Irthos: Eu e Arianna anuimos e, seguindo a serviçal, chegamos a nosso quarto. Arianna parece visivelmente aliviada ao saber que não precisará arrastar nenhuma mala até lá. Eu sorrio e, ao chegarmos no quarto, guardamos nossas coisas. Visto novamente a capa – já devolvida por meu pai, deixara um outro manto grosso com ele -, ela veste algo melhor e voltamos para o saguão principal, quase em cima da hora ao já ver todo mundo por lá.
Silua: Eu sigo juntamente com Conner para nosso quarto, guardamos nossas coisas e depois voltamos para o salão para nos reunirmos aos demais.
Beowulf: Eu sigo junto de Freyja até o nosso quarto onde após a serviçal fechar a porta, a abraço longamente. Tento esconder a preocupação que essa visita de Gabraj está me causando o máximo que posso. Ela me reconforta, dizendo que tudo ficará bem e que há muitos aqui com os quais eu posso contar. Eu respiro aliviado e após ela se lavar brevemente numa tigela de água morna saímos de volta ao salão principal, para esperar os demais.
Azzet é o último a chegar, enrolado em mais um casaco, ainda tremendo um pouco. Morgana o acompanha, escondendo um sorriso. Cairnwolf parece mais confortável agora que finalmente parara de tremer
Beowulf: Mais confortáveis?
Irthos: Não posso dizer que estava desconfortável, mas com certeza é bem melhor aqui dentro do que jamais poderá estar lá fora. Vocês levam mesmo o frio a sério, pra não dizer que o precisam. Aquelas idéias que vimos no Templo de Bast, conseguiu implementar alguma aqui? (eu encaro Beowulf)
Cristiane (Silua): e já esqueceu dos meus pais, hehe
Matheus E (Beowulf): dessa vez admito que é verdade
Beowulf: Aye, os nossos engenheiros fizeram um bom trabalho, eu preciso dizer. Mas o trabalho deles foi um tanto facilitado pelo fato de que estes salões e muitas casas daqui já possuem água quente correndo por dentro das pedras. Outras tantas são construídas abaixo da terra, para melhor conservar o calor
Irthos: Se ouvisse alguem me falando dessa estrutura toda numa fortaleza Isan a cinco anos atrás, diria que o rapaz estava bêbado e na verdade deviam haver dragões vermelhos amarrados em correntes no subterrâneo, soprando suas baforadas infernais e sendo alimentados com prisioneiros de Gabraj.
Silua (rindo): Imaginação fértil, Irthos?
Irthos (dando de ombros): Fértil seria se eu dissesse a qualquer Gabraj que quisesse ouvir daqui a alguuns dias que nosso treinamento dos cem dragões de combate esta indo mais rápido que o esperado. Isso aí faz parte da imaginação normal.
Beowulf: Somada à sua loucura, obviamente, aye?
Silua ri.
Irthos (rindo): Exatamente. Bem, Beowulf, você que é menos imaginativo e mais prático, o que planejou para nós hoje?
Beowulf: Imagino que um passeio pelos fiordes seja exatamente o que os pais de Silua e Cairnwolf desejam. Temo que o que temos aqui em Nordenbeutel tenha tido parte de sua beleza tomada pelo porto, embora os drakkares sejam uma bela visão ao por-do-sol se não estivesse nevando. Então teríamos que cavalgar por um pouco se quiserem ver algo mais cru, o que me dizem?
Irthos: É uma boa. Ainda bem que eu não tenho seu peso, senão estaria com problemas sem Skyggnir. Mas acho que os cavalos que você conseguir serão mais que bons (eu sorrio)
Silua (anuindo): Se os demais estiverem interessados também, podemos usar a manhã para um passeio então
Cairnwolf: Pode ser, talvez seja realmente interessante
Azzet: Isso talvez me esquente um pouco, então por que não?
Allanna: Adoraria ver os fiordes. Silua nunca conseguiu explicar direito o que eram
Freyja: Se estiverem curiosos, creio que Hama possa lhes dar a explicação científica dele
Irthos (rindo): Realmente é dificil transmitir em palavras o que eles são e representam. E prefiro a prática.
Kenneth: Que nós provavelmente não entenderemos nada, certo?
Beowulf (rindo): Aye, o velho gosta das palavras, pode-se dizer. Mas o conhecimento dele nos é de grande valia, às vezes me pergunto qual a sua verdadeira idade, ele sabe de muita coisa afinal
Irthos: Pelo menos ele é humano, então até da pra estimar, não? Tente estipular o mesmo de L ‘lanthar por exemplo.
Hama (rindo): Ouso discordar de sua afirmação, Irthos
Irthos (confuso): De que você é humano ou que não dá pra estipular a idade de um elfo só de olhar?
Matheus: respeita a maozinha por favor ^^
Cleber (Irthos): ah é, esqueci que agora ela é opcional, uaheuhaueuhaheuha
Vocês olham para os lados, procurando por Hama até que um dos corvos empoleirados próximos a cadeira do Jarl voa na direção de vocês e se transforma na figura de Hama
Beowulf (rindo): Estava me peguntando por onde estava, Hama, que ainda não havíamos lhe visto
Hama: Estava me informando sobre os acontecimentos, Jarl. Posso mandar que enselem os cavalos, se desejarem
Beowulf: Agradeceria
Hama anui com um gesto de cabeça enquanto começa a se afastar, caminhando bastante firme para a idade
Antes de deixar o aposento, ele olha para trás e encara Irthos, a face oculta pelas barbas e cabelos brancos
Hama: As aparências podem enganar, meu jovem garoto. Às vezes não bastam apenas os olhos para reconhecer algo. Muitos humanos poderiam ser enganados por um disfarce enquanto o cão leal reconheceria seu dono sem dificuldade alguma, mesmo sua visão sendo imensamente inferior. Pense nisso
Cairnwolf (rindo): Gostei dele
Irthos (levemente confuso): Pensarei.
Beowulf (rindo): Ele adora charadas e comentários de efeito.
Irthos: Então ele é um L’lanthar com senso de humor? Comecei a gostar mais dele.
Freyja: Nem tanto, eu diria. Ele é bem sério em suas tarefas
Irthos: L’lanthar também, você que não o conhece. Talvez ele seja menos sério, mas mesmo assim, acredito que todo o mérito de quase ninguem ter morrido quando aqueles dragões e orcs sequestraram os moradores de Rondall, é dele.
Beowulf: Faz tempo que L’lanthar chama de Rondall sua casa? Ouvi dizer que muitos druidas gostam de escolher uma pequena vila e tomar conta dela
Irthos: Eu sei que ele está lá desde que tenho noticia de minha existência, e isso fazem pelo menos quinze anos. Imagino que ele já esteja pela vila a pelo menos dez anos antes disso, um cinco de maneira fixa, aye? (eu encaro Cairnwolf)
Cairnwolf: Não sei da data exata, mas foi mais ou menos quando eu conheci sua mãe. Ele sempre passava pela vila para se assegurar que as colheitas estavam indo bem
Irthos: Ele deve ser um dos principais motivos que numa região como a nossa, não tenhamos sido atacados por animais, quer dizer, sempre tem algum caso isolado, mas nunca digamos uma matilha faminta invadindo as fazendas pra devorar o gado e as criancinhas que porventura encontrarem também.
Freyja (rindo): Lugares diferentes, druidas diferentes. Hama sempre disse que os druidas são como a natureza do local. Calmos ou selvagens, prestativos ou destrutores.
Beowulf: Nunca descobri o estilo de Hama para ser sincero
Irthos: Aye. O que é bom, aye? Dois bons drakkares iguais são bons, duas fazendas com exatamente a mesma coisa plantada, mas dois usuários de magia iguais seria estranho. Iria achar que um deles era uma ilusão.
Kenneth: Em Krull nunca tivemos um druida por lá devido a já presença dos clérigos de Ehlonna.
Conner: O que seria um problema se o dito druida fosse um fiel seguidor de Obad-hai
Irthos (rindo, confuso): Obaquem?\
Silua: Obad-Hai. Ele e Ehlonna são as principais divindades da natureza, mas por ser fortemente defensor da neutralidade é rival de Ehlonna, e geralmente a rivalidade se estende aos seus seguidores também.
Irthos: Compreendo a parte da rivalidade, me parece ser como Bahamut e Tiamat embora menos drástico. Mas neutralidade em qual sentido, de deixar as coisas acontecerem como tiver que acontecer, sejam boas ou ruins?
Silua (pensativa): Deixa eu ver se consigo explicar. Ehlonna prega a convivência harmônica entre criaturas inteligentes bondosas e o mundo natural, enquanto que Obad-Hai é mais adepto da não-interferência. Digamos que seus seguidores são mais sujeitos a mandar uma alcatéia atacar uma vila só porque seus habitantes resolveram cortar árvores
Cristiane (Silua): sujeitos = propensos
Irthos (confuso): É meio estranho pensar que ao mesmo tempo eles não querem interferir mas mandariam uma alcatéia matar todos habitantes de uma vila. Mas enfim, acho que entendi.
Beowulf: Pelo que eu sei, há alguns que fariam isso mesmo. Mas a maioria não se importaria com o fato porque sabe que os homens precisam da madeira.
Irthos: Sim, como também há defensores da lei que não hesitariam em usar tortura e intimidação em inocentes se fosse pra evitar um mal maior.
Beowulf: Aye, eu já tive que intimidar mais de um para que conseguisse a verdade e pudesse exercer a lei como devida
Irthos: Aye. Mas enfim, podemos confabular enquanto cavalgamos, aye? Ou Hama vai surgir em meio a uma nuvem de fumaça quando eles estiverem prontos? (rindo) Jamais pude imaginar que ele fosse um druida. Quer dizer, a ultima vez que estivemos aqui, ele parecia ser não mais que um conselheiro.
Silua anui.
Freyja: E ele é assim para todos. Duvido que se Azzet estivesse na corte de um rei e não mostrasse nenhum truque mágico e não usasse roupas tão características dos conjuradores, saberiam que ele é um.
Irthos: À primeira vista ou depois de uma meia hora conversando com a corte?
Morgana: No caso de Azzet em específico? Só à primeira vista, eu diria
Irthos ri.
Irthos: É isso que digo. Vimos Hama em diversas oportunidades daquela vez, durante uns três dias, algumas boas conversas, e em nenhum momento ele deixou transparecer que fosse outra coisa além de conselheiro de seu tio, Freyja, Não que isso não seja importante o suficiente, claro, ja cruzamos com muitas pessoas que matariam pra ter um cargo desses.
Beowulf: Mesmo eu só fiquei sabendo do fato alguns dias depois. Deviam se sentir privilegiados por ele ter se mostrado à vocês hoje como um verdadeiro druida. Arrogante e orgulhoso, como todo bom Isän (eu concluo, rindo)
A porta se abre e Hama entra
Hama (sorrindo): Nem de perto tanto como você, meu bom Jarl. Os cavalos já estão prontos e me garanti de que todos estão bem e fortes. Gunnfaxi está ansioso, como sempre
Eu anuo para Hama
Beowulf: Eu anuo para Hama
Beowulf: Vamos?
Irthos (anuindo): Logo atrás de você, Jarl.
Beowulf: Eu saio dos salões em direção aos estábulos, guiando a todos e ajudando quem precisa a montar nos cavalos
Irthos: Eu sigo Beowulf até os estábulos, ajudando Arianna e então montando no cavalo que me foi passado.
Silua: Eu acompanho Beowulf aos estábulos e monto no cavalo que me foi cedido, enquanto Conner e meus pais montam nos seus.
Irthos: É um bom cavalo, sem dúvida. Não confiaria minha vida a ele como faria com Skyggnir, mas bom mesmo assim. Imagino que vocês ja tenham preparado os mais finos exemplares pra uma pequena exibição nos próximos dias, eh?
Beowulf: Os garanhões de combate estão em treino no momento, por isso que não estão por aqui. Essa raça de cavalo é nativa aqui de Isa, facilmente identificável pelos músculos mais fortes, pelagens mais grossas e cascos maiores. A natureza se encarrega de se adaptar a tudo, aye?
Irthos: Humanos tem a teimosia, que no fim das contas tem o mesmo efeito a longo prazo. (eu começo a cavalgar lentamente, me acostumando com o cavalo)
Beowulf (rindo): Aye, é verdade. Conquanto que não seja a teimosia em não mudar dos anões, aye? (eu começo a cavalgar, guiando-os até o fiorde, cumprimentando as pessoas no caminho)
Irthos: Aye. Pelo que vi dos anões até aqui, largue um deles sozinho e sem comida na fenda mais esteita do tunel mais escuro, que se ele tiver um pouco de sorte e um machado voltará a sua cidade com uma coleção de troféus. Mas solte-o no topo da montanha que, mesmo com o melhor dos caminhos rumo ao chão, acho que seriam capazes de se jogar lá de cima só pra voltar logo à terra firme.
Vocês cavalgam por algo em torno da meia hora falada por Beowulf, a velocidade aumentando após terem deixado as ruas da cidade. Assim que se aproximamjá podem ver o vale surgindo por entre as duas partes de terreno rochoso que se erguem como garras em direção ao mar
Beowulf: Vamos seguir para o vale, em direção ao mar. Uma coisa que precisam saber sobre o mar às bordas de Isa é que ele é traiçoeiro. São poucos os lugares que são atracáveis e este aqui não é um deles. Rochas pontiagudas estão há pouco mais de um metro de profundidade em boa parte de todo o canal (eu sigo cavalgando na direção do fiorde)
Silua (anuindo): Ao menos dificulta o serviço de possíveis ‘visitantes indesejados’ de Gabraj (eu sigo cavalgando)
Irthos: E até mesmo de alguns desejáveis. Eu acho dificil repetirmos aqui o feitio que fizemos no Arquipélago do Dragão. Lá era apenas uma tempestade e duas grandes rochas, aqui são centenas de rochas, algumas quase tão grandes, todas destruidoras se bem atingidas. (eu continuo a cavalgar)
Logo vocês chegam até a base do fiorde. O frio é mais intenso no local devido ao vento que sopra do mar e afunila pelas montanhas fechadas. O local é facilmente reconhecível por alguns, foi o lugar onde o antigo Jarl fora se juntar com seus antepassados. A visão do local, coberta com a neve que cai frequentemente e o céu cinzento é ainda bela, embora a falta do sol deixe o local sem muita de sua beleza
Beowulf: Infelizmente o dia de hoje não está muito bom para ver ele, mas aqui está o maior fiorde das redondezas. Nós o chamamos de Leito das Estrelas, porque é daqui que nos despedimos daqueles que nos são importantes.
Arianna (surpresa): E é mesmo verdade que palavras não conseguem descrever algo assim
Conner: A natureza sempre consegue nos surpreender com algo assim. Foram milhões de anos até que algo como isso pudesse ter se formado
Irthos: Espero que possamos voltar aqui no verão para que tenha uma segunda opinião, com o sol brilhando sobre as águas, fazendo os maiores drakkares parecerem vultos monstruosos sobre tudo isso. E Conner, você disse milhões? (eu o encaro, surpreso)
Conner: Sim. Por quê? Lhe surpreende o fato de que Val’huhn existe há milhões de anos?
Irthos: Nem tanto. Me surpreende mais é o fato de estarmos apenas no ano três mil e doze da sétima era perto disso. Quero dizer, antes ninguem contava o tempo? (eu rio, sem jeito)
Conner: Ou talvez não houvesse quem contar.
Irthos: Aye, mas é dificil imaginar isso num mundo onde dragões vivem mais de dois mil anos se deixados em paz. Eu dificilmente acreditaria se um deles me disesse que ele pertence apenas à trigésima geração de dragões sobre Val`huhn. Soaria até um pouco triste.
Morgana: Muitos acreditam que Val’huhn existe desde muito antes do primeiro habitante, onde havia apenas vegetais. Só muito tempo depois que vieram os animais e ainda muito depois foi que os deuses criaram as raças pensantes. (dando de ombros) Muitos discordam disso, obviamente. Eu, por exemplo acho muito chato um mundo sem nada para fazer e milhões de anos é muito tempo para tamanha chatice
Irthos: Talvez os anos passem diferentes para os deuses, e a vida de um humano surga e se vá no tempo de um espirro. Senão eu morreria de tédio também.
Beowulf (rindo): Eu já desisti de tentar entender os deuses; mas se eu me lembro bem do que Hama disse, o surgimento deles tinha algo a ver com a neve derretendo das montanhas no degelo e lentamente ir destruindo a rocha ao longo das eras. (eu encaro Morgana) Acertei?
Matheus E (Beowulf): Freyja*
Freyja anui, sorrindo
Arianna: Essa nevasca vai continuar por muito tempo? Pelo que dizem, isso aqui deve ser muito mais belo com o Sol brilhando com força
Freyja: Talvez Hama pudesse lhe responder isso, mas as nevascas daqui são como um Isän sem bebida: completamente imprevisíveis (ela ri)
Irthos (rindo): Na verdade acho mais facil Hama saber se os próximos dias serão melhores. Mais seguro também.
Silua: Com sorte amanhã teremos sol e vocês poderão ver esse lugar como merece
Irthos: E você, Cairnwolf Tremequeixo? O que está achando da paisagem?
Cairnwolf: Surpreendente. É engraçado ver como a água parece ter rachado as montanhas ao lado ao meio para poder entrar
Irthos: Os mais poéticos diriam que a montanha é que se cansou de ter apenas terra e se abriu para deixar a água entrar e lhe fazer companhia, mas eu não sou um deles, não senhor.
Silua (rindo): Imagina se fosse
Irthos (pensativo): Acho que nesse dia o céu se abriria, Bahamut desceria acompanhado de nove dragões dourados e gritaria a plenos pulmões: AGORA CHEGA, MEUS OUVIDOS TEM LIMITES! Não Silua, melhor não arriscar.
Silua ri.
Beowulf: Isso se você não ter levado um Isän à fúria antes, aye?
Irthos: Os nove dragões seriam pra tentar segurar o Isan tempo suficiente pra Bahamut mesmo me bater.
Beowulf (rindo): Suponho que sim.
Beowulf: Eu desmonto de Gunnfaxi e começo a caminhar na neve um tanto profunda, respirando com vontade o ar da manhã
Silua (rindo): Melhor não provocar isso então (eu também desmonto e sigo caminhando pela nve, Conner ao meu lado)
Irthos: Eu anuo, rindo, e desmonto do cavalo. Ajudo Arianna a descer e seguimos lado a lado. Olho pra Silua, rindo um pouco.
Irthos (rindo): Espero, pro bem deles, que nenhum Gabraj tente perseguir Silua pela neve um dia. Acho que se ela quiser, consegue caminhar sem que nada alem da sola das botas afunde na neve.
Silua (rindo): Posso pisar leve, mas para andar na neve fofa sem afundar é uma distância bem grande
Irthos: Quantos metros você acha que consegue?
Silua (rindo): Eu quis dizer que entre pisar leve e andar sem afundar há uma grande diferença
Irthos: Estou levemente decepcionado agora. De toda forma, pra cada metro que Beowulf avança, se a neve não for alta a ponto de te impedir de avançar, deve conseguir avançar dois.
