Irthos: Pelo menos agora estou me lixando se vamos ser vistos por alguma patrulha ou não, só quero sair desse lugar maldito. Se nos atacarem eu e Azreth vamos trazer uns para o chão, onde Beowulf pode bater suas cabeças umas nas outras. Se ficarem sabendo desse comandante aqui, e nos evitarem, bom pra eles (eu aguardo Silua e começo a caminhar logo atrás dela, atento)
Beowulf: Eu sigo no final do grupo, um pouco mais calmo agora que ao menos parte do ferimento na horna sarou. Relembro de todas as batalhas e de todos os braceletes e anéis que havia pego nelas e que agora não existem mais. Começo a amaldiçoar novamente a floresta e a nossa vinda aqui, mas ao ver Silua um pouco mais animada, com a gata em seus ombros, eu vejo que valeu a pena.
[w] -> Silua: vai la, so to adiantando o story
Silua: Eu até te entendo, Irthos, mas vocês não viram os guardas que vigiavam o lago, não gostaria que mandassem parte deles atrás de nós, não conseguiriamos lidar com vários conjuradores ao mesmo tempo, por isso ainda pretendo manter a cautela até sairmos dessa floresta.
Irthos (anuindo): Não estou dizendo pra sairmos daqui fazendo barulho como um urso desembestado, mas digamos que se tiver que lutarmos e a provocação for deles, agora que ja conseguimos o que queremos, não irei me segurar. Até lá, sim, discrição. (eu volto a caminhar em silencio. Azreth em meus ombros, de maneira um tanto mais desajeitada que Raina, eu percebo, embora nao repare muito nestas coisas, exceto pelo fato de Azreth cravar as garras com certa força a cada movimento mais brusco.)
Silua: Eu sei, também lutarei, caso tentem nos impedir agora. (eu sigo pela floresta, Raina tranquila encarapitada em meu ombro mostrando o melhor caminho)
Beowulf: O urso desembestado foi uma indireta para mim?
Irthos: Não, agora que você está quase tão vestido quanto quando nos conhecemos pela primeira vez, até que voltou a ser silencioso como uma loba no cio. O urso foi só um jeito de dizer que até eu consigo ser espalhafatoso se quiser.
Beowulf: Aye, quase sem armaduras e sem nenhuma jóais, além de quase pelado por um bom tempo. (suspirando) Alguém de fato me odeia
Silua: Pena pela sua capa do Baeras. Mas ao menos vocês dois estão vivos, e isso é o que importa
Beowulf: Aye, ela fará falta. Quero ver onde vou conseguir arrumar um animal do tamanho dele para fazer uma outra. Ou talvez vocês encontrem, aye?
Silua: Nós não íamos pegar um urso atroz para você em Isa? É só tirar a pele dele depois
Beowulf: Foi ao que me referi.
Irthos (rindo): Seu talvez passou a ideia, mesmo que temporária, de que não iamos conseguir seguer encontrar esse urso que você pretende usar.
Silua (anuindo): Inclusive agora que estamos indo embora da floresta ficarei atenta para recolher alguma das plantas que poderemos usar para nocautear o urso, numa floresta como essa não será difícil achar algo que sirva.
Beowulf (bufando): Até parece. A única chance de vocês não acharem o urso, é ele não existir. (para Silua, intrigado) Há plantas que conseguem derrubar um animal do tamanho de um urso atroz?
Silua (rindo): Se existem ervas capazes de derrubar um Beowulf… (me recompondo após uns instantes) Existem sim, plantas capazes de fazer um animal bem grande ficar inconsciente, algumas dessas até poderiam liquidar craituras menores de tão fortes
Beowulf (bufando): E quando eu não quero trocar o meu javali assado por uma planta ou fruta, me critical!
Irthos (rindo nervoso): Ainda bem que temos a Silua pra saber o que realmente podemos comer.
Silua: Até parece que eu deixaria vocês comerem algo perigoso (eu olho severa para Beowulf)
Beowulf: Eu rio, pego de surpresa pela reação de Silua
Beowulf: Claro que não! Eu ainda lembro da situação que você nos evitou naquela maldita cidade… (eu coço a barba, pensativo) como era mesmo o nome, Laraj?
Silua (rindo): Azzaraf, para onde iremos assim que sairmos da floresta.
Irthos (bufando): Temos mesmo que passar por lá novamente, não podemos cavalgar uns dois dias a mais e pararmos em outro lugar?
Silua: E onde você pretende ir? Para acompanharmos Beowulf a Isa precisaremos dos serviços da ordem de Azzet e Azzaraf é a opção mais próxima. Não há tempo para irmos a Alog
Irthos: O que é uma pena. Não acho que nos olharão da mesma forma ao voltarmos lá e não queria muita confusão.
Silua: Infelizmente não há muito o que fazer, ao menos dessa vez já estaremos de sobreaviso e iremos direto para a sede da ordem e seguiremos direto para Isa.
Beowulf: Eu coço a barba vigorosamente
Beowulf: Admito que eu nunca fui o mais esperto e inteligente daqui, sempre pensando em resolver as coisas no muque ou com a espada, mas acho que vocês estão esquecendo de algo… eu não podereria lhes cham – (eu me interrompo, batendo com a mão na testa) Claro, seu grande idiota! Os cavalos!
Irthos: Eu rio com vontade.
Irthos: Prefiro nem saber as idéias que estava tendo.
Silua: Ele não estava levando em conta os cavalos, apenas nós
Beowulf: Aye, senão eu poderia lhes chamar sem problemas de lá
Silua (anuindo): E a volta seria por Krull, que é o lugar mais perto de uma sede da ordem, mas só funcionaria sem os cavalos
Beowulf: Eu anuo, seguindo em frente
O dia felizmente segue sem nenhuma complicação. A noite cai, um tanto fria e barulhenta, como todas as noites anteriores. Mas pela primeira vez, depois de muito tempo, vocês parecem conseguir se sentir um pouco relaxados. Raina diz que nesse ritmo, não demorarão mais muito tempo para deiaxar a floresta
Beowulf: Podemos parar por hoje? Ainda preciso de um pouco de descanso depois de tudo o que passamos. Alguém faz ideia de quanto tempo demoraremos para sair daqui?
Silua: Raina disse que se mantivermos o ritmo de hoje não demoraremos mais muito.
Beowulf: Isso em dias?
Silua: Eu pergunto a Raina quantos dias ainda levaremos para sair nesse ritmo.
Raina: Provavelmente apenas mais uma noite aqui na floresta. Depois estaremos fora dela. Mas eu não conheço muito bem essa área. Meu antigo mestre que me falava sobre ela
Silua: Ela disse que não conhece muito bem a área, só o que ouvia do seu antigo mestre, mas provavelmente só mais uma noite aqui dentro
Beowulf: Eu pareço mais animado com a notícia
Beowulf: Só espero que esteja tudo bem com os cavalos
Irthos (em elfico): E eu ja disse que ainda vou ficar louco ouvindo as duas explicações (de volta ao comum) Espero mesmo que sim. Ou não sobraria nem os miolos de quem tivesse tentado fazer algo de mal a eles.
Silua (anuindo): Também espero, mas ao menos eles sabem se cuidar, ainda mais com Gunnfaxi para mantê-los unidos.
Irthos: De toda forma, é animador saber. E precisamos mesmo do descanso, o segundo real descanso desde que saimos daquela maldita cidade. Felizmente não ficarei com memórias de como ela era, odiaria saber que o lugar é belo demais para estar povoado por esse tipo de elfo ou algo assim.
Silua (pensativa): Nâo sei não, acho que se você a tivesse visto direito, não diria isso. Só pena tudo isso que ocorreu aqui e que causou a desconfiança e medo deles.
Irthos: Imagino, não sei com que cara eu veria um Isan por exemplo, se toda Rondall tivesse sido levada abaixo por bárbaros e as mulheres da vila que não fossem estupradas, tivessem sido mortas ou levadas como escravas. Acho que pra mim seria tudo a mesma coisa hoje. Graças aos deuses ficou apenas no quase (eu encaro Beowulf), ainda mais agora que sei o que estaria perdendo, aye?
Cleber (Irthos): considerando a fama ´comum´ a eles pré-conhecer Beowulf e ir a Isa, hehe
Beowulf: Aye, mas não podemos dizer que estariam todos muito enganados. Nossa aparência e o nosso amor por batalhas fazem verdadeiras muitas histórias que contam por aí
Irthos: Aye, quase lembro de como nos olharam quando entramos em Krull pela primeira vez. Imagine então um vilarejo comum que ouvir que nós ja matamos mais de um dragão sem sequer perder um braço ou algo do tipo. Acho que esconder as mulheres e trancar as janelas seria pouco.
Beowulf: Eu acho que vocês ainda se surpreenderiam conosco, por mais que se reagiram à águia muito melhor do que eu esperava
Silua (séria): Bem, estaria mentindo se dissesse que não estremeci involuntariamente na hora. Estou acostumada com mortes brutais em combate, não execuções.
Irthos: Eu de certa n
Irthos: Aye, mas de certa forma é a mesma coisa. A unica diferença é que no caso da águia a pessoa ja está de um jeito que não conseguiria reagir.
Beowulf: E vocês nem presenciaram a pior parte: os gritos. Mas há um bom motivo para fazermos isso, além de tradição. Muitos poucos ousariam ir contra as leis se soubessem que é algo como isso que lhes aguarda
Irthos (anuindo): Bem, pretendem ficar por aqui mesmo, ou nossa amiga Raina sugere um lugar mais protegido de olhos aleios?
Silua: Gostaria de perguntar a ela?
Irthos (rindo): Eu ja estava me acostumando a ter você como intérprete dela, mas se insiste (em elfico) Raina, acha que podemos ficar por aqui mesmo ou sabe de um lugar próximo onde podemos passar a noite melhor protegidos de olhares curiosos?
Raina: Eu já disse que não conheço bem essa parte da floresta. Só sei que há pouca guarda aqui no centro. Há mais na borda
Irthos (em elfico): Ah sim, desculpe, acho que no cansaço e perdido nos pensamentos não prestei atenção a essa parte, obrigado. (em comum) Acho que vamos ficar por aqui mesmo, já que quantomais perto da borda, mais guardas, segundo ela.
Silua (anuindo): E se Beowulf quiser, ele poderá ajudar na vigia hoje, com a ajuda de Azreth
Beowulf: Aye, claro. Mas antes eu preciso de um pouco mais de energia (eu retiro o baú e começo a preparar a carne) O que ela come? (eu indago, olhando para a gata)
Silua: Carne mesmo.
Beowulf: Achei que o élfico tinha a ver com hábitos alimentares também
Silua (rindo): Não, o élfico é porque eles tendem a viver em associação com elfos e suas habilidades teriam surgido justamente dessa associação de longa data
Beowulf: Habilidades?
Irthos (rindo): Se for por associação, então quantos anos faltam para Azreth começar a beber hidromel?
Silua: Gatos élficos descendem de gatos domesticados por elfos e que se tornaram seres mágicos devido à convivência. Pelo que aprendi no templo, além da inteligência e o dom da fala, eles possuem pequenas habilidades mágicas, como assumir a forma de um galho ou ficar com o dobro do tamanho.
Irthos: Interessante. Uma pena que provavelmente esse dobro de tamanho não acumule com aquelas poções dadas pelo seu amigo, aye? Mas acho que ainda prefiro o que o Azreth pode fazer, mesmo sendo mais natural do que magia (o pequeno dragão sorri um tanto orgulhoso)
Silua (rindo): AZreth também não ia gostar se você tivesse dito outra coisa
Irthos: Eu tusso, rindo com vontade, quase me engasgando.
Beowulf: Eu não entendo direito o que acontece comigo e com Gunnfaxi, para dizer bem a verdade. Essas coisas mágicas sempre me deixam confuso
Silua (anuindo): Acho que só magos para entenderem como isso funciona e olhe lá.
Beowulf: Falando nisso, precisamos falar com Azzet assim que possível também, aye?
Silua (anuindo): Estava pensando que quando formos na sede da ordem em Azzaraf, podemos ver se conseguimos contatá-lo de lá.
Irthos: É uma das coisas que temos que fazer, entre tantas (bufando) nosso prazo não anda dos melhores ultimamente. Lothos se fortalece a cada dia, imagino Nonaloth entao que ja era mais forte que ele, e ainda temos o destino de Beowulf e esse evento em Isa. Se quando passamos três semanas simplesmente cavalgando não fosse quase entediante eu queria poder voltar àquela época. Com Azreth e Raina teria sido um tanto mais emocionante.
Silua (anuindo): E assim que voltarmos de Isa ainda teremos que voltar ao templo e ver se Baltah já descobriu onde e como pegaremos um rakshasa
Beowulf: Eu coço a barba
Beowulf: Irthos, você gostaria de rever Arianna logo também, aye?
Irthos (suspirando): Inlcui-se nestas outras tantas coisas. Como eu disse, nosso tempo é pouco pra tudo que andamos fazendo. Quer dizer, corremos fazendo.
Silua: Bem. levaríamos uns dias entre sairmos da floresta e voltarmos a Azzraf. Você poderia usar esse tempo para ir a Rondall
Beowulf: E se precisamos falar com Azzet também… por que não nos encontramos todos em Isa? Se teremos que falar com Azzet e pagar pelos serviços dele, pagar por mais um deles não acho que vai ser problema
Irthos: Daquela vez ele nem cobrou tanto assim pra nos levar pra Isa mesmo. E ja não é mais inverno pra ele reclamar do frio. Está querendo ir antes pra lá e já ficar? Assim eu acabaria deixando Silua só com Raina e os cavalos aqui, o que também não seria muito legal.
Beowulf: Eu preciso voltar logo, não estou muito apresentável, aye? Vou precisar de roupas novas e elas levam um tempo para serem feitas
Irthos (rindo): Se não lhe conhecesse diria que perdeu as roupas de propósito (mais sério) Por um lado é verdade, ainda mais pro seu tamanho e pro seu status atual. Quer dizer, uma camisa qualquer de veludo ou lã voce ate acharia nas lojas, mas não algo apresentável a um rei, imagino eu.
Beowulf: E algo do meu tamanho é ainda mais difícil. (rindo) Dependendo de onde estivéssemos, eu diria que você estaria certo
Silua: Bem, se você quiser ir a Rondall nesse meio tempo Irtthos, não me importo, (rindo) desde que volte antes de entrarmos em Azzaraf
Cleber (Irthos): teste
Cleber (Irthos): fuckse
Cleber (Irthos): acho que agora vai
Irthos: Um leve brilho surge em meus olhos.
Irthos: São quantos dias até lá mesmo? Pra não lhe deixar sozinha até lá, eu posso voltar em três dias como sempre.
Silua: De Azzraf até a cidade mais ao sul eram 5 dias a cavalo, mas o prazo certo agora vai depender de onde sairmos da floresta e quanto tempo levarmos para termos os cavalos a nossa disposição novamente.
Irthos: Bem, de qualquer sorte não farei isso antes de termos os cavalos então, e voltarei na manhã do quarto dia no mais tardar.
Irthos: Eu encontro um lugar melhor pra me sentar e poder esticar as pernas.
Beowulf: É melhor nos organizarmos corretamente. Quando e como chamaremos Azzet?
Silua: Estava pensando em chamá-lo quando chegássemos a Azzaraf, lembro de uma sede da ordem em que estivemos onde o mago mandou um aviso ao colega avisando que vinhamos. Nem que nos teleportemos para a cidade de Azzet, conversamos com ele e de lá iremos para Isa.
Irthos: Se precisarmos da segunda opção, não devemos perder mais que uma manhã a mais. Só espero que ainda tenhamos isso.
Beowulf: E como faremos com a carroça? Preferem que eu a leve junto comigo?
Cristiane (Silua): não lembto, quanto ela pesa encoolhida mesmo? Uns 100 Kg?
Cristiane (Silua): sorry
Matheus E (Beowulf): Boa pergunta, mas imagino que algo em torno disso
Silua: Não precisa, se nós podemos levar o baú encolhido, creio que podemos lidar com ela no curto espaço de tempo necessário para o teleporte
Beowulf: Se aguentarem está ótimo para mim. Se conseguirem aproveitar e vender o que achamos lá no templo, seria melhor ainda
Irthos (rindo): Eu estarei junto em Azzaraf, então isso é quase um sim.
Silua (rindo): Só porque fiz que fôssemos expulsos de uma loja uma vez não confiam mais em mim?
Irthos (rindo): Não foi nesse sentido que quis dizer, desculpe. É que nem eu vou resistir a ficar com aquele bau inteiro que encontramos naquele templo sem transformá-lo em ouro e platina para nós.
Silua (rindo): Eu sei, só estava provocando você
Beowulf: Talvez seria melhor falarmos com Azzet antes, para ver se nenhum deles é mágico
Irthos: Talvez saia mais barato do que mandá-los identificar na própria loja, mas não acredito que tenha outra vantagem em o fazê-lo. VocÊs é que sabem.
Silua (anuindo): Mais um motivo para irmos direto de Azzraf para a loja dele, melhor ajeitar tudo lá sem que precisemos lidar mais que o necessário com a aqueles ricos malucos de lá
Cristiane (Silua): troca o segundo ´lá´ por Azzaraf
Irthos: Então primeiro vamos até Azzet, identificamos tudo, vendemos e pra Isa?
Silua (anuindo): Seria o melhor mesmo, ele também poderá dar uma olhada naquele cajado também, para ver se oferece algum perigo ou podemos devolvê-lo para os elfos. Se isso ocorrer, eu pagarei por um teleporte até perto da floresta, deixarei o mesmo em suas bordas numa rota onde patrulhas passam e voltarei logo depois.
Irthos: Acho que é mais seguro que Azreth o deixasse cair sobre a cabeça de um desses patrulheiros, mas você quem sabe. Eu sinceramente espero que ele possa ser usado pra fazer o bem ainda, e que o seja usado se for o caso.
Silua (anuindo): Ele parece algo bom ainda, mas temos que determinar qual o seu poder, para ver se não poderá ser mal usado se devolvido.
Beowulf (bufando): Ainda acho que se ele se provar útil, deveríamos ficar com ele. Odiaria ajudar os malditos elfos
Irthos: Depende o que seria util, a não ser que Silua queira começar a lutar com um cajado em mãos. A não ser que ele tenha algo que desintegre dragões maus, não nos vejo fazendo nada com ele a não ser vendendo.
Silua: Eu nem sei se conseguiria usar um cajado mágico, que pelo que sei, tendem a ser bem mais poderosos que uma varinha.
Beowulf: Para mim são ambos peda
Beowulf: Para mim são ambos pedaços de paus mágicos
Irthos ri.
Irthos (olhando para Beowulf, rindo): Mágicos? Pra nós que nem sabemos como usar a magia, são bastões fracos demais pra sererm quebrados contra a cabeça de um golem.
Beowulf (rindo): Mas ainda assim são mágicos.
Irthos: Devo admitir que provavelmente soltaria muitas faiscas se fosse quebrado à força na cabeça de alguem. Por isso que não gosto deles, provavelmente uma bola de fogo explodiria na minha testa se eu nao soubesse como pronunciar a palavra, mesmo que soubesse-a. É muito complicado. Urros e metal frio são mais eficientes a curto alcance, e pra médio alcance sempre tenho meu sopro.
