Beowulf (preocuado): Irthos?
Silua: Como você está? Fiquei assustado quando as lâminas te pegaram em cheio antes.
Irthos: Eu vou sobreviver (eu me sento, exausto). Seria pior sem Silua. O pior foram as roupas (eu olho para o sobretudo, parecendo uma jaqueta comprida e rasgada, a calça rasgada em varios pontos na coxa de onde sangue continua escorrendo, a capa de lobo com os pelos encurtados)
Silua (rindo): Ao menos a calça e o sobretudo se auto-consertam, senão teria mais um pelado na floresta
Beowulf (bufando): Ao menos eu mostraria para os trepadores de árvores o que é um homem de verdade
Irthos: Se consertam sim, mas não tanto de uma vez. Vou estar um tanto arejado por pelo menos um dia. Mas as poções se foram também. Quase três mil peças de ouro delas (eu olho para os frascos quebrados no chão)
Beowulf (rindo): Aye, vocês lidam com isso bem melhor do que eu
Silua: Ao menos estamos todos vivos ainda e é isso que importa, poções compra-se novas.
Irthos (arfando): Verdade
Silua (rindo): Podia ser pior, podia ter um daqueles óleos de fogo no cinto como eu aquela vez…
Irthos (rindo): No meu caso ia sair bastante vapor então.
Silua (rindo): Aquela vez fiquei com falhas no pelo por um bom tempo…
Irthos (rindo um pouco): E dessa vez vamos buscar irmos inteiros para a proxima sala, aye? Primeiro Beowulf que não se curou, e nessa ultima eu entrei com alguns ferimentos.
Silua (anuindo): Vamos nos remendar antes (rindo) Eu quase sai intacta da luta, se não fosse aquele último truque dele (assim que eles baixam as proteções eu lanço as duas magias de cura leve em massa, ambas fortalecidas para melhorar sua eficiencia)
Silua: Spell [Curar ferimentos leves em massa] (+15) [19] [1d8+15 = 19]
Silua: Spell [Curar ferimentos leves em massa] (+15) [17] [1d8+15 = 17]
Cristiane (Silua): aumentem ambas em 50%
Silua: Eu lanço depois as 3 curas leves em Irthos.
Cleber (Irthos): acabou as cargas da varinha?
Cristiane (Silua): não, apenas economizar um pouco, contra inimigos tirando um monte de PVs por rodada, dependendo do caso 1d8+5 não ajuda muito em luta, hehe
Silua: Spell [Curar ferimentos leves] (+15) [29] [3d8+15 = 29]
Cristiane (Silua): joguei os 3 de uma vez
GM: Ele ainda continua razoavelmente ferido
Silua: Eu decido guardar as demais magias caso tenhamos mais alguma luta antes de sair desse lugar e pego a varinha.
Silua: Item [Varinha cura grave (20 cargas)] (+5) [27] [3d8+5 = 27]
[w] -> Silua: Ele precisaria de mais duas cargas para ficar completamente curado
Silua: Eu uso a varinha mais duas vezes.
Silua: Item [Varinha cura grave (19 cargas)] (+5) [15] [3d8+5 = 15]
Silua: Item [Varinha cura grave (19 cargas)] (+5) [18] [3d8+5 = 18]
GM: Ele já está bem melhor, embora conitnue com alguns ferimentos leves
Silua: Como está, Irthos?
Irthos: Se pudessemos dormir ou eu pudesse voltar à forma humana acho que não teria nem as cicatrizes. Uma carga da varinha será mais que suficiente para estar perfeito. Não sabemos se esses foram os ultimos oponentes, e agora sem as poções pra usar em meio à batalha, eu e Beowulf estamos em alerta.
Silua: Eu anuo e uso a varinha uma última vez nele e depois uso uma em Beowulf.
Silua: Item [Varinha cura grave (17 cargas)] (+5) [20] [3d8+5 = 20]
Silua: Item [Varinha cura grave (16 cargas)] (+5) [24] [3d8+5 = 24]
Cristiane (Silua): a segunda é do Beo
[w] -> Silua: Beowulf está praticamente inteiro, ele precisaria de mais duas para estar completamente curado
Silua: Eu uso a varinha mais duas vezes em Beowulf.
Silua: Item [Varinha cura grave (15 cargas)] (+5) [15] [3d8+5 = 15]
Silua: Item [Varinha cura grave (14 cargas)] (+5) [20] [3d8+5 = 20]
Cleber (Irthos): (y)
GM: Item [Varinha cura grave (15 cargas)] (+5) [15] [15]
Matheus: malz, arrastei pro lugar errado haha
Cristiane (Silua): lol
Cristiane (Silua): Mestre roubando minha varinha, hehe
Beowulf: É o suficiente Silua Imagino que tenhamos gastado quase toda essa varinha só nessa aventura, aye? Malditos trepadores de árvores e malditos mortos-vivos
Silua (anuindo): Precisaremos adquirir outra assim que der, e recomendaria pegar uma de cura crítica, essa aqui já está sofrendo para nos remendar.
Irthos: Pelo menos entrando nessas aventuras suicidas, estamos impedindo novatos de tomarem nosso lugar, e agora, felizmente, temos eles pra cuidar das aventuras mais banais.
Silua (rindo): Irthos inspirado novamente, o melhro sinal de que ele está bem (eu guardo a varinha e depois procuro a quarta pedra)
GM: Procurar
Silua: Skill [Search] [24] [1d20+20 = 24]
Matheus: Procurar IN DA BOX!!!eleven!1
Cristiane (Silua): sorry
Silua consegue enncontrar a pedra sem muitas dificuldades, porém novamente apenas ela
Silua: Eu guardo a pedra na algibeira, junto com as outras três.
Silua: Bem, terminamos de checar as quatro portas e respectivas salas. Checar para onde o resto desse corredor nos leva?
Irthos: Se aquele elfo ficar sólido, Beowulf, por favor estrangule-o por mim. (eu me preparo para continuarmos)
Silua: Eu rio um pouco e saio da sala, seguindo pelo corredor, vendo para onde ele vai.
Beowulf: Eu vou é partí-lo ao meio (eu bufo e saio da sala também)
Irthos: Depois de estrangulá-lo (eu sigo ambos, alerta)
Cristiane (Silua): Mais uma porta, espero que não sejam mais esqueletos ou mortos-vivos em geral (eu me posiociono cautelosa em frente a porta)
Silua: Mais uma porta, espero que não sejam mais esqueletos ou mortos-vivos em geral (eu me posiciono cautelosa em frente a porta)
Irthos: Os esqueletos comuns, burros e estalando uma espada enferrujada em nossa direção, de tamanho normal e que são desmantelados com um bom golpe, eu não me importava nem de ver uma dúzia. Mas como esses anteriores, infernos!
Silua (anuindo): Sempre ouvi dizer que esqueletos não primam exatamente pela capacidade de raciocínio, mas esses quatro aí pareciam que eram de carne e sangu, pelo jeito como agiam.
Beowulf: Aye, pareciam. A culpa disso tudo é da magia.
Irthos (bufando): A culpa de muita coisa é. Vamos acabar logo com isso antes que fiquemos malucos.
Silua: Prontos?
Irthos: Eu anuo, pronto para entrarmos.
Beowulf: Eu anuo também, sacando a espada
Silua: Eu checo cautelosa a porta e só depois a abro.
A porta se abre sem problemas algum e revela… um quarto. Um grande e imenso quarto que deveria ter sido luxuoso há eras passadas. Já que agora ele se encontra destruído e coberto de mofo, o cheiro sendo quase insuportável. Numa das extremidades da sala, embora o que Silua e Irthos vejam seja apenas um quadro duma caveira, Beowulf vê uma delas brilhando num tom azul claro no meio da escuridão profunda da sala
Beowulf: Eu me ponho em prontidão, dando alguns passos à frente assim que vejo a figura da caveira
Irthos: O que foi, Beowulf? (eu fico alerta)
Silua: O que foi Beowulf? Notou algo?
Beowulf (bufando): Como assim notei algo? Infernos, aquilo brilhando lá na frente! (eu aponto com a espada para frente)
Silua: Não estou vendo nada além de um quadro com uma caveira
Irthos: Eu anuo, preocupado.
Beowulf (bufando): Quadro é? (suspirando) Vocês e seus olhos…
Irthos: Se estivessemos numa taverna eu diria que você havia bebido, mas estou falando sério. Só vejo um quadro de uma caveira.
Silua (anuindo): Também falo sério, não vejo nada de incomum, fora o mau gosto do dono em querer um quadro assim num quarto
Beowulf: Eu dou mais alguns passos para frente, tentando iluminar o objeto, mantendo-me atento
Irthos: Eu me mantenho alerta, perscrutando o ambiente.
Silua: Eu também fico alerta.
Assim que Beowulf se aproxima da caveira e a luz da espada a atinge, ele também consegue ver o quadro da caveira
Beowulf (bufando): Aparentemente ela brilha no escuro
Irthos: Talvez por enxergarmos melhor no escuro ele já pareça normal desde sempre, mas é estranho esse brilho de toda forma.
Silua (intrigada): Mas então porque só você viu isso? (eu me aproximo, curiosa, mas atenta)
Beowulf: Aye, deve ser por isso Irthos. Isso era o quarto de alguém? Pelo tamanho mais parece um harém
Irthos: Eu também me aproximo, igualmente intrigado.
Silua (pensativa): Se essa caveira brilha, deve ter um motivo para isso. (eu me aproximo devagar e checo o local)
GM: Observar
GM: [BOX] Silua -> Skill [Spot] [41] [1d20+22 = 41]
GM: Observando bem o quadro, ele parece com um quadro regular, não fosse por ser de uma caveira. Prestando mais atenção, os buracos dos olhos, nariz e boca são circulares e todos eles parecem ser uma espécie de reêntrancia, como um buraco de verdade
Silua: Eu penso um pouco e acabo pegando uma das pedras com runa e comparando seu tamanho e formato com os dos buracos na caveira, mas sem tentar encaixá-la ainda.
GM: Ela parece caber
Silua: Creio que as pedras que pegamos pertencem ao nosso ´amigo´ brilhante aqui.
Irthos: Mas as runas nelas me pareciam diferentes, há algo no quadro que possa indiicar qual deve ser posta onde? Odiaria algum tipo de armadilha por colocarmos elas nos lugares errados.
Silua: Eu primeiro checo para ver se todas as pedras são idênticas em tamanho e depois dou uma examinada para ver se acho alguma pista de como encaixá-las corretamente.
GM: Não, as pedras não possuem o mesmo tamanho ou forma. Há apenas uma possibilidade para cada pedra
Silua: Eu chequei aqui e não há como errar o encaixe delas, são diferentes entre si (eu faço sinal para se aproximarem, antes de colocar as pedras em seus lugares)
Beowulf: Eu me aproximo de Silua, anuindo ao chamado dela
Irthos: Eu me aproximo, curioso.
Silua (rindo): Como foi você quem viu a caveira brilhando, coloque as pedras dos olhos (eu lhe passo as duas pedras), Irthos cuide da boca (eu passo a pedra dele) e eu do nariz.
Cristiane (Silua): esqueci de pôr Beowulf na frente da frase, hehe
Irthos (rindo): Também não precisava da ironia, Silua. Eu com a boca e você com o nariz?
Silua (rindo): Quer trocar?
Irthos: Não.
Silua: Ainda rindo um pouco, eu encaixo minha pedra em seu lugar.
Beowulf: Eu pego as duas pedras com uma mão e seguro a espada com a outra, mantendo o local iluminado. Eu coloco as duas pedras nos buracos
Irthos: Eu encaixo a minha pedra no seu devido lugar, ansioso com o que virá.
Assim que vocês encaixam suas pedras, o quadro simplesmente some, exibindo uma passagem de pedra natural. Bastante úmida, conseguem ouvir o som da água pingando
Silua (rindo): Já tinha ouvido histórias sobre passagens secretas atrás de quadros, mas nunca esperava ver uma.
Beowulf (coçando a barba): Me pergunto o que aconteceria se simplesmente tivessemos o tirado da parede
Irthos: Prefiro não saber, as possibilidades são muitas.
Irthos: (Azreth) [0]
Silua: Na melhor das hipóteses uma parede vazia e nenhuma passagem.
Irthos (rindo): Espere um pouco, uma parede é sólida. Uma parede vazia não seria obrigatoriamente uma passagem?
Silua (rindo): Parede vazia no sentido de parede sem nenhum ornamento.
Irthos (rindo): Porque não explica da maneira simples já de começo? Bem, vamos lá. Ver o que nos espera agora.
Silua (rindo): Você entendeu (eu sigo cautelosa pela passagem, atenta a quaisquer surpresas)
Beowulf: Ao contrário de mim que não faço a mínima ideia sobre o que estão falando. Quer que eu vá na frente?
Silua: Quer correr o risco de tropeçar em alguma armadilha? Nâo sabemos o que mais poderemos achar por aqui
Beowulf (rindo): Ah é, me esqueci desse detalhe. Mas é melhor o remendável do que o remendados, aye?
Silua (rindo): Louco para poder se atirar na frente, hein?
Beowulf: Louco para não ver vocês dois feridos (eu ajusto o escudo no braço)
Irthos: Se for, por favor vá uns bons metros adiante pra não respingar nada em nós, e tente segurar bem o teto ou as paredes entao.
Silua: Vá então, mas não me responsabilizo por armadilhas não detectadas (eu paro séria e deixo ele passar na frente e sigo logo atrás, atenta)
Irthos: Eu sigo logo atrás de Silua, atento.
Beowulf: Piada ou reprovação, Irthos?
Irthos: A terça parte do ultimo, o restante do primeiro.
Beowulf: Eu bufo
Beowulf: Vá então Silua, talvez seja melhor mesmo
Irthos ri.
Irthos: A piada ainda é maioria, se você se lembra quanto é a terça parte.
Silua (rindo): As crianças já decidiram?
Beowulf: Eu já. Mas vejo que sou minoria. É só que… (eu aperto o punho da espada e indico o caminho com a cabeça)
Silua (impaciente): Vai lá, você não vai sossegar se não poder liderar ao menos uma vez aqui.
Beowulf: Não é questão de liderar… (eu falo incerto e com um sorriso, empurro Silua caminho adentro)
Silua: Eu suspiro e continuo seguindo pela passagem, sempre atenta.
Irthos: Faço questao, ao menos, de que vá logo atrás de Silua. Eu sou escamoso o sufiiciente pra sobreviver ao que pode vir e sei correr rápido o suficiente de volta caso o precise. Por favor, eu insisto (eu aponto na direção da passagem e fico esperando Beowulf)
Beowulf: Eu anuo e sigo atrás de Silua
Irthos: Eu sigo logo atrás, mantendo-me em constante alerta.
Vocês seguem pelo corredor estreito e inicialmente baixo, que vai aumentando conforme vão seguindo. Após uma volta do corredor, um precipício se forma à frente de vocês. As arestas dele são muito retas para acreditar que foi feito de maneira normal. O teto nesse lugar possui perto de quatro metros de altura
Cristiane (Silua): Qual a largura desse precipício?
GM: Perto de três metros
Beowulf (rindo): Acho que essa armadilha eu teria visto
Silua (rindo): Só se alguém viesse correndo a toda para cair aqui (pensativa) Mas o fato de aparentar ser de origem não-natural e aparentemente fácil de ultrapassar com um pulo não me cheira bem, não duvido se não tem mais nada por trás desse brurado.
GM: O comprimento é três metros, não sei se tu não te confundiu
Irthos: Pois é, com essa alltura e distância, Beowulf poderia saltar com certa facilidade e eu voar. Não creio que seja tão simples assim.
Cristiane (Silua): largura que eu quis saber era para pular o buraco mesmo
Beowulf: O que faremos?
Cristiane (Silua): se não é 3 m, é qaunto então?
GM: So contar os quadrados :) Cerca de 7,5m
Cristiane (Silua): é que tu raramente faz teus mapas bonitinhos em escala nesses casos, hehe
Silua: Eu analiso a área em redor da borda do buraco para ver se não há alguma coisa a mais.
