Conforme Irthos e Beowulf sobem as escadas, os dois começam a sentir a ansiedade e a preocupação deles aumentando. Ao chegarem no topo das escadas e verem a luz do dia, o cansaço, a fraqueza e o medo do plano falhar faz com que a expressão deles ao verem pelo menos vinte arcos apontados na direção deles seja bem convincente.
Beowulf (xingando, assustado): Infernos, você disse que os tinha despistado!
Irthos (assustado, bufando): Maldição, eu podia jurar que sim.
GM: Um elfo de aparência experiente se põe na frente do grupo. Ele não está com nenhum arco apontado na direção de vocês
GM: O comum dele tem um sotaque bem carregado, e acham difícil compreender o que ele fala.
Elfo: Invasores. Me respondam por que eu não deveria matá-los aqui e agora?
Irthos: Eu tremo um pouco, arfando.
Irthos (arfando, tremendo levemente): P-pensamos que ia ser apenas uma aventura qualquer. Maldição, eu só quero ir pra casa. Já p-passei perto da morte o suficiente. Mesmo q-q-que houvesse algo aqui pra ser encontrado, não vale a minha vida.
Beowulf (bufando): Vocês aqui do sul, covardes como sempre. Viu o que aconteceu com Maelwyn, não? Demos sorte de termos conseguido fugir apenas tendo tido nossos equipamentos destruídos. (eu encaro o elfo, preocupado) Só nos deixe sair dessa floresta que jamais voltaremos para cá.
Elfo: Maelwyn era quem estava com vocês quando entraram no templo?
Irthos (tremendo): Maelwyn… e aquilo. Fogo, e outras coisas que jamais pensei ver em vida… ela não conseguiu fugir. Quando olhei para trás só restavam as cinzas. Nunca corri tanto. Pelos deuses, eu só quero uma cama e comida. (eu sigo balbuciando, ainda tremendo)
Os elfos todos riem
Elfo: Foram além da biblioteca, não foram?
Beowulf: F-fomos. Maior erro das nossas vidas, ao invés de acharmos riquezas, perdemos quase tudo com o que viemos. Inclsuive a vida de um de nós
Elfo sorri
Elfo: E caíram direto na sala do mago. Idiotas, mas idiotas sortudos. Foram os primeiros a terem saído de lá com vida, mesmo que não valha de muito
Irthos (me recuperando, asusstado): Se aquilo era um mago, então quero voltar a ser um simples fazendeiro como meu pai, pra nunca mais ter que cruzar com um. Por favor, nos deixe sair que nunca mais ouvirá falar de nós. (tremendo) Os pesadelos que terei são punição o suficiente.
Isso não cabe a mim decidir. Ao meu ver, vocês dois já estariam mortos, agora. Cheio de flechas, igual a um porco espinho. Pois é isso que vocês homens são, uma porcaria. (ele abaixa uma mão e quatro flechas voam na direção de vocês, todas atingindo suas coxas. A dor é forte e devido aos ferimentos, sentem dificuldades em se manter em pé
Beowulf: Eu engulo a minha honra e prometendo a mim mesmo separar a cabeça do corpo desse elfo com minhas mãos, eu sigo com o teatro e caio no chão, com força, grunhindo de dor
Irthos: Eu caio no chão, grunhindo de dor, visando convencer o elfo. Em boa parte, a dor é real devido aos já existentes ferimentos. Arfo ainda mais pesadamente em meio aos grunhidos.
Elfo (rindo): E dizem que os homens são fortes! Para mim são tão fracos quando mulheres, um deles até usa saia!
Os elfos riem e falam entre eles, em élfico. Irthos consegue compreender algumas palavras e agradece por Beowulf não as compreender.
Beowulf: Eu queimo em fúria por dentro de mim, tentando ao máximo me controlar
Elfo: Ytham, Near, Aelth. Entrem no templo e vejam se o que eles falam é verdade. Enquanto isso nós nos encarregaremos de tirar tudo destes dois aqui.
Três elfos saem da formação e entram no templo. Todos tendo o cuidado de pisar em Irthos e Beowulf antes de entrarem. Um deles cospe em vocês, pronunciando algo em élfico que lembra a Irthos “imundice”.
Irthos: Eu tento manter a calma, me controlando. Aviso Azreth para não fazer absolutamente nenhum barulho.
Elfo: De pé, os dois. Tirem tudo o que estão vestindo, deixando apenas o necessário para cobrir as suas partes. Vamos mostrar um pouco de bondade com vocês, malditos invasores
Beowulf: Eu me ajoelho e, com dificuldades, começo a tirar toda a minha roupa, deixando apenas o kilt e o cinturão. Eu cuspo um pouco de sangue antes de encarar o elfo, fazendo uma expressão de derrota
Irthos: Eu me levanto com dificuldades, tirando tudo exceto a calça e a camisa.
O elfo da um passo na direção de Irthos e sacando uma adaga e com incrível precisão, ele rasga a camiseta de Irthos de baixo a cima num único golpe, tomando o cuidado de deixar um corte no mesmo lugar. Não muito fundo, mas o suficiente para arder e sangrar
Elfo: Da próxima vez você vai obedecer as ordens corretamente, não vai?
Irthos: Eu faço uma careta de dor misturada a uma expressão de humilhação ao anuir em silêncio.
Mais abaixo, Silua começa a ouvir passos se aproximando. Três elfos entram pela porta e começam a vasculhar todo o local
Silua: Eu permaneço em silêncio, imóvel enquanto os elfos revistam o local, enquanto noto que Azreth volta a entrar totalmente na bolsa , já que ele estava com a cabeça de fora enquanto eu o ouvia o que acontecia do lado de fora, certamente agitado por sua ligação com Irthos. Eu rezo mentalmente, esperando que o plano funcione e que meus amigos aguentem até que possa cuidar da corrente e resgatá-los depois
GM: Esconder-se, Silua
GM: [BOX] Silua -> Skill [Hide] [40] [1d20+30 = 40]
[w] Silua: não esquece que estou com o anel ativado tb
Os elfos vasculham toda a sala, passando muito perto de Silua. Invisível e oculta num tanto que um homem normal teria dificuldades de alcançar, a discípula observa os elfos se aproximarem dela com olhos atentos. Um deles parece desconfiar de algo, mas ao ouvir um companheiro chamando, ele volta para o outro lugar. Todos eles evitam a passagem para as salas mais adiante. Azreth se meche um tanto desconfortável dentro da bolsa
Silua: Eu olho aliviada assim que os elfos deixam a sala, e mantenho-me atenta ao que ocorre lá fora, para saber quando os elfos deverão partir, e se tudo correr de acordo, levando meus amigos como prisioneiros em vez de matá-los ali mesmo por trespassarem seus domínios.
Mais acima, ao ver os elfos subirem, eles falam rapidamente em élfico. Eles confirmam a história de que não há mais ninguém em baixo. O comandante sorri
Observador, o elfo parece notar os compartimentos no cinturão de Beowulf. Ele aponta para lá e um dos elfos se aproxima e começa a mexer por lá. Inevitavelmente, ele encontra o baú reduzido. Após uma leve troca de palavras, o comandante pergunta
Elfo: O que é esse objeto quadrado num de seus bolsos? O meu arqueiro disse que não consegue o mover
Beowulf (fraco): É simplesmente um pedaço de madeira preso ao cinto, para equilibrar melhor o peso
comenta algo com os outros elfos sobre os homens do norte e as histórias sobre eles. Alguns elfos encaram Beowulf com ainda mais ódio
Elfo comenta algo com os outros elfos sobre os homens do norte e as histórias sobre eles. Alguns elfos encaram Beowulf com ainda mais ódio
Elfo: E seus nomes, invasores? Ou podemos nós mesmos lhe chamar como bem entendemos?
Irthos (fraco): Kytan.
Beowulf (fraco): Sulgard
Elfo: Kytan e Sulgard. Nomes de vermos, certo?
Beowulf: Tremendo de fúria, eu tendo disfarçar como medo e murmuro um sim entre os dentes
Elfo: Isso mesmo, vermes. Logos vocês verão como nós tratamos invasores, principalmente escória humana como vocês. Não deixaremos que destruam nosso lar novamente, suas pestes (ele se aproxima e chuta o rosto de Irthos com força. Ele sente um dente sair voando e a boca encher de sangue)
Irthos: Eu cambaleio, cuspindo o sangue e segurando a raiva, apenas olho para baixo sem reação. Me agarro ao pensamento de como eles irão voar como meu dente quando isso terminar.
Elfo: Amarrem-nos
Alguns elfos se aproximam de vocês e usando cordas de seda amarram suas mãos às costas. Irthos imagina que com algum esforço ele conseguiria se livrar delas. Beowulf não veria problema nenhum em arrebentá-las.
Elfo: Agora vendem-nos
Logo toda a luz do mundo se oculta de seus olhos. Sentem um pano escuro sendo amarrado em suas cabeças ao longo de seus olhos.
Elfo (sorrindo): E não acabou ainda. Amordacem-nos
Os elfos abrem a boca de vocês com uma certa brutalidade, puxando pela barba no caso de Beowulf. Eles amarram outro pano por ali, com um gosto de lama. A língua de vocês está completamente presa, não conseguem produzir som algum além de grunhidos
Irthos: Amordaçado e sem poder enxergar nada, eu mantenho minha audição ainda mais atenta, disposto a prestar atenção em tudo que falarem.
Elfo: De pé, os dois
Beowulf: Eu me esforço para ficar de pé. Tremendo. Prometo a todos os deuses que eles pagarão por isso de alguma forma.
Irthos: Eu me levanto com dificuldades, o pano em minha boca ficando umido do sangue que ainda escorre pelo dente quebrado, a ferida no peito ardendo.
Elfo: Vamos, é uma longa viagem e (sarcástico) infelizmente nossas ra
Elfo: Vamos, é uma longa viagem e (sarcástico) infelizmente nossas rações só são o suficiente para o grupo. Mas que pena, não é?
Ouvem passos se aproximando de vocês pelas costas e uma ponta de aço inserida entre suas costelas lhes indica que é melhor continuarem a andar
começaram a andar*
[w] Irthos: sobrevivencia ou algo do tipo ajuda a discernir a direção aproximada de pra onde estamos caminhando (ao menos digamos, algo em relação à entrada)?
Beowulf: O medo começa a tomar um pouco da fúria o que faz que cada passo se torne ainda mais dolorido e cansativo. Ao me lembrar que ao menos Silua está livre, sei que ainda temos chances. Embora isso, a minha mente ainda volta para Isa e o temor de não ver nada daquilo novamente começa a me deixar preocupado
[w] -> Irthos: Sim, tu consegue ter uma idéia geral do lugar. Mas é um teste bem difícil devido a atual situação
Irthos: Eu sigo, o odio sendo substituido um pouco pelo medo e expectativa, um pouco pela dor. Ao menos Silua estará a salvo. Tento ao menos discernir a direção de para onde estamos seguindo em relação à entrada da tumba, para ver se consigo informar isso ao Azreth, embora dependa praticamente da audição e de um senso de coordenação para isso.
Silua, você ouve tudo de onde está. Sabe o que exatamente aconteceu com Irthos e Beowulf. Azreth sai do cinto e voa uns metros para frente. O pequeno dragão lhe encara com uma expressão de medo e pavor, quase chorando
Silua (baixo, em tom consolador): Eu sei o que deve estar sentindo Azreth, eu ouvi tudo o que houve. Mas te prometo que faremos o possível para chegarmos ao lago onde preciso ir o mais rápido possível e iremos atrás dos dois. Teremos que o fazer antes que cheguem na capital.
Irthos: Azreth anui, tentando parecer confiante, embora se controle para não soluçar, sentindo Irthos ficar aos poucos mais distante, relutando muito em não segui-lo de imediato. Ele encara Silua novamente, voando até seus ombros.
Silua: Vamos só esperar mais uns minutos antes de sairmos daqui, para dar tempo da patrulha se afastar o suficiente. Depois seguiremos rumo norte, ao centro da floresta.
Silua: Eu espero mais uns instantes, antes de sair cautelosa, ainda sob o efeito do anel, Azreth ainda empoleirado no meu ombro. Eu olho cuidadosamente em volta para ver se já podemos seguir.
Irthos: Ele entra na bolsa pouco depois de Silua sair daa tumba, ainda sentindo a ligação forte com Irthos.
Silua: Assim que percebo que nosso caminho está livre, eu me lavo rapidamente no rio para tirar o sangue que pode ajudar a me denunciar pelo cheiro, acaricio um pouco Azreth para consolá-lo e começo a seguir rumo ao centro da floresta, num bom ritmo, mas sempre atenta aos arredores, parando de vez em quando para pegar vegetais pelo caminho ou até algum eventual peixe, mesmo sabendo que terei que comê-los crus, por não ousar acender fogueiras. Com minha visão noturna, posso avançar algumas horas a mais durante a noite e o uso racionado das raízes e da magia que usei em Irthos me ajudarão a passar as noites de vigilância.
GM: Irthos, Sobreviver para tentar identificar o caminho por onde estão indo
GM: [BOX] Irthos -> Skill [Survival] [34] [1d20+26 = 34]
A situação e com boa parte dos sentidos privados, Irthos mal consegue identificar o caminho por onde seguem, porém é preciso o suficiente para conseguir auxiliar Silua no caminho
GM: Silua, se eu entendi corretamente, tu quer chegar na cidade antes dos elfos levando Irthos e Beowulf, é isso?
Cristiane (Silua): Não, a idéia seria fazer o serviço no lago e tentar interceptar o grupo antes de chegarem na cidade, porque eu acho que lá dentro o resgate seria bem mais complicado não?
GM: A tua resposta e a tua explicação não batem
Cristiane (Silua): eu pretendo tentar passar a frente do grupo, acelerando o passo, para dar tempo de voltar e interceptar o grupo de vcs, a menos que o lago seja dentro da cidade ou algo no estilo…
GM: A história que ouviu sobre o lago, lá no templo, diz que o lago fica na cidade
Cristiane (Silua): pelo que lembro, o lago fica no centro, mas ninguém sabe exatamente onde fica a capital, apenas acredita-se ser no centro
Cristiane (Silua): mas mesmo assim, a idéia é purificar a corrente primeiro, não? então eu vou lá faço o treco e volto para resgatar vcs
GM: Beleza, eu queria saber se tu preferiria seguir na frente ou então seguir o grupo
Cristiane (Silua): pq eu sei que devo seguir rumo ao centro e isso posso me orientar por conta, depois com a ajuda do Azreth, achamos vcs
Conforme Beowulf e Irthos avançam, eles são fortemente apressados pelos elfos que tentam impor a eles a mesma marcha que eles estão acostumados. O resultado é diversos tombos, cortes em espinhos, batidas com a cabeça em galhos altos, só para citar alguns. Os elfos riem a cada um desses incidentes. Na primeira parada vocês se sentem completamente exaustos e doloridos, ainda mais após as duras batalhas no templo subterrâneo. O elfo líder se aproxima de vocês, chamando a atenção de vocês com um chute forte em suas costelas. Se fossem humanos normais, elas certamente teriam partido
Elfo: Devem estar com sede, não é? Ainda temos um bom caminho pela frente, então vamos lhe dar um pouco de água. Heuhhlin, aqui, água para eles
Vocês ouvem passos se aproximando e logo sentem água jorrando sobre suas faces, quase lhes afogando. Sentem a mordaça em suas bocas se encharcar e o que temem é confirmado quanto o elfo gargalha
Elfo (gargalhando): Vamos lá vermes, suguem a água! Como vermes!