Beowulf: Então, sumarizando tudo. Assim que deixarmos a floresta, eu revejo Gunnfaxi e então parto para Isa, para ir fazendo as preparações. Irthos vai para Rondall e Silua vai para a cidade mais próxima. Lá Irthos volta e vocês vão para a cidade de Azzet, de onde Irthos chama Arianna, vocês vendem as tralhas e eu espero vocês em Isa?
Irthos (surpreso): Arianna está convidada para os eventos em Isa?
Silua (intrigada): Ia mesmo perguntar a respeito dessa sua frase, Beowulf.
Beowulf (coçando a barba): Eu pensei ter dito isso, não disse?
Silua: Não falou nada a respeito de levarmos convidados
Irthos (anuindo): Estou na mesma situação de Silua. Pelo menos você não deixou pra nos avisar disso na antevéspera, ela ia surtar de ouvir meio dia antes que passaria alguns dias em um lugar quase duas vezes mais frio e na presença de nobres sem ter preparado nem a si pra isso.
Cleber (Irthos): inclui um surpreso ali no mood
Beowulf: Eu preciso escolher melhor as minhas palavras então. Ou bati a cabeça muito forte num galho para ter esquecido disso ou ter pensado em ter dito. Enfim (suspirando) acho essa ideia boa porque não quero privar-lhe de ver ela, já que serei eu a visitar duas vezes em seguida. Com isso ganharíamos algum tempo também. (olhando para Silua) Não sei como está com Conner, mas se quiser que ele venha ou seus pais, também serão bem-vindos por alguns dias em minha casa
Silua (anuindo): Terei que avisar meu pai pelo anel antes de chegarmos a Azzaraf então, para dar tempo deles se prepararem até poder ir com Azzet buscá-los. E Irthos pode trazer o pai dele também, além de Arianna
Beowulf: Aye, mas se preferirem ir sozinhos, sem problema algum. (rindo) Não encarem isso como um compromisso
Silua: Bem, como precisaremos dos serviços de Azzet de qualquer jeito, seria uma rara oportunidade para nossas famílias se conhecerem.
Irthos: Vai ser divertido a correria, nenhum dois dois vai querer ir de qualquer jeito pra lá. (suspirando) Ao menos eu posso cobrir a distância até Lobo Uivante em menos de tres horas de voo se precisar comprar algo.
Beowulf: Se precisar de algo eu consigo arrumar em Isa também. É o mínimo que posso fazer por nos tirar do caminho novamente
Irthos (bufando): Pensei que os dias que passa com Freyja já seriam suficientes pra ter notado que elas abominariam a ideia de serem apresentadas a convidados antes de estarem no seu melhor.
Beowulf: E não sei disso? Freyja sempre demora horas se arrumando e penteando os cabelos. Todas as noites (eu rio)
Irthos: Então não se preocupe que vou sobreviver, ainda mais com esses dias até Silua chegar a Azzaraf. Se tiver que buscar algo em outra cidade, posso cobrir em uma hora a distância que um cavalo cobre em duas, se ainda tiver neve a relação é de uma pra três ainda por cima. No fim vai valer a pena.
Beowulf (um pouco triste): Acho que causei mais problemas do que ajudei com esse convite.
Irthos (rindo): Nah, eu aproveito pra voar com Azreth por horas a fio de um lado pra outro ajudando minha esposa a ficar mais linda do que ja é, e ainda a levo pra um lugar que ela jamais sonhou estar, quero só ver a reação dela aos Fiordes. Aliás (preocupado) vou ter que falar com Azzet sobre a sensação de um teleporte, a ultima coisa que quero é provocar um forte enjoo nela.
Beowulf: Com tudo o que aconteceu nos últimos tempos, eu nem sei mais ao certo em quantos meses Freyja está. Excelente marido, aye? (eu olho para Silua de canto, esperando a reação dela)
Irthos: Eu preciso que Silua me lembre em que mes estamos, pra poder me lembrar.
Cristiane (Silua): Boa pergunta, não era Primeira Semente?
Matheus E (Beowulf): Quase ceteza que sim
Cristiane (Silua): Fui conferir o calendário para ver o nome do primeiro mês da primavera, é sim
Silua: Estamos no início da primavera, Primeira Semente. Quanto a Freyja (eu olho séria para Beowulf), se o que Irthos e eu vimos aquela vez serve como indicação válida, ela teria engravidado logo depois do casamento de vocês, no inverno.
Cleber (Irthos): dia 18 de Primeira semente foi quando voces protegeram a caravana la dos mercenarios, na saida da outra floresta
Cristiane (Silua): tem certeza? então já estaríamos no mês seguinte
Matheus E (Beowulf): Teria sido em 24 de Estrela da Alvorada ou muito próximo disso. Devemos estar em meados de Mão da Chuva
Cleber (Irthos): eu sei, prometo que agora com as noites livres, sabado este aquelas notas da campanha vao estar atualizadas de novo, haha
Cristiane (Silua): Então troquem na minha frase em cima, Primeira Smente por Mão da Chuva
Irthos: Isso deixaria Arianna no seu quarto mês. Como fomos pra Isa não muito depois, Freyja esta quase nisso tambem então.
Cleber (Irthos): *terceiro mes
Cleber (Irthos): sempre confundo esse calendario, acho que tem 16 meses por causa do jeiito como o Cru o dividiu no PDF, haha
Beowulf: Nem parece que faz quase um mês que eu voltei de Isa e adentramos na floresta
Matheus E (Beowulf): Eu dividi por estações, Mas eu sei que fica um tanto confuso hehe
Irthos (surpreso): Aliás, foi em Mão da Chuva do ano passado que nos conhecemos em uma taverna de Hazureas. Gostaria de lembrar o dia.
Irthos (bufando): Ironia é pensar que estamos a menos de uma semana de viagem de lá e nem vamos poder passar lá pra comemorar o fato.
Beowulf (rindo): Ah é, bem me lembro de sermos chamados pela guarda para nos avisar que não devíamos ser idiotas em tentar lidar com o drake em… Othalos, Othalas?
Irthos: Othalos. E de fato não faltou muito pra ter sido a primeira e ultima aventura, estavamos arrebentados, uma mordida a mais que ele acertasse em cada um de nós e não estariamos mais aqui. Mas infernos, lembro de poucas batalhas desde então que não foram assim (eu concluo, rindo um pouco) mas essa carne ai não está queimando ainda não é? Pois o cheiro dela ja esta começando a me deixar com ainda mais fome.
Silua anui, rindo.
Beowulf: Está sim, só não quis interromper a nossa discussão (eu arranco um pedaço de carne e começo a comer, aproveitando que não sinto o calor dela) Eu só preciso saber quem tudo vai ir para Isa, para deixar quartos preparados para todos
Irthos (rindo): Acho que quis dizer ´quantos´, e de minha parte serão duas pessoas mesmo, Cairnwolf e Arianna.
Silua: Eu pretendo convidar meus pais e Conner.
Beowulf: Dois quartos para Irthos então e para Silua… (incerto, cauteloso) dois ou três?
Silua (pensativo): Boa pergunta, eu e Conner ainda não decidimos como vai ficar nossa situação, pretendia resolver isso na próxima visita
Beowulf (aliviado): Vou pedir para Freyja preparar três então, qualquer coisa um deles fica sobrando. (rindo) Ah é, e outro para Azzet
Silua (anuindo): Bem, acho que estamos acertados então (eu dou um pedaço de carne para Raina e pego outro para mim)
Beowulf: Novamente espero não ter causado problemas com isso
Irthos: Eu corto um bom pedaço de carne pra mim e outro para Azreth.
Irthos: Certamente não, será divertido.
Cleber (Irthos): o poder da virgula
Matheus E (Beowulf): aye, o perigo dela tb hehe
Beowulf: O degelo está começando em Isa, então não será mais tão frio. Então não precisam se preocupar em levar muita roupa para lá
Silua anui.
Irthos: Eu termino de comer em silêncio, reprimindo não muito bem um arroto ao final.
Irthos: Vai ser bom ver como Rondall estará com o degelo também. A ultima primavera que passei por lá foi a dois anos atrás, ja que sai no inverno passado pra ir até Othalos.
Silua: Demora bem mais para degelar lá então, Irthos?
Irthos: Menos ate do que em Isa, mas ano passado eu sai de lá pouco depois do meu aniversário. Não sei quanto a você, mas eu ainda lembro como foi árdua a jornada, estava a pé pois na maior parte do parte do tempo não consegui encontrar uma caravana caridosa para me dar carona.
Irthos (rindo): Hoje mesmo sem o teleporte provavelmente a mesma jornada seria feita em um mês.
Silua: Eu também estive a pé a maior parte do tempo, pessoas não costumam dar carona a pessoas com minha aparência. Uma das poucas vezes que ganhei carona foi justamente depois que saí de Carvalho Antigo pela segunda vez, com uma caravana de mercadores que seguia naquela direção e que não se importaram com a forasteira encapuzada viajando com eles.
Irthos: Contanto que o estranho sujeito quieto e sem dinheiro não tivesse sumido com nada ao final da viagem, aye?
Silua (rindo): Naquela ocasião já tinha uns trocados que havia tirado daqueles salteadores que matei, fora que paguei a passagem ajudando a guardá-la, muitas caravanas costumam aceitar guardas temporários em troca de uma carona até outra cidade
Irthos: Imagine então se soubessem que os guardas ja haviam encarado mais que ladrões bêbados e sobrevivido bem, aye?
Silua anui, rindo.
Silua (curiosa): Pensando em Isa na primavera, Beowulf? Ficou subitamente quieto aí
Beowulf (confuso): Aye? Perdão, estava pensando em outras coisas. Perdi algo de importante?
Silua (rindo): Não, apenas estávamos discutindo sobre o degelo em Rondall e as dificuldades que tivemos na época para chegarmos a Hazúreas, onde nos conhecemos
Irthos (rindo): Acho que a cabeça dele parou pouco depois de mencionar os Fiordes e Freyja, lembrando apenas de beber e comer.
Beowulf: Aye, verdade. E também pensando em tudo o que vou ter que organizar em Isa. Por sorte, Freyja já deve ter tomado conta de quase tudo. E eu ainda não sei cmo devo agir quando aquele maldito representante de Gabraj aparecer. (bufando) Espero que ele morra numa tempestade no mar
Irthos: Eu preferia que o motivo dele ter afundado fosse um ataque de dragões ostentando a bandeira de Nordenbeutel, mas serve também.
Beowulf: Uma pena que acho que a barreira criada por nós vai ser difícil de derrubar
Irthos (confuso): Barreira?
Beowulf: Aye, não uma muralha. Mas uma barreira de confiança. Não sei se os dois lados estariam dispostos a se aceitar
Silua: Está se referindo aos Isäns e os dragões de Isa?
Beowulf anui
Irthos (surpreso): Também estava pensando nisso, ja houve aliança entre os dois lados? Você deixou pra nos surpreender duas vezes hoje?
Beowulf: Nay nay, nunca houve uma aliança. Mas já houveram batalhas, pelo que sei. Há uma história de um antigo rei muito amado que teve toda a sua família morta por um dragão de prata. Ele declarou que todos eles deveriam ser exterminados e como nunca houve muito contato entre os dragões e nós Isäns, eles eram apenas criaturas más, como todo dragão. Acho que ali se ergueu essa barreira da qual falei. Drogoth sempre dizia que a culpa era em parte deles também, que nunca se preocuparam em falar conosco e deixaram que a imagem do dragão terrível se construísse em nossas cabeças.
Irthos: Bem, a imagem de um dragão de vinte metros de comprimento pousando no centro de uma vila e dizendo ´oi´ para o lider ou prefeito dela não me vem com final feliz, não sei porque.
Beowulf: Exato. Drogoth me falou que os dragões tentaram se explicar, que um prateado jamais faria isso; mas não deu muito certo (eu suspiro e arranco mais um pedaço de carne)
Irthos: E ninguem iria acreditar que eram dragões se eles fossem até o vilarejo disfarçados de uma moça bonita, um senhor de idade, um cavalo e um cachorro (eu tento não rir, brincando com Azreth)
Silua: E se um assumisse a forma real, assustaria metade da vila e faria o resto pegar em armas
Beowulf: E mesmo que não fizessem provavelmente acabariam igual àquele elfo.
Irthos (anuindo): Precisaria ser algo muito drastico, como um dragão defendendo a cidade de um ataque de gigantes e resgatando a filha do rei no processo, e ainda assim, como nossas vidas são mais curtas que as deles, em duas ou três gerações nossas tudo isso estaria esquecido.
Silua: Talvez você liderando uma de suas fortalezas possa servir como um ponto de partida para que um dia dragões possam voltar a se mostrar em Isa
Beowulf: Eu realmente espero isso. Ao menos deixaria Drogoth feliz
Irthos: A parte dificil é criar esta confiança em uma raça que pode viver mais de um milênio. Talvez tenha que ficar a cargo do filho de Beowulf.
Beowulf: Aye, também é um problema. Nós humanos somos muito impacientes, como diria Drogoth. Até onde eu sei, dragões não morrem por envelhecer
Irthos: Eu anuo.
Irthos: Bem, quem sabe eu também consiga começar algo com a familia de Razgorith. É minha familia também, no fim das contas. Acho que Rondall não se importaria de se tornar um porto seguro para dragões, se forem parentes proximos de Azreth (eu rio)
Beowulf (rindo): Engraçado como sonhamos e esperamos tantas coisas, aye? (eu engulo o último pedaço de carne, lambendo os dedos) E tanbém, não preocupem seus pais e parentes com essa viagem. Em Isa não serão julgados pela roupa que usam, ao menos não por nós
Irthos: Eu anuo, rindo.
Irthos: Sabemos disso, mas tente dizer isso a eles. Se fosse apenas o encontro entre amigos acho que não haveria problema, mas se tiver a dimensão que você passou ter, com o rei de Isa e tudo. Mas relaxe, maldito! (eu rio um pouco) Um dia quem sabe criamos um transporte aéreo de Nordenbeutel a Rondall via dragões, mas enquanto esse dia não chega, vamos nos concentrar em sair dessa maldita floresta.
Beowulf: Aye, por alguns minutos deu para esquecer tudo o que passamos aqui, mas está na hora de voltarmos à realidade. (eu bebo um pouco de hidromel) Agora só capturarmos um maldito mão-virada, aye Silua?
Silua (anuindo): Sim e usarmos a Corrente (eu fico com a expressão preocupada por uns instantes, sabendo que o pior para mim nessa missão ainda está por vir)
Beowulf: Nay, não se preocupe com isso. Você vai se sair bem. Já imaginou se tivesse que ser eu a fazer isso? Era só ele me oferecer um barril de hidromel que eu provavelmente perderia na hora
Irthos: Acho que num embate mental, se Beowulf pensasse em hidromel ou em Freyja seu pensamento ia se desvanear tanto que já estaria tudo perdido.
Silua (séria): O meu maior medo é falhar, pois isso condenaria todos os seguidores de Bast que ainda restam. (pensativa) Desde que eu possa transmitir a informação de volta ao templo, não me importaria de sucumbir ao efeito colateral do uso da Corrente, ao menos eles poderiam usá-la para deter os cultistas
Irthos: Bem, enquanto ele ainda estiver lendo sua mente, acho que arrancar fora a cabeça dele tambem o impediria de transmitir as informações, não?
Silua: Não sei, acho que só se fosse feito antes de Ravashtar aparecer, mas se ele conseguir ler minha mente é sinal de que falhei no embate e não pude pegar as informações.
Irthos: Todas preocupações para depois que deixarmos esse maldito lugar, como eu ja disse. Os malditos elfos dormem menos horas que nós e o cheiro da carne mais o corpo do comandante deles os trará pra cá cedo ou tarde, então vamos partir assim que pudermos. Quem mais fará os turnos além de Beowulf?
Beowulf: Eu posso fazer o turno inteiro, com a ajuda daquela erva. Porém eu não sou o melhor batedor, heh
Irthos (rindo): Por isso que Azreth ficará com você. (o pequeno dragão parece confiante)
Silua: Podemos fazer nós três hoje, assim todos descansam igualmente
Beowulf: Deixem-me ficar com o último turno se for assim, afinal não vai mais ser tão escuro por aquelas horas próximas a aurora
Silua (anuindo): E Irthos pode ficar com o do meio e quando se recolher, deixar Azreth com Beowulf.
Irthos: Combinado então (eu me apoio como posso numa árvore ali perto). O lado bom de ser meio-dragão e ainda por cima um prateado é que o frio, quando vem, não me afeta tanto.
Beowulf: Mas prepare-se para odiar o verão que está vindo (eu me deito como posso, um tanto incômodo por não ter mais a capa)
Silua: Eu anuo, me acomodo num tronco e fico atenta aos arredores, conversando em voz baixa com Raina e começando a lhe ensinar a entender algumas palavras em Comum, o que lhe será útil fora da floresta para ao menos saber o que as pessoas falam.
A gata parece ter dificuldades em se concentrar nas lições, preferindo dormir. Com algum esforço, você consegue ensinar a ela algumas coisas antes de seu turno de guarda chegar ao fim
Silua: Satisfeita com o fato de ao menos ter conseguido passar alguma coisa para Raina, eu a elogio e lhe dou um pedaço do peixe que havia restado como uma espécie de recompensa pelo esforço. Após acordar Irthos para seu turno, eu me deito num lugar confortável no chão, com a gata enroscada ao meu lado, após ter comido o peixe.
Irthos: Eu acordo com um bocejo mal suprimido, preferindo ficar de pé ali perto. Acabo nem acordando Azreth, deixando-o dormir até o fim de meu turno, para estar descansado quando for auxiliar Beowulf. Tento não desvanear muito meus pensamentos, o que sem uma fogueira para ficar observando se torna relatiamente fácil. Ao final, acordo Azeth e, minutos depois, Beowulf. Azreth, de fato, praticamente se põe de pé assim que penso em acordá-lo, o que me faz ficar impressionado no quanto nossas mentes já estão unidas.
As horas de Irthos também se passam tranquilas. A floresta parece calma e quase sem vida. A ausência de vento e tudo o mais gera um ambiente preocupante, porém a perspectiva de deixar ela antes da próxima noite lhes é bastante atraente. Beowulf acorda de sua posição anti-roncos suado e ainda um pouco grogue de sono
Beowulf: Ainda resmungando de sono e com a barba ensopada, eu me sento onde estou mesmo e me assunto um pouco ao ver Azreth voar e sentar no meu ombro. Eu acaricio o pequeno e após ter a orelha mordida por ele decido ficar em maior prontidão
GM: Azreth e Beowulf, ouvir
Beowulf: Skill [Listen] [22] [1d20+6 = 22]
Irthos: Azreth – Ouvir (+19) [25] [1d20+19 = 25]
Conforme as horas vão passando e o Sol vai surgindo, ambos se sentem mais relaxados. Algum tempo antes do sol começar a surgir entretanto, Beowulf e Azreth conseguem ouvir o som de um graveto quebrando, bem mais perto do que gostariam
Beowulf: Eu xingo e sem conseguir saber a distância do som, acordo rapidamente Irthos e Silua, colocando-os de pé, sem nenhuma delicadeza.