GM: Procurar
GM: [BOX] Silua -> Skill [Search] [21] [1d20+20 = 21]
GM: Olhando ao redor do buraco você não consegue identificar algo
Silua (pensativa): Não vejo nada de diferente desse lado (eu olho em volta para ver se acho uma pedra ou algum fragmento que possa ser arremessado)
GM: O corredor está completamente sem qualquer maneira de pedra
Silua: Irthos, veja se consegue sobrevoar esse buraco, mas não se arrisque, se notar algo errado pouse na hora.
Beowulf (rindo): Pousar?
Silua: Recuar para o lado mais p´roximo
Irthos (rindo): Meio dificil se estiver no meio do caminho.
Silua: Eu sei, por isso vá devagar, sondando o caminho.
Irthos (bufando): Licença então (eu quase cotovelo Beowulf e Silua para chegar até o lugar. Começo a bater as asas e, no começo do precipício, testar, ainda flutuando, se consigo pisar em algo, se porventura a queda nao é uma ilusao.)
GM: Seu pé afunda, sem conseguir tocar algo sólido
Beowulf (bufando): Cuidado, escamoso
Irthos: Pelo menos está testado que não é uma ilusao feita pelo elfo entediado pra deixar-nos quebrando a cabeça (eu avanço mais um pouco, sempre alerta)
GM: Você avança pelos primeiros metros, sem problema algum
Irthos: Cauteloso e receoso de nada ter acontecido, eu avanço mais um pouco, pronto para avançar com tudo ou recuar dependendo da situação.
GM: Ao tentar avançar um pouco mais, você se choca com uma parede invisível, quase perdendo o equilíbrio e caindo para o precipício
Silua (preocupada): Você está bem? O que houve?
Irthos (bufando, levemente nervoso): Parede invisível maldita (eu recuo de volta à terra firme, levemente frustrado.
Silua (preocupada): Ainda bem que era você, se um de nós tivesse pulado teria caído no buraco.
Beowulf: E agora? Será que consiguimos arrebentar ela?
Silua: Irthos, você tem como avaliar se essa parede vai até o teto?
Cleber (Irthos): arremessar Azreth na altura do teto pra ver se bate em algo ou passa reto tambem servia
Irthos: Tenho sim (eu volto ate a barreira com calma e busco tateá-la até o teto pra descobrir se, em algum momento, ela deixa de existir.)
GM: Ela vai até o teto
Irthos (bufando): Ela vai até o teto. Será que é quebrável?
Beowulf (rindo): Dê uma cabeçada!
Irthos: Espertinho. (eu saco a Hyinen e tento atingir a barreira com força)
GM: A Hyinen atinge a barreira com um golpe, mas não consegue ver se causou algum dano
Irthos: Possivel de ser atingida ela é, mas não faço a menor idéia se isso afetou em algo.
Beowulf: E nós não temos uma coisa pesada para arremessarmos, ou temos?
Silua: Ao menos aui onde estamos não tem nada, só se procurarmos na sala anterior
Irthos (rindo): Beowulf nao consegue arrancar uma daquelas portas, traze-la ate aqui e jogar contra?
Beowulf: É uma boa ideia, aye?
Irthos: O é (eu volto ao chao)
Beowulf: Esperam por aqui ou é melhor irmos junto?
Silua: Tem receio de acontecer algo?
Beowulf: Sempre há aquelas histórias em que algo de ruim acontece quando o grupo se separa
Silua: Vamos lá então (eu sigo junto de Beowulf até a entrada da sala anterior)
Irthos: E prefere não contrariá-las, aye/? (eu sigo ambos, atento)
Beowulf: Eu vou até a porta da sala anterior e tento arrancar a porta
GM: Beowulf, teste de FOR
Beowulf: Strength bonus [34] [1d20+16 = 34]
A porta range conforme Beowulf faz uma força incrível, arrancando até mesmo parte da pedra que prendia a porta
Beowulf: Pronto. Já que estamos aqui, querem fazer mais alguma coisa?
Irthos: Não que eu lembre de algo.
Cristiane (Silua): aquele corredor pára junto a essa sala onde estamos ou ainda prossegue adiante?
Cristiane (Silua): no caso, o corredor por onde entramos nessa sala originalmente
Cristiane (Silua): ah, com a borda bem em cima não dava para ter certeza, hehe
Silua: Também não.
Beowulf: Eu levo a porta até onde estávamos
Vocês retornam até o precipício, com um pouco de dificuldades em passar Beowulf e a porta pelo corredor
Irthos: Agora, faça seu melhor e vamos ver o que acontece. Essas portas me parecem bem sólidas.
Silua: Bem, é com você agora Beowulf.
Beowulf (anuindo): Aye, afastem-se um pouco
Silua: Eu recuo um pouco.
Irthos: Eu anuo, dando distancia para Beowulf conseguir se movimentar melhor.
Beowulf: Eu dou um passo para trás e pegando um pouco de embalo, eu urro e arremesso a porta para o outro lado
GM: Força, Beowulf
Beowulf: Strength bonus [17] [1d20+16 = 17]
Beowulf tenta arremessar a porta, mas ao dar um passo para frente, a porta trava no chão, ele tropeça e escorrega, indo em direção ao precipício
GM: Reflexos
Beowulf: Reflex save [17] [1d20+13 = 17]
Beowulf escorrega demais, caindo em direção ao precip;icio, bem próximo da borda
Beowulf: Eu urro e tento me segurar na borda, desesperado
GM: Escalar
Beowulf: Skill [Climb] [30] [1d20+22 = 30]
Silua: Eu corro para tentar ajudar Beowulf.
Irthos: Eu olho assustado à cena antes de urrar e me jogar na direção de Beowulf, pronto para ajudá-lo, voando ou não.
Beowulf consegue se prender a borda, cravando as mãos com força alguns metros abaixo
Beowulf: Desesperado, eu tento escalar alguns centímetros, para alcançar Irthos e Silua
GM: Escalar
Beowulf: Skill [Climb] [42] [1d20+22 = 42]
GM: Irthos e Silua, Força
Irthos: Strength bonus [16] [1d20+8 = 16]
Silua: Strength bonus [9] [1d20+5 = 9]
Beowulf escala alguns centímetros e pega a mão de Irthos e Silua que não conseguem aguentar o peso do Isän desesperado. Após ser novamente solto, ele dá um salto para cima e consegue colocar os braços acima do precipício, arfando desesperadamente
Silua: Após quase cair com o tranco tentando ajudar Beowulf, com a ajuda de Irthos tentamos ajudá-lo a terminar de subir.
Beowulf: Eu me sento, arfando
Beowulf (bufando): Odeio ser eu às vezes
Irthos: Atrapalhado ou pesado demais para ser erguido? De toda forma, você só teve azar. Mas veja pelo lado bom, você escalou essa coisa muito melhor do que quando subimos as Gadafrik.
Silua (aliviada): Ao menos você ainda está conosco.
Beowulf: Muito músculo e pouco controle sobre eles (eu me ponho de pé) Ao menos a porta não caiu. Afastem-se
Irthos: Eu anuo, dando espaço para Beowulf realizar a manobra novamente.
Silua: Eu anuo, recuando um pouco.
Beowulf: Eu dou alguns passos para trás antes de tentar novamente, um pouco mais cuidadoso – e irritado – dessa vez
GM: Outro teste de FOR
Beowulf: Strength bonus [28] [1d20+16 = 28]
Beowulf arremessa a porta contra o buraco com bastante força. O barulho dela cortando o ar, assim como o movimento da porta são interrompidos por alguns breves instantes, perceptíveis apenas o suficiente para os olhos treinados de Irthos e Silua, mais ou menos na metade do precipício antes de seguir sua trajetória e aterrissar metros além
Beowulf: Funcionou?
Silua (animada): Ela acertou algo no meio do caminho e caiu do lado oposto, deve ter funcionado. Irthos, avalie o tamanho do estrago para nós, por favor.
Irthos: Aye! (eu voo ate o local onde a porta bateu na parede invisível, vendo se toda ela foi quebrada ou apenas onde a porta a atravessou)
Você tenta procurar pelo estrago causado pela porta arremessada. Tateando o ar descobre que praticamente todo a barreira foi destruída. Descobre isso após se cortar no que parecia ser o restos da barreira, semelhante a vidro. É o suficiente para saltarem através
Irthos: Eu resmungo um pouco devido aos leves cortes.
Irthos: Quase toda a barreira foi destruida, só restam alguns fragmentos proximos ao teto e paredes que são afiados como cacos de vidro, mas nada que vá interromper o salto de vocês.
Beowulf: Pretendo atravessar como, Silua? Saltando, junto de Irthos ou quer que eu a leve?
Cristiane (Silua): Não seria um salto tão complicado, não?
GM: É consideravelmente complicado, nada que ache impossível de saltar
Silua: Posso não ser uma saltadora tão boa quanto você, mas isso aqui também não é impossível de saltar.
Beowulf: Certo, só não tente dar uma de Beowulf e cair penhasco abaixo
Silua: Não obrigada, deixo isso para você.
Irthos (rindo): As crianças já terminaram de se decidir?
Silua (rindo): Já
Beowulf: Eu olho para Irthos com uma expressão irritada e dando um passo para trás, eu pego embalo e salto na direção do outro lado – e da dele também, tentando levá-lo junto comigo
GM: Beowulf, Saltar e ataque de toque
Cleber (Irthos): tu meio que estragou o que ia fazer
Cleber (Irthos): meio que completamente
Cleber (Irthos): agora vai tambem
Beowulf: Skill [Jump] [51] [1d20+31 = 51]
Cristiane (Silua): lol
Beowulf: [ATTACK] Melee attack [42] [1d20+31 = 42]
GM: Irthos, TR de reflexos
Irthos: Reflex save [26] [1d20+21 = 26]
Beowulf salta com maestria, agarrando Irthos no meio do caminho e aterrisando facilmente do outro lado, com o dragão entre os braços
Beowulf (bufando): Isso responde? (eu solto ele)
Irthos (bufando): Responde sim.
Silua: Beowulf é o mais alto de nós, mas frequentemente parece ser o mais criança (eu digo alto, antes de recuar e correr para o impulso do salto)
Silua: Skill [Jump] [23] [1d20+21 = 23]
Silua salta com certas dificuldades, aterrisando com os pés e as mãos no chão, centimetros além do buraco
Silua: Eu me levanto, disfarçando o alívio por ter evitado o buraco.
Beowulf: Tudo bem, Silua?
Silua (anuindo): Tudo
Beowulf: Mais algo, ou podemos seguir?
Silua: Podemos seguir
Irthos: Acho que agora podemos. Embora estou quase certo que essa foi a parte fácil do desafio.
Beowulf: Aye, é bem provável que sim. Embora eu tenha achado essa ideia duma parede invisível algo bastante sádica (eu resmungo enquanto saco novamente o escudo)
Silua: Se não tivéssemos alguém para investigar ali sem precisar pular, um de nós teria ido parar no fundo do abismo.
Irthos: E não é dificil imaginar quem aqui é mais hábil no salto que o tentaria.
Beowulf (preocupado): Aye, não é uma boa maneira de morrer, definitivamente. Cair até que esse maldito buraco acabe só os deuses sabem quantos metros abaixo
Irthos (rindo): Se é que há fim, afinal eles são sádicos.
Silua: Acho que só magia poderia fazer um buraco sem fim, se é que isso é possível (eu comento séria, antes de voltar a guiar, sempre atenta a surpresas ao longo do caminho)
Irthos: Assim como eu acho que só magia pra fazer uma parede de ossos se juntar num esqueleto e a alma de um elfo aparecer do nada, então fiquem alertas (eu sigo pelos corredores, atrás de Silua)
Beowulf: Odeio magia (eu sigo atrás de ambos, frequentemente olhando para trás, por cima do ombro)
Assim que começam a seguir pelo caminho, uma mão gelada toca no ombro de Irthos. Ao se virar assustado, ele vê o mesmo fantasma/espírito que lhes cumprimentou na entrada da masmorra
Espírito (animado): Olá!
Irthos (me recompondo): Olá, quanto tempo. Estava com saudade de nós?
Silua: Eu me viro ao ouvir eles.
Beowulf: Eu me viro também, apontando a espada
Espírito: Tire essa coisa pontuda para lá. Não quero lhes machucar (baixinho) ainda. O que acharam dos meus desafios, emocionantes?
Beowulf (bufando): Sádicos
Espírito (rindo): Sádicos?
Beowulf (anuindo): Aye, sádicos.
Espírito: Tão sádicos quanto o seu escorregão, seu brutamontes burro?
Beowulf: Eu aperto os punhos com força, não respondendo nada
Espírito sorri
Irthos: Poderia só ter caprichado mais com a decoração das salas, sabe, ver a mesma coisa ao entrar em cada uma das quatro primeiras salas. Elas fizeram aquela biblioteca da sala anterior parecer fora de contexto. Porventura cada um daqueles esqueletos representa alguém que morou aqui e aquilo eram os quartos deles ou estavam lá apenas pra diversão mesmo?
Espírito: Eles são os restos de todos que tentaram invadir meu local de descanso e morreram aqui. Aí eu tive esse ideia. Legal não? A sua cabeça teria ficado bastante interessante num deles…
Irthos: Ah não, acho que você não se interessaria muito. Tem muito mais ossos pra juntar e, além do mais, eles são tão teimosos quanto o dono. Provavelmente iriam querer ficar batendo em você e não nos invasores, toda vez que fossem montados. Por enquanto tenho que recusar a oferta, sem ressentimentos. Mas você faz isso apenas por diversão ou porque, mesmo que a contragosto, tem uma missão a cumprir?
Espírito: Se eu tenho uma missão para cumprir, protegendo isso aqui?
Irthos (anuindo): As vezes quase penso que você precisa proteger isto aqui para proteger a si mesmo. Sua existência findaria se conseguissemos nosso objetivo, eu imagino? (um pouco triste) Posso imaginar como é.
Espírito (rindo): Ah sim lagartixa, eu imagino que sim. Qual o objetivo de vocês realmente, apenas para confirmar o que eu imagino ser?
Silua (séria): Você mesmo disse na entrada estar ciente do que queríamos aqui, a Corrente.
Espírito: Ah, alguem com cérebros aqui. Uma pena que seu corpo não tem uma aparência muito bonita, ele me teria bastante serventia depois de morto
Beowulf: Eu aperto mais os punhos, repugnado
Silua: Prefiro ser assim do que um fantasma que se diverte às custas dos outros com ´brinquedos mortais´
Espírito: E que temperamento! Me diga, se é que uma aberração como você sangra, você está sangrando nesses dias, não está?
Silua (rindo): Porque quer saber? Queria ter nascido mulher?
Irthos (rindo): Quase parece.
Espírito: Não minha cara, por que seu humor está igual ao das últimas oito elfas que eu matei. Elas também sangravam naqueles dias e sangraram ainda mais depois que conseguiram me tirar do sério
Silua: Mulheres podem ficar irritadas sem precisar de motvos naturais para isso, (séria) e garanto que você não precisa de nenhum motivo para nos querer ferir, não é?
Espírito: Ah não, eu sou sádico, como o imbecil amigo brutamontes de você acabou de falar, não é? A mãe dele foi estuprada por uma gigante, assim como a sua foi por um dragão e a dela por um rakshasa?
Irthos (sério, bufando): Estou tentando imaginar até agora quem foi que estuprou a sua, enquanto você assistia horrorizado a cena, para ter se tornado assim tão sádico. Provavelmente deve ter matado o infeliz logo depois, não é?
Espírito aplaude
Espírito: A história da minha vida, você é bom com adivinhações, então posso julgar que também sou, não é?
Irthos (dando de ombros): Se você diz. Ainda acho que no final sua real intenção é nos atrasar o suficiente para alguma patrulha lá em cima chegar, entrar no local visando nos prender e você poder então matar uma dúzia ao invés de três gatos pingados. Eu só espero que a perspectiva não seja assim tão triste.