Os outros elfos começam a rir enquanto a água é jogada sobre vocês
Beowulf: Sedento, eu recorro a beber mesmo a água do pano, sugando como minhas forças me permitem. Sinto-me mais humilhado do que jamais me senti, até mesmo um pouco mais desesperado do que gostaria de admitir
Irthos: Eu faço o possive para sugar a água do pano, sedento. Começo a perceber que há muito mais ódio envolvido do que o simples fato de termos invadido a floresta.
Os elfos riem ao ver as tentativas dos humanos em se hidrataram. Eles riem com vontade. Presos com os braços amarrados na parte de trás do corpo e caídos de costas não conseguem fazer muito para reagir, mesmo que quisessem. O comandante se aproxima de vocês
Elfo: Aproveitem para repousar por um tempo. Partiremos logo. Espero que tenham gostado da parte fácil do caminho (ele acrescenta com um sorriso enquanto volta para perto dos outros elfos, falando em élfico)
Irthos: Mesmo dolorido, cansado e sedento, eu tento discernir a conversa deles.
GM: Ouvir
GM: [BOX] Irthos -> Skill [Listen] (Niveis Negativos -6) [39] [1d20+24 = 39]
[w] Irthos: malz, na jogada de sobrevivencia tambem tinha que ter descontado os -6 né. so atualiza a situacao se necessario
GM: Você consegue ouvir eles falando algo sobre trinta horas de viagem ainda até chegarem na cidade. Um deles parece preocupado em saber se irão sobreviver, mas é logo repreendido pelo comandante, dizendo que se morrerem durante a viagem, melhor. Ele havia dito que os levaria até o senhor da floresta e iria cumprir isso, mas que acidentes de viagem poderiam acontecer.
Irthos: Eu fico um pouco indignado com a aposta deles em nossa resistência, afinal já passamos muito mais perto da morte que isso. Fico entrentanto preocupado com a possibilidade de acidentes no caminho, decidindo ficar ainda mais atento já que não tenho como passar esta informação à Beowulf. Contato Azreth mentalmente e peço a ele se não consegue interromper Silua por um minuto que for para informá-la do prazo que temos até chegar na capital, mesmo que for desenhando o numero no chão com as garras. Eu tento passar uma imagem do que seriam os numeros 3, 0 e a letra h.
Silua, as horas seguinte de viagem seguem com uma certa apreensão. Não sabendo se Irthos e Beowulf continuam vivos, você pode apenas esperar que sim. Azreth segue cabisbaixo e tristonho a viagem toda. Ele emite frequentemente sons que parecem choros. Não sabendo o que isso significa a deixa ainda mais preocupada. A noite chega e com ela o cansaço
Silua: Cada vez mais preocupada com a missão e especialmente com meus amigos, eu avanço o mais que posso durante a noite até o cansaço bater mais forte. Eu acho um bom lugar para descansar um pouco as pernas, tento consolar Azreth e ver se ele pode me dizer algo sobre a situação deles.
GM: Antes disso acontecer, Azreth aperta o seu ombro e voa até o chão, lhe encarando
Silua (preocupada): O que houve, Azreth?
O pequeno dragão, feliz em ter chamado a sua atenção, começa a riscar algo no chão usando as suas garras. Olhando depois de um tempo, ele desenha algo que parece “30h”
Silua (pensativa): O que você está querendo dizer? 30 horas?
Irthos: Ele anui, animado.
Silua: 30 horas para o que? Irthos lhe passou algo?
Irthos: Bufando, Azreth desenha um tipo tosco de casa – nao mais que um quadrado com um triangulo por cima como telhado – dois riscos e uma seta apontando pra casa. Ele olha com certo orgulho para o desenho, apesar das linhas tortas.
Silua (pensativa): Uma casa? Você está se referindo à cidade élfica?
Irthos: Ele anui, apreensivo.
Silua (anuindo): É o prazo que temos então? (pensativa) Isso não é bom, eu pensava em parar um pouco, mas com isso o tempo disponível tornou-se mais curto. Como elfos podem viajar tão ra´pido quanto nós e precisam de menos descanso noturno, a única chance que temos de chegar à cidade e ao lago, cumprir a missão e ainda ter tempo de ajudá-los é se não pararmos durante a noite. Assim poderíamos tentar interceptar os elfos no máximo na próxima noite, quando pararem para descansar. Concorda, AZreth?
Irthos: Azreth anui, animado com a expectativa ao ouvir o ´proxima noite´. Ele salta em direção à bolsa, animado. Visivelmente dormira boa parte do tempo em que estavana bolsa, visando ajudar nas vigias noturnas.
Silua: Muito bem, só farei uma rápida parada aqui para comermos algo e já seguiremos. (eu paro num lugar protegido, dou um peixe que havia pego no caminho para Azreth e como alguns vegetais e uma raiz, que servirá para me manter me pé durante a viagem noturna)
Enquanto come algo, uma voz lhe chama a atenção. Não parece uma voz etérea ou algo do tipo. Além disso, a voz fala num élfico bem simples
Voz: Não é uma boa ideia
Silua: Eu me sobressalto, pensando que elfo teria se esgueirado até perto de nós sem que percebessmos. Eu me lkevanto, alerta, tentando localizar o intruso.
Irthos: Azreth também observa, alerta, confiando mais em seu senso do que sua visão.
Voz: Aqui em baixo, no arbusto
Um gato de aparência doméstica, porém com as orelhas levemente maior sai de dentro do arbusto. Ele lhe encara, curioso
Silua (intrigada): Um gato? Isso é uma brincadeira?
Voz: Brincadeira? Não, eu quero lhe ajudar
Silua: É você que está falando? Você é algum tipo de druida ou algo no estilo?
Gato: Não. Eu sou o que vê
Silua: Um gato falando élfico… (eu me acalmo um pouco enquanto penso na situação, até me lembrar de algo)
Silua (pensativa): Agora me lembro de algo que aprendi no templo de Bast. Você é um gato élfico, não?
Gato: É o que me chamam.
Silua: E porque você disse que não era uma boa idéia o que eu queria fazer? Você sabe o que está acontecendo?
Gato: Sei que quer entrar em Vidara, a cidade. E sei que entrar lá é perigoso. Sei que quer chegar no lago. E sei que vai morrer se fizer isso. Não quero que morra. Gosto de você
Silua (pensativa): E o que sugere que eu faça? Eu preciso chegar no lago, senão não poderei terminar minha missão para Bast. Fora que depois disso preciso resgatar dois amigos meus
Gato: Me ouça. Correr direto para o lago é uma má ideia. Muitos guardas, muito arriscado. Guardas precisam sair para você chegar lá.
Silua (pensativa): Precisamos de uma distração então. Alguma idéia do que podemos fazer? Do jeito que fala você deve conhecer bem a cidade, não?
Gato: Sim e não. Andei por lá um pouco. Muito cheia para mim. Sei que elfos saem da guarda no começo cidade de manhã e da noite. Os do lago não saem. O lago é sagrado.
Silua: O que você acha que poderia tirá-los de lá sem causar consfusão no resto da cidade?
Gato: Não sei. Como disse, não gosto da cidade
Silua (pensativa): Terei que pensar em algo quando chegar mais perto de lá, de qualquer maneira terei que viajar durante a noite, senão não poderei chegar lá a tempo de fazr o que preciso e ainda ajudar meus amigos.
Gato: Amigos? Invasores?
Irthos: Azreth observa a cena um tanto confuso, acostumado com as frases longas de Irthos. E um pouco de cíumes por não conseguir sequer falar assim. Ele se mantém atento.
Silua: Se por invasores, se refere a humanos, forasteiros, sim, mas garanto-lhe que não queremos o mal da floresta e dos seus habitantes. Apenas viemos para cá pegar algo que preciso para ajudar minha prdem, mas uma patrulha élfica nos inteerceptou e meus amigos se deixaram capturar para que eu ao menos pudesse completar a missão, mas pretendo fazer o possível para resgatá-los depois disso.
Gato: Eles estão onde?
Silua: Estão a caminho da cidade élfica, um deles tem uma ligação especial com meu amigo aqui (eu aponto Azreth) e nos passou a mensagem que estão a 30 horas de lá
Gato: Melhor hora para entrar é quando eles também entrarem. Invasores chamam a atenção de todos. Não muito bonito.
Silua (pensativa): Você diz que até os guardas do lago poderão ir ver? E depois? Tirar eles de dentro da própria cidade não será um tanto impossível sem causar a maior confusão ou pior, derramar sangue?
Gato: O sangue deles será derramado. Não irão matar, mas irão ferir. Ferir e humilhar. No outro dia falam com o senhor da floresta. Depois morrem. Eu já vi duas vezes
Silua: Se você viu, então deve saber onde os prisioneiros ficam, não?
Gato: Sei. Poucos guardas por lá. Priosineiros fracos e quase mortos, não precisam de guardas.
Silua (séria): Pelo que vejo não tenho muita escolha a não ser deixar meus amigos nas mãos do destino até lá e rezar para que eles sobrevivam até lá, porque pelo que ouvi antes deles partirem e pelas reações de Azreth durante o caminho, eles estão sendo bastante maltratados
Gato: Elfos maus com invasores. Sofreram bastante no passado. Odeiam humanos
Silua: E com isso descarregam seu ódio em todos, mesmo aqueles sem más intenções.
Gato: Preferem não arriscar
Silua: Eu não gosto nem da idéia de que eles sejam obrigados a passar por isso também, mas se eu não fizer o que viemos fazer aqui, o sacrifício deles até aqui será em vão.
Cristiane (Silua): eles=meus amigos, no caso
Gato: Posso lhe guiar até lá
Silua: Eu aceitaria então, e desculpe por não ter me apresentado antes. Me chamo Silua.
Gato: Raina é como eu chamo.
Silua: Prazer em conhecê-la.
Silua: Azreth, não sei se você entendeu algo da nossa conversa ou não, mas se não, de acordo com Raina, a única chance que teremos de acessar o lago será esperar pelo momento em que Irthos e Beowulf entrarem na cidade e infelizmente só poderemos resgatá-los após eles serem submetidos a mais tortura e humilhação.Não gosto disso tanto quanto você, mas eles se sacrificaram para que pudéssemos fazer esaa missão, mas te garanto que se necessário colocarei aquela cadeia abaixo para tirá-los de lá.
Irthos: Azreth, um pouco decepcionado pela mudança necessária de planos, anui e avisa Irthos que precisam esperar chegar na cidade pra Silua poder usar o lago, e que só vai piorar mas Irthos deve aguentar. Ele passa isso em um tom preocupado, dizendo que ganharam ajuda de um gato.
Cleber (Irthos): porque sera que nao apareceu meu avatar ainda? o-O
Cleber (Irthos): no chat i mean
Matheus: Ele so carrega quanto tu fala alguma coisa
Irthos: Eu recebo o recado, evitando bufar para não chamar a atenção. Estranho um pouco o final, mas conhecendo Silua e como já fomos ajudados por um leopardo das neves antes, fico até um pouco aliviado. Só me resta aguentar até lá.
Silua: Então está combinado, como não vai adiantar chegarmos na capital muito antes da patrulha, passaremos a noite aqui e seguiremos viagem logo ao amanhecer. Já comeu algo por hoje, Raina?
Raina: Já
Silua: Eu anuo e me acomodo num canto, atenta aos arredores, embora ainda pense sombriamente no destino que ainda aguarda meus amigos. Azreth também permanece vigilante por um bom tempo, embora cochile um pouco mais ao final da noite.
Irthos e Beowulf são acordados por chutes em intervalos regulares, o que torna o descanso deles algo bem problemático. Na vez definitiva são acordados com água sendo jogada sobre suas cabeças, acordando desesperados e arfando
Beowulf: Eu me sento, arfando e bastante assustado. Vendo tudo escuro eu me debato por um tempo até me lembrar de onde eu estou e o que está acontecendo. Frustrado eu acabo bebendo o pouco de água que consigo do pano
Irthos: Eu me sento assustado, arfando. Acabo bebendo o pouco de água que consigo do pano, as palavras de Azreth em minha mente, num dos momentos em que fui acordado, ainda ecoando. Pelo menos mais um dia assim, e sem os anéis de Azzet para poder avisar Beowulf.
Elfo: De pé, vermes. Nós já comemos e estamos partindo. Rápido! (ele chuta vocês novamente)
Irthos: Dolorido, faminto e ainda com sede, eu me ponho de pé.
Beowulf: Eu grunho de dor, um tanto mais fingida do que o necessário e me ponho de pé. Me pergunto por quanto tempo eu aguentarei isso e quando não mais aguentar, o que farei. Se arrebentarei tudo e arrancarei suas cabeças uma-a-uma ou se enlouquecerei antes
Agora, andando. (novamente vocês são espetados nas costas desnudas com algo afiado, fazendo um leve corte. Temem que nessas condições atuais as feridas possam infeccionar. São impelidos para seguir o caminho, doloridos e cansados
Beowulf: Eu grunho mais uma vez e sigo andando. Cansado, faminto e com o copo todo doendo, eu tento dar cada passo com o que me resta de horna
Irthos: Eu recomeço a caminhar, o sono visivelmente pouco e pausado, o que quase cansa mais do que permanecer acordado. Por quanto tempo conseguiremos manter-nos sãos, ja que há mais de um dia inteiro pela frente ate chegarmos na cidade dos elfos, os deuses sabem quanto tempo lá dentro até conseguirmos fugir.
GM: Silua, vai descansar por quanto tempo?
Cristiane (Silua): Pretendo partir antes do amanhecer, só comer algo e seguir viagem
Cristiane (Silua): E usar a magia de restauração para tirar o cansaço assim que for necessario
Silua, o despertar do sol vem mais rápido do que espereava. Teme que os elfos já partiram há mais tempo. Azreth continua abatido e Raina segue dormindo
Silua: O sol vem mais rapido que eu esperava, me fazendo me mexer às pressas, apenas dando algo para Azreth comer e eu também como algo, procuro animá-lo um pouco e depois vejo se consigo acordar Raina.
GM: A gata, agindo como um gato normal, apenas ronrona e lhe encara com um olhar reprovador e preguiçoso antes de voltar a dormir
Silua: Ao ver que ekla não está a fim de acordar no momento e não posso perder tempo tentando convencê-la do contrário, eu tento ajeitá-la ainda dormindo sobre os ombros, como Azreth às vezes faz com Irthos.
GM: Ela fica ali, não muito firme.
Irthos: Antes de entrar na bolsa, Azreth sorri ao ver a reação preguiçosa do gato.
Silua: Vamos seguindo então, fique atento caso Irthos precise lhe passar alguma outra informação durante o caminho, Azreth (eu recomeço a caminhar, procurando recuperar o tempo perdido, mas sempre atenta e cuidadosa com nossa guia em cima dos ombros.