Irthos (rindo levemente): Eu continuo avançando apenas um e nem tenho o modo "abrir caminho"
Silua (rindo): Isso que você já pisa mais leve do que Beowulf, embora não tanto quanto eu
Beowulf: Tomem cuidado um dia que estiverem andando por aí sozinhos, há lugares em que a neve acumulada pode chegar a mais de dois metros
Kenneth: Dois metros?
Beowulf: Três às vezes
Kenneth: Isa é um pouco inóspita, não?
Freyja (rindo): Bastante.
Silua (rindo): Lembro daquele buraco cheio de neve onde Beowulf afundou nas Gadrafik
Irthos: Sim, teve o corredor entre o cume e aquele tipo de fortaleza suspensa que parecia inofensivo mas fez Beowulf afundar até a metade do peito. Ele teve que nos levar equilibrado sobre os ombros ou então jamais chegaríamos na outra ponta.
Beowulf: Hoje você simplesmente voaria até o topo da montanha como se fosse a coisa mais simples do mundo.
Irthos: Não sem ser jogado uns vinte metros pra cada lado de vez em quanto devido ao vento, mas sim, seria muito mais facil. Sem vento eu poderia estar no topo em meia hora, e não a semana que levamos. Ah, doce ironia.
Beowulf: Eu rio e chego até a beira do mar, sentando sob uma pedra. O vento mais forte do que eu pensei faz com que eu acenda uma pequena chama para ajudar a me esquentar
Irthos: Eu paro ao lado de Beowulf, admirando o mar e apreciando a "brisa".
Irthos: Essa conversa sobre subirmos as Gadafrik me fez até lembrar daquelas malditas harpias. Elas ficaram atirando setas em nós, se divertindo, mas eu seria o alvo de todas as garras delas se estivesse voando, fora que com isso, Silua dificilmente poderia usar suas flechas sem o risco sério de me atingir. Mas ao mesmo tempo, erramos tantas flechas que, se eu tivesse ido pro corpo a corpo, teriamos nos machucado menos.
Beowulf: É verdade. Sempre escolhas e sempre tenho a impressão de que muitas vezes fizemos as erradas. Mas ainda assim, algo me diz que há uma força maior guiando nossas vidas. Afinal, foi um tanto coincidência termos chegado em Krull a tempo de evitar que aquele druida com seu bulete destruísse a vila, de resgatarmos os habitantes de Rondall dos dois dragões e de termos chegado em Isa a tempo de ver meu tio ainda vivo e salvarmos Freyja e com isso toda Nordenbeutel.
Irthos: Não vá se esquecer daquela caravana que salvamos dos orcs sem que ninguem morresse, do velho que salvamos de uma emboscada de worgs, do drake em Othalos que também não chegou a atacar a vilam em si, isso quando não chegamos adiantado, como em Aguas Paradas.
Irthos: Acho que atrasados mesmo estivemos só em Lawjbard, de certa forma, mas no fim ainda conseguimos evitar que aquela reliquia deles fosse levada pelos khraz… kaz… enfim.
Silua anui, séria.
Irthos: E se tivessemos chegado adiantado, digamos, pra ter salvo aquele vilarejo que vimos queimado no caminho, provavelmente estariamos contra cinquenta daqueles orcs maiores num unico espaço, pelo menos um deles um xamã. No templo pelo menos os enfrentávamos em grupos de três ou quatro. Não teriamos a menor chance na época.
Beowulf: Aye, na época eu não sentia o sangue Isän nem o de dragão ferverem tão fortemente quanto agora. (eu abraço Freyja e encaro as nuvens escuras mais à frente) Melhor voltarmos para Nordenbeutel, com o vento aumentando de força e com a aparência daquela nuvem mais escura, temo que teremos ainda mais neve pela frente e temo pela saúde de Freyja e de Arianna.
Irthos: Não é preciso ser de Isa pra saber que uma nevasca tornaria o retorno à sua fortaleza um tanto dificil.
Beowulf: Os cavalos não teriam muita dificuldade, afinal eles eram selvagens antes de montarmos neles. Mas frio demais pode fazer mal para os bebês e para as mães e não quero perder nenhum dos dois por bobagem
Silua (anuindo): Vamos retornar então, ainda teremos amanhã para passermos mais até a chegada do rei de Isa
Irthos: Eu anuo e começo a voltar até os cavalos, acompanhando Arianna. Ajudo-a a monta e faço o mesmo.
Silua: Eu volto a montar no meu cavalo, assim como Conner e meus pais com os seus e começamos a seguir Beowulf de volta a sus fortaleza.
Beowulf: Eu monto em Gunnfaxi e volto até Isa, deixando que as patas fortes do garanhão abram melhor o caminho em direção à fortaleza. Me sinto bem e feliz por estar de volta à Isa, mas a sombra dos próximos dias e da importância deles para o futuro de toda Nordenbeutel pesa sobre meus ombros com força demais. Eu mantenho a pose rígida e orgulhosa de sempre, tentando não preocupar os demais. Assim que estamos de volta em Nordenbeutel e deixamos os cavalos nos estábulos, eu convido a todos para o almoço
3.5E v2.0 ruleset for Fantasy Grounds II. Copyright 2011 Smiteworks USA, LLC.
Teste: [GM] [2d10 = 18]
[ATTACK (M)] Drakengard [CRIT 17] [FULL] [1d20+36 = 51]
[ATTACK #2 (M)] Drakengard [CRIT 17] [FULL] [1d20+31 = 39]
[ATTACK #3 (M)] Drakengard [CRIT 17] [FULL] [1d20+26 = 27]
Beowulf -> [ATTACK (M)] Drakengard [CRIT 17] [FULL] [1d20+36 = 52]
Beowulf -> [ATTACK #2 (M)] Drakengard [CRIT 17] [FULL] [1d20+31 = 48]
Beowulf -> [ATTACK #3 (M)] Drakengard [CRIT 17] [FULL] [1d20+26 = 37]
Beowulf -> [ATTACK #2 (M)] Drakengard [CRIT 17] [FULL] [CONFIRM] [1d20+31 = 36]
3.5E v2.0 ruleset for Fantasy Grounds II. Copyright 2011 Smiteworks USA, LLC.
Freyja: Algum pedido especial para o almoço?
Azzet: Qualquer coisa quente está de bom tamanho
Beowulf (rindo): Inclusive tripas de porco assadas?
Irthos: Almoço já? Bem, havendo carne, a não ser que Arianna queira algo especial, digo o mesmo que Azzet. Ao menos Isa é onde não precisamos nos preocupar com qualidade da bebida, heh. (eu sorrio)
Azzet (incerto): Tripas de porco assadas é uma especiaria Isän?
Freyja: soca Beowulf
Freyja soca Beowulf
Freyja (rindo): Não, apenas Beowulf andando demais com Irthos
Arianna (rindo): Se meus filhos puxarem um pouco ao pai, eu terei sérios problemas
Silua ri.
Irthos: Eu provavelmente não o aguentarei por mais de seis meses depois que aprender a falar. Se Azreth falasse ele provavelmente aprenderia dracônico antes dos quatro anos só por influencia dele. E a maioria xingamentos, eu imagino.
Irthos: Azreth morde minha orelha levemente, bufando.
Silua (rindo): E xingamentos que aprendeu com você mesmo, não?
Irthos (rindo): Minha cara, isso é tão óbvio quanto afirmar que o filho de Beowulf vai estar bebendo como o pai quando for ainda mais jovem do que ele quando começou a fazê-lo.
Cleber (Irthos): teste
Beowulf (rindo): Segundo o que me lembro de meu pai, ele me deu um pouco de cerveja achando que era leite quando eu ainda tinha alguns dias de vida
Cairnwolf (rindo): E eu me achando um mal pai…
Beowulf (rindo): Ao menos cresci grande e forte, aye?
Irthos: Memória boa a sua naquela época hein? Deve ter sido que a tornou o que é.
Cleber (Irthos): teste³
Cleber (Irthos): deve ter sido isso
Silua (rindo): Eu achava que tinha crescido assim pelo sangue de dragão, não por ser pinguço precoce…
Irthos: Se dependesse disso, Silua, acho que o teriamos encontrado é barrigudo e não alto. Talvez alto também, quem sabe, mas isso sim influência do sangue de dragão.
Silua ri
Freyja: Bom, eu vou pedir para fazerem o almoço normal e trazerem um pouco de vinho quente, deve ajustar a esquentar
Freyja deixa a sala com um gesto de cabeça
Beowulf: Alguém pretende fazer algo ou vamos nos sentar na mesa, próximos ao fogo?
Kenneth pretende falar algo, mas mesmo antes de abrir a boca Azzet o interrompe, tremendo. O pai de Silua apenas sorri
Azzet: Sentar próximos ao fogo
Irthos (rindo): Então é isso que faremos também.
Silua (rindo): Creio que Azzet já escolheu por nós
Beowulf: Azzet e sua aversão ao frio. Vamos, podemos usar aquela mesa ali à frente (eu aponto para uma mesa mais afastada, próxima da lareira)
Azzet corre até lá e se senta com as costas para a mesa, esquentando as mãos no fogo
Allanna susurra nos ouvidos de Morgana enquanto se dirigem à mesa
Allanna (rindo, sussurando): Machão esse seu homem, não?
Morgana (rindo): Poisé… (ela se senta ao lado de Azzet, virada para a mesa)
Silua: Rindo da reação de Azzet e do comentário sussurrado da minha mãe, eu me sento à mesa, ao lado de Conner.
Irthos: Eu reprimo um riso – o que o torna uma tosse estranha – ao ver Azzet correndo em direção à lareira, me sentando à mesa com Arianna ao meu lado.
Beowulf: Eu me junto à mesa após trazer alguns chifres e um barril de hidromel, que deixo sobre a mesa. Sirvo aqueles que desejam alguns goles antes de me sentar à mesa
Morgana (surpresa, rindo): Os nobres de Aegir jamais fariam algo assim. Preciso dizer que estou surpresa com os bárbaros do norte (ela aceita o chifre, bebendo pequenos goles)
Freyja: Impeça um de beber uma cerveja ou ameace algo que eles prezam e verá que o título é completamente merecido (ela se aproxima da mesa e se senta também)
Irthos: Não precisa dizer mais nada (eu aceito um dos chifres e bebo, embora não tão avidamente quanto a quase dois dias atrás)
Beowulf (rindo): Mais ou menos isso. Além do mais, eu não queria esperar até o almoço estar pronto para beber um gole e fazer isso sozinho não tem graça, aye? (eu ergo o chifre e o viro num longo gole)
Conner aceita o brinde, embora o faça com cuidado, sem saber a força da bebida
Conner (surpreso): Bastante diferente do hidromel do continente (ele bebe mais um gole, confortável com a bebida)
Irthos: Para melhor eu digo (eu ergo o chifre em resposta à Beowulf e viro o restante do conteudo do meu)
Beowulf (anuindo): Mais forte e mais saboroso.
Conner: Deve ser devido às plantas daqui. O sabor do hidromel depende muito das flores da região, que as abelhas usam para produzir o mel
Beowulf (surpreso): Ah é?
Conner (anuindo): Da mesma forma como um vinho vai ser diferente dependendo da uva com o qual é feito
Beowulf (rindo): Talvez com você como marido ainda haja esperanças para Silua
Silua (rindo): Espere sentado.
Irthos (rindo): Já eu prefiro nem saber o que torna as flores daqui melhores mesmo com todo o frio e simplesmente aceitar que é assim.
Conner (animado): Provavelmente o fato de que elas precisam fazer em menos tempo o que as outras podem levar mais. Quando toda a sobrevivência da sua espécie depende de alguns poucos dias, é fundamental que você dê o melhor nesses dias, portanto seja o mais forte possível. É assim com toda a natureza. Não é fantástico?
Kenneth (rindo): Como servo de Ehlonna não podíamos esperar que achasse diferente, na verdade
Irthos: Fantástico é como depois desses meses corridos, simplesmente arrebatamos todo o serviço delas pra termos essa maravilha que é o hidromel. Um brinde aos ladinos do hidromel que se arriscam a serem picados para que possamos nos arriscar a não conseguir subir as escadas.
Silua: Uma maneira de chegar perto de uma colméia para pegar mel sem muito risco é usar fumaça, que atordoa as abelhas
Irthos (rindo): E desde quando você gosta de fazer as coisas sem emoção? Ah, esquece.
Silua (rindo): Bem, se você prefere ser picado…
Irthos: Eu contra uma colmeia de abelhas seria como Beowulf contra uns mil arqueiros, embora no meu caso haveria muita dor. Por isso falei dos ladinos!
Beowulf: Sem entender o que Irthos falou, eu apenas suspiro e bebo mais um gole de hidromel
Alguns instantes depois, os serviçais começam a trazer o almoço. Grandes quantidades de comidas – todas parecendo um tanto mais "pesadas" do que estão acostumados. Junto trazem algumas jarras de vinho quente
Beowulf: Sirvam-se. Se acharem que a comida vai pesar em seus estômagos, estão certos. (eu rio) Precisamos de algo com mais energia e calor no inverno
Silua: Bem, eu e Irthos já conhecemos a cozinha de inverno de Isa, então conhecemos nossos limites (eu me sirvo e começo a comer)
Irthos: Quem veio a Isa querendo comer no maximo como no continente durante o verão, vai se decepcionar mesmo. Ela aparenta estar pesada sim, mas nada que uma caminhada não tire (eu me sirvo ávidamente, começando a comer)
Os demais se servem com mais cuidado. Azzet se serve um pouco demais, achando que a promessa de esquentar-se tentadora demais para deixar passar. Garfadas mais tarde, sentem-se satisfeitos, esquentados e alguns estufados. Os serviçais retiram tudo em questão de minutos
Beowulf: Irthos, sugere algo para a tarde?
Irthos: As vezes acho que minha cabeça funciona melhor depois de beber muito do que depois de comer muito. Quer mostrar de perto alguns dos maiores drakkares que estão em terra firme, a quem só viu navios de longe? Praticarmos aquele salão de escudos para fazer bonito nos próximos dias? Cavalgar, voar, correr pra nos aquecermos?
Silua: E não esqueça aquele favor que você nos pediu, Beowulf
Beowulf: Aye, pretendem fazer isso essa tarde enquanto eu mostro os drakkares e os meus guerreiros para os outros convidados?
Silua: Você não vai junto?
Beowulf: Se preferirem que eu vá junto, eu vou. Também podemos fazer isso amanhã
Arianna: Do que estão falando?
Beowulf (rindo): É um segredo nosso. Vocês vão descobrir quando chegar a hora
Cairnwolf: Não sei o que é mais preocupante. Se o Jarl guardando segredos ou meu filho envolvido com isso; temo o que ele pode fazer
Irthos ri.
Irthos: Seria complicado explicar, será facil de entender quando a hora chegar, então fiquem tranquilos.
Beowulf (rindo): E ninguém vai se ferir muito, eu prometo
Allanna (preocupada): Muito?
Beowulf: Eu sorrio
Beowulf: Então, faremos isso hoje ou amanhã?
Silua: Não tinhamos combinado fazer hoje?
Silua: E não se preocupe mãe, ficaremos bem.
Beowulf: Aye, podem confiar em mim
Freyja: Era isso o que eu temia
Irthos: Se não for obrigatorio que seja hoje, amanhã seria melhor se hoje você se ocupará com as demonstrações.
Beowulf: Que também podem ser feitas amanhã e com sorte com um tempo melhor
Silua (anuindo): Se o tempo amanhã estiver melhor, acho que iriamos preferir usá-lo para passar o tempo com nossos entes queridos e não o contrário
Beowulf (anuindo): O que nos resta com um problema de o que farão hoje (eu encaro os outros convidados)
Freyja: Eu mostrarei os salões e algumas das coisas de Nordenbeutel, bem como um pouco da história daqui
Azzet: Se as historias poderem ser contadas num lugar quente, eu aceito
Beowulf: Eu seguro uma risada
Beowulf: Certo, então faremos isso. Eu só preciso ajustar uns últimos detalhes com Hama antes de partirmos
Beowulf: Eu deixo o salão, indo procurar Hama e fazendo os últimos ajustes com ele
Irthos (alto, para Beowulf quando ele ia deixando o salão): Principalmente ver com ele se amanha será mesmo um dia com tempo melhor!
Irthos: Eu rio um pouco ao perceber o volume que usei, enchendo outro chifre e bebendo-o.
Silua (rindo): Discrição zero, hein Irthos?
Kenneth: Eu imagino que com todas essas mesas por aqui, muitas vezes esses salões ficam cheios, não?
Freyja (anuindo): Se ficarem quando estiver por aqui, você vai ficar sabendo (ela ri)
Arianna: Um monte de Isäns bebendo e comendo não deve ser muito fácil de passar despercebido
Cairnwolf: Infernos, é fácil de saber quando boa parte dos homens de Rondall se reúnem na taverna
Irthos: Multiplique o estardalhaço e a quantidade de comida e bebida indo de um lado pro outro por dez quando isto aqui estiver cheio, no minimo.
Freyja: É uma bela visão.
Irthos: Provavelmente a teremos daqui a dois dias, aye?
Freyja: Certamente eu diria. Para quem não está acostumado com coisas do tipo, pode ser uma visão e uma experiência bastante desconfortável. Beowulf fez questão de termos a casa cheia.
Irthos: Eu diria que os mais prejudicados talvez serão os ouvidos e o nariz, mas prefiro opinar depois.
Silua (rindo): Será que é pior do que participar de uma festança dos anões?
Morgana: Por que ele faria isso? (ela parece confusa, até sorrir) Ah sim, faz todo o sentido agora.
Freyja sorri
Cairnwolf: Se importa de explicar? Se vão receber convidados de Gabraj, eles não ficariam encomodados com isso? (ele espera um pouco e bate com a mão na testa) Cairnwolf, seu velho idiota!
Irthos ri.
Irthos: Agora é esperarmos Beowulf e então tomarmos nosso curto e rápido desvio de ações, aconteçam eles hoje ou amanhã. Seja como for, espero poder ajudar a impressionar ou, como meu pai disse, incomodar os Gabraj no que for possivel.
Silua anui.
Beowulf: Eu entro enquanto Irthos falava, me aproximando da mesa. Encho um chifre de hidromel e o bebo
Beowulf: Se o meu plano funcionar, já lhes deverei agradecimentos demais. (eu engulo o último gole) Vamos?
Silua: Vamos sim. (eu me levanto)
Irthos: Aye. Voltaremos o quanto antes for possivel (eu dou um beijo em Arianna, me levanto e sigo Beowulf)
Silua: E não se preocupem conosco, ficaremos bem (eu acompanho Beowulf para fora do salão)
Silua: Como o traremos para cá? Vai simplesmente arrastá-lo, Beowulf? (eu digo após estarmos fora do alcance da audição dos demais)
Beowulf: Aye. Pretendo deixá-lo do lado de fora e só entrar à noite quando as chances de sermos vistos diminuirem
Silua (anuindo): Precisaremos de uma boa isca também, um bom pedaço de carne ou até um peixe, que seja grande o suficiente para ser irrestistível para um animal desse tamanho e ao mesmo tempo não ser grande demais para que ele o possa engolir numa bocada.