Espírito gargalha com incrível prazer, aplaudindo
Espírito (rindo): Se não fosse impossível ler a minha mente, eu diria que você estaria fazendo isso
Irthos (rindo): Se é possível reanimar esqueletos que continuam com as habilidades de quando eram vivos, e criar uma barreira invisivel e afiada sobre um precipício, então eu não classificaria a leitura de mentes como impossível.
Espírito: A minha o é, até porque vocês não estão falando comigo e sim com uma projeçao minha. Mas eu lhes adianto que ainda restam apenas mais dois desafios antes de nos encontrarmos, eu estou devidamente excitado! (ele sorri) Vocês dois, lagartixa e peludinha, parece que vocês são o cérebro daqui, obviamente, então sabem o que é um clone?
Silua: Uma cópia, não?
Espírito: Parabéns. Exatamente. Logo mais à frente enfrentarão um clone meu. Admito que ele é bem mais resistente do que eu, mas ele não tem as mesmas habilidades mágicas, infelizmente. Excitados com a batalha?
Irthos: Acho que haverá vontade de fazer o outro sangrar dos dois lados, aye?
Espírito (rindo): Você sangra igual a sua amiga aqui? Porque eu não tenho mais sangue há milênios
Irthos (rindo): Igual não, seu engraçadinho. Mas se você entendeu o que eu quis dizer, então aye, estou animado.
Espírito: Bom, se é assim eu tornarei o segundo desafio um pouco mais animado. Assim que chegarem nele, terão exatos dez minutos para o superarem, do contrário cairão por toda a eternidade. E sim, conseguirei isso através de magia. Se estão confusos, quando chegarem no segundo desafio eu imagino que tudo ficará claro – e desesperador! Ah, e o próximo desafio é meu clone! Espero que se divirtam! (ele sorri e desaparece)
Beowulf: Bufando, eu soco a parede da caverna com força
Irthos: Bem, (bufando) conhecendo pessoas sádicas e sarcásticas, teriamos esse tempo mesmo que disséssemos que estavamos preocupados. Vamos terminar logo com isso, afinal se repararam, ele falou em projeção, logo está menos morto do que fez parecer. Provavelmente seja alguém tão vivo quanto nós, inclusive.
Silua: Ou não, mas mesmo assim, vamos fazer isso logo, não quero ficar aqui mais que o necessário para cumprirmos nossa missão.
[w] Irthos: depois remanda o mapa
Beowulf (tentando se acalmar): Como infernos vocês conseguem ficar tão calmos?
Irthos: Se refere ao tempo que teremos no desafio depois deste, ou a atitude do elfo? Quanto à segunda opção, tinhamos um espelho em casa, não era muito diferente.
Beowulf: A atitude do elfo, e não sei se eu entendi o que você quis dizer com espelho, Irthos
Irthos (rindo): Eu não era muito melhor que ele quando era adolescente, a diferença é que não apelava para a baixaria. (um pouco triste) É uma pena pensar que a vida, ou pós-vida de alguém, possa se resumir a isso. Acho que qualquer um de nós três também ficaria igualmente louco tendo que proteger um local deprimente como esse por séculos ou quem sabe milênios.
Silua: E quando se é diferente dos outros, aprende-se a rir de si próprio senão se eu me ofendesse toda a vez que alguém me provocasse, estava perdida
Beowulf: Mas mesmo assim, eu senti meu sangue ferver. O brutamentes imbecil até não foi demais, mas o que ele falou para você, Silua…
Silua: Bem, é totalmente indelicado dizer isso para uma mulher, mas eu não iria me rebaixar ao nivel dele, ainda mais que as provocações dele são do mesmo tipo que um valentão faria, para tirar seus alvos do sério e distrai-los.
Irthos (anuindo): E quanto mais nos rebaixássemos ao nivel dele, mais estenderíamos essa conversa. Bem, preparados?
Silua (anuindo): Eu estou.
Beowulf: Aye, eu também. Como estamos em possibilidade de cura, Silua? Porque com mais dois desafios pela frente além do maldito…
Silua: A varinha tem 13 cargas ainda, tenho uma cura grave em massa, duas moderadas em mass, duas críticas e uma moderada.
Beowulf: Infernos, não é muita coisa, é?
Silua: E duas poções de cura grave
Silua (anuindo): Não é muito, mas terá que chegar
Irthos: Eu inclusive já usei a argola de cura, creio que você também ja usou deste recurso, Beowulf? Se sim, então ficaremos sob o fio da faca, literalmente. Mas pelo bem de Val’huhn, terá de ser suficiente. Não temos o luxo de sair daqui e descansar, não agora.
Silua: Não é a primeira e provavelmente não será a última vez que teremos que enfrentar um desafio com pouca cura
Irthos: Nunca esqueço de ter sido carregado por Beowulf naquela caverna dos ogros, a ultima coisa que lembro foi de estar sendo carregado como um saco de batatas enquanto eu desmaiava quase afogado no próprio sangue.
Beowulf (rindo): Bons tempos, heh
Silua (anuindo): Desde a batalha com o drake já passamos por esse tipo de coisas, terminar a luta sem magia nenhuma
Silua: E como sabemos o que nos espera pela frente, pode ir na frente se quiser Beowulf.
Irthos (rindo): O drake foi nossa terceira batalha! Isso que naquela época o argumento era três feridos e você tinha apenas curas leves, e eramos pobres demais pra carregar poções, quem dirá varinhas. Hoje a culpa é o sadismo dos deuses mesmo.
Beowulf: Aye, pode deixar (eu tomo a frente, um tanto sério demais) Depois disso tudo, eu só quero é beber um bom barril de hidromel ou talvez dois. (eu começo a continuar o caminho, com passos pesados)
Irthos: O terceiro eu ajudo com a metade (eu sigo na retaguarda)
Silua (rindo): Depois que eu tampar os buracos de ambos, não? (eu sigo no meio, atenta)
Após avançarem pelo corredores apertado e desconfortável, vocês logo veem ele se abrir no que parece ser uma câmera maior e o barulho de madeira batendo contra pedra, num tom impaciente
[w] Irthos: depois reupa o mapa
Irthos (baixo): Mesmo com a “dica” do nosso “amigo” eu ainda estou levemente preocupado com este som.
Silua: Pode ser um cajado ou algo no estilo
Irthos (baixo): Veremos. Beowulf continua na frente?
Cleber (Irthos): foi um questionamento, nao a duvida dele estar ali ou nao, hehe
Beowulf: Acredito que seria o melhor, aye?
Silua: Vá indo, então
Beowulf: Eu anuo e continua seguindo pelo caminho
Irthos: Eu continuo seguindo na retaguarda, atento.
Silua: Eu continuo caminhando, sempre alerta.
Após alguns poucos passos vocês entram num salão enorme e perturbador. Além dum estreito corredor bordeando todo ele, há diversas plataformas de pedra natural espalhadas pela sala. Ao redor delas resta nada além de um precipício enorme, semelhante àquele pelo qual passaram. Numa dessas plataformas podem ver o que deve ser o clone de Razauh, nu e batendo um cajado na pedra. Ele parece ter sido feito com peças de diversos corpos e de diferentes sexos também. A pele dele entretanto não parece responder a luz, refulgindo num tom petrificado. Petrificada é também a voz dele quando fala
Razauh: Finalmente. Vamos dançar
GM: Iniciativa
Silua: Initiative [21] [1d20+12 = 21]
Irthos: Initiative [28] [1d20+13 = 28]
Razauh: Initiative [7] [1d20+4 = 7]
Beowulf: Initiative [9] [1d20+2 = 9]
[TURN] Irthos
Irthos: Eu olho um pouco assustado àquela forma, mas logo me recomponho e voo até o lado dele, atacando-o com ambas as espadas.
Irthos: [ATTACK] Hyinen Aalto (MD) [CRIT 17] (-2) [39] [1d20+26 = 39]
Irthos: [ATTACK] Yvastar [CRIT 19] (-2) [40] [1d20+25 = 40]
GM: Atingiu ambos os golpes
Irthos: [DAMAGE] Hyinen Aalto (MD) [26] [2d10+14 = 26]
Irthos: [DAMAGE] Yvastar [15] [2d6+7 = 15]
Assim como os esqueletos, esse aqui não parece esboçar reação alguma aos seus estoques. Quando a lâmina corta a carne que é incrivelmente dura, o som produzido é repugnante, assim como o cheiro exalado pelo ferimento
Irthos: Eu o atingo com ambos os golpes, embora ele não esboce reação alguma a eles, como se fosse um dos esqueletos com a qual lutamos antes. O cheiro exalado pela carne cortada quase me desconcentra. Me preparo. Razgorith, me guie.
[TURN] Silua
Silua: Ao ver que a plataforma onde o oponente está não irá permitir que todos nós ataquemos ele no corpo a corpo, eu permaneço onde estou e disparo meu arco nele.
Silua: [ATTACK] Arco longo +2 (FOR +3) [36] [1d20+29 = 36]
Silua: [ATTACK #2] Arco longo +2 (FOR +3) [39] [1d20+24 = 39]
Silua: [ATTACK #3] Arco longo +2 (FOR +3) [21] [1d20+19 = 21]
GM: Errou um disparo
Silua: [DAMAGE] Arco longo +2 (FOR +3) [18] [1d8+17 = 18]
Silua: [DAMAGE] Arco longo +2 (FOR +3) [19] [1d8+17 = 19]
Novamente a criatura não esboça qualquer reação ao ter as flechas cravadas e presas no corpo
Silua: Duas das três flechas acertam-no, embora ele não esboce nenhuma reação.
[TURN] Beowulf
Beowulf: Eu avanço pulando entre as plataformas até o lado dele, tomando cuidado para não cair. Ao chegar lá golpeio a criatura com um golpe com a Drakengard, banhada em chamas douradas
GM: Sucesso automático em ambos os testes de saltar
Beowulf: [ATTACK] Drakengard (1H) [CRIT 17] (Flanquear +2) [57] [CRITICAL THREAT] [1d20+39 = 57]
Beowulf: [ATTACK] Drakengard (1H) [CRIT 17] (Flanquear +2) [CONFIRM] [41] [1d20+39 = 41]
GM: Atingiu ela. Sem decisivo
Beowulf: [DAMAGE] Drakengard (1H) [30] [4d10+24 = 30]
GM: Pior que o cheiro dos ferimentos é o cheiro dos ferimentos após serem queimados. Mesmo assim a criatura permance como se nada tivesse acontecido
Beowulf: Eu salto facilmente sobre os buracos, e luto do outro lado de Irthos. Atinjo a criatura com um bom golpe, fazendo uma careta ao sentir o cheiro. Eu permaneço em guarda, desconfortável por lutar num espaço apertado
[GM] [TURN] Razauh (clone)
GM: A criatura desaparece, reaparecendo um tanto mais além. Ela coloca as duas mãos na frente e um jato de algo que parece vapor quente atinge Irthos e Beowulf
Razauh: Teste NC [22] [1d20+15 = 22]
A proteção contra magia de Beowulf lhe protege dos efeitos nocivos da magia, mas Irthos se sente incrivelmente cansado e fatigado, mal conseguindo se mover direito
GM: Irthos, -2 em STR e DEX até conseguir descansar propriamente (ie, 8 horas)
GM: FOR e DES, aliás
[TURN] Irthos
GM: E tu não pode correr nem investir
Irthos: Esperando uma torrente de fogo, eu me surpreendo ao não sentir nada inicialmente, porém logo fico incrivelmente cansado. Começo a me mover, mas mesmo isto parece incrivelmente pesasoro. Como ele é feito de carne, eu decido arriscar um sopro contra ele.
Irthos: Sopro de Gelo (CD 25 Ref.) (+64) [85] [4d8+64 = 85]
Razauh: Reflex save [12] [1d20+6 = 12]
Para a surpresa de Irthos, o sopro parece atingir a criatura, que fica coberta de uma camada de gelo.
Irthos: Com um pouco de espanto, descubro que minha teoria é válida, o maldito é atingido pelo gelo. Azreth sentindo isso se anima e sai da bolsa, valendo-se de seu sopro contra ele também.
Irthos: Sopro de Gelo – Azreth (CD 20 Ref.) [32] [6d8 = 32]
Razauh: Reflex save [16] [1d20+6 = 16]
Embora não tão forte quanto o de Irthos, o sopro de Azreth é bom o suficiente para deixar o pequeno dragão contente
Irthos: Azreth retorna feliz à bolsa ao ver seu sopro também surtir efeito, resguardadas as proporções. Me preparo para o contra-ataque, mantendo as espadas erguidas e alerta.
[TURN] Silua
Silua: Eu olho preocupada para a reação de Irthos ao ataque da criatura, que parece ter dificuldades para se movimentar normalmente. Esperando que seja algo passageiro ou que eu o possa ajudar depois, eu me concentro no inimigo e volto a disparar meu arco.
Silua: [ATTACK] Arco longo +2 (FOR +3) [34] [1d20+29 = 34]
Silua: [ATTACK #2] Arco longo +2 (FOR +3) [32] [1d20+24 = 32]
Silua: [ATTACK #3] Arco longo +2 (FOR +3) [23] [1d20+19 = 23]
GM: Atingiu dois disparos
Silua: [DAMAGE] Arco longo +2 (FOR +3) [18] [1d8+17 = 18]
Silua: [DAMAGE] Arco longo +2 (FOR +3) [21] [1d8+17 = 21]
GM: Silua atinge dois disparos na criatura, que não reage ao ter mais flechas presas no seu corpo
Silua: Novamente acerto só duas flechas, e a criatura para variar não demonstra reação.
[TURN] Beowulf
Beowulf: Sem muito espaço para me aproximar dela, eu salto até a próxima plataforma e arremesso um machado contra ela
Beowulf: [ATTACK] Marchado de arremesso [19] [1d20+17 = 19]
GM: O machado de Beowulf passa a dois metros da criatura
Beowulf: Eu bufo ao ver o machado voar bem para longe e me critico por não treinar mais com ele
Cleber (Irthos): seria tão epico se tivesse acertado, parte dois :x
[TURN] Razauh (clone)
A criatura desaparece e reaparece do outro lado da sala instantaneamente. Com uma palavra, vocês sentem uma forte lufada de vento vindo da direção dele, soprando continuamente
GM: Fortitude para não serem arrastados
Irthos: Fortitude save [17] [AUTOMATIC FAILURE] [1d20+16 = 17]
Silua: Fortitude save [24] [1d20+11 = 24]
Cleber (Irthos): uaheuhhehueuhaheae
Beowulf: Fortitude save [33] [1d20+22 = 33]
Matheus: Eu adoro esse módulo do FG que baixei e que tem praticamente tudo nele
O vento, que mais parece um tufão, tamanha a sua força arrasta Irthos até o canto extremo da sala, após se chocar diversas vezes contra a parede. Beowulf aguenta o vento sem muitos problemas e Silua precisa se segurar um pouco, mas consegue aguentar a força do vento sem muitos problemas
GM: Dano [36] [9d6 = 36]
GM: Dano [36] [36]
GM: Irthos, você sofreu 36 pontos de dano sendo arrastado pelo vento
[TURN] Irthos
GM: O vento continua soprando, a propósito
Cleber (Irthos): quais as implicaçoes de lutar contra esse vento pra se deslocar?
GM: Voando é impossível, a não ser que tu passe BEM no teste de fortitude. E mesmo se mover é complicado, sendo no máximo a metade do teu deslocamento
Irthos: Bufando, de frustração e dor ao ir à parede e cair devido ao vento forte, eu começo a caminhar na direção da criatura, sentindo a resistência do vento. Bufo irritado ao perceber que voar é praticamente impossível enquanto o efeito dessa magia durar. Como se não bastasse, ainda sinto os efeitos da ultima magia dela.
GM: TR de Fortitude
Irthos: Fortitude save [24] [1d20+16 = 24]
GM: Irthos avança com dificuldades devido ao vento forte
[TURN] Silua
Cristiane (Silua): é possível usar o arco aqui?
GM: Não, o vento é incrivelmente forte. Você duvida muito que seria capaz de disparar uma flecha
Cristiane (Silua): e magia? dá para usar?
GM: Com um pouco de dificuldades para se concentrar, mas sim
Silua: Irritada devido ao vento forte que me impede de usar o arco, eu tento manter a concentração e lanço minha magia do pilar na criatura.
