irthos): eu nao consigo arrastar texto pro hidden thinng ne
GM: [BOX] Irthos -> (Azreth) Ouvir +19 (+19) [36] [1d20+19 = 36]
Ouvindo e observando através do pequeno dragão, Irthos sente como a ligação entre eles é forte. Ele quase sente que é ele ali, voando e sentindo as gotas batendo pesadas nas asas. Observando a floresta mais abaixo, a região diretamente às suas frentes parece estar silenciosa, embora na circunferencia consiga ver os galhos balançando. Os elfos parecem partulhar a orla da floresta em rotinas circulares. Estima que existam intervalos de uma hora entre cada passagem da patrulha e que o melhor momento para ir é agora
Irthos (bufando): Melhor começarem a correr, os elfos vasculham essa borda de hora em hora, e agora eles acabaram de passar. Temos menos de uma hora pra estar lá dentro. (eu peço para Azreth se manter nos céus até o momento de entrarmos, para nos avisar de quaisquer contratempos)
Beowulf: Eu suspiro e me despeço de Gunnfaxi
Beowulf: Até mais, meu amigo. Lhe verei em breve e se alguém lhe perturbar, descubra quem é que mais tarde eu vou acertar as contas com ele, aye? (eu ajusto melhor o equipamento) Corremos literalmente?
Silua: Cuidem-se (eu dou palmadas amistosas nos lombos de Asad e Oathorn e me junto aos meus amigos)
Irthos: Não literalmente, eu acho, deixe-me ver (conforme começo a caminhar eu verifico com Azreth a quanto tempo ele acha que os elfos vao estar na borda por onde entraremos novamente)
GM: Em pouco mais de meia hora
Cleber (Irthos): e estamos a cerca de 1km da borda ou menos?
GM: Isso
Irthos (voltando um pouco à realidade): Bem, temos cerca de meia hora pra cobrir o quilometro que nos separa da floresta, e entrar um tanto para dentro dela antes que a patrulha volte. Com essa chuva, se não apressarmos um pouco o ritmo…
Beowulf (rindo): Decida-se, se eu correr é impossível não fazer barulho
Silua: Ou seja: corram, mas não exagerem no barulho (eu acelero o passo)
Irthos: Exatamente (eu aumento o ritmo até se tornar uma leve corrida, agradecendo o fato de não usar armadura)
Beowulf: Eu xingo o fato dos dois correrem sem fazer barulho e tento fazer o mesmo, sem mexer muito a parte de cima do corpo. O que torna a corrida bastante engraçada. Olho para tras e me despeço de Gunnfaxi uma última vez enquanto continuo a correr, segurando o peitoral para que faça menos barulho
Vocês correm num bom ritmo até a entrada da floresta, esperando que o barulho da armadura de Beowulf não chame a atenção dos elfos. Em pouco mais de cinco minutos chegam até a floresta, arfando levemente
Irthos: Eu peço a Azreth para que confirme uma ultima vez a movimentação da floresta antes de descer ate onde estamos.
GM: Os elfos se aproximam rapidamente, em muito breve e com uma certa sorte, eles poderão lhes ver
Irthos: Azreth me informa da aproximação dos elfos conforme retorna em minha direção.
Irthos (bufando): Acho que em parte eles ouviram algo, estarão vindo em instantes.
Beowulf: Nada de por a culpa no grandão, aye? Eu avisei
Irthos (rindo): Não haveria outra coisa a fazer com patrulhas constantes. (eu concluo ao sentir um forte baque nos ombros, quase indo ao chão) Vamos, Azreth não vira movimento nenhum mais para dentro da floresta! (eu começo a correr rumo ao interior da floresta)
Silua: Eu anuo e sigo para dentro da floresta.
Beowulf (bufando): Aposto que a floresta será apertada, e com galhos com espinhos, tudo o que eu precisava! (eu sigo os dois, costeando o rio)
As previsões de Beowulf não estavam muito erradas, a floresta é mesmo bastante traiçoera nos primeiros metros e se não fosse pelo conhecimento de Silua, provavelmente um pouco de Irthos e Beowulf teria ficado para trás. Ela também encontra uma depressão onde podem parar um pouco, algumas centenas de metros além da orla.
Agora que a adrenalina da entrada na floresta passou, notas duas grandes coisas de muito estranho: a primeira, e que Irthos já havia brincado, é que não chove na floresta. E a segunda e talvez mais assustadora, nem Irthos e nem Beowulf conseguem sentir Azreth e Gunnfaxi, respectivamente
Irthos: Eu encaro Beowulf, preocupado.
Irthos: Você também notou, aye?
Beowulf (preocupado): Aye, notei. E não gosto nenhum pouco disso, nenhum pouco mesmo
Silua: O que houve?
Irthos: Não consigo sentir a presença de Azreth aqui dentro. Quer dizer, eu sei que ele está em meus ombros, mas isso devido ao peso, pois é como se a ligação estivesse bloqueada. Falando nisso Azreth, por favor desative sua invisibilidade ou teremos problemas quanto a isso (o pequeno dragão anui, parecendo estar igualmente preocupado, embora eu não consiga saber o que se passa na mente dele)
Matheus: Peraí, eu entendi errado então. Achei que o Azreth ainda estava sobrevoando haha
Cleber (Irthos): mas isso igualmente nao cortou a ligacao mental?
Matheus: Não
Matheus: Delete desde o último story? =x
Cleber (Irthos): tudo bem, hehe
Cristiane (Silua): ou o Razi edita a última mensagem para omitir o Azreth sobre os ombros, hehe
Beowulf: Assim que paramos no lugar, eu pareço chocado e me levanto, pronto para correr de volta
Cleber (Irthos): mas eu falei que senti o baque pesado de Azreth nos ombros pouco antes de adentrarmos de vez, o story veio depois, hehe
Cristiane (Silua): mas vc pediu para ele confirmar os elfos uma ultima vez depois disso e so disse dai que ele cvoltou na sua direção
Cleber (Irthos): whatever then
Cristiane (Silua): Mestre corta o texto cdepois then, hehe
Irthos (baixo): Calma Beowulf, não coloque tudo a perder agora, se você voltar agora vai ter uma patrulha inteira pronta pra transformar você em uma almofada de alfinetes!
Beowulf (exasperado): Mas… eu não consigo sentir a presença de Gunnfaxi! E se algo aconteceu com os cavalos?
Irthos (anuindo, compreensivo): Aye, mas infelizmente teremos que confiar em Gunnfaxi agora.
Silua (anuindo): Gunnfaxi e os demais são bastante espertos. E se tentarmos voltar agora, a patrulhas nos achará
Beowulf (bufando): Mato até o último desses abraçadores de árvores se eu precisar para garantir que Gunnfaxi está bem
Silua (séria): Eu sei que você está preocupado com ele, mas é justamente matar elfos que estamos tentando evitar fazer aqui, senão não iríamos ficar evitando patrulhas. E por favor, cuidado para não levantar o tom de voz, eles não podem nos ver aqui, mas ainda podem ouvir se falarmos mais alto.
Beowulf: Eu pareço segurar um rugido e sinto uma vontade tremenda de socar uma árvore, mas me controlo no final
Beowulf (mais calmo): Aye, está certa.
Irthos: Bem, agora que estamos dentro, e de uma floresta ainda por cima, confiamos em você Silua.
Silua: Eu anuo e pego o anel de volta com Azreth, o recoloco no dedo e o ativo antes de dar uma espiada cautelosa para ver se a patrulha já foi para que possamos prosseguir.
Irthos: Azreth reluta um pouco a ter o anel removido, mas sabendo que ele pertencia a Silua, a deixa remover. Eu rio enquanto observo Silua desaparecer.
GM: Observar e ouvir
GM: [BOX] Silua -> Skill [Listen] [38] [1d20+22 = 38]
GM: [BOX] Silua -> Skill [Spot] [28] [1d20+22 = 28]
GM: Dependendo mais dos ouvidos do que dos olhos, Silua não consegue notar nenhum movimento próximo. Mas consegue ouvir o som dos passos abafados dos elfos enquanto circundam a floresta com extrema rapidez, andando de galho em galho por cima das árvores
Silua: Eu espero o som deles se afastar o suficiente antes de avisar que podemos prosseguir.
Silua: Eles se afastaram o suficiente, vamos nos afastar daqui antes que voltem (eu desativo o anel e começo a caminhar novamente, sempre atenta a patrulhas e lugares onde possamos nos ocultar, sempre que necessário)
Irthos: Eu anuo, seguindo Silua o melhor que posso, evitando fazer muito barulho em meio à floresta.
Beowulf: Ainda um tanto irritado, mas sabendo da importância da missão, eu sigo a discípula, o mais silencioso que consigo. Mantenho o escudo solto e preso ao braço, só por garantia.
Mias calmos, conseguem agora apreciar a beleza da floresta. As árvores gigantes, o chão coberto de folhas, o som da água, o cantar dos pássaros, a leve brisa que sopra. Tudo parece perfeito na floresta. Quando o meio-dia se aproxima, além da fome, sentem-se um tanto enfeitiçados por essa magia de beleza.
Silua: A hora do almoço se aproxima, precisamos achar um bom lugar para pararmos, onde patrulhas não possam nos ver e muito menos notar nossa fogueira (eu procuro atenta por um lugar seguro onde possamos nos esconder e se possível acender fogo sem sermos notados)
GM: Sobrevivência
GM: [BOX] Silua -> Skill [Survival] (Sinergia +2) [33] [1d20+24 = 33]
Matheus: Sobrevivência não precisa usar o Box :)
Cristiane (Silua): sorry
Silua, como sempre, sem muitas dificulddes, consegue encontrar um bom local para o acampamento, seco e sem muitas folhas. As chamas e a fumaça, infelizmente não terá como ocultar
Silua (pensativa): Podemos parar aqui, mas não teremos como ocultar o fogo e a fumaça de uma fogueira
Irthos: Pelo menos aqui a madeira nao estará umida, e Beowulf controlando a intensidade do fogo ajuda.
Silua: Você consegue fazer isso, Beowulf? Chamas apenas intensas o suficiente para preparar nossa refeição?
Beowulf: Aye, acho que sim. Mas já diriam os velhos: onde há fumaça, há fogo. O contrário tamb
Beowulf: também é válido. Será impossível fazer qualquer fogo sem o m
Beowulf: mínimo de fumaça
Matheus E (Beowulf): lmao, to malz
Irthos: Sim, sabemos que sem fumaça alguma seria impossivel mesmo.
Silua: E a única maneira de reduzir ao máximo a fumaça seria você esquentar nossa carne direto em suas mãos, como você já fez outra vez.
Beowulf: Aye, também é possível, embora mais entediante e a carne não fica tão boa (eu concluo, rindo)
Silua: Mesmo o seu não tão bom é melhor que o bom de muitos (eu rio um pouco). Irthos, sua audição e visão é tão boa ou até melhor que a minha, fique alerta enquanto eu saio um pouco, vou aproveitar enquanto Berowulf prepara a carne e trazer vegetais comestíveis para complementar nossas refeições nos proximos dias e diminuir o uso do fogo. Numa floresta assim, será bastante fácil achar algo (eu aciono o anel e saio do local do acampamento, em busca de plantas comestíveis, mas sempre atenta a sinais da presença de elfos)
Beowulf (suspirando): Era tudo o que eu queria, mais vegetais e menos carne
Irthos (rindo um pouco): Por vegetais comestíveis, por favor que ela inclua tempero pra carne também, se conseguir, ou morrerremos é de fome. (eu me mantenho com olhos e ouvidos atentos ao meu redor)
Beowulf: Enquanto Silua sai para pegar comida, eu começo a assar a carne nas mãos, sentindo-a escorrer o sangue e assoviar fraquinho ao entrar em contato com as chamas
GM: Sobrevivência, Silua
Silua: Skill [Survival] (Sinergia +2) [44] [1d20+24 = 44]
Cristiane (Silua): lol
Beowulf: Você encontra algumas plantas bastante raras, cujas raízes além de saborosas, duram por muito tempo. Embora nunca tenha provado delas, já havia ouvido falar sobre elas e sobre a capacidade destas de manter um homem sem dormir
Você encontra algumas plantas bastante raras, cujas raízes além de saborosas, duram por muito tempo. Embora nunca tenha provado delas, já havia ouvido falar sobre elas e sobre a capacidade destas de manter um homem sem dormir
Matheus: odeio quando o windows explorer da pau e inverte a ordem das janelas do fg na barra
Silua: Eu volto satisfeita para junto de meus amigos, desativando o anel e colocando as plantas no chão.
Beowulf: Eu olho com nojo para as raízes
Silua (rindo): Eu sei que a aparência delas não é grande coisa, mas na verdade foi excelente eu as ter achado. Essas raízes, além de durar bastante, são saborosas e dizem que podem manter uma pessoa acordada por um bom tempo.
Irthos: Se não estivessemos numa situação de vigilância, prefereria encher o estômago de carne e então dormir por dez horas sem questionar.
Silua (anuindo): Por isso que serão excelentes, para que possamos nos manter duplamente alertas.
Irthos: E não achou nenhuma erva que não nos faça sentir fome enquanto isso? Porque senão seremos denunciados pelo ronco de nossos estômagos.
Silua (rindo): Essas raízes servem para alimentar também, não só como um sonífero ao contrário.
Irthos (rindo): Disso eu sei, mas se comermos como se fosse carne, eu e Beowulf não dormiríamos por semanas.
Silua (rindo): Ainda teremos a carne, as raízes serão para aqueles momentos em que não poderemos acender um fogo de maneira nenhuma ou precisarmos de energia extra.
Irthos (bufando): Que infelizmente serão situações frequentes eu imagino, com nossa sorte.
Irthos: Eu fico aguardando a carne ficar pronta. Azreth cheira as plantas sem muita animação.
Silua (rindo): Ninguém irá morrer por comer plantas a mais por uns dias (eu pego o baú e guardo as raízes lá dentro)
Beowulf (rindo): Eu iria. Ou ao menos enlouqueceria. (eu me concentro por mais alguns minutos antes de terminar de assar a carne) Trouxeram pratos ou ficaram na carroça?
Silua: Eu tirei algumas coisas da carroça que iriamos precisar antes de sairmos, deixei no baú.
Irthos: O que seríamos sem a Silua. E o baú está com quem, Beowulf ainda?
Silua (rindo): Eu acabei de abrir ele na sua frente para guardar as raízes.
Irthos (rindo): Ah, este.
Silua: Eu rio e tiro os pratos de dentro do baú, passando-os um a um para Beowulf colocar a carne.
Beowulf: Eu coloco a carne dentro dos pratos e os entrego para ambos, rindo
Beowulf (rindo): Carne com sabor do norte
Irthos: Ainda rindo, eu começo a comer.
Silua: Eu rio e começo a comer.
Beowulf: Eu como também, com a esperança de que não precisaremos comer apenas frutas nos dias que se seguem. Mas algo me faz ter menos esperanças ainda
Beowulf: Estive pensando agora. Caçar aqui dentro pode ser um problema, não?
Silua (anuindo): Embora elfos comam carne também, eles nos veriam de maneira ainda mais desfavorável se caçarmos aqui dentro. Teremos que fazer a carne que temos durar o máximo que der.
Irthos: Sem mencionar que teriamos que nos distanciar pra encontrar algo.
Beowulf (bufando): Como se eu me importasse com o que os elfos pensam se eu como carne. Eu me referia a sujeira da caçada mesmo
Silua (anuindo): Uma caçada deixaria sinais muito visiveis da presença de forasteiros em Vidara e eles ficariam ainda mais alertas.
Beowulf: E quanto vocês caçaram? Irthos fez questão de não me deixar caçar nenhum dia. E falando nisso, baixinho, um dia ainda consigo ouvir o que você tanto sussurra
Silua: Tínhamos pegado bastante antes de você voltar, o que caçaram enquanto estava fora eu teria que conferir no baú (eu checo o mesmo para ver as reservas de carne)
Irthos (rindo): Muito eu estou conversando com Azreth, mas as vezes esqueço que estou conversando por pensamento e acabo murmurando as palavras.
GM: Há carne para uma semana, no máximo
Beowulf: Sei, baixinho, sei. Espere até eu juntar um pouco mais de ouro e poder comprar alguma coisa para melhorar minha audição
Silua: Temos carne para uma semana, no máximo.
Irthos: No máximo? Que ótimo.
Beowulf: Quanto tempo espera ficarmos aqui, considerando que tudo corra bem?
Silua (pensativa): Teremos que no mínimo ir até o centro da floresta e voltar (eu faço uma estimativa do tempo baseado no tamanho do mapa da floresta)
Cristiane (Silua): onde estamos e cada quadrado representa quanto tempo? Afinal estamos a pé numa floresta
Cristiane (Silua): são 10 quadrados até o csatelo ali, isso daria quanot tempo?
Matheus: O castelo é figurativo, nao indica a posição real da cidade já que ningué, sabe onde é. Quanto ao tempo, pera aí que vou checar quanto estamos indo a pé
Cristiane (Silua): mas estaria no centro mais ou menos, e o tal lago é para ficar lá, hehe
GM: Seriam cerca de oito dias para chegar até o centro da floresta num ritmo normal
Silua (séria): Num ritmo normal, uns oito dias só para chegar ao centro da floresta
Beowulf: Somando isso com a ida e a volta, além dos cinco dias que já passamos fora, terei que voltar para Isa bem rápido (eu bufo, nervoso)
Irthos: Ao menos temos Silua pra encontrarmos comida de elfo.
Silua: Preferia passar fome?
Irthos (rindo): Sem você, passariamos se decidissemos não caçar.
Irthos: Bem, se vamos levar pelo menos dezesseis dias por aqui, melhor começar a nos mover (eu me levanto, ajustando minhas coisas)
Silua: Eu anuo, ajeito minhas coisas e espero por meus amigos antes de voltarmos a andar, sempre atenta.