GM: Irthos, seis testes de Fortitude. Beowulf, sete deles
Matheus: Já sem a penalidade
Irthos: Fortitude save [25] [1d20+11 = 25]
Irthos: Fortitude save [19] [1d20+11 = 19]
Irthos: Fortitude save [28] [1d20+11 = 28]
Irthos: Fortitude save [25] [1d20+11 = 25]
Irthos: Fortitude save [29] [1d20+11 = 29]
Irthos: Fortitude save [20] [1d20+11 = 20]
GM: Irthos, você perdeu definitivamente dois níveis de personagem. Anote seus PVs máximos atuais e desconte o equivalente ao mínimo de dois níveis deles. Você não pode usar qualquer habilidade que tenha ganho no 14o e 15o nível, além de ter perdido acesso a talentos e pontos de perícia equivalentes a esses níveis perdidos. Tenta se lembrar mais ou menos onde investiu os últimos pontos e aplica um modificador negativo a eles
Beowulf: Fortitude save [23] [AUTOMATIC FAILURE] [1d20+22 = 23]
Beowulf: Fortitude save [23] [AUTOMATIC FAILURE] [1d20+22 = 23]
Beowulf: Fortitude save [37] [1d20+22 = 37]
Beowulf: Fortitude save [40] [1d20+22 = 40]
Beowulf: Fortitude save [40] [1d20+22 = 40]
Beowulf: Fortitude save [39] [1d20+22 = 39]
Beowulf: Fortitude save [26] [1d20+22 = 26]
GM: Beowulf, você também perdeu dois níveis permanentemente. Mesma coisa que para Irthos
Silua: Fortitude save [40] [40]
Cristiane (Silua): ? não cliquei em nada
Matheus: Ficou com inveja que nao precisou fazer nenhum teste é?
O dia todo é extremamente cansativo para Irthos e Beowulf. Sendo humilhados e espancados em toda oportunidade possível. O descanso de horas mais tarde, mesmo que interrompido frequentemente é bem-vindo. A fraqueza da magia some um pouco durante o dia, mas o cansaço pela viagem e a falta de alimentação começam a cobrar o seu preço. Doloridos e quase enloquecendo, se agarram a tudo o que tem. Para Beowulf, sem saber o que está acontecendo o pesadelo é ainda maior. O guerreiro precisa de cada fibra para resistir a tentação de se libertar e lutar até a morte. Irthos sente a tristeza de Azreth, o que acaba lhe deixando ainda mais abatido. O sono vem instantaneamente, e mesmo os pesadelos dele parecem pouco se comparados ao que vivem durante o dia
[w] Silua: considere que me curei antes da segunda noite, se vai fazer FF disso
Silua segue rapidamente através de tudo o dia, após tendo curar seus ferimentos logo pela manhã. Sendo guiada por Raina quando essa desperta e acostumada com caminhos no mato e livre para seguir no seu próprio ritmo, ela segue com uma velocidade incrível, impulsionada pelo desejo de ajudar Irthos e Beowulf. Um pouco além do pôr do Sol, Raina chama a atenção dela
Silua: O que houve, Raina?
Raina: Estamos chegando na floresta. Se quiser ir dar uma olhada nela, a melhor hora é agora. Precisa ser rápida
Cristiane (Silua): Floresta? Não seria cidade?
Matheus: Isso, cidade.
Silua: Eu anuo e peço para Azreth se manter dentro da bolsa e quieto, enquanto aciono meu anel de invisibilidade vou ver o que posso descobrir da cidade aproveitando o momento em que a movimentação nela está menor, especialmente dos guardas.
GM: Furtividade e esconder-se para se manter oculta e nas sombras. Ouvir e observar para ver se alguém notou sua presença
GM: [BOX] Silua -> Skill [Move Silently] [33] [1d20+30 = 33]
GM: [BOX] Silua -> Skill [Hide] [41] [1d20+30 = 41]
GM: [BOX] Silua -> Skill [Listen] [32] [1d20+22 = 32]
GM: [BOX] Silua -> Skill [Spot] [27] [1d20+22 = 27]
Silua se aproxima da cidade élfica em passos rápidos, deixando Raina para traz, num lugar fácil de encontrar. Ao se aproximar ainda mais da cidade, ela se sente surpresa. É como a cidade de Lomadil, mas pelo menos mil vezes maior. Uma verdadeira metrópole, repleta de casas nos topos das árvores. Julga que a cidade toda deva ter um raio de pelo menos dez quilômetros, toda ela circulando o que parece ser o lago, que você consegue ver bem mais à frente. Olhando para os lados, ele parece bem guardado, não da maneira convencional. Há elfos espalhados por toda a sua orla, sentados e murmurando algo. Entre eles corre o que parece ser uma luz branca, indo de um a outro, como se formasse uma muralha. A água do lago parece diferente, um tom de azul mais iluminado do que o comum.
A cidade lhe parece grandiosa demais, impossível de ser verdade. As construções são fantásticas e bem trabalhadas. Há flores e árvores por todos os lugares, a brisa é agradável e a temperatura é perfeita. Sente-se quase apaixonada pela cidade. Mas algo está estranho: ela está vazia. Além disso, consegue ouvir o que parece ser um cântico ressoando por toda a cidade, em um coro de dezenas de milhares de vozes. Quando ele termina, você parece sair do pequeno transe e vê que lentamente os elfos começam todos a surgir novamente, saindo de diversas grandes árvores. Alguns trajam armaduras e arcos e vem se movendo em direção a onde está. A guarda da cidade não lhe parece muito boa, pensa que se necessário e com alguma sorte, conseguiria se esgueirar através deles
Silua: Eu olho para tudo aquilo e vejo a imensidão da tarefa que me espera pela frente. Mas não posso me deixar abalar por isso, a vida de meus amigos e o sucesso de nossa missão agora está em minhas mãos. Assim que os guardas começam a reaparecer, eu recuo e volto para o lugar onde deixei Raina me esperando, para acharmos um lugar onde esperarmos o dia seguinte e planejar o que farei.
Raina: E então? Bonita?
Silua (anuindo): Impressionante, nunca vi algo assim. Pena que seus moradores tenham todo esse ódio por forasteiros.
Raina: Tudo isso já foi destruído. Então eles temem
Silua: Já houve alguma guerra aqui dentro?
Raina: Guerra não. Invasão. Humanos entraram, roubaram e destruíram. Tinha um templo bonito no rio
Silua: O da maldição? Ouvimos dizer que era uma tumba
Raina: Tumba agora. Antes templo
Silua (curiosa): Sabe de algo sobre a história daquele templo? O que aconteceu exatamente lá?
Raina: Destruído durante a invasão. Líder enlouqueceu ao acasalarem com a mulher dele. Queria vingança. Morreu logo depois
Silua (pensastiva): E por isso encheu o lugar de armadilhas para matar quem tentasse entrar
Raina: Vou dormir. Estou com sono
Silua (anuindo): Creio que você conhece bem a área aqui em redor, não? Onde teria o melhor lugar para eu ficar oculta de patrulhas durante a noite por aqui?
Raina: Me siga. (ela lhe guia até um lugar mais afastado, perto de um monte de arbustos e rochas, porém próximo o suficiente da cidade)
Silua: Eu anuo e a sigo, me acomodando ali para passar a noite, rezando para que tudo dê certo no dia seguinte e possamos sair desse lugar, todos juntos.
Após o que parece pouco tempo, Irthos e Beowulf são acordados com chutes novamente, dessa vez chutes insistentes, obrigando-os a sentar com certas dificuldades até eles encerrarem
Elfo: Nada de água agora. Andando, seu vermes! Em breve chegaremos e eu quero ver vocês na pior forma possível ao entrarem na cidade
Irthos: Eu me levanto, cada vez com mais dificuldades que na anterior, o cansaço, a fome e a sede cobrando seu preço. Minha esperança no fato de que Azreth e Silua parecem estar bem. Sinto que Azreth não está tão longe quanto imaginei, embora longe o suficiente para não poder fazer nada até chegarmos à cidade.
Beowulf: Eu desperto já sem muita ideia de hora. Tudo o que sei é que continuo cansado, faminto, sedento e dolorido. Pensei ter ouvido ele falar algo em quase chegando, mas no meio de todas as sensações não consegui identificar muita coisa. Me sinto abalado e bastante sozinho e depois da já costumeira ficanda nas costelas, eu sigo caminhando, tão bem quanto posso
Silua, a manhã chega rápida. É acordada por Azreth, que parece incrivelmente ansioso, voando de um lado para o outro, desesperado
Silua (preocupada): O que houve. Azreth? Está sentindo a aproximação de Irthos?
Irthos: O pequeno anui, numa mistura de alívio e desespero, buscando identificar a direção de onde Irthos está pelo contato mental.
GM: Ele sente que estão se aproximando da cidade
Irthos: Azreth bufa levemente ao não conseguir identificar a direção exata, talvez algo na cidade o atrapalhando, mas sabendo que Irthos se aproxima da cidade, não consegue esconder a apreensão.
Silua: Durante esse dia vai ser a pior parte, teremos que assistir ao que vai acontecer e não poderemos fazer nada até eles serem levados para a prisão e chegar um dos horários em que tudo para ( (eu digo, tão frustrada quanto Azreth, sabendo que meus amigos esão sendo torturados por causa de mim e a tarefa que assumi. Eu como rapidamente algo, dando mais um pedaço de peixe para Azreth e Raina, assim que ela acorda, e depois fico de prontidão, vigiando a entrada da cidade, esperando o momento em que Beowulf e Irthos virão, quando deverei aproveitar a confusão para chegar ao lago.
Raina: Não. A melhor hora para fazer isso é quando os dois estiverem na cidade, sendo humilhados. Todos vão humilhar. Também os homens da corrente de luz
Silua (anuindo): Eu sei, estava me referindo ao momento para resgatar eles, onde terei que esperar a guarda desaparecer. (suspirando) Vai ser terrível assistir a algo assim e ter que esperar.
Raina lhe encara curiosa, sem parecer compreender
Silua: Eles são meus amigos e esses últimos dois dias tem sido tensos, sabendo que eles estão sendo torturados nas mãos dos elfos, ainda mais que fizeram isso para que eu pudesse levar a cabo nossa missão. Agora eles serão torturados bem à vista e teremos que esperar para poder ajudá-los, embora a vontade fosse de se atirar no meio de todos, mas isso só colocaria tudo a perder.
Raina: Eles não podem reagir?
Silua: Quando começamos essa misssão aqui em Vidara, eu disse que só atacaria elfos em caso de absoluta necessidade, afinal eles estão em sua casa e a defendendo. E quando eles nos encurralaram, estávamos feridos e exaustos depois do esforço que tivemos para pegar o que viemos buscar. Como não estávamos em condições de enfrentá-los nem de sair sem sermos vistos, e não podíamos deixar que eles pegassem o objeto, eles decidiram se entregar, para que eu ficasse para trás e terminasse o serviço, que é purificar esse item no lago.
Raina (confusa): Eu não compreendo. Vocês tem um nome para isso?
Silua: Amizade? Auto-sacrifício?
Silua: Compaixão?
Raina: Acho que não vou conseguir compreender. Eu vou dormir. Me acorde se precisar de mim
Cleber (Irthos): compaixao é o que a Silua teria que exigir de nós dois para com os elfos se tivessemos saido de lá sem niveis negativos e com a maioria dos Pvs recuperados!
Silua: Eu anuo e continuo atenta, dizendo para Azreth avisar a Irthos para aguentar firme, que nós precisaremos usar a distração causada por sua sua futura ´exibição púiblica´ para chegar ao lago e que faremos o resgate depois que forem jogados na prisão.
Irthos: Azreth repassa a informação, ainda mais preocupado ao mencionar algo sobre eu ser torturado por todos elfos antes da prisao, mas que a distração vai ajudar Silua.
Após um tempo de caminhada, quedas, batidas, cortes e estocadas, o elfo na frente de vocês manda todos pararem. Silua guiada por Azreth consegue ver o grupo de elfos mais à sua frente, bem como a situação triste e deplorável de Irthos e Beowulf. O pequeno dragão se esforça ao máximo para ficar quieto, ao ver Irthos naquela condição. Este consegue sentir o sofrimento do pequeno. Silua observa tudo atenta.
Elfo: Chegamos seus vermes, agora vem a parte divertida. O grandão servirá como um bom alvo no final, acho que teremos diversão hoje. Vamos entrando, os guardas já sabem dos invasores. Chamem a cidade toda!
Os elfos anuem com voz animada enquanto parecem avançar rapidamente em diversas direções. Irthos e Beowulf são impelidos a seguir após alguns instantes. Após mais alguns passos, o silêncio começa a ser substituído por vaias enquanto são levados. A sensação de humilhação é terrível e a quantidade de vozes aos seus lados é assustadora
Silua, você observa enquanto eles são levados cidade adentro e logo uma grande quantidade de elfos começa a se juntar ao grupo que guia Beowulf e Irthos, o elfo que os guia parece bastante feliz e satisfeito. Você observa enquanto Irthos e Beowulf são levados até um pequeno palco e amarrados em colunas por lá. Os elfos começam a se aproximar deles, inclusive os magos que circulam o lago. Eles continuam vendados e amordaçados
Nota que todos os elfos trazem nas mãos algum objeto, como frutas, verduras e até mesmo pedras. Irthos e Beowulf parecem incrivelmente fracos amarados nas colunas, eles parecem tremer um pouco. Mais e mais elfos se juntam ao grupo que os circula. O que havia trazido eles sobe também na plataforma. Nota que as atenções de todos estão nele
Silua: Eu olho sombriamente a cena, sabendo muito bem o que vai acontecer agora, Azreth espiando para fora da bolsa, treme, devido à sua ligação com Irthos e também consciente do que ainda espera Beowulf e Irthos.
Silua (baixo): Azreth, eu sei o que está sentindo e te garanto que também adoraria poder nos enfiarmos lá no meio para arrancarmos nossos amigos das mãos deles, mas infelizmente fazer isso seria suicídio e nós acabaríamos juntos deles naquelas colunas ou até pior. Ao menos sabemos que a intenção deles agora ainda não é matar, mas qualquer erro comettido por um de nós agora, qualquer coisa Irthos que faça os elfos desconfiarem, e será o fim de qualquer chance de ajudá-los. Por isso, peço para que se mantenha firme durante essas próximas horas dolorosas.
Cristiane (Silua): ops, ficou um Irthos perdido ali no meio
Irthos: Azreth engole em seco, lutando para se controlar, mas pelo bem de Irthos ele se mantém calmo.
Silua (séria): E agora que todos estão lá, inclusive os guardas do lago, devemos aproveitar o momento e irmos até o lago. Desconfio que aquela reunião vai demorar um bom tempo ainda, mas não sabemos quanto tempo os guardas ficarão lá. (mantendo-me sermpre invisível e silenciosa, eu sigo em direção ao lago, mantendo-me distante de onde os elfos estão, e procurando um ponto na margem do lago longe desse ponto e se possível fora do campo de visão deles, para evitar o risco de nos virem durante a purificação da corrente.
GM: Furtividade
GM: [BOX] Silua -> Skill [Move Silently] [32] [1d20+30 = 32]
Irthos e Beowulf sentem os corações baterem disparados conforme os sons ao redor deles começam a crescer. Irthos e Silua, compreendendo o que os elfos dizem já sabem o que os espera. Beowulf fica na apreensão, sem saber direito o que está acontecendo e temendo pelo pior. No meio de gritos como “invasores!”, “assassinos!”, “estupradores!” os objetos começam a ser arremessados na direção de Irthos e Beowulf. Eles sentem objetos das mais variadas formas, tamanhos e pesos batendo neles.