Irthos: Azreth me alerta praticamente um grito em minha mente que ouviu um barulho proximo, e acabo acordando e pulando quase a ponto de cabeçear Beowulf que se aproximava.
Silua (sobressaltada): O que houve?
Beowulf (baixo): Passos. E se eu os ouvi, vocês sabem o que significa. Deixem o que puderem aqui e vamos logo
Irthos: Eu anuo, recolhendo o pouco que havia tirado do corpo para dormir. Fico de prontidão para me transformar caso ouçamos algo mais.
Silua: Eu anuo, apenas recolho minhas armas, já que o resto já estava guardado, acordo Raina, dizendo-lhe rapidamente que temos que ir e ela se acomoda num instante no meu ombro. Permaneço atenta ao meu redor.
GM: Irthos e Silua, ouvir
GM: [BOX] Irthos -> Skill [Listen] [31] [1d20+30 = 31]
GM: [BOX] Silua -> Skill [Listen] [37] [1d20+22 = 37]
GM: Pelo que conseguem identificar pelos sons, os elfos parecem estar a menos de cinco minutos de vocês
Silua (baixo): Eles estão a menos de cinco minutos de nós, vamos embora rápido (eu começo a seguir pelo caminho indicado por Raina, sempre atenta)
Irthos: Eu sigo Silua o melhor que posso pela floresta, tentando ao mesmo tempo fazer o menor barulho possível dentro do possivel.
Beowulf: Eu sigo atrás dos dois, com o escudo em prontidão para me proteger de alguma flecha que vier voando em nossa direção
Conforme vocês fogem do local, fica cada vez mais evidente para Irthos e Silua que fugir completamente será impossível. O conhecimento dos caminhos da floresta dos elfos é muito superior ao de vocês e mesmo com a ajuda de Raina, fica óbvio que cedo ou tarde eles os acalçarão. Os passos parecem cada vez mais próximos.
Silua: Droga, eles estão se aproximando cada vez mais, acho que teremos que parar e os enfrentar.
Irthos: Aye, achei que conseguiriamos evitar isso. Bem, se tiver que ser, quero estar preparado pra isso (eu digo as palavras e, dois ou tres passos depois, ja estou na forma de meio-dragão)
Silua: Eu desço Raina dos meus ombros e digo a ela procurar um lugar seguro para ficar, para não ser atingida acidentalmente durante a luta, e aciono meu anel, ficando pronta.
Beowulf: Eu paro, bufando
Beowulf: Infernos! Você quer mesmo evitar matar eles, aye Silua?
Silua (séria): Se eles estiverem dispostos a ouvir dessa vez, tudo bem, mas se não, eu não hesitarei em enfrentá-los e matá-los.
Beowulf: Ótimo, então eu espero que eu vou tentar falhe e eu possa destripar todos esses malditos
Beowulf: Eu dou alguns passos para longe de Irthos e Silua e olho para a floresta à minha frente e começo a falar com uma voz trovejante
Irthos: Bem, se eles esperam que vão nos encontrar do jeito que saimos da prisão, estarão bem enganados. Espero que pensem bem sua situação ao nos verem.
Beowulf: Estão me ouvindo, seus malditos? Eu sei que estão. Se estão procurando por seu comandante ele já está morto, se é que ainda não o viram. Se tentarem nso pegar, o mesmo acontecerá com vocês.
Beowulf (trovejante): Os prisioneiros que possuíam não passavam de uma encenação. Aye, isso mesmo, uma encenação. Nós poderíamos ter matado a todos ali mesmo. Aquelas cordas que usaram para nos prender? Eu poderia ter arrebentado a todas elas facilmente, como faço com esse tronco (eu procuro por um tronco meio grosso e o parto em dois, acima de minha cabeça)
Beowulf (trovejante): A minha amiga poderia se esgueirar até as costas de vocês e matar-lhes antes mesmo que percebessem e mesmo que tentassem fugir voando, não adiantaria (eu sinalizo para Irthos)
Beowulf (trovejante): Então tudo o que eu lhes digo é o seguinte: voltem para sua cidade e nos deixem partir. Tudo o que pegamos vem do guardião do templo, o qual nos matamos. Não pegamos nada de sua cidade e não nos importamos com merda nenhuma do conhecimento secreto de vocês. Nada do que pegamos aqui diz respeito a vocês, disso eu dou a minha palavra
Beowulf (trovejante): Se não acreditam no que eu digo… (eu retiro rapidamente o meu peitoral, ficando com o torso nu) vou lhes mostrar uma coisa. Nós não somos aventureiros comuns, todos nós temos os nossos segredos e se quiserem uma confirmação do que estou dizendo, disparem uma flecha em mim, aqui e agora
Um curto silêncio se segue até poderem ouvir uma flecha assoviando no ar. Ela atingiria o grosso pescoço do Isän se não tivesse sido rebatida pela pele dura dele
Beowulf: Eu sorrio
Beowulf (trovejante): Viram? Então aqui nós lhe damos duas escolhas, ou vocês se viram e voltem para as suas casas para verem suas famílias novamente ou disparem novamente contra nós e eu farei questão de arrancas suas costelas uma a uma de seus corpos ainda vivos
Beowulf: Skill [Intimidate] [24] [1d20+19 = 24]
Matheus E (Beowulf): Amuleto!
Beowulf: Skill [Intimidate] [38] [1d20+19 = 38]
Cleber (Irthos): ele nao era apenas pras TR?
Matheus E (Beowulf): Qualquer teste AFAIK, já o usamos em ataques, por exemplo
Cristiane (Silua): yes, only for TRs
Cleber (Irthos): nao, nao o usamos
Cristiane (Silua): nunca foi usado em ataques, apenas para TRs
Matheus E (Beowulf): hum, então é um poder de boa sorte diferente, o usual é para qualquer teste
Cleber (Irthos): tu disse exatamente o contrario quando a Silua quis te-lo daquela vez…
Cristiane (Silua): mas se tu vais mudar o funcionamento agora, tem que valer para todos nós
Cleber (Irthos): tantas situações que ja poderiamos ter usado se tivesse sido valido pra qualquer teste desde o inicio…
GM: Teste de nível (elfos) [19] [1d20+13 = 19]
A floresta permanece em silêncio por alguns demorados segundos. O vento sopra e alguns pássaros batem em revoada. Os segundos se extendem até que um minuto passa, sem nenhum acontecimento
Silua (baixo): Parece ter dado certo, mas vou dar uma confirmada, fiquem atentos (ainda invisível eu sigo cautelosa na direção de onde os elfos estavam nos perseguindo para ver se foram embora mesmo ou é um truque)
Irthos: Eu anuo, ficando em prontidão para o caso de ser uma armadilha.
GM: Furtividade, Silua
GM: [BOX] Silua -> Skill [Move Silently] [48] [1d20+30 = 48]
Silua se aproxima mais dos elfos, podendo ver a eles no topo das árvores. Um deles segura o arco em mãos, tremendo. Os outros parecem estar como ele – um tanto apavorados. No entanto, eles não parecem dispostos a sair do lugar onde estão e retornar à floresta. Eles discutem entre si, incrivelmente baixo, tão baixo que Silua presia da ajuda dos olhos para ver o que seus lábios falam. Eles parecem decidir que não vão avançar, porém também não retroceder. Defendendo a floresta com suas vidas se os forasteiros decidirem voltar
Silua: Ao ver que eles não foram realmente embora, mas não parecem dispostos a continuar nos perseguindo, eu volto, ainda silenciosa para junto de meus amigos.
Beowulf: Eu continuo parado, desafiador, com o peitoral segurado numa mão
Silua (baixo): Voltei, eles ainda estão lá, mas estão apavorados e não parecem dispostos a continuar nos seguindo, mas lutarão até a morte caso voltemos.
Irthos (baixo): É alguma coisa ao menos. Não pretendiamos fazer isso mesmo.
Beowulf: Eu me viro de costas parecendo ao mesmo tempo satisfeito e decepcionado
Silua (baixo): Eu te entendo Beowulf, mas lembre-se que nem todos aqui são sádicos como aquele comandante, a maioria só está com medo ou cumprindo ordens. Vamos embora, deixarmos Vidara para eles e esperar que um dia esse medo e ódio possa cessar. (eu começo a caminhar, desativando o anel e chamando Raina que aparece depois de alguns instantes, voltando a subir em meus ombros, mas mantendo-me sempre atenta)
Beowulf: Eu lhe devia essa depois de ter me deixado lidar com o comandante. Às vezes ser o homem malvado do norte ajuda, aye? (eu concluo, com um sorrisoo sincero)
Irthos (em elfico): Espero mesmo que um dia seja possivel que humanos e elfos esqueçam as águas passadas e voltem a se entender aqui, se destruir por coisas que ocorreram a tantas vidas atrás só leva a ainda mais destruição. Quem sabe nossos filhos e os filhos deles um dia poderão esquecer dos erros de seus antepassados e se entender. (eu sigo logo atrás, embora me mantenha atento)
Silua (anuindo): Verdade, Beowulf. (em élfico, depois de Irthos) Lembrem-se do que houve aqui, se fôssemos todos tão maus como julgam, não estaríamos indo agora embora e deixando-os em paz. (eu continuo caminhando)
Eu sigo atrás dos dois, bastante confuso pelo palavreado élfico
Beowulf: Eu sigo atrás dos dois, bastante confuso pelo palavreado élfico
Silua (sorrindo): Apenas uma pequena lição de moral que resolvemos deixar a eles (eu digo, ao ver a expressão no rosto de Beowulf)
Beowulf (em Isän, resmungando): Me vingarei de vocês em breve
Após o encontro com os elfos, o restante do caminho é bastante calmo. Quando o almoço chega vocês se sentem famintos, porém não conseguem ouvir nenhum movimento atrás de vocês
Silua: Vamos parar aqui e almoçar, ao menos não parece haver ninguém nos seguindo agora.
Irthos: Também não ouvi mais nada. Acho que eles realmente perceberam que iriam morrer se tentassem e decidiram apenas ficar na defensiva. Não pensei que ficaria feliz em sair de uma floresta hostil tendo matado apenas o mais cruel de seus habitantes, podendo deixar o resto em paz.
Irthos: Meu estômago ronca de maneira levemente audivel.
Silua: E eu agradeço a vocês por isso, especialmente Beowulf. Eu sei que com o temperamento Isän, foi muito difícil ele se conter nos últimos dias, principalmente por não saber o que estava acontecendo, que eu ainda não tinha aparecido para ajudá-los.
Beowulf: Às vezes a luta mais difícil é aquela que não acontece. Esse é um ditado comum em Isa e eu sempre ri dele, agora vejo que é verdade. Embora eu tenha saído daqui com a horna um pouco manchada e meio indecente por vezes, saio feliz por ter conseguido fazer as coisas do seu jeito Silua. Eu achei que não conseguiria, heh (eu sorrio e coloco o baú no chão)
Irthos: Não se preocupe, Freyja provavelmente vai dizer que não se importa se você está vestido como um rei ou pelado (eu tusso levemente)
Beowulf: Eu diria que ela prefere o último (eu começo a assar a carne)
Silua: Só lembre de pedir a ela para confirmar a tua chegada num lugar discreto como seu quarto, (rindo) afinal você não gostaria de aparecer assim na frente de outros…
Irthos: Não seria pior do que se ela estivesse numa taverna em plena hora do almoço. (eu brinco um pouco com Azreth, ambos famintos por não termos desjejuado -o que explica Azreth mordendo meus dedos mais do que o costume)
Silua (rindo): O pequeno parece estar com mais fome que você (Raina se deita quieta ao meu lado, embora eu note que ela também está com fome, pelo jeito que olha a carne sendo assada. Eu sorrio e digo que logo estará pronta)
Beowulf: Me lembrem de comprar outro kilt, do contrário o próximo mago pode gerar situações constrangedoras (eu termino de assar a carne rapidamente, também bastante faminto. Logo começo a comer ela em grandes dentadas)
Silua (anui, rindo): Melhor comprar logo pelo menos dois. (eu dou um pedaço de carne para Raina e pego outro para mim, nós duas comendo com vontade devido ao fato de termos ficado sem desjejum)
Irthos: Eu corto bons pedaços para mim e para Azreth também, comendo-a com ainda mais vontade que o habitual, ja pensando nos pães com queijo que acompanharão as refeições quando chegar à Rondall.
Vocês almoçam em paz, embora não consigam se sentir completamente seguros, mesmo com os elfos dizendo que não virão atrás de vocês
Irthos: Então é esta noite que saimos da floresta. Como Raina disse que as patrulhas são mais intensas nas bordas e pode ser que elas não decidam parar pra ouvir, mesmo ainda tendo um pouco de tempo vou desfazer minha transformação agora. Se precisarmos dela à noite, estarei preparado (eu volto ao normal)
Silua (anuindo): E como estamos prontos com o almoço, melhor continuarmos. Mesmo que aqueles elfos específicos não não sigam mais, melhornão facilitarmos para outra patrulha nos achar (eu me levanto, erguendo Raina até meus ombros, onde ela se acomoda tranquila e espero meus amigos antes de prosseguir)
Cristiane (Silua): *não nos sigam
Irthos: Essa é a unica coisa que vou sentir falta quando passar os três dias em Rondall e esses outros tantos em Isa.
Irthos: Eu começo a caminhar. Azreth segue voando, quase planando, acima de nossas cabeças, onde a floresta permite. Nos espaços mais apertados ele segue sobre meus ombros.
Beowulf: Eu sigo logo atrás, ansioso em deixar essa maldita floresta
O restante do caminho é tranquilo. Não ouvem o som de nenhum elfo seguindo atrás de vocês e mesmo na borda não parece haver nenhuma patrulha rondando a orla. O final da floresta está logo à frente de vocês
Silua: Finalmente, estamos quase saindo da floresta. Vamos aproveitar que não há sinais das patrulhas das bordas e sairmos de uma vez. (eu sigo caminhando , mais animada, embora ainda não me permita relaxar totalmente)
Beowulf: Arre, o final está ali na frente é? (eu bufo e saio correndo desembestado, quebrando todo e qualquer galho que está no meu caminho)
Irthos: Quem sabe o fato de que uma das melhores flechas destas patrulhas ricocheteou no pescoço exposto de um de nós não se espalhou tão rápido quanto o vento? (eu sigo até o final da floresta num ritmo levemente mais acelerado, rindo um pouco da corrida desembestada de Beowulf)
Silua (rindo): Só cuidado para não levar as árvores junto (Raina se segura firme em meu ombro enquanto eu acelero o passo para sair logo)
Quando vocês cruzam a borda da floresta notam que o clima do outro lado está exatamente igual a quando vocês entraram. Um céu coberto de nuvens e chuvoso, com um vento um tanto forte. Beowulf nota que o seu vínculo com Gunnfaxi voltou, embora o cavalo esteja um tanto longe dele.
Beowulf: Após sair da floresta eu dou alguns passos além da borda e paro. Me viro e aguardo por Irthos e Silua, arfando e com alguns cortes devido à corrida
Irthos: Eu saio da floresta, animado com o clima do lado de fora, instável como não o vimos lá dentro, agradecendo aos deuses por tudo ter corrido bem ao final.
Silua: Eu saio animada da floresta, a despeito do tempo chuvoso, Raina olhando com algum interesse o pouco que dá para ver da paisagem, sem se importar muito com a chuva lhe molhando os pelos)
Silua: Eu saio animada da floresta, a despeito do tempo chuvoso, Raina olhando com algum interesse o pouco que dá para ver da paisagem, sem se importar muito com a chuva lhe molhando os pelos
Irthos: Finalmente, eu não aguentava mais aquela sensação de que o mundo era perfeito e tenso ao mesmo tempo.
Silua (anuindo): Eu adoro florestas, mas acho que raras vezes fiquei tão feliz em sair de uma. (para Raina) Pena que está chovendo agora, senão você poderia ter uma visão melhor, mas lhe garanto que isso é só o início do que Valhuhn apresenta fora de Vidara.
Irthos (em elfico): Chover sem se importar se vou deixar pegadas pra trás, se a roupa vai sujar, é a quarta maravilha deste lado de fora da floresta. Acho que vai gostar especialmente do templo de Bast, mesmo sendo um local fechado. (para Beowulf) Já conseguiu sentir Gunnfaxi?
Beowulf (animdo): Aye! Ele está vindo e trazendo os cavalos, mas pela distância, acho que vai demorar algumas horas, infelizmente
Cristiane (Silua): que horas seriam agora? Tarde, anoitecendo, já de noite?
Matheus E (Beowulf): anoitecendo
Silua: Bom, ao menos saberemos no máximo amanhã veremos eles, caso eles parem para descansar durante a noite. Vamos nos afastar mais da floresta e acamparmos para passarmos a noite es esperarmos por eles.
Beowulf: Eu não me importaria de dormir debaixo da chuva hoje, sinceramente. (eu me afasto da floresta, feliz em poder sentir a chuva batendo sobre o rosto)
Irthos: Lembre Gunnfaxi de fazê-los descansar um pouco também, dependendo da distância. Não gostaria de vê-los tão exaustos quanto nós dois quando saimos da prisão.
Beowulf: Aye, eu farei isso. Mas se ele vai obedecer é outra coisa (eu rio e continuo rapidamente) Mas não acho que ele vai fazer algo que machucará os outros, sinceramente
Silua (rindo): Querem carne fresca para hoje? Ainda dá tempo para procurarmos algo.
Beowulf (animado): Admito que seria bom
Irthos: E nós três estamos livres pra fazer isso, afinal a carroça e tudo o mais que nos impedia antes, estão com os cavalos. Só precisamos marcar um ponto de encontro, nem que formos nos guiando por Azreth. Se bem que o vento nos faria desviar algumas centenas de metros.
Silua: Bastta seguirmos junto, podemos pegar até algo maior assim
Beowulf (rindo): Inclusive eu?
Silua: Não quer vir junto? Ou já não consegue enxergar?
Cristiane (Silua): bota um rindo ai
Irthos (rindo): E se pegassemos dois javalis atrozes, quem iria carregá-los?
Beowulf (bufando): Quer dizer que é para isso que eu sirvo?
Silua (rindo): E para assar eles também
Irthos (rindo): Nah, os ultimos javalis foi você que matou, o ultimo com uma machadada na cabeça, não esqueça disso.
Beowulf (rindo): Alguém sabe o meu valor, ao menos!
Irthos: Aye, nao tenho machados nem a coragem de chegar perto de um assim pra matá-lo. É tão mais fácil derrubar uma corça ou similar com um bom disparo à distancia. Um javali como aquele precisaria de uns dois disparos com a frieza de Silua.
Cleber (Irthos): a frase soou meio estranha, mas coragem no sentido de loucura mesmo, hehe
Silua (rindo): Vamos lá então, pegar algo fresco (eu sigo animada em busca de caça, Raina observando atentamente enquanto andamos, talvez interessada em pegar alguma presa ela mesma)
Beowulf: Eu sigo junto de Irthos e Silua até me lembrar que meus machados foram destruídos pelos magos, eu bufo no meio de camiinho e gargalho com vontade ao perceber isso
Irthos: Eu sigo ao lado de Silua, já preparando o arco conforme caminhamos. Azreth parece disposto a querer pegar algo para si também, como uma grande e suculenta ratazana . Eu tusso, rindo, ao sentir os pensamentos dele. Encaro Beowulf, que está de mãos vazias.