Irthos: Nos guie então, estarei logo atrás com olhos e ouvidos igualmente atentos.
Silua: Eu anuo e assim que Beowulf sinaliza estar pronto, eu começo a andar.
Irthos: Eu anuo e sigo Silua, animado e ansioso ao mesmo tempo para que terminemos logo sem encontrar nenhuma patrulha.
Beowulf: Eu continuo a não gostar desse lugar. Por que raios não consigo sentir a presença de Gunnfaxi? (eu resmungo mais para mim mesmo do que em voz alta, enquanto sigo Irthos e Silua, ao menos mais feliz em não precisar ficar protegendo a armadura das gotas de chuva)
Um pouco ansiosos em deixar a orla da floresta, vocês avançam rapidamente em direção ao centro da floresta, seguindo o rio que segundo o que lhes foi dito, os levará até a tumba.
Embora a beleza da floresta parece explodir, a sensação de estarem sendo observados é cada vez maior. Os pássaros parecem observar cada movimento e diversas vezes podiam jurar que algumas árvores mexiam-se para acompanhar o movimento de vocês.
Resolvendo apressar o passo, vocês chegam ao entardecer no que parece ter sido não mais do que alguns minutos. Conforme as horas vão passando, a floresta vai ficando mais quieta e até mesmo o piar de uma coruja parece ameaçador, principalmente quando se está cercado por árvores grandes, com raízes nodosas e troncos surrados por incontáveis anos
Irthos (bufando, baixo): Além do clima, agora eu tenho certeza que o tempo também passa diferente dentro desta floresta. E pior é que nenhum lugar parece realmente seguro pra dormirmos. Quem me dera termos Calatran aqui.
Silua (anuindo): Estou habituada com florestas, mas nunca encontrei uma que fosse tão bonita e gerasse tanta intranquilidade ao mesmo tempo, parece que toda a floresta nos vigia, não só elfos.
Beowulf (bufando): Eu sei porque você gostaria que Calatran estivesse aqui, escamoso
Irthos: Porque ele podia distrair as árvores, ao menos
Beowulf: Aye, enquanto você roubava aquele suco.
Irthos ri, exasperado.
Irthos: Quem me dera lhe dobrar a estatura fosse minha preocupação agora. Do jeito que estas árvores pareciam se mover enquanto caminhávamos, eu não duvidaria que o resto da familia dele estivesse aqui. Espero que estas árvores nao tenham medo de fogo (eu concluo, baixo, rindo)
Beowulf: Eu temo mais por esses pássaros. É possível que eles sejam espiões, não é? Isso daria aos elfos uma visão de toda a floresta constantemente
Silua: Se forem, não há muito que possamos fazer, a não ser nos enfiarmos num oco de árvore ou gruta, mas aí não chegaremos em lugar nenhum. Infelizmente, teremos que arriscar e muito aqui.
Beowulf (burando): Malditos trepadores de árvores. (eu continuo, rindo um pouco) Nos dois sentidos, se as histórias são verdadeiras
Irthos (rindo): Não me force a ter que rir mais alto do que gostaria. (um pouco mais sério) Bem, vamos ficar por aqui então?
Silua: Eu examino o local para ver se teremos alguma proteção contra olhares indesejados.
GM: Embora o local seja uma pequena baixada, não parece ofercer nenhuma grande proteção, bem como todos os lugares por onde havia passado durante todo o dia
Silua (séria): Não teremos menhuma proteção maior por aqui, embora não tenha visto nada melhor até agora
Irthos (conformado): Não que isso seja uma grande novidade. Poderiamos vagar durante a noite inteira sem saber se encotraremos coisa melhor.
Beowulf: Prevejo que não importa onde estivermos não teremos um esconderijo muito bom
Silua (anuindo): E outra coisa para complica. Não poderemos acender fogo nem outra fonte de luz à noite, o que te atrapalharia para vigiar. E por favor, faça o possível para não roncar de noite
Beowulf (rindo): Justo o que poderia nos servir como disfarce?
Irthos (rindo): Pois é, Beowulf consegue imitar perfeitamente um urso hibernando.
Silua (rindo): Só que não estamos mais jno inverno para isso convencer
Irthos: Pelo lado positivo todas criaturas menores que ele certamente manterão distância pelo medo de ser um.
Silua (rindo): Se os elfos não decidirem investigar achando que entrou um Baeras aqui…
Beowulf: Eu pigarreio
Beowulf: Bearas. (eu começo a rir um pouco)
Cristiane (Silua): bearas? que eu lembre era Baeras
Cleber (Irthos): aye
Cleber (Irthos): o log comprova isso, auehuaheuuahue
Matheus E (Beowulf): tentei haha
Cleber (Irthos): Baeras: Ouvir [1d20+11 = 24]
Irthos: Eu rio, balançando a cabeça.
Cristiane (Silua): ele mesmo inventa as palavras e depois esquece, hehe
Irthos: Independente de como aquilo era pronunciado, deixe-os vir então. Vão desejar que fosse mesmo um.
Silua (séria): Eu sei que gosta de batalhas também Irthos, mas se pudermos fazer isso sem envolver nenhuma patrulha ficarei feliz, nãoi me agrada a idéia de enfrentar elfos que só estão cumprindo seu dever, afinal nós somos os invasores aqui.
Irthos: Aye, eu também preferia não encontrar nenhum, mas não temos muito o que fazer, a não ser que queira deixar Beowulf voltar pra junto de Gunnfaxi e por lá ficar, quem sabe atraindo metade dos elfos da floresta pracima dele.
Silua: Infelizmente não sabemos o que nos espera na tumba, então irenmos precisar de todos aqui
Beowulf: Você chegou a considerar me deixar para trás?
Silua: Não, isso foi Irthos quem disse
Irthos: Eu bufo.
Irthos: Você quem estava pedindo que Beowulf não roncasse e que comessemos sem fazer nenhuma fogueira, eu só mencionei o que seria necessario pra que isso não acontecesse.
Beowulf (suspirando): Eu vou fazer o possível para me manter quieto durante a noite, mas não é algo que eu faço porque quero, aye? Mas não gosto da ideia de só os dois fazerem os turnos de guarda
Irthos: A Silua vai beber com a gente quando tudo isso acabar, pra compensar, aye?
Silua: Muito engraçado…
Irthos (exasperado): Eu só estava querendo propor a troca entre duas coisas dificeis de acontecer. Então, vamos comer a carne do jeito que ela está no baú, mais aqueles vegetais pra não dormirmos?
Silua (exasperada): Façam todo o barulho que quiserem então, eu não me importo, mas não me envolverei caso atraiam atenção errada
Irthos: Eu suspiro.
Irthos: Acho que não entenderam minha tentativa de animar um pouco. Bem, ativando o modo silencioso.
Beowulf: Eu pareço um pouco irritado
Beowulf: Basta! Já foi o suficiente, aye? Qualquer discussão que estamos tendo está resultando em alguém saindo irritado dela. Todos nós temos os nosso próprios problemas pessoais e nossas visões de como as coisas podem ser feitas, e ao mesmo tempo todos aqui sabem das visões e comportamentos dos restantes. (eu suspiro, triste) Acho que era isso que a profecia queria dizer afinal. Acabaremos nos destruindo ainda
Silua: Eu decido não dizer mais nada e fico apenas atenta, vigiando o local.
Irthos: Eu anuo em silencio.
Beowulf (exasperado): Não vão dizer nada? (eu me acalmo) Sei que essa floresta aqui está dando nos nervos de todos, especialmente nos seus Silua, mas o que precisamos nos lembrar é que os nossos únicos aliados aqui dentro somos nós mesmos. (eu sorrio) Onde estão aqueles aventureiros inexperientes, porém animados de um ano atrás?
Irthos (murmurando, rindo um pouco): Experientes porém cabeças-duras, um olhando para os outros agora
Silua (séria): Vocês dois adoram batalhas muito mais que eu, eu não gosto nem um pouco da idéia de ter que enfrentar elfos e ver vocês agindo como não se importassem com quem lutam, desde que lutem, não ajuda nem um pouco também (eu respondo sem me virar, mantendo-me atenta à vigília)
Beowulf: A questão aqui não é essa, Silua. Se eu estivesse mesmo querendo lutar com os elfos, acha que já não teríamos mesmo lutado com eles até agora? Acha que eu tirei boa parte da minha armadura, arriscando levar uma flecha num lugar desprotejido exatamente porque eu queria lutar? Acha que deixei Gunnfaxi para trás, sem saber o que será dele por que eu queria mesmo lutar? Nay, Silua, eu quero mesmo é lhe ajudar e estou fazendo o possível para fazer as coisas do seu jeito; mas como você bem sabe, eu não sou nem de perto tão sutil quanto você. Infernos, quando achar que precisamos nos esconder, eu beberei aquela maldita poção e ficarei do tamanho de um halfling de bom grado!
Irthos: Eu anuo mais com um som na garganta do que com a cabeçca, ainda sério.
Silua: Não parece às vezes, reclamando de tudo, até da perspectiva de ter que comer menos carne por uns dias, mas deixa para lá, não vou dizer mais nada e me limitar a fazer meu serviço.
Irthos: Eu quase não reconheço nenhum de nós três aqui hoje. Como se nenhum de nós ja não tivesse tido mais de ano pra descobrir que os outros dois são assim mesmo. Bem, acho que é algo nesta floresta, não apenas o fato de estarmos nela. Deixemos a carne no baú e vamos confiar em Silua para encontrar comida pra nós nestes dias, aye? Desde que estas coisas verdes não tragam flatulência ao Azreth, não teremos problemas.
Beowulf: Eu rio, contra a minha vontade
Beowulf: Aye, faremos isso então. Mas… como comemos isso? Cru?
Cristiane (Silua): boa pergunta, o mestre inventou a raiz, desembucha aí, hehe
Irthos: Boa pergunta. Silua, você que conhece as ervas e vegetais melhor do que eu devo conhecer a minha casa, sabe nos responder?
Matheus: Ela ficar melhor cozinhada e com pão, ou então assada. Mas pode ser comida crua.
Silua: Ela pode ser comida crua, mas fica melhir cozida acompanahda de pão ou simplesmente assada.
Irthos: A primeira opção ja me serve. Está tudo no baú, aye?
Silua anui.
Irthos: Certo (eu peço o baú a Beowulf e então com ele ja no chão e aumentado, retiro os vegetais de dentro, olhando pra eles com um olhar inquisidor que se ruma à Silua, rindo um pouco) E qual a dose que devemos ou podemos comer disto pra manter nossos estômagos quietos sem nenhum efeito colateral?
Cristiane (Silua): são quantas raízes?
Matheus E (Beowulf): Umas vinte, um pouco menor do que mandiocas
Cristiane (Silua): e qual seria a dose? Uma raiz por dia para cada um de nós?
Matheus: Duas raízes por pessoa normal
Cristiane (Silua): pessoa normal? então seria umas 3 para cada um de nós? hehe
Silua: Normalmente, umas duas raízes, considerando-se uma pessoa normal
Matheus E (Beowulf): normal = tamanho normal
Cristiane (Silua): hehe
Irthos (impressionado): Apenas isso? Levando em conta que temos umas vinte dessas aqui, são praticamente três dias garantidos. (eu passo duas pra Silua, e três pra Beowulf, rindo um pouco) Acho que você vai precisar de uma a mais.
Cleber (Irthos): perdao
Cleber (Irthos): *uma pra Silua e duas pra Beowulf
Cleber (Irthos): levei em conta a dose diaria, nao a da refeicao, hehe
Beowulf: Eu olho para as raízes um pouco triste, mas começo a comê-las sem reclamar
Silua: Eu começo a comer a minha porção.
Irthos (esperançoso): Azreth não se importa com a carne crua, se importam de eu corta-lo um pedaço da mesma pra ele? Assim não precisaremos ter que providenciar mais raízes tão cedo.
Cleber (Irthos): se importam de eu corta-lo
Cleber (Irthos): uhauehuahueaehua
Beowulf (rindo): Cortar ele com carne?
Irthos: Eu rio, me controlando para manter o riso baixo.
Irthos: Desculpe, quis dizer se podia cotar um pedaço de carne para ele, e não cortá-lo com ela (eu corrigo sob o olhar levemente asusstado de Azreth)
Silua: Pode cortar sim.
Irthos: Eu corto um pedaço da carne que está no baú e dou assim, crua mesmo, para Azreth comer. Me animo ao vê-lo engolir a carne em grandes mordidas, apesar de um pouco triste de não poder fazer o mesmo – ainda, eu penso com leve pesar.
Beowulf: Você mencionou que essas raízes podem lhe manter acordado, Silua?
Silua (anuindo): Elas são conhecidas por ajudar a manter as pessoas alertas
Irthos: Enquanto isso, começo a comer a minha raiz, usando a faca pra cortar pedaços menores.
Beowulf: Mas isso significa que mesmo não tendo sono, continuarei cansado?
Cristiane (Silua): Mestre? hehe
Matheus: Funciona como energético/café, tira o sono, porém não o cansaço
Silua (anuindo): Apenas espanta o sono, mas o cansaço não. É útil caso tenhamos que nos manter acordados por alguma razão, mas não é bom fazer isso muitoi seguidamente
Irthos (anuindo): Deve ser horrivel sentir o corpo inteiro pedindo por uma cama quente mas não conseguir pregar os olhos.
Beowulf: Então amanhã é melhor comermos outra coisa?
Silua anui, séria.
Silua: Vamos guardar as raízes para quando o perigo for maior à noite
Irthos (suspirando): E o perigo normalmente será maior à noite. Mas contamos com suas habilidades, Silua. Você é capaz até de achar alguma planta com gosto de carne por aqui, se conheço suas habilidades.
Beowulf: Então hoje passaremos a noite em claro, porém no escuro
Silua (anuindo): Infelizmente sim, qualquer fonte de luz à noite chamará muito mais a atenção.
Irthos: Ao menos a escuridao aqui nem de perto se compara com a dessas cavernas pelo qual passamos nos ultimos tempos.
Beowulf: Espere até encontramos a tumba
Irthos: Aye, mas ela faz parte.
Beowulf: Bom, (eu me escoro numa árvore) aqiu está bom ou é melhor eu procurar um outro lugar?
Irthos: Eu verifico a árvore onde Beowulf se escorou, bem como a visibilidade dele para alguem de fora do acampamento improvisado.
GM: O lugar parece bom, embora há uma árvore mais afastada na qual ele ficaria mais oculto, porém além do alcance das conversas do lugar onde pretendem ficar de guarda
Irthos: Pro seu tamanho, você ficaria melhor oculto ali atrás (eu aponto para outra árvore mais afastada), mas ai se vissemos algo, não conseguiriamos lhe avisar sem levantar demais a voz.
Irthos (bufando, mais pra mim mesmo): Numa media, acredito que esteja bom ai mesmo. (eu procuro uma boa árvore para me escorar e ao mesmo tempo me manter alerta aos arredores)
Silua: Eu subo numa das árvores e me acomodo num galho, permanecendo alerta.
Beowulf: Escorado na árvore, eu espero o tempo passar, lentamente. Tento prestar atenção nos arredores também, para distrair um pouco a mente. O tédio começa a tomar conta de mim nas últimas horas, junto com o pavor de não conseguir ver nada no meio de tantos sons
Irthos: Eu rio um pouco ao ver Silua rumar para cima, em meio aos galhos, enquanto encontro uma boa posição em terra mesmo e tento me manter são ao longo da longa noite. Vejo Beowulf olhando para os lados constantemente, e fico pensando o quao ruim deve estar sendo pra ele. Permaneço atento a quase tudo, ficando até um pouco irritadiço. Azreth logo adormece em meus ombros, e não o culpo.
Silua: Eu permaneço atenta durante a noite, embora a mente às vezes tente divagar sem nada para a distrair. Eu observo Beowulf irriquieto ali perto, a situação sendo pior para ele por não poder enxergar como nós.
Depois de incontáveis horas o Sol começa a surgir, iluminando um pouco a noite completamente escura da floresta. Embora os raios passem timidamente por entre os galhos e densas folhas, o pouco de luz que eles provem já é bem-vindo. Irthos e Silua notam que toda a floresta parece mais silenciosa nesses momentos, o próprio vento sendo mais audível ao farfalhar as folhas do que os demais animais da floresta
Irthos: Eu me levanto, o corpo um tanto cansado. Me espreguiço um pouco na tentativa justamente de espantar o cansaço.
Irthos: Nem parece que é a mesma floresta na qual passamos a noite.
Silua: E notou o silêncio? O vento faz mais barulho que eles. (pensativa) Deve ser por isso que Lomadil nos disse que os elfos usam esses momentos para rezar para seus deuses. (eu me espreguiço e desço da árvore, mas sempre atenta)
Cristiane (Silua): eles=os animais
Irthos: Por isso acho melhor aproveitarmos essa hora ou duas pra avançarmos o melhor que pudermos rumo ao interior da floresta, aye?
Silua anui.
Silua: Beowulf, como está? (eu olho na direção dele)
Beowulf: Bem. (eu falo com a maior confiança que consigo e me ponho de pé)
Silua: E como Irthos disse, vamos aproveitar a calmaria para avançarmos mais, antes de pararmos para desjejuar.
Beowulf: Eu anuo e me ponho de pé, ajustando a capa e prendendo espada e escudo, além de checar se o baú estava no meu bolso
Irthos: Eu ajusto minhas coisas, pronto para continuar, mais animado do que ontem.
Silua: Eu me preparo para continuar caminho e assim que meus amigos estão prontos, eu começo a seguir viagem novamente, aproveitando esse período onde os elfos deverão estar menos atentos, mas sem nunca me descuidar.