Beowulf: Será que ele se importará em ir atrás de um alimento tão pequeno?
Irthos: Se entendi, quer que cacemos algo maior pra usarmos de isca, aye?
Silua: Bem, o inverno ainda não terminou, então provavelmente acharemos um aninmal faminto. Só não podemos oferecer algo muito grande para ter certeza que ele irá consumir tudo antes de notar algo estranho.
Beowulf: A sua ideia me agrada, mas a chance maior é de acharmos um urso hibernando. O que facilita as coisas. Aqui (eu entrego um pergaminho a Silua) Hama me deu ele, acho que você vai conseguir lançar a magia embutida nele. Ele fará o animal entrar num coma profundo. Mas ele diz que você precisa repetir o pergaminho por um minuto
Irthos: Ele leva um minuto pra ser feito, ou precisa ser repetido após um minuto?
Silua (rindo): Se eu soubesse disso não precisaria ter ido atrás de plantas para você.
Beowulf (rindo, nervoso): Eu esqueci ou era uma surpresa?
Silua: Eu tinha ficado de ver plantas soníferas para você para pegarmos ele, já que não sabíamos que Hama não só era um druida como iria ajudar com essa sua idéia
Beowulf: Bom, se ambos funcionam, eu deixo a escolha com você
Silua: Bem, tentaremos o pergaminho primeiro, que creio que deva funcionar num animal adormecido, se não der, teremos que apelar para a isca com um recheio de bons sonhos (eu rio um pouco)
Beowulf (rindo): Agora a ideia da isca faz muito mais sentido. Cavalos?
Beowulf: Eu fico uns segundos em silêncio e começo a rir
Beowulf: Se vamos usar cavalos para ir até lá, eu quis dizer
Irthos (rindo): Por um instante pénsei outra coisa também.
Silua (rindo): Isso que eu já havia explicado a idéia da isca anteriormente…
Silua: E quanto aos cavalos, você é que conhece o terreno que teremos que percorrer e se eles serão úteis ou não
Beowulf: Bom, sempre é útil chegar mais rápido; mas os rastreadores aqui são vocês
Silua: Você disse que a tal floresta ficava a algumas horas daqui. Então podemos levá-los e deixá-los do lado de fora da floresta enquanto caçamos, na volta Gunnfaxi poderá ajudar a trazer nosso alvo.
Irthos: Falou "a" rastreadora, e quem sou eu pra discordar dela. Lá dentro, Azreth será nosso terceiro par de olhos e ouvidos, mesmo que por ser uma floresta não possa nos ajudar por cima.
Irthos: Em ultissima hipotese, vamos nos ferir um pouco, mas de modo geral o plano como um todo é bom.
Beowulf: "Terceiro" (eu falo entre os dentes e então suspiro) Vamos até os estábulos pegar os cavalos então
Irthos: Você será nosso primeiro par de braços caso algo dê errado, e sem você teriamos sorte de conseguir trazer o bicho ate Nordenbeutel até o dia seguinte.
Silua (anuindo): E melhor levarmos algumas cordas bem fortes conosco, caso tenhamos que pôr Gunnfaxi para ajudar a puxar ou mesmo para imobilizar as patas do urso, como uma precaução para evitar surpresas caso ele acorde antes da hora
Beowulf: Eu arrumo isso, peguem dois cavalos além de Gunnfaxi e me encontrem do lado de fora da fortaleza (eu saio para o lado oposto, indo até os quartéis buscar cordas de seda)
Silua: Eu anuo e sigo junto de Irthos para os estábulos onde selamos Gunnfaxi e outros dois cavalos, depois seguindo para nos reunir a Beowulf do lado externo da fortaleza.
Irthos: Eu busco os cavalos juntamente com Silua, nos reunimos já do lado de fora. Sorrio, como sempre.
Irthos: É agora que iniciamos o plano de deixar os malditos Gabraj de queixo caido, aye? Que seu faro, Silua, seja melhor que sempre nesta tarde, e minha visão idem.
Silua (anuindo): Vamos indo então. Beowulf, mostre-nos o caminho até essa floresta que nos disse
Beowulf: Eu anuo e monto em Gunnfaxi, guiando Irthos e Silua até a floresta. Chegando lá, menos de uma hora depois, eu paro e viro para os dois, bastante sério
Beowulf: Obrigado mesmo por essa ajuda; e por não pensarem que sou um bastardo arrogante quando pretendo fazer isso. Embora muitas vezes eu mesmo pense isso
Silua (anuindo): Não precisa pedir desculpas, sabemos que é importante para você causar uma boa impressão em seu rei e ao mesmo tempo causar preocupações para os Gabraj
Irthos (rindo): E infernos, eu não perderia a chance de ver algumas dezenas deles assustados por nada neste mundo. Afora que seria impossivel dizer não a um amigo, aye?
Beowulf: Eu sorrio e desmonto
Beowulf: Prometo fazer um bom espetáculo com o urso e lhe dar uma morte rápida (eu olho para Silua) Quem vai sangrar mais serei eu na verdade
Silua: Eu anuo e também desmonto do cavalo.
Irthos: Eu desmonto, ainda rindo levemente.
Irthos: Provavelmente que com exceção talvez de Silua e Freyja, as demais mulheres não gostarão nem um pouco da cena se acabarem insistindo em ficar para ver.
Beowulf (rindo): O que? Acha que as mulheres Isäns não gostam de uma boa luta? (rindo ainda mais) Há um bom motivo para os homens daqui serem fortes, Irthos: não apanhar das esposas (eu faço um carinho em Gunnfaxi e olho para dentro da floresta)
Irthos (rindo): Eu me referi mais a Allanna e Arianna, e você sabe disso.
Silua ri.
Beowulf (rindo): Sei é? Eu ainda não entendi a piada das abelhas e dos arqueiros, então não se surpreenda.
Beowulf: Eu entro na floresta, esperando por Irthos e Silua alguns passos adentro
Silua: Eu sigo para dentro da floresta também, atenta.
Irthos: Eu entro na floresta, ja começando a ficar mais atendo agora que nossa pequena e meticulosa caçada estava começando.
Beowulf: Bom, os caçadores são vocês. Se precisarem de músculos, falem comigo; do contrário (rindo) vão me ouvir indo atrás de vocês
Silua: Eu rio e começo a andar pela floresta, atenta a sinais da presença de ursos, especialmente os atrozes.
GM: Caçadores, Sobrevivência
Silua -> [SKILL] Survival [MOD:WIS] (Sinergia) [1d20+26 = 28]
Cristiane (Silua): lol
Irthos -> [SKILL] Survival [MOD:WIS] [1d20+30 = 45]
Irthos já um pouco mais acostumado à montanhas, ainda mais com a ajuda de Azreth, não tem muitas dificuldades sem encontrar um lugar que parece ideal para uma toca. Uma caverna larga o suficiente para um urso bastante grande se extende alguns metros à frente. O cheiro forte de urina chama a atenção de Silua, mesmo de longe
Cleber (Irthos): estamos vendo a toca e vemos que ta vazia no momento, ou apenas vemos o que parece ser uma toca grande, mas nao conseguimos ver o que há dentro
GM: Segunda opção
Irthos (baixo, quase um sussurro, para Silua): Demorou, mas encontrei o lugar. Pelo visto temos um dos grandes, e pelo cheiro também. Silua, consegue chegar mais perto pra ver se ele está ai dentro?
Silua: Eu anuo, aciono o anel e me aproximo cautelosamente da caverna, atenta.
GM: Furtividade para se aproximar sem ser ouvida e um Observar para melhor avaliar o interior da caverna
[TOWER] Silua -> [SKILL] Move Silently [MOD:DEX] [1d20+30 = 44]
[TOWER] Silua -> [SKILL] Spot [MOD:WIS] [1d20+22 = 27]
Silua se aproxima da caverna como uma brisa: sem fazer som nenhum. Olhando para dentro da caverna escura, é difícil reconhecer algo além do alcance da visão, mas o que parece ser uma sombra bem maior alguns metros além do limite e um som bastante familiar indicam que a caverna é habitada
Silua: Mantendo o pergaminho fornecido por Hama a mão, eu entro devagar e com muito cautela para ter certeza que o morador da caverna é o que procuramos.
Logo a sua experança é satisfeita. Um urso branco bastante grande, até um tanto maior que o bearas – embora sem os espinhos – hiberna ali, num sono bastante profundo. A criatura é um tanto assustadora de se contemplar e os dentes para fora do focinho tem o tamanho de uma mão humana
Silua: Eu olho admirada o grande animal antes de abrir o pergaminho e começar a ler em voz baixa o encantamento nele escrito, esperando que realmente seja eficaz contra ele.
Você repete o encantamento por um tempo considerável até que as palavras sumam do pergaminho e formem uma pequena luz azulada que atinge o urso. Nada parece ter mudado. Ele parece continuar dormindo
Silua: Antes de testar se a magia realmente funcionou, eu recuo para fora da caverna para avisar meus amigos.
Silua: Temos um urso branco bem grande lá dentro. Usei a magia, mas como ele já estava dormindo profundamente não há como saber se funcionou sem tentarmos acordá-lo.
Irthos: Eu me aproximo mais da caverna, ansioso.
Irthos: Bem, se ele realmente não fez efeito, estaremos aqui pra segurar o bicho caso ele decida vir atrás de você.
Beowulf: Acho melhor eu tentar acordar ele, aye?
Silua (anuindo): Por mim tudo bem (eu lanço uma magia de luz num dos braceletes de Beowulf) Tome, vais precisar disso para enxergá-lo.
Beowulf: Eu anuo e entro na caverna. Ao contemplar a imensa criatura eu sinto uma mistura de apreensão e excitação. Me aproximo dele e o pego pelo pescoço, pronto para apertar com força caso ele acorde
O urso não dá sinal algum de despertar
Beowulf (alto): Acho que ele não acorda, se quiserem vir dar uma olhada nele
Silua (rindo): Eu já dei uma boa olhada (eu entro na caverna novamente)
Irthos: Eu entro na caverna, ansioso para ver o tamanho do bichano.
Beowulf: Grandinho, aye?
Irthos: Percebo. Soltar um desses atiçado no meio de uma tropa de Gabraj e teriamos quinze intestinos a mostra antes de Silua terminar de usar esse pergaminho.
Silua (séria): Você acha que consegue encarar um desses sozinho, Beowulf?
Beowulf: Sinceramente, não sei. Imagino que eu vá sair um tanto ferido até cansar o animal, mas creio que conseguirei. Por garantia, vou levar a Drakengard junto mas só sacarei se realmente precisar
Irthos: Eu diria que suas chances são boas. E mesmo que saia ferido, com certeza irá assustar a todos com essa demonstração. Ai irão pensar "pelos deuses, o que esse Isan faria se tivesse um machado em cada mão e entrasse num frênesi bárbaro?"
Silua: Hama disse quanto tempo durava o efeito dessa magia?
3.5E v2.0 ruleset for Fantasy Grounds II. Copyright 2011 Smiteworks USA, LLC.
Beowulf (coçando a barba): Hum… sabia que eu devia ter perguntado algo
Irthos: Eu rio, levemente nervoso.
Irthos: Silua, não acha que consegue ministrá-lo aquelas ervas enquanto ele está inconsciente, pra garantir?
Cleber (Irthos): aka, fazer elas descerem goela abaixo, hehe
Beowulf: Mas eu imagino que Hama deva ser um tanto mais inteligente do que eu, aye? Sendo assim, ele deve ter se prevenido disso.
Silua (rindo): Se você conseguir enfiar a mão na boca dele e fazê-lo engolir a força….
Cleber (Irthos): que falta faz as nossas atuais injeções, hehe
Irthos (pensativo): Bem pensado. Bem, o jeito é Beowulf ficar alerta enquanto o transportamos de volta à fortaleza.
Silua: Por isso pedi para trazer cordas junto. Além de facilitar o transporte dele, se precisarmos de Gunnfaxi, podemos imobilizar-lhe as patas e o focinho, caso ele acorde no caminho. Ao menos ganharíamos um tempo assim
Beowulf: Eu entrego as cordas para Silua
Beowulf: Considerando que elas aguentarão um animal como esse
Irthos: Como Silua disse, no mínimo nos renderão preciosos segundos que podemos usar pra imobilizá-lo e então Silua ler o pergaminho novamente.
Silua: Não creio que o pergaminho tenha mais de um uso, ao menos ele apagou o que estava escrito quando eu o li
Irthos: Então vou pressupor que Hama ja pensou pelo menos num tempo minimo pra trazê-lo até a fortaleza. Bem, Silua, vai precisar de ajuda pra fazer os nós?
Silua (anuindo): Em dois, faremos mais rapidamente (eu lhe entrego parte das cordas) Amarre as patas traseiras dele.
Irthos: Eu anuo, pegando as cordas e começo a amarrar com força as patas traseiras do urso, conferindo bem meu trabalho.
Silua: Eu começo a amarrar as patas dianteiras do urso, conferindo para ver se estão bem firmes.
GM: Usar cordas, ambos
[TOWER] Irthos -> [SKILL] Use Rope [MOD:DEX] [1d20+10 = 27]
[TOWER] Silua -> [SKILL] Use Rope [MOD:DEX] [1d20+12 = 29]
Matheus: rolaram o mesmo número no dado lol
Irthos e Silua amarram a corda bem firme, usando toda a extensão dela para garantir que as amarras estão bem firmes
Irthos: Eu observo com considerável orgulho os nós, esperando apenas que o urso não seja – muito – mais forte do que parece.
Irthos: Se quando subimos as Gadafrik meus nós tivessem saido assim, eu provavelmente teria escalado com os olhos vendados. (rindo) Lembrar deles hoje me faz pensar como não caímos montanha abaixo.
Silua: Bem, ao menos essas cordas deverão nos dar na pior das hipóteses uns instantes a mais para respirar
Beowulf: Aye. Só estou pensando em como carregar ele. (eu paro pensativo) Ao menos vai ser fácil de segurar pelos pêlos. Acham que conseguem levantar a parte frontal dele o suficiente para mim entrar debaixo?
Irthos (anuindo): Problema nenhum (eu me posiciono para erguê-lo, com a ajuda de Silua)
Silua: Eu anuo e me posiciono para erguê-lo junto com Irthos.
Vocês fazem bastante força, mas conseguem erguer a criatura cerca de meio metro do chão. Por quanto tempo conseguem aguentar, não sabem
Silua: Melhor pegar ele rápido Beowulf, não vamos aguentar muito aqui
Irthos: Eu anuo, bufando levemente.
Beowulf: Eu anuo e me abaixo um pouco, entro de costas para baixo do urso, de maneira que minha cabeça fique abaixo do pescoço dele. Coloco os braços para trás e agarro o couro dele. Faço força com as pernas e o levanto um pouco mais, julgando o peso dele
Você consegue levantar o urso com uma certa facilidade. Embora o peso dele seja um pouco incômodo, é o tamanho e a forma dele que deixará o transporte difícil
Beowulf: Eu bufo com força
Beowulf: Eu não estou enxergando nada aqui debaixo, se conseguirem me indicar o caminho agradeço
Irthos (rindo levemente): Não seja por isso. (eu começo a sair da caverna e rumo a saída da floresta, no ritmo que Beowulf consegue acompanhar, guiando-o)
Silua: Eu ajudo a guiar Beowulf para fora da caverna e depois em direção ao lugar onde deixamos os cavalos.
Silua: Beowulf, não sei como são os cavalos nativos de Isa, mas é melhor avisar Gunnfaxi e pedir para ele controlar os outros cavalos, não queremos pânico por causa do urso
Beowulf: Bem lembrado (eu aviso Gunnfaxi e peço para que ele mantenha os outros cavalos calmos) Essa habilidade de Gunnfaxi pode ser bem útil numa batalha e nunca havia pensado nisso
Silua: Quer usá-lo para manter os demais cavalos calmos ou achas que ele poderia influenciar os cavalos inimigos?
Irthos: Imagino o panico no outro lado quando nenhum dos cavalos empina ou se assusta quando as flechas começam a voar. Fora isso que Silua disse no final.
Beowulf: Aye, isso pode ser bastante assustador. Mas também não sei quantos cavalos Gunnfaxi consegue influenciar; além do mais, o outro lado também pode ter um Laenmara
Irthos: Ah, se tiverem e ambos se encontrarem em combate, eu acho que Gunnfaxi o mastigará e cuspirá as ferraduras fora quando o ver, caso não o consiga influenciar. Ele já era um otimo cavalo quando você o comprou, mas parece que ficou ainda mais robusto e forte desde que vocês estão juntos.
Silua (rindo): Gunnfaxi virou canibal agora e eu não fiquei sabendo?
Irthos (rindo): Você entendeu, não confunda Beowulf ainda mais.
Silua (rindo): Eu entendi, mas não resisti à tentação de provocar
Irthos: Silua provoca e Beowulf reclama. Céus, ninguém é normal aqui, não mesmo! (eu continuo a seguir rumo aos cavalos)
Silua (rindo): Só agora você descobriu isso?
Beowulf (bufando): Pelos nove infernos, dá para ir seguindo? Carregar esse monstro não é exatamente a coisa mais agradável do mundo (eu dou alguns passos mais à frente e me choco com uma árvore, eu urro frustrado e decido seguir Irthos e Silua novamente)
Chegam até os cavalos em um tempo consideravelmente maior do que o que levaram para chegar até a caverna, devido à dificuldade de carregar o urso através das árvores
Silua: Chegamos nos cavalos. Quer descansar um pouco antes de voltarmos para Nordenbeutel, Beowulf?
Beowulf: Eu anuo e solto o urso no chão, esticando as costas
Beowulf: Assim que chegar em Nordenbeutel, um banho quente vai ser muito bem-vindo
Irthos (anuindo): Pelo menos vejo que não precisaremos nos preocupar quanto a hora em que entraremos na cidade, ja será praticamente noite quando chegarmos.
Silua anui.
Beowulf: Pelo visto será mesmo. Já que entre virmos à cavalo e voltarmos comigo andando mais lentamente na neve, acho que levaremos um bom tempo. Ao menos três horas, eu imagino
Silua (anuindo): Ao menos não precisaremos procurar um lugar para deixar o urso fora de vista até anoitecer e poderemos entrar direto. Espero que Hama tenha lembrado de se certificar que os guardas dos portões hoje sejam os mais discretos possíveis
Irthos: Se ele mesmo não estiver nos esperando empoleirado nos portões…
Beowulf: Eu anuo
Silua anui.
Beowulf: Vamos seguir então?
Silua (anuindo): Vamos.
Irthos: Eu anuo e olho para meu cavalo, ja mais acostumado mas ainda sentindo um pouco a falta de Skyggnir. Ele parece levemente nervoso com Azreth em meus ombros, mas imagino que "levemente" seja mais influência de Gunnfaxi. Encaro Beowulf, suspirando.
Irthos: O erguemos novamente pra você entrar por baixo ou como vai ser?