Irthos (rindo): Vai caçar com as mãos mesmo?
Beowulf: Se eu corresse na mesma velocidade dos animais, aye! Mas acho que a única maneira de fazer isso era se vocês acharem um javali
Irthos: Se eu tivesse um arco reserva até o emprestaria… precisa dar um jeito de conseguir arremessar esse seu escudo sem perdê-lo, se fizer o estrago que faz na cabeça dos nossos inimigos não precisaremos nem mais cortar depois. Acho que Azzet ou alguem poderia providenciar isso, seria interessante. Menos divertido do que ver você arremessando machados, mas acho que mais barato a longo prazo.
Beowulf (rindo): Arremessar o meu escudo? Nay! Prefiro ele preso no meu braço o tempo todo
Irthos: Então compre um livro que ensine a arremessar machados de modo a pelo menos acertá-los!
Beowulf: Eu bufo
Irthos: Eu apenas rio e volto a seguir no ritmo, o arco em prontidão assim que enxergarmos algo. Azreth também à procura de um rato silvestre ou qualquer bicho peludo e gordo que conseguir abocanhar ou pelo menos ferir o suficiente com as garras para imobilizá-lo.
Beowulf: Corra seu escamoso (eu saio correndo atrás de Irthos pronto para agarrar ele e o arremessar para o alto, irritado)
Silua (rindo): Ou arrumar uma maneira de fazer o machado voltar para você, caso erre (eu sigo caminhando, Raina atenta a quaisquer pequenos animais que ela possa caçar, como uma lebre pequena ou rato do campo)
Irthos (rindo): Se quiser que consigamos um bom javali pra que arranque a cabeça dele fora, não me desconcentre muito. Ou quer deixar tudo pra Silua?
Silua (rindo): Com Beowulf bancando o touro desembestado, iremos afugentar todos os animais por perto.
Beowulf: Grapple [48] [1d20+33 = 48]
Matheus E (Beowulf): vai lá, Irthos :P
Irthos: Grapple [36] [1d20+21 = 36]
GM: Força, Beowulf
Beowulf: Strength bonus [27] [1d20+16 = 27]
GM: Você consegue arremessá-lo alguns bons metros para cima
Beowulf: Eu agarro Irthos, rindo e ainda um pouco irritado.
Beowulf: Voe!
Beowulf: E arremesso ele para o alto, após girar ele um pouco
Irthos: Irritado, eu pronuncio as palavras para me transformar enquanto ainda sou girado, me transformando assim que atingo o ponto mais alto do arremesso, sendo jogado alguns metros pra trás pelo vento, pousando com um pouco de dificuldade mas sem danos.
Irthos (bufando): Você se aproveita da sorte de eu não ter um sopro que paralisasse como o do Azreth, pois é só a Silua que me impede de voltar a voar agora e usar meus sopros até você parecer um golem de gelo.
Silua (suspirando): Beowulf, você quer ou não carne fresca?
Beowulf (bufando): Quero. Mas o que Irthos não entende é que isso foi apenas um treinamento para ver se ele estava atento (eu tento parecer sério)
Silua: Arã. Bem, tentem ficar quietos agora, senão não pegaremos nada
Irthos: Fale isso para o senhor eu-preciso-agarrar-alguem-todo-dia-como-se-minha-esposa-nao-bastasse. Vou passar os proximos dias voando. (eu volto a seguir em silencio)
Silua: Eu olho severa para Beowulf antes de continuar.
Beowulf: Eu encaro Silua, surpreso
Beowulf: E se um dia um troll ou gigante ou qualquer coisa grande fizer isso com ele? Ao menos agora ele está preparado e não vai cair feito um idiota no chão como eu
Beowulf: Eu fico em silêncio após isso, emburrado
Silua: Só que você sempre adora fazer isso quando está irritado com ele, o que não indica muito como um treino
Irthos: Não dê idéias, já basta ele fazendo isso apenas quando está irritado.
Silua: Não precisa ficar assim também Beowulf, se você realmente quer ajudar Irthos como alega, combinem entre si e treinem, em vez de fazer esse tipo de coisa, ainda mais num momento em que deveríamos estar tentando fazendo silêncio
Beowulf: Eu anuo e sigo, tentando encontrar alguma coisa
GM: Sobrevivência, todos
Beowulf: Skill [Survival] [30] [1d20+14 = 30]
Silua: Skill [Survival] (Sinergia +2) [38] [1d20+24 = 38]
Irthos: Skill [Survival] [27] [1d20+26 = 27]
Vocês fazem um bom trabalho caçando. Acabam encontrando uma manada de auroques e Irthos e Silua disparando de longe e sem serem vistos conseguem abater um adulto. O tamanho dele faz vocês sorrirem
Irthos (baixo, rindo um pouco): Beowulf, ainda bem que veio conosco. Ia ser um tanto cômico ver nós dois arrastando o bicho de volta até onde quer que você estivesse (eu me aproximo do animal abatido, animado)
Beowulf: E desculpe pela meu arremesso mais cedo. Acho que a floresta esgotou minha tolerância à fúria. E você sabe como me tirar do sério com o seu tom de voz! (eu concluo com uma risada)
Irthos: Meu pai ja me disse uma vez que todo homem vem à vida por algum motivo, por mais futil que este seja para as pessoas que não dependerão do que a pessoa um dia fará.
Beowulf: Eu coço a barba, confuso
Beowulf: Não entendi
Irthos: Ele quis dizer que até mesmo o pior dos inúteis aos olhos das outras pessoas tem o seu papel no mundo, e nem sempre o papel que as outras pessoas a veem fazer é o que ela realmente sabe fazer de melhor. Mas quando precisarem dele, o seu melhor estará lá para ser feito.
Irthos (rindo): Resumindo, eu posso até ser o sarcasmo em pessoa, mas quem me julgar apenas com base nisso estará cometendo um grave engano. E considero o engano ainda mais deprimente vindo de alguém que conhece as reais intenções minhas (eu concluo, um tanto austero)
Beowulf: Que agora devem ser carnear esse auroque, mesmo no escuro (eu grunho e com esforço o coloco acima dos ombros. A quantidade de pelo do animal quase tampa meu rosto então acabo falando num tom abafado)
Beowulf (abafado): Precisamos achar um rio
Irthos (rindo): Ou você gostaria se, de repente, Azreth ficasse do tamanho dos dragoes que viemos enfrentando e o agarrasse, jogando-o pra cima o mais alto que pode, pra recompensar?
Irthos: O pequeno dragão observa Beowulf com um leve sorriso, considerando que isso seria o mínimo que faria se isto acontecesse.
Silua (anuindo): Ou mesmo um pequeno lago (eu lanço uma magia de luz para ajudar Beowulf a enxergar melhor agora, enquanto continuo andando procurando por água, Raina novamente voltando a deitar-se em meu ombro, após devorar o rato silvestre que havia pego enquanto derrubávamos o auroque)
Beowulf: Eu provavelmente não aterrisaria tão levemente quanto você. Obrigado Silua (eu sigo a luz à minha frente)
Irthos: Qualquer coisa que eu soubesse que foram apenas animais selvagens sujos que entraram, e não elfos. (eu ajudo Silua a procurarmos por um lago ou rio, voando se o vento permitir. Azreth aproveita a escuridão e se afasta, dizendo que vai buscar algo pra ele também. Eu anuo enquanto continuo a procurar.)
GM: Vocês encontram um pequeno lago, de águas limpas. Embora ao chegarem nele a escuridão já tomou conta de tudo
Silua: Vamos limpar o auroque e já passaremos a noite por aqui mesmo.
Irthos: Aye. Água mais céu aberto quer dizer que não passaremos sede e poderemos matar afogado quem tentar se aproximar daqui de modo sorrateiro.
Beowulf: Eu grunho e jogo o auroque no chão, massageando o pescoço e olhando para os lados, um tanto perdido
Beowulf: Podemos começar a limpar ele então. Terão comida o suficiente até irem para Isa, eu imagino
Silua: Eu anuo e começo a limpar o grande animal.
Irthos (anuindo): Aye, nem fale, ainda mais que eu vou pra Rondall por três a quatro dias, Se Silua alimentar Raina como eu alimento Azreth, ela vai estar pesando quinze quilos em Isa, se pensarmos que dorme durante a metade do tempo. Se fosse escuro demais pra reconhecer, pelo tamanho poderia ser bem um filhote daquele Boulette que matamos proximo a Krull. (eu ajudo Silua a limpá-lo)
Beowulf: Eu ajudo ambos a limpar o animal
Silua (rindo): Não exagere, um gato de quinze quilos seria bem grande.
Irthos: Mas Azreth não para quieto, quando não está afiando as unhas em meus ombros está voando. Já Raina durante a metade do dia eu não sabia dizer se estava dormindo, descansando ou tirando um cochilo. Por isso que Azreth consegue comer mais que o dobro sem se preocupar em engordar a metade! (Azreth me encara confuso, sem entender se isso foi um elogio)
Vocês demoram quase duas horas até limpar todo o animal. Tempo o suficiente para lhes deixarem cansados e famintos
Silua: Ufa, fazia tempo que não tínhamos uma caça tão grande para limpar. (eu deixo separada a carne para nossa janta, já salgada, e depois me atiro no lago para me limpar. Eu sorrio ao ver que Raina entrou junto, nadando um pouco antes de sair logo depois de mim)
Cristiane (Silua): antes que estranhem, gatos élficos gostam de água, hehe
Beowulf: Já estando somente de kilt logo ao iniciar o processo, eu pulo também na água, aproveitando para relaxar um pouco, embora a escuridão me seja um tanto ameaçadora
Beowulf: Os cavalos chegarão daqui há algumas horas. Gunnfaxi consegue enxergar bem no escuro então eles não terão muitos problemas em chegar até aqui
Irthos: Crianças. Todos nós (eu tiro o sobretudo, que a essas alturas ja esta quase todo recuperado, e me jogo na água, nadando um pouco e relaxando depois de tudo que passamos. Falo ainda de dentro do lago)
Irthos: Que boa notícia, acho que devemos estar com mais saudades deles que o contrário. Não consegue saber se eles chegaram a ter que se esconder ou algo do tipo nesse período?
Beowulf: De acordo com Gunnfaxi, nay. Não viram sinal de nada pelo caminho, apenas alguns outros animais, porém nenhum predador se aproximou muito deles
Irthos: Eu acho que uns dois lobos comuns ainda não seriam páreo para Gunnfaxi atualmente. Eu tenho a impressão de que ele está ficando mais forte e robusto conforme os meses passam, ou é imaginação minha?
Beowulf: Aye, está sim. Acho que se não fosse por isso, ele não aguentaria o meu peso atualmente. Ainda mais com o baú preso ao cinto, é um bom peso
Silua: Ele não ficou nervoso com a perda de contato inesperada com você por vários dias?
Beowulf: Ficou, assim como eu ele quase saiu correndo em direção à floresta. Mas sabia que ele também precisa proteger outros
Silua anui.
Irthos: Eu disfarço, mas teria feito um escândalo se Azreth tivesse ficado do lado de fora também. Ainda mais que ele provavelmente tentaria entrar na floresta por cima, virando alvo dos arqueiros.
Silua: Ainda bem que ao menos os cavalos ficaram bem nesses das.
Irthos: Depois do que passamos, até agradeço não termos trazido-os. Tenho medo de pensar o que aquele comandante sádico teria feito com eles, e com isso, o que eu teria feito com ele.
Silua: Talvez não tivesse feito nada, a menos que Gunnfaxi reagisse, afinal para eles seriam apenas animais. Seria muito pior se Azreth não estivesse comigo aqueel tempo todo
Irthos: Imagino, ele sempre sabia onde eu estava, logo podia lhe levar facilmente até nós, aye amigo? (eu acaricio Azreth, feliz)
Silua: Não só por isso, eu fico imaginando se ele fez aquilo com vocês, imagina se tivesse pego a mim também ou Azreth. Vocês eram ´humanos invasores´, nós seríamos um monstro e um dragão
Beowulf: Talvez exatamente por esse motivo tivessem uma segunda chance? Por não serem os humanos invasores e destruidores? Mas mais provavelmente não
Irthos: Com esta ultima patrulha que encontramos provavelmente os quatro teriam sido só expulsos a flechadas pra fora da floresta, mas aquele comandante provavelmente tentaria fazer de Azreth seu animal de estimação e de Silua, se não a matasse ou pelo menos, a considerasse como um de nós dois, prefiro nem pensar…
Silua anui, séria.
Beowulf: Aye, eu jamais pensei que alguém poderia ser como ele. Concordo que nós Isäns somos violentos e até mesmo sanguinários, mas ele era doentio
Silua (anuindo): Ele provavelmente teria me matado na hora ou me tratado como alguma fera raivosa
Irthos: Eu anuo, sério.
Irthos: Eu aproveito que estamos fora para fazer contato com Arianna usando o anel, comunicando que estamos todos bem e amanhã irei para Rondall. Peço a ela em que dia do mês estamos.
GM: Arianna lhe cumprimenta, um pouco assustada. Ela lhe responde que estão no décimo primeiro dia de Mão da Chuva
Irthos: Eu agradeço e começo a fazer algumas contas, usando um pequeno graveto para riscar o chão na contagem dos dias. Gargalho alto e com vontade.
Silua (intrigada): O que houve?
Beowulf: Enlouqueceu de vez, aye?
Irthos (rindo alto): Pelos deuses, saimos da floresta em menos de duas semanas! Perguntei a Arianna e ela me disse que ainda é dia onze de Mão da Chuva!
Silua (animada): Ao menos Beowulf terá bastante tempo para se aprontar para o compromisso em Isa agora
Beowulf: Eu respiro aliviado
Beowulf: Aye, isso me dá dezessete dias ainda. Pelos deuses, eu achei que já tinha até perdido a data
Silua: Vamos manter o plano original então? De seguirmos de Azzaraf direto rumo a Isa?
Beowulf: Dezessete dias é bastante tempo. Eu posso lhes acompanhar até a cidade e até falarmos com Azzet. De lá cada um parte por alguns dias para as suas cidades até nos reencontrarmos em Isa. Que acham?
Silua (anuindo): Por mim tudo bem, mas e o probelma de suas roupas?
Silua: A menos que queira ir para lá amanhã só para pegar roupas novas e mandar fazer umas
Beowulf: Eu posso pedir para Freyja fazer isso. A questão é entrar assim em cidades (eu rio) como eu entrava há perto de um ano atrás, quando nos conhecemos. Alguém se lembra do dia exato?
Irthos (rindo): Imagino que a pergunta não tenha sido pra mim (eu encaro Silua)
Silua: Se não me engano, foi dia 13 de Mâo da Chuva. Faremos um ano de convivência depois de amanhã
Cleber (Irthos): so corrigindo ingame tambem antes que crie mais confusao, eu contei um dia a menos nas notas la, hoje ja é 12 mesmo
Cristiane (Silua): então remove o ´depois de´ da minha resposta
Irthos (animado, rindo um pouco): Parece até que faz mais tempo! Bem, parabéns a nós!
[w] Irthos: nao ta na janela errada?
[w] -> Irthos: talvez :P
Beowulf (surpreso): Um ano? Parece mais que foi uma vida inteira. Certamente daria para escrevermos um grande livro com tudo o que passamos
Silua (anuindo): E ainda temos muita coisa pela frente
Irthos (rindo): Um unico? Não se for eu narrando nossas histórias para um bardo.
Silua (rindo): E poderíamos começar atencipadamente a comemoração com nosso jantar, que nosso assador oficial ainda não começou a preparar
Irthos: E nem vamos poder comemorar na cidade em que tudo começou… (curioso) ou Hazureas também tem um circulo de teleporte da ordem?
Silua: Não sei, mas mesmo assim não teríamos como chegar lá a tempo, vamos levar mais tempo que isso só para chegarmos a Azzaraf
Irthos: Ah é, a cidade fica do outro lado da floresta. Uma pena, queria que aquele rapaz que tentou incentivar a todos de desistir de procurar o drake visse o que aconteceu com os três loucos que foram atrás dos boatos e acabaram de vez com eles.
Beowulf (rindo): Quase morremos naquele dia. Certamente o teríamos se tivessemos enfrentado ele sozinho (eu quebro uma costela do auroque com um puxão violento e começo a assar)
Irthos: Aye, nenhum de nós, sozinho, teria durado mais que alguns segundos. Talvez sozinhos, não passássemos sequer dos gnolls que encontramos pelo caminho.
Beowulf (rindo): Gnolls.Irônico como agora poderíamos liquidá-los facilmente
Cristiane (Silua): lol, eu tinha deixado carne separada já salgada, hehe
Silua anui,
Matheus E (Beowulf): é um lanchinho antes de dormir haha
Irthos: Como ja fizemos com os orcs naquela caverna perto de Rondall? Os mais comuns derrubávamos um a cada golpe, e mesmo naquele grupo que tinha três comandantes, bastou uma magia de Silua pra derrubar uns vinte de uma só vez.
Silua: Ao menos fico feliz que minhas poucas magias ofensivas não afetem vocês, Irthos é que tem que tomar cuidado para não nos acertar em combate, (rindo um pouco) embora eu lembre de pelo menos duas ou três vezes em que tive que me esquivar por ter ficado no caminho.
Irthos (rindo): A tendência é só piorar caso não consiga sair, sinto que meus sopros estão ficando mais fortes conforme o uso. Quem talvez um dia terá que se preocupar com isso é Beowulf. Acho que com a agilidade dele, eu faria de barba e cinturão uma coisa só: um bloco de gelo.
Beowulf (rindo): E eu quebraria os pedaços de gelo um a um e os cravaria de volta no escamoso, aye?
Irthos (bufando): Do jeito que você vem saltando perde a graça, era capaz de me alcançar mesmo estando a doze metros de altura, e contra seus agarrões eu nada posso fazer.
Beowulf (rindo): Quem manda não ser escorregadio como os lagartos
Irthos (anuindo): Em alguma terra distante de Isa, chamariam isso de fazer mal a alguem que não tem como se defender do que é feito, mas lá deve ter outro nome, aye?
Beowulf: Não sei se entendi. (bufando) Odeio quase você filosofa, não sei se oculta alguma coisa de propósito para eu parecer perdido ou eu que não entendo mesmo
Irthos: Normalmente as duas coisas, na devida proporção que a situação merece. Neste caso nenhuma. Mas estou brincando um pouco, imagino que um salto reto pra cima não deve ser muito fácil, até sair voando assim é ruim. A julgar por sua altura teria que sair uns sete metros do chão.
Beowulf (coçando a barba): Do que você está falando? (eu olho para Silua, desesperado)
Irthos (rindo): Você tentando me pegar depois que eu estivesse no ar, em altura que me permita usar meu sopro em você até que grude no chao.
Beowulf (bufando): E pelas barbas de Wotan, como raios era para mim ter adivinhado isso?
Irthos: Tente dar um salto reto pra cima, o mais alto que puder. Vai ver como é estranhamente mais dificil do que pular pra frente.