Irthos: Eu começo a seguir Silua, atento. Azreth faz alguns sons baixos enquanto ainda dorme.
Beowulf: Eu sigo atrás de ambos, um tanto cansado e com as costas doendo, mas ao menos feliz em poder me movimentar.
GM: Conforme avançam para o centro da floresta, a vegetação começa a ficar um pouco mais densa, especialmente próxima do rio, onde conseguem ver diversos peixes nadando na água limpa. Assim que o Sol fica mais alto, a vida na floresta parece retomar seu ritmo normal
Silua: Pelo jeito agora teremos que ficar mais atentos novamentes, creio que as patrulhas devem estar entrando no seu ritmo normal (eu continuo seguindo junto ao rio, procurando um bom lugar para desjejuarmos)
Irthos: Eu anuo e permaneço um pouco mais alerta enquanto a sigo.
Os próximos metros são difíceis. O caminho começa a ficar mais fechado, repleto de alguns arbustos espinhosos. Mais à frente, Irthos e Silua não tem muitos problemas em se esquivar deles, rumo a uma clareira mais à frente. Atrás, Beowulf precisa agradecer aos seus músculos mais resistentes por não estar repleto de cortes e arranhões. Ao menos quando a barreira é vencida e se veem na clareira, o caminho à frente parece limpo e até mais aconchegante do que o traçado até agora
Silua (preocupada): Está bem, Beowulf? (eu olho os arranhões no corpo dele)
Beowulf (anuindo): Aye, nada de muito sério. Praticamente não senti nada
Irthos: Ao menos agora o caminho aparenta melhorar bastante. Espero que não seja apenas impressão.
Silua (anuindo): Também espero.
Irthos: Mas não será bem numa clareira dessas que faremos nosso desjejum, aos olhos de todos, eu imagino (eu perscruto as proximidades em busca de um bom lugar para desjejuarmos)
GM: Há algumas rochas mais afastadas de onde estão, que oferecem um pouco de cobertura
Irthos: Aquelas rochas ali na frente podem ao menos nos fornecer alguma protecao contra olhares estranhos (eu aponto para as rochas, levemente animado)
Silua (anuindo): Vamos para lá então (eu sigo em direção às rochas)
Beowulf: Alguma ideia do que desjejuaremos? (eu sigo Irthos em direção às rochas, já um tanto faminto)
Silua: Carne mesmo, ou se quiser poupar um pouco nossa provisão, podemos pegar uns peixes no rio.
Beowulf: Eu tento esconder a ansiedade na minha voz, embora sem completo sucesso
Beowulf: Então não vai ser uma viagem só comendo frutas e verduras, como eu entendi ontem que seria?
Silua: Eu não disse isso, eu disse só que comeríamos mais vegetais para termos uma opção para aqueles momentos em que acender fogo seria arriscado.
Beowulf: Eu suspiro aliviado, me recompondo logo
Beowulf: Mas e agora, acender um fogo não seria arriscado?
Silua: Uma fogueira mesmo não seria muito recomendadaa qui, mas pode usar sua mão mesmo como ontem no almoço
Irthos: Aye, durante o dia o maior problema seria termos muita fumaça, e isso ao menos conseguimos reduzir usando o método Beowulf.
Beowulf: Aye, acho que consigo fazer algo. (eu olho pro rio) Acho que seria melhor pegarmos alguns peixes e como diz a Silua, guardar a carne que temos. Se enterrarmos os ossos e desfizermos a fogueira não terão como desconfiar de algo
Irthos: A Silua que tem uma vara de pesca, se ainda me lembro bem. Quer dizer, duas, ela até ja pescou usando o rabo uma vez. (rindo) Eu só tenho a opção de tentar acertar uma flecha nos malditos, se é que isto é realmente possivel. E ainda teriamos as flechas sendo levadas correnteza abaixo em caso de erro.
Silua (rindo): Vocês não vão me deixar esquecer aquilo, não? (eu pego o baú e retiro de dentro a vara, e sigo para o rio pegar algo)
GM: Sobrevivência
Silua: Skill [Survival] (Sinergia +2) [42] [1d20+24 = 42]
GM: Silua consegue pegar peixes suficientes para o almoço e o jantar em questão de poucos minutos. O rio parece rico em vida
Silua: Eu volto satisfeita para junto de meus amigos, guardo a vara e parte dos peixes no baú e começo a limpar o resto para nossa refeição.
Cristiane (Silua): só uma coisa, não seria desjejum e almoço? ou vamos almoçar direto?
Matheus: desjejum, almoço e janta* esqueci dum
Cristiane (Silua): hehe
Irthos (animado): Vejo que rendeu mesmo (eu ajudo Silua a limpar os peixes para podermos desjejuar mais rapidamente)
Beowulf: Aye, nada mal! O que usou como isca? Sua cauda? (eu rio um pouco e olho para os lados, procurando por algo) Melhor não usarmos lenha, aye?
Silua: Eu olho severa para Beowulf, mas rio depois.
Silua: Esqueceu que essa vara não precisa de isca?
Beowulf (confuso): Ah não?
Irthos: Ainda não. Lembro que você pagou uma pequena fortuna por ela na época. (rindo) Quase vinte e cinco moedas de ouro, não?
Silua (anuindo): Ela tem um pequeno encantamento para atrair peixes sem precisar de isca. Nâo foi barata, mas já se pagou algumas vezes (eu rio um pouco)
Beowulf: Eu nunca comi muitos peixes em Isa. (rindo) Acho que podem imaginar o motivo
Irthos: Mais do que um. Primeiro, acho que deve ser dificil encontrá-los durante os meses mais frios, que sao quase a metade. Segundo, pro seu porte seriam necessários muitos, e terceiro, é menos emocionante do que caçar um urso pra mesma finalidade.
Silua: Fora que não deve ter muitos rios ou lagos em Isa e pescar no mar costuma ser mais complicado
Beowulf: Aye, tudo certo, menos o fato de caçar ursos. Na época a caça era eu. (eu rio, saudosista) Mas o principal é que eu não tenho muita paciência
Irthos: Com uma vara destas em Rondall e um frasco daquele pó pra conservar a carne, acho que organizariamos viagens semanais até o rio Har mais ao sul.
Beowulf: Por que não dá uma de presente para alguns habitantes na próxima vez que for visitar?
Irthos (animado): Me lembre de comprar uma, ou até duas então. Se bem que ir e voltar até o Har, mesmo sem toda a neve do inverno, levaria quase quatro dias, então precisaria do pó pra manter fresco. Mas não seria de todo uma idéia ruim.
Silua: Não seja por isso, compre do pó também.
Irthos: Aye. Se eu ao menos tivesse alguma coisa grande como um dragão, poderia escavar um bom lago ali perto, o degelo das montanhas se encarregaria de preencher ele com água e os peixes o L´lanthar daria um jeito.
Silua: E aquele lago pela qual passamos em nossa primiera visita? Não tem peixes?
Irthos: Tem, embora não sobrevivesse a um desocupado que usasse essa varina todo dia (eu rio um pouco antes de continuar) mas enfim, farei isso.
Silua: A medida que os peixes vão sendo limpos, eu os salgo e coloco um pouco de tempero que ainda tínhamos antes de passar para Beowulf assar.
Beowulf: Eu pego os peixes passados por Silua e os espeto com algumas varas improvisadas, usando duas forquilhas para os manter no ar. Me sento do lado e com uma mão ardendo em chamas começo a assar os peixes
Irthos: Eu fico observando a floresta enquanto aguardo os peixes ficarem prontos, o cheiro caracteristico ja tomando conta. Azreth, que havia acordado a pouco tempo, também percebe e seu estômago emite um barulho audível. Eu rio.
Beowulf: Acho melhor eu assar o jantar no meio-dia, acho que não sou o único aqui que quer deixar de ver esses peixes logo
Irthos (rindo): Não entendi, se for ao meio-dia, continuará sendo almoço.
Silua: Quer assar todo o resto na hora do almoço, para na hora da janta só precisar esquentar?
Beowulf: Aye, e não quero fazer isso agora porque estou faminto
Silua ri.
Irthos: Entendi. Neste caso somos três.
Silua: Quatro
Beowulf: Eu olho surpreso para Silua
Irthos (surpreso): Silua, você faminta?
Silua: Não posso?
Cristiane (Silua): coloca um rindo aí
Irthos (rindo): Claro que sim, só que você normalmente não exterioriza isso como eu ou Beowulf.
Beowulf: Muitas vezes não em palavras, aye? (eu passo um peixe para cada um, enquanto começo a comer um dos meus)
Cleber (Irthos): purrr
Silua: Eu começo a desjejuar, mas sempre me mantendo atenta.
Cristiane (Silua): lol
Irthos: Eu rio ao pegar um dos peixes e começar a desjejuar. Azreth acompanha vorazmente.
Beowulf: Alguma ideia de quanto tempo ate chegarmos a tumba?
Silua: Difícil dizer, não sabemos onde ela fica, só sabemos que fica perto do rio
Irthos: E assim teremos que seguir o rio até simplesmente encontrarmos, aye?
Silua anui.
Beowulf: Ou sermos encontrados. (eu suspiro) Não gosto dessa floresta, ela me dá a impressão de que sempre estou sendo observado. E eu tentei ontem falar com Freyja através do anel durante a noite. Adivinhem o que aconteceu?
Silua: Não funcionou, não?
Beowulf faz que não com a cabeça
Irthos: Pelo menos a magia funciona aqui dentro. Se você não conseguisse conjurar fogo nas mãos, ou eu me comunicar com Azreth, teriamos seríssimos problemas.
Silua: Isso pode ser algo até dois próprios elfos, assim um conjurador mal-intencionado não poderia fazer nada do lado de fora da floresta
Cristiane (Silua): dois=dos
Beowulf: Mas se a magia funciona, por que eu não consigo sentir Gunnfaxi? Aliás, isso nem magia deve ser! (confuso) Ou será que é?
Silua: Talvez isso ocorra porque ele está do lado de fora da floresta
Beowulf: E alguma coisa aqui aja como uma barreira entre o lado de fora e o lado de dentro. Por que raios esses elfos são tão reclusos?
Irthos: Vidara não é uma espécie de capital pra eles?
Beowulf: Aye, até onde eu sei é. Mas isso não explica, explica?
Silua: Eles devem ter algo muito importante aqui, algo que motivaria a cobiça de muitos
Irthos: Se há uma proteção deste nivel, certamente não é pra manter aliados fora, mas inimigos longe. Acho que seria preciso algo muito poderoso pra manter uma barreira destas.
Beowulf: Me pergunto se a boloto que ganhamos do velho funcionaria por aqui
Irthos (sério): Nem invente de querer testar sem termos um motivo realmente importante.
Silua anui, séria.
Beowulf: Nay, não disse para fazermos. Aliás, se eu bem conheço o velho, ele vai achar que meus ombros estão fora do lugar e eu estou precisando de um banho (eu encaro Irthos) de rio.
Irthos (rindo): Nah, é mais provavel ele ser capaz de trazer Gunnfaxi aqui pra dentro. Com tanto brilho e barulho que seria como um sinalizador, e o cavalo cairia sobre sua cabeça.
Beowulf: E não poderia ser um cavalo normal, tinha que ser Gunnfaxi que é praticamente duas vezes mais pesados do que eles. Tal é a minha sorte
Irthos: Aye. (eu termino de comer) Vamos remover os vestigios de nosso mini-acampamento e seguir viagem então? Cada minuto que passamos aqui sentados aumenta as chances de sermos vistos ou ouvidos por alguma patrulha.
Beowulf: Aye, melhor Silua fazer isso. (coçando a barba) Me pergunto o que é que os elfos guardam aqui na floresta, para erguerem tantas defesas. Aposto que vale um bomo uro
Matheus E (Beowulf): ouro*
Silua (séria): Vê se não vai pensar em quere fazer alguma bobagem, não somos ladrões. (eu removo os vestígios de nossa refeição)
Beowulf: Nay, sairmos daqui com a Corrente é muito mais importante. Ao menos nessa viagem. Mas você não está nenhum pouco curiosa para isso?
Silua: Curioso qualquer um estaria, mas não vou me meter com algo que não me diz respeito, só quero pegar essa corrente, purificá-la e sair daqui
Beowulf: Aye, eu também. E com um pouco de sorte, nem vamos precisar purificá-lo
Irthos: Eu anuo, sério.
Silua: Eu espero, já é arriscado aqui, imagina basicamente junto à própria capital
Cristiane (Silua): espero que sim
Beowulf: Será que a parte interna da floresta também é vigiada? Sei lá, olhando pelo mapa, me parece que alguns milhares ou até dezenas de milhares de elfos sejam usados
Silua: Talvez existam menos na parte interna, mas na área da capital devem ter sem dúvida
Irthos (bufando): Se é que a capital fica onde o mapa diz.
Beowulf: Acho que não, afiinal ninguém sabe ao certo onde ela fica, enão não como a mapear com exatidão
Silua: Sabemos que esse lago fica na parte central e as histórias costumam dizer que a capital fica por essa área também. Mesmo se não for, se esse lago realmente é a origem dessa floresta, os elfos devem o apreciar muito e portanto deve haver patrulhas por perto
Irthos: Ou, se tivermos sorte, seja justamente o contrário. Uma espécie de lugar sagrado que nem eles chegam perto sem motivo.
Beowulf: Qual você acha que é a chance de isso acontecer?
Irthos: Pequena. Talvez menor que Azreth, mas possivel.
Irthos: O pequeno dragão bufa ao ter sua altura usada como comparação de algo que não tem altura.
Beowulf: Aye, definitivamente menor, nay pequenino? (eu sorrio ao ver o dragão irritado)
Irthos (rindo): Aye, o que quer dizer que as chances são existentes ainda. Não com a nossa sorte, claro, mas são. Só é estranho não termos os cavalos pra montar nessa hora. (eu sorrio um pouco frustrado, pronto para seguiir viagem)
Beowulf: Estranho?
Irthos: Aye, um dia desses eu ainda vou me jogar no vazio achando que estou montando em Skyggnir.
Beowulf: Nao sei se entendi, mas acho melhor seguirmos o caminho, antes que chamemos mais a atenção. De estômago cheio, o caminho vai ser mais fácil, mesmo com todos esses arbustos e espinhos. (bufando, murmurando) Malditos elfos, baixinhos e fininhos.
Irthos ri.
Silua (rindo): Beowulf sempre culpando os outros quando ele é o mais diferente em tamanho (eu sigo pelo caminho)
Irthos (rindo): Mas que culpa ele tem se os elfos realmente são baixos e magros?
Silua: Mas eles são um monte e do tamanho de Beowulf não sei se tem algum outro.
Beowulf: Aye, tudo bem. Mas ainda acho que esses espinhos todos é uma defesa proposital, e não acidental. E nas margens do rio ainda. Lhe faz pensar sobre o real motivo deles
Irthos: Manter halflings e gnomos bem afastados? (eu menciono conforme caminho)
Beowulf: Halflings eu duvido muito, pestes escorregadias.
Silua: Como eles não gostam de forasteiros aqui, não seria de se estranahr eles tentarem dificultar ao máximo a entrada em qualquer ponto da floresta
Beowulf: Aye, mas eu me pergunto o porquê de tantas defesas dentro da floresta, não faria mais sentido proteger apenas as bordas?
Silua: Segurança extra, caso alguém consiga passar da fronteira
Beowulf: Pode ser, mas eu acho que tem alguma relação com a tumba, ao menos. Aliás, alguém pode me refrescar a memória para o que podemos esperar?
Silua: Armadilhas, e uma boa chance de mortos-vivos
Beowulf: Mas imagino que ao menos o mago podemos considerar como morto, aye?
Irthos: Penso a mesma coisa. Ao menos me sinto melhor nisto do que cercado por aproveitadores como em Azzaraf.
Beowulf: Aye, não me lembre daquilo. Se eu tivesse comido aquela comida, tenho até medo do que teria feito naquela noite
Silua: Bem, agora já sabemos com quem lidamos quando tivermos que passar por lá novamente
Beowulf: Além disso, as sutiliezas daquilo não me agradam. Aqui as coisas ao menos são mais diretas, mesmo tendo que nos valer do subterfúgio
Irthos (anuindo): Bem, se tivermos que encarar mais alguns quilometros de espinhos, paciência, enquanto conseguirmos o que viemos procurar, aye?
Beowulf: Eu anuo
Beowulf: Melhor seguirmos se quisermos vencer mais alguns quilômetros antes do almoço. E não se preocupe comigo Silua, sei o motivo de não estar procurando abrir um caminho no meio e de estar indo por aqui. Será mais difícil de nos rastrearem caso encontrem algo
Silua: Eu anuo e continuo avançando acompanhando o curso do rio e sempre atenta à nossa volta.
Irthos: Eu sigo Silua, atento aos arredores.
GM: Todos façam um teste de Observar e Ouvir
GM: [BOX] Beowulf -> Skill [Listen] [12] [1d20+6 = 12]
GM: [BOX] Beowulf -> Skill [Spot] [18] [1d20+6 = 18]
GM: [BOX] Silua -> Skill [Listen] [34] [1d20+22 = 34]
GM: [BOX] Silua -> Skill [Spot] [24] [1d20+22 = 24]
GM: [BOX] Irthos -> Skill [Spot] [45] [1d20+30 = 45]
GM: [BOX] Irthos -> Skill [Listen] [42] [1d20+30 = 42]
A viagem durante o dia é calma, porém árdua. Não conseguem ver nem sinal dos elfos durante o dia tudo, mas a sensação de estarem sendo observados ainda está lá. O interior da floresta parece ainda mais silencioso e no crepúsculo até mesmo esse som parece diminuir, deixando a floresta num silêncio aterrador. Parece serem capazes de ouvir seu próprio coração bater
Irthos (baixo, preocupado): Novamente este silêncio quase total, bem no horário que Lomadil mencionou. Sei que isso nos ajuda, mas é um tanto perturbador.