Silua passa pelo meio do povo em direção ao lago, vendo olhares furiosos e até mesmo eufóricos nas faces suaves dos elfos. Eles parecem incrivelmente satisfeitos ao atingirem os dois homens com os objetos arremessados. O som produzido é o suficiente para ocultar qualquer barulho que possa fazer. Quando chega nas margens do lago, oculta por uma grande árvore, sente as mãos tremendo um pouco devido aos sons de objetos se chocando com algo. A quantidade de elfos acumulada na imensa praça é algo que jamais havia visto. Verdadeiras filas são formadas para que estes possam arremessar objetos nos invasores
Silua: Com o coração pesado ao ver pelo o que meus amigos estão passando, eu me concentro para me acalmar e parar com o tremor nas mão, pego a Corrente, desembrulho-a de dentro do robe reserva e após uma olhada para ter certeza que não há ninguém olhando na direção do lago, eu respiro fundo, mergulho a corrente na água e espero.
GM: A corrente brilha levemente ao tocar na água, nota que o peso dela diminuiu consideravelmente.
Silua: Ao notar que algo mudou na Corrente, e esperando que realmente tenha libertado-a de seu antigo dono, eu a retiro da água, volto a colocá-la dentro do robe para evitar o brilho e som dos elos, certifico-me que o anel está ativo e retorno cautelosamente para meu esconderijo perto da cidade, de onde poderei controlar a movimentação e deternminar quando meus amigos serão levados para prisão.
As horas se passam enquanto Irthos e Beowulf permanecem amarrados ao poste. A dor de ambos não é tão grande comparada a humilhação que estão sofrendo. Silua vê que ambos estão com os corpos coberto de hematomas e pequenos cortes, além da cabeça coberta de sangue. Irthos e Beowulf sentem o sabor deste, que cobriu completamente o pano amarrado às suas bocas. O comandante fala algo que parece com cerimônia de execução ao anoitecer do próximo dia. Quando o Sol já quase se pôs, eles são removidos de onde estão presos e carregados cidade adentro até uma das únicas construções feitas de pedra. Silua observa eles entrarem e fecharem a porta. Ninguém permance a guardando
Após Beowulf ter batido a cabeça na porta ele quase desmaia pela dor. Os elfos riem e com esforço o levantam com chutes. São guiados por alguns metros até sentirem o som de ferro batendo. Finalmente suas mordaças e vendas são tiradas – com uma adaga, fazendo ainda outro ferimento em seus rostos. Sentem a mandíbula dolorida e a língua seca, sem conseguir pronunciar palavra alguma com muita exatidão. O comandante se agaixa ao seu lado, sorrindo
Elfo (sorrindo): Aproveitem para ver o seu estado lamentável e rezar para seus deuses em seu último dia, vermes.
Ele cospe antes de dar as costas e lhes deixar numa cela fechada, com apenas um pouco do restante da luz do dia iluminando o local, não há mais ninguém no local.
Matheus: por ali*
Beowulf: Eu balbucio algo, segurando a mandíbula doloridamente. Por fim, consigo pronunciar alguma coisa
Beowulf: Vivo ainda?
Irthos: Eu praticamente tenho que estralar a mandibula pra conseguir falar algo, massageando-a um pouco, o corpo inteiro dolorido.
Irthos: Um pouco. Já não sei mais quando as vozes que ouço são de Razgorith ou de Azreth.
Beowulf: Eu acho que consigo me soltar
Silua: Enquanto o dia passa e observo a movimentação causada por meus amigos, e planejando como agir depois, eu me viro para perguntar algo a Raina.
[w] Silua: isso aqui seria antes de eles serem levados para a prisão, só paar encaixar algo
Matheus E (Beowulf): Perai
Matheus: Tu saiu da cidade, é isso?
Matheus: A Raina ficou na clareira, afastada
Cristiane (Silua): achei que eu estaria de volta anquelaq clareira, por recaução, já que não sbia quanto tempo eu poderia ficvar na cidade em segurança
Cristiane (Silua): mas se ainda estou lá, en tão ignora
Cristiane (Silua): continuem
Elfo: Mas se tu quis voltar, tudo bem. Tu s
Matheus: Mas se tu quis voltar, tudo bem. Tu só não viu para onde eles foram levados
Cristiane (Silua): vou ficar lá na cidade então, posso fazer o que pretendia depois
Irthos (preocupado): Deve ter sido terrível pra você, sem conseguir entender nada do que eles diziam. Mas agradeço aos deuses que não ouviu, ou provavelmente Silua não teria conseguido chegar até o lago. (baixo) Ela e Azreth estão aqui perto, invisíveis, só esperando o momento certo pra me ajudar. Acho que no estado em que estamos não haverá guarda algum aqui fora, e provavelmente menos ainda quando for a hora das horações dele. Provavelmente é ali que agirão. Só temos que ser pacientes e guardar nossas energias, seja para corrermos quando isso ocorrer, ou para, pelo menos, levarmos o maior numero possivel dos malditos conosco pros outros planos se tivermos que morrer lutando.
Matheus: Ah é, eu não entendi direito. Tu saiu para o teu esconderijo, eu achei que era só para as bordas da cidade
Beowulf: O que foi que eles falaram?
Cleber (Irthos): troca o “para me ajudar” por “para nos ajudar”, hehe
Irthos: Eu faço contato com Azreth, avisando que estou melhor por enquanto, e ele me informa, da maneira dele, o que entendeu da conversa entre Silua e o gato.
Irthos (confuso, falando conforme Azreth me informa): Pelo que Azreth entendeu, aquela tumba era um templo, e o elfo que matamos era um tipo de lider de lá que teve a filha alguma coisa por humanos que invadiram o lugar, e boa parte da cidade deles também foi destruida na época. Eles matam todos invasores depois de ver o senhor da floresta no dia seguinte. Eles não colocam guardas com os prisioneiros porque normalmente ja estão quase mortos… Azreth está… não, esqueça (após um breve silencio), bem, e com isso virão nos soltar assim que tiver menos elfos por perto. Azreth vai me informar quando voltarem a se aproximar.
Beowulf: Infernos, eu quase enlouqueci nesses dois dias. Sinto meu corpo todo doer e minha mente lateja, como se eu tivesse bebido demais. A minha vontade é arrebentar essas amarras, essa jaula e chutar essa porta e matar os elfos um a um
Irthos (compreensivo): E eu não? Afinal entendi tudo do qual eles nos chamaram. Mas pela descrição de Azreth da cidade, estariamos falando de centenas ao nosso redor em questão de um minuto ou menos.
Beowulf (irriitado): O que eles falaram sobre nós?
Silua: Do meu esconderijo, eu observo quando os guardas retiraram meus amigos das colunas e os arrastaram para dentro da prisão, e após ficarem uns minutos lá dentro, os guardas e seu comandante saíram. Assim que a cidade esvazia para as orações vespertinas, ainda sob o efeito do anel, eu avanço rumo à prisão, dizendo para Azreth avisar Irthos de que estamos chegando e que deve se preparar.
GM: Epa, os elfos não saem para orar não. O crepúsculo veio e foi durante a cerimônia de humilhação
Irthos: Acho que estupradores e assassinos foram os mais suaves, mas se for verdade o que Azreth ouviu, eles tem um bom motivo pra se preocupar com invasores. Se bem que não há como ser algo que não seja invasor, afinal a cidade deles não é aberta a quem quiser entrar, como uma normal.
Cristiane (Silua): achei que eles iriam ir após eles terem sido jogados áa, só de manhã então?
GM: Sim
Cristiane (Silua): OK
Cristiane (Silua): Então remove a ultima frase do meu act
Beowulf: Depois de ser tratado dessa maneira, eu acho que daria motivos para eles me chamarem assim
Cristiane (Silua): Razi down
Irthos (anuindo): Nem fale. Os dois lados tem culpa. Talvez milhares de elfos tenham sido mortos sem motivo algum, mas ao mesmo tempo, quantas centenas de viajantes ou aventureiros perderam a vida nas mãos deles, sem terem culpa de nada?
Silua: Após o comandante e seus guardas se afastarem, eu olho para Azreth, um tanto inquieto ao meu lado, como se me perguntasse ´e agora?´
Beowulf: Eu aperto a minha barriga
Beowulf: E esses malditos nem para nos darem algo para comer.
Silua (baixo): Azreth. teremos que esperar até o amanhecer para tirarmos eles de lá, não esperava que fossem continuar isso durante o próprio momento de orações deles. Tente descobrir com Irthos como estão agora, se ao menos já possuem alguma forma de se comunicarem entre si e o avise que os tiraremos da prisão amanhã durante o período antes do amanhecer e que devem tentar descansar essa noite o quanto puderem, aproveitando que foram deixados sem guardas.
Irthos: Azreth um tanto desesperado para ajudar me passa a mensagem de imediato. Eu bufo mas compreendo. Aviso a ele que estou bem, dentro do possível. O pequeno se tranquiliza um pouco. Eu encaro Beowulf, suspirando um pouco.
Irthos: Azreth fez novo contato comigo, pelo visto Silua só vai conseguir nos tirar daqui amanhã pouco antes do amanhecer. Vejo que ja removeu suas amarras, se importa de ajudar a remover as minhas? Se ela não conseguir, ao menos estamos livres pra amassar a cabeça de alguns elfos.
Matheus E (Beowulf): Putz, hahaha. Nem me toquei disso, lol. Ignora antes o meu: Eu aperto a minha barriga
Cleber (Irthos): entao ignora tudo depois de amanhecer, haha
Cristiane (Silua): ao menos não sou a unica confusaaa aqui, hehe
Beowulf: A noite toda aqui, então? (eu bufo, irritado) Infernos, eu poderia comer um boi inteiro. (pensativo) Será que é seguro abrirmos o baú agora?
Irthos: Não sei, mas não queria ter que sair correndo daqui sem ter como me proteger. E pelo menos podemos usar as curas de minha argola e seu bracelete. (Eu tento ouvir a que distancia devem estar, aproxidamente, os elfos mais proximos.)
GM: Ouvir
Cleber (Irthos): que estranho, parece que o que eu reduzi nas skills outro dia voltou ao original…
GM: [BOX] Irthos -> Skill [Listen] (-4) [42] [1d20+23 = 42]
GM: Você consegue ouvir com clareza os arredores, se aproximando da pequena janela. Não parece haver ninguém muito perto, mas há movimentação por toda a cidade
Irthos: Bem, não parece ter ninguém perto o suficiente pra nos observar, mas na cidade inteira há movimento por toda parte, nunca se sabe se alguem nao passaria perto o suficiente pra ouvir todo metal da sua armadura. Acho mais seguro faremos isso apenas quando Azreth me avisar que eles estão vindo. Vai ser apertado, provavelmente teremos só uns dez minutos pra colocar tudo, mas prefiro não arriscar.
Beowulf: Nós temos ainda alguma comida no baú? (rindo, dolorido) Eu não consigo pensar em mais nada
Cristiane (Silua): se tiver algo, deve ser só o resto da carne ainda crua, hehe
Irthos: Talvez tenhamos, dê uma olhada. Tenho certeza que não comemos tudo, mas se tiver, tenho certeza que é crua ainda. (rindo, baixo) Se bem que lagartixas não se importam muito com isso aye? (sério) Ainda mais com a fome que estou.
Beowulf: Mas para isso eu precisaria arrebentar as amarras, o que complicaria se algum deles aparecer aqui a noite para investigar. (bufando) Embora se isso acontecesse eu provavelmente arrancaria as tripas do desgraçado de qualquer maneira
Irthos: Precisamos pedir a Azreth que mude o modo como aqueles anéis funcionam. Colocar algo embaixo de nossa pele, sei lá. Algo que pudessemos manter mesmo que nos pelassem. (rindo) Já estariamos ao lado de Silua assim que ela nos avisasse mentalmente que purificou o medalhao e estava fora da cidade. Eles iam levar dias pra entender como fugimos sem cavar um buraco nem arrebentar as paredes.
Cleber (Irthos): *pedir ao Azzet
Silua: Bewm, Azreth agora só nos resta esperar até antes do amanhecer. Eu ficarei acodadda durante a noite para não correr nenhum risco de perder a hora, porque só teremos essa chance, mas você pode descansar na sua bolsa, eu o acordarei quando chegar a hora (eu dou um pedaço de peixe para Azreth e como algo também, incluindo uma raiz para garantir que fique acordada, embora tenha dormido na noite anterior, e mantenho-me de vigília até a hora em que agiremos.
Beowulf (coçando a barba): Não tínhamos um problema com a magia deles aqui na floresta e eles não funcionavam? Ou eu estou ficando maluco depois de tudo isso?
Irthos: Ah sim, tinha isso…. mais um motivo pra pedir que ele revise o método como eles funcionam. E sinto que Azreth está comendo um peixe agora, estou praticamente sentindo o gosto na boca (eu bufo, praticamente salivando)
Beowulf (preocupado): Eu perdi completamente a noção do tempo, há quantos dias estamos aqui já?
Irthos: Desde nossa primeira parada pra descansar no caminho até chegarmos na cidade foram trinta horas, ao menos é o que ouvi os elfos falando. Como caminhamos praticamente o dia inteiro, foram pelo menos quarenta horas. Diria que amanhã pela manhã vai fechar dois dias inteiros nas mãos dos desgraçados.
Beowulf (preocupado): O tempo está acabando. Eu preciso voltar para Isa logo. Isa. Comida, hidromel, Freyja… (eu suspiro e aperto as mãos, rangendo os dentes de fúria)
Irthos (bufando): Eu não dormiria à noite sabendo que aquele capitão maldito continuaria vivo e fazendo o que nos fez com outros viajantes.
Beowulf: Então não sou o único que quer arrancar as tripas do maldito?
Irthos (irritado): Nem um pouco, desde que o maldito rasgou minha camisa de cima a baixo com a adaga, levando minha pele junto, na saida da tumba.
Beowulf: Ferimentos no corpo saram logo, o pior para mim foi o que fizeram com a minha honra. Um Jarl rebaixado a um prisioneiro, sendo obrigado a andar vendado e amordaçado, bebendo água de um pano sujo. Eu jamais perdoarei os malditos, jamais.
Irthos (irritado): Eu pensei que jamais gostaria de ver aquela sua tal águia de sangue sendo feita ao vivo, mas comecei a pensar no caso… se pudermos cruzar com ele antes de morrer, por favor faça isso nele. Da forma mais brutal que puder.
Beowulf: Silua não vai gostar disso, você sabe. E não pretendo fazer nada contra a vontade dela aqui porque sei que ela faria o mesmo por mim. Vocês são os únicos que seriam capazes de me fazer não agir como eu por aqui. (eu suspiro) Estou cansado, muito cansado. Azreth consegue lhe acordar amanhã pela manhã?
Irthos: Aye, ela não gostaria, mas acho que até ela concordaria se soubesse o que passamos durante a maior parte do tempo. Bem, vamos tentar descansar o que pudermos, ja que imagino que teremos que correr muito . E sim, imagino que ele possa (eu aviso Azreth que estamos muito cansados e peço para que ele me acorde quando eles vierem nos resgatar. )
Beowulf: Eu anuo e me encosto na parede, tentando afastar a fome e adormecer. O meu corpo inteiro dói, mas o camsaço acaba vencendo e eu adormeço
Irthos: Eu decido descansar também, me apoiando como posso, apesar da fome e das dores. Fico imaginando o que Razgorith estará pensando de mim nesta hora, e peço forças a ele para o que tiver que vir no dia seguinte.