GM: Teste de Concentração
Silua: Skill [Concentration] [26] [1d20+20 = 26]
GM: Você consegue se concenctrar o suficiente para lançar uma magia
Silua: Belthil!
Silua: Spell [Pilar sagrado - somente divino (Ref. CD 21)] [38] [10d6 = 38]
Razauh: Reflex save [18] [1d20+6 = 18]
GM: A magia afeta a criatura com uma força incrível, fazendo a carne dela queimar
Silua: Mesmo tendo que cuidar para não me descuidar e ser arrastada pelo forte vento, eu consigo lançar a magia com sucesso e que acerta nosso oponente com força, fazendo-a queimar.
[TURN] Beowulf
Beowulf: Embora o vento não seja muito forte para mim, eu sinto que não consigo me mover muito bem e decido não arriscar um pulo até que consiga ter certeza que eu conseguirei saltar
GM: TR de fortitude
Beowulf: Fortitude save [29] [1d20+22 = 29]
GM: Beowulf avança sem muitos problemas
[TURN] Razauh (clone)
A criatura aponta um dedo para Beowulf e após pronunciar algumas palavras, um raio esverdeado ruge através do ar na direção de Beowulf
Matheus: Toda vez que alguém lança um desintegrar eu penso em Avada Kedavra lol
Razauh: Teste NC [19] [1d20+15 = 19]
O raio voa na direção do Beowulf e o atinge. Porém não causa efeito algum, já que até mesmo os cabelos e as barbas dele já estão voando na direção oposta
[TURN] Irthos
Irthos: Eu tento avançar mais um pouco, lutando contra o vento.
GM: TR de Fortitude
Irthos: Fortitude save [23] [1d20+16 = 23]
GM: Irthos consegue avançar com algumas dificuldades, bufando de frustração
[TURN] Silua
Silua: Sem mais magias ofensivas que possam ser úteis aqui, a única coisa que me resta é avançar na direção dela, lutando contra a força do vento.
GM: TR de Fortitude
Silua: Fortitude save [31] [AUTOMATIC SUCCESS] [1d20+11 = 31]
Cristiane (Silua): lol
GM: Silua consegue se mover sem problemas algum embora sinta que não consegue se mover muito rapidamente
Silua: Eu consigo me mover sem problemas, embora minha velocidade esteja prejudicada pela força do vento. Eu rosno irritada e espero a reação da criatura.
[TURN] Beowulf
Beowulf: Eu tento avançar novamente, confiante que conseguirei saltar
GM: TR de Fortitude e um teste de Saltar
Beowulf: Fortitude save [42] [AUTOMATIC SUCCESS] [1d20+22 = 42]
Beowulf: Skill [Jump] [32] [1d20+31 = 32]
GM: Beowulf supera o vento como se ele não existisse, pode se mover normalmente
Cleber (Irthos): depois pra variar manda o mapa novamente :X
Beowulf: Eu salto e quase sem sentir o vento aproveito para avançar um tanto mais e golpear novamente a criatura
Beowulf: [ATTACK] Drakengard (1H) [CRIT 17] [54] [CRITICAL THREAT] [1d20+37 = 54]
Beowulf: [ATTACK] Drakengard (1H) [CRIT 17] [CONFIRM] [38] [AUTOMATIC MISS] [1d20+37 = 38]
GM: Beowulf atinge a criatura
Beowulf: [DAMAGE] Drakengard (1H) [38] [4d10+24 = 38]
GM: Beowulf corta a criatura e um pedaço de seus intestinos se solta e é levado pelo vento, parando na parede oposta
Beowulf: Eu atinjo a criatura e fico surpresa ao ver um de seus intestinos soltar e voar contra a parede oposta. Fico surpreso ao ver que ela continua lutando
[TURN] Razauh (clone)
Para desespero de vocês, a criatura desaparece e reaparece numa plataforma no meio. O clone coloca as duas mãos a frente e cria um vento gélido na direção oposta
GM: Beowulf e Silua, TR de Reflexos
Beowulf: Reflex save [28] [1d20+13 = 28]
Silua: Reflex save [41] [1d20+23 = 41]
GM: Cone de gelo [49] [13d6 = 49]
Razauh: Teste NC [29] [1d20+15 = 29]
Silua consegue se desviar do sopro sem muitos problemas e Beowulf se protege como pode usando o escudo
GM: Cone de gelo [49] [49]
[TURN] Irthos
Irthos: Ao ver que a criatura se encontra ao meu lado, eu oro a Bahamut e arrisco o salto até a plataforma onde ela está, buscando atacá-la com a Hyinen.
GM: Irthos, TR de Fortitude e um teste de Saltar
Irthos: Fortitude save [21] [1d20+16 = 21]
Irthos: Skill [Jump] [28] [1d20+16 = 28]
GM: Irthos é arrastado um pouco pelo vento, conseguindo prender as garras na borda do plataforma antes de atacar a criatura
Irthos: [ATTACK] Hyinen Aalto (MD) [CRIT 17] [43] [1d20+27 = 43]
GM: Irthos atinge a criatura com um bom golpe
Irthos: [DAMAGE] Hyinen Aalto (MD) [18] [2d10+14 = 18]
GM: O cheiro da criatura sendo carregado pelo vento é enojante. O sangue dela parece seco e gosmento, escorrendo grudado na criatura como se fosse piche
[w] Irthos: o azreth usou o sopro na segunda rodada né
[w] -> Irthos: foi, junto contigo
Irthos: Eu salto com menos precisão do que gostaria, sendo levemente arrastado pelo vento. Consigo prender as garras do pé na beira da plataforma, lutando contra o vento para acertar um golpe na criatura. O cheiro que exala dos ferimentos dela tornando as coisas ainda mais difíceis. Azreth sai da bolsa com dificuldades, mantendo-se agarrado a mim com força enquanto realiza um sopro contra a criatura.
Irthos: Sopro de Gelo – Azreth (CD 20 Ref.) [34] [6d8 = 34]
GM: O sopro de Azreth cobre a criatura de gelo que somado ao vento a congela. Antes do vento acabar, ele carrega o corpo congelado da criatura contra a parede oposta e a espatifa em diversos pedaços, deixando pedaços de carne e órgãos espalhados pelo chão. O vento cessa e um c
O sopro de Azreth cobre a criatura de gelo que somado ao vento a congela. Antes do vento acabar, ele carrega o corpo congelado da criatura contra a parede oposta e a espatifa em diversos pedaços, deixando pedaços de carne e órgãos espalhados pelo chão. O vento cessa e um círcula parecido com o de teleporte que vocês encontram na guilda dos magos surge na plataforma do centro
Beowulf: Com a boca cheia de barba e cabelo, eu cuspo um pouco antes de continuar
Beowulf: Acabou?
Irthos: Acho que sim. Excelente sopro Azreth, parabéns! (eu agarro o pequeno dragão e o abraço desajeitado, acariciando a cabeça dele)
Beowulf: Boa pequenino! (eu começo a me mover até o centro da sala)
Irthos: Azreth anui enquanto tenta se desenvencilhar, sem muito sucesso, do abraço.
Silua (animada): Quer dizer que Azreth finalizou seu primeiro oponente? Muito bem, pequenino (eu me aproximo de Irthos, olhando desconfiada para a plataforma)
Irthos: Eu me aproxiimo um pouco mais do círculo, intrigado.
Irthos: No mínimo deve ser um espaço em outra dimensão ou algo assim, do qual só sairemos ao cumprir o desafio, quase como o labirinto pra onde fui mandado pelo esqueleto mago.
Silua (anuindo): Deve ser, e como ele falou em tempo limite para completá-lo, melhor não pisar nele até estamos prontos para seguirmos
[w] Silua: Restauração Maior pode ser usado para ajudar o Irthos?
Irthos: Uma pena que aquele mago desgraçado fez eu e Beowulf perdermos as poções.
[w] -> Silua: “It also eliminates fatigue and exhaustion” :)
[w] Silua: hehe
Beowulf: Aye, mas eu não estou muito ferido. (rindo) Você que pareceu uma masas de pão se debatendo contra a parede
Silua: Eu sigo até o local onde a criatura foi parar para ver se não há nada que seja importante no desafio a seguir, antes de voltar para junto d emeus amigos.
Irthos (rindo): Uma das desvantagens de não ser largo, nem pesado, e ainda por cima voar. Pra jogar você pra trás do mesmo jeito acho que nem uma patada daquelas aranhas.
GM: Procurar, Silua
Silua: Skill [Search] [34] [1d20+20 = 34]
GM: Você não encontra nada no meio dos restos da criatura, embora algo ali lhe pareça horrivelmente com um feto…
Silua: Eu olho repugnada para os restos, antes de me juntar a Irthos na plataforma onde ele está.
Irthos: Acha que os ferimentos de nós três fazem uma cura necessària, Silua?
Silua: Os meus são bem leves, vocês que sabem se querem arriscar prosseguir ou não sem uma cura
Beowulf: Eu estou bem ao menos e a propósito, achou algo por lá? (eu olho para o círculo a minha frente, um tanto curioso)
Silua: Não.
Irthos: Eu só sofri a pancada contra a parede antes, no mais estou bem.
Silua: E aquela espécie de fraqueza que você parecia estar sofrendo? Como está?
Irthos: O que eu sinto é como se tivesse ficado uns dois dias correndo sem parar nem pra dormir. Meu corpo inteiro está pedindo por uma cama, mesmo que a mente esteja normal.
Silua: Eu olho pensativa para Irthos, preocupada com a situação, e antes que eu possa dizer algo novamente, eu sinto que posso lidar com a situação. Faço rapidamente um gesto para ele manter a proteção baixa e me concentro na magia que está surgindo de forma instintiva.
Silua: Spell [Restauração maior] -> Amanalta
Irthos sente o cansaço deixar completamente o seu corpo, como se tivesse dormido por horas
Silua: Pronto. Como se sente?
Irthos (espantado): Como se tivesse dormido um dia inteiro, simplesmente. Não sinto mais nada do cansaço. Silua, quando eu penso que já vimos tudo que você sabe fazer, você sempre nos surpreende. Obrigado!
Silua (animada): De nada.
Silua (séria): Bem, prontos para seguirmos adiante?
Beowulf: Aye, esse cículo aqui me parece um daqueles círculos de teleporte. Teremos que avançar através dele?
Silua (anuindo): É o que parece, a menos que haja alguma passagem secreta por aí, não vimos mas nenhum lugar para entramos.
Irthos (rindo): Espero não termos que descobrir mais tarde que havia um caminho alternativo
Silua: Só tentando para saber (eu pulo para a plataforma e paro ao lado de Beowulf, deixando espaço para Irthos parar também)
Irthos: Eu pulo até a plataforma central, parando ao lado de Silua.
Beowulf: Quem vai primeiro?
Silua: Por mim, pode ser eu, a menos que você queira ir
Beowulf: Vá, que nós vamos logo atrás
Silua: Eu anuo e, após respirar profundamente, eu piso na plataforma, preparada.
Beowulf: Eu sigo logo atrás de Silua, um pouco preocupado
Irthos: Eu entro no circulo logo depois de Beowulf.
Assim que Silua pisa no círculo, ela tem a sensação típica de estar sendo teleportada. Após alguns breves instantes e o surgimento de Beowulf e logo Irthos, o lugar onde vocês se encontram surge aos seus redores.
Vocês estão numa espécie de plataforma, feita de tábuas de madeira. Ao redor, escuridão. A plataforma em si parece ser iluminada por alguma energia mágica e não visível. Se encontram no centro da maior plataforma, numa plataforma de madeira alguns metros acima do chão, mais elevada do que o restante da plataforma central.
Olhando para o lados conseguem ver estruturas que parecem espelhos, 10 deles, dispostos em outras plataformas, seguradas pela magia ou pela loucura. Em quatro deles podem ver uma luz forte vinda do teto na direção dele e estranhamente formando um faixo de luz, apontado numa direção oposta.
(oposta da plataforma central)
GM: Ouvem um som sinistro vindo de cima e olhando na direcão deles podem ver o que parece um grande quadrado feito de energie esverdeada. Ele parece vir lentamente na direção de vocês. Logo abaixo dele, um contador feito de magia, marcando 9 minutos e cinquenta e alguns segundos. E diminuindo.
Ouvem um som sinistro vindo de cima e olhando na direcão deles podem ver o que parece um grande quadrado feito de energie esverdeada. Ele parece vir lentamente na direção de vocês. Logo abaixo dele, um contador feito de magia, marcando 9 minutos e cinquenta e alguns segundos. E diminuindo.
Beowulf (assustado): Infernos, onde estamos?
Silua: Num lugar maluco cheio de espelhos, pelo jeito. E não gosto do aspecto daquilo lá em cima
Beowulf: Nay, nem eu. E gosto menos ainda daqueles números diminuindo… (eu pulo da plataforma para a mais abaixo)
Assim que descem, conseguem ver o que parece ser um cristal abaixo de onde estavam. O cristal é completamente negro e tem uma forma geométrica praticamente perfeita, repleto de diversos triânglos, mais compridos do que altos
Beowulf: Tem algo aqui, rápido!
Irthos: Eu também desço, intrigado.
Silua: Eu desço rapidamente.
Beowulf: O que será que é isso e o que devemos fazer?
Irthos: Algo me diz que tem a ver com estes espelhos que estão iluminados, e que esse cristal tem algo a ver com a história.
Silua (anuindo): São as únicas coisas que se destacam aqui
Ouvem um pling vindo cima e o contador marca 9:30
Silua: E não temos muito tempo para resolver isso (eu vou investigar um dos espelhos iluminados, esperando achar alguma dica)
Irthos: Nem fale (eu voo até o espelho mais a noroeste, vendo o que consigo descobrir dele)
Olhando para o espelho, ele parece fixo no chão porém é possível rotacionar ele. Rotacionando aquele no qual a luz atinge, o raio de luz parece se mover junto dele
Pling. 9:00
Irthos: Eu o observo, curioso e um pouco nervoso, e decido girá-lo no sentido do outro espelho a leste para testar.
Silua: Eu decido tentar rotacionar o espelho onde estou, do lado nordeste e apontá-lo na direção do espelho do sul.
O raio de luz atinge o outro espelho, que por sua vez recria o raio, apontando ele para o norte. O de Silua faz a mesma coisa, apontando o raio para o leste
Beowulf (coçando a barba, nervoso): Infernos, eu estou perdido. Precisam de ajuda?
Irthos (pensativo): Experimente fazer o espelho ao norte apontar para o sul, em direção ao cristal.
Beowulf: Eu vou até lá e faço isso
Silua: Eu olho em direção ao espelho ao sul de onde estou e tento ver se é possível virá-lo também, ver o que acontece com o cristal.
Os espelhos refletem a luz em direção ao cristal do centro, que brilha mais forte a cara raio atingido
Pling. 8:30
Silua: Eu olho para os espelhos restantes, ver como encaixá-los no resto do quebra-cabeça de luz.
Silua (alto): Irthos, mova aquele a sudoeste para o espelho ao norte dele
Irthos: Será que é como parece mesmo? (eu vou até o espelho do meio, apontando-o em direção do cristal, então vou até o de baixo e o aponto em direcao ao do que está ao norte dele)
Matheus: Ia fazer diferente, mas vamos lá
Cleber (Irthos): eu ja tava fazendo isso, hehe
Cleber (Irthos): ia fazer algo dinamico como com aquele disco em Lawjbard?
Matheus: Ia, mas vamos assim mesmo
Pling. 8:00
Beowulf: Eu vou até o que está ao leste e o aponto para o do centro, correndo
Beowulf (nervoso): Isso?
O cristal brilha mais forte
Irthos: Eu olho para os espelhos, sentindo que algo na posição deles não está certo.
Silua: Eu olho pensativa o resto dos espelhos e vejo que para acertar o último, um espelho seria usado duas vezes e outro ficaria de fora.
Irthos (pensativo): Mas o jogo de espelhos não vai fechar com o ultimo raio de luz… Silua, mude o a nordeste pra apontar pro que esta a esquerda dele, que vou mudar esse outro aqui do meu lado. Beowulf, va pra sudeste e mude o que nao está iluminado pra apontar pro que Silua estará.