Silua (anuindo): É como se toda a floresta parasse em homenagem aos deuses élficos, não só os próprios elfos, mas isso não me impede de achar esse silêncio muito anormal.
Irthos: Eu anuo, preocupado.
Beowulf: Aye, ainda mais que sabemos que os deuses tem algo contra o Isän aqui. Eu achei que apreciaria o silêncio, mas dessa maneira é… preocupante
Irthos: Como eu disse, prefiro pensar da maneira positiva. A sensação de estarmos sendo observados ja não é suficiente, aye?
Beowulf: Eu anuo
Beowulf: Vamos avançar um pouco ainda antes de escurescer ou é melhor acharmos logo um lugar para ficarmos?
Silua: Vamos aproveitar o período de calmaria para avançarmos mais um pouco e assim que acharmos um bom lugar para passarmos a noite, pararemos
Irthos: Eu anuo, ja aumentando levemente o passo.
O vento começa a ficar estranhamente mais forte conforme o tempo vai passando e a luz do sol vai diminuindo. Procurando por um clareira não encontram nada, o melhor sendo um círculo de chão limpo entre árvores grande o suficiente para que passem a noite por lá. Mas o som do vento fazendo os galhos arranharem os troncos parece ainda maior por ali e incomoda principalmente Irthos e Silua
Irthos (bufando, para Silua): Quer tentar encontrar um lugar melhor conforme avançamos?
Silua (pensativa): Foi o melhor lugarque encontramos até agora, mas com esse vento fazendo tanto barulho vai atrapalhar quem quiser descansar, além de atrapalhar a audição de quem ficar d evigia. Beowulf, o que você achas?
Beowulf (confuso): O lugar aqui me parece bom ao menos, com bastante espaço para descansarmos. Há algum problema?
Irthos: O vento. Os galhos estão fazendo tanto barulho por causa dele, que alguem poderia estar caminhando sobre eles que quase não perceberíamos.
Beowulf: Entendo, mas então é melhor acharmos algum outro lugar rápido, já quase não consigo enxergar coisa alguma
Irthos: Eu encaro Silua, indagador e preocupado.
Silua: Vamos indo então, não me agrada passar a noite num lugar onde não poderemos vigiar adequadamente (eu continuo seguindo, esperando achar logo um lugar melhor para passar a noite, antes que fiquemos com um Beowulf sem poder enxergar adequadamente)
Irthos: Eu anuo e continuo a seguir, a atenção redobrada devido ao barulho causado pelo vento.
Beowulf: Eu sigo atrás dos dois, lento e cauteloso para não esbarrar em algo
Conforme avançam floresta adentro, a impressão de que ela é viva se intensifica ainda mais. A luz parece diminuir e o espaço disponível também, mas felizmente o som também diminui. No fim, o melhor lugar que conseguem achar e isso já guiando um Beowulf um tanto perdido é uma pequena caverna, formada por uma parte da margem que avança em direção ao rio. Ela parece úmida e não muito grande, com no máximo trinta centímetros de extensão e pouco mais de dois metros de altura, ao menos produz alguma proteção
Cleber (Irthos): eu tinha entendido, mas ficou bom o desenho, haha
Silua: Não vai ser o melhor lugar para passar uma noite que já tivemos, mas ao menos temos alguma proteção aqui e sem aquele maldito som alto. (eu entro na gruta, conduzindo Beowulf e fazendo-o abaixar o corpo antes de entrar para não bater a cabeça)
Beowulf: Eu pareço confuso ao entrar no lugar
Beowulf: Suponho que possa me sentar aqui?
Silua (anuindo): Pode, só aconselho a estender o saco de dormir no chão ou sua capa, o chão é úmido aqui por causa do rio.
Beowulf: Eu faço isso, ainda um tanto confuso e perdido. Tiro a espada e o escudo e me escoro como consigo, sem conseguir ver nada
Irthos: Não é tão bom para o descanso, mas a caverna nos protege de olhares alheios de algumas direções. (eu entro na pequena caverna úmida e me ajeito como posso)
Silua: Pode acender sua mão Beowulf, com esse teto acima de nossas cabeças e o rio em frente, terão dificuldades para notar algo de errado aqui. Só uma fogueira mesmo não daria muito certo, por causa da fumaça e do cheiro.
Beowulf (incerto): Tem certeza disso?
Silua (anuindo): Só mantenha-a o mais perto possível de você, para que não fique fora da pequena área de coberrtura oferecido por esse teto.
Irthos: A fogueira ficaria ruim até porque a fumaça e a umidade não deixariam nosso pequeno espaço muito agradável também. Mas ao menos ja temos peixes prontos, só precisa esquentá-los um pouco, aye?
Beowulf (sério): Silua, não pense em fazer isso por mim. Por mais que me sinta mal no escuro, não vai ser nada comparado a como me sentirei se nos virem aqui e formos forçados a lutar com eles.
Silua (séria): Ao menos para esquentar nossa janta você terá que usar suas chamas. Eu ficarei na entrada enquanto precisar delas, assim bloquearei a visão delas para observadores de fora (eu me acomodo no chão na frente de Beowulf) Depois que não precisarmos mais delas eu me acomodarei melhor.
Beowulf: Nay, melhor fazermos da seguinte maneira (eu me levanto e me sento um pouco mais longe, fora da capa e com os pés encostados na parede) Melhor algo um pouco maior para ocultar as chamas, aye?
Irthos (rindo): Se for pra bloquear a visao, o vento e tudo o mais, eu poderia me transformar e ficar de costas com as asas abertas também, se fosse o caso.
Silua: Melhor não gastar sua transformação sem necessidade, Irthos (eu permaneço atenta, vigiando enquanto Beowulf prepara nossa janta)
Irthos: Ficaria horrivel pra vocês quando eu quisesse me virar também (eu mantenho olhos e ouvidos atentos. Azreth se mantem um pouco mais pra fora, quase invisivel em meio á vegetação e, ao contrário de nós, não muito incomodado pela umidade)
Beowulf: Eu acendo uma pequena chama na mão, apenas forte o suficiente para poder ver algo na escuridão que estamos. Aumento ela um pouco até ter chamas fortes o suficiente para aquecer a carne. Mantenho a minha mão baixa e o mais próxima de mim possível, tomando o cuidado para não indendiar minhas roupas e me transformar numa bola de fogo
Beowulf: Não ficou muito forte?
Irthos: Eu analiso as chamas de Beowulf em relação à escuridão do ambiente.
GM: Elas não parecem muito fortes, mas imagina que a luminosidade possa ser vista de fora se alguém estiver razoavelmente próximo
Irthos: Acho que não, desde que ninguem chegue relativamente perto. E ai imagino que ja teriamos ouvido esta pessoa se aproximando.
Beowulf: Então me passe os peixes e vamos fazer isso logo
Irthos: Eu anuo, tirando os peixes do baú e os passando à Beowulf.
Cristiane (Silua): teste
Beowulf: Eu pego os peixes um a um e começo a esquentá-los, o mais rápido que posso. Passando-os para Irthos e Silua conforme vão ficando prontos. Após terminar e comendo um dos meus, eu pergunto
Beowulf: Melhor apagar o fogo ou posso deixar ele aceso?
Irthos: Sou da opinião de apagá-lo mesmo. Toda atenção que pudermos não atrair é bem-vinda.
Silua anui, séria.
Beowulf: Eu apago as chamas e começo a comer o peixe usando as duas mãos, mais devagar do que o de costume
Silua: Eu como minha refeição, embora não me descuide da vigília.
Beowulf: Sempre me perguntei, e agora pergunto para vocês. Como fica a visão de vocês nessa escuridão?
Irthos: Eu termino de comer.
Silua: Eu enxergo sem problemas mesmo no escuro total, e no caso de Irthoa acho que basta o luar não?
Irthos: Aye. E Azreth também enxerga como a Silua. (rindo, com certo orgulho) Raios, por alguns metros ele até consegue saber onde Silua está depois que ela fica invível. Não é muita coisa, mas ajuda.
Irthos: Quer dizer, não onde ela está (eu corrigo após um olhar de Azreth), mas saber que está.
Beowulf: Eu me refiro a como enxergam as coisas? É como se fosse dia?
Irthos: No meu caso, é como se estivessemos na penumbra, ou no final da tarde de um dia nublado. Não saberia dizer se Azreth tem olhos marrons ou amarelos mesmo que tentasse, mas certamente o veria bem de longe.
Cristiane (Silua): pelo que sei, a visão na penumbra é colorida como a normal, só a no escuro não distingue as cores
Cleber (Irthos): mas ela nao é ´perfeita´ a ponto de distinguir os MINIMOS detalhes, IMHO, foi isso que eu quis dizer com a metáfora
Silua: Se tem alguma iluminação ainda, como o luar ou uma fogueira, eu enxergo como Irthos. No caso de breu mesmo, eu ainda posso ver detalhes, mas vejo tudo em tons de cinza
Beowulf: Interessante. (rindo) Melhor do que a minha, que é preto e… preto
Irthos ri.
Irthos: Mas você compensa e muito quando estamos numa batalha. O que você chama de um golpe forte me faria voar só do impacto.
Irthos (rindo): Claro que ver em quem está batendo é outra história.
Beowulf (rindo): Olha quem fala, eu já senti muitos golpes gelados, aye?
Irthos Eu anuo, rindo.
Irthos: É aquilo, cada um com suas qualidades e defeitos. Se um javali passasse agora do outro lado do rio, eu e Silua o derrubariamos antes que você pudesse terminar de limpar sua barba, mas se um urso surgisse agora na entrada desta depressão na rocha, se não fosse você, eu e Silua seriamos rasgados até os ossos aqui tentando nos defender. É tudo relativo à situação.
Cleber (Irthos): *um urso atroz
Beowulf: Aye, isso mesmo. E você me deu uma boa ideia com esse urso atroz…
Irthos: Pretende usar a capa com o elmo e tudo pra tentar se passar, de longe, como um urso grande? O cheiro ja é parecido mesmo, e Silua poderia ser confundida com uma druida.
Beowulf (bufando): Cheiro é? Melhor considerar suas palavras se não quiser um banho noturno, escamoso. E nay, me refiro à demonstração em Isa. Um urso atroz tornaria as coisas mais interessantes
Silua: E tem desses em Isa?
Beowulf: Imagino que tenha também, eu já vi alguns bastante grandes em tempos passados
Irthos: Talvez pra um caçador comum seja dificil encontrá-los, mas não pra nós, aye? Só espero que tenhamos tempo pra encontrar um.
Beowulf: Eu termino de comer o peixe, colocando os espinhos mais ao lado. Sorrio por finalmente não ter tido problema com espinhos presos na garganta. Eu tomo um demorado gole de hidromel e volto ao meu lugar, me escorando na parede e bebendo de vez em quando do chifre
Beowulf: Eu não achei nada de tão espantoso nessa floresta, não sei por que os elfos a protegem com tanto afinco. Mesmo se tivessem algum reduto sagrado, faria mais sentido proteger apenas os arredores dele, afinal precisaria-se de menos homens para cobrir uma melhor área
Matheus E (Beowulf): menor*
Irthos: Aye, me admiro acabarem dedicando tantos elfos pra isso. Ou a virilidade deles aqui contraria a do restante da espécie, ou então me parece estranho mesmo.
Silua: Ou a floresta toda é importante para eles. Dizem que existem plantas que só crescem aqui, assim como animais raros. Isso poderia atrair a cobiça de muitos
Irthos: E talvez seja menos dispendioso repelir os intrusos do que ter que se defender depois, numa área menor? Ao mesmo tempo, eu até prefiro que eles espalhem mais a proteção, senão teremos sérios problemas conforme nos aproximarmos.
Silua: Outra coisa, todos nós estamos tendo a sensação de estarmos sendo observados. E se realmente os próprios animais estão de olho em nós para ver se seremos ameasça para eles ou não?
Irthos: Se for o caso eu vou gostar de continuarmos não caçando nada.
Beowulf: Acabamos de comer peixes
Silua: Elfos comem carne também, embora prefiram vegetais. Mas eles não gostariam nem um pouco de caçadores ilegais aqui, daqueles que matam apenas por esporte ou prazer.
Beowulf: Então imagine o que farão com um Isän se o pegarem por aqui, aye?
Cleber (Irthos): pena que fica metajogo e nerd escrever ´caçar pescar´, uaheuahueuha
Irthos: O que Silua disse.
Irthos: Bem, desta vez vamos dormir, aye? Por mais que os corpos aguentem após ficarmos aqui sentados, as mentes podem se distrair sem o devido descanso.
Beowulf: E como faremos os turnos de guarda?
Silua (séria): Desculpe por dizer isso, Beowulf, mas acho que só eu e Irthos faremos os turnos, afinal nosso objetivo aqui não é tanto evitar sermos surpreendidos como numa vigília usual mas evitar que sejamos notados, e você além de não poder enxergar sem o auxílio de luz, não ouve tão bem quanto nós.
Irthos: Aye, infelizmente é como teremos que proceder.
Beowulf: Temia que seria assim, mas estão certos. Ao menos vou poder recuperar todas aquelas noites nas quais fiquei acordado sozinho, aye?
Silua (rindo): Muitas das quais por pura temosia sua
Irthos: Sim, você ´esquecia´ de nos acordar e fazia dois turnos seguidos.
Beowulf: Eu fazia isso porque vocês precisavam descansar
Irthos: Eu suspiro, rindo ao final.
Silua (séria): Às custas de eu próprio descanso
Cristiane (Silua): do seu próprio
Beowulf: Assim como fazem agora (eu forço um bocejo, rindo)
Irthos: Só que agora não é por muita opção. Bem, tenha uma boa noite de sono então. Quer que eu faça o primeiro turno, Silua?
Silua: Pode fazer (para Beowulf) Falando em dormir, uma sugestão, deite-se com a cabeça virada para a parede, assim abafará quaisquer possíveis roncos
Irthos: Eu anuo e me ajeito melhor na improvisada caverna, atento aos menores ruidos e movimentos ao nosso redor.
Silua: Eu me acomodo num canto na caverna e adormeço logo.
Beowulf: Eu rio e faço o que SIlua sugeriu, tentando me deitar com a cabeça inclinada para baixo e tampando ela com boa parte da capa, deixando apenas um espaço para entrar o ar. Eu sinto o calor e o abafamento dali, mas sei o quão importante é que nos mantivermos silenciosos. Eu bufo frustrado e tento adormecer
Assim que Beowulf adormece Irthos começa a ouvir os roncos dele, pesados porém abafados, muito mais baixo do que ele esperava ouvir. Ele fica um tempo parado, observando o rio correr e um eventual tronco descer pela correnteza. Um tanto distraído com seus pensamentos, ele quase não percebe que um dos troncos para por alguns instantes, junto de um leve som de algo batendo na água. Irthos sente a sensação de estar sendo observado crescer fortemente, como uma mão esmagando o coração dele. Segundos mais tarde quando o tronco resume a descida água abaixo, Irthos sabe que algo estava errado
Irthos: Preocupado, eu busco ver e ouvir melhor. Peço auxilio a Azreth, agachado na entrada da caverna, se ele ainda consegue distinguir algo na escuridão.
GM: Observar e Ouvir
GM: [BOX] Irthos -> Skill [Spot] [50] [1d20+30 = 50]
GM: [BOX] Irthos -> Skill [Listen] [35] [1d20+30 = 35]
GM: [BOX] Irthos -> (Azreth) Ouvir +19 [4] [1d20 = 4]
Irthos: (Azreth) Ouvir +19 [2] [1d20 = 2]
Irthos: (Azreth) Ouvir +19 [3] [1d20 = 3]
Cleber (Irthos): lol
Cleber (Irthos): cliquei com a seta da esquerda aqui pra voltar atras no texto e ele rolou um dado, pqp
GM: [BOX] Irthos -> (Azreth) Observar +19 [20] [1d20 = 20]
Matheus: Engraçado que ele nao soma o modificador, mas ta valendo
GM: Nem você nem Azreth consegues notar algo de errado no presente momento
Irthos: Eu bufo, um pouco mais aliviado por, a principio, parecer não haver mais nada ali, porém resmungo comigo mesmo que os malditos devem ter notado nossa presença ali, de alguma forma. Eu decido contar isto a Silua assim que chega o turno dela.
GM: Silua, você é despertada por Irthos com notícias não muito boas
Silua (preocupada): E agora? Será que era um elfo? Ou tem alguma outra coisa por aqui?
Irthos: Não pude distinguir muita coisa, e a não ser que tenha sido o elfo a mergulhar na água, não me parecia ter sido um. Quer dizer, um elfo é pequeno mas não é um gnomo, aye? Até Azreth o teria visto muito bem.
Silua (pensativa): Faremos o que agora? Se tiver sido um elfo, ele deverá alertar os demais.
Cleber (Irthos): o rio corre no mesmo sentido que estamos indo ou contrario?
GM: Mesmo sentido
Irthos: Bem, o rio corre na mesma direção que estamos indo, e o tronco também seguiu naquela direção, se foi um elfo ele chegará lá antes que nós, e se seguirmos pela margem, avistaremos um ao outro de qualquer forma. Pretende levantar acampamento e seguir adiante? Eu estou quase dormindo em pé depois de tanto tempo acordado (eu bocejo longamente)
Silua (pensativa): E conduzir Beowulf no escuro será uma tarefa enorme. (suspirando) Acho que não podemos fazer muito agora, se era um elfo, eles estarão cientes de nós em pouco tempo e mais cedo ou tarde nos acharão, não importa onde estivermos. (séria) Vamos descansar então e decidir isso de manhã, vá descansar.