Silua, as horas para você se extendem agoniosamente. Azreth parece abatido e triste, quase choroso. A cidade parece viva durante toda a noite, os sons de lá chegando até você. Quando por fim a escuridão começa a ceder, até mesmo o pequeno dragão desperta, bocejando tristonho
Silua: Está chegando a hora, assim que os elfos se retirarem iremos agir (eu espero até a cidade esvaziar, digo para Azreth avisar a Irthos para que se preparem, acordando-o caso ele esteja adormecido e resprando fundo, sigo rumo à prisão, sempre protegida pelo efeito do anel)
Matheus: Tu espera até eles sairem para avisar ou avisa antes?
Cleber (Irthos): eu tava mesmo pensando nisso, hehe
Cristiane (Silua): Eu aviso um pouco antes, assim que começam a se movimentar, para ganhar uns minutos extras.
Irthos: Azreth, atento e animando-se, me acorda com o que, na minha cabeça, parecem ser gritos. Assim que eu acordo zonzo, ele me avisa que estão indo em breve. Eu me levanto, ainda dolorido, acordando Beowulf no processo e pedindo a Azreth pra me avisar também quando realmente estiverem vindo)
Irthos (bufando, sonolento): Eles estarão vindo em poucos minutos, melhor nos prepararmos.
Beowulf: Eu acordo resmungando e ainda cansado, com a barba repleta de baba devido à mandíbula ainda fraca
Beowulf: Armas e tudo?
Irthos: Silua não lhe informou nada a respeito disso, mas não sei que diferença faria mesmo em tê-las ou não a esse ponto, então prefiro tê-las. De todo modo, com os braceletes , o broquel e minhas luvas ja tenho chances de evitar boa parte das flechas deles, se tiver que ser .
Beowulf: Eu anuo e com um grunhido arrebendo as minhas amarras. Eu massageio um pouco os pulsos antes de me aproximar de Irthos
Beowulf: Vai doer um pouco para arrebentar
Irthos (sorrindo): Pra quem ja quebrou um braço e teve que deslocá-lo três vezes no mesmo dia, isso será o de menos
Beowulf: Eu sorrio e arrebento as amarras, tirando o baú do cinto em seguida e colocando-o no chão
GM: Silua, conforme vai se aproximando da cidade nota que os elfos todos vão rumando para os templos, espalhados por toda a cidade
Silua: Eu continuo seguindo cautelosamente rumo à prisão, esperando que meus amigos estejam o mais prontos possíveis quando chegarmos lá, porque quanto mais rápido sairmos mais longe iremos antes que descubram que fugimos.
Cristiane (Silua): *que fugiram
Beowulf: Pronto, vamos vestir o que podemos antes de partirmos
Beowulf: Eu visto apenas o mais importante – botas, o peitoral, o bracelete e o cinturão, além da espada e do escudo, obviamente. Eu seguro o punho da Drakengard com força, com uma expressão feroz
Irthos: Eu anuo, usando meu equipamento o mais rapido que posso tentando ao mesmo tempo não fazer muito barulho. Dou prioridade para as roupas, os braceletes de escamas, os anéis, as luvas de Bahamut, botas e as espadas.
GM: Silua, você chega até a porta do local onde Irthos e Beowulf estão presos, pode ouvir barulho vindo lá de dentro
Silua (baixo): Azreth, avise Irthos que estamos do lado de fora da prisão (eu checo se a porta está tarncada)
GM: Ela está trancada sim
Irthos (baixo, para Beowulf, animado): Eles ja estão aqui, se prepare, tente fazer menos barulho também.
Silua: Eu tento ver se consifo forçar a fechadura, mas sem causar barulho excessivo ao mesmo tempo.
Beowulf: Eu encaro Irthos com uma expressão um tanto irritada ao apertar o cinturão uma última vez
GM: A fechadura é um tanto simples, mas vai precisar de força ou então de alguém especializado em as abrir
Silua (pensativa): Como não sou ladra, vou precisar de muque para arrombar isso. Azreth, cheque com Irthos para ver se conseguem arrombar a fechadura pelo lado de dentro, mas sem derrubar a porta de preferência.
Irthos: Eu rio levemente ao ouvir Azreth narrar a idéia de Silua.
Beowulf: O que foi?
Irthos: Silua quer que arrombemos a fechadura por ela, mas sem derrubar a porta junto. Acha que com um pouco de força é possivel, se for possivel fazer isso pelo lado de dentro é claro (eu vou até a porta, analisando a fechadura)
GM: Vocês estão presos dentro uma cela, sem conseguir chegar até a porta
Cleber (Irthos): pequeno detalhe que nao tinha recordado, uaheuhaehaeeau
Cristiane (Silua): tb não, hehe
Irthos: Eu aviso Azreth que não vai ser possivel fazer o que ela pede. O pequeno bufa frustrado, balançando a cabeça.
Silua: Não? Então espero que eu consiga fazer isso (eu faço força, tentando forçar a fechadura)
GM: Força
Silua: Strength bonus [12] [1d20+5 = 12]
Beowulf: Eu poderia por essas barras abaixo ou ao menos as separar para passarmos
GM: Você faz força para tentar abrir as fechaduras, mas tudo o que consegue é fazer um pouco de barulho
Silua: Eu olho nervosamente para os lados, principalmente na direção do lago e seus guardas, antes de tentar novamente, sabendo que o tempo é nosso inimigo aqui.
Silua: Strength bonus [8] [1d20+5 = 8]
Irthos: Se conseguir sem fazer barulho suficiente pra qualquer elfo um pouco mais treinado nos ouvir a meio quilometro daqui, acho que tudo é valido.
GM: Novamente Silua, você força a fechadura e nada acontece além do barulho
Beowulf: Infernos, sair daqui sem fazer barulho vai ser um tanto difícil, aye?
Cleber (Irthos): eu to ouvindo o barulho da fechadura dali de onde estou?
GM: Sim
Silua: Ligeiramente frustrada, eu tento me concentrar e faço força novamente, rezando para dessa vez vá, antes que atraia atenção indesejada.
Irthos: Aye, por isso eu falei dos ouvidos bem treinados. Se bem que o barulho que Silua está fazendo ao tentar abrir a fechadura da prisão não vai demorar a nos denunciar também. Bem, que os deuses estejam do nosso lado, faça o seu melhor.
Silua: Strength bonus [18] [1d20+5 = 18]
GM: Você faz um pouco mais de força, mas sem sucesso. Sente que mais uma tentativa falhada e a fechadura vai quebrar sem abrir
Beowulf: Eu vou até as barras e tento fazer força, separando-as
Beowulf: Strength bonus [26] [1d20+15 = 26]
Silua (frustrada): Droga, Azreth veja como estão, se eu não conseguir ajuda deles eu acabarei quebrando essa porqueira sem anrir.
GM: Beowulf consegue separar elas o suficiente para que ambos passem. O ferro se contorce e faz um barulho considerável, porém bem menos do que esperava
Irthos: Nem parece que você está cansado e com fome. Até fez menos barulho do que imaginei (eu passo pelas barras dobradas, indo em direção à saida e analisando a fechadura coomo Silua pediu. Aviso a Azreth que estamos do outro lado da porta agora, ao que ele fica animado e feliz)
GM: Silua, você ouve passos vindo da cidade. Ao se virar, ainda invisível vê que o elfo comandante vem andando sozinho com a mesma expressão arrogante de sempre
GM: Irthos, a fechadura parece estar um tanto danificada, há chances de ela quebrar se for forçada, o que os obrigaria a derrubar toda a porta
Silua (baixo): Azreth, avise que o comandante está caminhando sozinho aqui fora. (eu fico atenta para ver o que ele vai fazer)
Irthos: Azreth repassa a informação preocupado, e peço em sussuro para Beowulf ficar o mais silencioso possivel por enquanto.
Beowulf: Eu paro do lado da porta, sem me mexer
GM: O comandante vem andando na direção da prisão, com um sorriso no rosto e balançando a chave nos dedos
Silua (baixo): Azreth, avise-os que ele vem para cá com a chave em mãos, diga-lhes para ficarem de sobreaviso (eu fico um pouco afastada, esperando ver o que vai acontecer e preocupada por causa da fechadura danificada.
Irthos: Azreth, preocupado, repassa a informação. Aviso Beowulf em sussuro da situação e me mantenho alerta.
Beowulf: Eu sinalizo para uma das mordaças com a cabeça
Irthos: Eu anuo ao entender a idéia de Beowul e tento buscar uma delas o mais rápido que posso fazendo o mínimo de barulho.
Irthos volta bem a tempo antes de ouvir o som do comandante tentando abrir a porta. Silua observa o elfo abrir a porta de maneira completamente displicente, ignorando qualquer diferença. Ele olha para trás, como que para se assegurar que não estava sendo seguido e entra na prisão
Beowulf: Assim que eu consigo ver o elfo entrando, eu tento agarrá-lo pelo pescoço e tirá-lo do chão, impedindo que ele se movimente e grite
GM: Ataque de toque para pegar o elfo
Irthos: Eu fico pronto para amordaçá-lo assim que Beowulf o imobilizar.
Beowulf: [ATTACK] Melee attack [44] [1d20+28 = 44]
GM: Agora agarrar para o imobilizar
Beowulf: Grapple [42] [1d20+32 = 42]
Elfo: Agarrar [27] [1d20+13 = 27]
Assim que o elfo entra na sala, ele é pego pelo pescoço e erguido no ar pelo braço poderoso de Beowulf. A expressão dele mudou da arrogância para a total incredulidade
Beowulf: Eu sorrio malucamente e sinalizo para Irthos
Irthos: Eu anuo com um certo escárnio e começo a amordaçá-lo enquanto Beowulf o segura, sendo tão cuidadoso quanto os elfos foram conosco.
Em poucos instantes o elfo está completamente amordaçado.
Beowulf: Eu sorrio e o viro, pegando os braços dele e puxando-os para trás do corpo. Por acidente, uso de muita força. Os ossos do braço estralam conforme são quebrados
Irthos: Coloque ele na cela e reajeite as barras, nao queremos que o prisioneiro fuja, aye?
O elfo parece dar um último grito de agonia, agora silenciado antes de desmaiar
Beowulf (bufando): E a águia de sangue?
Irthos: Achei que tinha desistido da idéia, por Silua. Mas eu não reclamaria, sinto que Azreth ainda está la fora, e com ele Silua. É com você, ja dei minha opinião. Só seja rapido.
Beowulf: Eu coloco o corpo do elfo sobre os ombros e rumo para fora, junto de Irthos. Vou deixar Silua decidir
Irthos: Eu anuo e também saio, um sorriso em meu rosto ao sentir Azreth mais perto a cada passo.
Silua: Ao ver que o elfo não disse nada depois de entrar e conhecendo meus amigos, Beowulf deve ter pego ele de surpresa. Eu espero um pouco antes de ver o que estão fazendo, para caso se o elfo ainda estiver consciente ache que Beowulf e Irrhos fizeram isso totalmente sozinhos, para que minha presença possa ainda ser segredo, caso patrulhas nos sigam depois.
Beowulf: Eu olho para os lados, procurando por alguém
Silua: Ao ver os dois saindo da prisão, com o comandante inconsciente ou talvez morto nos ombros de Beowulf, eu sorrio e noto que Azreth olha animado para fora, antes de sair da bolsa e voar na direção de Irthos, animado.
Silua: Eu estou aqui, vamos dar o fora logo (eu desfaço o efeito do anel e espero por eles, antes de levá-los para fora da cidade, mantendo-nos longe da visão dos guardas do lago.)
Irthos: Eu abraço Azreth com força, sem precisar de palavras pra descrever a sensação de revê-lo. Sigo Silua com cautela, o melhor que posso devido aos ferimentos, o cansaço e a fome.
Beowulf: Eu sigo Silua, um tanto mais lento do que o de costume, o corpo todo ainda doendo
Os guardas do lago não parecem prestar muita atenção à nada que não seja o seu cântico e magias. Vocês conseguem deixar a cidade bem a tempo de ouvir a vida voltando para a cidade novamente, com os elfos deixando os templos. Será questão de tempo até chegarem a prisão ou então darem pela falta de seu comandante
Silua: Beowulf, porque trouxe ele junto?
Beowulf (bufando): Ainda precisa perguntar? Eu quero dar a ele a águia de sangue por tudo o que ele e os malditos companheiros fizeram Irthos e eu passar. Mas vou respeitar a sua decisão e jogarei o maldito aqui mesmo se é isso o que deseja
Silua: Eu entendo o que passaram e também concordaria em matar qualquer elfo que tentasse nos impedir agora, mas não posso tomar essa decisão por vocês, que foram que sofreram nas mãos dele, então só deixarei algo: ele foi vencido por vocês e certamente sabe disso, em combate eu não teria hesitado em matá-lo, mas agora ele está indefeso contra vocês. Vocês farão a mesma coisa que ele ou tentarão dar uma lição nele de que nem todos os humanos são monstros? Mas apoiarei qualquer decisão que tomarem, só decidam rápido
Beowulf: Silua, eu estou cansado, dolorido, faminto e sedento. Tudo o que passei por dois dias inteiros foram humilhação e sofrimento e muitas vezes apenas a raiva me livrou da loucura. Você sabe o que eu vou fazer, a não ser que Irthos seja contra
Irthos: Bem, Silua não deixa de estar certa, mas ao mesmo tempo algo me diz que ele continuará a fazer o que fez conosco com outras pessoas, só pra poder se vingar do que fizemos com ele, sendo que eles ja vem fazendo isso devido a algo cujas pessoas que fizeram ja morreram a provavelmente séculos ou milênios. Acho que ninguém está certo aqui.
Silua: Como eu disse, apoio sua decisão, então faça a aguia logo e vamos embora.
Beowulf: Eu vou ter que esperar ele acordar, do contrário não fará sentindo. Vamos seguindo e assim que ele acordar, eu faço.
Silua (anuindo): DEixa só eu lançar uma cura completa em cada um de vocês, é rápido o suficiente para não nos retardar e ajudará vocês com os ferimentos. Baixem suas proteções. (assim que eles baixam, eu lanço os dois usos que tenho da magia, um uso em cada um)
Silua: E agora vamos continuar (eu continuo guiando-os, o caminho seguido indo passar pela clareira onde Raina ficou para ver se ela ainda está lá para agradecer e talvez ver se ela tem alguma dica de uma boa rota de fuga para nós)
Irthos: Eu sigo Silua, ao menos aliviado dos ferimentos, atento a tudo depois de passar dois dias dependendo apenas da audição.
Beowulf: Eu sigo junto deles com passos arrastados. O que Silua falou acaba ecoando na minha cabeça pelo caminho todo. A minha confusão aumenta ainda mais durante o caminho e ao chegarmos no destino eu pareço ainda mais abatido
Vocês chegam até o acampamento sem muitos problemas. Raina continua por lá, dormindo
Silua: Apesar de tudo, não posso evitar de sorrir ao ver Raina dormindo. Eu vou até lá e tento acordá-la.
Silua: Raina acorde, estou de volta e trouxe uns amigos para conhecê-la.