Beowulf: Eu faço o que Irthos fala
Silua (alto): Estava mesmo vendo o problema aqui (eu volto correndo para o noroeste e giro o espelho para o oeste, e depois viro aquele para o sul)
Irthos: Eu aponto o meu para o cristal ao centro.
Pling. 7:30
Cleber (Irthos): ei, eu nao tinha mudado o a sudoeste, ele continuava apontando pra cima, hehe
GM: tava assim né?
Silua (alto): Beowulf, aponte o que está ao seu lado para oeste
Matheus: Odeio essa remove all pointers…
Beowulf: Eu faço isso
Cleber (Irthos): isso, ai ele apontava pro centr
Assim que os quatro faixos de luz atingem o cristal do centro. Ele brilha com mais força e então muda para um azul claro, formando o que parece um portal. O contador e o plano esverdeado mais acima desaparecem
Irthos (aliviado): Espero que tenha terminado (eu volto à plataforma central)
Beowulf: Aye, eu volto para lá também
Beowulf: Aye, (eu volto para lá também)
Silua: Eu também volto para o centro.
Irthos: E agora, quem vai primeiro? Silua?
Silua: Quer ir agora, Beowulf?
Beowulf: Aye, deixem que eu vou. Provavelmente Razauh ou como raios é o nome dele está nos esperando aqui
Silua (anuindo): Vai lá então.
Irthos: Ele provavelmente ficará decepcionado por chegarmos lá antes do tempo previsto, ou melhor, por chegarmos lá.
Beowulf (incerto): Não sei, às vezes acho que ele sabe com exatidão que chegaríamos até ele. E isso me preocupa. Prontos?
Silua (anuindo): Pronta.
Irthos (anuindo): Também fico com esse pé atrás, Beowulf. Bem, estou pronto também.
Beowulf: Eu inspiro com força e entro no portal
Silua: Eu entro logo atrás de Beowulf, alerta.
Irthos: Sigo por último, preparado para o que vier.
Vocês cruzam pelo portal, se encontrando num ambiente bastante comum e deveras assustador. Escuridão por todo o lado, sem sinal de nada ou ninguém. Os sons parecem incrivelmente mais altos, podendo não apenas ouvirem apenas o som de seus corações batendo e da respiração pesada mas até mesmo do sangue correndo por dentro de suas veias, de seus pulmões inflando e exalando o ar. Conseguem ouvir e até mesmo sentir todos os líquidos corporais além de todos os seus órgãos. É uma experiência bastante desconfortante.
Irthos (baixo): Não estou gostando muito disto.
Silua: Muito menos eu.
Beowulf: Nem eu.
Razauh: Mas eu sim
A voz dele ecoa vindo de algum lugar na escuridão que lhes cerca
Razauh: É isso o que é estar vivo. Desconfortante, nãe é mesmo?
Irthos (bufando levemente): Se refere a tudo que estamos ouvindo ou à escuridão?
Razauh: Ao que estão ouvindo e sentindo. Conseguem sentir o sangue correndo, seus cérebros trabalhando e até mesmo a comida sendo digerida dentro de vocês, não é mesmo?
Irthos: Ah, isso. Sim. Só gostaria de entender o motivo disso.
Razauh: O motivo? Nenhum muito especício. Mas antes de lhes livrar dessa sensação horrível de estarem vivos, queria lhes mostrar mesmo como ela é. E é por isso que milênios atrás eu abandonei a vida e todos os prazeres dela para poder viver para sempre e alcançar meu objetivo, assim como o grande mestre Vecna. Eu usei a Corrente por diversos milênios, adquirindo o conhecimento que muitos magos se recusavam a compartilhar
Irthos: Então você é um sádico com objetivo na vida. Interessante, achei que fosse apenas sádico. Acho que na verdade os elfos estão é protegendo o resto do mundo de você.
Razauh: Eles não sabem o que resta aqui embaixo, apenas sabem que está amaldiçoado. Eles são bastante supersticiosos e evitam o lugar. Vocês não se sentem tentandos em abandonar as dores da vida e viverem para sempre? O que são prazeres quando poderão ver todos os dias até o final do mundo?
Beowulf (bufando): Achei que nos conhece melhor. Se você achou que eu abandonaria uma boa caneca de hidromel e o calor de uma mulher para ver o final do mundo, (eu bufo com mais força) eu tenho pena de você
Silua: Também não tenho o mínimo interesse nessa oferta, não deve ser agradável viver para sempre e vendo os demais morrendo
Razauh: Uma pena que não conseguem ver as belezas de viver para sempre. Sempre achei que um dia chegaria alguém que seria capaz de as ver
Irthos (anuindo): Também não tenho vontade nenhuma de mudar o modo como o tempo passa. Por melhor que pareça, prefiro viver bons anos.
Beowulf: Viver ou sobreviver? O que você diz é sobreviver. Eu prefiro viver e poder sentir o calor do sol e o frio do inverno. Poder sentir os pensamentos enublados após um bom barril de hidromel. Poder sentir a alegria de ser pai e o êxtase de dormir com minha esposa. Poder me sentir orgulhoso das ações de quem me é caro. E principalmente, poder sentir a confiança que tenho em Irthos e Silua, a a confiança deles em mim. Se você achou que iríamos lhe poupar, está muito enganado. Ao contrário de você, eu não tenho medo da morte, não tenho medo de sangrar se isso significa que outros estarão protegidos. E vendo você aqui, tenho bastante certeza de que ambos ocorrerão.
Beowulf: Eu aperto o punho da Drakengard com mais força e seguro o Skjörd em prontidão
Irthos (decidido): Beowulf resumiu o sentimento. (eu saco as espadas, em prontidão)
Silua (anuindo): Quem quer viver para sempre é porque teme a morte ou talvez o que o espera no outro plano? (eu fico em posição de combate)
Razauh: Falaram como verdadeiros mortais (ele cospe) vocês me enojam.
Beowulf: E você é um p
Beowulf: E você é um pobre coitado que mesmo após milênios falhou no seu objetivo. Você é um inútil. Em milênios você não conseguiu o que nós conseguimos num ano juntos. Seu maior inimigo é você mesmo. Ou era, porque agora nós estamos aqui para lhe livrar dessa existência miserável
Razauh (urrando): Insolente! Chegou a hora de vocês morrerem. E após isso, eu terei certeza de lhes reanimar e fazer com que sofram por toda a eternidade!
Uma figura que parece ter sido um elfo surge na escuridão. Agora ele não é mais do que um pedaço de pano sobre pele e ossos. Os músculos já consumidos pelo tempo. Antes que consigam reagir, uma bola de fogo vem voando na sua direção
Razauh: Teste NC [29] [1d20+22 = 29]
GM: Todos, TR de Reflexos
Silua: Reflex save [31] [1d20+23 = 31]
Irthos: Reflex save [40] [1d20+21 = 40]
Beowulf: Reflex save [28] [1d20+13 = 28]
Razauh: Bola de fogo [70] [20d6 = 70]
Silua mostrando sua incrível agilidade se esquiva da magia sem muitos problemas. Irthos e Beowulf se protegem bem, como podem
GM: Bola de fogo [70] [70]
GM: Iniciativa
Silua: Initiative [21] [1d20+12 = 21]
Razauh: Initiative [18] [1d20+4 = 18]
Irthos: Initiative [18] [1d20+13 = 18]
Beowulf: Initiative [16] [1d20+2 = 16]
[TURN] Silua
Cristiane (Silua): deixa só ver a distância que me separa dele aqui
Cristiane (Silua): trava aí, hehe
Matheus: feito
Silua: Eu me lanço numa investida na direção do elfo morto-vivo, me esquivando de quaisquer tentativas de me acertar e o ataco com garras e dentes.
Silua: [ATTACK] Mordida (elétrico) [33] [1d20+30 = 33]
Silua: [ATTACK] Garra (elétrico) [45] [1d20+30 = 45]
Silua: [ATTACK #2] Garra (elétrico) [42] [1d20+30 = 42]
Silua: [ATTACK #3] Garra (elétrico) [29] [1d20+25 = 29]
Cristiane (Silua): faltou o bônus da investioda ai
GM: Errou uma garra
GM: Atingiu todos*
Matheus: Dessa vez pasas :P
Silua: [DAMAGE] Mordida (elétrico) [22] [3d6+9 = 22]
Silua: [DAMAGE] Garra (elétrico) [12] [2d10+7 = 12]
Silua: [DAMAGE] Garra (elétrico) [16] [2d10+7 = 16]
Silua: [DAMAGE] Garra (elétrico) [11] [2d10+7 = 11]
Cristiane (Silua): hehe
GM: Damage drop [22] [to Razauh]
GM: Como todos os magos que encontraram recentemente, esse também parece ter a pele bastante resistente
Silua: Eu consigo acertá-lo com força, embora a pele dele pareça resistir bem aos danos. Eu o encaro, rosnando e fico alerta.
[TURN] Irthos
Irthos: Eu avanço sobre o elfo, ou o que parece ter restado dele, atacando-o com ambas as espadas.
Irthos: [ATTACK] Hyinen Aalto (MD) [CRIT 17] (-2) [41] [1d20+25 = 41]
Irthos: [ATTACK] Yvastar [CRIT 19] (-2) [28] [1d20+24 = 28]
Cristiane (Silua): tira a penalidade, Raxi
GM: Errou um ataque
Irthos: [DAMAGE] Hyinen Aalto (MD) [26] [2d10+14 = 26]
Cleber (Irthos): penalidade? essa é a de investir com ambas as espadas, hehe
Cristiane (Silua): ah, achei que era do trecoa nterior, hehe
GM: Razauh não parece sofrer muito com o golpe de Irthos
Cleber (Irthos): aquela eu tinha colocado diretamente nos atributos e ja tirei :D
Irthos: Eu o atingo com a Hyinen, embora como ja era de se esperar ele nem parece ter sentido. Azreth sai da bolsa e arrisca seu sopro de gelo contra ele.
Irthos: Sopro de Gelo – Azreth (CD 20 Ref.) [29] [6d8 = 29]
Razauh: Reflex save [12] [AUTOMATIC FAILURE] [1d20+11 = 12]
O sopro de Azreth é consideravelmente forte e faz uma pequena ampulheta que Razauh trazia junto ao cinto se espatifar em diversos pedaços
Irthos: O pequeno dragão sorri com um certo escárnio ao voltar para a bolsa. Ele bufa com um leve vapor gélido ao entrar nela, e ouço um resmungo parecido com “o que penso da vida eterna” em minha mente. Sorrio e volto a me concentrar.
[GM] [TURN] Razauh – Effects: Pele de pedra
Cleber (Irthos): mals por quase ter esquecido
O mago dá um passo atrás e pronuncia uma palavra. Irthos e Silua sentem os músculos começarem a enrijecer
GM: TR de Vontade
Irthos: Will save [26] [1d20+19 = 26]
Silua: Will save [34] [1d20+17 = 34]
Vocês conseguem se livrar por pouco do efeito da magia. Ele xinga baixinho em algum idioma desconhecido e com um curto gesto de sua mão com uma luva coberta com o que parece ser couro de algum animal, uma mão gigante, da altura de Beowulf, surge do lado dele
[TURN] Beowulf
Beowulf: Eu urro e avanço sobre ele, com a espada erguida alta. Preto atenção naquela mão, incerto do que ela vai fazer, mas foco minhas atenções no maldito mago
Beowulf: [ATTACK] Drakengard (1H) [CRIT 17] (Investida +2) [40] [AUTOMATIC MISS] [1d20+39 = 40]
Beowulf: [ATTACK] Drakengard (1H) [CRIT 17] (Investida +2) [45] [1d20+39 = 45]
Beowulf erra o golpe, por pouco não atingindo Irthos e Silua
Beowulf: Eu xingo ao errar o golpe, feito um idiota. Toco uma vez no amuleto de martelo e peço sorte e força ao trovejante antes de me proteger com o escudo
[TURN] Silua
Silua: Eu olho desconfiada para a mão gigante antes de voltar a atacar com fúria o mago, pedindo a benção da deusa antes.
Silua: [ATTACK] Mordida (elétrico) (Carisma +2) [38] [1d20+32 = 38]
Silua: [ATTACK] Garra (elétrico) [50] [AUTOMATIC HIT] [CRITICAL THREAT] [1d20+30 = 50]
Silua: [ATTACK #2] Garra (elétrico) [35] [1d20+30 = 35]
Silua: [ATTACK #3] Garra (elétrico) [38] [1d20+25 = 38]
Silua: [ATTACK] Garra (elétrico) [CONFIRM] [44] [1d20+30 = 44]
Cristiane (Silua): o carisma ali é pelo Destruir o mal, hehe
GM: Silua atingiu todos os ataques
Silua: [DAMAGE] Mordida (elétrico) (Destruir o mal (dano) +15) [32] [3d6+24 = 32]
Silua: [DAMAGE] Garra (elétrico) [20] [2d10+7 = 20]
Silua: [DAMAGE] Garra (elétrico) [14] [2d10+7 = 14]
Silua: [DAMAGE] Garra (elétrico) [21] [2d10+7 = 21]
Silua atinge Razauh com força, porém ele não reage aos golpes dela
Silua: Eu volto a acertá-lo com força, embora a natureza morta-viva dele torne problemático saber se ele está sentindo os golpes ou não, Eu permaneço atenta.
Cleber (Irthos): a mao ta ao lado, tu diz, que lado?
GM: Direito dele
Cleber (Irthos): tnks
[TURN] Irthos
Irthos: Preocupado com a aparição desta mão gigante, eu passo por trás de Silua e Beowulf, me posicionando, e realizo um sopro contra ambos, esperando fazer efeito.
Irthos: Sopro de Gelo (CD 25 Ref.) (+64) [77] [4d8+64 = 77]
Razauh: Reflex save [13] [1d20+11 = 13]
O sopro de Irthos faz Razauh ficar coberto de gelo embora não afete a mão de forma alguma
Irthos: Eu acerto o elfo com força, embora fique um pouco preocupado ao ver que a mão gigante não foi afetada. Me preparo para um contra-ataque.
[GM] [TURN] Razauh – Effects: Pele de pedra
Razauh com um leve gesto aparece alguns metros além de vocês e logo em seguida lança algumas esferas na direção de vocês. Duas na direção de Silua
uma em Beowulf e outra em Irthos
Razauh: Teste NC [42] [1d20+22 = 42]
Razauh: Teste NC [25] [1d20+22 = 25]
Razauh: Teste NC [25] [1d20+22 = 25]
Razauh: Teste NC [32] [1d20+22 = 32]
Razauh: Ataque de toque à disância [35] [1d20+15 = 35]
Razauh: Ataque de toque à disância [35] [1d20+15 = 35]
Razauh: Ataque de toque à disância [34] [1d20+15 = 34]
Razauh: Ataque de toque à disância [24] [1d20+15 = 24]
A esfera arremeçada na direção de Beowulf bate no escudo dele e cai no chão, sem qualquer efeito mágico. Irthos não consegue se desviar há tempo da arremessada na direção dele e ela explode com força. Já uma das arremessadas em Silua a atinge com tamanha força que ela quase perde o fôlego, fazendo a outra a atingir também e a cobrindo com uma tempestade de chamas
GM: Beowulf, 3 TRs de Reflexos, Irthos dois deles e Silua, um
Beowulf: Reflex save [16] [1d20+13 = 16]
Beowulf: Reflex save [14] [AUTOMATIC FAILURE] [1d20+13 = 14]
Beowulf: Reflex save [21] [1d20+13 = 21]
Matheus E (Beowulf): eeeeeeeeeeeeeee
Irthos: Reflex save [24] [1d20+21 = 24]
Irthos: Reflex save [33] [1d20+21 = 33]
Silua: Reflex save [31] [1d20+23 = 31]
Beowulf é atingido em cheio pelas três explosões, uma delas fazendo a capa do baeras incendiar completamente. Irthos consegue se esquivar de uma delas, mas é atingido pela outra. Silua, mesmo sem ar, consegue rolar para longe das chamas
Matheus: odeio controlar magias… muito complicado, lol
Razauh: Chuva de meteoros [26] [6d6 = 26]
Razauh: Chuva de meteoros [22] [6d6 = 22]
Razauh: Chuva de meteoros [22] [6d6 = 22]
Razauh: Chuva de meteoros (concussão) [5] [2d6 = 5]
Razauh: Chuva de meteoros (concussão) [4] [2d6 = 4]
Razauh: Chuva de meteoros (concussão) [5] [2d6 = 5]
Razauh: Dano total. Silua: 90 fogo [2 golpes]. Irthos: 51 fogo [3 golpes]. Beowulf: 70 fogo [3 golpes]
[TURN] Beowulf
GM: Opa, volta!