Irthos: Se era um, eu acredito que já teria se aproveitado da escuridao para crivar algumas flechas em mim. Creio que eles estão analisando nossas reais intenções ainda. Bem, boa noite (eu me escoro cansado na parede da caverna, da melhor maneira que posso. Adormeço rapidamente, Azreth vindo deitar em meu colo.
Silua: Eu anuo séria para Irthos e me acomo para vigiar atenta, preocupada com a identidade do misterioso visitante noturno.
Cristiane (Silua): acomodo, não acomo, hehe
GM: Ap
Após pouco mais de uma hora, Silua consegue ouvir passos se aproximando de ambos os lados. Eles parecem ainda distantes e vem se aproximando lentamente. Supõe que tenha menos de cinco minutos até chegarem até vocês
Silua: Eu levanto discretamente e vou acordar meus amigos, fazendo o possível para que preparaem-se sem que nossos visitantes percebam que já foram notados.
Beowulf: Eu desperto, ainda sonolentò, com o rosto bastante suado pela maneira como dormia. Eu resmungo baixinho
Irthos: Eu acordo suprimindo um bocejo, um pouco tonto por ter adormecido a tão pouco tempo. Me levanto ainda zonzo, encarando Silua em silêncio.
Silua (baixo): Mantenham-se o mais quietos que puderem, temos visitantes a caminho, vindo de ambos os lados, deverão chegar no máximo em cinco minutos.
Beowulf (baixo): Pretende fazer o quê?
Irthos: Eu anuo, ainda um pouco desnorteado e preocupado.
Silua (baixo): Temos que ver quem são e se forem elfos, ver se é possível evitar derramamento de sangue.
Beowulf (sério): Lembra-se do que Lomadil disse, não é?
Irthos (baixo, praticamente sussurrando): Se nos encontrarem e forem elfos, acredito mais em sermos levados como prisoneiros ou convidados a tomar a direção contrária.
Silua (anuindo, baixo): Eu sei que a chance é pequena, mas se for possível resolvermos isso sem luta, prefiro assim, ainda mais que estamos anda longe de nosso objetivo aqui e matar uma patrulha só nos trará mais problemas. (eu aciono meu anel e me posto silenciosamente do lado de fora para ver quem são nossos visitantes noturnos e talvez deterrminar se estão aqui com intenções de lutar)
GM: Observar
GM: [BOX] Silua -> Skill [Spot] [26] [1d20+22 = 26]
GM: Embora as árvores bloqueiem boa parte de sua visão, Silua consegue visualizar facilmente um arco, sendo segurado à frente do corpo
Silua (baixo): Posso ver um arco, mas por favor, refreem a vontade de lutar até que vejamos que não há outra forma de lidar com isso
Beowulf: Não é melhor então cruzarmos o rio ou nos escondermos de alguma maneira?
Irthos (baixo): Aye, neste espaço se eles se aproximarem, já prontos pra atacar e nós não, não teremos muito pra onde fugir ou desviar aqui.
Silua (baixo): Podemos tentar, mas eles estão muito perto e certamente nos ouvirão, ou ao menos ao Beowulf e eles estão vindo dos dois lados. Vamos lá então, atravessar o rio (eu fico vigiando enquanto eles se movimentam)
Irthos: Eu sigo Silua, tentando ser o mais silencioso que posso.
Beowulf: Eu fico pensativo por um momento
Beowulf: Esperem
Silua (baixo): O que foi? Não temos muito tempo
Irthos: Eu paro logo na saída, começando a pisar na grama ao redor do rio, olhando pra trás.
Beowulf: Isso é por você, Silua (eu retiro um dos frascos de poção de encolher e o bebo) Assim que vejo o mundo crescer aos meus lados, eu encaro Irthos, estranhando ter de olhar para cima) Vamos lá, lagarto escamoso com asas, nos leve para o outro lado
Silua: Eu olho espantada a reação de Beowulf antes de encarar Irthos.
Silua: Você ouviu ele Irthos, transforme-se e leve-o para o outro lado, eu seguirei logo atrás
Silua: pelo rio mesmo.
Irthos: Eu anuo, ainda mais espantado que Beowulf, e me transformo. Apenas dois segundos se passam entre eu terminar de pronunciar as palavras e estar com o corpo coberto de escamas, a cauda e as asas abertas. Agradeço L’lanthar em silêncio enquanto ja agarro Beowulf e tomo impulso para o voo quase no mesmo movimento.
Silua (baixo): Eles estão vindo dos dois lados, então atravesse o rio em linha reta e se esconda atrás das árvores, eus eguirei por dentro da água mesmo.
Beowulf: Antes de ser erguido por Irthos, eu volto o baú para o tamanho normal e o seguro nos braços.
Beowulf: Me segure por debaixo dos braços, Irthos. A propósito, não consegue levar ambos?
Silua (baixo): Melhor não, vá logo, eu vou pelo rio, o anel e minha furtividade natural me ajudarão., Vão
Irthos (baixo): Por mais que aguentasse, seria ruim carregar a ambos. Boa sorte, Silua (eu agarro Beowulf por debaixo dos braços e, com um forte impulso, me direciono à outra margem, procurando abrido um tanto mais afastado da margem, atrás da maior árvore que conseguir encontrar, torçendo para Silua não ter problemas. “Que os deuses a ajudem a ser mais silenciosa que a noite”, eu penso em silêncio enquanto voo.
Silua: Assim que Irthos decola com Beowulf, eu dou uma última olhada na direção de nossos visitantes antes de entrar no rio e seguir rumo a margem oposta, evitando os pontos onde a água é mais parada para evitar que vejam a água mexida por minha passagem, mesmo estando invisivel.
Irthos e Beowulf conseguem chegar facilmente até a outra margem em menos de um minuto, há um tronco caído de uma grande árvore por ali, com perto de um metro de diametro
GM: Silua, furtividade
Cleber (Irthos): eita, rio largo, hehe
GM: [BOX] Silua -> Skill [Move Silently] [41] [1d20+30 = 41]
Matheus: um milésimo de segundo é menos de um minuto :P
Silua esgueira por dentro da água com extrema calma e cautela, tentando não fazer sol algum e evitando ao máximo fazer movimentos na água, fazendo a maior parte do trajeto submersa, voltando a superfície apenas para respirar. Ela cruza até o outro lado bem a tempo de ouvir os passos do outro lado mais próximos do que gostaria
Silua: Assim que atravesso o rio, sabendo que tinha sido por pouco, embora ainda não estávamos livres do perigo, eu me afasto da margem mantendo-me atenta para ver se os elfos não pensarão em nos procurar desse lado do rio ao mesmo tempo que presto atenção para ver se meus maigos permaneçam ocultos até o caminho estar livre.
Cleber (Irthos): good point
Cristiane (Silua): amigos, não maigos, hehe
Irthos: Eu busco me ocultar o melhor que posso atrás do tronco caido, dobrando bem as asas atrás do corpo, embora mantenha olhos atentos à outra margem. Azreth , agachado em meio à vegetação, também observa atentamente, seus olhos ainda mais acostumados à escuridão.
Beowulf: Eu seguro na cauda de Irthos e o sigo até atrás do tronco, sentando e me escorando ali. Eu rio, embora pareça desesperado
Beowulf: Irthos, consegue voar até o outro lado rapidamente? Acabo de perceber que na pressa de partirmos, deixamos os sacos de dormir por lá
Irthos: Eu busco me ocultar o melhor que posso atrás do tronco caido, dobrando bem as asas atrás do corpo, embora mantenha olhos atentos à outra margem. Azreth , agachado em meio à vegetação, também observa atentamente, seus olhos ainda mais acostumados à escuridão.(eu parto de volta à outra margem o mais rápido que posso, voando baixo para não atrair muita atenção, recolhendo rapidamente os sacos de dormir antes de me impulsionar de volta à outra margem)
Irthos: Aye, posso sim. (rindo) Será mais rápido do que carregando um anão ao menos (eu tomo impulso e parto de volta à outra margem, recolhendo os sacos de dormir o mais rapido que posso, ciente dos elfos que se aproximam cada vez mais. Parto o quanto antes de volta, voando baixo, ciente de que minhas escamas prateadas refletem muito bem sobre as águas do rio com a menor claridade).
GM: Irthos, furtividade
GM: [BOX] Irthos -> Skill [Move Silently] [12] [1d20+10 = 12]
Silua, você observa Irthos voltar voando em direção à outra margem, fazer sons consideráveis por lá e logo voltar. Quando você chega na margem, ele pousa logo além também, trazendo os sacos de dormir na mão
Irthos: Eu pouso logo à frente de Silua. Evito olhar pra ela e, ciente do barulho que fiz , deixando a reprovação pra depois enquanto volto rapidamente para trás do tronco.
Silua (baixo): Fiquem quietos agora, eu avisarei se a situação mudar, com sorte os elfos ficarão confusos ao ver sons tão perto e quem os produziu sumir tão rápido (eu falo para eles e fico atenta a outra margem, para ver o que os elfos farão. )
Beowulf (baixo, rindo nervoso): Grandes aventureiros que somos, aye? Teria sido engraçado se eles tivessem visto isso por lá
Irthos (rindo, baixo): Pelo barulho que fiz, vão achar que o grandão que o patrulheiro viu acordou e está tropeçando sobre os outros (eu fico em silencio enquanto ouço os sons da outra margem)
GM: Silua, observar
GM: [BOX] Silua -> Skill [Spot] [32] [1d20+22 = 32]
Os elfos chegam até o outro lado e começam a investigar o chão com atenção. Eles parecem um tanto confusos, mas parecem seguir pegadas até o rio. Eles parecem se comunicar por gestos e voltam para a floresta
Silua: Eu permaneço alerta mais um pouco até ter certeza de que foram embora mesmo antes de avisar meus amigos que o caminho estava livre novamente.
Silua (baixo): Podem sair, eles foram embora
Irthos: Eu deixo a cobertura do tronco, embora um pouco incerto.
Irthos (baixo): Acha que é melhor seguirmos, ou que verificar o terreno mais a frente é justamente o que os elfos provavelmente farão?
Silua: Eles aparentemente viram nossas pegadas junto ao rio, mas voltaram para a floresta, devem ter achado que estamos mais longe. Beowulf, o que achas? Querem descansar aqui e só prosseguir maia tarde, para diminuir a chance de os reencontrarmos? Ou prefere prosseguir mesmo sem enxergar?
Beowulf: Nesse estado eu não vou conseguir avançar muito rápido de qualquer forma. E vocês estão se esquecendo de algo, eles verão nossas pegadas aqui deste lado, ou ao menos as minhas
Irthos (indiferente): Partindo agora ou amanhã eles verão as pegadas deste lado mais cedo ou mais tarde. Mas teriamos que reduzir o ritmo pela metade com Beowulf tateando as cegas por pelo menos, mais quatro horas ainda.
Beowulf: Agora que eles sabem que há algo na floresta, estamos em desvantagem. (eu coço a barba, bastante confuso) Infernos, não faço a mínima ideia do que fazer. Silua, você que é a mestre em subterfúgio aqui. O que fazemos? Se achar melhor seguirmos agora à noite, eu seguirei (eu concluo, resoluto)
Irthos: Eu reprimo um forte bocejo, embora anue à sugestão de Beowulf, decidido.
Silua (pensativa): Nâo estamos exatamente num bom lugar para nos escondermos e mais cedo ou tarde alguém virá nos procurar desse lado do rio, se você achar que consegue Beowulf, vamos nos deslocar um pouco no escuro ainda, mantendo-nos atrás da linha das árvores, caso encontremos um melhor esconderijo nesse meio tempo pararemos lá pelo resto da noite
Irthos: Se eu voar e carregar um de vocês, podiamos confundi-los um pouco. Imagine um par de pegadas pesadas subitamente desaparecer, e de repente virarem tres novamente, entao só uma…
Beowulf: Eu não sou um grande sábio, mas de acordo com o que Drogoth me falou, acho que seria melhor irmos pelo rio para não fazermos pegadas, nay?
Irthos: Em compensação, acredito que fariamos mais barulho, ainda mais se você se desequilibrar em alguma pedra mais escorregadia.
Silua: Teremos que ficar atentos às pedras no rio então. Irthos você conseguiria guiar Beowulf dentro da água com segurança?
Irthos (rindo): Sob minha guia, ele correrá mais risco com minha cauda e asas do que com o rio.
Beowulf: O efeito da poção deve acabar em pouco tempo, de qualquer forma. E acho melhor você voltar a forma não escamosa, se a lua brilhar com força poderemos muito bem acender uma fogueira
Irthos: Eu rio, embora tenha plena ciencia disto. Desfaço a transformação e ajeito minhas coisas. Ao menos, molhar as pernas é o menos dos problemas para mim, a água fresca sendo até convidativa com o início da primavera.
Beowulf: Vamos pelo rio então ou preferem seguir por algum outro lugar? Silua?
Irthos: Vamos lá então. Se mantenha logo atrás de mim, Beowulf. Não se preocupe que não lhe farei passar por nenhuma área escorregadia demais.
Cleber (Irthos): lol, postado antes ficou estranho, hehe
Silua: Vamos então (eu guardo os sacos de dormir no baú e depois entro no rio, espero Irthos e Beowulf entrarem junto e começo a avançar, sempre atenta a às margens e pontos traiçoeiros dentro do rio.
Silua: Vamos então (eu guardo os sacos de dormir no baú e depois entro no rio, espero Irthos e Beowulf entrarem junto e começo a avançar, sempre atenta a às margens e pontos traiçoeiros dentro do rio)
Irthos: Eu sigo Silua pelo rio, tomando cuidado com as traiçoeiras pedras escorregadias e/ou pontiagudas demais, conforme avanço, um passo de cada vez, levemente desconfortável com o barulho que fazemos a água passo.
Irthos (baixo): Acho que não será necessário um elfo muito bem treinado para nos ver aqui se alua brilhar bem, mas acho que ainda é melhor do que deixarmos um rastro inteiro de pegadas a serem seguidas, um par delas bem pesado.
Silua (baixo): Infelizmente teremos que arriscar a viagem toda
Beowulf (bufando): Não é minha culpa que sou pesado, aye? (rindo) Talvez nem tanto agora
Irthos: Eu rio conforme avanço, atento à margem, Azreth se agarrando fortemente em meus ombros.
Beowulf: Eu começo a seguir atrás de Irthos, tentando repetir os passos dele, mais atento à movimentação da água do que o resto
Beowulf: Mas sem esses riscos, a viagem seria chata e entendiante, aye?
Irthos: Eu respondo, alto apenas o suficiente para me fazer ouvir por Beowulf em meio ao barulho do rio.
Irthos: Já que não queremos confusão com os elfos, ao menos uma distração pra nos mantermos alerta, aye?
Matheus E (Beowulf): Ou seja, a Silua ouve também
Beowulf: Mhm. E talvez depois disso, menos raios procurem o Isän aqui
Irthos (rindo): Aye. Se bem que, quanto ao outro tipo de raio, metade do que lhe cobre é metal e estamos dentro da água.
Beowulf: O que pretende fazer de agora em diante, Silua? Eu recomendaria amanhã atravessarmos o rio de novo para os confundir
Silua: Não parei para pensar nisso ainda, temos um bom chão pela frente atér lá, mas é uma idéia a se considerar.
Beowulf: Eu anuo e continuo seguindo, com passos bastante longos para manter o ritmo, ansiando pela hora na qual o efeito da poção passará
Vocês seguem noite adentro, sempre com ouvidos e olhos atentos para sons e visões que poderiam dizer que foram novamente avistados. A noite se alastra por muitas horas, horas cansativas e escuras. Quando o sol aparece logo na alvorada, todos se sentem aliviados e ao mesmo tempo mais expostos
Silua: Eu começo a procurar por um lugar seguro onde possamos parar e comer algo.
A extensão de terra próxima a margem parece um bom lugar, lhes protegendo da visão da margem onde estão embora lhes deixem facilmente visíveis da margem oposta. A floresta provavelmente ofereceria um lugar melho
Matheus: melhor*
Silua: Teremos que entrar na floresta se quisermos parar para comer algo, aquele ponto ali nos protege de quem vier do mesmo lado, mas se vierem do utro lado do rio nos verão.
Beowulf: Vamos para lá então. A água já entrou nas minhas botas faz um bom tempo
Irthos (bocejando, cansado): Eu preciso comer e dormir, só tive pouco mais de uma hora de sono antes de você me chacoalhar. Um lugar onde puder fazer ambos está excelente.
Beowulf: Não sei se é uma boa ideia pararmos para dormir. Lembre-se de que os malditos orelhas pontudas só precisam de quatro horas de sono e precisamos nos manter à frente deles. Ele pode comer uma daquelas raízes? (eu indago Silua)
Irthos: Também estava pensando nisso, é recomendado fazer isso dois dias seguidos?
Silua: O ideal seria um descanso, mas não temos esse luxo, se você acha que tem condições de aguentar mais hoje , para compensar na próxima noite você não fará guarda
Irthos (bufando, assentindo): E provavelmente nem Azreth vai conseguir me acordar quando eu parar pra dormir. Os deuses queiram que não precisemos lutar até lá.
Silua: Vamos sair do rio então e vermos se conseguimos desjejuar (sempre atenta, eu saio do rio procurando sair por um ponto onde o terreno seja mais sólido e portanto mais difícil para rastreadores nos seguirem e procuro um lugar para desjejuarmos)
Irthos: Eu saio do rio seguindo Silua, o cansaço sendo tanto físico quanto mental, mas a necessidade de nos mantermos em movimento é o que me mantém de pé.
Beowulf: Eu saio atrás de Irthos, vendo o cansaço no corpo dele. Relembro os dias que eu passava acordado a noite toda com um sorriso nostálgico
Silua consegue encontrar um bom lugar, mais protegido de olhos alheios
Cleber (Irthos): a noite toda foi só uma vez, normalmente o primeiro turno era meu ou da Silua e tu só fazia o terceiro na sequencia, ou seja, ainda dormia pelo menos 1/3 da noite, hehe
Cleber (Irthos): fail
Irthos: Ficaremos por aqui então?