Silua (rindo): Irthos sempre confundindo Beowulf…
Beowulf: /m exasperado E você o defende quando eu o arremesso para cima! (eu tento saltar o mais alto que consigo)
Beowulf (exasperado): E você o defende quando eu o arremesso para cima! (eu tento saltar o mais alto que consigo)
Beowulf: Skill [Jump] [35] [1d20+31 = 35]
GM: Beowulf resbala um pouco antes de saltar devido a grama molhada e não consegue ir muito alto
Beowulf: Após aterrisar, eu flexiono as pernas e salto novamente
Beowulf: Skill [Jump] [40] [1d20+31 = 40]
Beowulf: Acho que consigo ir um pouco mais alto…
Beowulf: Skill [Jump] [43] [1d20+31 = 43]
GM: Beowulf consegue saltar perto de dois metros, o chão treme um pouco assim que ele aterrissa
Beowulf: Aye, é mais complicado, ainda mais parado
Irthos: Com uma certa pratica logo você consegue três metros, mas entende o ponto? Se eu fosse um de seus oponentes poderia apenas pairar sobre você a uns doze a quinze metros de altura, perto demais pra permitir que você pegue embalo, mas suficiente pra usar um de meus sopros. Acho que eu só precisaria de quatro pra lhe derrubar, e não deve demorar pra eu conseguir fazer isso sem ter que visitar Bahamut depois. Por isso que peço que pare de ficar me arremessando, antes que Silua tenha que lhe remendar, por favor.
Beowulf: Eu anuo
Beowulf (rindo): Então tente também evitar me tirar do sério quando sabe que estou propenso a perder a cabeça e a agir como eu
Irthos (sorrindo): Farei o possivel.
Eu termino de assar a costela, junto com os pedaços de carne que Silua havia deixado separado
Matheus E (Beowulf): ODEIO ESSE MALDITO WINDOWS EXPLORER!!! AAAAAAAAAAAAAAAAH
Beowulf: Eu termino de assar a costela, junto com os pedaços de carne que Silua havia deixado separado
Beowulf: Está quieta. Pensando em algo?
Silua (rindo): Não, apenas acompanhando a discussão de vocês
Cleber (Irthos): nao é pior que minha área de trabalho, que dependendo da imagem que coloco de fundo os icones ficam piscando e nao consigo fazer nada no menu iniciar, lol
Cleber (Irthos): ai reinicio e tudo fica normal por uns vinte dias seguidos
Irthos (rindo): Ainda acho que é fome. (em elfico) As duas gatas estão salivando ainda mais que Azreth (o pequeno dragão apenas encara a carne, faminto)
Irthos: Ainda rindo, assim que Beowulf termina de assar, eu corto um bom pedaço e outro para Azreth, comendo de forma entusiasmada, mas não tanto quanto Azreth, que não pegara nada em sua caçada noturna)
Silua (rindo): Nós estamos, é? Eu diria a mesma coisa ou até pior de vocês dois
Irthos: Ainda rindo, assim que Beowulf termina de assar, eu corto um bom pedaço e outro para Azreth, comendo de forma entusiasmada, mas não tanto quanto Azreth, que não pegara nada em sua caçada noturna)
Beowulf (resmugando): Ich hoffe ihr stirbt, zusammen mit eurer Sprache… (eu pego um pedaço de carne e começo a comer)
Cleber (Irthos): além de escrrever pra nem os jogadores entenderem, ainda amaldiçoa é?
Matheus E (Beowulf): interpretando :)
Cleber (Irthos): se nos decidimos escrevem um elfico tu iria reclmamar né, hehe
Silua (curiosa): O que é essa resmungação? Não reconheço isso que você disse (eu dou um pedaço não tão grande de carne para Raina, para complementar o rato que ela havia caçado e pego um bom pedaço para mim)
Beowulf: Isän. Não acho que tenha falado isso antes também
Matheus: Se tu aprender Quenya ou Sindarin e conseguir falar aqui, eu vou te respeitar, lol
Cleber (Irthos): tambem nao exagera, to exemplificando, hehe
Irthos: Não mesmo. Se tinha foram resmungos durante o sonho ou similar. Mas acho que cada um de nós aqui tem seu caso à parte.
Silua (pensativa): Acho que lembro de ter ouvido você resmungar algo similar quando deixamos aquela patrulha apavorada para trás, mas na hora não prestei muita atenção. Mas fora isso, não lembro de ter você ter falado em seu idioam antes
Beowulf: Foi só lhes desmotivar a falar élfico o tempo todo
Silua (séria): Eu só estou falando élfico por causa de Raina, que ainda não entende o Comum, embora eu tenha começado a lhe passar umas noções
Irthos: E eu o mesmo, Silua pode lhe confirmar. Exceto lá na floresta quando dirigi a palavra aos elfos também. Mas me desculpe por não saber falar na lingua dos Isans ou dos anões e querer interagir com nossa nova amiga.
Beowulf (surpreso): Tudo isso por que eu resolvi falar algo no meu idioma?
Silua (rindo): Foi você que disse que falou para nos desmotivar, não nós. Eu só perguntei o que estava falando
Irthos (rindo): Aye. Porque não ensina Isän a Gunnfaxi então?
Beowulf (bufando): Pelo simples fato de ele já o conhecer. Não sei se conhecer é uma boa palavra, na verdade.
Irthos: Acho que compreender é o termo mais correto. Conhecimento é uma palavra que carrega muito peso.
Irthos (animado): Mas cada um tem suas caracteristicas, é isso que nos torna tão chatos e divertidos ao mesmo tempo! Vejam só, Silua e Raina não nos entendem quando falamos em dracônico. Beowulf e Gunnfaxi não fazem a menor idéia do que falamos em élfico. Só eu sei o que Azreth diz. Silua ouve gatos e eu já ouvi crocodilos, assim como só Beowulf consegue entender o que se passa na cabeça de Gunnfaxi. O nó que isso deve gerar na cabeça de alguém é fascinante!
Silua anui, rindo.
Beowulf (bufando): Eu só não entendi porque reagiram tão ofensivamente quando eu resolvi resmungar algo no meu idioma. (eu tomo um gole de hidromel) E os turnos de guarda de hoje?
Irthos: Eu não reagi de maneira ofensiva ao seu Isän, apenas ao fato de que você deu uma indireta de que era pra pararmos de falar em élfico, ao menos foi o que eu entendi e acho que Silua a mesma coisa, isso que temos um membro aqui que só entende esse idioma. Se não foi essa a intenção, tudo bem.
Silua: Também não pretendia ser ofensiva em nenhum momento.
Beowulf: Em partes foi sim, para entenderem o quanto é ruim quando não se entende algo que é falado por perto. Mas eu acabei me esquecendo de Raina, é claro (eu tomo mais um gole de hidromel e permaneço em silêncio)
Irthos: Não se preocupe que o assunto não será você. Ao menos não enquanto Azreth conseguir lhe encarar nos olhos sem conseguir disfarçar o sorriso (eu bebo um gole de hidromel) Quanto aos turnos, podemos voltar à velha rotina? Já estou com saudades do acostumismo, de surpresas bastaram as recentes por enquanto.
Silua (anuindo): Por mim tudo bem.
Beowulf (coçando a barba): Que era? Eu por último?
Irthos (anuindo): Silua, eu e então você. Alguns meses atrás você era o segundo, mas por não-arcordamento de um de nós na insistência de nos deixar dormir, o fato de que precisaria lhe acordar pra que o desjejum ficasse bom e de que o ultimo turno de guarda é o mais claro e portanto mais apto pra você, lhe colocamos por ultimo.
Beowulf: Até mais então. Os cavalos devem chegar aqui só pela manhã, Oathorn está bastante cansado e para um cavalo como ele o esforço de uma noite de cavalgada pode ser demais para ele. Os outros estão loucos para voltar, principalmente Gunnfaxi, mas felizmente eles são mais disciplinados do que eu (sonolento, eu ajusto melhor o meu saco de dormir e me deito, adormecendo ruidosamente logo em seguida)
Silua: Boa noite então, Beowulf, e para você também Irthos (eu me acomodo atenta para a vigilância noturna, Raina deitada ao meu lado, primeiro conversando algum tempo e depois adormecendo antes mesmo do término do meu turno de guarda)
Irthos (baixo, rindo, após Beowulf ir deitar): Se não fosse escuro demais pra ele sair correndo atrás dos cavalos, tenho certeza que o faria. Bem, boa noite Silua. (eu retiro meu saco de dormir do bau, colocando-o num local razoavelmente confortável em comparação ao que passamos na floresta. Azreth se deita sobre meu peito e acaba abrindo uma das asas sobre minha cabeça, abafando meus roncos de maneira esquisita)
GM: A noite toda se passa de maneira calma e agradável, com a chuva ainda caindo fina em horários intercalados. O sol da manhã surge através de nuvens escuras, brilhando com dificuldade na manhã nublada. Beowulf parece excitado,, sabendo que os cavalos chegarão em pouco tempo. Raina continua adormecida, atraíndo a atenção curiosa de Azreth
A noite toda se passa de maneira calma e agradável, com a chuva ainda caindo fina em horários intercalados. O sol da manhã surge através de nuvens escuras, brilhando com dificuldade na manhã nublada. Beowulf parece excitado,, sabendo que os cavalos chegarão em pouco tempo. Raina continua adormecida, atraíndo a atenção curiosa de Azreth
Beowulf: O desjejum está pronto, comam logo! (eu começo a comer, assim que noto que eles acordam)
Irthos: Eu me levanto animado, reprimindo um longo bocejo. Azreth encara Raina curioso e animado, me perguntando como os felinos conseguem dormir tanto e porque Silua também não é assim. Eu rio e me sirvo do desjejum, comendo com certa vontade.
Silua (animada): Dia (rindo um pouco) Está com tanta fome assim, Beowulf, que não pôde esperar nós terminarmos de acordar totalmente para desjejuar? (eu me sirvo de um bom pedaço de carne, comendo com vontade, e guardo outro para Raina, assim que ela despertar)
Irthos (rindo): Me admiro como Raina consegue continuar dormindo mesmo com o cheiro de carne assada, nem Azreth consegue entender. Ele até me perguntou o que você tem de diferente deles pra não ficar dormindo metade do dia.
Silua (rindo): Os felinos são em geral assim mesmo, eles tendem a ser bastante ativos quando despertos, principalmente ao caçarem, e acabam poupando energia para isso o ais que podem, sempre que estão em segurança. Mas não se enganem, mesmo adormecidos, eles tendem a ser muito alertas e acordam com facilidade, caso sintam algo errado. E quanto a mim, talvez seja porque minha personalidade está no controle e não a de um gato. (rindo mais ainda) Afinal, um discípulo que passasse mais da metade do dia dormindo não seria muito útil
Irthos (curioso): Mas se você passasse mais da metade do dia dormindo, ia ser ainda mais ativa e forte no resto do tempo? Se me disser que sim eu faço Beowulf a carregar durante o dia.
Silua ri.
Beowulf (de boca cheia): O que estão esperando? Comam e não conversem, os cavalos chegarão em breve
Irthos (rindo): E a parte do alerta mesmo durante o sono eu descobri, e quase perdi a mão no processo. Azreth, fica de lição pra você! (o pequeno bufa entre uma mordida e outra na carne, mas não demonstra ter dado muita atenção ao comentário. Eu continuo a comer, falando de boca cheia) Aye, mas não acho que precisa assustar Gunnfaxi quase se matando sufocado, pare um pouco pra respirar também.
Silua (anui, rindo): Eu estou comendo também, e concordo com Irthos quanto ao comer sem respirar, Beowulf.
Beowulf: Eu apenas bufo e continuo comendo, engolindo tudo com a ajuda do hidromel
Irthos: Eu apenas rio e continuo a comer.
GM: Mesmo antes de terminar o desjejum, Beowulf consegue sentir que os cavalos se aproximam
Beowulf: Assim que eu noto que Gunnfaxi está próximo eu me levanto e disparo correndo na direção dele. Assim que eu o avisto à minha frente, eu corro na direção dele e com ele em corrida, eu me agarro nas crinas dele e com habilidade me jogo sobre a cela, cavalgando em disparada pelos campos, feliz em reencontrar meu amigo
Silua: Eu rio ao ver Beowulf sair em disparada, sabendo que ele deve ter sentido Gunnfaxi se aproximando. Eu sigo atrás, embora não tão afobadamente e recebo Asad e Oathorn com palmadinhas de carinho, ambos relinchando em saudação. Eu monto em Asad e cavalgo um pouco, depois retornando a onde estávamos acampados, Raina acordando naquele momento e olhando curiosa para os cavalos.
Irthos: Eu me levanto e gargalho com vontade da cena quase romântica entre os dois, indo na direção de Skyggnir assim que o vejo. Igualmente feliz em revê-lo, e um tanto mais enferrujado na arte de cavalgar, eu o afago sob um olhar de certa indiferença de Azreth conforme monto nele de maneira um tanto dura, cavalgando um pouco. Azreth pousa sobre a cabeça dele com as asas abertas, fazendo a cavalgada se tornar levemente xucra. Eu rio levemente da situação até que Azreth desiste da brincadeira.
Beowulf: Eu cavalgo por um bom tempo através das pequenas colinas. Após este tempo eu volto para o acampamento, fazendo Gunnfaxi empinar nas patas traseiras e então desmontando dele e o abraçando com força. Ele retribui o afeto, parecendo até um pouco envergonhado ao encarar Irthos e Silua
Irthos (rindo): É, agora tenho certeza de que com Azreth seria dez vezes pior essas duas semanas sem mim.
Silua: Eu noto a reação de Raina e explico que os animais recém-chegados são cavalos, que são usados por diversos povos fora de Vidara como meio de transporte e para ajudar a puxar coisas mais pesadas, que uma pessoa não conseguiria. Ela anui, entendendo, e se aproxima cautelosa do Asad, examinando-o curiosa, enquanto ele também examina a gata com curiosidade, já que ela também era estranha para ele.
Irthos: Só não espere que eu saia lhe abraçando emocionado como se você minha esposa, aye? (eu dou uns tapinhas amistosos em Skyggnir, que me retribui com uma leve cabeçada e depois relincha animado. Eu rio, embora um pouco confuso.)
Beowulf (arfando): Eu ouvi isso, Irthos. Embora com Freyja a ordem das ações vai ser um pouco diferente, heh. (eu tomo um gole de hidromel, sedento)
Silua ri.
Irthos: Eu rio com vontade.
Beowulf: Refresquem a minha memória para os nossos planos
Silua: Agora seguiremos rumo a Azzaraf, de onde iremos direto para a sede da ordem de Azzet, de lá, iremos a Aegir falar com Azzet e também vender as coisas que conseguimos, após isso cada um de nós irá para sua casa e depois de uns dias nos reunirenmos todos em Isa, inclusive com nossas famílias.
Irthos: E dessa vez nem conseguiremos brincar de enterrar Azzet na neve. Mas os dias com nossas familias serão bem-vindos. Falar nisso, antes de acharmos que estavamos no fim do prazo eu disse a Arianna que ia ir pra lá hoje (ainda rindo, eu uso o anel para contatá-la, avisando da mudança de planos e que ainda devo levar uns cinco ou mais dias pra voltar a Rondall)
Silua: Bem, vamos indo então? Temos uns bons dias até Azzaraf ainda (eu dou o pedaço de carne que havia guardado para Raina enquanto isso)
Irthos: Alguns é maneira de dizer, se pela estrada levamos cinco pra ir de Azzaraf até Laraj sob tempo relativamente bom (eu recolho minhas coisas rapidamente, colocando-as nos alforjes. Não demoro a estar montado e pronto para partir)
Silua (anuindo): Pela posição de onde saímos da floresta e pelo fato que dessa vez não precisaremos acompanhar as curvas do rio, eu estimo uns 6 a 8 dias talvez.
Irthos (bufando): Curvas é maneira de dizer também, do jeito que choveu nos dias que levamos de Laraj até a floresta, não só tivemos que reduzir a velocidade pela metade quanto em alguns lugares, o rio era praticamente reto de tanta água.
Silua: Eu termino de ajeitar minhas coisas, e digo a Raina que sempre que ela quiser dormir mais confortavelmente do que meus ombro durante a cavalgada, ela poderá se acomodar na carroça. Ela anui.
Beowulf (coçando a barba): Se usarmos o poder do anel para nos teleportarmos direto para o cícrulo mais perto, quanto tempo demora para ele recarregar?
Irthos: Se lembro bem, Azzet estimou em uma semana e não sabia dizer ao certo se o tempo extra seria a unica consequencia caso usássemos demais esse recurso.
Silua (anuindo): Ele disse que haveria o risco de esgotar o anel permanentemente também. Além disso, ainda esbarramos no probelma dos cavalos
Irthos (rindo): E quem estaria disposto a ir lá buscar o Azzet pra que ele viesse até aqui depois e buscasse ao resto?
Silua (rindo): Ansioso para pular Azzarf?
Irthos: Alem do tempo, acho que vale o risco. Não sabemos qual será a reação das pessoas desta vez. Pode ser que não sejam apenas hostis como também agressivas por não termos colaborado com os planos mesquinhos deles. Não gostaria de ter que fugir de lá pra evitar confusão e perderíamos muito tempo indo para outra cidade se algo acontecesse.
Beowulf (bufando): Aye, aposto que adorariam me ver por lá de novo. É provável que dessa vez eu não consiga me controlar e acabe tendo que socar alguém.
Silua: Bem, se o anel nos leva ao círculo mais p´roximo, de qualquer maneira iremos parar em Azzaraf mesmo, mas ao menos quem for ficará direto onde pretendíamos ir lá
Irthos: Internet will stay on if > 50 [63] [2d100 = 63]
Beowulf: Não lembro onde ficava o círculo em Azzaraf, dentro do bairro rico?
Cristiane (Silua): sim
Silua: Sim
Matheus E (Beowulf): comecei bem!
Beowulf: Eu coço a barba
Beowulf: Infernos! Se bem que do jeito que estou agora, é capaz de nem me identificarem
Irthos (rindo): Com mais de dois metros, ruivo e barbudo, afora os cavalos e nós dois? Com certeza acharão que ja fomos saqueados pelo caminho, mas louco por louco prefiro a companhia direta de Azzet.
Silua (rindo): Do jeito que está agora, nem te deixariam entrar, achando que você é um mendigo
Beowulf: Isso também é um problema então, aye?
Irthos (anuindo): E não é por questão dos custos de Azzet que a idéia de buscá-lo não seria válida, quer dizer, da ultima vez ele cobrou o que, quatrocentas platinas pela ida e volta? Mesmo que tenha que cobrar duzentas de cada um de nós por todo o trabalho de vir nos buscar, levar até lá, e depois eu até Rondall, acho que vale a pena.
Beowulf: Não sou o único que quer voltar cedo para casa, ao que parece
Irthos ri.
Silua ri.
Irthos: Olhe pra qualquer um de nós três e diga quem não preferia passar esses sete dias a mais com suas familias, esposas e namorados.