GM: A gata acorda, preguiçosa
Raina: Você voltou
Silua (anuindo): Voltei e trouxe os amigos de quem lhe falei comigo (eu indico eles)
Raina: Eles parecem terríveis.
Irthos: Eu olho confuso de Azreth pro gato.
Irthos (confuso e cansado, em elfico): E eu achando que estava delirando quando Azreth me contou sobre um gato ajudando Silua. Prazer eu acho, obrigado por nos ajudar. Meu nome é Irthos.
Beowulf: Eu olho confuso de um lado para outro, sem conseguir falar nada
Silua: Beowulf, Irthos, apresento-lhes Raina. Ela é uma gata élfica e me ajudou não só a terminar nossa missão como resgatar vocês.
Beowulf: Jarl Beowulf Bjornson (eu falo antes de jogar o corpo do elfo no chão)
Raina: Ele disse algo?
Silua (anuindo): Ele se apresentou também, seu nome é Beowulf.
Raina: Nome estranho. O elfo está morto?
Silua: Ainda não, só inconsciente. É o comandante que liderava a patrulha que os capturou. Ele apareceu quando tirava eles da prisão.
Raina: O que vão fazer com ele?
Silua: Ainda não decidimos ao certo, embora meus amigos sofreram muito por causa dele e já vimos que ele não passa de um sádico. Ele chegou ao ponto de sair durante as orações matutinas deles para torturar meus amigos mais um pouco antes da execução, mas quem acabou surpreendido foi ele.
Raina se espreguiça demoradamente
Raina: E o que farão agora?
Silua: Logo os elfos descobrirão a fuiga deles e o sumiço do seu comandante, e por isso precisamos evitar que nos achem até que possamos sair da floresta. (pensativa) Como você conhece bem essa região, saberia nos indicar uma boa rota de fuga para sairmos daqui? Talvez numa que os elfos dificilmente pensariam em nos procurar porque só alguém que conheça bem a floresta saberia por onde ir e nunca achariam que um forasteiro o fizesse.
Raina: Sei de algumas rotas. Nenhuma delas lhes ajudará muito. Os elfos são bons rastreadores. Mas posso ajudar, com uma condição
Silua: Qual?
Raina: Eu quero conhecer o mundo. Um elfo me falou sobre o que existe fora da floresta. Ele morreu depois quando tentou sair
Silua (surpresa): Você quer ir conosco?
Raina: Quero
Irthos: Eu olho um pouco surpreso para a gata.
Beowulf: Eu pareço confuso
Beowulf: Estou perdendo algo?
Silua: Eu não tenho nada contra você ir conosco, mas você deve ter notado nesses últimso dias que eu e meus amigos vivemos vidas perigosas e você terá que muitas vezes esconder o fato que é uma gata élfica lá fora, porque muitas pessoas não entenderiam o fato de um gato estar falando, assim como nós três mesmos temos que ocultar o que realmente somos, afinal com essa aparência que tenho raramente posso andar de rosto descoberto por aí (para Beowulf) Ela disse que conhece algumas rotas para fugirmos, mas em troca ela quer ir conosco, quer saber como é o mundo lá fora.
Beowulf: Eu anuo, olhando para os lados, impaciente
Raina: Não se preocupe, eu vou ficar quieta e escondida. Só quero ver algo além de árvores
Silua: Muito bem, guie-nos então que a levaremos para conhecer o resto de Val´uhn (antes de começar a seguir a gata, eu passo meu cantil e alguma comida que eu ainda tinha para Beowulf e Irthos) Tomem, enquanto estivermos caminhando, dividam o cantil entre si, ele está cheio, e tenho alguns vegetais aqui e também peixe, se não se importarem de comê-lo cru, ao menos ajudará a recuperar um pouco as forças até podermos fazer uma parada um pouco mais demorada e eu poder usar aquela magia, que é mais demorada
Irthos (animado): Aqueles vegetais de repente passaram a parecer suculentos (eu tomo um bom gole do cantil, sedento, e passo ele para Beowulf)
Beowulf (bufando): Fique com ele. (eu derrubo o corpo do elfo no chão e segurando o báu numa mão, puxo o chifre de beber lá de dentro. Deixo mais dele escorrer para fora do que para dentro, mas pareço renovado após isso. Porém com o estômago vazio, me sinto um tanto tonto)
Silua (séria): Coma algo junto, beber de estômago vazio não é bom, por isso passei o cantil ao menos até comerem algo.
Beowulf: Eu anuo e pego um dos peixes e começo a comê-lo cru, de maneira faminta
Irthos: Eu tambem pego um dos peixes, devorando-o igualmente cru.
Irthos: E pensar que brincávamos sobre isso a menos de um ano atrás. Espero não ter que fazer o mesmo com carne congelada.
Silua: Eu disse a Beowulf aquela vez que se a necessidade surgisse, ele o faria de bom grado (eu espero Beowulf recolher novamente o elfo inconsciente após comer o primeiro peixe e faço sinal para começarmos a andar) Vão comendo e bebendo o resto pelo caminho. (logo antes isso eu dou um pedaço de de peixe para Raina também e após comer rapidamente ela começa a nos guiar pela floresta)
Beowulf: Eu anuo e colocando o corpo do elfo sobre o ombro começo a andar, ainda mastigando um peixe cru. Relembro de quando era pequeno em Isa e era forçado a fazer o mesmo. Mas mal acostumado, meu estômago reclama um pouco e me sinto um tanto nauseado
Beowulf: Deveríamos dar um jeito de perder a nossa trilha, a melhor maneira seria irmos pelo ar por um tempo, mas a última poção que eu tinha se quebrou
Silua: E Irthos não vai aguentar transportá-lo sem isso, o máximo que possamos fazer sem isso seria atravessar água ou terrenos mais rochosos, que provavelmente deverão estar no caminho escolhido por Raina, mas mesmo assim devemos estar preparados para caso nos achem porque agora eles não só sabem de forasteiros em Vidara como virão com ímpeto devido à fuga
Beowulf: E provavelmente disparando flechas sobre nós. Vamos seguir até o anoitecer, após disso eu precisarei parar e comer algo decente
Silua (anuindo): E eu poderei usar aquela magia restauradora em um de vocês, deixando o outro para amanhã. (após uns instantes, pensativa) E Beowulf, gostaria de pedir desculpas pelo que falei antes, eu vi sua expressão até no caminho. Eu o conheço bem e sei que para você o pior não foi a tortura física, e sim a humilhação, o dano à sua honra. Se tivesse sido outro elfo, eu até diria para deixarmos ele para trás, mas esse aqui é um sádico que certamente vai causar muito mais sofrimento no futuro.
Beowulf: Eu sorrio, me sentindo um tanto melhor
Silua: Ele até sabia estar fazendo algo errado porque eu vi como ele olhou para trás antes de abrir a porta, vendo se não estava sendo seguido. Por isso, e sabendo que você nunca ficará bem consigo mesmo caso ele vá, além de ser minha responsabilidade o fato de vocês terem se metido nisso, eu concordo com sua decisão em tirar ele do cam,inho.
Beowulf: Obrigado. (fraco e espantado, eu não consigo dizer mais nada, apenas sigo caminhando atrás de Silua, com um peso a menos nos ombros)
Irthos: Eu continuo a caminhar, só imaginando a reação do elfo quando acordar. Meu estomago reclama um pouco da comida crua, mas me sinto melhor do que antes.
Silua: E Irthos, Azreth merece um monte de elogios, ele ajudou muito durante o tempo que estivemos que esperar para poder ajudá-los e mesmo angustiaod por sua causa, ele sempre soube se conter quando era necessário. Não é, pequenino? (Azreth anui às minhas palavras animado por estar ao lado de Irthos novamente)
Irthos: Aye, eu não sei como seria sem ele, esses dois dias foram um martírio pra ambos. Ter o contato com ele é o que me manteve são nestes dois dias (eu acaricio Azreth, quase o apertando devido a felicidade de estarmos juntos novamente. O pequeno retribui com um som que lembra vagamente um ronronar, depois olha para a gata mais à frente e fica um pouco constrangido)
Silua (rindo): Medo da concorrência, Azreth?
Irthos: Acho que ele está imaginando a reação dela, ja que soou um tanto parecido com o de um gato. Dragões conseguem ser estranhos as vezes, eu que o diga.
Silua: Quem sabe os dois não façam amizade no futuro?
Irthos: Quem sabe (eu continuo a caminhar, Azreth fazendo de conta que nada aconteceu ao observar tudo a nosssa volta com a cauda enrolada em meu pescoço)
Raina sobe nos ombros de Silua e sussura em palavras preguiçosas o melhor caminho a seguir. Pouco antes do meio dia vocês chegam no rio, ao mesmo tempo que ouvem o barulho de uma corneta sendo soprada. O som é tão alto que sentem os pêlos da nuca ficarem de pé e os pássaros aos seus lados sairem em revoada, produzindo um estardalhaço de sons tremendo. Por um instante, o coração de vocês pára de bater, ainda se acostumando ao susto
Irthos (preocupado): Começo a achar que deram por nossa falta.
Silua (preocupada, anundo): Temos que acelerar o passo, vamos atravessar o rio
Beowulf: Eu bufo um pouco, para espantar o susto repentino
Beowulf: Não seria melhor seguirmos um pouco pela água?
Silua (anuindo): Vamos tentar despistá-los um pouco pelo rio (olhando para Raina) Basta nos indicar depois um bom lugar para sairmos onde nossas pegadas não ficarão tão a vista (eu entro no rio e começo a andar em seu leito, a gata encarapitada em meu ombro)
Raina: Há um terreno mais rochoso mais à frente.
Irthos: Beowulf está tendo suas melhores idéias desde que ficou esses dois dias sem comer nem beber nada alcóolico (eu sigo Silua pelo rio)
Silua: Raina disse que há um terreno rochoso mais à frente (eu digo para Beowulf, após anuir para o comentário de Irthos)
Beowulf: Engraçadinho (eu entro na água e sigo seguindo o caminho trilhado por Silua. Sinto-me incrivelmente fraco de fome e dos ferimentos, mas fico dizendo para mim mesmo que são apenas mais algumas horas)
Raina: Vocês seguem pelo rio até perto do anoitecer, quando Raina indica – um pouco tarde demais para os olhos de Irthos e Silua – as margens rochosas. Deixando a água por ali não deixarão pegada nenhuma, ao menos nos primeiros metros de margens. O céu começa a adquirir o tom carmesim do crepúsculo, deixando a floresta toda com uma iluminação única e bela
Vocês seguem pelo rio até perto do anoitecer, quando Raina indica – um pouco tarde demais para os olhos de Irthos e Silua – as margens rochosas. Deixando a água por ali não deixarão pegada nenhuma, ao menos nos primeiros metros de margens. O céu começa a adquirir o tom carmesim do crepúsculo, deixando a floresta toda com uma iluminação única e bela
Silua: Vamos sair do rio aqui, no início desse trecho rochoso e teremos que começar a procurar um lugar seguro para passarmos a noite. (eu saio do rio e espero meus amigos fazerem o mesmo)
Irthos: Espero que mesmo que nos persigam eles parem para aquelas orações (Eu saio do rio, seguindo Silua)
Beowulf: Eles pararam enquanto nos carregaram para a cidade? (eu deixo também o rio, fraco e cansado)
Silua: Raina, precisamos de um esconderijo por essa noite, alguma sugestão?
Raina: Esconderijo? Eu sempre dormi dentro de troncos quando não queria ser encontrada
Irthos: Nem lembro mais, mas voce está certo. Não é que você está tendo boas idéias, a minha cabeça que não está funcionando direito ainda.
Silua (pensativos): Troncos são uma boa idéia, sabe de algum especialmente grande por aqui? Que caibam ao menos meus amigos?
Raina parece confusa
Raina: Troncos do tamanho de vocês? Nenhuma árvore tão grande cai
Silua: E alguma árvore oca? Ou mesmo uma gruta daquelas cujas entradas são mais baixas que o resto dela e costumam ficar ocultas por vegetação?
Raina: Nunca procurei por algo, também nunca vim até aqui. Esse lugar não é muito frequentado pelos elfos. Eles tem medo daqui
Silua (preocupada): Porque? Existe algo ruim aqui?
Raina: Maldição. Muito ódio aqui. Corpos enterrados por toda a parte
Silua (pensativa): Isso não é bom (paar Beowulf) Raina está dizendo que esse lugar é evitado pelos elfos porque é considerado maldito e há corpos enterrados por todo o lado.
Beowulf (preocupado): E agora?
Silua (preocupada): Decisão difícil. Nos expormos novamente a sermos pegos por uma patrulha élfica, ainda mais com vocês dois ainda não recuperados, ou enfrentar a possibilidade de mortos-vivos…
Beowulf: Por mais que eu queria matar o maior número de trepadores de árvores possível, sei que a ideia não lhe agrada
Irthos (bufando): Os mortos tem a vantagem de que ao menos sabemos a real intenção deles, que é apenas nos matar.
Silua: Não agrada mesmo, mesmo com o que vimos, não acho que todos eles compartihlem do sadismo dele aqui (eu aponto o comandante). A maioria está seguindo ordens ou estão assustados e dispostos a acreditar em qualquer um que entre arrastando inavsores e diga que são uma ameça, mesmo não sendo. Mas se for necessário, eu não hesitarei em lutar, mas não sabemos quantos estão atrás de nós
Irthos (anuindo): Tambem imagino isso. Bem, se tivermos que os enfrentar para conseguirmos sair daqui, que assim seja, mas se tivermos como evitar o confronto, prefiro fazê-lo, ao menos por enquanto.
Silua: Raina, você já viu ou escutou algo estranho por aqui? Ou não soube de ninguém que efetivamente tenha visto algo errado aqui
Cristiane (Silua): bota um ? no final
Raina: Nunca vim aqui antes. Elfos também não vem. Ninguém vê nada porque ninguém vem aqui. Os homens foram enterrados por aqui. Elfos dizem que o local fede
Silua: Raina disse que nunca viram nada de estranho aqui, porque nunca ninguém vem aqui. Humanos foram enterrados aqui e os elfos não gostam daqui.
Cristiane (Silua): affs, redundância de ´aquis´, hehe
Matheus E (Beowulf): santa redundancia, batman! se superou nessa haha
Cristiane (Silua): pior, hehe
Beowulf (bufando): Vai ver não passam de estórias
Irthos: Eu sei que estou começando a ficar confuso ao ouvir Raina e Silua falando a mesma coisa. Mas enfim, você que consegue sentir a magia, Silua, não consegue sentir nada de ruim ou estranho nesse lugar? Pois ele não passa a mesma sensação que, por exemplo, essa tumba que estivemos outro dia.
Silua: Bem, eu tenho uma magia que serviria para detectar lugares maléficos, embora nunca tenha precisado usar, já que geralmente sabíamos do fato ao chegar num lugar assim (eu me afasto mais da marrgem do rio e começo a me concentrar na magia, para ver se há como saber se esse lugar está realmente corrompido)
Silua: Spell [Detectar o mal] -> Ele-ksh
A energia produzida por Silua se espalha pelo local. Ele parece sim ter um pouco de energia negativa devido a todas as mortes, mas não é mais do que você sentiria num cemitério
Silua: Existe realmente um pouco de energia negativa aqui, mas nada além do seria normal para um cemitério. A menos que isso mude drasticamente de um momento para o outro, acho que podemos arriscar a tentar passar a noite aqui
Irthos: Bem, entre a floresta que acharemos que estamos sendo observados o tempo todo e aquela que a maioria dos elfos prefere evitar, escolho a segunda opção.