Beowulf: Acho que consigo sozinho, mas isso realmente deixa as coisas mais fáceis
Silua: Vamos lá então (eu e Irthos nos posicionamos e erguemos novamente o urso para Beowulf poder carregá-lo novamente)
Beowulf: Eu pego o urso da mesma maneira e sigo de volta na direção de Nordenbeutel
[w] Irthos: silua acted for us ^^
A volta até Nordenbeutel não é nem de perto tão rápida quando foi a ida à floresta. Ainda no inverno, o Sol já havia se posto há muito quando as tochas sobre as paliçadas de Nordenbeutel surgem no horizonte. Beowulf parece um tanto exausto, porém satisfeito. Irthos e Silua veem apenas dois guardas parados nos portões, atentos aos arredores
Irthos: Só os guardas pelo visto. Beowulf, acha que os guardas podem ser convencidos a dar uma volta por uma meia hora enquanto passamos, algo que nós possamos falar e eles irem dar uma volta sem fazer perguntas? (rindo) Ou você vai apenas ameaçar um bom rebaixamento a limpador de estábulos a quem soltar uma só palavra sobre o que você carrega?
Silua: OU quer que um de nós vá chamar Hama?
Beowulf: Uma ameaça vai ser mais do que o suficiente, os homens gostam de falar para chamar a atenção, mas uma bela ameaça do senhor deles deve ser o suficiente para segurarem a língua e não beberem nada nos próximos dias
Silua: Quer que busquemos ambos para falar com você ou vai esperar para ameaçar quando chegarmos nos portões? Ao menos evitaria gritos de ‘ataque de urso’ (eu rio um pouco)
Beowulf: Eles não vão deixar o portão. Ao menos não respirando. (eu falo um tanto orgulhoso) Mas é uma boa ideia eu ir até lá falar com eles antes de chegar levando o urso. O problema vai ser atravessar a cidade toda com esse animal… precisamos de uma carroça, não há outra solução
Silua: E onde poderíamos conseguir a essa hora uma carroça grande e forte que chega para aguentar o urso?
Beowulf: Nos estábulos dos meus salões deve haver uma. Imagino que esse urso deva pesar um pouco mais de uma tonelada, então uma carroça grande deve servir
Silua: E não vai haver perguntas do cavalariço ou seja lá quem estiver lá?
Beowulf (rindo): Vai, mas desde que não haja respostas, eu não vejo problema. (coçando a barba) Talvez seja melhor eu mesmo ir buscar ela. Prevejo que haverão murmurinhos e boatos em Nordenbeutel, mas isso só atrairá mais gente à arena
Silua (anuindo): Ia mesmo sugerir isso, você pode silenciar na hora qualquer um que nos ver. Ficaremos te esperando aqui, de olho no urso.
Irthos: E na ida ja dizer aos guardas para não fazerem perguntas nem comentar a ninguem que nos viram ou o que levavamos.
Silua (anuindo): E traga uma dessas mantas grandes usadas para cobrir mercadorias em carroças, podemos tapá-lo com isso
Beowulf: Me esperem aqui então, volto em alguns minutos (eu vou rapidamente até os estábulos, montado em Gunnfaxi. Falo com os guardas para não comentarem nada de terem me visto esta noite, mencionando de leve que suas tripas se juntariam às bostas dos cavalos se eu descobrisse algo. Vou até os estábulos e pego uma grande carroça, que era usada para trazer dezenas de sacos de grãos de algumas das vilas mais afastadas. Coloco Gunnfaxi e outro forte garanhão para puxar ela, sabendo que o peso dela será considerável. Volto até Irthos e Silua com a carroça e um grande pano. Alguns me veem nas ruas, mas não fazem perguntas)
Silua: Bem, agora teremos que ajeitar o urso na carroça.
Irthos: Só com a ajuda de Beowulf que isso será possivel. Bem, quando quiserem (eu fico no aguardo para, com Beowulf e Silua, colocarmos o urso na carroça)
Beowulf: Eu anuo e ajudo a colocar o animal sobre a carroça, com um bom esforço. A carroça parece se curvar perante o peso da criatura, mas aguenta
Silua: Após coplocarmos com esforço o urso na carroça, eu pego o pano que Beowulf trouxe e o uso para cobrir o urso.
Silua: Pronto, podemos ir. Nos mostre o caminho.
Beowulf: Eu anuo e guio a carroça fortaleza adentro até onde fica a arena. Chegando lá, eu sorrio ao ver Hama fumando, nos esperando
Irthos: Eu volto a montar em meu cavalo, pronto para acompanhar Beowulf, buscando parecer relativamente sério e austero ao passar principalmente pelos guardas, embora ria assim que avistamos Hama.
Silua: Eu acompanho Beowulf rumo à arena.
Hama: Demoraram (ele tira o cachimbo da boca e observa a carroça, sorrindo)
Beowulf: Não é tão fácil quanto pensa carregar um animal desse tamanho, aye?
Hama: Isso depende de você decidir usar o cerébro ao invés dos músculos. Daqui podem deixar comigo, eu vou o colocar na jaula e garantir que ele só desperte na hora desejada
Irthos (rindo levemente): Sua idéia teria sido levar a carroça desde o inicio para que depois na volta Gunnfaxi e meu cavalo a puxassem enquanto eu ia pelo ar?
Silua: Embora com essa neve fofa e alta lá fora, teríamos dificuldades com uma carroça tão pesadamente carregada assim.
Hama: Há artes que podem deixar essa enorme criatura não maior do que um cachorro. (ele pega o cajado e após pronunciar algumas palavras bate com ele sobre a forma do urso. Logo o pano começa a abaixar e a carroça a recuperar sua forma original) Vê?
Irthos (rindo): Se sabiamos de poções que aumentavam, certamente haveria algo que diminuia mesmo. Queria ter ido conosco desde o inicio ou, se Beowulf tivesse pedido por algo do genero, teria dado alguma poção ou pergaminho pra isso?
Hama: Última opção. Queria ver se ele conseguiria resolver o problema sozinho. (rindo) E aparentemente conseguiu, eu menosprezei o efeito do sangue de dragão, ao que parece
Beowulf (bufando): Grande conselheiro, você
Irthos: Eu rio levemente.
Irthos: Prefiro ter feito o que fizemos com a emoçao que fizemos do que rir de Beowulf por um mês por ele carregar um bebê urso no colo até aqui.
Beowulf: Eu rio com vontade
Silua ri.
Hama (rindo): Certo, o orgulho de um guerreiro de resolver tudo com os próprios braços.
Beowulf: Aye, isso mesmo. Acha que consegue lidar com o pequeno urso sozinho?
Hama (anuindo): Voltem para os salões. Suas mulheres e marido devem estar preocupados e vocês famintos e precisando de um pouco de calor
Beowulf (anuindo): Um bom pedaço de javali seria bom agora.
Irthos: Beowulf ja deve ter recebido calor suficiente da respiração daquele urso, eu diria mais um bom banho.
Silua anui, rindo um pouco.
Hama (rindo): Também
Irthos: Mas primeiro, suados ou não, às nossas certamente preocupadas esposas. Uma boa a noite a você (eu comprimento Hama)
Silua (anuindo): Deixaremos o urso aos seus cuidados (eu cumprimento Hama e depois volto para os salões junto de meus amigos)
Beowulf: Obrigado novamente (eu me despeço de Hama e me junto a Irthos e Silua, rumo aos salões)
Ao verem vocês entrando nos salões, todos os seus familiares parecem mais aliviados
Conner: Não achei que fossem demorar tanto (ele abraça Silua)
Silua (anuindo , animada): Ao menos cumprimos com o prometido e voltamos todos inteiros (eu abraço ele)
Irthos: Eu me aproximo de Arianna e a abraço, beijando-a.
Beowulf: Aye, sinto muito por ter os roubado de vocês por algumas horas. Mas estão todos aí, sem um corte sequer. Eu pretendo tomar um banho quente antes de comer algo, se me derem licença. Vem comigo? (eu indago Freyja)
Freyja (sorrindo): Claro. Se quiserem um banho também basta pedirem aos serviçais, eles lhes levarão a uma sala de banhos e trarão água quente. (ela abraça um braço de Beowulf e sai com ele em direção ao andar inferior, para as piscinas quentes)
Azzet (rindo): Parece uma criança esse aí que não consegue se banhar sozinho. (ele fica pensativo) Um banho quente deve ajudar a esquentar de qualquer forma, deve ser uma boa ideia
Silua (rindo): Desse jeito daqui a pouco você vai achar que encarar um dragão vermelho vai ser legal para se esquentar também…
Irthos (rindo): De fato. Azzet, porque não se lança logo alguma magia que o impeça de pegar fogo, mas nào de sentir o calor em si, e depois taca fogo nas suas roupas? Deve ajudar a manter o calor constante.
Azzet (rindo): Ah, se fosse tão fácil. Com quem falamos?
Irthos: Um com o outro eu acho. Ou se refere a qual serviçal pedir?
Silua ri.
Azzet: A qual serviçal pedir, óbvio
Morgana (rindo): Você nunca toma a iniciativa, não é mesmo? (ela procura uma das mulheres ali perto e após uma breve troca de palavras, ela sorri e sai caminhando rapidamente. Morgana volta sorrindo)
Arianna: E então?
Irthos: Eu acho que também vou fazer o mesmo. Ter ficado com cheiro de cavalos que não o de Skyggnir não está fazendo muito bem à meu nariz. (eu procuro uma das serviçais e peço para preparar um banho quente para mim também)
Morgana: Logo vão vir aqui nos guiar para os salões de banho. Melhor irmos pegando as nossas roupas logo enquanto nos separamos entre homens e mulheres
Azzet (confuso): Como assim separamos entre homens e mulheres?
Morgana: Há dois salões de banho, um para homens e outro para mulheres. Achei que era óbvio
Azzet: Você quer dizer… (ele murmura alguma coisa, sem saber escolher as palavras)
Silua: Nunca esteve num banho público?
Cairnwolf (rindo): Isso mesmo Azzet, você vai ter que tirar seu pinto para fora numa sala com mais homens
Morgana (rindo): Ele sempre foi recatado
Irthos: Eu rio com vontade.
Silua ri.
Irthos (para Cairnwolf, rindo): Contanto que ele mantenha a atenção apenas em seu próprio, não haverão problemas.
Azzet: Ei, o que está sugerindo?
Allanna: Homens… vamos lá? (ela olha para as outras mulheres)
Irthos (rindo): Não estou sugerindo nada. Bem, vou pro meu quarto buscar as roupas também. Não seria muito divertido para os outros que eu tivesse que ir pelado ate o quarto buscá-las depois.
Silua (anui, rindo): Homens. (eu vou buscar roupas limpas no quarto e depois sigo para o salão de banho feminino, assim que vem nos avisar)
Irthos: Eu apenas rio e sigo com Arianna até nosso quarto, onde buscamos nossas roupas e, quando nos avisam que está tudo pronto, seguimos cada um para seu respectivo salão de banho.
Beowulf: Chegando nas piscinas, eu tiro toda a roupa e aproveito a água quente junto de Freyja. Sozinhos ali, aproveito para termos alguns momentos de intimidade antes de deixarmos os banhos e rumarmos de volta aos salões
Os banhos quentes ajudam a remover o cansaço e a pressão do dia. Alguns se sentem bem à vontade nos banhos, embora outros parecem bastante inseguros.
Silua: Após um banho revigorante, eu me seco bem, visto as roupas limpas e retorno aos salões.
Irthos: Após banhar-me com a maior naturalidade, revigorado pela água quente, eu me visto e retorno aos salões, mais animado.
Beowulf: Eu volto até os salões principais, acompanhado de Freyja. Trajo uma outra ropa, mais casual, deixando a outra para ser limpa, devido à insistência de Freyja. Eu cumprimento a todos e me sento à mesa, pedindo para que nos seja trazido hidromel e suco. Convido a todos a se juntarem à mesa
Irthos: Eu me sento à mesa ao lado de Arianna.
Irthos: Pelos deuses, o dia passou rápido. Quando nos dermos conta será Despertar do Sol.
Silua: Eu me sento à mesa, ao lado de Conner.
Beowulf: Aqui ainda vai levar uns dois meses até podermos sair e plantar. (eu aperto os punhos) Temo que se a guerra vier, ela vai vir por essa época, onde ainda não tivemos tempo de repôr nossos estoques de comidas
Irthos: E por ser um pais-continente, digamos, seria complicado adquirir isso de maneira maritima, com os navios de Gabraj entre voces e o continente. Fazer isso agora pra aumentar os estoques poderia demonstrar uma fraqueza que talvez os faria atacar de imediato.
Silua (anuindo): Complicado mesmo, se tivesse uma maneira de contornar a barreira deles e reabastecer no continente sem eles saberem..
Silua: O jeito é esperar que as idéias para impressionar os visitantes funcionem e enerve os Gabraj tempo suficiente para vocês se prepararem
Beowulf: Aye, é o que espero. Se aguentarmos até o final do outono, nossos estoques de comida estarão mais altos, felizmente
Irthos: Se um de nós seis com os anéis ficassse numa cidade como intermediario, acho que ao longo de um mês Beowulf poderia trazer umas dez toneladas de grãos nos ombros via teleporte. Mas como caimos na questão dos três dias entre um uso e outro, teria que ter sido algo pensado a mais tempo atrás.
Silua (pensativa): A menos que Azzet conheça algum método que permita alguém viajar levando muita coisa consigo
Silua: O que você acha, Azzet? Como você trabalha com isso, existe a possibilidade na prática?
Azzet: A forma mais fácil seria usando círculos de teleporte, sem a menor dúvida
Freyja: Mas eu duvido que uma compra gigantesca de grãos passaria despercebida
Irthos: Mas precisava ser num territorio proximo a Gabraj? Acho que naquele Condado Verdejante no extremo sudeste, por exemplo, não recusariam o ouro de um Jarl do norte e provavelmente levaria semanas até isso ser ouvido pro norte.
Silua: E sempre poderíamos separar as compras entre várias cidades e envolvendo pessoas diferentes em cada lugar, de preferência não Isans, para não chamar a atenção e sim aliados de confiança
Beowulf (coçando a barba): É uma excelente ideia. Mas com muitas pessoas, a ideia do circulo de teleporte não funcionaria.
Freyja: E pagar por todos esses teleportes não seria barato, eu imagino.
Azzet: Não mesmo. Um típico conjurador cobraria de duas a três mil peças de ouro por um único teleporte
Kenneth: E quando um saco de grãos custa pouco mais de uma…
Beowulf: Torna-se muito caro. (eu aperto os punhos e falo, rindo um pouco) Alguém sabe onde existe um dragão que eu possa matar e ficar com o tesouro?
Irthos: Não com ambas as afirmativas verdadeiras.
Silua (rindo): Bem, temos que achar o seu nêmesis então, ele deve ter bastante coisa. (mais séria) Eu sei que o custos seria proibitivo, mas ao menos existe a possibilidade caso o pior venha e vocês precisem disso
Beowulf (sério): Aye e imagino que conseguiria um bom dinheiro vendendo a Drakengard, o Skjörd e meu peitoral; se realmente precisarmos do dinheiro
Irthos (anuindo): Ja que o manual, que provavelmente valia mais que tudo isso junto, não pode ser vendido nem de longe pelo preço que fora comprado. Mas acredito e confio que as coisas não chegarão a tal ponto. Se soltar um certo meio-dragão, uma cerca onça e um certo Jarl no meio do exercito Gabraj com Azzet e Morgana fazendo a cobertura mágica e L’lanthar e mais um Galahad pra ir fechando nossos buracos e feridas… (eu fico pensativo)
Irthos (rindo): Sem esquecer de Hama, claro. Se a visão de nós três não fosse o suficiente, estar acompanhado por um leão atroz ou algo do genero de cada algo seria algo realmente aterrador.
Beowulf: Não duvide que me encontrará na primeira fila. Não sou como esses líderes covardes que mandam os homens morrer por eles, sem também segurar o aço.
Morgana: Só não esqueça que Gabraj, além de grande, já extendeu seu domínio bastante longe. Ouvi boatos sobre Rivadan inclusive. E com toda essa extensão de terras, eles podem trazer além de um imenso número uma grande quantidade de campeões
Silua (preocupada): Eles pegaram Rivadan já? Sabíamos de Lefirwanen
Beowulf: Mas a história não era de que haviam recebido Lerfiwanen como resgate?
Silua: Foi o que nos disseram lá.
Beowulf: As coisas estão começando a ficar complicadas. (suspirando) Bom, se eles quiserem tomar Nordenbeutel e Isa, tomarão uma ilha vazia e coberta de sangue; porque eu não consigo imaginar um Isän sequer entregando sua terra
Arianna: E talvez seja bem isso o que eles querem…
Cairnwolf: Uma ilha vazia?
Arianna anui, silenciosa
Silua (séria): Ou seja, o extermínio dos Isans
Beowulf: Eu anuo e bebo um gole de hidromel, silencioso
Beowulf: Mas não quero nublar suas mentes com isso. Esse é um problema meu e são meus convidados, eu deveria estar garantindo que se divertissem e não os preocupando
Irthos: Mas os problemas de nossos amigos não são automaticamente nossos problemas, velho pai? (eu encaro Cairnwolf) Se podemos beber como se não nos disesse respeito, podemos beber ainda mais depois de ajudarmos Beowulf a sair vitorioso dessa.
Silua: Eu anuo ao comentário de Irthos, séria.
Cairnwolf: Claro. Eu não tenho treinamento como soldado, mas se eu puder ajudar em algo é só me chamar
Irthos (rindo): Eu lhe fiz referencia mais porque tenho quase certeza que aprendi essa frase com você. (mais sério) E que venham os campeões e os deuses decidam qual dos lados terá que se sair vitorioso. Que Azreth aprenda a falar se eles serão mais desafio às nossas almas que foi a Sombra que destruimos sob as Colinas.
Irthos (para Beowulf, ante a cara de confuso dele): O que eu quis dizer é que enfrentar cem dos campeões deles pode ser dificil, mas as feridas do corpo não se compara com o terror que é enfrentar criaturas como aquela Sombra que enfrentamos. (eu concluo, rindo um pouco)
Beowulf (sorrindo): Realmete agradeço, mas vamos falar de outras coisas, aye?
Irthos: Hama lhe disse se amanha será mesmo melhor que hoje?
Beowulf: Segundo ele sim. O dia amanhecerá cinza mas…
Hama entra e interrompe a conversa
Hama: claro à tarde (ele sorri) Jarl, os preparativos já estão prontos.
Beowulf: Eu rio um pouco e anuo
Beowulf: Obrigado Hama
Freyja: Preparativos? (ela encara Hama, austera)
Hama: Não posso falar. Ordens do Jarl. (ele sorri)
Beowulf: Aguardem alguns dias e verão. Talvez isso nos compre tempo o suficiente para nos prepararmos melhor para essa guerra
Hama: E admito, Jarl, que é uma boa ideia. Bastante Isän também, eu diria, certo? (ele encara Irthos e Silua)
Silua: Eu anuo.