Silua (anuindo): E considerando-se que teremos que entrar ao menos por uns minutos no bairro rico de Azzaraf para isso, fora que surgiremos do lado de fora da loja de Azzet em Aegir, acho que sou a mais apresentável aqui para ir buscá-lo.
Beowulf: Se não quiserem ouvir de um incidente com um Isän enlouquecido quebrando tudo em Azzaraf, eu acho que é mesmo a melhor ideia
Irthos: E de nós três, Silua foi a menos assediada por lá, consequentemente a que melhor conseguiria passar despercebida. E para todas as emergencias, acho que mesmo você nao podendo mais usar o anel por uma semana, ainda teria como nos chamar para que nós víessemos até você, aye?
Silua (anuindo): Embora os cavalos ficariam para trás
Irthos: Acho que até Gunnfaxi concordaria que se Silua estivesse em qualquer perigo, nada faria Beowulf considerar este fato.
Beowulf: Gunnfaxi relinxa
Beowulf (rindo): Isso foi um sim
Silua: Bem, se ambos concordam, eu seguirei agora mesmo para Azzaraf. (rindo) Só me esperem por aqui, não quero ter que ficar procurando-os por toda a região na volta.
Irthos (rindo): Memorize bem a região em que estamos em relacao ao mapa e os arredores, ou igual teremos que lhe achar na volta pela posição e barulho do estrondo de um Azzet despencando no lago.
Silua ri.
Silua (rindo): Vou dar uma posição uns minutos afastadios daqui para diminuir o risco.
Irthos (rindo): Então vá, lhe esperaremos por aqui. Só não perca muito tempo admirando o degelo!
Silua: Eu rio, anuindo, e antes de partir, eu aviso Raina que voltarei logo para buscá-los. Ela anui, e eu me concentro no anel, dizendo as palavras que Azzet nos passou para irmos para o círculo mais próximo, no caso Azzraf.
Silua: Aem Geths Orman!
GM: Silua sente a pressão característica do teleporte e some da frente de Irthos e Beowulf, reaparecendo am Azzaraf, na frente da loja da ordem. Nota olhares curiosos em sua direção de alguns habitantes que passam ali por perto
Beowulf: Sozinhos novamente, heh?
Irthos: Por enquanto. (rindo) Espere Raina entender bem o comum e teremos uma espiã pra nos delatar quando Silua voltar.
Silua: Eu ignoro os olhares curiosos e entro na loja, para conversar com o humano idoso que cuida dela e providenciar o teleporte para Aegir.
Beowulf: Eu me sento perto do fogo e começo a beber um pouco de hidromel
Beowulf: Quando eu perguntei sobre os quartos em Nordenbeutel, eu achei que ela reagiria um tanto… diferente
Irthos (curioso): Em qual sentido?
GM: O responsável pela loja fala que pode providenciar o teleporte em alguns minutos e pede para esperar enquanto isso
Silua: Eu anuo e fico observando o interior da loja enquanto espero.
Beowulf (rindo): Num sentindo Silua. Achei que ela ficaria ofendida de alguma maneira ou me olharia com aquela expressão como a qual ela me olhou no templo de Bast. Te lembra?
Irthos (rindo): Ah sim. Mas acho que não existe ser irredutivel o bastante para não começar a ceder um pouco, mesmo Silua. Basta não forçarmos mais e vai ver como não demora pra ela tomar um caneco de cerveja, só porque aparentemente nao nos importamos mais tanto com isso.
Beowulf (rindo): Beberei a isso (eu viro mais um pouco de hidromel) Pretende fazer o que em Rondall?
Irthos: Além de passar metade dos dias com uma das maiores motivações que me mantiveram firme enquanto estávamos pretendendo ser prisioneiros na floresta? Organizar tudo pra que estejamos prontos quando o dia chegar, supervisionar aquele sistema de aquecer a água com uso de fogo, ver como estão as reformas do antigo moinho, comemorar o fato de que metade de mim já parece uma armadura viva e constatar que metade dos meus pensamentos na verdade são de Razgorith? Não sei.
Beowulf: Bastante atarefado, aye? Mas falando em escamosidade, já pensou o que vai fazer quando as asas e a cauda não mais sumirem?
Irthos: Se me conhecesse bem, diria que eu só vou começar a me preocupar realmente com isso depois que elas já estiverem ali por definitvo. Mas se quer uma resposta agora, não sei mesmo. Deve ter como esconder isso de alguma forma magica, como uma capa ou similar, mas deve ser algo caríssimo ou, pelo menos, ter consequências como aquele anel ou medalhão de Silua. De toda maneira, em Rondall, Nordenbeutel e Krull isso não será problema algum, e quando estivermos menos atarefados, isso bastará. Igual ja passamos metade do tempo na estrada. E se tiver que atrair olhares curiosos, que assim seja. Acho que até lá, quem sabe podemos ser mais que os salvadores de Lawjbard. (eu sorrio levemente, embora não muito confiante)
Beowulf: Aye, mas você vai se acostumar com isso logo. Eu não tenho exatamente a aparência mais convidativa e amistosa, mas ao menos eu pareço com um homem como qualquer outro. Você pareceria não mais do que um monstro aos olhares de uma pessoa comum. (coçando a barba) Não sei como Silua aguenta o tempo todo oculta com aqueles robes, ela tem uma dedicação que me falta (eu bebo mais um gole de hidromel)
Irthos: Ficar sem beber uma gota de álcool numa taverna já é um excesso de dedicação ao seu ideal de não ceder aos nossos incentivos.
Beowulf (bufando): Isso é uma afronta à minha cultura, isso sim
Irthos ri.
Irthos: O jeito é esperar. Eu ficaria feliz se perder a forma humana significasse Azreth voltar a ser um dragão normal de sua idade, ou pelo menos poder falar. Acho que Raina vai se assustar se ele continuar olhando pra ela assim se expressar (eu rio levemente ao ver um Azreth um tanto apreensivo encarando-a, falando em élfico) Raina, não quer brincar um pouco com Azreth enquanto Silua não volta? Ele está quase me afogando de pensamentos por não conseguir perguntar isso diretamente à você, mesmo que entenda tudo que você diz.
Silua: Raina olha meio desconfiada para Azreth, mas após Irthos confirmar que Azreth já brincou com gatos antes, ela decide se aproximar para examiná-lo, para ver o que ele fará.
Irthos: Azreth fica um tanto sem jeito pela aproximação, acostumado a ouvir no máximo miados em resposta da ultima vez que brincou com algum felino. Ele a cheira como fizeram com ele no templo, de maneira sutil, aguardando com certo nervosismo por um sinal de aprovação, quase não contendo a vontade de começar logo.
Cristiane (Silua): teste
Silua: Raina examina Azreth com atenção, ainda não tendo feito desde que se uniu ao grupo de humanos, curiosa com o cheiro diferente do pequeno dragão. Ao ver que ele aparentemente não oferece perigo e sabendo que ele é amigo de seus novos companheiros de viagem, ela faz um sinal positivo e convida Azreth a brincar, correndo pelo campo em volta, incentivando-o a ir junto.
Irthos: Azreth olha pra mim animado, e nem precisa de resposta para correr atrás de Raina e começar a brincar com ela. Eu assisto a tudo entre goles de hidromel que começo a tomar, rindo da animação.
Irthos: Mais um pouco estaremos os dois dizendo ´crianças´ e que no nosso tempo não era assim, aye? Como os dias passam, ainda lembro do tempo em que eu não era muito mais preocupado que os dois.
Beowulf (rindo): Mas para mim já fazem quase vinte anos. Desde que minha vila foi atacada eu sempre tive preocupações. Certamente não tanto como agora, mas sempre tive. Sabe por que eu gosto tanto de batalhas, Irthos?
Irthos: Eu balanço a cabeça, levemente distante. Acabo falando um meio timbre mais grave que o normal.
Irthos: Além do fato de ser um Isan, de que elas lhes fazem esquecer do fato de que um dia não pode defender a quem amava, de que elas vão lhe ajudar a derrotar o maldito que nos chama de traidores do próprio sangue?
Beowulf: Embora as batalhas estejam sim em meu sangue de certa forma, o que eu mais gosto nelas é que elas me libertam de tudo. Enquanto luto, sou apenas um simples guerreiro tentando proteger seus amigos e voltar para a sua esposa e filhos. Não sou um arauto nem tampouco um Jarl, apenas um guerreiro (eu quebro a frase meio solene com uma boa gargalhada ao ver Azreth e Raina bricando)
Irthos: Entendo. Também sou um pouco assim atualmente, devo admitir, mais até do que já fui. (eu sorrio ao ver que as brincadeiras de Azreth e Raina contagiaram até Beowulf) Mas no fundo lutamos todos pra proteger a quem amamos, aye? Você por sua esposa e filho, Silua por sua familia, eu por Irthos e Azreth, enfim (eu pigarreio) o jeito é esperar ela voltar com aquele mago. Sinto um pouco de cíúmes dos feiticeiros de uns oito anos pra cá. (eu me sento próximo ao lago, olhando na direção de Rondall, embora não possamos sequer ver as montanhas)
Beowulf (rindo): Ciúmes?
GM: O mago após terminar de juntar alguns componentes pede para Silua o acompanhar até o círculo
Silua: Eu o acompanho até o círculo.
Mago: Para aonde disse que iria?
Silua: Aegir.
Irthos (rindo): Não deveria? Seu avô ainda era um bebê quando eu já era capaz de virar aquele feiticeiro do avesso antes que ele pudesse completar um espirro. Mas são tempos passados. Agora tenho que sobreviver usando, o que Irthos chama mesmo? Ah sim (rindo ainda mais) O modo Beowulf. Ao menos ele teve a decência de não colocar fogo na Hyinen, eu mal consigo encostar na sua outra espada agora, até a cintura parece queimar. (eu encaro um Beowulf confuso) Ele lhe disse algo sobre nossas mentes não ter mais muita distinção, ou estou ficando velho e esquecido? (eu volto a ficar em silêncio) Não, ele acabou de me confirmar que lhe disse.
Mago: Aegir? (o mago pronuncia algumas palavras e o círculo começa a brilhar) Pronto, minha cara, quando quiser
Silua: Eu anuo, agradecendo a ele e entro no círculo.
Beowulf (confuso): Do que infernos está falando? (coçando a barba) Razgorith?
GM: Silua sente o puxão típico do teleporte e quando se sente inteira novamente sente as botas cobertas de lama da neve derretendo. O cheiro de barro advindo do degelo é forte e um tanto repugnante a quem não está acostumado. A temperatura já está bastante alta e não resta mais neve no chão, apenas a fétida lama
Irthos (sorrindo): Mande um daqueles seus abraços de urso à Nonaloth quando o vir, por minha conta. Ele merece pelo que fez com seu pai adotivo. Eu espero ver um desses dragões prateados que soltam fogo. Agora acho melhor deixar você voltar a falar com Irthos ou então quem vai ficar louco sou eu. (eu volto a ficar em silêncio por alguns instantes, depois encaro Beowulf, rindo) Olá! (eu sacudo a cabeça, levemente tonto) É uma sensação estranha. Se Razgorith ve o mundo assim pelos meus olhos, acho que sei porque normalmente ele estava impaciente quando nos víamos!
Beowulf: Pelas bolas de Odin, você sabe o quão confuso e assustador isso é?
Silua: Eu sacudo um pouco as botas para tirar a lama aderida e depois entro na loja de Azzet.
Irthos: Não sei, consegue imaginar um susurro sutil em sua cabeça, como que uma consciência lhe dando sugestoes indiretas do que fazer, e não achar isso assustador? Eu estou começando a me acostumar. Acho que preciso começar a ficar menos vezes perto da morte.
GM: Assim que coloca os pé na loja, pode ver um xingamento vindo lá de dentro. Azzet parece começar a reclamar de estarem emporcalhando a loja dele. Ao lhe ver, ele sorri, surpreso
Azzet: Silua?
Silua (animada): Eu mesma. (um pouco sem jeito) E desculpe pela sujeira, esse barro todo gruda um monte nas botas
Beowulf (rindo): Parece quando a raiva me consome. Mas ao invés de um sussurro é um berro
Azzet: Sim sim, eu sei. Odeio o norte, o frio e a neve exatamente por isso (ele estrala os dedos e pronuncia algumas palavras, limpando todo o barro do chão e das suas botas) Milorde e o escamoso estão lá fora?
Irthos: E depois me xinga quando eu deixo Razgorith ter uma visão do mundo externo! Eu ouvi o que ele falou como ele nos ouve, embora a sensação é de estar num sonho e prestes a acordar devido a uma dor de barriga, entende? Já se está metade do lado de cá mas ainda não se consegue mexer.
Silua: Não, eu vim na frente sozinha, eles estão perto de Vidara. Tivemos uns dissabores na primeira vista ao bairro rico de Azzaraf onde seu colega tem sua loja e resolvemos usar o anel para eu ir direto ao círculo de lá e depois vir aqui. Gostaríamos dos seus préstimos no serviço da sua ordem, começando por irmos buscá-los, e Beowulf tem um convite para você também (eu sorrio)
Beowulf: Você confia mesmo nele, não é? Ainda lembro como era nas primeiras vezes
Azzet: Vamos por partes, dissabores?
Irthos: Eu acho que sem ele eu seria um camponês filho de pai viúvo, tentando tirar meu sustento em meio aos invernos frios de Rondall, sem querer muito com a vida e casado por obrigação com algum trambolho que porventura estuprei entre a taverna e minha casa após uma longa bebedeira. É, acho que apesar de tudo que aconteceu, foi bom eu o ter conhecido.
Silua (anuindo): Não tem nada a ver com o seu colega, fomos muito bem atendidos por ele. (rindo) Digamos que os moradores do bairro rico tentaram se aproveitar do fato que Beowulf é um nobre para tentarem ganhar favores com ele, por isso ele quis evitar ir lá novamente, além disso, Beoqulf e Irthos não estão muito apresentáveis para um bairro rico, depois de levarem algumas magias em excesso nas roupas.
Azzet (rindo): Em partes novamente! Como alguém se aproveita de Beowulf?
Irthos: Além do mais, Lothos existiria com Razgorith dentro de mim ou não. E se aqueles outros dois, o filho de Lothos e seu amigo vermelho existiriam mesmo assim e voltassem suas atenções para Rondall atualmente, não haveria cidade para alguem viisitar.
Silua (rindo): Tentando seduzi-lo com garçonetes atraentes e colocando ervas afrodisiacas na comida? Sorte que nesse caso eu percebi antes que comessem
Beowulf: Eu agradeço por estar mais no controle agora. (curioso) Se ele está no controle, você consegue sentir alguma coisa?
Azzet (gargalhando): Ah é, imagino que isso seja bem efetivo com o nosso amigo do norte. Disse também que eles não estão muito apresentáveis?
Silua (rindo): Digamos que não sobrou muito das roupas mundanas deles após terem azar eme xcesso com magos.
Azzet (rindo): Ou seja, eles estão praticamente pelados, é isso?
Irthos: Eu acabei de falar que sinto e vejo tudo como se estivesse para sair de um sonho, ja consciente do mundo real porem é tudo levemente turvo. Mas ele ja jurou em nome Bahamut não fazer isso sem meu consentimento. Eu conseguia sentir, literalmente, o quanto ele queria ver seu filho assim, brincando animado e sem preocupações, e simplesmente o deixei. Ele amadureceu tanto quanto eu e diz que eu terei motivo pra agradecê-lo depois pela generosidade.
Silua (rindo): Não faltou muito
Azzet (rindo): Deve ter sido uma visão assustadora. Certo, disse que precisava que eu vá buscar a todos por lá, é isso?
Silua (anuindo): Estão todos lá, incluindo nossos cavalos.
Beowulf (bufando): Pena. Estou devendo um belo soco no desgraçado por aquele evento nas Gadrafik
Irthos ri.
Azzet: Espere um momento, vocês foram loucos o suficiente para entrar em Vidara?
Silua anui, séria.
Beowulf: Eu me aproximo de Gunnfaxi, escovando o pelo dele
Beowulf (rindo): Mas você ainda não explicou porque sente ciúmes dos feiticeiros
Azzet: O que passou pela cabeça de vocês? Os anéis não funcionaram lá dentro, não é?
Irthos (rindo, confuso): Ciúme de…? (eu rio com vontade) Ah sim, obra de Razgorith. Acho que ja deve ter visto por Drogoth como os dragões conseguem usar a magia de maneira natural, aye? Agora imagine ele, que era um Antigo. Devia conhecer magias em quantidade e força suficientes pra não termos que fazer mais nada, e está llimitado a mim agora.
Silua (anuindo): Nâo, não funcionaram, assim como a ligação que Beowulf tem com Gunnfaxi. Quanto ao motivo, só fizemos porque era uma missão para Bast, para localizar algo que talvez finalmente possa nos dar uma vantagem em relação aos cultistas.
Azzet (surpreso): A Corrente de Prata?
Silua (surpresa): Você sabe dela também?
Beowulf (rindo): Ah, agora entendi o que ele ou você quis dizer com aquilo. Razgorith também gosta de confundir esse pobre Isän pelo visto. Vocês tem muito em comum, aye?
Azzet: Sim, eu li sobre ela. É um artefato bastante poderoso e perigoso. Eu imagino que você saiba que ela pode funcionar contra você também, certo?
Silua (anuindo, séria): Estou ciente disso, o mago que serve a Bast falou a respeito, mas seria o único jeito que temos de arrancar os segredos daqueles malditos sem arriscar a vida de inocentes junto.
Irthos: Não, eu também não faço a menor idéia o que ele quis dizer com eu ser recompensado. Será que vai explodir alguém e com isso fazer Azreth falar?
Azzet: Me prometa que tomará cuidado com isso. E acho que só resta mais alguma coisa, você falou em convite?
Beowulf (confuso): Recompensa? Não lembro de ele ter falado algo com isso
Irthos (rindo): Então somos dois passados pra trás! Maldito!
Silua (anuindo): Beowulf terá uma visita importante em Isa daqui a umas duas semanas, o rei de lá irá visitá-lo, e nós iremos junto. E você está sendo convidado a ficar lá por uns dias também.
Azzet (rindo): O milorde está me convidando é?
Silua (anuindo): Está sim, (rindo) mas se tem amor a suas costelas melhor não falar em milorde de novo perto dele.
Beowulf (bufando): Razgorith, se está me ouvindo, saiba que Irthos já faz um excelente trabalho em me enlouquecer mesmo sem a sua ajuda
Irthos: Melhor eu observar os dois ali brincar até Azreth cair de exaustão ou Raina de sono que ganhamos mais, aye? Ao contrário de nós, Silua não vai se desviar muito pelo caminho e quando vê chegará aqui e nos chamará de crianças por estarmos discutindo a toa (eu rio e fico observando Azreth e Raina enquanto espero por Silua)
Azzet: Continua cabeça-quente então. Acho que esses homens do norte não mudam nunca. Acho que precisarei fazer algumas preparações para a viagem, na verdade.
Silua (anuindo): Bem para Isa ainda terá algum tempo, nós pretendemnos passar os dias nesse meio tempo com nossos entes queridos e depois seguiremos todos junto para Isa. (pensativa) E só para avisaar, quanto ao ir buscá-los agora, eu irei indicar um lugar uns minutos afastados de onde eles estão, devido ao lago em cujas margens acampamos.