A mão gigante se movimenta na direção de Beowulf e tenta prender ele
Razauh: Agarrar [50] [1d20+42 = 50]
GM: Beowulf, Agarrar
Beowulf: Grapple [41] [1d20+35 = 41]
A mão agarra o Isân, mantendo-o completamente preso
[TURN] Silua
[TURN] Beowulf
Beowulf: Eu bufo irritado, completamente imóvel pela mão e tento me livrar do aperto, surpreendentemente e incrivelmente forte
GM: Agarrar
Razauh: Agarrar [61] [1d20+42 = 61]
Beowulf: Grapple [45] [1d20+35 = 45]
GM: Beowulf não consegue se soltar do aperto da mão, que o esmaga com força ainda mais
Razauh: Espremer [39] [4d6+24 = 39]
Razauh: Espremer [39] [39]
Beowulf: Eu bufo ao sentir os ossos se partindo. A sensação de ter encontrado um inimigo mais forte fisicamente do que eu me é um tanto emocionante e desesperadora. Eu urro algo incompreensível, até mesmo para mim
[TURN] Silua
Silua: Eu olho para meus amigos e decido lançar uma magia de Aura Sagrada, para nos ajudar contra as magias do mago, me conecntrando para não ser atacada.
Silua: Mallenaina!
Silua: Skill [Concentration] [39] [1d20+20 = 39]
Cristiane (Silua): *avisando antes para baixarem as proteções.
GM: A magia de Silua produz uma aura dourada ao redor de vocês, que parece lhes proteger de certa forma
Silua: A magia é lançada com sucesso e volto a encarar o elfo, embora preocupada com a mão causando problemas a Beowulf.
[TURN] Irthos
Irthos: Eu encaro preocupado a mão que agarra Beowulf, mas pensando em primeiro acabar com o elfo – o que pode, talvez, fazê-la desaparecer -, eu parto com tudo pra cima dele, usando ambas as espadas.
Irthos: [ATTACK] Hyinen Aalto (MD) [CRIT 17] [40] [1d20+28 = 40]
Irthos: [ATTACK] Yvastar [CRIT 19] [35] [1d20+27 = 35]
Atingiu ambos os ataques
Irthos: [DAMAGE] Hyinen Aalto (MD) [27] [2d10+14 = 27]
Após deixar as proximidades de Silua, Irthos fica com um brilho dourado ao lado dele, sentindo ainda a proteção da magia
Irthos: [DAMAGE] Yvastar [16] [2d6+7 = 16]
Irthos: Eu atingo o elfo com força, embora não seja possível ver os efeitos dos golpes nele. Me preparo para o contra-ataque, orando à Bahamut em silêncio.
[GM] [TURN] Razauh – Effects: Pele de pedra
Razauh: Teste NC [30] [1d20+22 = 30]
Beowulf sente a mão tentando o esmagar ainda mais
Razauh: Agarrar [47] [1d20+42 = 47]
GM: Agarrar, Beowulf
Beowulf: Grapple [45] [1d20+35 = 45]
Razauh: Esmagar [17] [2d6+12 = 17]
A mão aperta Beowulf com ainda mais força, ele se sente completamente preso por ela. Além disso Razauh dá um passo para trás e grita com uma intensidade imensa, conseguem ver as ondas de som deixando a boca ele
GM: Irthos, TR de fortitude
Irthos: Fortitude save [35] [1d20+20 = 35]
Razauh: Surdez [12] [2d6 = 12]
Irthos consegue tampar os ouvidos a tempo de evitar que sua cabeça exploda, porém ele sente o corpo todo tremer além de não conseguir ouvir mais nada além de um zumbido e de todo o seu corpo funcionando
GM: Grito maior [34] [10d6 = 34]
Razauh: Grito maior [34] [34]
GM: Metade disso e surdez
[TURN] Beowulf
Beowulf: Ainda preso pela mão, eu tento me desvencilhar dela, urrando pelos deuses
Beowulf: Grapple [45] [1d20+35 = 45]
Razauh: Teste NC [27] [1d20+22 = 27]
Beowulf simplesmente cai através da mão, como se ela não fosse mais sólida.
GM: Tem direito ao teu turno completo, não gastou nenhuma ação
Beowulf: Literalmente espumando de fúria, ao cair por entre a mão, eu apenas urro e corro na direção do mago, golpeando-lhe o mais forte que posso
Beowulf: [ATTACK] Drakengard (1H) [CRIT 17] (Investida +2) [53] [1d20+39 = 53]
GM: Atingiu
Beowulf: [DAMAGE] Drakengard (1H) [41] [4d10+24 = 41]
Beowulf: Eu atinjo ele com uma força considerável, feliz por finalmente ter atingido o maldito.
[TURN] Silua
Silua: Preocupada com a situação de todos, especialmente Irthos, eu avanço o mais que dou e lanço uma cura grave em massa, englobando todos nós incluindo o elfo morto-vivo, na esperança de feri-lo junto.
Silua: Fallaneldeore!
Silua: Spell [Curar fer. graves massa] (+15) [20] [3d8+15 = 20]
Cristiane (Silua): CD 22
GM: Vontade?
Cristiane (Silua): sim
Razauh: Will save [37] [1d20+19 = 37]
O mago não parece ter sido muito afetado pela magia, mas todos vocês agradecem por parte dos ferimentos terem sido fechados
Silua: A magia é lançada sem problemas, embora não tenha saído com a força que eu desejava, mas ao menos aliviou nossa situação um pouco e feriu mais um pouco o mago.
[TURN] Irthos
[w] Irthos: essa é a quinta rodada ou a quarta? nao bugou quando tu sem querer passou antes?
[w] -> Irthos: bugou, é a quarta
Irthos: Ainda tonto pelo ataque de som do mago, eu logo percebo que não consigo ouvir nada além dos pensamentos preocupados de Azreth e os meus, alem dos sons de meu próprio corpo. Preocupado, ao menos fico aliviado que Beowulf se desprendera da mão, e um alívio ainda maior quando Silua lança sua magia e fecha alguns dos meus ferimentos mais graves. Oro em silêncio a Bahamut, mas meu maior pedido vai a Razgorith. Dou um passo à frente e o ataco. Urro o nome de minha espada mesmo sem poder ouvir minha própria voz. Por Arianna e pelo futuro filho, com os quais quero envelher junto. Por Val’huhn.
Irthos: [ATTACK] Hyinen Aalto (MD) [CRIT 17] [46] [CRITICAL THREAT] [1d20+28 = 46]
Irthos: [ATTACK #2] Hyinen Aalto (MD) [CRIT 17] [36] [1d20+23 = 36]
Irthos: [ATTACK #3] Hyinen Aalto (MD) [CRIT 17] [34] [1d20+18 = 34]
Irthos: [ATTACK] Hyinen Aalto (MD) [CRIT 17] [CONFIRM] [47] [1d20+28 = 47]
Irthos: [ATTACK] Yvastar [CRIT 19] [35] [1d20+27 = 35]
Irthos: [ATTACK #2] Yvastar [CRIT 19] [25] [1d20+22 = 25]
GM: [ATTACK] Esguicho de Acido [26] [1d20+9 = 26]
GM: Errou um golpe com a Yvastar
Irthos: [DAMAGE] Hyinen Aalto (MD) [25] [2d10+14 = 25]
Irthos: [DAMAGE] Dano de Gelo [7] [2d6 = 7]
Irthos: [DAMAGE] Hyinen Aalto (MD) [20] [2d10+14 = 20]
Irthos: [DAMAGE] Hyinen Aalto (MD) [20] [2d10+14 = 20]
Irthos: [DAMAGE] Yvastar [14] [2d6+7 = 14]
GM: Irthos atinge o lich com força, sentindo que parte da proteção mágica dele sumiu
Irthos: Eu o acerto com fúria, golpe após golpe, sentindo que a proteção mágica dele se esvaeceu. Erro um golpe da Yvastar, e bufo ao ver que ele ainda permanece de pé. Peço aos deuses por proteção, e que Beowulf consiga terminar o serviço.
[GM] [TURN] Razauh
Razauh sorri e tenta tocar em Irthos e Beowulf, em cada um com uma mão
Razauh: Ataque de toque à disância [28] [1d20+15 = 28]
Razauh: Ataque de toque à disância [30] [1d20+15 = 30]
Razauh: Teste NC [36] [1d20+22 = 36]
Razauh: Teste NC [35] [1d20+22 = 35]
Após serem tocados, Irthos e Beowulf sentem uma vontade inexplicável de… dançar. Ambos começam a sapatear a e dançar, fazendo passos completamente desajeitados.
Razauh: Rodadas [2] [1d4+1 = 2]
Razauh: Rodadas [2] [1d4+1 = 2]
Effect ‘Dança irresistível’ applied [to Irthos] [by Razauh]
Effect ‘Dança irresistível’ applied [to Beowulf] [by Razauh]
GM: Tem a duração no efeito
Enquanto isso, a mão começa a se aproximar de Siua
[TURN] Beowulf – Effects: Dança irresistível
Beowulf: Sem saber o que está acontecendo e sem compreender direito o que se passa comigo, eu apenas danço, sorrindo bobamente
Matheus E (Beowulf): ISSO é humilhante, hahaha
[TURN] Silua
[w] Silua: eu tava olhando o texto de Dissipar o Mal, é possivel castar direto no efeito que eu quero desfazer? OU gasto um turno castando e outr para usar?
[w] -> Silua: um para lançar e outro para usar
Silua: Olhando a mão se aproximando, eu lembro preocupada que até Beowulf teve problemas com ela, eu decido lançar uma magia que espero que possa nos livrar ao menos dela.
Silua: Spell [Dissipar o mal] -> Poik-ksh
GM: Silua lança a magia e sente a mão brilhando com energia sagrada
Silua: Antes da mão se aproximar ainda mais, eu aproveito o tempo ainda livre e lançop uma cura grave acelerada em mim mesma.
Cristiane (Silua): alias, moderada
Silua: Spell [Curar fer. moderados] (+10) [25] [2d8+10 = 25]
GM: Silua cura parte de seus ferimentos, embora ainda olhe preocupada para a mão
Silua: Após me curar, eu espero a mão se aproximar, rezando para a magia detê-la de uma vez e que meus amigos possam se livrar do que os está afetando também.
[TURN] Irthos – Effects: Dança irresistível
Irthos: Sem entender o que está acontecendo, eu apenas danço de maneira desajeitada e abobada. Azreth, entretando, sai bufando da bolsa e mira seu sopro no elfo.
Irthos: Sopro de Gelo – Azreth (CD 20 Ref.) [26] [6d8 = 26]
Razauh: Reflex save [26] [1d20+11 = 26]
O mago já mais atento consegue se livrar de parte do sopro
Irthos: Azreth bufa ainda mais irritado ao ver o mago desviar de parte do vapor gélido, voltando a bolsa e torçendo para o que quer que esteja me fazendo agir assim, passe logo antes que tudo esteja perdido.
[GM] [TURN] Razauh
Razauh gargalha ao ver Irthos e Beowulf dançando, aparentemente gostando do momento
Silua: tb
Cristiane (Silua): ops
[TURN] Beowulf – Effects: Dança irresistível
[GM] [TURN] Razauh
Razauh, vendo Irthos e Beowulf dançando sorri com prazer e ergue suas duas mãos que brilham com um forte tom carmesim
Razauh: Teste NC [31] [1d20+22 = 31]
Razauh: Teste NC [26] [1d20+22 = 26]
Matheus: malz ai, to apanhando pro FG um tantinho!
Razauh: Níveis negativos [7] [2d4 = 7]
Razauh: Níveis negativos [6] [2d4 = 6]
Irthos e Beowulf sentem suas forças serem sugadas com extrema força, sentindo-se exaustos e incrivelmente fracos. A sensação lembra exatamente aquela sentida na vila fantasma
GM: Beowulf, 7 níveis negativos. Irthos, 6 níveis negativos
GM: Um nível negativo = -1 em ataque, qualquer teste e nível efetivo para determinar efeitos
[TURN] Beowulf – Effects: Dança irresistível
Beowulf: Me sentindo incrivelmente fraco, eu não consigo compreender o exato motivo, mas sinto meu corpo fora de controle enquanto continua a dançar
[TURN] Silua
Silua: Eu olho preocupada para meus amigos, mas não poderei fazer nada caso não consiga me livrar dessa mão. Eu rezo para funcionar e avanço na sua direção, tocando-a e esperando que a magia conjurada anteriormente faça efeito.
GM: Ataque de toque
[w] Silua: jogada de garra normal ou como é?
Whisper recipient not found
Usage: /w [recipient] [message]
[w] -> Silua: BBA + força
[w] Silua: mesmo tendo acuidade com arma?
[w] -> Silua: então é DES
Silua: +27 [33] [1d20+27 = 33]
Silua toca sobre a mão e descarregando a energia da magia acumulada no corpo, a mão feita de energia desaparece no ar. Razauh xinga de mais longe
Silua: Aliviada ao ver que funcionou e a mão desapareceu, eu volto a encarar nosso inimigo, esperando que possa socorrer meus amigos antes que algo de mais grave ocorro. Eu rosno para ele, em provocação.
[TURN] Irthos – Effects: Dança irresistível
Irthos: Mesmo me sentindo incrivelmente fraco, meu corpo continua a dançar. Eu sigo sem entender o que está acontendo direito, a situação piorada por não estar ouvindo nada.
Effect ‘Dança irresistível’ expired [on Irthos]
Effect ‘Dança irresistível’ expired [on Beowulf]
[GM] [TURN] Razauh
Razauh, aponta um dedo para Beowulf e arremessa outro raio verde na direção de Beowulf. No instante seguinte vocês sentem uma onda de energia quente atravessando através de vocês,
Razauh: Teste NC [32] [1d20+22 = 32]
Razauh: Teste NC [36] [1d20+22 = 36]
GM: Beowulf, 2 TRs de Fortitude. Os demais, um deles
Silua: Fortitude save [13] [1d20+11 = 13]
Beowulf: Níveis negativos [-7]
[w] Irthos: no caso devido aos niveis negativos, tenho que colocar um -6 em tudo né, inclusive os atributos?