Silua: Beowulf?
Beowulf (distraído): Aye?
Silua: Vamos ficar por aqui mesmo? A menos que mude muito a situação, o lugar parece seguro.
Beowulf: Ah, aye, por mim tudo bem. Desculpe, acho que às vezes a minha barriga está falando mais alto do que vocês. (eu solto o elfo no chão, com a delicadeza de um Isän) Temos corda para amarrar o desgraçado?
Silua: Devemos ter ainda aquela corda que comprei uma vez, cheque o baú
Beowulf: Eu retiro o baú do cinturão e após aumentá-lo, checo para ver se há uma corda por lá
GM: Há sim uma corda por lá
Beowulf: Eu retiro a corda e amarro os pés do elfo
Beowulf: Ele não vai poder usar os braços de qualquer forma (eu finalizo com um sorriso antes de me sentar em algum lugar, exausto)
Irthos: E se tentar sair correndo ou se arrastando, Azreth o alcançaria sem demoras, neste estado ele cairia facilmente no efeito paralisante.
Silua: Sem contar isso (eu aponto o arco nas minhas costas), uma flechada na perna e ele leva um belo tombo
Irthos: Imagino que ele ainda não saiba exatamente a dor de tomar uma flecha em cada coxa e ainda ser chutado até ficar de pé com elas ainda presas.
Silua (séria): Eu ouvi tudo o que aconteceu com vocês na saída da tumba. Nunca imaginei que um elfo poderia ser tão sádico assim
Beowulf: Em breve ele pagará por isso, jamais pensei que eu poderia ser tão humilhado daquela forma. O pior era que eu poderia reagir, mas ao mesmo tempo não podia
Silua (triste): Eu sei, e peço desculpas por isso, quando concordei com seu plano Beowulf, eu esperava simplesmente que fossem feito prisioneiros e levados para ver o senhor deles, sabíamos do risco de morte, mas achávamos que poderíamos argumentar com eles, em vez disso foram torturados o tempo todo.
Irthos (suspirando): O que importa é que vamos sobreviver. Se não fosse a humilhação toda, nem teria sido a nossa pior situação.
Silua (anuindo): Bem, tratem de aproveitar essa pausa para recuperarem as forças. Comam mais um pouco e cuidarei dos ferimentos de vocês. Além disso, decidam quem receberá a magia restauradora hoje, o outro eu ajudarei amanhã
Irthos: Eu acho que haveria empate se cada um tivesse que escolher, mas não vou ficar discutindo, deixo a decisão para Beowulf (eu pego um dos peixes e alguns vegetais e os como cru mesmo, me sentando ali perto numa pedra)
Beowulf (rindo): Deixar a decisão para mim é saber o que vai acontecer. Cuide de Irthos primeiro Silua
Silua (rindo): Não sei porque ainda pergunto. Coma algo então e cuidarei dos seus ferimentos após atender Irthos (eu faço o sinal para Irthos baixar a proteção e lanço minha magia restauradora nele)
Silua: Spell [Restauração maior] -> Amanalta
GM: Irthos sente toda a exaustão e toda a fraqueza, deixarem o corpo conforme a energia que sai das mãos de Silua preenche o corpo. Ele continua faminto e abalado pela experiência, mas apenas alguns ferimentos ainda restam.
Irthos (aliviado): A sensação é como se eu tivesse carregado um enorme fardo por dois anos e acordasse descobrindo que não passou de um pesadelo. Posso odiar magos, mas eu mataria quem dissesse que odiasse você, Silua. Os deuses tentando nos arrebentar com desafios cínicos e você sempre ao nosso lado, pronta pra nos remendar. Muito obrigado mesmo!
Silua Eu anuo, sorrindo.
Silua: Vamos ver os ferimentos agora (eu o examino para ver que magais devo usar)
Cristiane (Silua): *magias, não magais, hehe
GM: Não resta nenhum ferimento muito grave nele, apenas alguns cortes pequenos e luxações que levaram um tempo para se curar
Silua: Eu lanço uma cura moderada em Irthos.
Silua: Fallanatta!
Silua: Spell [Curar fer. moderados] (+10) [16] [2d8+10 = 16]
GM: Irthos se sente um tanto melhor, o corpo ao menos já não doi mais
Silua: Eu lanço a segunda magia
Silua: Spell [Curar fer. moderados] (+10) [15] [2d8+10 = 15]
GM: A magia não faz mais nenhum efeito, ele apenas precisa de um pouco de repouso e tempo
Silua: Pronto, agora o resto só depende de repouso e algum tempo.
Irthos (rindo): Aye, só porque bebemos como se fossemos barris furados não quer dizer que podemos ser enchidos de magia pra usar o efeito excedente depois.
Silua (rindo): Desculpe, me passei nessa
Silua: E agora nosso barril furado oficial (eu olho para Beowulf, estimando quanta magia ele vai precisar)
GM: Ele não parece mais tão ferido após a sua magia. Ele só parece ainda um tanto abatido e fraco
Beowulf (rindo): Eu conheço esse olhar. Posso lhe fazer uma pergunta antes?
Silua: Qual?
Beowulf: Acha que consegue fazer o elfo acordar?
Silua: Talvez alguma das ervas que carrego possa ajudar. Porque? Quer aproveitar que estamos num cemitério para desapachá-lo?
Beowulf (rindo): Aye, eu sei que parece algo não muito bom, mas ao menos vai dar um motivo para aqueles malditos elfos temerem esse lugar. O único problema é que se eu fizer isso esta noite aqui, não vai ser um bom lugar para dormirmos. Melhor mesmo deixar para amanhã de manhã
Silua (anuindo): Tudo bem, faremos isso amanhã, como a última coisa antes de partirmos. E agora, deixe me tratá-lo (eu lanço uma cura crítica nele)
Silua: Fallakinta!
Silua: Spell [Curar ferimentos críticos] (+15) [40] [4d8+15 = 40]
Cristiane (Silua): lol, agora que veio os dados bons, hehe
GM: Ele ainda continua ferido, supõe que vai precisar de ao menos mais duas delas
Silua: Eu lanço a cura crítica remanescente e uma grave, fortalecida
Silua: Spell [Curar ferimentos críticos] (+15) [28] [4d8+15 = 28]
Silua: Spell [Curar ferimentos graves] (+15) [28] [3d8+15 = 28]
Cristiane (Silua): A grave bota mais 50%
GM: Ele parece estar apenas exausto e ainda fraco pelo confronto com o mago
Silua: Pronto, os ferimentos já eram, assim que minha magia restauradora ficar disponível novamente amanhã cedo, o livrarei dessa fraqueza. Agora coma e descanse, teremos dias cheios pela frente (eu dou um peixe para Raina que estava deitada ali perto e depois me sento também e como algo.
Silua: Pronto, os ferimentos já eram, assim que minha magia restauradora ficar disponível novamente amanhã cedo, o livrarei dessa fraqueza. Agora coma e descanse, teremos dias cheios pela frente (eu dou um peixe para Raina que estava deitada ali perto e depois me sento também e como algo)
Beowulf: Eu anuo e pego alguns peixes, embora os asso primeiro, com medo de que meu estômago não vá aguentar. Eu bebo hidromel em grandes quantidades, o suficiente para me deixar incrivelmente sonolento após a refeição
Irthos: Eu termino de comer praticamente a tempo de Beowulf terminar de assar seu primeiro peixe. Fico brincando com Azreth de maneira animada.
Beowulf (um pouco sonolento): Como faremos o turno de guarda?
Silua: Bem, você está exausto, então melhor que durma por essa noite, na próxima podemos pedir para Azreth ajudá-lo, como Irthos comentou antes da tumba. Irthos não está mais exausto por causa da magia, mas depende dele se ele tem condições ja hoje de dividir a vigia.
Irthos (anuindo): E podem contar comigo nesse quesito.
Silua (anuindo): Quer fazer o primeiro turno?
Beowulf: Eu anuo com um grunhido e me recolhendo e escondendo a cabeça como consigo no que me sobrou de roupas para abafar os roncos, adormeço rápida e pesadamente
Irthos: Pode ser. Vá dormir e fique tranquila.
Silua (anuindo): Fique bem atento, e não tire os olhos do nosso ´convidado indesejado´ (eu acho um bom lugar para me deitar e me acomodo, adormecendo logo, mas notando com um sorriso que Raina se levantou e se enrodilhou para dormir junto a mim)
Irthos: Eu anuo, observando atentamente os arredores. Azreth mantém atenção especial no elfo, uma leve fumaça em suas narinas indicando que ele está pronto pra tentar paralisá-lo assim que tentar se levantar. Eu sorrio, entendendo que isso é devido a tudo que o maldito fez contra eu e Beowulf, e Azreth pode sentir minha dor e cansaço nestes ultimos dois dias. Permaneço alerta e espero as horas passarem.
As horas se passam num ritmo estranho. Irthos sente-se melhor agora, livre das amarras e da humilhação. Após tudo o que passou, ele passa a entender melhor o conceito de liberdade. Conceito que mais alguém parece que vai entender também. O comandante desperta próximo do final do seu turno, ele se debate e geme, um tanto desesperado e sem saber aonde está
Irthos (resmungando, em elfico): Eu ficaria quieto se fosse você, ou então meu amigo aqui vai fazer isso de uma maneira que vai ficar dificil de respirar por algum tempo.
GM: O comandante olha para os lados, ainda perdido. Ao ver Irthos, todo o brilho dos olhos dele parece sumir
Irthos (sério, austero): É uma sensação terrível, saber que não há o que fazer, e que fazer algo errado pode custar caro, aye? Mas ainda estamos sendo luxuosos ao permitir que veja sua situação. Eu gostaria que não tivesse chegado a este ponto, pois tudo que queriamos era ter saido daqui em paz. E bastava uma palavra de escárnio, um chute na nossa bunda seguido de um grito zombeteiro para não voltarmos mais, que nada disto estaria acontecendo. Azreth, por favor, garanta que nosso convidado fique onde está enquanto vou acordar nossa amiga. (Azreth anui com certa animação em seu olhar ao se aproximar do elfo amarrado e usar seu sopro de paralisia. Eu vou até Silua, mantendo-me alerta, e a acordo.)
Irthos: Azreth – Sopro de Paralisia (CD 20 Fort.) (+1) [3] [1d4+1 = 3]
Silua: Eu acordo, ainda bocejando um pouco e ver a expressão de Irthos, eu olho para o lado e vejo Azreth perto do elfo.
GM: O elfo fica completamente esático por alguns instantes, os olhos se contorcendo de dor e pavor
Silua: Nosso convidado acordou pelo jeito, não?
Irthos: Aye. Azreth ja está mostrando a ele, de maneira educada, o que acontece com quem machuca seu melhor amigo. Espero não ter que usar a maneira indelicada.
Silua: Não creio que ele vá conseguir fazer muita coisa, o choque de se ver do outro lado das amarras deve ter sido um choque e tanto. Mas pode deixar que ficarei de olho nele para vocês, e se Azreth quiser continuar junto, será bem vindo.
Cleber (Irthos): Santa Redundância Contra-Ataca!
Cristiane (Silua): já notei, hoje o dia…
Irthos: Imagino que Azreth não se importe de lhe fazer compania e ajudar o nosso amigo, não é? (o pequeno dragão anui com certa satisfação ao voltar a ficar mais perto de Silua e de mim)
Silua: Vá descansar então, eu garantirei que ele ainda esteja aqui pela manhã.
Irthos: Aye. Se cuidem. (eu me ajeito como posso, dormindo de uma maneira tranquila como não dormira nas ultimas duas noites. Azreth permanece alerta ao lado de Silua)
Silua (em élfico): Então você é o comandante élfico sádico que gosta de torturar prisioneiros, chegando até o ponto de fugir das orações matinais para torturá-los mais um pouco às escondidas? Sim, eu sei o que você fez.
GM: Ele lhe encara, ainda paralizado. Ele fecha os olhos, e começa a chorar
Silua (com um leve tom de desprezo): Típico valentão, todo arrogante com quem não pode se defender, mas fica reduzido a nada quando puxa briga com a pessoa errada
Cleber (Irthos): teste
Silua (ainda em élfico): E a culpa por você estar nessa situação é toda sua, se não tivesse se metido em nosso caminho, teríamos saído da floresta sem fazer mal a ninguém, mas você com seu ódio julgou todos os forasteiros como ladrões e assassinos, e se fez de surdo e cego a quem vinha em paz e os tratou de forma brutal. Bem, espero que reflita nisso que falei, porque de manhã tem mais uma pessoa que irá falar com você. E nem tente fugir, senão meu amigo o paralisará novamente ou levará uma flechada (eu mostro o arco, para indicar que a ameaça é séria e depois não falo mais nada, enquanto permaneço vigilante o resto da noite, pronta para interferir se ele tentar algum truque)
Ele se debate por mais alguns instantes, com Azreth divertindo-se e o paralizando de tempos em tempos. Ele parece parar de se debater por um tempo, aparentemente exausto demais. Quando o sol nasce, ele está numa situação quase tão miserável quanto a que Beowulf e Irthos se encontravam
Silua: Pelo jeito ele não refletiu no que eu disse. (eu olho o elfo, agora quase imóvel devido à exaustão, e espero meus amigos acordarem)
Irthos desperta antes, logo depois do nascer do sol, devido à excitação de Azreth. Beowulf continua dormindo pesadamente
Irthos: Eu me levanto demoradamente, me espreguiçando com vontade após esta boa noite de sono. Vejo a animação de Azreth e o estado do elfo e olho para Silua, indagador.
Irthos (bocejando): Pelo estado e animação de Azreth, parece que nosso amigo deu trabalho, ou estou enganado?
Silua: Até que não, eu tive uma conversinha com ele logo que você foi se deitar, mas ele preferiu ficar se debatendo depois e Azreth aproveitou para praticar o sopro nele durante esse tempo todo.
Irthos: Eu bufo, encarando Azreth com um olhar de repreensão que ele gostaria que fosse fingido.
Irthos (sério): Azreth, eu pensei ter lhe dito mentalmente para só fazer isso se ele fizesse algo que representasse uma ameaça ou fizesse mais barulho do que devia. (em elfico) Mesmo que ele mereça muito mais do que isso.
Irthos: Azreth me encara com um olhar de culpa e leve remorso, e fica encarando as próprias patas da frente.
Irthos: Agora é esperarmos o grandão acordar. (eu me sento em uma pedra próxima e fico limpando a Hyinen, que emite um leve vapor gélido a cada passada mais rispida do pano)
Silua: Eu anuo e fico atenta enquanto ele não acorda.
Beowulf demora ainda perto de trinta minutos para acordar, com um grande bocejo
Beowulf (bocejando): Dia. Vejo que já estão de pé há algum tempo, aye?
Silua: Eu fiz o segundo turno de guarda e Irthos já está a pelo menos meia hora de pé. (séria) Nosso amigo também acordou durante a noite (eu aponto o comandante), mas ele está quieto agora, então vamos desjejuar antes e depois você pode lidar com ele.
Beowulf: Eu olho para o elfo e sorrio um pouco, embora eu ainda trema um tanto de fúria só em olhar para ele
Beowulf: Ainda temos algum peixe ou vamos comer carne de verdade?