Irthos (sorrindo): Totalmente. Aliás, você pratica estas entradas nos momentos certos ou seu nivel de coincidismo que é alto quando tem visitas? (rindo) se L’lanthar surgisse toda vez que alguem falasse o nome dele mais de três vezes, provavelemente precisaria de uma magia pra estar em três lugares ao mesmo tempo.
Hama (rindo): Eu tenho bons ouvidos (ele se senta também à mesa)
Conner (rindo): Excelentes, eu diria
Silua (rindo): Será que ganham dos meus e os de Irthos?
Irthos: Obrigado, Silua, por me deixar com isto martelando na cabeça agora. Como tirar a prova?
Hama (rindo): Bons ouvidos, não sobrenaturais. Consigo ouvir claramente atrás de portas para saber a hora que devo entrar. Pode evitar algumas situações indesejadas quando pretendo dar alguma notícia ao Jarl em seu quarto. Embora com o Jarl Beowulf, eu não teria muitos problemas. Ele não é exatamente discreto (ele ri)
Silua ri.
Freyja cora levemente
Irthos: Pelo menos as paredes da fortaleza são um tanto espessas. Numa taverna eu acho que você não precisaria subir ao andar dos quartos pra saber se a hora é oportuna ou não. Ele não consegue ser discreto nem ao roncar!
Silua (rindo): Nem fale. Você não tem problemas para dormir com os roncos de Beowulf, Freyja?
Cairnwolf (rindo): Nada como uma piada de mau gosto para melhorar o humor. Precisamos fazer com que L’lanthar aprenda algumas coisas com Hama, certo Irthos?
Freyja (rindo): Ah não, já me acostumei. E gosto de saber que ele está ao meu lado
Irthos: Porque, ele já entrou na sua casa num momento… inoportuno? (eu encaro meu pai, rindo)
Cairnwolf (rindo): Não. Me refiro à melhorarmos o senso de humor dele
Irthos: Ah sim. Mas acho que você esqueceu que ele é um elfo. Sabe, orelhas pontudas, achar que beber até cair é uma perda de tempo?
Cairnwolf (rindo): É, talvez ele seja um caso perdido
Irthos: Talvez. Mas pelo lado positivo, Hama tem mais anos pra tentar mudá-lo.
Hama: Lugares diferentes, druidas diferentes. Muitos preferem não se intrometer em assuntos mais sérios. Eu prefiro garantir que tudo por aqui permaneça como está. Em especial se eles estiverem atrás do ferro e da madeira daqui
Conner: Há algo de especial com ambos?
Hama (anuindo): Fomos privados de muita da beleza e da riqueza que o resto de Val’huhn possui. Temos árvores cuja madeira é quase tão forte quanto pedra, depois que a árvore é morta. O ferro daqui é geralmente mais puro também devido às baixas temperaturas
Irthos (surpreso): Na época você nos disse não saber de nada que os interessasse na ilha, a não ser que fosse algo que os próprios Isans não tivessem conhecimento, uma lenda ou algo do tipo. Acho que boas fontes de madeira super resistente e ferro dos mais puros existentes seriam dois bons motivos para eles quererm ser donos desta ilha.
Silua anui.
Hama: Você realmente acredita que eles fariam uma guerra por madeira e ferro, em especial num lugar tão inóspito como Isa?
Irthos: Bem, baseado no pouco que vi e ouvi desta nação, eles invadindo e conquistando os territorios ao seu redor, imagino que poder construir barcos ainda melhores com esta madeira, e espadas melhores, é uma boa justificativa. Mesmo que não seja O principal motivo, digamos, e duvido que seja, é um bom motivo mesmo assim.
Hama: Por mais que o que diz faça sentido, Irthos. Eu acredito que eles sabem de algo que nós não sabemos sobre Isa. O custo de uma guerra é muito alto para que ela seja travada por umas espadas melhores. Menos ainda por barcos. Contra quem eles precisarão de barcos, senão nós?
Irthos (rindo um pouco, pensativo): Bem lembrado. Só espero que não exista é um refugio destes prateados de fogo nas montanhas que eles conheçam a maneira de entrar e venham aqui recrutar uns cinquenta, de filhotes a anciões. Qualquer coisa abaixo disso é enfrentável, eu acho.
Freyja: Teme que estes dragões, caso ainda existam, guardem ressentimento do que lhes foram feitos eras passadas?
Irthos: Embora eu com certeza esteja exagerando nos cinquenta, quem sabe? A promessa de um aliado forte pra ajudar a fazer "justiça" pode ser muito tentadora. Claro, podemos estar confabulando sobre criaturas que não existem mais, mas se fosse o caso Drogoth também não devia existir mais, aye?
Cleber (Irthos): *não devia existir mais quando salvou Beowulf, aye?
Beowulf: É verdade. Temo que erros do passado não possam ser tão facilmente esquecidos
Hama: Ou eles talvez descubram que agora há um Jarl no norte que tenha o seu sangue e que lutaria por eles. E com isso se juntem à nós na guerra. (ele ri) Não, podemos contar apenas com as espadas e machados que temos
Beowulf: Eu bufo um pouco
Beowulf: Aye, mas admito que poder ver dragões voando ao lado de drakkares traria uma felicidade imensa a esse Isän aqui
Allanna: Até eu preciso admitir que isso deve ser belo de ser visto
Silua (anuindo): Verdade
Irthos: Se soubessemos de um lugar para onde mandar uma espécie de emissário seria uma coisa. Sobre dragões voando junto aos drakkares, não custa sonhar que os que iremos encontrar dentro em breve poderiam ser convencidos a nos ajudar caso Gabraj quisesse extender seu dominio sobre as montanhas também. (rindo) Pelo menos serão do tipo que não se importam com o frio daqui nem com o vento dos mares.
Beowulf: Aye, eles talvez saibam alguma coisa sobre os Ardentes… enquanto conversarmos, eu aceitaria um bom javali recheado com mel (eu olho para trás e grito para um serviçal trazer a comida)
Kenneth: Soa saboroso. Não posso negar que já estava ficando com um pouco de fome
Irthos (rindo): Eu ja estou terminando de ficar com fome. Alguma coisa aqui dentro começou a se digerir depois do banho quente.
Silua ri.
Conner (rindo): Metabolismo diferente que só funciona quando aquecido?
Irthos (rindo): Isso se chama sangue-frio. Conhece lagartos, crocodilos, lagartixas, cobras e outros do genero?
Conner: Sim, (surpreso) você tem mesmo sangue-frio? Como vai fazer quando o verão chegar?
Irthos (leve orgulho): O que faço em todos verões nos ultimos dez anos, derreter como uma geleira, resmungar durante a metade do dia e querer passar a outra metade dentro de um lago.
Silua ri.
Irthos (rindo): Esse último ficou mais dificil agora que viajamos continente afora, mas tocar a Hyinen desde que a encantei com gelo é um alivio de pelo menos dez graus.
Silua (rindo): Ao menos você não tem um casaco de pele permanente
Irthos (rindo): Não, tenho uma carapaça de escamas. Os pelos pelo menos transpiram. Fede, mas ajuda. Se o calor do verão dobrasse eu acho que teria delírios ao sol.
Silua (rindo, embora olhe meio severa para Irthos): Agora você me ofendeu ao dizer que cheiro mal
Irthos (rindo): Experimente fritar um réptil, não ficarei brabo. Decore bem o cheiro e depois dê uma fungada em mim quando chegar o verão. Ai então verá quem ofendeu quem.
Silua ri.
Beowulf: Acho que devo ficar feliz em essa conversa não ter chegado em mim (eu viro o hidromel)
Silua (rindo): Você não é tão livre de pelos também, especialmente com alguns quilos de barba na cara.
Irthos (interrompendo Beowulf, sem ter prestado atenção): … Beowulf, por exemplo, tem os dois lados positivos em sua história. O fogo que ele possui o aquece no inverno, e ele não sente tanto os efeitos do calor quando o verão chega. (eu encaro Beowulf) Disse algo?
Cleber (Irthos): eu ja tava digitando anyway, entao foi só mudar o mood e acrescentar o finalzinho, hehe
Beowulf (rindo): Nay, não disse nada
Irthos: Em compensação, quem sabe nosso filho não herda essa proteção do pai e a passe adiante, e um dia os moradores de Rondall não precisarão mais se preocupar se vão perder seus filhos pequenos nos dias frios, pois eles terão uma certa resistência ao mesmo?
Beowulf (rindo): Pensando em ter filhos o suficiente para popular toda Rondall Irthos?
Irthos: Eu rio e falo num tom de voz diferente, como se estivesse narando uma história.
Irthos: "E a passe adiante".
Silua (rindo): Essas crianças…
3.5E v2.0 ruleset for Fantasy Grounds II. Copyright 2011 Smiteworks USA, LLC.
Beowulf (bufando): De qualquer forma, implicaria numa grande quantidade de filhos
Irthos (rindo): Acho que em quantidade será dificil bater você no fim.
Beowulf: Eu olho desconfiado para Irthos
Beowulf: Espero que não tenha nada de suas indiretas nessa sua afirmação
Irthos (surpreso): Porque deveria? Ou você acha que não vai conseguir manter a reputação Isan neste ponto?
Beowulf: Não são vocês mesmo que dizem que sou um Isän exagerado em todos os aspectos? (eu rio) É que você está melhorando nesse seu jogo de palavras, às vezes não sei quando suas palavras tem um significado oculto
Irthos (agradecido): Vou considerar isso como um elogio. Com outro ano de prática conseguiria fazer isso em um rei sem ter a cabeça a prêmio, quem sabe?
Beowulf: Apenas lembre de não me pegar num dia de mau humor quando quiser praticar, escamoso
Irthos: Por isso que nem tentei começar.
Conner (para Silua): É sempre assim?
Silua (rindo): Sempre
Azzet: Ou pior eu diria
Silua (rindo): Como se você também não adorasse tentar tirar Beowulf do sério, Azzet…
Azzet (rindo): E ferir os sentimentos do Milorde?
Beowulf: Eu olho para Azzet com uma expressão séria e ameaçadora
Azzet se recolhe onde estava sentado, parecendo murchar
Irthos (para Beowulf): Falar em milorde, como devemos tratar o rei, que não deixa de ser uma espécie de "Jarl dos Jarls" se Beowulf explicou direito?
Silua (anuindo): Também gostaria de saber
Freyja: Meu marido, como sempre, tentando simplificar as coisas e complicando elas ainda mais. Imagino que Jarl dos Jarls faça sentido, mas rei ainda é a melhor denominação. Embora devam usar o termo Jarl ao se referir a ele
Morgana: E como gesto de respeito, devíamos nos referir a Beowulf da mesma maneira?
Freyja: Chamando-o de Jarl Beowulf?
Morgana anui
Freyja (anuindo): Imagino que seria aconselhável
Beowulf (contrariado): Não me sinto bem em ver amigos me chamando assim
Cairnwolf: Eu já lhe disse em Rondall Beow… Jarl Beowulf, que nós deveríamos o chamar assim. E também já apresentei os motivos para tanto, certo? (ele olha ao redor da mesa em busca de apoio)
Irthos (anuindo): Nas ocasiões formais julgo necessário, embora apenas nelas. Pelo menos mostraria que ele tem nosso respeito. Ao menos eu como um outro Jarl olharia estranho ao ver Beowulf ser alvo de piadinhas e ser tratado não mais do que um companheiro meio-bêbado. (rindo) Nos demais momentos, a grande maior parte do tempo, ele é apenas Beowulf, e coitado se não lembrar disso.
Silua anui.
Beowulf (sério): Veja bem como fala comigo Irthos, uma palavra e cinquenta homens bem armados estariam aqui com lâminas em seus pescoço (eu fico em silêncio por uns instantes antes de não me aguentar e começar a rir)
Irthos: Sete deles caindo paralisados com ar de espanto assim que Azreth visse a ameaça e vinte deles sériamente congelados, se não mortos por causa disso, em menos de dez segundos de combate, a não ser que tenham sido criados por dragões também. Os que tentarem me seguir terão que tirar as armaduras pra tentar me acompanhar na corrida, e os que tentarem me lançar flechas enquanto voo vão descobrir que minhas escamas são tão duras quanto parecem, e mesmo que você os tenha armado com bestas mágicas, verá que a maioria das setas fará pouco efeito ou até nenhum enquanto voo, mesmo as que acertarem. E os que esquecerem do primeiro sopro terão o segundo. Aye, seria divertido, mas deixo passar dessa vez.
Beowulf: E deixaria toda a sua família por aqui enquanto fugisse?
Irthos: Se eu causasse um caos destes acho que até Arianna ia pegar uma lança e tentar me matar, e meu pai provavelmente ia convencer uns três desses soldados a desistir e acompanhá-lo até a taverna, por conta dele. Mas como eu não faria isso até porque me preocupo com eles, pode ficar tranquilo. Mas ainda não respondeu a minha pergunta. É algo embaraçoso de dizer, como "Jarjarl"?
Beowulf (confuso): Se refere a como chamar o rei?
Irthos (exasperado): Depende, se foi o que perguntei sim, oras!
Arianna coloca a mão sobre o ombro de Irthos
Arianna: Querido, Freyja já respondeu
Beowulf: Eu olho sério para Irthos
Beowulf: Aye, se refira a ele também como Jarl
Cleber (Irthos): estranho que eu nao vi nada acima o___O to revisando e nao tem nada…
Cristiane (Silua): foi logo depois da tua pergunta e meu anuir
Cleber (Irthos): depois do "tambem gostaria de saber", pra mim vem o "e como gesto de respeito" da Morgana aqui
Cleber (Irthos): bizarro
Matheus E (Beowulf): nao tem a fala da freyja?
Cleber (Irthos): nao
Cristiane (Silua): estranho, pq a Freyja falou nesse meio tempo
Cleber (Irthos): bem, entao me postem no hamachi e zerem tudo
Matheus E (Beowulf): ou continua como se tu não tivesse prestado atenção
Irthos (rindo): Se falou não ouvi, mas enfim. Só me lembrem do nome dele, pois não lembro de Beowulf tê-lo citado pra nós. Mas também, conhecem minha memória.
Beowulf: Hothwar Mjölfson
Irthos: Eu faço uma careta ao tentar murmurar baixo o nome.
Silua: Realmente você não havia dito o nome para nós
Irthos: Vocês de Isa não conseguem escolher nomes simples. Isso está no sangue ou na história de vocês?
Freyja (rindo): No idioma
Beowulf (rindo): Aye, vamos ver se consigo tentar soletrar isso em comum… hófvar mi – aqui é como um o e e juntos – lfson
Kenneth (incerta, tentando pronunciar): Mielfson?
Freyja (rindo): Não exatamente, mas está bastante bom
Irthos (rindo): Prevejo muitos murmurios sendo ouvidos nos corredores pouco antes de dormirmos
Arianna: E como razão
Silua ri.
Beowulf (rindo): Chamem-no apenas de Jarl Hothwar então, acredito que seja mais simples
Irthos: Acho que fica melhor para todos mesmo. Seria engraçado e ao mesmo tempo ruim pra você, Beowulf, se percebessemos somente na hora de cumprimentá-lo que não sabiamos nem como nem com qual nome.
Silua (anuindo): Desde que não o ofendamos com uma má pronunciação do nome e faça com que Beowulf pareça mal por causa de nós, acho que sobreviveremos
Irthos: Se Beowulf se diz um Isan exagerado em tudo, quem sabe o rei seja menos ranzinza e irritadiço perante um comentario deslocado.
Irthos: E a intenção não foi exatamente lhe provocar dessa vez, apenas coloquei de uma maneira exagarada que talvez no fim acabemos fiquemos mais nervosos frente a situação do que ela realmente demanda e no fim tudo dê mais certo do que imaginávamos. Os deuses me ouçam.
Beowulf: Na verdade, eu também nunca encontrei o rei pessoalmente. Só o conheço de reputação e de fama. Ainda bem que nós Isäns não temos rituais de corte e coisas do tipo. Já me imaginaram numa corte numa cidade como… Rivadan?
Irthos: Depende. Se virar um barril de cerveja de uma vez por lá e dizer que é um ritual dos "condes" de Isan que todos os lordes na sala devem repetir pelo bem deles, eu acho que algumas partes do chão se tornariam mais sujas e molhadas.
Beowulf (rindo): Aye, mas provavelmente me olhariam como se eu fosse louco?
Irthos: Depende. Se alguem se ofender, diga que no seu exercito só tem pessoas que conseguem beber um desses e no minuto seguinte ja ser capaz de lutar contra um ogro. Mas que você planeja restringir um pouco mais porque suas forjas não davam conta de fabricar armas pros novos recrutas.
Beowulf (rindo): Você certamente tem uma criatividade exagerada, Irthos
Matheus E (Beowulf): malz, é o sono :P
Cairnwolf: Puxou à mãe
Irthos: ri.
Irthos ri.
Cleber (Irthos): vou dar um retweet no teu OOC
Silua ri.
Irthos: Alguma coisa eu tinha que puxar de cada um ou então teria certeza que era filho de dragões de cobre e latão.
Beowulf: De cobre mais certamente. Tem o mesmo senso de humor (eu procuro uma palavra) único deles
Allanna (curiosa): Senso de humor único?
Conner: Sim, mais especificamente
Beowulf: Irthos? (eu o encaro)
Irthos: Eu rio brevemente em silêncio.
Irthos: Entre as especialidades deles está a de provocar ou atazanar seus adversários de modo a que, na furia de dar o troco, ajam de maneira estúpida, sem pensar. Gostam de criaturas espertas e se não protegeriam, pelo menos não fariam mal a alguem com um bom senso de humor. Pelo contrário, odeiam quem não consegue entender suas piadas ou quem rebate suas provocações com outras mais espertas.
Beowulf: E o toque de latão é porque eles adoram conversar. Gostam tanto de histórias que às vezes enterram alguém na areia do deserto e só liberam esta pessoa quando ouvirem o contarem tudo o que desejam
Kenneth (rindo): Quem diria que eles chegariam a esse ponto para conseguir um pouco de atenção
Irthos (rindo): Aye. Mas eu gostaria de poder fazer isso. De fato tem seus usos. Mas ao contrário dos de latão, eu não saio voando pra fugir de uma boa briga. Acho que é bem o contrário. Beowulf sabe bem como o cabeça dura aqui quase nao correu dos golens nas Colinas, isso que nosso grandão aqui ja estava se encaminhando caverna adentro.
Beowulf (bufando): E quase lhe arrastando para não ter que limpar um monte de tripas com escamas prateadas do chão
Irthos (rindo): Exatamente. Em batalhas seu bom-senso é excelente.
Conner (rindo): Mas só em batalhas?
Beowulf: Eu olho indignado para Conner, rindo
Beowulf: Irthos já está lhe influenciando? (encaro para Silua) Silua, controle ambos; do contrário terá sérios problemas mais para frente
Irthos (rindo levemente): Mais um ano conosco e acho que um de seus retornos à Krull passar um tempo com Conner e a familia será um tanto quanto permanente.
Silua (rindo): Ficou receoso porque sabe que é verdade?