Silua (anuindo): Sim, aqui estamos mais a salvo de olhares indesejados.
Beowulf: Se estiver muito cansado e precisar dormir Irthos, eu posso tentar lhe carregar sobre um ombro. (rindo) Só não posso garantir que vai ser muito confortável
Irthos (rindo): Se é esta a opçao eu prefiro continuar caminhando.
Beowulf: Eu rio e me sento no lugar indicado por Silua
Irthos: Eu também me sento, aliviado por pelo menos não estarmos mais de pé.
Beowulf: Comeremos o que sobraram dos peixes?
Cristiane (Silua): os peixes não iam durar só até a janta?
Cleber (Irthos): Pois é, afinal os tinhamos almoçado e jantados ontem
Silua: Ainda sobraram alguns?
Irthos: Tambem me pergunto, a não ser que vocês tenham escondido alguns , achei que tinhamos comido todos.
Beowulf: Talvez tenhamos mesmo (eu olho no baú e rio) Aye nada aqui que eu comeria. E então?
Silua: Faça um pouco da carne vermelha que temos no baú então.
Beowulf: Ah é, me esqueci dela. (eu retiro um pedaço generoso, ainda sangrando um pouco devido ao pó mágico) Fogueira ou Beowulf?
Silua: Beowulf se possível, melhor não facilitarmos com a fumaça
Beowulf: Eu anuo e improviso um lugar para assar a carne, colocando as mãos em chamas embaixo dela. Eu bocejo fortemente, sonolento
Silua (rindo): Cuidado para não botar fogo em outras coisas que não só a carne
Irthos: Eu anuo, rindo.
Irthos: Pensem positivo, podia ser eu acendendo uma fogueira, nem Azreth estaria a salvo.
Beowulf: O mais perigoso seria eu ter bebido muito e com o bafo de álcool teríamos um sopro de dragão (eu bocejo novamente)
Silua (rindo): Você dormiu uma hora a mais que eu e está bocejando quase tanto Irthos que só dormiu uma ao todo
Beowulf: Eu sou maior, preciso de mais sono também (eu tento falar seriamente, embora acabe rindo)
Irthos: Devia ser o contrário, como acontece com todos os animais maiores, não?
Beowulf (curioso): Aye?
Irthos: Razgorith quem me disse que um dos motivos dos dragões viverem mais é ter o metabolismo mais lento, o mesmo valendo pra maioria dos animais de grande porte. Lembre-se claro, que metabolismo lento não implica em ser lento, só que seu corpo por dentro não é tão agitado quanto o de um esquilo.
Silua (rindo): Agora me fez pensar num Beowulf subindo em árvores e escondendo nozes em troncos ocos
Beowulf: Alguma árvore aguentaria um Beowulf?
Silua (anuindo): Você viu aquelas duas naquela vila de halflings e existem outras enormes por aí.
Irthos: E não muitas outras, eu imagino.
Cleber (Irthos): tira o “e” da frente
Irthos: E não esqueça daquela onde Lomadil vive.
Beowulf (bufando): Qual? Aquele na qual eu fiquei entalado?
Silua: Não sei se sabem, mas algumas espécies de árvores podem viver tanto quanto um dragão ou elfo. Em florestas antigas podem se achar algumas árvores com milhares de anos, certamente devem exstir algumas assim por aqui
Irthos: Ajuda o fato de não se meter em batalhas de vida ou morte como os dragões e elfos, aye?
Silua: Mas árvores também não podem fugir quando coisas perigosas se aproximam delas como fogo, tempestades violentíssimas e humanóides com machados
Beowulf: Estranhamente dois destes se referem fortemente ao Isän aqui. Coincidência?
Irthos: Dragões com mil anos de idade provavelmente também não fogem disto tudo, mas isto não vem ao caso agora.
Silua: Dois desses? Você está carregando um machado, por acaso?
Beowulf: Eu mostro os machados de arremesso
Silua: Estou falando em machados de lenhador, não desse tipo
Beowulf (rindo): Ambos cortam lenha
Silua: Embora vai ser meio difícil cortar uma árvore enorme com machados assim
Cristiane (Silua): bota um riondo aí
Irthos: Mais dificil ainda com fome e sono.
Beowulf (rindo): O que falta em machado eu compenso com força, aye? A carne está pronta (eu retiro as mãos debaixo e repouso um pouco, um tanto exausto)
Irthos: Se você arremessar aqueles halflings com força contra a árvore, o vilarejo inteiro, provavelmente a derrubará depois de umas cem boas machadadas, aye? (eu corto um pedaço de carne pra mim e outro para Azreth, comendo-a vorazmente)
Silua: Eu anuo e me sirvo de um bom pedaço de carne e passo uma raiz para Irthos comer junto com a sua porção de carne.
Irthos: Eu olho para a raiz, suspirando, e começo a comê-la junto com a carne.
Irthos: d
Irthos: Pelo menos vai ajudar a me manter de pé até anoitecer.
Beowulf: Bem menos se eu conseguir que me façam um machado de guerra com uma lâmina de dois metros (eu rio e começo a comer também)
Irthos (rindo): Se conseguir um desses eu começaria a ter medo de lutar a menos de três metros de distância de você.
Beowulf: Embora na teoria uma arma dessas pareça interessante, nem mesmo alguém com a minha força se daria bem usando uma delas. O tamanho e o peso a tornariam uma arma bastante desajeitada e previsível, devido ao peso dela seria difícil de mudar o curso, logo alguém como qualquer um de vocês dois desviaria facilmente do golpe
Irthos (curioso): Isso quer dizer que numa luta entre Isans ela se torna uma arma de sanguinolência ao extremo??
Beowulf (rindo): Provavelmente, mas não somos todos tão desajeitados como eu. E como você bem sabe, embora desajeitado no geral, numa luta as coisas mudam
Irthos: Por isso mesmo, e acho que entre os humanos só vocês mesmo pra conseguir girar uma dessas sem se arremessar junto.
Irthos (rindo): Eu provavelmente poderia usar um desses pra me arremessar por sobre um precipicio, acho que bastaria dar uns dois giros completos e entao soltar o machado.
Silua (rindo): Mais fácil você se desmontar tentando girar um desses…
Cleber (Irthos): usando as asas pra completar o percurso claro. Sou noob mas nao lesado, a força centrifuga seria linda mas nao pra tanto, heeh
Irthos: Sem mencionar que nada ao redor sairia vivo disto, se não fosse ágil o suficiente pra desviar. Uma arma dessas seria interessante se estiver cercado por uns seis inimigos, sem ter que proteger ninguém. Pra todos os outros casos prefiro duas espadas, um broquel e nenhum escudo (eu rio)
Cleber (Irthos): *e nenhuma armadura
Beowulf: Só de pensar em todas as vezes que o Skjörd me protegeu de ser perfurado, cortado, mordido, arranhado, cuspido, esmagado e afins, eu não me sentiria bem sem o peso dele no braço. É como agora estar sem a cota, depois que me acostumei, me sinto pelado sem ela
Irthos: Um bom escudo me impediria de ter sido isso que você falou alguma vez, mas isto antes de eu ter estes braceletes, de lutar com duas espadas e de começar a desenvolver meu lado atético (eu tusso, rindo um pouco). Agora seria não muito mais que um empecilho.
Beowulf: Imagino que sim. Mas nós temos um estilo de luta um pouco diferente
Irthos (rindo): Um pouco. Ambos compartilhamos de um pouco de sangue de ogro quando se trata de se jogar de cabeça nas batalhas, apanhando primeiro e analisando a situação depois, aye?
Beowulf: Aye, embora no final do dia geralmente você sai menos ferido, pelo que sou grato
Silua: Barril furado…
Cristiane (Silua): faltou o rindo again
Irthos: Eu anuo, terminando de comer em silêncio.
Beowulf: Eu termino de comer, bebendo uma quantidade generosa de hidromel depois. Eu fico encarando o chifre
Beowulf: Embora muitas vezes as nossas viagens nos levem para lugares estranhos e mortais, é bom saber que de vez em quando conseguimos achar um bom amigo
Silua: Exceto quando ele paga o preço por isso (eu termino de desjejuar, pensativa)
Beowulf: Aye, mas se não corressemos esse risco, viveríamos sozinhos. Indiretamente colocamos em risco a vida de todos em Krull, em Rondall e em Nordenbeutel
Irthos (anuindo): Outros tantos que pouco tivemos contato também se incluem neste risco, desde aquele velho que resgatamos de uma caravana atacada por worgs, que nos viu da maneira como todos realmente éramos.
Beowulf: Aye, e mesmo os primeiros que ajudamos já pagaram o preço, se podemos acreditar nisso
Irthos: Pensando em voltar para Othalos e conferir com seus próprios olhos? Até foi lá que você comprou Gunnfaxi, se bem me lembro (rindo) Lembro que ficou muito pobre, ele custou quase mil peças de ouro, nao?
Beowulf: Aye, era tudo o que eu tinha. O dono do estábulo não queria aceitar nada por ele, mas achei que precisava compensar ele. (suspirando) Agora compreendo o que ele queria, Gunnfaxi é para mim muito mais do que uma montaria, não há como pagar por isso em ouro. E afinal, eu nunca entendi muito bem essa minha ligação com ele, tampouco
Irthos: Bem, ele ja tinha a mesma personalidade ao menos, pois tenho vagas lembranças do dono ter ficado exaspeerado quando você se aproximou dele.
Cristiane (Silua): nem estavanmos presentes quando ele o comprou, hehe
Matheus: eu tenho medo da memoria da cris. MUITO medo
Cleber (Irthos): eu nao consigo competir com tua memoria, my bad, mas podia ter corrigido ingame nesse caso, hehe
Cristiane (Silua): não é memória, é gostar de reler logs antigos, hehe
Irthos: Ao menos eu acho que foi isso que ele nos contou (eu olho para silua, rindo) Sabe que minha memória me prega peças.
Silua (rindo): Prega peças ou até inventa que estava junto na hora?
Beowulf: Aye, ele era sim. Ainda é, acho que tem algo a ver com ser um Laenmara, eles supostamente são cavalos especiais, bastante fieis a seus cavaleiros ou amazonas. Dei sorte de encontrá-lo na verdade, do contrario teria que ir a pé ou então na carroça atualmente
Irthos (rindo): Ou teria que conseguir encaixar dois entre as pernas pra conseguir ser sustentado
Cristiane (Silua): essa aí soou meio estranham, hein Razi? hehe
Silua ri.
Irthos: Se Beowulf estivesse sem cavalo quando encontramos o Baeras, provavelmente ele o teria capturado e tentado domar…
Beowulf: Nay, não deve ser muito confortável, além do que, não teria como achar uma sela ou sequer uma armadura
Irthos: Eu anuo e me levanto, começando a me sentir menos cansado depois das raizes.
Irthos: Nem um pouco, imagino. Bem, vamos aproveitar esse período para seguirmos então? Por mais que eu quisesse me deitar aqui mesmo e ficar deitado ate escurescer, sei que isto seria suicício. E tempo não é bem o que mais temos sobrando, se este ja é nosso terceiro dia aqui dentro e teremos que estar em Isa em menos de um mês.
Silua (anuindo): Querem atrravessar o rio como Beowulf sugeriu durante a madrugada?
Irthos (anuindo): Eu acho interessante. Afinal, se pelas pegadas eles podem pressupor que atravessamos o rio, nào duvidaria que deste lado seríamos abordados por outra patrulha.
Beowulf: Aye, vamos ter que ficar brincando de esconde-esconde enquanto estivermos aqui nessa floresta. Mesmo que consigamos fazer com que eles percam nosso rastro, eles ainda saberão que estamos aqui. (preocupado) Por algum motivo não fui eu que fiz com que eles nos vissem?
Irthos: Nem tanto, fomos vistos só por estar naquela caverna. O que demos foi azar de um patrulheiro elfo estar descendo o rio sorrateiramente sobre um tronco aquela noite e ter olhado para o lado. Supondo que fosse um elfo, porque os conhecendo, até um sapo poderia ter passado informações pra eles.
Silua: Se quer responsabilizar alguém por nossa fuga apressada, eu aceito a responsabilidade disso, deveria ter acordado você e termos saído naquela hora de lá, mas Irthos estava exausto e achei que teríamos um pouco mais de tempo para ele descansar.
Cristiane (Silua): você assim que Irthos me avisou sobre o que viu
Beowulf: Nay, temia que poderia ter sido os meus sons a terem acordado eles
Silua: Se algo que fizemos chamou a atenção deles ou foi apenas coincidência um deles ter passado naquela hora, talvez nunca saberemos (eu espero eles estarem prontos antes de voltarmos para o rio e o atravessarmos, sempre atenta)
Irthos (rindo): Pensei ter ouvido a pouco que atravessaríamos o rio durante a madrugada (eu sigo Silua, atento)
Silua (rindo): Eu falei que Beowulf havia sugerido isso durante a madrgada, não que o faríamos de madrugada
Beowulf: Eu desfaço a pequena fogueira improvisada e me junto a Irthos e Silua no caminho
Irthos: Ah, entendi errado então, perdoe esse lagarto cansado, ele só quer deitar numa rocha quente e dormir.
Beowulf: Sabem de uma coisa? Essa história de ser furtivo cansa mais do que uma boa batalha, especialmente por que depois da segunda sempre há a possibilidade de ir para algum lugar e beber
Silua (anuindo): Para alguém acostumado em bradar em alto e bom som ao mundo ´Eu estou aqui´ deve ser mesmo. (eu rio um pouco)
Irthos: Cansa mais, mas machuca menos dos dois lados. E ver a cara de desnorteado da pessoa que não consegue lhe encontrar faz o esforço valer a pena.
Beowulf (animado): Nay, eu prefiro a cara de pavor do inimigo ao lhe ver avançando sobre ele
Silua (rindo): Sem ser discreto, acho que Beowulf só consegue caçar porque alguns animais o vêem como um rival e decidem atacar em vez de fugir assim que o ouvem.
Irthos ri.
Beowulf: Anos atrás era mais fácil mesmo, atualmente eu dependo muito da velocidade de Gunnfaxi e da sorte
Irthos: Deve ser por isso que ele consegue se sair tão bem ao caçar javalis.
Silua anui, rindo.
Beowulf: Nay, caçar muitas vezes não depende só de conseguir chegar até próximo do animal sem ser visto, embora acredito que vocês fazem desta maneira, aye?
Irthos: Saber se aproximar sem ser visto não é o principal, mas certamente ajuda.
Silua (anuindo): A maioria dos caçadores ou se aproximam o mais que dá ou usam arcos e bestas para caaçr.
Beowulf (suspirando): Quanto tempo ainda, aproximadamente?
Silua: Não sei, temos que achar a maldita tumba ainda, e ainda teremos que ir até o centro, alguns dias só para isso
Beowulf: Vamos avançar então, com um pouco de sorte a encontramos hoje ou amanhã. Lomadil não disse quanto tempo levaríamos, ou disse?
Silua: Nem perguntamos nada a ele sobre essa tumba, apenas sobre como evitar patrulhas.
Irthos: Bem, supondo que a tumba fique mais ou menos no centro da floresta, levando em conta que estamos caminhando a quase dois dias e meio sem parar muito para descansar, ja devemos estar na metade do caminho ou quase, não?
Beowulf: Não sei, a floresta é bastante grande ao menos. A extensão dela é maior do que as Gadrafik, por exemplo
Irthos: Aye, eu sei. Metade do caminho até o centro seria a quarta parte de sua largura, no caso. Acho que isso nós quase ja fizemos, afinal caminhamos durante praticamente dezesseis horas por dia, sem mencionar o restante desta madrugada.
Silua: O centro da floresta mesmo seria mais ao norte de onde estamos e será para lá onde iremos após pegar a Corrente.
Beowulf: Aye, e eu estou achando que os elfos acabarão sendo adversários ainda mais formidáveis do que o que quer que esteja na tumba
Matheus E (Beowulf): credo, quanto que junto
Irthos: Talvez, em especial pela quantidade. Conseguiu ver quantos estavam naquela patrulha que quase nos achou, Silua? E imagino que aquilo fosse uma patrulha comum, das rotineiras, que irão dobrar de tamanho agora que sabem que há intrusos, e pelo menos três deles.
Cristiane (Silua): eu tento me recordar de quantos eu vi
Silua: Eu tento me recordar de quantos eu vi
Cristiane (Silua): lol 2
GM: Você conseguiu ver apenas dois checando o acampamento, embora tenha ouvido os passos de mais
Silua: Eu vi apenas dois examinando onde estávamos, mas pude ouvir mais passos.
Irthos: Quem me dera tivessem sido apenas dois a vir checar o campo. Se soubessemos que eram hostis, como mercenários ou bandidos numa floresta normal, nao teriam muito tempo pra gritarem por suas vidas. Mas pensar em quatro ou cinco, talvez até mais, todos tão bons no arco quanto Silua, me faz querer evitar uma boa patrulha deles.
Beowulf: E como eles são extramamente fieis a floresta, nem adianta tentar capturar um deles para interrogar
Silua anui, séria.
Irthos: E se estivessemos trazendo um elfo, como L’lanthar ou Lomadil, mesmo que o mesmo nem fosse um prisioneiro, provavelmente acabaria sendo considerado como um traitor pelos daqui da floresta.
Silua (anuindo): Se aquele que conhecemos foi exilado porque trouxe um amigo para cá…
Irthos: Eu anuo, sério, e continuo a caminhar em silêncio.