Silua: Tem só um pouquinho de peixe sobrando, mas podemos comer carne vermelha agora.
Beowulf: Há um pouco dela no baú?
Silua: Pela estimativa que fizemos no início da viagem e o que comemos, é para ter uma quantidade decente ainda (eu pego uma boa porção de carne no baú e dou para Beowulf assar)
Beowulf: Eu começo a assar a carne, com velocidade acelerada
Silua: Enquanto você cuida do nosso desjejum, eu vou usar aquela magia em você (eu lanço a magia restauradora em Beowulf)
Irthos: Aye, ate porque buscamos nos estocar bem antes de entrarmos na floresta, pra não desrespeitar o local caçando algum animal daqui.
Silua: Spell [Restauração maior] -> Amanalta
GM: Assim que a energia corre por Beowulf, ele sente a fraqueza deixando completamente o seu corpo. Ele se sente como sempre se sentiu, embora ainda um tanto cansado e abalado por tudo
Beowulf: Eu fecho a mão com força, feliz em ter toda a minha força de volta. Eu sorrio
Beowulf: Obrigado novamente, Silua. Me senti péssimo nesses últimos dias, como se algo faltasse em mim. Nunca sei o que seria de mim sem você ao lado
Irthos: Aye, os dias foram terríveis desde que aquele maldito Razauh nos enfraqueceu deste jeito. Ao menos o maldito não tirará mais a vida de ninguém.
Silua (anuindo): E fizemos o que pretendíamos fazer (eu aponto para a trouxa formada pelo meu robe reserva, embrulhando a Corrente)
Beowulf: Silua, fazem quantos dias desde que eu voltei de Isa? Quase vinte, não?
Cristiane (Silua): boa pergunta, eu fiquei 5 dias em Krull depois de tu voltar e depiius teríamos que ver quanto tempo na floresta
Silua: Não tenho certeza agora, como toda essa confusão dos últimos dias, mas não passa de 15 dias
Beowulf: Infernos, não temos muito tempo então. Vamos comer e depois de eu ajustar as contas com um certo alguém, vamos partir. Imagino que Arianna e Freyja devam estar preocupadas demais conosco, sem poder sentir a nossa presença por todos esses dias
Irthos (anuindo): Ao menos espero que com o tempo a aura ruim saia daquela tumba, agora que Razauh se foi. Fico triste só de lembrar que aquilo um dia ja foi um templo. Acho que aquele cajado é a única lembrança do que o lugar foi um dia, se porventura significa algo.
Silua (anuindo): Eu até estava pensando no cajado depois que Raina contou que o líder do templo enlouqueceu depois que os invasores humanos estupraram a esposa dele. Se esse cajado era dele e representa o que ele foi, será que temos o direito de levá-lo?
Irthos (pensativo): Não muito. Se era mesmo dele, só algum historiador da cidade élfica pra saber. Uma pena que não entramos nela como convidados, senão após uma conversa eu ja o teria devolvido e com bom grado.
Silua: Eu até seria capaz de deixar ele para trás num lugar onde as patrulhas possam achá-lo, não porque devemos algo a eles, mas como um lamento ao que eram e o que o ódio fez a eles. Se isso os fizer parar para pensar mesmo que só um minuto, já ficaria feliz
Beowulf: A escolha disso é de vocês. Mas se for um artefato poderoso, eu não gostaria de deixar nas mãos deles
Silua (pensativa): Se tivéssemos como saber o que realmente é antes de deixarmos esse local, mas como Irthos disse, não temos a quem perguntar. Mesmo se ele soubesse (eu indico o elfo) não creio que ele responderia. Se não querem arriscar, podemos levá-lo, pedir para algum de nossos amigos entendidos em magia dar uma olhada. Se vermos que não é algo ruim, podemos dar um jeito de mandar de volta.
Irthos: Acho que a ultima opção é a mais confiável. Bem, se estamos decididos, Beowulf?
Beowulf: Aye, por mim está bom assim (eu termino de desjejuar, comendo a carne com vontade)
Silua: Estava pensando aqui, nem precisaríamos sair da floresta por onde entramos, se sairmos ainda do lado oeste, mas mais ao norte, você poderia chamar Gunnfaxi não? Isso diminuiria nosso tempo aqui dentro e ganharíamos algum tempo lá fora
Beowulf: Não sei, a distância talvez seria muito grande. Mas de qualquer forma, podemos rumar pela orla da floresta. Acha que com isso chegaremos mais rapidamente?
Silua: Mesmo se não conseguir chamá-lo, acho que viajar pela orla da floresta seria mais tranquilo que aqui dentro. E mesmo assim, não precisariamos descer até lá e sim até o ponto onde puder chamá-los, afinal vocêr já o fez a mais de um dia de distância de nós
Beowulf: Aye, a ideia é boa. Quanto menos tempo dentro dessa maldita floresta, melhor. Pretendem fazer algo assim que deixarmos?
Irthos (rindo): Além de tirar distância? (sério) Acho que no maximo precisariamos comprar uma varinha dessas de cura critica que a Silua mencionou e repor as roupas, ou pretende retornar a Isa assim?
Silua: De qualquer maneira precisamos ir até Azzaraf, embora aquela cidade tenha nos dado dor de cabeça da outra vez, para contatarmos a ordem de Azzet para viajarmos.
Beowulf: Dependendo de quanto tempo teremos, eu precisaria viajar à Isa imediatamente, pelos motivos que já sabem. Gostaria de que estivessem comigo por lá, mas entenderia se possuem outras coisas que preferem fazer no tempo, como ficar com suas famílias
Irthos (rindo um pouco): E eu perderia a chance de fazer essa tal parede de escudos que você sempre nos conta pra ficar com minha mulher? Acho que me conhecendo ela entenderia se eu levasse uns dias a mais pra voltar pra casa.
Beowulf: Salão de escudos, Irthos.
Irthos: Imaginei que fosse algo parecido mesmo. Bem, de toda forma, não conseguiremos fazer nada disso se ficarmos aqui parados e enquanto ainda tivermos ele (eu aponto para o elfo, caido no chao)
Silua (anuindo): Vamos terminar isso de uma vez e sairmos daqui (eu termino de desjejuar) Pretende tirar a mordaça dele?
Beowulf: Ele vai gritar feito um louco, vai acabar chamando muita a atenção. Além tudo não é um grito muito… agradável de se ouvir. Eu imagino que façam alguma ideia do que é águia de sangue?
Silua: Por isso mesmo que perguntei, você não explicou exatamente o que era, mas ficou bem claro que era algo bem desagradável.
Beowulf: Em poucas palavras o termo águia vem em fazer as costelas se parecerem com asas. O sangue você deve conseguir imaginar
Silua (séria): Nâo posso dizer que a idéia me anime, mas como eu disse, eu devo isso a vocês pelo que passaram, então vamos terminar isso logo para podermos continuar viagem.
Irthos: Eu tenho certeza que ver é pior ainda do que ouvir a cena, mas pelo que passamos eu irei assistir. E o lugar onde isso irá ocorrer é até um pouco irônico, se é que ele ja reconheceu o lugar.
Beowulf: Se não quiser assistir Silua, eu entenderei.
Silua (decidida): Não, eu ficarei aqui junto.
Beowulf: Eu vou começar, vejam se conseguem acordar ele enquanto eu busco um tronco de madeira. Preciso achar um pedaço de chão aqui que não seja tão rochoso também (eu saio procurando por um tronco de árvore de uma boa espessura, só quebrando uma árvore se for necessário)
Silua: Eu vou checá-lo, para ver se está acordado, depois do esforço que fez debatendo-se durante a noite. Se não estiver, usarei uma das ervas que carrego boas para isso.
GM: Ele está acordado, embora mantenha os olhos fechados, tremendo um pouco e sabendo o destino que o aguarda. Beowulf encontra um tronco de árvore caído no chão, mais ou menos o ideal que procurava
Beowulf: Eu pego o tronco e erguendo-o acima da cabeça empurro-o com força na direção do chão, enterrando-o um tanto. Checo para ver se ele está firme e pego cordas
Silua: Ele está acordado e pelo jeito sabe o que o aguarda. (em tom de desprezo) Essa noite já percebi que ele não passa do típico valentão que abusa dos mais fracos, mas no fundo não passa de um covarde que morre de medo do dia que vai encontrar alguém que reaja.
Irthos (bufando): Provavelmente por sempre viajar com uns vinte outros caçadores, achava que nada poderia detê-los. Se estivessemos no nosso melhor quando saimos da tumba, em questao de trinta segundos a metade deles ja estaria no chão.
Cleber (Irthos): *se quisessemos
Silua (séria): Irônico é pensar que ele só está aqui porque resolveu fugir das orações para torturar vocês às escondidas.
Beowulf: Irônia ou os deuses olhando por mim finalmente. (eu olho para o elfo e um pouco de dúvida percorre a minha mente, visível na minha expressão. Por alguns breves instantes eu penso desistir do ritual, instantes que duram até eu me lembrar de como eu e Irthos fomos tratados e humilhados. Eu caminho na direção dele e o pegando pelos pés, o ergo de cabeça para baixo) Olhe para mim! (eu rujo enquanto o encaro nos olhos)
O elfo não abre os olhos, tremendo
Beowulf: Olhe para mim e tenha um pouco de dignidade e horna nessa sua maldita vida! (eu rujo, mas ameaçador, tentando força-lo a abrir os olhos)
Beowulf: Skill [Intimidate] [35] [1d20+19 = 35]
GM: O elfo abre os olhos e encara Beowulf, tremendo
Beowulf: Ótimo. Em Isa, dizemos que sempre devemos saber o nome daquele que nos matou, para que mais tarde no Valhalla possamos festejar e batalhar juntos enquanto esperamos o Ragnarok. Eu lhe darei essa honra. O meu nome verdadeiro é Beowulf Bjornson e sou um Jarl, um nobre comandante de Isa. Então saiba que ao menos vai morrer para alguém mais importante do que um simples aventureiro em busca de ouro.
Beowulf: Você humilhou a mim e a Irthos quando tudo o que fizemos foi evitar tentar matar vocês. Acha mesmo que aquelas cordas nos segurariam? Eu poderia rasgar ela com tanta facilidade quanto seu pescoço. Nós tínhamos algo a fazer na sua cidade e, por pedido de minha amiga aqui, fizemos todo o possível para evitar derramar uma gota sequer de seu povo. Teríamos entrado e saído sem lhes causar mal algum.
Beowulf: Mas na sua arrogância, você achou que nós queríamos roubar os seus segredos. Fodam-se os seus segredos, espero que eles apodreçam nessa floresta assim como você vai. Nós vamos deixar essa floresta em breve e reze aos seus deuses para que não encontremos nenhuma patrulha no caminho, porque dessa vez nós não nos entregaremos e mataremos a todos.
Beowulf: Por mais que tenha me ferido de tudo quanto é forma que conseguiu imaginar, você cometeu dois erros que eu jamais poderei lhe perdoar. O primeiro é ter machucado alguém que me é importante (eu o viro para Irthos) e o outro, um tanto menos importante é você ter me humilhado e deixado uma cicatriz para sempre na minha honra. Por esses dois motivos, hoje seu espírito vai se juntar ao de seus antepassados. Eu, Beowulf Bjornson, Jarl de Nördenbeutel, sob o céu e a vista de todos os deuses lhe setencio ao ritual Isän dedicado a todos os nossos traidores e aqueles cuja honra já apodreceu. Que a águia bata asas sangrentas esta manhã. (eu termino, solene e encaro Irthos e Silua) Querem dizer alguma coisa?
Silua: Como eu disse a você essa noite e Beowulf confirmou agora, nunca tivemos a menor intenção de causar algum mal a floresta ou seus habitantes, mas você teve que entrar no nosso caminho e em vez de ouvir o que meus amigos tinham a dizer e chegarem num entendimento, tratou-os com desprezo e brutalidade só porque eram humanos, como se todos os humanos fossem ladrões, assassinos e estupradores. Eu sei o que houve aqui no passado e posso entender o medo do seu povo, mas ao pré-julgar forasteiros e deixar o ódio vencer, você mostrou-se não ser melhor que os responsáveis por aquela desgraça.
Irthos (sério): Que os deuses tenham piedade de sua alma, pois as almas dos humanos que foram torturados e aqui enterrados ao longo de séculos não irão. Pela honra que nos foi manchada e por todos que já perderam sua vida, espero que um dia humanos e elfos possam conviver em paz nesta floresta (eu o observo em silêncio).
Beowulf: Eu o desviro e o amarro ao tronco, com os braços presos atrás do corpo. Amarro também as pernas e passo uma corda não muito apertada ao redor do pescoço para o manter de pé. Eu arranco a camisa dele com brutalidade, expondo o peito nu do elfo
Beowulf: Irthos, quer me ajudar ou posso fazer tudo sozinho?
Irthos: Se quiser pode fazer tudo sozinho. Se ele não tivesse sido tão cruel conosco, apenas nos levando como meros prisioneiros para serem interrogados, eu até proporia uma humilhação como levá-lo junto para fora da floresta e largá-lo a uns quatro dias de cavalo das bordas, sem nenhum equipamento a propria sorte. Como provavelmente ninguem viu ele indo até onde estavamos presos e ele tambem sumiu junto de nós, o dariam não só como desertor, mas como traidor, e certamente para cá não poderia mais vooltar. Vagaria até morrer de fome ou teria que viver em meio aos humanos em alguma cidade.
Silua (séria): Mas como ele não o fez…
Irthos: Eu anuo, austero.
Beowulf: Eu encaro o elfo
Beowulf: E que a águia voe
Beowulf: Rapidamente, eu enfio os dedos com força por debaixo das costelas do elfo, penetrando na carne. Eu agarro as costelas e com um puxão violento, eu as abro na direção externa do corpo dele, fazendo-as chegar até os braços dele. Ele agoniza por um tempo, desesperado até se juntar. Ainda segurando as costelas enquanto o sangue escorre e os órgãos despencam no chão, eu falo, ainda o encarando nos olhos agora fechados
Beowulf: Voe e leve tudo de ruim o que fez para longe de Val’huhn. (eu solto as costelas dele e começo a me afastar) Acho melhor partirmos logo, os elfos devem estar vindo nessa direção
Silua (anuindo): Vamos
Irthos: Eu observo a tudo austero, a cena sendo um pouco mais forte do que imaginara, mas se pensar não é muito pior quando lutamos, apenas não percebemos no calor na batalha o quão cruel ela é. Recolho minhas coisas e fico pronto para seguirmos.
Silua: Eu ajeito minhas coisas e depois Raina sobe nos meus ombros, pronta a continuar mostrando-nos o melhor caminho para sairmos da floresta. Eu anuo para meus amigos e assim que estão prontos, voltamos a seguir viagem.
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Grande amante de diversos estilos de Metal, incluindo Power, Folk, Pagan e Viking, passou a jogar RPG por influência dos amigos e desde então nunca parou. Leitor ávido, adora livros de fantasia, e vem atualmente lutando para vencer uma lista de livros que não para de crescer. Nerd e gamer, a carreira de desenvolvedor de software lhe foi uma escolha óbvia e gratificante. Também é pagão, vendo seus ideais representados na religião de seus antepassados.
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Esta entrada foi postada em quarta-feira, 6 julho 2011 às 21:22
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