Cristiane (Silua): bota um Beowulf no fim da minha frase
Beowulf (rindo): Meia verdade talvez
3.5E v2.0 ruleset for Fantasy Grounds II. Copyright 2011 Smiteworks USA, LLC.
Os criados logo entram trazendo bandejas e bandejas de comida e bebida. A maior parte delas tem a mesma aparência pesada daquela do almoço embora agora haja muito mais doces
Freyja (sorrindo): Bom, melhor comermos antes que esfrie (ela imita o marido) aye?
Beowulf (anuindo, rindo): Aye! (eu começo a comer, um tanto faminto após ter carregado o urso por toda a distância. Como sem fazer cerimônia alguma, lambuzando-me todo com o molho)
Irthos: Eu certamente viraria um Elísio comendo isso aqui ao longo de um inverno inteiro (eu me sirvo de um pouco de tudo, igualmente faminto)
Silua: Eu rio da atitude de Beowulf em relação à comida e me sirvo também, embora coma com bem mais modos.
Morgana: E de fato os nobres daqui não são nem de perto como os de lá do continente. (ela ergue um pouco o peito e faz uma expressão arrogante, cortando a comida com delicadeza enquanto coloca uma pequena porção na boca, incrivelmente séria)
Azzet começa a rir, encarando Morgana
Azzet (solene, fingido): Mais chá, minha prezada dama?
Morgana: Mas é claro, senhor meu cavaleiro.
Cairnwolf (rindo): Cavaleiro?
Azzet e Morgana encaram ele, com expressões arrogantes
Silua: ri.
Azzet: E o que a ratazana da plebe pretende com isso?
Cairnwolf: Ei!
Morgana: Ignore-o senhor, ele não seria digno de lamber a lama de suas botas
Irthos (rindo levemente): Veja como fala, mago da corte.
Cleber (Irthos): *como fala com meu pai
Azzet: Não seria mesmo, mas a minha roupa ficou suja com tamanha imundice. (ele limpa a roupa com uma mão, fazendo cara de asco)
Morgana: Depois pediremos para que novas sejam cozidas, meu senhor.
Kenneth (confuso): Vocês cozinham as roupas?
Morgana faz uma expressão de estupefação
Morgana: Hoje a pleve está impossível!
Irthos (rindo, para Silua, baixo): Acho que tem algo na cerveja que só está afetando usuários de magia.
Azzet: De fato, minha senhor. Isso que dá querer nos misturarmos com esses bárbaros!
Beowulf: Eu solto um sonoro arroto
Não conseguindo resistir mais, Morgana e Azzet caem na gargalhada
Silua (rino, baixo): Nâo duvido
Beowulf (confuso): Que foi que aconteceu aqui? Algum problema?
Conner (segurando o riso): Nada Beowulf, não ocorreu nada
Silua (rindo): Sempre distraído…
Irthos (rindo): Por um bom motivo, ao menos (eu volto a comer normalmente, como se nada demais tivesse ocorrido)
Beowulf: Eu dou de ombros e continuo a comer como se nada tivesse acontecido
Silua: Eu continuo comendo.
O jantar é saboroso e bastante relaxante após o dia cheio que tiveram. Sentem-se melhores após a refeição, embora definitivamente mais pesados
Irthos: Estava tudo muito bom mesmo, Freyja. Parabéns a seus cozinheiros. E um brinde ao cozinheiro-mor, claro (eu ergo a taça, apontando-a para Beowulf), aquele que me impediu de cozinhar durantes as viagens, para alivio de todos.
Silua (anuindo): Estava muito bom mesmo
Freyja: Fome não passaremos aqui por um tempo ao menos. E fico feliz que tenham gostado das comidas. Azzet, vi que comeu testículos de auroque. Gostou?
O feiticeiro para de rir imediatamente, parecendo confuso e até mesmo assustado
Beowulf (rindo): Irthos, faça o favor de desligar a sua aura de influência, aye?
Silua ri.
Irthos: Não sei se isso pode ser controlado. Mas vi que ele os comeu com bastante entusiasmo mesmo.
Freyja olha indignada para o marido
Freyja (rindo): Mas eu estava fazendo a sua piada!
Arianna (rindo): As pessoas sempre colocando a culpa no Irthos, coitadinho
Silua (rindo): Muito coitadinho…
Irthos (rindo levemente): Obrigado, querida. Eu só desperto aquele pequeno demonio sádico e cinico dentro de cada um que fala comigo. Não tenho culpa da pessoa o possuí-lo.
Azzet (aliviado): Quer dizer que foi uma piada, certo?
Freyja (rindo): Não
Azzet (vozinha fina): Não?
Irthos: Não mesmo.
Allanna: Ora, e qual o problema?
Azzet (incerto): É uma comida… incomum
Cairnwolf: E qual o problema disso? Aposto que adorou as bolotas de carne na sopa. (rindo) A única diferença é que eram bolas também
Beowulf (rindo): Exatamente
Azzet (envergonhado): É estranho, não neguem
Irthos (rindo): Existe a diferença entre ter percebido o que era e não ter se servido e ter comido afoito qualquer coisa que tivesse uma camada de gordura pra se manter quente, e preferi fazer o primeiro, mas concordo em partes.
Morgana (rindo): Bobinho. Não ficará grávido e esperará um terneiro
Silua ri.
Beowulf: Bebendo hidromel, eu quase me afogo, cuspindo todo o líquido para fora
Azzet começa a rir também, não se aguentando
Irthos (rindo com vontade): Quem sabe seu corpo não aproveita algumas das propriedades deles no fim das contas.
Azzet: O que quer dizer com isso?
Silua (rindo): Acho que ele está se referindo a melhorar sua virilidade…
Azzet (ofendido): E qual o problema com ela?
Irthos: Nenhuma, eu espero, quem deve saber disso é Morgana e não eu. Só falei no sentido de poder aumentá-la. Infernos, se sangue de dragào faz um Isan ficar assim (eu aponto pra Beowulf) , pode-se esperar que isso também possa ter algum efeito bom.
Freyja (rindo): E da virilidade do meu marido eu cuido muito bem, obrigada.
Irthos (resmungando baixo, embora rindo um pouco): Momento "fale algo sobre eu e Beowulf e será a sua que estará em risco, meu amigo. Só pra avisar". É, assunto morto.
Cleber (Irthos): adiciona uma virgula entre "resmungando" e "baixo"
Beowulf: Eu olho para Irthos, rindo
Allanna (nervosa): Acho que é melhor mudarmos de assunto…
Silua (anuindo): Verdade
Irthos: Como vai ser para com os Gabraj e o rei comigo e com Silua? Ela provavelmente acabará tendo que baixar o capuz cedo ou tarde, mas queres que eu me apresente sempre e somente como um humano "normal" a não ser que a situação exiga o contrário?
Silua (anuindo): Boa pergunta, também pretendia perguntar isso.
Silua: Afinal com Nordenbeutel sabendo a nosso respeito, será meio dificil manter isso oculto.
Beowulf: Aye, desde que vocês se mostraram como quem são aqui, devem imaginar que a história já tenha se espalhado. Se não pela língua da cerveja, então por espiões e informantes
Arianna: Informantes, aqui?
Freyja (anuindo): E vários. Um ainda está preso, Beowulf não quis matá-lo.
Beowulf (sorrindo): Naquela hora
Irthos: Pretende devolvê-lo, por falta de outro termo, aos de Gabraj que aqui vierem, pra mostrar que foram bonzinhos em deixa-lo vivo por enquanto?
Silua: Conhecendo Beowulf, não duvido que ele queira fazer alguma demonstração especial extra para os enviados de Gabraj envolvendo o prisioneiro.
Beowulf: Aye. Aguardem até o dia.
Conner: Mas imagino que também devam ter espiões e informantes por Gabraj?
Freyja: Ambos são conhecidos como coisa de covardes por aqui, logo…
Arianna: … a resposta é não. Certo?
Beowulf: Aye. Toda a informação que precisamos saber sobre uma batalha está aqui (eu toco sobre o punho da Drakengard). Mas isso não quer dizer que não temos gente observando os arredores da ilha. Batedores.
Silua: E tem tido notícias dos outros Jarls e seus preparativos também?
Freyja: Algumas. É o que esperamos que o Jarl Hothwar nos traga, na verdade
Silua: Notícias?
Freyja: E planos dos outros Jarls. A vinda dos Gabraj até aqui pode muito bem significar que eles pretendem fazer a invasão pelo norte da ilha, onde não é muito habitada
Silua: E existe algum lugar no norte da ilha que permita o acesso de navios? Já que Beowulf nos disse que são poucos os lugares da costa de Isa que não são escarpados e perigosos para navios.
Allanna: Bom, eu vi navios aqui em Nordenbeutel. Isso significa que aqui é um lugar onde seria possível ancorar
Beowulf: Aye, as nossas docas ficam no fiorde mais seguro para embarque e desembarque.
Cristiane (Silua): a é, nem me lembrei, Nordenbeutel é ao norte, não?
Silua: E tirando Nordenbeutel, como são os outros lugares? Algum que poderia ser útil para eles?
Freyja: Imagino que haja sim. A fortaleza do Jarl Erik e também a do Jarl Ragnar ficam em bons lugares do norte.
Irthos: Bons no sentido de bem protegidos, ou de bem acessiveis se alguem soubesse onde desembarcar?
Beowulf: Segunda opção, então eles também são prováveis lugares onde eles poderiam atracar
Silua: Embora as presença de fortalezas nesses lugares não as tornam os melhores lugares para desembarcar, a menos que eles estejam muito confiantes de que poderão passar pelas defesas de terra no local.
Irthos: Eu anuo.
Irthos: Eu só desembarcaria num local desses se tivesse certeza que meus numeros eram maiores ou se o local estivesse vazio, talvez a maior parte dos homens tendo sido convocados pra proteger outra costa de uma força maior.
Silua: Pensando na possibilidade deles usarem uma manobra diversionista, Irthos?
Irthos: Bem, se eu visse cinco mil deles desembarcando em algum local mais ao sul certamente deslocaria toda minha força para lá a não ser que tivesse certeza de que a metade disso virá por outro lado, buscando me emboscar depois pela retaguarda. Mas mesmo que soubesse, deixar forças demais pra trás poderia significar a derrota na batalha maior ao sul.
Beowulf: Mas mesmo assim, ancorar dentro de uma fortaleza não é o melhor lugar. Embora não tão bons como vocês dois, temos aqui bons arqueiros que não teriam muita dificulade em atingir um dos seus navios de cima dos fiordes
Irthos: Imagino que não seja mesmo. Ainda mais considerando um navio grande o suficiente pra trazer um pequeno exercito dentro dele.
Silua anui.
Beowulf (anuindo): Aye, então é complicado imaginar o que pretendem fazer se de fato pretendem atacar
Freyja: Então estamos apenas reforçando as defesas como podemos. E essa visita deles até aqui certamente diz algo porque eles pretendem vir direto do porto ao sul para cá, sem parar em nenhum outro lugar antes. (mordendo os lábios) Eu espero que morram congelados no caminho
Beowulf (bufando): Eu espero que me dêem um movito para enfiar a espada em suas barrigas e arrancar suas tripas
Irthos: Que as duas aconteçam, mas não nessa ordem então.
Silua anui, séria.
Kenneth boceja
Freyja: Já deve estar ficando tarde, afinal. Se precisarem de algo, basta pedirem a algum criado.
Beowulf: E Irthos e Silua, não sei se respondi à pergunta de vocês então (sorrindo) façam como preferirem
Silua: Bem, com o rei Hothwar não haveria problemas, mas com os Gabraj melhor só nos mostrarmos caso seja necessário, a menos que já estejam cientes
Irthos: Eles que não tentem se tornarem cientes caso não estejam então.
Freyja: Como dissemos, a chance de já saberem é bem grande, quase total eu diria.
Silua (anuindo): Sabemos, mas não precisamos ficar nos exibindo para eles à toa, vamos guardar isso para quando fizer um maior impacto neles, afinal, eles podem saber mas não quer dizer que estejam acreditando totalmente nas histórias que ouviram, o que aumentaria a impressão que nós teríamos sobre eles, o que beneficiaria vocês.
Irthos: Uma das impressões dentre muitas que tentaremos passar, sem dúvida..
Beowulf (confuso): Não sei se entendi muito bem, mas eu confio em vocês (eu rio)
3.5E v2.0 ruleset for Fantasy Grounds II. Copyright 2011 Smiteworks USA, LLC.
Irthos: Como é que você disse antes, "vai entender quando chegar a hora"? É por ai mesmo (eu rio)
Kenneth: Se não se importam, eu vou me retirar. Não estou mais acostumado a essas caminhadas e meus velhos ossos estão congelando
Freyja: De forma alguma, sinta-se à vontade
O pai de Silua anui e junto com sua esposa cumprimentam a todos com um gesto de cabeça e vão para seu quarto
Irthos: Até não é má idéia o fazer também. Teremos um longo dia amanhã, com o tempo bom.
Beowulf: Aye, e algumas coisas interessantes para ver. Melhor aproveitarmos o último dia de descanso que teremos nessa visita a Nordenbeutel. Hothwar deve chegar depois de amanhã e a comitiva de Gabraj também
Freyja: Na verdade, a comitiva de Gabraj deve chegar só depois de amanhã, recebemos uma mensagem enquanto você estava fora essa tarde dizendo que vão se atrasar devido ao clima
Beowulf (rindo): Quem sabe eles não congelam no caminho mesmo, aye?
Irthos: Se o clima estiver bom mesmo, quem sabe será possivel avistar quantos barcos estão vindo e se são mais ou menos do que o esperado, se eu observasse bem lá de cima? Pelo menos poderia estragar qualquer fator surpresa deles.
Beowulf (confuso): Barcos vindo? Eles vem pela estrada, tendo desembarcado no porto ao sul
Irthos (rindo): É? Não lembro de ter ouvido essa parte.
Silua (pensativa): Agora me parece estranho eles terem decidido virem por terra essa distância extra quando Nordenbeutel tem um porto, a menos que estejam planejando fazer algo durante esse trajeto.
Freyja: Não recebemos bem barcos estrangeiros em nossos portos. Parecem que decidiram não abusar da hospitalidade. Mas o que diz faz sentido, talvez esse dia de viagem extra seja exatamente por isso
Beowulf (preocupado): Malditos (eu aperto os punhos, pensativo)
Silua: Vocês irão posicionar batedores ao londo do trajeto deles?
Cristiane (Silua): londo=longo
Freyja: Queríamos evitar parecermos hostis caso eles conseguissem ver nossos batedores, mas talvez teria sido uma boa ideia ter feito isso
Irthos: De toda forma, por onde eles vem, será que estando um quilometro acima daqui, caso o tempo colabore, eu os consiga avistar e quantos devem ser?
Beowulf: Se eles vierem pela estrada, eu imagino que sim. Mas a probabilidade de você ser visto não é grande?
Irthos (rindo): Um borrão no céu vários quilometros à frente e um ou dois acima? Talvez, se tiverem bons batedores os acompanhando. Mas sempre temos o anel de invisibilidade de Silua.
Silua (anuindo): Eu posso emprestá-lo, se precisar. (pensativa) Freyja, a que distância máxima daqui vocês tem os batedores? Eles podem controlar caso os Gabraj tentem algum truque, tipo chegar antes do avisado.
Freyja: Dez quilômetros, distância o suficiente para eles voltarem se notarem que uma grande nevasca se aproxima
Beowulf: Não podemos mandá-los muito longe no inverno. As tempestades daqui são perigosas. Imagino que tenham visto uma quando estivemos aqui pela primeira vez
Silua (anuindo): Claro que lembramos, achamos uma caverna bem em cima da hora
Irthos: Em um dia sem neve nem barro no chão, seria algo em torno de uma hora à cavalo para estar aqui, talvez duas em clima adverso, isso? Para uma nevasca talvez seja mais que suficiente, mas no caso de uma comitiva maior que o esperado, mais adiantada, que nem sequer está vindo ou de outros inconvenientes, pode não ser exatamente o suficiente.
Beowulf: Eu balanço a cabeça e bebo um gole de cerveja
Beowulf (rindo): Infernos Irthos, reformule o que disse ou eu precisarei beber ainda mais para lhe compreender. O que raios uma comitiva tem a ver com a distância necessária para os batedores?
Irthos (rindo): Eu só penso um pouco adiante e me preocupo demais. De toda forma, darei minha olhadela amanhã. Precaução, esperança e herdeiros nunca são demais.
Beowulf: Eu olho para os demais
Beowulf: Fui só eu que não entendi o que ele quis dizer?
Silua: Eu entendi
Morgana: Ficou um pouco confuso, mas deu para entender sim
Beowulf: Eu suspiro pesadamente e viro o resto da cerveja
Beowulf (rindo): Acho que é melhor eu ir dormir
Irthos: Quem sabe vamos todos, senão amanhã teremos alguns reclamando já ao meio-dia que as costas doem porque não dormiram direito.
Silua anui, rindo um pouco.
Irthos: Eu me levanto, ainda rindo levemente. Dobro o pescoço para trás, o que produz um leve estalo. Grunho levemente e Arianna se levanta também.
Irthos (resmungando): E eu serei um deles, maldito estalo. Uma boa massagem e uma noite de sono, ah sim. Me acompanha, Arianna? (eu sorrio)
Arianna: Claro (ela se levanta e segue com Irthos)
Morgana: Acho que é melhor nós irmos também Azzet
Azzet: Sim, debaixo das cobertas deve estar mais quente
Cairnwolf (cochicha para Irthos): Espero que tenha sido com segundas intenções esse comentário. (para todos) Boa noite a todos. (ele segue para o seu quarto)
Irthos: Eu bufo, rindo, e vou até o nosso quarto na fortaleza, resmungando levemente ao massagear o pescoço. Arianna me faz uma pequena massagem em mim – e também em Azreth, que fica um tanto sonolento depois de alguns apertões de Arianna, dormindo profundamente em seguida. Rindo, nos deitamos e buscamos nos esquentar. Das melhores maneiras possiveis. E dormir.
Silua: Creio que é a deixa para nos recolhermos também. Boa noite a todos.
Conner: Até amanhã (ele deixa a sala, junto de Silua)
Silua: Eu e Conner seguimos para o quarto, onde nos acomodamos debaixo das coberta, passando algum tempo ainda acordados curtindo a companhia um do outro antes de adormecermos. Raina se acomoda num tapete de urso, aproveitando o calor da lareira.
Beowulf: Após os demais terem deixado os salões, eu vou até Freyja e sorrio
Beowulf: Preocupada?