Beowulf: Aye, os elfos se recusam a trair qualquer segredo de Vidara. Mesmo Lomadil não quis falar muito sobre a floresta. (eu sigo caminhando seguindo o rio, confiando em Silua para nos manter ocultos)
A floresta parece cada vez mais ameaçadora e viva conforme vão avançando em direção ao centro dela. Constantemente procuram por algo ou alguém lhes observando. O vento parece sussurros, as folhas parecem olhos, o barulho da armadura parece uma flecha sendo preparada, seus passos parecem o som de um perseguidor. Quando a segunda noite chega, o cansaço é tremendo. Suas pernas parecem pesar demais, assim como seus equipamentos. A falta de sono tranquilo começa a cobrar o seu peso. Até mesmo o som de uma pequena queda de água, que outrora seria reconfortante parece lhes encomodar.
Mas o que mais lhe encomoda são algumas ruínas, de aparência élfica ao redor do rio, como que circundando a queda. Logo onde esta começa, outrora parecia haver um corredor de pedra bloqueando toda a passagem do rio, permitindo que a água escorresse apenas por algumas pequenas grades espaçadas regularmente ao longo da construção de pedra.
Agora no entanto, pouco resta além das ruínas dela. A maior parte dela está em pedaços, sendo impossível atravessar através dela. Bem no centro está a maior ruína, restos de algum grande edifício. Ali, podem ver uma passagem em direção ao subterrâneo, que pela formação das pedras ao redor dela, parecia ser uma passagem oculta eras atrás. O cheiro de musgo é forte e contrasta com o frescor do ar da floresta. O ar parece repleto de água, advinda da extrema correnteza do rio que se choca com força nas pedras, produzindo um som trovejante e pequenos arco-íris no que sobrou da luz do dia.
Silua: O que vocês acham que deve ser aquele prédio? Será que é a tumba?
Irthos: Dificil dizer, mas pela aparência certamente é algo antigo, sem duvida.
Beowulf: Aye, de qualquer forma, eu não consigo avançar muito mais hoje. Essa maldita floresta parece drenar as forças, como… aquela vila (eu concluo, mais baixo)
Irthos (anuindo): A diferença é que ao menos a floresta nós podemos ver. Bem, se é a tumba ou não, só descobriremos descendo por ali (eu aponto em direção à passagem). E eu torço para que seja, ficaremos loucos se tiverms que passar muito mais dias aqui.
Silua (pensativa): Teremos que descer para investigar se é ela mesmo, espero que ao menos possamos descansar um pouco antes
Beowulf: Aye, eu não gostaria de descer lá ainda hoje.
Silua (anuindo): Vamos passar a noite aqui e amanhã investigaremos
Irthos: Eu anuo, em meio a um longo bocejo que abafo com a mão.
Irthos (baixo): Primeira coisa que vou fazer quando voltar à Rondall será caçar. O bicho mais gordo que eu conseguir encontrar eu vou assar bem demoradamente numa fogueira com os melhores temperos que L´lanthar me conseguir. Depois vou dormir todo o restante do dia.
Beowulf (rindo): Decepcionante
Beowulf: Eu também bocejo
Beowulf: Talvez Arianna achará ainda mais decepcionante. (eu rio um pouco) Falando em caça, sobrou algo?
Silua: Tínhamos carne para uma semana ainda e só a comemos uma vez desde então, então a resposta deve ser sim
Irthos (rindo): A única que não está sendo afetada pelo sono, pra variar, é a Silua, começo a achar que isso é obra desse sangue celestial que ela tem. Gostaria de saber o que lhe faria esquecer das coisas pelo menos por um dia.
Silua: Não se iluda também estou cansada, você é quem está pior
Beowulf (rindo): Acho que o dia no qual ela beber um bom caneco de hidromel, mal acostumada do jeito que está, ela esquecerá de boa parte das coisas. Acho que devíamos fazer isso uma hora dessas, aye Irthos? Assim poderíamos nos sentir um pouco superiores uma vez. (eu começo a rir) Ainda me lembro do (eu coço a barba, rindo) Baeras?
Irthos (rindo): Eu ficaria uma semana inteira sem ingerir álcool só pra vê-la beber metade do que eu bebo numa taverna.
Silua (rindo): Vão esperar sentados
Irthos: Não tem problema, dragões são criaturas pacientes. Mas quanto à oferta de me sentar, vou aceitar agora, não me aguento mais em pé (eu me sento em uma pedra próxima, flexionando os joelhos com uma careta de cansaço)
Beowulf: Sem fogo novamente, eu imagino?
Silua: Eu examino as ruínas para ver se existe algum lugar onde possamos finalmente acender uma fogueira sem risco, ao menos para preparar o jantar.
GM: Não há nada que possa bloquear a visão. As ruínas estão num estado bastante deplorável, não sendo mais do que algumas pedras que o máximo que conseguiriam fazer, é bloquear parte da luz de uma direção
Silua: Infelizmente ainda teremos que o evitar, esse lugar está caindo aos pedaços
Irthos: Depois Beowulf reclama da minha idéia. Bem, vai ser do jeito tradicional mesmo (eu me levanto e vou até o baú, verificando a carne e cortando um pedaço suficiente pra janta de hoje, passando para Beowulf assim que possivel)
Beowulf: Eu seguro a carne, rindo
Beowulf (rindo): Posso imaginar que não vão sentir falta da carne assada ao jeito tradicional quando deixarmos a floresta, aye?
Silua ri.
Beowulf: Eu pego um pedaço de carne, deixando o resto numa tijela e começo a assá-la, tomando o cuidado para não produzir muitas chamas.
Beowulf: Quando eu descobri que podia controlar as chamas, Drogoth logo me falou que eu jamais conseguiria criar e controlar um grande volume facilmente. Lembro que nunca acreditei nele (eu bufo) curioso como o passado nos assombra algumas vezes, aye?
Irthos: Nem me lembre. Ao menos com meu sopro eu evoluí. Mas ter a alma de um dragão centenário dentro de você é quase ser o passado. Fico pensando se nossas memórias não vão começar a se misturar também, em breve (eu rio, levemente nervoso)
Silua (rindo): Medo de começar a misturas as coisas?
Irthos: Não seria ruim saber de coisas que ocorreram a duzentos, trezentos anos atrás, acho que até nos ajudaria. Só espero que não roube o lugar de algo que é meu aqui dentro.
Beowulf: Você ainda teme perder o controle de você mesmo, eu imagino.
Irthos (bufando, rindo um pouco no final): Pior é que dependendo o estado de humor de Razgorith, vocês nem saberiam a diferença.
Beowulf: Ah, quer dizer que quando eu ouço aqueles comentários sarcásticos ou os apelidos, é na verdade o real escamoso falando?
Irthos (rindo): Não cheguei ao ponto de pôr a culpa de meus atos nos outros ainda. Mas parte da minha personalidade deve ser influencia dele, eu era um pouco mais contido antes.
Silua (rindo): Eu ainda acho que tem um dragão de conre junto nessa mistura…
Cristiane (Silua): *cobre
Irthos: É uma de minhas dúvidas também. (bufando) Se os deuses ja cansaram de brincar conosco hoje, espero que ao menos tenhamos uma noite tranquila. Eu vou dormir de pé nessa maldita tumba, e até os deuses sabem que pra alguém lutar em seu nome, esse alguém precisa ser um vivo e não um zumbi.
Beowulf (sério): Alguns deles descordariam.
Irthos: Ao menos Bahamut, Bast e Kord preferem os vivos ainda, até onde sei.
Beowulf: Aye, o fazem. Mas admito que me sinto mal em não poder lhes ajudar na guarda noturna
Silua: Não precisa se culpar por isso Beowulf, todos aqui podem fazer algo que os demais não podem e dessa vez você infelizmente não pode ajudar. (séria) E essa noite nem você, Irthos, senão teremos quase um morto-vivo aqui
Irthos: Eu anuo, sério.
Irthos: Nem me fale, meu ultimo sono de pelo menos quatro horas foi antes de entrarmos na floresta.
Irthos (bufando): Pior é pensar que vocês estão apenas um pouco melhor.
Silua (séria): Não nego, mas Beowulf não consegue enxergar sem o auxílio de luz, portanto eu terei que assumir toda a vigília dessa noite
Beowulf: Ainda temos um pouco daquelas raízes, né?
Silua (anuindo): Temos sim, mas vamos usá-las só quando for necessário, teremos muitos dias ainda pela frente
Irthos: Não quer dormir pelo menos umas duas horas, Silua? Senão ficará pesado pra você no dia seguinte. Posso fazer esse primeiro meio-turno.
Silua: Não, Irthos, você precisa desse descanso mais que eu.
Irthos: Eu bufo, anuo e decido não tocar mais no assunto, esperando a carne ficar pronta.
Beowulf: Então você vai precisar da raiz, Silua. Se de fato formos descer nessas ruínas, precisamos estar bastante preparados. Todos nós.
Silua (anuindo): Eu sei, comerei uma junto com a janta
Beowulf: Eu termino de assar o pedaço que está na minha mão e o entrego para Silua. Pego mais um da tijela e começo a assar
Irthos: Só espero que não tenha nenhum Rakshasa vindo pra cá em busca de conseguir esse amuleto também, ou pior, que já esteja algumas horas adiantado. Ao menos cheiro de gato aqui, só o de Silua.
Silua (séria): Não agoure Irthos
Irthos: Bem, se ele quiser vir, que nos encontre então. Vamos amarrá-lo com o próprio rabo e carregá-lo até o templo de Bast. E os elfos certamente estão mais alertas desde a noite anterior.
Matheus E (Beowulf): eh a segunda noite desde o incidente, nao sei se ficou muito claro
Cleber (Irthos): pra mim não estava, thnks
Beowulf: Aye, agora que de certa forma fomos avistados, não haverá o que fazer. Vocês dois provavelmente conseguiriam seguir sem fazer nenhuma pegada, mas precisam carregar junto o Isän aqui
Silua (anuindo): Teremos que fazer o melhor que podemos agora e com sorte sairmos daqui sem provocarmos uma guerra com os elfos.
Irthos: Fossem anões na floresta eu ate poderia lhe levar pelo ar de um lado a outro pelo menos, pois é dificil ver um anão olhar pra cima sem ter uma pedra preciosa a ser observada ou alguem mais alto falando com ele.
Beowulf: Eu anuo
Beowulf: Bom, se essa entrada for para a tumba e conseguirmos achar a corrente e mais um pouco de sorte, nós logo poderemos voltar
Irthos: Eu anuo, sério.
Silua (anuindo): Principalmente porque em teoria teremos que ainda purificá-la e acho que chegar ao centro da floresta deve ser bem pior do que chegar até aqui…
Beowulf: Aí que entra a sorte. Se a corrente não estiver presa a ninguém, não precisaremos ir até lá. (coçando a barba) Há como sabermos se está ou não? (eu passo a carne para Irthos e começo a assar a minha)
Silua: Não tenho idéia, acho que só saberemos quando eu a pegar (eu penso seriamente no assunto um pouco antes de pegar uma raiz no baú e começá-la a comer junto com a carne)
Irthos: Se ela estiver no pescoço de qualquer ser e houver um ar diferente na sala onde a encontrarmos, eu começarei a ficar preocupado. (rindo) Bom se fosse só arrancá-la e sair correndo.
Silua: Baltah disse para esperarmos armadilhas lá e talvez até mortos-vivos.
Beowulf: Talvez é melhor não arriscarmos, aye? Já que estamos aqui, de qualquer forma seria melhor mergulhar a corrente do que depois precisarmos voltar.
Silua anui, séria.
Irthos: Nem brinque com essa possibilidade (eu começo a comer em silêncio, Azreth me acompanhando)
Beowulf: E a minha necessidade de ir para Isa daqui há cerca de três semanas nos coloca com um limite de tempo. Sinto muito por isso. (eu começo a comer o meu pedaço de carne, ainda um tanto cru)
Silua: Nem que você vá na frente se perceber o estouro do prazo e nós dois irmos logo depois
Beowulf: Isso se eu conseguir partir daqui usando o anel
Irthos anui, sério.
Beowulf: Eu retiro o chifre de beber do cinto e bebo um longo gole, bebendo enquanto como
Irthos: Eu termino de comer lentamente, bocejando novamente. A disposição de Azreth, que dorme todas as noites normalmente como se nada demais estivesse acontecendo, contratando bastante com a minha.
Beowulf: Deve ser bom não precisar se preocupar com muitas coisas. (eu acrescento, vendo Azreth se espreguiçar com vontade)
Irthos: Eu anuo, rindo, acariciando o pequeno dragão.
Irthos: Quem sabe um dia nós também não ficaremos assim. Quer dizer, não totalmente assim, mas você me entende. Fazer não mais que o necessário pra se manter ocupado, e as maiores preocupações sendo coisas que envolvem, no máximo, o vilarejo onde se mora.
Beowulf: Aye, eu em Nordenbeutel, passando os dias com Freyja e vendo meus filhos correr pelos salões. Vendo a neve cair, os rios começando a descongelar, o vento soprando os drakkars… (eu bebo um longo gole de hidromel) É por isso que eu luto. Luto para que a aurora chegue logo e eu possa envelhecer por Isa, me preocupando em arrancar as tripas de algum Gabraj de vez em quando
Silua anui, pensativa.
Irthos: E todo inverno convidar Azzet pra um banquete, aye?
Beowulf: Aye. Azzet e os velhos amigos, para relembrar as velhas aventuras
Irthos: Se pra que isso seja possivel eu preciso de uma boa noite de sono, melhor começar logo. Eu estendo meu saco de dormir ali perto, entre as pedras das ruinas) Antes que eu durma sentado, boa noite (eu adormeço quase no mesmo instante em que me deito)
Beowulf: Eu observo Irthos se aconchegar, não conseguindo segurar um riso
Beowulf: Nem tive tempo de perguntar, como foram as coisas em Krull?
Silua: Tranquilas e isso me deixa feliz, espero que meus problemas nunca cheguem lá
Beowulf: Aye, todos esperamos que o crepúsculo nunca chegue até lá, e que os arautos fiquem apenas nas histórias
Silua (anuindo): E para isso não poderemos falhar.
Beowulf: Nay, não podemos. (eu bebo mais um gole de hidromel) Krull é um vilarejo mais afastado, acho que pode ficar tranquila. (eu bufo, enquanto me levanto e começo a tirar a minha capa) Mas alguém poderia dizer o mesmo de Rondall, aye?
Silua (séria): Krull está longe de ser afastada como Rondall e mesmo lá os problemas vieram…
Beowulf: Eu anuo, preocupado e me deito da mesma maneira, tentando não produzir som algum
Silua: Eu olho os dois adormecidos com uma leve ponta de inveja por não poder fazer a mesma coisa, mas isso não me impede de ficar atenta durante a noite, vigiando o acampamento improvisado, a raiz ajudando a manter os olhos baeros devido a exaustão desde que entramos na floresta.
Cleber (Irthos): olha o sono…
Cristiane (Silua): hehe
Matheus E (Beowulf): baeras? RUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUN
Cristiane (Silua): abertos não baeras, hehe
Cleber (Irthos): Baeros deve ser o macho e Baeras a femea
A noite avança num ritmo lento, o barulho da queda de água ressoando fortemente, abafando até mesmo os roncos de Beowulf. Silua perscruta os arredores, na busca de algum som, orelhas em pé. Nada. Nem mesmo um pássaro. A única coisa além do som da água e do vento são os ronos de Beowulf e os ocasionais resmungos de Irthos. Quando a escuridão começa a se dissipar e os primeiros raios de Sol brilham num verde dourado, refletindo sobe o rio, Silua respira aliviada, os músculos ainda tensos
Silua: Eu reprimo um bocejo e me espreguiço fortemente, os músculos um pouco doloridos devido à noite. embora ainda não me permita relaxar totalmente a vigilância. Eu espero meus amigos acordarem.
Irthos: Eu acordo poucos minutos depois, em partes devido à claridade, em partes pela fome. Azreth me incentivando com umas lambidas, principalmente. Eu me levanto vagarosamente, me espreguiçando animado.
Irthos: Bom dia Silua. Os deuses me ouviram ou você fez alguns lobos infernais correrem e nem ouvi?
Silua (bocejando): Dia. Nâo, anoite esteve tranquila, até demais eu diria, não ouvi nen sequer o som dos animais noturnos.
Irthos (preocupado): Estranho isso. Talvez eles estejam fazendo o papel dos deuses em aumentar a nossa tensão.
Silua: Ou evitem esse lugar…
Irthos: Eu espero mesmo que seja a segunda opção. Ao menos seria um sinal de que estamos adentrando no lugar certo.
Silua: Ao menos sente-se mais disposto hoje?
Irthos (anuindo): Com certeza. Só espero que isso não a tenha lhe deixado no meu antigo estado. Proxima noite acho que vou deixar Azreth com Beowulf, ao menos nos olhos, ouvidos e nariz dele podemos confiar mesmo à noite.
Silua: Ainda devo estar um pouco melhor que você ontem, afinal na noite anterior ainda pude dormir quatro horas
Irthos: Azreth anui animado à perspectiva de poder nos ajudar com a vigia. Ele sobe numa pedra um pouco mais alta remanescente das ruínas e fica observando atento os arredores.
Irthos (sorrindo): Ele percebeu bem através de nossa ligação como eu estava cansado. Acho que deixá-lo na vigia noturna com Beowulf vai fazê-lo sentir-se menos culpado e preocupado.
Silua: Eu anuo.
Irthos: E nosso ogro aqui, vai tirar o atraso pelos dias em que ele fez a vigia sozinho? (eu empurro levemente o saco de dormir com o pé, rindo)
Cleber (Irthos): empurro = cutuco, errei o termo, hehe
Beowulf: Eu ronco um pouco mais forte por debaixo da capa, mas não acordo
Irthos (rindo): Acho que isso foi um sim. Ao menos ele vai estar bem disposto para madrugar na próxima noite.