Azzet: Sábio de sua parte. Mas assim que chegarmos lá, você vai ter que me explicar melhor isso
Beowulf: Eu bufo e continuo bebendo hidromel e escovando o pelo e a crina de Gunnfaxi
Silua (anuindo): Conversaremos com calma depois
Azzet: Para onde devemos ir?
Silua: Eu digo a ele uma posição perto de onde acampamos, para siminuir as chances de cairmos no lago.
Cristiane (Silua): *diminuir, não siminuir
Azzet anui e após fechar a loja, toca no seu ombro e teleporta ambos para o local próximo do logo. Dessa vez ele consegue fazer com que cheguem exatamente no local
Silua (animada): Bela pontaria Azzet. (eu começo a seguir na direção do lago, onde meus amigos esperam)
GM: Após alguns poucos minutos de caminhada Irthos e Silua conseguem se ver, ambos rindo ao ver Azreth e Raina brincando
Silua (animada): Lá estão eles (eu rio um pouco ao ver que Raina e Azreth já estão fazendo amizade)
Irthos (alto, para Beowulf): É um feiticeiro dos vales sem montanhas da neve derretida que ali vejo se aproximando junto de Silua?
Beowulf (bufando): Engraçadinho…
Azzet (confuso): Onde?
Irthos (animado): Prazer em revê-lo também, Azzet! (eu o abraço com vontade, embora não com a mesma vontade dos abraços de Beowulf)
Silua ri.
Azzet: Prazer em rever-lhe também, Irthos! E a você também m… (ele para por alguns instantes, confuso e um tanto assustado) Beowulf (ele cumprimenta o Isän formalmente) O que vocês andam dando para ele comer?
Irthos: Livros. Ilustrados.
Azzet parece confuso
Silua: Ele andou comprando um livro mágico que efz isso
Beowulf: É bom lhe ver também Azzet (eu o cumprimento e começo a rir)
Azzet (surpreso): Um dos caríssimos tomos? (rindo) Parece que ser Jarl é um tanto lucrativo, não?
Beowulf (ofendido, irritado): Se está insinuando que eu usei o ouro de Nordenbeutel, saiba que não foi nada disso
Irthos (sorrindo): Ser suicida ao nosso lado é lucrativo. Todos nós conseguimos a mesma quantidade de ouro em nossa jornada, apenas Beowulf foi o unico a decidir que valia a pena comprar um desses tomos ao inves de melhorar o que ele ja tem (rindo) Podem queimar tudo que ele tem tem, mas não ele, aye?
Silua: Calma Beowulf, Azzet não quis ofendê-lo com isso, foi apenas uma piada
Azzet (nervoso): É, calminha aí amigo. Eu sempre esqueço que vocês Isäns são um tanto sensíveis em certos pontos. Eu devia controlar melhor a minha língua também, especialmente se o que Silua disse sobre um convite é verdade.
Beowulf: Aye, é verdade sim. Ela lhe falou mais alguma coisa sobre tudo?
Azzet: Só que há uma visita do rei, mais nada. Há algo a mais?
Beowulf (rindo): Silua, é melhor que você explique tudo isso para ele
Silua (anuindo): Azzet, eu falei da visita do rei, mas um dos principais motivos pela a qual estaremos juntos com Beowulf lá é porque não só ajudaremos a impressionar os visitantes como ajudaremos a ficar de olho num ´convidado indesejado´ que estará junto, um enviado de Gabraj.
Azzet (animado): Ah, entendi! É sempre bom ter um conjurador por perto nessas horas mesmo! Me sinto honrado e animado em poder participar disso!
Beowulf: Obrigado. É muito importante para mim que esteja lá também. Se quiser levar mais alguém para lá junto, sinta-se à vontade
Azzet: Mais alguém?
Beowulf: Aye, você disse algo sobre ter achado uma mulher, não é?
Azzet (incerto): Sim, eu disse… (ele fala um monte de palavras, sem conseguir se expressar direito, completamente incompreensíveis. Ele sorri por final)
Beowulf: Eu rio
Beowulf (rindo): Mas não se sinta na obrigação, aye? É que Irthos e Silua levarão as famílias para lá também
Azzet: Levarão é?
Irthos: Aye, meu pai e minha esposa estarão lá também.
Beowulf: Aye, e é por isso que precisamos da ajuda de você para levarmos eles até lá. Certo Irthos?
Silua (anuindo): E eu irei convidar meus pais e Conner.
Irthos: Aye. Especialmente considerando o prazo e o fato de minha esposa estar grávida. Acho que mesmo um teleporte é menos agressivo do que uma viagem de duas semanas ou mais de navio.
Azzet: Eu sinto que isso tem algo a ver comigo…
Irthos (rindo, sem jeito): Além de não termos como levar os cavalos sem ser pelo círculo, algumas das pessoas que precisamos levar pra lá não tem como serem levadas junto pelos anéis, então gostaríamos de saber se você poderia fazer este favor para nós.
Beowulf: Claro que pagaremos pelo serviço
Azzet: Imagine, não posso aceitar nenhum pagamento por isso. Afinal estaremos fazendo isso como amigos e não como negócios, (ele imita o sotaque de Beowulf) aye?
Silua (séria): Somos amigos sim, mas também sabemos que magias costumam ser expensivas e por isso não queremos abusar de sua boa vontade.
Matheus: existe essa palavra em portugues?
Matheus: ou foi uma aportuguesação de expensive?
Azzet: Nah, o teleporte só me custa a minha energia mágica, não preciso de nenhum componente caro ou algo do tipo
Cristiane (Silua): a palavra existe sim
Irthos (animado): Eu não tenho palavras pra dizer o quanto estou agradecido por isso, Azzet, é muita gentileza de sua parte. Acho que você ja vai gostar mais de Isa só do fato de estar cada vez menos frio e com menos neve.
Beowulf: O degelo deve estar começando em breve, ao menos não verá toda a lama do degelo
Azzet (frustrado): Odeio degelo. Odeio mais do que a neve. O fedor e a lama por todo o lugar. Ainda desenvolvo uma magia que faz todo o degelo acontecer em menos de uma hora (ele ri)
Beowulf (rindo): Talvez deva procurar um druida
Azzet: Nah, eles virão com aquele lorota de que não se deve mexer na ordem natural da natureza (ele dá de ombros)
Irthos (rindo): Eu concordo sobre a parte do degelo, embora gostaria também que fosse possível a neve continuar mesmo sem o frio. Seria uma cena interessante.
Azzet: Gelo sem frio?
Silua (séria): Só que se a neve não derretesse, as plantas teriam dificuldades em sobreviver, e sem elas, os animais também sofreriam.
Irthos: Falou a druida. Acho que a idéia do Azzet de simplesmente o degelo acontecer de vez ainda é melhor. Mas essa mudança brusca de temperatura entre ter o gelo e não ter não mataria essas mesmas plantas e animais também? (eu fico um tanto confuso)
Azzet: A druida aqui é a Silua (ele ri)
Silua: Não sou druida, sou uma discípula de Bast, (rindo) não sou neutra o suficiente para isso. (mais séria) Irthos é que deveria perguntar isso para o druida de Rondall
Irthos: Aye, bem lembrado. E agora, pra onde primeiro? Creio que Azzet precisará dos aparatos de sua loja pra analisar tudo que encontramos nas ultimas andanças, então todos para Aegir em primeira instância?
Silua (anuindo): Se vamos às compras primeiro, então vamos para lá mesmo, depois cada um de nós irá para sua casa
Azzet: Silua me disse que entraram em Vidara, são loucos é?
Irthos (rindo): Sempre fomos. (mais sério) Digamos que nossa passagem pela cidade em si foi algo pra esquecer, mas tudo para que Silua pudesse purificar aquela maldita corrente no lago. Ao menos deu tudo certo, e matamos o ser que nos humilhou enquanto encenávamos tudo. Ao menos só precisamos fazer isso com ele, até a pedido de Silua.
Azzet: Que história é essa? Humilhou vocês? Por isso que suas roupas estão um trapo?
Silua: Não, como eu disse, as roupas dele foram vítimas de azear excessivo com magos, no caso, no lugar de onde tiramos o que tínhamos ido buscar.
Silua: Quanto ao outro assunto, deixo para Beowulf e Irthos decidirem se querem falar algo ou não.
Beowulf: Digamos que fomos prisioneiros de um elfo por dois dias. Ele nos prendeu e humilhou de maneira que prefiro nem comentar. Embora mais ninguém saiba, a mancha na minha horna ficará para sempre. Mas ele aprendeu no final o que os Isäns fazem com gente como ele.
Azzet: Não sei se quero saber, não deve ser algo muito bonito. Os elfos magos daqui da floresta são poderosos que foram capazes de destruir as roupas de vocês dessa forma? Ou… não foram os elfos?
Silua: Não, o lugar onde fomos era um antigo templo, destruído a muito tempo. Uma espécie de elfo conjurador morto-vivo se estabeleceu lá e encheu o lugar de armadilhas e surpresas mortíferas.
Irthos: Ele eu até não culpo, foi morto na época de uma invasão humana, supostamente a várias centenas de anos, e teve a filha estuprada pelos invasores. Dificil listar um de nós quatro que não quisesse vingança depois disso.
Silua: Se é que aquele elfo realmente era o clérigo-chefe daquele templo. Poderia muito bem ter sido outra coisa. Ele mesmo disse que os lefos de Vidara nem suspeitavam da sua presença ali, embora soubessem das armadilhas iniciais do local.
Cristiane (Silua): lefos=elfos
Beowulf (coçando a barba): O que acha que ele era?
Irthos (confuso): Pergunto a mesma coisa. Acha que podia ser o espirito de qualquer outro elfo morto ali, que despertou de seu sono por vingança?
Silua: Não sei mesmo, poderia realmente ter sido ele como alguma outra criatuar que se estabeleceu ali justamente porque os elfos evitavam o lugar. Quem sabe? Acho que nunca saberemos ao certo
Irthos: Ou talvez saberemos quem foi realmente o clérigo-chefe pelo cajado que de lá retiramos.
Silua (anuindo): Nós achamos um cajado lá dentro, não sabemos qual sua utiilidade, mas eu pude sentir uma aura de bondade nele.
Cristiane (Silua): bota num ´, Azzet´ no fim
Azzet (curioso): Cajado é?
Silua (anuindo): E por isso gostaríamos que desse uma olhada nele também, para ver para que serve.
Azzet: Claro, me dê ele aqui (ele pega um cristal de um bolso no cinto)
Silua: Beowulf, ele está no baú, que está contigo.
Irthos: Tenho medo de um dia lhe virar de cabeça pra baixo, tudo que caíria de seus bolsos, Azzet.
Beowulf: Está é? (eu retiro o báu do cinturão e retiro de dentro o baú, passando-o para Azreth) Não sei como os elfos engoliram a desculpa de contra-peso para o cinturão quando nos capturaram. Me confundi na hora de falar
Beowulf: Eu gargalho um pouco, recolocando o baú encolhido no bolso
Cleber (Irthos): esmagou o Azreth agora!
Matheus E (Beowulf): Azzet*
Matheus E (Beowulf): :P
Cleber (Irthos): imagino o Beo jogando o bau pro Azreth, acho que era KO, o pequeno tem FOR 6, uaheuhaehuahhe
Azzet pega o cajado em suas mãos, antes mesmo de conjurar algo, ele parece espantando
Silua: Você também sentiu a aura dele, não?
Azzet: Sim, mas é uma aura boa e se estou correto, esse é um cajado bastante poderoso. Mas se for o que penso, o acharam num local estranho no mínimo…
Silua: O que você acha que é? Não poderia ter pertencido ao antigo clérigo daquele templo, como achamos?
Azzet: Ao meu ver é um cajado da cura. Meio irônico o local, não?
Silua: Bem, o local era um templo no passado, pelo que Raina nos disse, então pode realmente etr pertencido ao seu último líder e acabou ficando guardado lá. Talvez um resquício de bondade residual nele fez com que ele o mantivesse, mesmo não o precisando mais e sendo até perigoso para ele?
Azzet: Talvez. Vocês sabem o que acontece com magias de cura e mortos-vivos, não?
Silua (anuindo): Sei sim, até tive a oportunidade de testar isso lá no templo. Aqueles esqueletos esfumaçaram um bocado…
Irthos: Eu só passei a gostar de mortos-vivos quando encontramos os primeiros feitos de carne. (bufando) Meio dificil congelar os que são feitos apenas de ossos.
Cleber (Irthos): gostar = odiar menos
Azzet: Então ele provavelmente nem conseguia tocar no cajado. Mas ele poderia ter usado telecinese… (ele parece pensar por um pouco e dá de ombros) Bem, não há como saber ao certo. (ele parece preocupado) Mas esperem um pouco, já ouviram falar sobre liches?
Silua (anuindo): Irthos nos falou algo a respeito, disse que Llanthar lhe contou a respeito. Foi outro motivo de termos trazido o cajado, vai que ele está aí dentro…
Irthos (rindo): Se o cajado for de cura, não seria meio irônico demais a alma dele estar ali dentro? Digo, é como ter medo de água e ser jogado no meio do mar dentro de uma caixa, mesmo que na caixa não entre água.
Azzet: E uma boa explicação. Não acredito que ele esteja aqui dentro (ele aponta para o cajado), mas ele poderia se recuperar de qualquer forma. E temo que muitos escondem as suas filacterias com magias, não havendo como as encontrar por meios mágicos
Silua: Bem, além do cajado e da Corrente, a única coisa que trouxemos do local foi um pequeno baú com jóias e coisa. Ele poderia estar lá?
Azzet: Qualquer objeto poderia ser ela. Não há como ter certeza. Mas vocês sabem o que eu sempre digo sobre os magos, não é? (ele ri)
Beowulf: Que são uns bastardos arrogantes? (rindo) Ou esse é o Irthos?
Azzet (rindo): Se for ele, é exatamente o que eu digo também. Então a maior parte deles carrega o objeto junto de si, achando que são invencíveis. Mas claro que não são todos que fazem isso. Alguns possuem esconderijos em catacumbas para proteger a filacteria para o caso de serem derrotados
Silua: Bem, e tem ao menos como você determinar se existe algo de natureza mágica no meio daquelas jóias? Não gostaríamos que alguém que as comprasse fosse surpreendido por um liche…
Irthos (rindo): Bem, se não era algo que trouxemos, Beowulf ateou fogo em todo o resto
Azzet: Posso dar uma olhada nisso sim
Beowulf (coçando a barba): E o que vai fazer com o cajado Silua?
Silua (pensativa): Se é realmente um Cajado de Cura, seria útil para nós, embora nunca tenha tentado manusear um cajado, apenas varinhas.
Beowulf: Aye, será de fato. Mas lembro de ter dito que preferiria deixar ele na floresta para os elfos. (incerto) Posso concluir que viu que isso era uma má ideia?
Silua (anuindo): Eu disse sim, mas você mesmo disse que ficava receoso em deixar até algo assim, mais inofensivo, para eles
Beowulf (anuindo): Aye, fico feliz em não deixar nada na mão dos desgraçados
Irthos: Azzet mesmo não disse que parecia ser bem poderoso? Beowulf disse que preferia não devolver nada que fosse poderoso, não enquanto aqueles elfos continuarem como estão. Quem sabe um dia que a inimizade esfrie, ainda mais agora que o principal dos sádicos se foi, ele possa voltar pras mãos deles, mas não agora. Eles provavelmente o usariam pra curar um pouco seus prisioneiros só pra que eles púdessem aguentar ainda mais tortura.
Silua (anuindo): Fora que aquele cajado estava a lá sabe quanto tempo sem uso naquele lugar, ao menos ele seria usado para um fim digno.
Irthos: Se Lothos continuar crescendo em poder, bem como os Rakshasa, e todos se unirem a Nonaloth, acho que seria preciso muito mais elfos do que há em Val´huhn para parar os três.
Azzet: Vamos para a minha casa então? Lá eu poderei ver se há algo mágico entre o que acharam. E vocês precisam me explicar melhor qual o cronograma que pretendem seguir com essas viagens.
Silua (anuindo): Já estamos prontos para irmos, (rindo) só falta acalmar nossos amigos brincalhões ali (eu aponto para Azreth e Raina, ainda se divertindo) Azreth, Raina, desculpe interromper a brincadeira, mas está na hora de seguirmos viagem (meio relutantes, os dois param de brincar e Raina vem na minha direção, embora me olhe com aquela expressão de reprovação típica de gatos, o que mas rir um pouco apesar de tudo, antes de subir e se acomodar no meu ombro, olhando curiosa para Azzet)
Cristiane (Silua): *o que me faz rir
Beowulf: Eu me aproximo de Gunnfaxi e monto nele, me aproximando do grupo novamente
Irthos: Azreth também para de brincar um pouco decepcionado após eu tambem o avisar de que temos que partir, voando até meus ombros e olhando com indiferença para Azzet, mostrando-lhe a língua. Eu rio, terminando de ajustar minhas coisas.
Silua: Ah, e esquecemos de lhe apresentar nossa nova amiga, Azzet. Essa é Raina, ela nos ajudou em Vidara e agora quer conhecer o que o mundo oferece fora da floresta.
Azzet (surpreso): Uma gata élfica! E eu imaginando de quem falavam quando mencionavam o nome dela!
Silua (animada): Pelo jeito são poucas as criaturas mágicas que você não conhece hein Azzet? (rindo) Embora tenha me confundido com um rakshasa…
Azzet (rindo): Você não acha um livro sobre pessoas como vocês, acha? Até eu descobrir o que eram, sempre achei que fossem outras coisas, incluindo um rakshasa.
Irthos: Eu ja conseguir frustrar um halfling ao menos. Imagine a decepção ao saber que eu era um meio-dragão comum, e não um dragão disfarçado de humano.
Beowulf (curioso): O que você achou que eu fosse?
Azzet (rindo): Um meio-gigante? Embora lhe faltavam algumas características típicas dos gigantes, mas isso não vem ao caso. Todos prontos? Pelos deuses como a temperatura está agradável qui no sul! (ele conclui, interrompendo a ele mesmo)
Silua (rindo): Nâo muito animado para voltar ao lodaçal em Aegir, não?
Irthos: Eu anuo, montando em Skyggnir e mantendo-nos tocados para sermos todos abrangidos pela magia como de habitual.
Azzet: Nenhum pouco
Irthos: Não tendo que limpar a lama que cavalos e três cavaleiros, sendo um ogro e um filho adotivo de dragões de cobre, vão erguer ao cairem no barro, mesmo usando mágica, aye?
Azzet: O cavalo de Beowulf corre o risco de atolar na rua, isso sim. Vou tentar nos teleportar direto nos estábulos. É um lugar comum para mim, na teoria deve funcionar bastante bem a magia
Beowulf (incerto): Telhados não são um bom lugar para aterissar, aye?
Azzet: Duvido que reste muito dum telhado se você cair por lá. Deveria fazer um regime (ele acrescenta com um tom de brincadeira) Certo, se aproximem mais um pouco
Irthos: Eu anuo e nos aproximamos.