Freyja (anuindo): Esses próximos dias vão significar muito para Nordenbeutel. Não podemos falhar
Beowulf: Nay, não podemos. E não iremos. (suspirando) Mas eu espero que isso passe logo, sinto-me tenso desde que voltei para cá. Não é assim que gostaria de me lembrar do meu lar (eu viro o restante da cerveja e deposito o copo sobre a mesa. Pego Freyja no colo e a beijo) É assim que prefiro me lembrar dele
Freyja (sorrindo): Seu grandalhão idiota (ela retribui o gesto)
Beowulf: Eu vou até meu quarto, onde me aqueço junto de Freyja enquanto matamos as saudades um do outro. Após isso durmo sonoramente até o próximo dia
A próxima manhã vem sem o som do vento rugindo, o que é uma boa notícia. Despertam quentes debaixo das peles enquanto ouvem as lareiras crepitarem com força o restante da lenha
Irthos: Eu me levanto demoradamente, feliz em pelo menos perceber que o vento de ontem parou. Me levanto rindo ao ver Azreth ainda dormindo praticamente na posição em que estava quando Arianna o massageou, enquanto ela se veste – praticamente de barriga para cima. Cutuco-lhe pra ver se está tudo bem e ele treme uma das patas, fazendo um som qualquer. Eu rio e me arrumo também, e assim que ambos estamos prontos, pego o pequeno ainda dormindo e o coloco ao redor do pescoço como uma manta viva. Arianna ainda ri baixo no momento em que chegamos ao salão principal.
Beowulf: Eu desperto ainda com Freyja dormindo sob meu braço. A trago para junto de mim em um último abraço. Ela me encara ainda sonolenta, eu a beijo e jogo as peles para longe, forçando-a a despertar. Eu visto apenas o kilt e uma camisa de lã para ir até os salões para desjejuar, acompanhando Freyja já completamente vestida
Silua: Eu me levanto e me espreguiço com vontade, animada ao ver que o vento parou durante a noite. Conner desperta logo depois e após nos vestirmos e eu acordar Raina, caso ela quisesse nos acompanhar aos salões, seguimos juntos para o desjejum.
Irthos (animado): Bom dia a todos!
Silua: Bom dia
Beowulf: Eu bebo alguns goles de hidromel antes de cumprimentar a todos, ainda bocejando um pouco
Os últimos a chegar dessa vez são Morgana e Azzet, com Cairnwolf e os pais de Silua já esperando-lhes antes de chegarem
Irthos (animado): Pelo menos o dia promete para nossos planos desta manhã, eh Azreth?
Irthos: O pequeno dragão esboça alguma reação, abrindo levemente os olhos e olhando para todos os presentes, antes de fechar os olhos novamente e emitir algo parecido com um ronco.
Irthos (rindo nervoso): Acho melhor não tentar fazer em mim o que você fez ontem a ele Arianna. Alguma glândula ou coisa do tipo que você deve ter apertado quando fez aquela massagem nele o deixou como se ele não dormisse a três dias.
Arianna: Espero que ele fique bem
Beowulf (rindo): Coloque um pedaço de carne mal passada na frente do nariz dele para ver se ele não desperta
Silua (rindo): Depois falam dos gatos, ao menos as duas aqui já estão acordadas
Irthos (rindo): Dormir mais de doze horas é normal quando se está cansado, não quase todos os dias como vejo Raina fazer.
Silua ri.
Irthos: Mas enfim, ele vai acordar quando até por pensamento eu lhe passar o fato de estar comendo. E você Azzet? Conseguiu se esquentar esta noite?
Azzet: Sim sim! As peles da cama estavam bastante quentes! Um pouco pesadas demais, mas quentes
Irthos ri.
Irthos: E precisam ser, nunca se sabe quando a manhã não será até mais fria que a noite. Se quando isso acontece em Rondall ja é terrivel a sensação de acordar com frio, imagine aqui,
Beowulf (rindo): E afinal de contas, nem está tão frio assim. Vocês que estão mal acostumados com o verão
Irthos: Eu deixei a maior parte das cobertas para Arianna durante a noite, acho que ia acordar suado se dormisse tapado nela até o pescoço. Aqui dentro ja não está tão frio, ainda mais tapar-se com algo mais grosso que a teimosia de Beowulf.
Silua ri.
Irthos: Ou a minha falta de constrangimento, serve de comparação também. Bem, só desjejuarmos então.
Cleber (Irthos): eu nao to noobando e ja ta tudo sobre a mesa né
Matheus E (Beowulf): sim
Beowulf (rindo): Se a teimosia esquenta, o próprio esquenta ainda mais, aye Freyja? (eu me sento à mesa)
Freyja ri envergonhada e se senta também
Irthos: Eu rio e me sento também, com Arianna a meu lado.
Azzet: Imagino que com sua capacidade de conjurar chamas, não deva ser tão difícil de esquentar mesmo
Cairnwolf bate com a mão na testa
Silua: Eu me sento a mesa também, juntamente com Conner.
Cairnwolf (rindo): Azzet, um dia ainda terei uma conversa séria com você, tal como tive com Irthos uma vez. Acho que ser criado por magos possa ter lhe afetado um pouco
Morgana: Meu pai nunca lhe foi um bom exemplo mesmo. (rindo) Já eu aprendi com a minha mãe algumas coisas
Azzet (confuso): Do que estão falando?
Allanna: De nada Azzet, de nada. Aproveite a refeição (ela olha meio séria para todos na mesa antes de se sentar junto de seu marido)
Irthos: Eu suspiro e começo a comer. Azreth acorda no meio da refeição, se espreguiça e, sem perceber que estava sobre meus ombros, quase cai para trás, se agarrando com força em meus ombros. Ele bufa e aceita a comida que lhe passo enquanto rio.
Silua: Eu seguro o riso em relação à reação de Azzet e começo a desjejuar bem, além de dar algumas porções de carne para Raina.
Beowulf: Eu rio com vontade e começo a comer com vontade, bebendo um pouco de hidromel junto com os pães e queijos. Quando eu termino o desjejum eu vou até meu quarto e me visto com roupas para o frio da rua
Freyja: Tem algo planejado para hoje? (ela encara o marido)
Beowulf: Pensei em levá-los para dar um passeio num drakkar e conhecer melhor o fiorde e os portos. Embora achei que isso fique melhor para meados da tarde, onde poderemos também apreciar o por do Sol, que vem cedo no inverno
Freyja: Acho que é uma boa ideia. Já contei algumas das historias daqui para eles ontem, acho que durante a manhã poderiamos mostrar alguns dos lugares, como a arena, o quartel e por que não, algumas das famosas tavernas daqui
Beowulf: Aye, nada melhor do que uma boa cerveja escura da Taverna do Olho Cerrado para abrir o apetite para o almoço
Kenneth: Um nome curioso para uma taverna
Beowulf (rindo): É porque o dono perdeu um dos olhos numa aposta, aí ele vive com um olho sempre fechado para manter a órbita oculta. Mas sempre há algumas historias em tavernas e eu já ouvi uma que diz que se ele abrir o olho, quem olhar para o buraco morrerá.
Silua: E alguém já tentou pôr a história a prova?
Irthos (rindo): É uma das mais movimentadas essa taverna? Talvez ele use bruxaria pra conquistar os fregueses .
Beowulf: Nay, ninguém tentou e o dono se nega a abrir o olho. Imagino que é porque dessa forma ele atraia bastantes curiosos para lá. Ainda acho que o Repouso do Dragão é a mais famosa. Há uma caveira de um vermelho que é usada como um lustre. O hidromel vermelho deles com frutas silvestres colhidas na montanha durante o verão tem um sabor bem único, mais adocicado.
Irthos (rindo): E garanto que os visitantes de fora devem ficar pensando se, no fim das contas, não havia sangue de dragão na bebida, aye?
Beowulf: Aye, mas precisaria de alguns dragões para fazer a quantidade de hidromel consumido por lá
Irthos: Com certeza, mas deixe os viajantes imaginarem e o dinheiro fluir, aye?
Beowulf: Não recebemos muitos viajantes por aqui, na verdade. A maioria que vai até lá são locais e os eventuais fazendeiros que vem vender suas produções na cidade e comprar outras
Irthos: Uma pena, mas imagino que faltariam frutas silvestres, do jeito que você conta.
Freyja (rindo): Nah, a natureza aqui é bem generosa no verão
Cairnwolf: Precisamos passar por essas tavernas então. E pelas outras que houverem!
Irthos: Só não vá se animar demais ao passarmos por elas, não quero ter que tirar ninguem da água depois quando estiverem sobre os drakkares.
Cairnwolf: Não confia em mim?
Irthos (rindo): Claro que sim, mas eu ja terei que me equilibrar também.
Beowulf: Arre, prevejo eu arrastando dois … (eu penso) Rondallanos sobre os ombros de volta para os salões
Irthos: Você, nadando e arrastando dois enquanto o faz? Acho que prefiro me manter sóbrio.
Silua ri.
Beowulf: Duvida que eu nade bem? O escamoso aqui pode ser você, mas eu sei nadar suficientemente bem
Irthos: Ah é, esqueci que sem os espaços estreitos pra você entalar, até que nadou suficientemente bem naquelas montanhas.
Beowulf: Aye, a culpa é dos deuses sádicos que me odeiam
Irthos: Vamos só colocar uma roupa melhor para o frio e ja sairmos então, ou tem mais algo que pretendem fazer antes disso?
Beowulf: Nay, eu só estou esperando por vocês
Irthos (animado, rindo): Então vamos (eu e Arianna nos dirigimos até o nosso quarto, onde vestimos roupadas mais adequadas ao frio. Voltamos logo em seguida aos salões.)
Silua: Eu rio um pouco e eu e Conner voltamos ao nosso quarto paar colocarmos algo mais quente, retornando logo ems eguida.
Beowulf: Assim que todos retornam, eu os convido para sair e mostro alguns dos lugares para eles como a arena e os quartéis. Observo os homens treinando e fazendo demonstrações de combate com tanta vontade e ferocidade que inevitavelmente um deles acaba se machucando. Ele sai arrastado para a enfermaria enquanto os outros continuam o combate com espadas de madeira. Os levo para conhecer a cerveja escura do Olho Cerrado que possui um gosto único e um tanto mais amargo, obtido através da adição de uma semente torrada à receita. Após isso voltamos para os salões e almoçamos antes de retornar para conhecer algumas das outras tavernas, deixando o Repouso do Dragão para o entardecer. Visitamos também o lugar usado para exaltarmos os deuses de Isa. Quando o Sol começa a descer mais rapidamente no horizonte, eu os levo até o cais e os mostro o maior drakkar ancorado ali, com as cabeças de dragão prateado em ambas as pontas e meu símbolo na vela. Feito todo de madeira-aço, ele refulge um pouco à luz do Sol.
Beowulf (orgulhoso): Chamo-o de Dragão do Norte
Silua: Muito bonito.
Irthos: É um exemplar de beleza única, sem dúvida. Tem razão em ter orgulho.
Beowulf: Eu recebi ele de presente do povo daqui após a minha nomeação como Jarl. Eles confiam realmente em mim, espero não decepcioná-los. Vamos lá, embarquem que daremos uma volta, o vento está bom mas chamarei alguns marinheiros para remarem caso necessário
Silua: Eu anuo e embarco juntamente com Conner, Raina encarapitada em em ombro para melhor observar o ambiente estranho de um barco para ela.
Irthos: Eu anuo e embarco no drakkar, ainda impressionado com a beleza do navio. Arianna me acompanha levemente mais cautelosa. Azreth, ja relembrando a viagem ao arquipélago, se anima e logo pode ser visto sobre uma das cabeças de dragão.
Os demais também entram no drakkar, alguns ainda um pouco assustados por estarem entrando num barco pela primeira vez.
Beowulf: Eu junto alguns marinheiros e os ordeno que entrem no barco e fiquem com os remos, usando-os se necessário. Eu embarco no Dragão do Norte e vou até o leme, ordeno que soltem as amarras que o prendem ao cais e dou uma pequena volta pelo fiorde, indo até o mar aberto e velejando um tanto por lá antes de regressar ao porto ao por-do-sol. Nordenbeutel parece brilhar sob a luz alaranjada do sol e a água parece ser ouro líquido enquanto o vento recomeça a soprar com força, impulsionando o drakkar com força para o porto. Assim que chegamos lá eu fico mais aliviado, vendo que minhas habilidades no leme não haviam enferrujado tanto quanto eu achava. Convido todos para se reúnirem novamente para um descanso e jantar na mesma mesa aos salões. Antes de me juntar a eles, eu vou até o quarto e retiro a roupa extra para o frio da rua, ficando apenas com o kilt e a camisa de lã que usei pela manhã, além do elmo.
Silua: Após voltarmos aos salões, eu e Conner voltamos ao quarto para retirar a roupa mais pesada e seguimos para o jantar.
Irthos: Ao voltamos aos salões – Azreth um pouco relutante em deixar o drakkar -, voltamos ao quarto para tirar as roupas mais grossas e voltar aos saguões para a janta.
Irthos: A tarde passou, fomos conversando e no fim, nem lembrei de fazer aquilo que disse que queria fazer. Bem, posso fazer meu pequeno passeio pela manhã, ou os de Gabraj ja estarão chegando aqui pela manhã mesmo?
Beowulf: E eu nem lembrei de lhes levar até o Repouso do Dragão. (rindo) Desculpem, acho que o barulho das ondas quebrando no drakkar falou mais alto do que qualquer pensamento meu
Cairnwolf: Inaceitável Jarl Beowulf, inaceitável!
Irthos: Azreth poderia tranquilamente ter ficado lá sobre a cabeça de dragão do Drakkar. Depois de voar, parece que navegar é a segunda coisa que ele mais gosta.
Beowulf: Eu imagino que a sensação deva ser parecida. Sendo guiado pelo vento, sem terra nos pés…
Freyja: Agora entendem porque todos os Isäns adoram tanto o mar. Está no nosso sangue, assim como a batalha
Beowulf: Aye, por isso que antigamente só pilhávamos. Era o que gostávamos de fazer
Arianna: Gostavam ou ainda gostam?
Beowulf (rindo): O que acha?
Arianna (rindo nervosa): Temo que a segunda opção
Beowulf (anuindo): Por isso que quando nos chamam de bárbaros sanguinários, não lhes tiro muito a razão
Irthos: ri.
Irthos: Talvez já não sejam mais tão sanguinarios quanto continuam bárbaros, ao menos fora de uma guerra, mas devo concordar.
Silua anui.
Beowulf (sério): Mas não pense que não recorreríamos à pilhagem se isso significasse a nossa sobrevivência. Caso o inverno se extenda demais ou todas as plantações morrerem e tivermos de escolher entre matar ou morrer de fome, escolheríamos facilmente a primeira. Vocês não?
Irthos: É o que restaria. Se ja ouvi histórias de pessoas matando seus animais de estimação, como cachorros e gatos, pra não morrerem de fome…
Freyja: E cada um lutaria com o que tem de melhor. No nosso caso são as armas, então… (ela suspira e chama os criados para trazerem o jantar)
Beowulf: Aye, mas chega de guerra e histórias como essa, teremos muito disso nos próximos dias. (eu olho para trás e grito para os criados) Cerveja e hidromel para cá! (me sento na mesa, ao lado de Freyja, olhando para as chamas na lareira)
Irthos: Ou não tanto, se os deuses assim quiserem, aye? Embora eu preferia que esta tensão acabasse logo, isso significaria que a calmaria atual também.
Beowulf: Entendo o que quer dizer. Ás vezes estar sob o risco de morte iminente é mais tranquilo do que isso, afinal você sabe o que vai acontecer e só precisa fazer uma coisa: lutar para sobreviver. Esses jogos me deixam confuso
Azzet (rindo): É, posso ver que você não é muito bom com qualquer jogo de mente
Silua ri.
Kenneth: Está mais para não ter paciência, eu imagino. Não vejo Jarl Beowulf como alguém ignorante, apenas… impaciente
Silua (anuindo): Ele também não é fã de sutilezas, prefere a ação direta, não e´Beowulf?
Irthos: E normalmente essa solu
Irthos (rindo): E normalmente essa solução funciona.
Beowulf: Eu anuo, rindo
Cairnwolf: Eu só posso dizer que agradeço por Rondall estar bem longe do mar então.
Beowulf: Com Irthos para defender-lhes não seria um mero grupo de pilhagem que lhes colocaria em problemas
Irthos (surpreso): Eu vou considerar isso como um elogio, obrigado. Sem mencionar que L’lanthar não fica pra atrás de Hama, nós sabemos bem o que magias fazem contra alguem que, ao contrário de nós, não tem alguma proteção contra ela.
Beowulf: Ao menos foi um elogio da minha parte. (rindo) Ou será que não fui direto como gostaria?
Irthos (rindo): Eu ja entendi de primeira, só achei estranho. Normalmente o que vem de você é uma tentativa de me fazer voar.
Beowulf (rindo): Talvez eu mudando, você também mude um pouco e eu precise menos de tentar você voar, aye?
Silua (rindo): Depois acham ruim quando eu os chamo de crianças…
Arianna (rindo): Ainda bem que são raras as vezes que todos estamos juntos, senão eu enlouqueceria bastante rápido
Beowulf (rindo): Tome cuidado que você fica bem perto da fonte da loucura. Beba demais e sabe o que acontece
Irthos: Ciúmes por estarmos começando a conversar de maneira mais civilizada, Silua?
Silua ri.
Beowulf: Eu bufo e bebo mais alguns goles de hidromel
Em poucos instantes os criados trazem o jantar, novamente repleto de uma infinidade de comidas dos mais variados tipos
Beowulf: Assim que a comida chega, eu começo a comer, ignorando praticamente toda a conversa
Silua: Eu me sirvo e começo a jantar com vontade, o apetite aberto pelo passeio de drakkar.
Irthos: Eu começo a comer com vontade, Azreth igualmente faminto após o passeio.
Beowulf: Após terminar o jantar e um último caneco de hidromel eu abafo um arroto, apenas para beber mais alguns goles
Beowulf (meio estufado): Pretende vasculhar um pouco a estrada amanhã, Irthos?
Irthos (anuindo): Sempre ajuda estar um pouco a frente da situação. Imagino que até Azreth pode me ajudar neste ponto, tomando uma direçao diferente. Ele enxerga tão bem quanto eu e pelo tamanho, só mesmo alguem tipo Silua pra saber a diferença dele pra um passaro, na altura em que ele estará.
Silua anui.
Beowulf: Não acha uma boa ideia fazer isso ainda à noite? Não sei como é sua visão, mas imagino que seja muito mais fácil de ver algum acampamento devido às fogueiras que certamente deverão arder com força. E imagino que o frio não é um problema para você
Irthos: Se tiver lua creio não haver muito problema, embora certamente eu nao saberia distinguir, por exemplo, quantos seriam, a não ser que suas armaduras brilhem contra a luz da lua e das fogueiras. Azreth, que realmente enxerga na total escuridão, poderia me aproximar em valores. Se bem que eu até poderia me aproximar um tanto, estar invisivel contra o escuro da noite e eles teriam problemas em olhar pra cima, pois a luz virá de trás deles, no caso a fogueira.