Silua (rindo): Enfie uma caneca de bebida no nariz dele
Irthos: No sentido literal?
Silua (rindo): Aquela vez da planta anti-rtesfriado funcionou
Cleber (Irthos): falar nisso, pressuponho que trouxemos o barril de cerveja no baú?
Cristiane (Silua): Eu creio que deve estar lá sim
Cristiane (Silua): ops
Matheus E (Beowulf): aye
Cleber (Irthos): Eu encho um caneco com cerveja e bato no nariz dele
Irthos: Eu encho um caneco com cerveja, virando um pouco sobre a boca de Beowulf e bebendo o resto.
GM: O Beowulf está dormindo com a cabeça entre os braços, tampado com a capa, a fim de diminuir o barulho dos roncos
Cleber (Irthos): espertinho!
Cleber (Irthos): nos dois sentidos ao menos, hehe
Matheus: eu falei que ia dormir como as noites anteriores :P
Cleber (Irthos): ta, entao volta o act
Irthos: Eu me agacho ao lado de Beowulf, falando num tom levemente mais alto, fingindo parecer preocupado.
Irthos: Beowulf? Sumiu toda a nossa carne e cerveja enquanto dormiamos, por acaso você é sonâmbulo?
Beowulf: Eu murmuro cerveja e acabo me virando, ficando de barriga para cima, com a boca aberta e ainda respirando com força
Irthos: Cerveja? Ainda sobrou essa aqui (eu viro uma parte do caneco na boca dele e dou logo um passo para trás)
Silua: Eu observo as tentativas de Irthos para acordar Beowulf.
Beowulf: Eu acordo um tanto assustado, tossindo e cuspindo cerveja, com os olhos lacrimejantes. Eu encaro Irthos, logo à minha frente
Silua ri.
Irthos (rindo): Ouvi você pedir `cerveja´ e, já que estava bebendo mesmo, decidi lhe ajudar. Bom dia.
Beowulf: Eu urro um tanto rabujento e frustrado e me ponho de pé num salto, tentando agarrar Irthos
GM: Ataque de toque corpo-a-corpo, Beowulf
Beowulf: [ATTACK] Melee attack [47] [1d20+31 = 47]
GM: Irthos e Beowulf, teste de Agarrar
Irthos: Grapple [24] [1d20+21 = 24]
Beowulf: Grapple [43] [1d20+35 = 43]
GM: Beowulf consegue prender Irthos
Beowulf: Ainda bufando e rabugento, eu caminho até a beira do rio. Onde pego Irthos pelas pernas e o jogo em direção ao centro dele
GM: Irthos, vai tentar reagir de alguma forma?
Cleber (Irthos): Depois que eu fui agarrado eu posso reagir como?
GM: Tu pode tentar se soltar com um teste resistido de Agarrar do Beowulf vs teu Agarrar ou então Arte da fuga
Irthos: Eu rio conforme eu tento me desprender de Beowulf, tentando fazer valer de minha agilidade.
[w] Irthos: Arte da Fuga eh normal ou box?
Beowulf: Grapple [43] [1d20+35 = 43]
[w] -> Irthos: normal
Irthos: Skill [Escape Artist] [20] [1d20+8 = 20]
Irthos não consegue escapar dos fortes braços de Beowulf e é arremessado em direção às frias ágas matutinas do rio
Beowulf (bufando): Bom dia
Silua (rindo): As crianças já pararam de brincar?
Irthos: Eu saio do rio rindo quase mais do que antes de entrar, embora encharcado.
Irthos: Pra alguém que ia dormir até o meio-dia se o deixassem, você acordou de relativo bom-humor hoje.
Beowulf (rabugento): Outro banho, escamoso?
Irthos: Não, obrigado. Mas eu ja estava até ficando preocupado, afinal mesmo sendo o mais descansado de todos você não dava sinais de que ia acordar.
Beowulf: Acho que é esse o problema. Sem conseguir fazer nada nessa maldita floresta, acho que estou enferrujando
Silua (séria): Não se preocupe, aposto que teremos muito serviço para você na tumba
Irthos: Aye. E estava pensando com a Silua, você poderia fazer um turno na próxima noite com Azreth a ser seus olhos, nariz e ouvidos. Assim você ja estaria pronto pra ação se algo acontecesse, e eu também já saberia quase que de imediato.
Beowulf: Eu olho para o pequeno dragão, esperando ver a reação dele
Irthos: Ele se demonstra animado com a possibilidade de ser útil para conosco, abanando a cauda enquanto encara Beowulf .
Beowulf: Aye, por que não? Vai ser ao menos interessante
Irthos: Agora que estamos entendidos então, Beowulf, pode começar a preparar o desjejum pra nós enquanto me penduro entre um raio de sol e outro pra me secar um pouco?
Beowulf: Eu anuo e começo a preparar o desjejum
Beowulf: Tudo bem com você, Silua?
Irthos: Eu fico num ponto em que um pouco de sol atravessa a copa das árvores, me secando um pouco enquanto agradeço minha resistência natural por não estar sentindo frio devido ao banho forçado.
Silua (anuindo): Tirando o cansaço estou bem, e acho que podemos estar na área da tumba mesmo, essa noite nãoi escutei o som de nenhum animal, o que é estranho
Beowulf: Isso nunca é um bom sinal. (eu encaro a entrada para a possível tumba) E como chegaremos lá? Nadando?
Silua: Parece ser o jeito.
GM: Com essa correnteza não será muito fácil (eu olho para o lugar, preocupado)
Beowulf: Isso nunca é um bom sinal. (eu encaro a entrada para a possível tumba) E como chegaremos lá? Nadando?
Cleber (Irthos): sei como tu ta se sentindo agora
Beowulf: Com essa correnteza não será muito fácil (eu olho para o lugar, preocupado)
Matheus E (Beowulf): affs, agora que vi que colei o errado, hahahaha
Irthos: Se dependesse apenas de mim não seria bem um problema, mas penso em vocês dois. Uma pena que não tenho nada a oferecer como um anel que melhore a habilidade de nadar ou similar.
Beowulf: Não sei se terei muitos problemas também, depois das Colinas de Bronze, acho que nada mais me preocupará
Cristiane (Silua): A área ao redor da entrada tem água também?
Beowulf: Sim, é uma “espilha”
Cristiane (Silua): ?
Matheus E (Beowulf): Sim, é uma espécie de “pilha”
Matheus E (Beowulf): :P
Matheus E (Beowulf): ilha*
Matheus E (Beowulf): espilha. hahahahahaha
Cleber (Irthos): auehuaeuaueauhuhahe
Cristiane (Silua): sim, isso entendi, eu queria saber se a entrada em si está em terra
Cristiane (Silua): aka sem água entrando lá
Matheus E (Beowulf): ah sim, ela está em pedra
Silua: Eu examino a entrada à distância, para ver se existe um lugar onde possa-se amarrar uma corda
GM: Você não consegue ver nada semelhante a um pilar ou algo do tipo. Tudo o que vê são pedras soltas, onde uma corda na teoria poderia ser presa
Silua (pensativa): Você acha que consegue chegar ká nadando sem problemas, Irthos?
Irthos: A não ser que os deuses queiram ter me dado apenas uma boa noite de sono, não imagino problema algum pra chegar lá.
Silua: Você poderia ir na frente levando uma corda e depois eu atravessaria usando a corda como apoio contra a correnteza. Por fim, nós dois juntos ajudaríamos Beowulf a atravessar também.
Irthos: Posso sim, me alcance a corda que depois eu jogo uma das pontas pra você.
Matheus E (Beowulf): A minha natação não é tão ruim não, heim?
Cleber (Irthos): tambem, bonus de FOR, hehe
Irthos: Após receber a corda de Silua e garantir que não irei perdê-la, amarrando-a ao redor de meu tronco, eu entro no rio e começo a lutar contra a correnteza para chegar até a entrada da tumba.
Cristiane (Silua): Não íamos desjejuar antes? hehe
Cleber (Irthos): nao tinhamos ainda? auehauheaeuha
Beowulf: Eu começo a rir
Beowulf: Apressadinhos ele, aye?
Silua (rindo): Irthos, não quer comer algo antes?
GM: Irthos, natação
Irthos: Skill [Swim] [34] [1d20+22 = 34]
Irthos luta contra a correnteza, que lhe é surpreendentemente forte. Mas ele consegue chegar até o outro lado sem muitos problemas
Irthos (levemente mais alto): Disse algo, Silua?
Silua (alto): Perguntei se não queria comer algo antes.
Irthos: Eu começo a rir fortemente, quase me dobrando.
Irthos (baixo, rindo, balançando a cabeça): Estava tão empolgado que até esqueci disso. Ah deuses, vamos que de barriga vazia eu não me aguentarei muito tempo mesmo (eu volto a me jogar na água, voltando a nadar até a margem em que Beowulf e Silua estão
Irthos: Skill [Swim] [37] [1d20+22 = 37]
Irthos chega até o outro lado, novamente sem problemas, embora sinta os músculos doendo um pouco do esforço
Beowulf (rindo): Eu falo ou você fala, Silua?
Silua ri.
Irthos (rindo): Deixem quieto enquanto eu descanso um pouco os braços. A correnteza é um pouco mais forte do que pensei, mas fora isso não tive problemas.
Silua (rindo): Quando pediu a corda, não achei que iria se atirar no rio logo de cara…
Beowulf (rindo): E já que estava do outro lado, poderia ao menos já ter amarrado ela, aye?
Irthos: Prefiro estar do lado da corda pra garantir que ela fique lá, essa floresta já é estranha demais sem a estarmos incomodando.
Silua: Bem, vamos desjejuar e depois atravessaremos o rio para valer
Irthos: Aqui com certeza, quando os elfos chegarem, vão se perguntar quantas pessoas estiveram. Tem dois rastros de pegadas saindo do rio, e apenas uma entrando graças a Beowulf, da mesma pessoa. Eles vão pensar como uma pessoa sai duas vezes da água se só entrou uma.
Beowulf: Nao sei se eu entendi (eu falo enquanto arranco um bom pedaço de carne com uma dentada)
Irthos: Quem me dera nossos perseguidores fossem Isans então, já não teriamos problemas quanto a isso (eu corto um pedaço para mim enquanto assisto Azreth já comendo, disfarçando um riso pela minha situação)
Silua: Eu desjejeuo, observando pensativa a entrada para o subterrâneo.
Beowulf: Eu bufo, um tanto ofendido enquanto continuo a comer. Assim que termino, eu retiro a Drakengard da bainha e começo a afiá-la lentamente
Irthos (rindo): Sobre o que eu disse antes Beowulf, seja sincero, você não ficaria confuso ao ver um par de pegadas indo uma vez em direção do rio, e saindo duas vezes dele? Acho que precisaria de alguem como Silua pra tentar pressupor o que ocorreu. Já imagino os elfos quando chegaram naquele nosso ultimo esconderijo, depois do barulho que fiz recolhendo nossas coisas e as pegadas fortes que devo ter deixado no chão lamacento da beira do rio.
Beowulf: Paara ficar confuso, eu primeiro teria que ver as pegadas, aye?
Irthos (rindo, coçando a barba): Também. Mas entendeu porque eu fiz a comparação, aye? Em compensação, ao contrario de elfos, eu nao sei o que nos três poderiamos fazer contra oito Isans armados pra uma guerra se fossemos pegos sem as armas já em mão.
Beowulf: Aye, eu entendi. Apenas não me tome como um padrão para todos de Isa. Há exímios rastradores por lá, mesmo que sejam bastante inferiores a vocês
Silua (séria): Depois falam de mim. Melhor pararmos com isso antes que fiquemos a manhã toda aqui e patrulas apareçam…
Cristiane (Silua): *patruulhas
Cristiane (Silua): affs, ainda saiu pior, hehe
Irthos: Assim como seria um desastre se me tomassem como padrão para a milícia de Rondall (eu termino de desjejuar)
Irthos: Agora vocês tem certeza de que não falta nada para avançarmos?
Silua: Que me consta não
Irthos: Eu me ajeito, ficando de pé. Olho do rio para Silua, rindo.
Irthos (rindo): Agora não me peçam pra voltar.
Silua (rindo): Foi você quem se apressou antes (eu ajeito minhas coisas e espero Irthos fazer a travessia, enquanto fico vigilante)
Irthos: Eu sei! (eu me jogo outra vez no rio, esperando que seja a ultima por enquanto, e volto a fazer a travessia)
Irthos: Skill [Swim] [23] [1d20+22 = 23]
Cleber (Irthos): lol
Cristiane (Silua): argh, hehe
Irthos é surpreendido pela correnteza, sendo levado por ela e descendo pela queda d’água, parando alguns metros abaixo
[w] Irthos: essa queda dagua eh altinha e longe?
[w] -> Irthos: Dois metros de altura e algo como dez metros de onde tu começou a nadar
Silua: Você está bem, Irthos?
Irthos: Eu bufo, saindo do rio e voltando até onde Silua e Beowulf estão.
Irthos: Acho que de barriga cheia me joguei de mal jeito e ainda por cima, não previ corretamente a correnteza. Mas enquanto for apenas mau-olhado dos deuses eu vou conseguir (eu volto a entrar na água, me concentrando mais)
Irthos: Skill [Swim] [36] [1d20+22 = 36]
Dessa vez Irthos consegue cruzar a correnteza, chegando até a ilhota ao centro
Irthos: Arfando levemente após os quatro nados, eu chego até a ilha e verifico por um bom lugar para prender a corda e ajudar Silua a atravesar.
As pedras na ilha não são muito grandes, sendo apenas blocos da parede que se soltaram devido ao passar dos anos. Eles devem pesar não mais do que cem quilos.
Irthos: Eu falo um pouco mais alto, o suficiente pra Silua me ouvir.
Irthos: As pedras aqui não são muito grandes e as maiores não devem pesar mais de cem quilos, na verdade estão mais pra blocos da parede do que pedras. Amarro a corda numa delas mesmo assim?
Silua: Só se quiser um apoio extra, senão só a segure enquanto eu atravesso, é mais para ter onde me segurar caso a correnteza seja mais forte que eu e facilitar a travessia.
Irthos: Eu anuo, segurando firmemente uma das pontas enquanto jogo a outra para Silua.
Silua: Eu apanho a corda e seguro-a firmemente enquanto atravesso a correnteza do rio até a ilhota.
GM: Silua, faça um teste de Natação e Irthos um de Força para segurar a corda
Irthos: Strength bonus [23] [1d20+6 = 23]
Silua: Skill [Swim] [23] [1d20+10 = 23]
Silua consegue cruzar o rio graças a ajuda de Irthos, que segura a corda com bastante firmeza
Silua: Vais querer a corda também, Beowulf?
Beowulf: Nay, não será necessário. (eu olho melhor para as ruínas, vendo se é possível chegar lá apenas pelo rio ou a possbilidade de saltaratravés das pedras
GM: Há sim como chegar através de alguns saltos, sendo dois fáceis e o terceiro um tanto mais longo e complicado
Beowulf (alto): Eu vou ir através das pedras, afastem-se um pouco e tomem cuidado! (após me certificar de estar com tudo, eu avanço correndo, tentando saltar entre as pedras
GM: Beowulf, três testes de saltar
Beowulf: Skill [Jump] [45] [1d20+31 = 45]
Beowulf: Skill [Jump] [47] [1d20+31 = 47]
Beowulf: Skill [Jump] [38] [1d20+31 = 38]
Cleber (Irthos): 18!
Cleber (Irthos): ahhh
Cristiane (Silua): dá para fazer inveja a um canguru…
Matheus: felinos não saltam melhor do que cangurus?
Cleber (Irthos): depois no filme do Final Fantasy VII reclamam quando o cara pula de um predio a outro, auheuahea
Cristiane (Silua): não sei, para falar a verdade
Beowulf consegue saltar facilmente através dos dois primeiros buracos, mas a falta de velocidade para o terceiro faz com que ele aterisse com certas dificuldades na ilhota do centro, perdendo o equilíbrio e resbalando na superfície molhada, batendo contra a parede com força. A força do impacto faz mais algumas pedras se soltarem e caírem na água
Matheus: eu tenho medo dos gatos pulando, muito ninjas!
Beowulf: Ooof! (eu exclamo ao atingir a parede e perder parte do ar)
Silua (preocupada): Está bem (eu vou até ele)
Cristiane (Silua): bota um ? no final
Irthos (levemente preocupado): Se eu fosse a tumba estaria muito preocupado agora, senti o tremor aqui. Tudo bem com você, Beowulf?
Beowulf: Aye, só um pouco abalado e dolorido. Nada demais (eu retiro o elmo e o avalio, feliz em ver que ele está normal)
Irthos: Pelo lado positivo, pode ter feito algum bloco de pedra cair sobre os mortos-vivos lá embaixo, menos problemas pra nós. Bem, quem vai primeiro?
Silua: Deixem eu dar uma primeira olhada antes já que sou mais silenciosa e não preciso de luz para ver lá dentro (sem esperar resposta, eu investigo cuidasosamente a entrada antes de acionar o anel e descer devagar, sempre atenta a problemas, como armsadilhas ou inimigos)
Irthos (anuindo, baixo): Dois bons motivos.
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Grande amante de diversos estilos de Metal, incluindo Power, Folk, Pagan e Viking, passou a jogar RPG por influência dos amigos e desde então nunca parou. Leitor ávido, adora livros de fantasia, e vem atualmente lutando para vencer uma lista de livros que não para de crescer. Nerd e gamer, a carreira de desenvolvedor de software lhe foi uma escolha óbvia e gratificante. Também é pagão, vendo seus ideais representados na religião de seus antepassados.
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Esta entrada foi postada em quarta-feira, 1 junho 2011 às 11:57
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