Matheus E (Beowulf): merda
Beowulf: Fortitude save (Níveis negativos -7) [25] [1d20+15 = 25]
Beowulf: Fortitude save (Níveis negativos -7) [32] [1d20+15 = 32]
[w] -> Irthos: atributos nao, so nos testes
Irthos: Fortitude save (Níveis Negativos -6) [17] [1d20+14 = 17]
Beowulf sente o corpo arder no impacto do raio. A capa e todos os seus braceletes, anéis e demais objetos mundanos desaparecem no próprio ar. Ele consegue resistir bem ao outro efeito, ao contrário de Silua e Irthos. Ambos sentem os corpos secos e uma sede tremenda, como se toda a água tivesse sido drenada de seus corpos
Razauh: Desintegrar elevado [102] [30d6 = 102]
Razauh: Desintegrar elevado [102] [102]
Razauh: Evaporar [67] [19d6 = 67]
Silua: Desintegrar elevado [102] [102]
Razauh: Evaporar [67] [67]
Razuh sorrir ao ver seus inimigos praticamente sucumbierem perante a seu poder
[TURN] Beowulf
Beowulf: Conseguindo me controlar um pouco melhor o corpo, mas me sentindo incrivelmente abalado pela explosão de poder mágico e sentindo que muito do que eu tinha no corpo sumiu ao ser atingido pelo raio verde. Eu seguro mais firme ao que me resta e me jogo em cima de Razauh, golpeando da melhor forma que posso
Beowulf: [ATTACK] Skjörd (Níveis negativos -7) [39] [1d20+29 = 39]
Beowulf: [ATTACK] Drakengard [CRIT 17] (Níveis negativos -7) [45] [CRITICAL THREAT] [1d20+28 = 45]
Beowulf: [ATTACK #2] Drakengard [CRIT 17] (Níveis negativos -7) [39] [1d20+23 = 39]
Beowulf: [ATTACK #3] Drakengard [CRIT 17] (Níveis negativos -7) [35] [CRITICAL THREAT] [1d20+18 = 35]
Beowulf: [ATTACK #3] Drakengard [CRIT 17] (Níveis negativos -7) [CONFIRM] [31] [1d20+18 = 31]
Beowulf: [ATTACK] Drakengard [CRIT 17] (Níveis negativos -7) [CONFIRM] [29] [AUTOMATIC MISS] [1d20+28 = 29]
GM: Incrivelmente abalado pelos golpes, Beowulf surpreende ao atingir o lich com tudo
Beowulf: [DAMAGE] Skjörd [20] [2d6+15 = 20]
Beowulf: [DAMAGE] Drakengard [34] [4d10+24 = 34]
Beowulf: [DAMAGE] Drakengard [47] [4d10+24 = 47]
Beowulf: [DAMAGE] Drakengard [40] [4d10+24 = 40]
GM: Após o último golpe com a espada, Beowulf separa o lich ao meio, a expressão de incredulidade dele é visível no rosto enrugado e acinzentado
Beowulf: Incrivelmente fraco, eu peço aos deuses para que salvem Irthos e Silua e protejam Nordenbeutel se essa batalha significar o meu fim. Mas eu sinto o anel de Kord e o amuleto de Thor esquentarem e sentindo as forças voltarem por alguns instantes, eu golpeio o lich com tudo, partindo-o no meio com um último golpe, antes de cair de joelhos no chão, urrando de fúria, cansaço e dor
Conforme Razauh começa a desaparecer, o branco aos seus redores começa a desaparecer e vocês se encontram numa sala de pedra natural, incrivelmente espaçosa. Podem ver um portal num canto mais afastado. O resto da sala está repleto de livros e pergaminhos. Num canto há um grande baú e um domo de vidro com um cajado de madeira incrivelmente simples dentro dele. Mais ao lado ainda, há um domo de vidro, com uma corrente de prata e de aparência pesada dentro dela
Silua: Eu caminho devagar em direção aos meus amigos, o corpo bastante dolorido em consequências das magias usadas pelo elfo.
Silua: Como estão?
Irthos (arfando): Finalmente… o maldito morreu.
[w] Irthos: os 12 que tu rolou quando eu fiquei surdo era rodadas, minutos, horas, dias?
Beowulf (rindo, sem forças): Quase morto, eu acho.
Silua: Nenhum de nós está bem, esse maldito quase acabou conosco. Fiquei assustada ao ver vocês agind
Silua: Nenhum de nós está bem, esse maldito quase acabou conosco. Fiquei assustada ao ver vocês agindo como se nada mais importasse.
GM: Ah é, fato. Irthos ainda está surdo
[w] -> Irthos: permamente
[w] -> Irthos: afaik
Cristiane (Silua): bem, ele tem que dar uma indicação disso, não dá para saber só de olha, hehe
Matheus: sim sim
[w] -> Irthos: rodadas. confundi com outra magia
Irthos: Eu encaro Silua e Beowulf, feliz por vê-los bem, mesmo ainda estando estremamente ferido e cansado. Azreth sai da bolsa e me encara, um pouco triste. Eu falo um tanto alto demais, como se isso fosse me fazer ouvir.
Irthos (gritando): Aye amigo, mas com sorte Silua vai encontrar um jeito pra isso, ou com o tempo vai passar. Já não estou me sentindo mais tão ruim depois daquele grito que o maluco deu.
Silua (intrigada): Porque está gritando com Azreth dessa forma?
Beowulf: Eu me sento, dolorido e tentando me cobrir como posso, mesmo com pouca roupa. Encaro ele, curioso e preocupado
Irthos: Azreth olha intrigado para Silua e me repassa a pergunta, a seu jeito.
Irthos (um pouco alto): Azreth me diz que vocês conseguem me ouvir, então aquele maldito me deixou surdo mesmo, não é impressão minha.
Beowulf (preocupado): Surdo?
Silua (preocupada): Surdo? Mais uma surpresinah daquele maldito elfo morto-vivo.
Irthos: Eu bufo um pouco frustrado ao ver a cara de preocupação deles, limpando um pouco do sangue que escorre pelos ferimentos enquanto encaro o cajado no domo, curioso.
Beowulf: Eu me levanto com cuidado
Beowulf (bufando): Odeio magos. Maldito prejuízo que esse desgraçado me deu. Freyja vai terminar de me matar quando eu voltar para Nordenbeutel
Beowulf: Eu encaro Silua
Beowulf: E agora? O que fazemos? Consegue curar Irthos?
Cristiane (Silua): essa surdez é só com magia ou Cura serve de algo? Magia que aliás nãoi tenho nada, hehe
GM: Restauração e restauração maior acho que curam, se bem me lembro
Cristiane (Silua): Dissipar o mal acho que tb, né?
GM: Tem que ver na descrição
Cristiane (Silua): pq fala em magias malignas ou lançadas por um conjurador maligno
Silua (um pouco triste): Até posso, mas não hoje, o que eu poderia usar para isso, já usei.
GM: É, é possível sim
Beowulf: Vamos esperar um pouco para ver se passa, senão (eu olho para o pequeno dragão) Azreth pode ser os ouvidos de Irthos? (rindo) Pela primeira vez, eu estou ouvindo melhor do que ele
Silua: Não precisa rir dele também. (pensativa) Mas a idéia é boa. O que acha Azreth? Pode intermediar nossa comunicação com Irthos?
Irthos (bufando): Não preciso vê-los pedindo algo a Azreth pra saber o que querem, ele ja está me informando, à sua maneira, o que vocês estão fazendo ou dizendo. Certamente não nas exatas palavras e não o culpo (Azreth bufa, levemente frustrado), mas entendi que não conseguem me ajudar por hoje (eu sorrio, buscando me animar). E aquilo? (eu aponto para o cajado) Deve ter algo a ver com nosso amigo elfo, se ele é mesmo alguem que tentou transcender a mortalidade. L´lanthar ja me falou desse tipo de mago antes.
Beowulf: O que ele falou?
Silua: Azreth?
Irthos: Segundo o que ele me disse, o jeito mais fácil e comum de viver mais do que a natureza nos permite é transmitir sua alma para dentro de algo que não morre, por assim dizer, objetos. Normalmente algo com a qual você tem uma ligação, as vezes não. Os duidas abominam esse tipo de conjurador, pois sua própria existência vai contra o que eles pregam. Ele aprendeu isso na sua ordem, nunca viu um pessoalmente, mas jamais achei que nós passariamos por isso.
Silua (pensativa): Isso significa que uma parte dele ainda está lá dentro?
Cleber (Irthos): a interpretação de azreth à frase acaba se reduzindo a um ´ela pediu se ele ainda está la dentro´, hehe
Irthos: Talvez, a não ser que seja a própria corrente. Mas acho dificil, segundo ele dificilmente é algo mágico por natureza, até pra evitar que roubem. E imagino mesmo se uma alma sobreviveria dentro de algo que ja foi encantado de outra maneira.
Beowulf: Mas e como poderemos ter certeza?
Irthos: Ambos estão protegidos por esses domos, o que quer dizer que ambos são importantes. Mas notem que o cajado parece não mais que um simples pedaço de maneira, não? Nenhum calor, frio, aura, nada?
Silua (anuindo): Ou esse cajado tinha um forte valor sentimental para ele, o que duvido pela conversa dele, ou ele aparenta ser bem mais que um simples cajado ordinário.
Beowulf: O que faremos? Levamos junto e perguntamos para Azzeat ou destruímos tudo por aqui?
Silua: Llanthar disse se é possível destruir uma coisa dessas?
Irthos (balançando a cabeça): Ele acredita que não é mais dificil do que seria o item comum, até porque esse é um dos motivos deles manterem o item guardado e o porque dele não chamar a atenção. Quer dizer, se o cajado nao aparentar nenhum valor financeiro, aventureiros normais ou até outros magos provavelmente o deixariam pra trás, não acha?
Irthos: Mas de toda forma vasculhe bem a sala e veja o que tem no baú. Só se cure antes, pra evitar surpresas, com a varinha mesmo.
Silua (anuindo): Bem, vamos ajeitar tudo por aqui e veremos se é spossível destruir essa coisa por último. E Irthos, não se preocupe com sua audição, caso não passe sozinho, eu poderei te ajudar amanhã
Cristiane (Silua): opa, veio ao mesmo, tempo, minha resposta era para a frase anterior do Irthos.
Beowulf: Vamos ver o que achamos então. (eu faço uma careta de dor e começo a beber hidormel feito um louco, tentando matar a sede)
Silua: Eu bebo do meu cantil e depois faço um sinal para baixarem suas proteções, antes de lançar as duas curas em massa que ainda me restam.
Irthos: Eu baixo minha proteção ao sinal de Silua, praticamente esvaziando o cantil ao perceber que continuo sedento.
Silua: Spell [Curar fer. moderados massa] (+15) [25] [2d8+15 = 25]
Silua: Spell [Curar fer. moderados massa] (+15) [20] [2d8+15 = 20]
Beowulf: Obrigado Silua. Se não se importam, eu vou vestir o meu último kilt de reserva antes de continuar. É um longo caminho até sairmos da floresta e não gostaria de estar com esse frescor até sairmos
GM: Irthos, tua surdez passou
Cristiane (Silua): onde ele carregava um kilt extra sem mochila? hehe
Cleber (Irthos): indeed!
Matheus: no baú?
Cristiane (Silua): tá certo, esqueci do mesmo, sorry
Beowulf: Eu retiro o kilt do baú e visto ele, jogando o antigo num canto da sala
Cleber (Irthos): Eu vivo esquecendo dele tambem, uaheuaheah. back
Silua (pensativa): Bem, de curas estou restrita a apenas duas curas críticas e 13 cargas da varinha
Beowulf: Guarde-as. Não sabemos o que nos espera pela frente. E eu temo que o que Razaul falou seja verdade
Irthos (confuso, alto): Ele falou tanta coisa que quase me lembrei de mim, de qual delas você está falando? Alias, porque eu estou gritando? (mais baixo, animado) graças aos deuses, consigo ouvir de novo!
Beowulf: Eu sorrio
Silua (animada): Ótima notícia
Beowulf: Aye, bom saber. Na verdade Irthos, foi você que disse: nos atrasar tempo o suficiente para que os elfos cheguem aqui
Irthos: Ao menos teriamos uma boa noticia pra dar pra eles antes de termos que matá-los ou sermos presos ou mortos.
Irthos: Se vamos poupar as curas, alguém por favor abra o baú pra ver o que tem dentro dele. Eu não estou muito em condições, como podem ver, então se algo explodir ali não sei se aguentaria. E ainda temos que levar o medalhão.
Cleber (Irthos): *a corrente
Silua (séria): E a corrente é minha responsabilidade, por isso não a toquem (eu passo minhas duas poções de cura graves para Irthos) Use-as
Beowulf: Guarde-as por enquanto até termos certeza de que precisaremos dela. Mas se acha que precisa delas, as use. Eu vou ir abrir o baú enquanto Silua pega a corrente
Silua: Use ao menos uma (eu vou até onde a corrente está e respirando fundo, a retiro de onde está guardada)
Irthos: Outra dessas magias loucas dele eu certamente não aguentaria do jeito que estou (eu aplico uma das poções nos ferimentos mais graves, fazendo careta de dor conforme o liquido entra pelos cortes)
Beowulf: Eu vou até o baú e abro ele
Irthos: Poção de CFG (+10) [41] [6d8+10 = 41]
GM: Silua retira a corrente do lugar de repouso dela. Ela é de fato pesada, mas não consegue sentir nada de diferente nela. Ela parece uma corrente mundana
GM: Beowulf ao abrir o baú vê seus olhos brilhar, só brilham menos do que a quantidade de tesouros que está ali dentro, acumulados em todos os anos de vida de Razauh
Beowulf: Eu fecho o baú e pego ele debaixo do braço, me sentindo cansado, exausto e dolorido mas ao mesmo tempo incrivelmente satisfeito
Silua: Pelo jeito o baú tinha um contepudo interessante, por sua cara.
Irthos: Eu anuo, rindo, já me sentindo melhor.
Beowulf (dolorido): Aye, digamos que o suficiente para repor o que o maldito me tirou. (triste) Muitos daqueles braceletes significavam diversas batalhas que travei no passado
Irthos: Ainda bem que não inventou de ter um bracelete ou anel de ouro por batalha, iria faltar ouro. Bem, agora só nos resta esse maldito cajado (eu me aproximo dele)
Beowulf: E a corrente? (eu me aproximo do cajado também)
Silua: Eu a peguei, mas não senti nada de diferente nada, só que é tão pesada quanto aparenta ser mesmo.
Cristiane (Silua): argh, apaga o segundo nada
Beowulf: Acha que isso significa alguma coisa?
Silua: Não sei se a corrente deveria causar algo ao ser tocada ou não. Ou isso, ou estamos às voltas com o último truque do elfo (eu olho desconfiada para o cajado)
O cajado está dentro de uma cúpula de vidro também, embora essa dê a aparência que exista apenas para evitar que um grão de pó cai sobre ele ao invés de proteger, como a da corrente
Irthos: Como eu falei, muito estranho. É como se realmente não valesse nada, apenas tivesse que ser mantido longe do pó e das moscas.
Silua (anuindo): E se realmente tem uma parte dele aqui dentro, porque não está mais protegida? Parte do disfarce ou algo a mais?
Irthos: Conhecendo o cinismo dele, não duvidaria. Se alguem como você, que consegue usar a magia de uma varinha, tocá-lo, talvez saberia se realmente é um item mágico mesmo ou se é o que pensamos ser, não?
Silua: Meio desconfiada, eu removo a cobertura do cajado e o toco.
O toque do cajado parece simples, mas há algo diferente nele. Algo que até parece… divino. Mas sentindo a energia, parece uma energia bondosa e acolhedora
Silua: Estranho, eu snto algo nele, mas não maligno, parece algo bondoso.
Beowulf (surpreso): Bondoso?
Irthos: Aye, no minimo isso é inusitado.
Silua: E agora? Será um truque ou isso realmente não tem nada a ver com a malignidade do elfo?
Beowulf: De qualquer forma, podemos deixar isso no baú. (coçando a barba) Mas se a alma dele estiver mesmo ali, ele surgiria dentro do baú?
Irthos: No fundo da minha cabeça lateja a idéia de que um dia isso foi o cajado dele, sei lá a quantos milênios atrás, talvez antes de enloquecer.
Silua: O que vocês acham? Nos arriscamos a levar isso?
Irthos: Bem, se realmente não for nada fora do comum, perdemos um bom item mágico, mas… bem, se ele ressurgir e for perto de nós, com certeza não daremos tempo pra ele lançar uma maldita bola de fogo antes de podermos reagir.
Silua: Beowulf? O que achas?
Beowulf (suspirando): Minha cabeça lateja, meus músculos doem e tudo o que eu queria era uma noite de sono e uma mesa cheia de comida. Podemos decidir isso outra hora? Não imagino que mesmo que ele consiga surgir desse maldito pedaço de pau, o faça da noite para o dia. O que L’lanthar disse sobre isso Irthos? Ele chegou a mencionar algo em relação a tempo?
Irthos (balançando a cabeça): Não, mas também imagino que nao seja de um dia pro outro. Não depois de ser cortado ao meio como um pedaço de carne crua (eu concluo, rindo, ao olhar para Beowulf) Agora vamos que não temos como saber se esse portal ali no canto é permanente ou não.