Beowulf: Eu imagino que deva bastar, e também mais seguro. Você ainda pode usar o anel para voltar para cá caso as coisas compliquem
Irthos (rindo): Se as intenções deles ja fossem malignas, por assim dizer, seria engraçado eu aparecer no meio do grupo deles, com Azreth usando o sopro de paralisia pra deixar alguns deitados enquanto eu usasse o de gelo pra derrubar meia duzia ou mais, e antes deles se recuperarem do caos, eu ja tivesse sumido. (mais sério) Bem, porque não? (eu encaro Azreth, cujos olhos brilham com a provável importancia da missao)
Beowulf: E assim você não perderá nenhum momento de amanhã
Irthos: Pela sua cara só imagino o que você planeja. Bem, vou levar o minimo de equipamento possivel pra não fazer barulho, apenas o que me protege como as luvas e braceletes e, principalmente, o medalhão. Ele tem uma ótima utilidade nestes casos.
Irthos: Eu vou buscar tudo e já volto (eu sigo até meu quarto, onde equipo tudo que permitirá me defender caso seja notado, deixando as espadas, a bolsa e a mochila para fazer o menor barulho possivel. Volto em instantes para os salões.)
Irthos: Vão nos esperar? Consigo voar quase vez e meia mais rápido do que Skyggnir cavalga, então provavelmente verei o grupo em instantes. Infernos (rindo) um dia que estive a favor do vento e vim embalado devido a estar descendo, contei ter avançado mil e quinhentos metros em um minuto! Claro que perdi este embalo logo, mas é divertido ver o mundo passar à sua volta como um borrão.
Silua: Quer levar meu anel emprestado ou achas que não vais precisar?
Irthos: Claro que quero. O mais proximo que eu conseguir chegar deles sem levantar muitas suspeitas, melhor poderei ver. Talvez até ouvir os que não maneirarem muito a voz. Azreth, que precisa apenas ver mas enxerga melhor à noite, ficará mais afastado.
Beowulf: Eu ao menos ficarei acordado, obviamente
Arianna (preocupada): Eu também ficarei. Tem certeza de que ficará bem?
Silua: Também ficarei acordada (eu passo o anel para ele).
Irthos: Se me virem voltar voando nao houve problemas. Se tiver, saberão por Silua e segundos depois eu surgirei no meio dos salões arfando, transportado pelo anel. Em ultimo caso ouviremos amanhã que alguns deles foram atacados por dois ferozes dragões e por pouco escaparam por vida. Só que isso vier a ocorrer temo que eu não conseguirei segurar o riso.
Beowulf: Lembre-se que o Jarl Hothwar também está vindo para cá
Irthos: E de longe, como eu saberei se o que estou vendo é a comitiva dele ou dos Gabraj?
Beowulf (rindo): Pelo som provavelmente e também pela quantidade de pessoas na rua. Não acho que achará difícil diferenciar um acampamento Isän do resto
Irthos: E pouco provavel que Jarl Hothwar parasse para acampar no meio de lugar nenhum. Todo taverneiro da região daria a vida pra vê-lo passar a noite em sua taverna, oferecendo o próprio quarto se fosse o melhor, e poder se orgulhar disso depois. E provavelmente eles assim o fizesem em algum vilarejo pelo caminho, para depois viajar durante o dia.
Cleber (Irthos): teste
Beowulf (rindo): Aye, ainda bem que tem pessoas aqui que prestam mais atenção do que eu às coisas
Irthos: Aye. Bem, estou indo então, nos deseje sorte.
Irthos: Eu me despeço de Arianna com um abraço e um beijo. Saio pelos portões, me transformo e primeiro alço voo, visto que para quem me conhece e me viu, é mais fácil entender que estou dando um divertido passeio noturno do que me ver desaparecer de súbito no meio da rua. Quando eu e Azreth ganhamos altitude suficiente pra só sermos vistos pelos de visão mais avantajada – ou os que realmente procurarem por algo nos céus com atenção e estiverem sóbrios a esta hora – , eu ativo o anel de Silua e rumamos ao sul, atentos à fogueiras ou algo do tipo que denuncie um grupo maior de viajantes.
GM: Por quanto tempo pretende seguir no máximo, caso não encontre nada?
Cleber (Irthos): teste
Cleber (Irthos): Rumo ao sul, cerca de 2h (uns 35km), ai depois voltar pra talvez ver algo a leste
O que Irthos havia pensado realmente se mostra verdade. Há pouco mais de vinte quilômetros para o Sul de Nordenbeutel pode ver que uma vila realmente está mais movimentada do que parece, com cavalos e barracas montadas ao seu redor. Pode ver um símbolo estampado em todas elas, que lembra um martelo de guerra de uma mão. Ruma para o Sul por mais algum tempo, e quanto está prestes a desistir consegue avistar mais algumas luzes à frente
Irthos: Animado pela viagem não ter sido em vão, fico um pouco preocupado ao ver que, de certo modo, o caminho de Hothwar e os deste outro grupo seguem caminhos bem similares, ao menos considerando a linha reta. Contato Beowulf para informar-lhe disso – embora tranquilize-o com o fato de que quase dez quilometros separam os dois grupos – e resolvo me aproximar destas novas luzes, o suficiente para poder ver melhor e Azreth conseguir distinguir, a grosso modo, quantos são.
GM: Faz um teste de Observar do Azreth
[TOWER] Irthos -> /d 1d20 Observar (Azreth) [0]
Cleber (Irthos): nao sei se o bonus foi, eh +19
Matheus: foi completamente errado lol, foi como /d e não /die
[TOWER] Irthos -> /die 1d20 Observar (Azreth) [0]
Cleber (Irthos): estranho que nao vai por texto
[TOWER] Irthos -> +19 [1d20+19 = 22]
Matheus: agora foi
Cleber (Irthos): sim, embora nao conseguiu pegar o Caption, lol. Bem, ta feito
Irthos se aproxima o máximo que consegue sem arriscar que o pequeno dragão seja visto. Não parece haver mais ninguém na rua a não ser por alguns guardas guardando o acampamento, eles parecem quase congelar aninhados nas fogueiras. As barracas parecem bem luxuosas, a maior delas com o símbolo de uma estrela de cinco pontas. Consegue contar dez barracas além dos cinco guardas na rua
Cleber (Irthos): barracas grandes, do tipo que caberiam pelo menos dez pessoas com certo conforto cada?
GM: Só uma delas, as outras são mais para cinco pessoas no máximo
Irthos: Sessenta pessoas no maximo, penso rapidamente conforme Azreth descreve a situação. Embora seja dificil estimar se são apenas guerreiros "normais", que provavelmente nós quatro derrotariamos em minutos se bem descansados, ou se há algums campeões ou até mesmo algum mago entre eles. O que preocupa é o fato de estarem, mesmo considerando que tenham que se deslocar quase em ritmo de caravana, a não mais de duas horas de distância da comitiva do Jarl. Se levantarem o acampamento com o nascer do sol, poderão chegar a Isa logo depois do almoço. E algo me diz que levantarão antes. Bem antes, pois a falta de movimentação do lado de fora das barracas sugere que ja foram dormir a um bom tempo. Eu passo estas informações a Beowulf de imediato e decido esperar um pouco o que fazer. Em ultimo caso, sugiro a ele, alertar o grupo de Hothwar da pouca distancia entre os dois grupos?
Cleber (Irthos): guerreiros normais = nivel de milicia, digamos (treinamento o suficiente pra enfrentar bebados e, em grupo, lidar com arruaceiros, mas dos que sairiam correndo com o rabo entre as pernas ao sinal de um dragao, digamos)
Beowulf: Eu respondo para Irthos, após tomar um gole de hidromel que ele está considerando pouca distância para ele voando. Com neve nas estradas, eles estão quase um dia atrás, senão mais
Irthos: Eu bufo, batendo com a mão na testa. Claro, desconsiderei o fato de que em Isa o inverno é mais rigoroso e ainda há neve nas estradas. Eu volto, um tanto satisfeito, até Nordenbeutel. Com quase uma hora de transformação restante, decido voar cerca de nove quilometros a leste, sobre o mar, pra ver se não há tambem indicios de navios que não os drakkares de Isa no horizonte.
Você observa mais além de Nordenbeutel e a única coisa que consegue ver na água são reflexos das estrelas. As águas noturnas estão completamente vazias, sem nenhum barco se arriscando no frio da noite. Mesmo você consegue sentir o vento cortando lentamente
Irthos: Um tanto quanto satisfeito por não ter visto nada, eu retorno até Nordenbeutel, desfazendo a invisibilidade do anel pouco antes de chegar à fortaleza. Para quem me viu, um simples retorno depois de um longo passeio noturno. Pouso em frente aos portões, desfaço a transformação e entro.
Beowulf: Assim que vejo Irthos entrar, eu pouso o caneco e aninho melhor Freyja que dormia escorada em meu ombro.
Beowulf: Tudo certo eu espero?
Silua: Como foi?
Irthos: Melhor do que o esperado, imagino eu. Vamos começar pelo começo. Primeiro, Jarl Hothwar está a cerca de vinte quilometros daqui, em algum vilarejo ao sul conforme eu ja imaginara. Considerando toda a comitiva e os equipamentos, serão no minimo seis horas de viagem até aqui. Se sairem da vila assim que clarear, o que acho dificil considerando que muitos homens certamente estão bebendo até agora, chegariam aqui pelas quatro da tarde. Talvez o grupo seja avistado pelos guardas ao cair da noite, senão só na proxima manhã.
Cleber (Irthos): pera que eu confundi as distancias, uahehuaheuua
Irthos: *Melhor do que o esperado, imagino eu. Vamos começar pelo começo. Primeiro, Jarl Hothwar está a cerca de vinte quilometros daqui, em algum vilarejo ao sul conforme eu ja imaginara. Considerando toda a comitiva e os equipamentos, serão no minimo do minimo, de onze a doze horas de viagem até aqui. Se sairem da vila assim que clarear, o que acho dificil considerando que muitos homens certamente estão bebendo até agora, chegariam aqui somente na manhã do proximo dia. Como tenho certeza que ninguem vai levar sua bunda à cama antes da lua estar no meio céu, prefiro acreditar que irão chegar em meados da tarde do segundo dia.
Beowulf (pensativo): Estarão um dia atrasados. Mas vinte quilômetros não é muito se estiverem todos com cavalos daqui, talvez ainda os vejamos no final do próximo dia
Irthos: Talvez, mas não foi você quem disse que a neve está, de modo geral, quase na altura do joelho de um Isan na maior parte da ilha?
Irthos: E duvido que toda a comitiva venha a cavalo. Na noite de amanhã, talvez algum batedor para nos deixar de sobreaviso da chegada do restante do grupo.
Irthos: Continuando, a cerca de dez quilometros mais ao sul, seguindo o mesmo caminho da comitiva do Jarl, os Gabraj. No minimo cinco horas separam os dois grupos. Não os vi, mas a julgar a quantidade e tamanho das barracas, não mais de sessenta. Os cinco guardas que faziam a vigia pareciam do tipo que Beowulf lidaria sozinho, mas não temos como saber se eles não tem campeões ou até magos neste grupo. Pelo silencio deveriam estar dormindo quando nos aproximamos, o que indica com quase toda a certeza que tomarão seu rumo assim que amanhecer, talvez já com a primeira claridade, meia hora antes do sol em si.
Beowulf: Viu se os cavalos deles eram os daqui ou os do sul?
Irthos (rindo): Vimos cavalos, mas qual seria a diferença entre eles?
Beowulf: Os de Isa são melhores para andar no clima daqui. Os músculos das patas são mais fortes, portanto conseguem andar melhor na neve
Irthos (bufando): Certo, e eu estava a meio quilometro de distancia, à noite. Os do sul seriam menos robustos como um todo, talvez mais baixos, isso?
Beowulf: Aye
Irthos: Eu anuo e recorro à minha memória e a de Azreth, pra lembrar se eram assim tao diferentes dos de Isa ou se eram praticamente iguais.
GM: Eles pareciam com os cavalos que tinham visto no continente principal. Lembrando-se com mais esforço, eles eram diferentes dos cavalos que estavam com o Jarl Hothwar
Irthos (pensativo): Do que me lembro, eles tinham o porte de um bom cavalo do continente, não mais. Tenho certeza de que os da comitiva de Jarl Hothwar eram maiores e mais robustos.
Beowulf (aliviado): Então não há como eles se encontrarem
Irthos: Com bons cavalos daqui de Isa, se eles sairem à primeira aurora do dia e os do Jarl somente quando os homens estiverem de pé após a ressaca da noite anterior, provavelmente se encontrariam antes de chegarem a Isa, eu suponho.
Beowulf (rindo): A Nordenbeutel, você quer dizer? Mas eu acho que você põe pouca fé nos homens de Isa Irthos ou ainda acredita em algumas coisas que não são totalmente verdade. Bebendo ou não bebendo os homens deixarão o acampamento na hora que precisarem.
Irthos (rindo): É que não dá pra imaginar que todos são resistentes como você, dragão-líder de Nordenbeutel. (mais sério). Bem isso nos deixa com a comitiva do Jarl chegando na manhã do dia 29 e a da Gabraj, na manha do dia 30?
Beowulf: Ou ainda chegando amanha à noite, embora eu também duvide muito
Irthos: De qualquer forma, isto acaba nos deixando com pelo menos outro dia de relativa folga, e quase um dia inteiro para você tratar do que for necessário com Hothwar antes que os Gabraj apareçam. Assim ambos terão as mesmas informações na língua quando eles vierem.
Silua: Existe alguma outra vila no caminho deles para passarem a noite caso só cheguem depois de amanhã?
Beowulf: Boa pergunta. Há diversas vilas no caminho, eu imagino.
Irthos: Eu imagino ter visto algumas, mas pareciam menores da que ele está esta noite. Provavelmente haveria lugar pro Jarl e alguns guardas mais importantes dormirem na cidade, mas não todos, a julgar pelo que vi.
Irthos: E se serve de alento, enquanto estive lá fora ja dei uma olhada pela costa. Avancei uns nove quilometros mar adentro e olhando para o horizonte, nada vi até o horizonte a não ser as estrelas, o que quer dizer que se eles estivessem mantendo barcos à espera para algum tipo de emboscada, os mesmos estão além do horizonte, no mínimo a cinquenta quilometros daqui. Nada que chegaria à ilha em menos de três ou quatro dias.
Beowulf (sério): Não penso que seriam capazes de transformar uma visita num ataque. Eles estariam indo contra a hospitalidade, o que é um absurdo
Irthos: Conquistar Rivadan e as outras regioes que eles conquistaram na base do jogo sujo também é um absurdo e aconteceu. Mas sempre é bom estar prevenido.
Beowulf: Aye, odeio esses covardes. Mas trair a hospitalidade é algo inaceitável (eu aperto os punhos, visivelmente irritado) Espero mesmo não chegar a esse ponto
Irthos: Calma, Beowulf. Como eu lhe disse, se eles quisessem tentar algo, imagino que alem de virem pra cá com mais do que cinquenta ou sessenta homens, certamente teriam uma boa frota a um dia e meio no máximo daqui, que seria bem visivel da altura em que estive. Como nada disso se confirmou, imagino que só queiram tratar do que… eles queiram tratar.
Beowulf: Para o bem deles, eu espero isso mesmo (eu pego um caneco de cerveja e começo a beber, quebrando-o com um aperto muito forte no final. Eu pego Freyja, ainda adormecida e a encosto sobre meu peito) Eu vou dormir, boa noite (eu deixo os que ainda estão ali no salão, indo caminhando em passos pesados até o nosso quarto, onde acordo Freyja gentilmente e acabo sendo um pouco menos gentil antes de ir dormir, ainda bufando um pouco de raiva pela possibilidade de eles serem capazes de tamanha traição)
Arianna (preocupada): Ele parecia bastante irritado
Silua (anuindo): É muita pressão sobre ele
Irthos: Ele sempre leva as coisas muito a sério, e imagine então quando tudo o que falar ou fizer frente aos Gabraj, e vice-versa, pode afetar o destino de todo o continente, mandando-os talvez de maneira precipitada a uma guerra.
Conner: Mas ainda assim, ele deveria aprender a se controlar melhor. Um homem como ele irritado não é uma boa companhia se você for o motivo de sua frustração.
Arianna: Mas algo o deixou muito irritado, muito mais do que deveria estar
Irthos (bufando): Eu levanto uma meia possibilidade e logo a seguir a descarto baseado no que vi, e ele fica irritado deste jeito? Ele ainda tem muito a aprender, eh Cairnwolf?
Cairnwolf (sonolento): Ah sim. Mas acho que só a possibilidade disso o irritou demais. Se eu me lembro do que Freyja falou, a hospitalidade é algo sagrado para os Isäns
Irthos: Me parece, pois ele reagiu quase com um "se tiver que ser, azar" à possibilidade dos Gabraj terem roubado cavalos de Isa.
Conner: Difícil saber o que se passa na cabeça dele
Arianna (anuindo): Tenho medo de que eu fale algo sem querer e ele se irrite dessa maneira comigo
Irthos: Eu só nao tenho medo por ser o que sou e resistir as pancadas, porque ja fui arremessado reto pra cima, pra dentro de dois lagos, ja me agarrou pra saltar por cima de Silua sem nem avisar… por enquanto ele ainda não partiu pra agressão direta, mas tema que chegue o dia que ele não controle seus nervos. Só espero que quem esteja na frente dele seja inimigo nessa hora.
Silua (anuindo): Verdade
Cairnwolf: Mas ele é sempre tão instável?
Irthos: Era menos no começo, mas vem piorando. Meu medo é que ele faça algo extremamente estupido algum dia. A começar pelos emissarios de Gabraj que estão vindo. Se um deles questionar algo como a honra de Beowulf, eu tema que terei que derramar sangue Isan pra que dois Gabraj nao caiam mortos e se inicie uma guerra precoce.
Conner: Esperamos que isso não aconteça, pois quando ele não está irritado é uma boa companhia
Arianna: É verdade, não se parece nada com os outros nobres de que ouvi falar. Mas acho que a violência está no sangue dele, como ele e Freyja disseram.
Irthos: Com sorte esse Jarl Hothwar conseguirá dar uns cascudos morais nele, afinal Beowulf é um dos Jarls de Isa, suas ações não podem prejudicar a ilha como um todo. Bem (eu solto um longo bocejo) não sei vocês, mas eu preciso dormir. Voar cinco horas é tão cansativo como caminhar duas, e ja deve ter passado da meia-noite. Vamos, Arianna, e deixemos estas preocupações para quando precisarmos nos preocupar com elas.
Arianna: Vamos lá, e esperamos que Hothwar realmente concerte ele e não o estimule a fazer alguma bobagem (ela sorri e se levanta)
Irthos: Eu me levanto e a acompanho até o quarto, onde tiro os equipamentos que usei e durmo pesadamente ao lado dela.
Silua: Boa noite a quem fica (eu sigo para o quarto, com Conner ao me lado)
|
Grande amante de diversos estilos de Metal, incluindo Power, Folk, Pagan e Viking, passou a jogar RPG por influência dos amigos e desde então nunca parou. Leitor ávido, adora livros de fantasia, e vem atualmente lutando para vencer uma lista de livros que não para de crescer. Nerd e gamer, a carreira de desenvolvedor de software lhe foi uma escolha óbvia e gratificante. Também é pagão, vendo seus ideais representados na religião de seus antepassados.
|
Posts relacionados:
Esta entrada foi postada em segunda-feira, 19 setembro 2011 às 0:53