Beowulf: Eu bufo e me aproximo mais ainda. Vendo que não vai dar certo, eu desmonto de Gunnfaxi e colocando a mão sobre o pescoço do cavalo, repouso a outra sobre um dos ombros de Azzet
Azzet: Com mais calma aí, vai quebrar meu ombro dessa forma! Irthos, se aproxime um pouco mais e coloque a mão no meu ombro, assim. Azreth, morda a orelha dele com bastante força e Silua se agarre num dos outros dois. (ele ri ao ver o dragão prender os dentes na orelha de Irthos. O riso some de seus rosto imediatamente conforme ele pronuncia as palavras mágicas)
Vocês são puxados e repuxados e contra o que esperavam, conseguem chegar exatamente no centro dos estábulos. Alguns cavalos relinxam assustados e o cavalariço cai do banco onde estava sentado, assustado
Azzet (animado): Pronto! Exatamente onde eu queria chegar! (ele olha para os lados e vê o pobre homem caído) Oar, tudo bem? Perdão pela chegada brusca, mas precisamos de um lugar para deixar três cavalos por um curto tempo
O homem se levanta, reclamando de algo baixinho
Oar: Por todos os infernos, Azzet! Quer me matar de susto é? (ele se recompõe) Podem deixar os cavalos nos coxos que preferirem
Cristiane (Silua): Mestre vive se esquecendo do coitado do Oathorn, daqui a pouco ele vai pedir demissão da nossa campanha: ´chega de puxar carroça e ser esquecido depois…´
Oar: U
Cleber (Irthos): auheuahehuahuh
Matheus: Ué, eu julguei que tu tava com ele e com o teu. Assim como o Irthos com o dele
Cristiane (Silua): mas tu citou só 3 cavalos na fala do Azzet, com o Oathorn são 4
Matheus: ah, hehe. ali foi um lapso mesmo :P
Beowulf: Eu anuo e sinalizo para Gunnfaxi, que procura um coxo um tanto maior e começo a mastigar um pouco de feno
Oar (surpreso): Bem ensinado o seu cavalo
Irthos: Eu desmonto de Skyggnir e o levo até um dos coxos, onde ele começa a comer também.
Beowulf (sorrindo): Aye, ele é bastante esperto. Venha cá, Oathorn. (eu puxo o cavalo e o coloco em um dos coxos, liberando um pouco as amarras dele)
Silua: Eu conduzo Asad e Oathorn até dois cochos lado a lado, onde se alimentam.
Cristiane (Silua): opa, simultâneo, deixa eu corrigir
Silua: Eu conduzo Asad até outro cocho, onde começa a se alimentar.
Beowulf: Aqui, cuide bem deles. Lhes dê água fresca e também um bom feno (eu jogo para o homem um peça de ouro)
Oar olha para a peça de ouro, incrédulo
Oar: Claro que sim, senhor! Cuidarei bem deles, como se fossem meus filhos! (ele começa a dar alimento e água para os cavalos, um tanto atrapalhado)
Irthos: Eu me espanto um pouco com a reação do cavalariço ao dinheiro, tentando não rir.
Irthos: Agora que os cavalos estarão bem cuidados, aos negócios entre amigos! (eu respiro fundo, tossindo em sequência) Ainda prefiro a neve em degelo do que o verão mais ao sul.
Beowulf: Mas aqui é terrível! Até eu consigo sentir o cheiro da lama. Em Isa nem de perto é tão ruim
Irthos (rindo): Tenho medo de voltar pra Rondall, o ultimo degelo que vi por lá foi no ano retrasado.
Silua: Bem, estamos no meio de uma cidade grande e ainda bem ao norte. Deve ter ficado muita porcaria que ficou enterrada debaixo desse gelo todo que agora derreteu.
Azzet: Sim, terra. (suspirando) Bem, vamos até a minha loja que vou fazer tudo por lá e me expliquem melhor onde e quando eu preciso buscar-lhes. E com um chá para nos aquecer neste frio. (ele sai do estábulo em direção às ruas)
Beowulf (baixo): Chá? (eu sigo ele)
Irthos: Eu rio levemente enquanto o sigo.
Silua (rindo): Para Beowulf, só se for chá com álcool (eu acompanho Azzet, Raina empoleirada no meu ombro observando atenta a sua primeira cidade fora de Vidara, embora nem de longe a melhor experiência devido à lama e ao mau cheiro..)
Irthos: Azreth um pouco frustrado, segue dentro da bolsa desde que chegamos aos estábulos, sente um pouco de cíumes por Raina, por se parecer como um gato comum, possa permanecer à mostra. Sinto o quão louco ele está para voltar a passar alguns dias em Rondall.
A loja de Azzet felizmente é bastante próxima do estábulo, então não precisam caminhar muito até chegar lá. Embora chegam lá com as botas manchadas de lama, principalmente Beowulf que devido ao peso afundava bastante na lama a cada passo
Azzet: Hum… não vai ser uma boa ideia entrar assim, vai?
Silua (rindo): Creio que não, se você me xingou por causa da lama nas botas antes de ver que era eu, imagina Beowulf…
Beowulf (bufando): Eu estou com lama até os joelhos praticamente. Imagino que a terra aqui seja bastante macia para ter gerado tanta lama, certo?
Azzet: Sem contar no fato de que a história diz que a cidade foi construída sobre um pântano. Subam aqui na varanda que vou limpar suas botas antes de entrarmos
Silua: Eu anuo e subo na varanda.
Beowulf: Eu subo também, tirando um pouco da lama das pernas com as mãos
Irthos: Ja dormimos em cemitérios mais limpos e melhor cheirosos que essa lama, mas é uma história interessante. É incrivel onde as pessoas constroem seus lares: pântanos, encosta de montanhas, ilhas isoladas, florestas… (eu subo na viranda)
O feiticeiro pronuncia algumas poucas palavras e limpa e remove toda a lama das botas de vocês, embora mãos e penas continuem enlamaçados
Azzet: Pronto! Vamos entrar! Se quiserem lavar as mãos, podem usar uma bacia perto da porta. E fechem ela assim que entrar (ele cria a palavra ‘Fechado’, em grandes letras verde fosforescentes na parte de fora da porta antes de entrar)
Irthos (surpreso): É necessário um aviso assim pras pessoas entenderem? (eu entro na casa de Azzet, lavando as mãos na bacia)
Silua: Eu anuo e entro na casa de Azzet, dando uma lavada nas mãos também.
Beowulf: Eu entro e lavo as mãos, procurando um lugar para me sentar
Azzet: Não, eu que sou exagerado mesmo. Aqui, à direita é a entrada para onde eu moro. Bem simples, mas é do jeito que eu gosto. Sentem-se em qualquer lugar que quiserem, (sério) mas a poltrona púrpura é minha. Já volto com o chá
Matheus: #SheldonFeelings
Irthos: Eu rio e me sento em uma das outras poltronas. Azzet sai da bolsa, aninhando-se sobre minha cabeça.
Cleber (Irthos): *Azreth :P
Matheus E (Beowulf): XINGA EU, XINGA!
Silua: Rindo, eu me acomodo numa das poltronas remanescentes, Raina descendo do meu ombro e se acomodando no meu colo.
Beowulf: Eu pareço um pouco surpreso pela reação de Azzet e olhando para os lados, opto por me sentar no chão mesmo.
O feiticeiro volta logo depois e coloca o chá numa mesa central. Ao ver Beowulf no chão ele ri e se senta na poltrona púrpura parecendo bastante feliz. Repousa uma boa quantidade de instrumentos sobre a mesa ao centro, mas sem prestar muita atenção a eles
Azzet: Melhor agora, não?
Beowulf: Eu rio também e bebo um gole de hidromel do chifre
Beowulf (rindo): Esquenta mais
Irthos (rindo): Como se lhe faltasse calor, Beowulf (eu me sirvo uma xícara de chá)
Silua (rindo): Porque não mistura os dois, Beowulf? Talvez invente algo novo (eu me sirvo de uma xícara de chá)
Beowulf (bufando): Misturar hidromel? Absurdo!
Irthos: Agora devo considerar que Silua exagerou mesmo.
Azzet: Isäns… bem, o que preferem fazer primeiro?
Silua: Bem, primeiro teríamos que identificar o que troxemos do templo para ver se não trouxemos nada perigoso junto e acho que Beowulf e Irthos devem querer providenciar ao menos uma muda nova de roupas nas lojas daqui antes de irem para suas casas, não?
Irthos: De começo eu diria que sim.
Beowulf (rindo): Para tirar elas o mais rápido possível quando eu voltar para casa? Nay. Além disso duvido acharem alguma roupa Isän por aqui. Eu tenho algumas extras em Nordenbeutel, então não preocupem comigo
Silua: Bem, a menos que Irthos queira algop, então inicialmente seria só checar se as jóias não tem nada de errado e confirmar a identificação do cajado.
Azzet: Certo, me passem o que acharam
Beowulf: Eu retiro o baú, aumento o tamanho dele e retiro a caixa de ouro e jóais e a passo para Silua
Silua: Eu passo a caixa para Azzet.
O feiticeiro abre a caixa e deixa escapar uma maldição bastante audível
Azzet (surpreso): Isso tudo estava naquela tumba?
Silua (anuindo): Na mesma sala onde enfrentamos o elfo morto-vivo. O cajado e a Corrente também estavam lá.
Azzet: Se eu não gostasse tanto de viver e não os conhecesse o suficiente para saber o que os deixou em tal estado, eu certamente pensaria em sair em aventuras.
Ele começa a retirar os objetos de dentro da caixa, um a um e então os observar com a cristal, que brilha lentamente. Ele faz alguns sons, mas nada de extraordinário acontece.
Azzet: Decepcionante, nada daqui é mágico
Silua: São apenas jóias normais então? E o cajado?
Azzet: O cajado, claro. Um minuto. (ele olha para o cajado através de cristal mais uma vez e então faz uma expressão da mais incompleta incredulidade) Inacreditável (ele parece atônito)
Beowulf: Eu encaro ele, rindo e preocupado
Silua (preocupada): O que houve? Não é o que pensava que fosase?
Azzet: Pelo contrário. É sim um cajado da cura, embora a origem dele que é incrível. Não sei como não vi isso aqui antes! Está vendo? (ele lhe mostra um padrão de curvas gravados na madeira)
Silua (anuindo): Estou vendo sim, o que significam?
Azzet: É o símbolo do seu criador. Um mago chamado Helminster. Por mais que eu deteste magos, devo admitir que esse era genial
Irthos: Simbolos de deuses são relativamente ´comuns´ em itens, mas o que isso implica num cajado de cura?
Silua: E eu não entendo muito da criação de itens mágicos, mas magos podem criar um item capaz de curar?
Azzet: Bem perspicaz, Silua. Ele era um mago e ao mesmo tempo clérigo de Boccob, o deus da magia
Silua: Ele deveria ser bem poderoso então
Azzet: E era. Mas havia algo a mais sobre ele. Você mencionou algo sobre uma varinha, certo?
Silua: Eu apenas disse que conseguia manusear varinhas, mas nunca mexi num cajado.
Azzet: Mas o que importa é que conhece varinhas. Qual o maior incoveniente delas, na sua opinião?
Silua (apensativa): Eu só usei varinahs de cura até hoje, então os unicos problemas acho que seria a fragilidade, já perdemos uma em batalha, e o fato de que ao menos eu tenha uma luva ou similar preparada para armzená-la, são incômodas para usar em meio ao um combate
Azzet: Também. Mas não acha irritante o fato de quele elas gastam?
Silua (anuindo): Sim, mas isso não vale para cajados e similares também?
Azzet: Ahá! Vale sim! Mas eu não lhe perguntei qual o maior inconveniente das varinhas em relação aos cajados, perguntei? Pois bem, Helminster também pensava assim. Então ele dominou uma arte secreta que ele nunca contou a ninguém e produziu itens como esse cajado
Silua (intrigada): Você está dizendo que ele fazia itens sem cargas?
Azzet: Não, isso é impossível para mortais. Itens como esses que simulam magias precisam de uma carga de poder mágico neles para que funcionem. Por isso que chamamos de cargas a quantidade de vezes que um item pode ser usado até esgotar essa reserva mágica
Azzet: Mas continuando. Helminster não criou itens sem cargas, mas criou itens que são auto-recarregáveis. Fui claro?
Silua (pensativa): Acho que sim. Seria algo como alguns itens que temos que podem ser usados uma quantidade restrita d evezes ao dia?
Azzet: Exatamente, é o mesmo conceito. Mas deve entender que cajados e varinhas são diferentes. Há algumas idiosincrasias neles que os tornam diferentes. Leis da magia, não compreendo, então não perguntem.
Beowulf (rindo): Ah, não se preocupe. Eu parei de entender a conversa minutos atrás
Irthos: Eu estava apenas levemente confuso até a parte do auto-recarregáveis, do idiotismo ou sei la que palavra foi aquela em diante não sei de mais nada.
Azzet: Esse em específico recarrega uma carga ao dia. Eu lembro de ter lido algum pergaminho escrito por Helminster que se ele tentasse algo mais do que isso, havia a chance de o item explodir e criar um buraco no contínuo tempo-espaço capaz de sugar tudo à volta
Matheus E (Beowulf): aff, guenta ai, esse vem depois
Matheus E (Beowulf): me perdi nos atalhos aqui, aaaaaaaaaah
Azzet (rindo): Músculos e cérebros parecem ser inversamente proporcionais, ao que parece. Mas bem, esse em específico recarrega uma carga ao dia. Eu lembro de ter lido algum pergaminho escrito por Helminster que se ele tentasse algo mais do que isso, havia a chance de o item explodir e criar um buraco no contínuo tempo-espaço capaz de sugar tudo à volta
Silua: Então isso significa que ele também só pode ser usado uma vez ao dia, ou apenas que o que gastarmos vai levar um dia para cada caraga gasta?
Cristiane (Silua): *um dia para recarregar
Azzet (animado): Segunda opção. Fascinante, não?
Silua (anuindo): MUito. E quantas cargas ele tem ao todo então?
Azzet: O mesmo de qualquer item desses, cinquenta.
Silua (impressionada): Nossa, então é algo muito poderoso mesmo. Não admira você ter se impressionado assim
Azzet (animado): Sim! Mas você disse nunca ter usado um cajado antes, não é? Outra diferença entre um cajado e uma varinha é que um cajado pode ter mais de uma magia em ceu cerne
Beowulf (bufando): Já ouvi magos dizerem que nós guerreiros somos simplórios por tratarmos nossas espadas com dedicação. Mas eles ficam emocionados com um pedaço de pau
Azzet ri com vontade
Irthos (confuso): E é esse o caso. Quer dizer (rindo) é esse o caso com esse cajao também, ter mais que uma magia nele?
Azzet: Exatamente. Esse aqui tem seis magis em seu cerne: as mais simples CFM, CFC. As um pouco mais avançadas cura completa e restauração maior, a poderosa cura completa em massa e o mais incrível de tudo, ele tem o poder de trazer os mortos a vida com uma magia incrivelmente poderosa chamada ressurreição verdadeira
Irthos (ainda mais confuso): E qualquer uma delas gasta apenas uma carga?
Azzet ri com ainda mais vontade
Azzet: Nunca! Apenas CFM gasta apenas uma carga. CFC gasta duas, cura completa sete, restauração maior dez, cura completa em massa trinta e a magia de ressurreição precisa do cajado completamente carregado e o destrói no processo
Irthos (rindo): Ainda bem que não sou eu que tenho que usar ele e ficar calculando isso, pelos deuses! Por isso que os magos se gabam de serem inteligentes, gastam metade de sua vida tendo que usá-la pra sobreviver!
Silua (rindo): Nem me fale (pensativa, após uma pausa) E com seu conhecimewnto Azzet, você acha que posso usar algo assim?
Azzet: Você deveria ter pensado nisso quando tocou nele. Agora ele está preso a você, até morrer. (rindo) Lembra quando eu disse que magos são arrogantes, convencidos e egoístas? Então.
Silua (preocupada): E isso tem algum problema a mais que devo me preocupar? (suspirando) Já não chega ficar presa a uma Corrente…
Azzet: Não enquanto mais ninguém saber. Como dona do cajado, você pode mudar a forma dele para o que quiser, desde que ele mantenha ao menos a forma de um cajado e espaço o suficiente para a runa de Helminster
Silua: Ele poderia ser retirado à força de mim caso outro conjurador poderoso descubra? Quanto ao mudar de forma, poderia ser algo de tamanho mais manuseável como uma varinah mesmo?
Azzet: Poderia, mas ele só o conseguiria usar se você estiver morta. Então, mantenha segredo. (confuso) E porque raios você transformaria um imponente cajado numa varinha?
Silua: Não sei, tava pensando ao menos para transportá-lo com mais facilidade, porque vai ser meio incômodo carregá-lo em combate ou como conhecedor dessas coisas, o que você sugere como a melhor forma de carregá-lo?
Azzet (rindo): Não sou a melhor pessoal para lhe responder isso. Eu acho incrivelmente emocionante carregar ele como se fosse um cajado, sabe? Uma vez eu conheci um feiticeiro que sabia mesmo como lugar com um cajado? Ele fazia alguns movimentos sensacionais, assim… (ele pega o cajado e começa a girar e o torcer ao lado do corpo até derrubar um vaso e no susto soltar ele, que bate na cabeça de Irthos com força)
Azzet: Oops
Matheus: como lutar com um cajado*
Silua (preocupada): Você está bem, Irthos?
Irthos: Um pouco alheio ao final da conversa, o baque do vaso quebrando na minha cabeça me deixa razoavelmente tonto. Azreth, que estava sobre minha cabeça, também é pego desprevenido, indo ao chão com um leve corte no dorso, emitindo um tipo de guincho de dor e susto.
Matheus: soltar ele = soltar o cajado. hehe, eu quis dizer que foi o cajado que bateu na tua cabeça
Cleber (Irthos): lol
Cristiane (Silua): tb entendi que foi o cajado que bateu, não o vaso
Cleber (Irthos): agora me senti ainda mais depressivo, aheuahehaheuahe
Irthos: Um pouco alheio ao final da conversa, o baque do cajado em minha cabeça me deixa razoavelmente tonto. Azreth, que estava sobre minha cabeça, cai de maneira desajeitada no chão, derrubando outro vaso pelo caminho e se cortando na cerâmica.
Cleber (Irthos): considerem esse ultimo (escapada rapida, uhaeuhauehahe)
Beowulf: Eu pareço preocupado, mas acabo rindo depois
Azzet (sem jeito): Perdão, sinto muito. Eu me emocionei um pouco…
Silua: Azzet, como eu uso o cajado? Já que virei sem querer a dona dele, tenho que saber se poderei usá-lo
Irthos: Arre, se Azreth não tivesse se cortado nessa eu até não diria nada. (bufando) En´ale fallaner! (eu ativo o poder de cura do colar de Azreth, e rapidamente os ferimentos se fecham) Fico feliz que esse colar realmente funcione como o dono da loja prometeu.
Silua (mais aliviada): Acontece Azzet, todos nós aqui já cometemos erros por excesso de entusiasmo, (rindo um pouco) Beowulf que o diga, ele já deve ter levado um monte de espadadas de Irthos e flechadas minhas.
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Esta entrada foi postada em domingo, 31 julho 2011 às 20:11