Silua (anuindo): Vamos levar tudo então
Irthos: Em ultimo caso, se encontrarmos um grupo de elfos não-hostis, ou pelo menos determinados a ouvir o que temos a dizer antes de atirarem em nós, podemos ver o que eles sabem. Talvez façamos um grande bem trazendo o cajado pra eles, sei lá.
Beowulf: Aye, mas e esses livros e pergaminhos? Tenho até medo do conhecimento que eles guardam. Imagino que poderia ser bastante útil mas também bastante…
Irthos: Há conhecimentos que se estão guardados por centenas ou milhares de anos, eu quase prefiro que fiquem assim.
Silua: Se não encontrarmos elfos ´amistosos´, podemos pedir para Azzet dar uma olhada ou mesmo levar para Baltah
Beowulf: Eu olho para Irthos
Beowulf: Quase, aye?
Irthos (anuindo): Eu provavelmente os daria pra alguem com algum juizo e poder pra controlá-los, como Galahad ou Azzet. Mas é aquilo, se eu pudesse fazer o que esse elfo fez contra nós, mas antes de conhecer Razgorith, quando ainda era mal-visto em Rondall, não sei se ainda existiria um vilarejo hoje… sei lá, não estou a fim de criar outro Razauh, mesmo que ele só surga depois que há muito tenhamospartido.
Beowulf: Eu banho uma mão em chamas e encaro os dois, interrogador
Silua: Quer queimá-los?
Beowulf: Aye. Imagino que valham muito mais do que o ouro que temos aqui no baú, mas assim como Irthos, temo o que esse conhecimento pode causar. Nós já tivemos uma prova (eu encaro o corpo partido ao meio do lich, estranhamente sem sangue algum)
Silua: Por mim tudo bem, vamos levar só o cajado então, para ver qual o mistério dele.
Beowulf: Eu anuo e começo a incendiar tudo, ouvindo o som dos pergaminhos arderem
Irthos: Eu sigo para o portal, ansioso.
Irthos: E seja o que os deuses quiserem, espero que seja um lugar ao livre.
Silua: Eu pego nosso baú, guardo o baú com riquezas, o cajado e a Corrente e depois o devolvo a Beowulf, seguindo rumo ao portal também.
Beowulf: Após por tudo em chamas, eu pego o baú da mão de Silua e o coloco no cinto novamente, sentindo ele estranhamente pesado. Me aproximo do portal, cauteloso
Beowulf: Odeio não saber para onde esse maldito portal nos guiará. Já imaginaram sair há dezenas de milhares de metros acima do chão?
Silua: Infelizmente não temnos como saber sem passar, então preparem-se para o inesperado
Irthos: Queria poder fazer uma piada a respeito disso, mas não seria possivel segurar todo seu peso com baus e tudo em queda livre. Que Bahamut nos garanta ao menos que, se for um lugar alto, que ao menos tenha chão. Bem, boa sorte a nós (eu atravesso o portal, decidido)
Silua: Eu sigo pelo porta logo atrás de Irthos, atenta.
Beowulf: Eu toco sobre o amuleto de martelo e entro pelo portal
O destino do portal não foi nem tão pessimsta quanto o prevido por Beowulf porém não tão otimista quanto o prevido por Irthos. Vocês estão nas bibliotecas, próximas a entrada
Irthos (rindo um pouco): Eu quase me senti… tapeado. Nada mais que uma pequena rota de fuga. Pequena mesmo.
Silua: Esperem um pouco aqui,. vou sondar como está a situação lá fora (eu aciono meu anel e subo as escadas, em silêncio, para ver se não ganhamos companhia nesse meio tempo)
GM: Furtividade
GM: [BOX] Silua -> Skill [Move Silently] [47] [1d20+30 = 47]
Mesmo antes de atingir o topo, você nota que não estão mais sozinhos. Há vozes elficas do lado de fora, eles falam um dialeto desconhecido de élfico. Algumas palavras são semelhantes, o que permite que você entenda um pouco da conversa entre o que parece ser um grupo de tamanho razoável. Eles parecem discutir se os invasores estão mesmo no antigo templo, roubando as histórias deles. Se questionam se a maldição já os mataram. Um deles acrescenta com um sorriso que, caso ela não o tenha eles irão. Um outro, aparentemente o líder do grupo, repreende este, dizendo que o senhor da floresta teria interesse em descobrir como entraram. “Antes de os matar” você consegue entender ele ainda acrescentando no final, com um sorriso
Silua: Após ouvi-los , eu volto preocupada para dentro das ruínas e conto o que ouvi aos meus amigos.
Irthos (preocupado): Acha que eles pretendem mesmo nos levar a esse senhor da floresta? De toda forma, pensei que pelo menos poderiamos lamber as feridas antes de os encontrarmos (eu bufo, um pouco irritado)
Silua (séria): Acho que teremos que ver isso, não estamos em condições de enfrentar um grupo grande
Beowulf: E talvez corremos o risco de perder a corrente com isso, merda!
Silua: Infelizmente eles bloquearam a saída e não poderemos ficar aqui para sempre. Só nos resta arriscar a sorte e rezar para que a destruição do elfo os apazigue.
Beowulf: Eu coço a barba
Beowulf: Talvez eles não precisem nos pegar a todos
Silua (séria): Você está pensando em um de nós se deixar pegar?
Beowulf: Ou um de nós não deixar ser pego. Eu não quase morri e perdi muitas lembranças de batalhas para ver tudo nas mãos de um trepador de árvores (eu bufo, irritado)
Irthos: Acho que depois do que eles viram naquele nosso acampamento improvisado, dificilmente acreditariam que havia apenas um, mas dois seria possivel de acreditar. E pelas pegadas, os dois que estavam lá certamente eram grandes, um deles pesado (eu encaro Beowulf)
Beowulf: E vendo o nosso estado, não seria difícil acreditar que algum de nós acabou morrendo e nós decidimos fugir. E se eles vierem procurar por aqui, não conseguirão ver nada
Silua (séria): Vocês dois querem se deixar pegar para eu escapar?
Irthos: Mas com a Silua e a corrente, poderiamos tentar apostar no fato de que tiramos a maldição, e deve haver algum meio de convencer este senhor da floresta a nos deixar sair daqui, sei lá, eu não reclamaria de esquecer de tudo que vi aqui dentro assim que saisse… é uma escolha dificil.
Beowulf: E se para isso tivermos de deixar a corrente com ele? Ou pior, e se ele decidir usar a corrente em nós?
Irthos (rindo): Bem queria ter um sopro que paralisasse como o Azreth nessas horas. Poderia derrubar uns vinte, já que contra ele não adianta ser ágil e sim ter uma certa resistência física.
Irthos: Bem que eu gostaria de acreditar que nos deixariam levar a corrente ao verem na mente de Silua o tipo de mal que pode ser liberado no mundo caso não a usarmos para o fim que queremos. Eu estaria apto até a devolvê-la depois do uso, mas alguem explique isso pra eles.
Beowulf (bufando): Infernos! Tantas possibilidades e nenhuma parece ser boa. Dane-se o ouro que achamos, mas a corrente eu não posso perder. (sério) Silua, você consegue achar o caminho até o centro da floresta, aye?
Silua: Eu posso, mas e vocês? Como se virarão nas mãos deles?
Irthos: Ah, vamos sobreviver. Precisamos. Se o fim da maldição significar o fim de Irthos e Beowulf, ao menos as histórias falarão de uma bela batalha. E sempre posso usar Beowulf como parede caso algo dê muito errado e comecem a atirar flechas em nós.
Irthos: E sem os dois grandões pra lhe atrasar nem fazer barulhos indesejados, com eles achando que capturaram os invasores, você com certeza vai até lá e ainda consegue rastrear o grupo a tempo de nos encontrar.
Beowulf: Aye, e você pode nos resgatar, no pior dos casos. A única chance que eu teria de fazer isso seria se eu avançasse feito um maluco lá para dentro e matasse os elfos, um-a-um. O que não lhe deixaria feliz
Irthos (pensativo): Se Silua levar o baú, inclusive nem o dinheiro perderiamos. Afinal, nossa amiga caiu no precipicio ao tentar saltar sobre ele, justo a maldita que carregava todos nossos suprimentos e dinheiro! Como temos amor à vida, voltamos correndo, aye?
Silua: O problema é o peso dele, eu fico muito lenta carregando o baú.
Irthos (bufando): Ah sim, vendo Beowulf carregá-lo sem problemas, eu esqueço que ele é ele. Uma dúvida, se você levar Azreth na bolsa, a bolsa em si fica invisivel também, e com isso ele lá dentro, não? Ele pode lhe levar até nós depois que você purificar a corrente.
Silua: Se Azreth concordar em se separar de você por alguns dias, não vejo porque não levá-lo.
Irthos: Eu anuo, e explico a situação a Azreth. Ele fica um pouco triste em se separar de mim sem previsão de quantos dias isso irá significar, mas o faço entender que minha sobrevivência pode depender disso. Ele anui e volta para a bolsa, prometendo ajudar Silua. Eu sorrio e entrego a bolsa à Silua.
Beowulf: Mas de qualquer forma, acho melhor deixarmos nossos equipamentos no baú Irthos. Todos eles. Ou vai arriscar perder suas espadas?
Irthos: Não, a não ser que confisquem o baú, mas quero ver quem deles vai conseguir carregá-lo sem ser nós mesmos. Bem, vou ficar com a faca de caça, dificilmente acreditariam que perdi tudo quando tentei pular pelo prepicio e tive que me agarrar com unhas e dentes à beirada, soltando todo o resto.
Silua: Já que decidimos fazer assim, então deixe eu fazer meus preparativos também. (eu coloco a bolsa de Azreth sobre o ombro, tiro duas ou três raízes do baú e guardo nas algibeiras e depois retiro a Corrente e meu robe reserva, usando-a para embrulhar a Corrente e evitar não só reflexos causados pelo seu brilho como para evitar que os elos batam e façam barulho)
Beowulf: E podemos usar como desculpa o fato de que o baú está preso a mim, por isso eu consigo carregá-lo. Não acho que seja interessante eles saberem a minha força ou lhe reconhecerem como um… escamoso
Irthos: Ao menos não sou eu que fui despído pela magia, senão não teria muito como esconder. (eu desfaço a transformação, agradecendo um pouco os ferimentos que foram cicatrizados com o fato)
Beowulf: Tive sorte de não ter sido destruído por ela. Embora tive certeza de que algumas partes ficaram mais visíveis do que gostaria. Infernos, odeio magia (eu retiro o baú e coloco todos os meus itens mágicos ali, ficando apenas com a Drachenzahn e os machados de arremesso)
Silua: Estão prontos? Lembrem-se de fazer o possível para que eles os levem para ver seu Senhor, apresente o cajado a eles, caso necessário, mas evite uma briga.
Irthos: Eu removo meus itens magicos, guardando-os também no baú, ficando apenas com a roupa e a faca de caça)
Irthos: Eu removo meus itens magicos, guardando-os também no baú, ficando apenas com a roupa e a faca de caça.
Beowulf: Precisamos pensar na história do que aconteceu aqui, do contrário eu e Irthos poderemos contar histórias diferentes e estaremos ferrados. (rindo) E não me olhem surpresos, tive que aprender algumas coisas como Jarl, afinal
Silua: Bem, terão que determinar até onde foram, de onde veio o cajado, caso decidam o mostrar, o que houve com o elfo, e arrumar uma desculpa para minha ausência caso eles saibam ou desconfiem de que não eram só vocês dois.
Beowulf (anuindo): Aye. Bom, nós podemos ter vindo atrás das riquezas que ouvimos alguém comentar numa taverna em Rivadan. Mas a maldição aqui era muito forte e nós mal conseguimos fugir de um esqueleto mago que destruiu completamente o corpo do nosso terceiro integrande
Irthos: E eles acreditariam que entramos aqui só com as roupas do corpo, uma faca de caça e no seu caso, machados de arremesso e uma faca grande?
Silua: Bem, vocês dois estão com sinais das magias que destruíram parte dos seus equipamentos
Beowulf: Foi tudo destruído também pelo mago. Vendo o estado da minha cota de malha, não vai ser difícil de acreditar
Irthos: Não que houvesse muita coisa a ser destruiida, achamos que a maldição era apenas história pra assustar viajantes.
Silua: Mesmo assim, entrar numa floresta élfica bem vigiada com pouca coisa?
Beowulf: Não sei se lhe compreendi, Silua
Irthos (rindo): A história jamais fecharia, sempre haveria um ponto em aberto.
Silua: Irthos queria dizer que teriam vindo com pouca coisa, mas só um louco varrido entraria nessa floresta tão mal equipado como Irthos quer sugerir.
Beowulf: Então tiramos essa parte de não termos vindo com pouca coisa e sim ter sido destruída por esse esqueleto mago
Irthos: Mais que isso só iremos revelar ao senhor da floresta, aye?
Beowulf: Aye. E talvez seria bom termos outros nomes
Irthos: Nomes? Não é uma idéia ruim.
Beowulf: Vamos lá, você é o criativo aqui
Irthos (rindo): fique quieto, Redwerwulf, estou tentando pensar aqui.
Beowulf (rindo): Redwerwulf?
Beowulf: Eu coço a barba
Beowulf (rindo): Sou péssimo com nomes.
Irthos (rindo): Eu posso me chamar Kytan e você Sulgard ou algo do tipo.
Beowulf: Um pouco melhor, eu imagino. E Silua?
Irthos: Dificil dizer (eu encaro Silua, pensativo) Maelwyn?
Silua (rindo): Pode ser.
Beowulf: Kytan, Sulgard e Maelwyn. Nada mal. Quem sabe o meu segundo filho se chama Sulgurd? (eu concluo com uma risada que fazem as costelas doerem)
Irthos (rindo): Redwulfson estaria mais de acordo, mas você que diz (mais sério) Então, que seja, aye? Espero que Bahamut e Kord não estejam de ressaca.
Silua: Não esqueçam de saírem daqui com expressão assustada e parecerem surpresos ao darem de cara com elfos. Se eles souberem que sabíamos da presença deles antes de sairmos, terão mais motivos para suspeitarem de vocês.
Irthos: Eu começo a arfar, tremendo um pouco.
Irthos (assustado): Ouviu isso Sulgard? Infernos, acho que aquele maldito mandou a alma de nossa amiga Maelwyn pra nos torturar! Não ouviu a voz dela?
Beowulf (assustado): Pelos infernos, Kylan! Para de falar e corra, seu maldito!
Silua: Boa sorte e que os deuses estejam dos nossos lados.
Irthos: Eu anuo para Silua.
Irthos: Eu que o diga, é tudo culpa sua! Maldição, não sei porque confiei em você. Historias pra mercadores assustados, você disse! (eu começo a seguir em direção da entrada, olhando assustado por sobre os ombros)
Beowulf: Eu olho para Silua uma última vez antes de seguir Irthos, com um sorriso preocupado oculto pelos bigodes desgrenhados, completamente soltos sem os anéis
Beowulf: Tudo vai ficar bem, nós estamos em boas mãos. (eu me viro na direção da entrada e começo a correr de forma desesperada, não precisando fingir nem a dor e nem o cansaço. Olho uma última vez para Silua antes de desaparecer, empurrando Irthos e o xingando conforme subimos as escadas)
Silua: Eu fico num canto da biblioteca, oculta pelo anel e em silêncio, prestando atenção nos sons que vem de cima, esperando que esse plano desesperado funcione e que todos nós possamos sair vivos e com a corrente dessa confusão.
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Grande amante de diversos estilos de Metal, incluindo Power, Folk, Pagan e Viking, passou a jogar RPG por influência dos amigos e desde então nunca parou. Leitor ávido, adora livros de fantasia, e vem atualmente lutando para vencer uma lista de livros que não para de crescer. Nerd e gamer, a carreira de desenvolvedor de software lhe foi uma escolha óbvia e gratificante. Também é pagão, vendo seus ideais representados na religião de seus antepassados.
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Esta entrada foi postada em quarta-feira, 6 julho 2011 às 19:23
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