Final de semana passado foi o primeiro dos Beta Weekends do Guild Wars 2 onde aqueles que não despejaram uma boa quantidade de seus pontos em Sorte puderam jogar. Claro que envolvido estariam algumas peças de prata (era necessário fazer a pré-compra da jogo) mas é assim que o mundo gira atualmente. Enfim, eu finalmente tive a oportunidade de testar o Guild Wars 2, um jogo que sempre mencionei poder ter apenas dois possíveis destinos: ou ser um jogo inacreditalvemente bom ou ser uma merda inacreditavelmente foda. Felizmente, pelo que pude testar, o jogo se encaixa no primeiro.
O pessoal da ArenaNet chegou a criar o que chamam de “MMO Manifesto” onde eles exporam quais foram as guidelines que pretendiam seguir no desenvolvimento e design (não o gráfico) do jogo. Nele mencionam como pretendem mudar o formato dos MMOs – um formato que é, vamos encarar, bastante arcaico e que muitas vezes causa mais frustração do que divertimento. Essas mudanças que pretendem fazer de alguma forma me lembraram do Agile Manifesto, que também foi algo que mudou completamente a minha vida profissional como desenvolvedor de software. Na época eu não prestava muita atenção ao jogo, mas ele foi aos poucos conseguindo meu respeito como algo que vem para ser algo além de um “mais um MMORPG” para ser “um novo MMORPG“. Podem curtir o vídeo do manifesto em seguida:
Se você, assim como eu, aguarda ansiosamente o lançamento de O festim dos corvos, o quarto capítulo da série As Crônicas de Gelo e Fogo, a Veja disponibilizou o primeiro capítulo para download, que você pode fazer aqui. Aviso que há alguns bons spoilers sobre alguns acontecimentos do segundo e terceiro livros. O livro está previsto para fevereiro do próximo ano e esse também será adaptado da versão de Portugal, ao invés de ser baseado no original. Desde que não seja algo terrível como o primeiro, os leitores agradecerão. Até o próprio Jorge Candeias (o tradutor responsável pela versão de Portugal) falou mal do que foi feito e mostrou que ele sabia as adaptações que precisavam serem feitas pro português daqui. Teve inclusive reclamações sobre limões-sicilianos num mundo onde a Sicília não existe. Ah, Leya, tu não para de me surpreender. E como não seria surpresa quando, segundo aquele mesmo artigo da Veja, a tradução do quinto, A dance with dragons, está sendo feita pelo Estúdio Sabiá, que aparentemente é… um estúdio de música? Acho que levaram o dance muito literalmente.
A capa vocês podem conferir mais abaixo (eu dei uma photoshopada na imagem que achei porque as cores estavam bem apagadas além de borradas) e mostra ao fundo Pyke, a capital das Ilhas de Ferro. Ao que aparenta – e de acordo com o primeiro capítulo – os homens de ferro farão parte mais ativamente da história nesse volume. E antes que alguém fale, aquele não é o prólogo que geralmente é um outro personagem (e que sempre morre no final, ha!). O quinto livro está com lançamento previsto para julho também do próximo ano, de acordo com aquele mesmo artigo da Veja. Mas como a Leya usou até agora as capas da versão francesa e a quinta edição num único volume só sai em 2014 por lá, quero ver como vai ficar a nossa quinta edição. Eu sinceramente não me surpreenderia se a editora acabar destruindo a padronização e lançando uma capa igual às das horríveis edições dos Estados Unidos.
Eu sei que haviam outros três jogos (pelo menos) na lista de resenhas que eu havia publicado, mas esse teve que pular para frente. Há cerca de cinco horas atrás eu terminei o jogo (e tem gente que acha que escrever uma resenha não dá trabalho…), depois de uma bela maratona que durou aproximadamente dois dias e 25h de jogo. Simplesmente não pude deixar de fazer a resenha no mesmo momento. Este aqui, meus caros, é um dos poucos FPS que merecem destaque no mercado atual, onde a maioria deles só segue a fórmula já provada e a desenvolvedora sabe que, com um pouco de marketing, o jogo terá lucro.
Essa é também a minha primeira resenha com um nível alto de spoilers, simplesmente porque não há como falar sobre Deus Ex: HR como ele merece sem trazer à tona o enredo e, principalmente o final. Embora eu só mencionarei o final e as personalidades chaves para ele sem falar muito da história em si, optei por considerar o nível alto porque afinal, o final é o final, heh. Mas assista o trailer abaixo para sentir um pouco da ambientação do jogo e comece a jogar ou continue lendo mais além até eu avisar onde os spoilers pesados começam, porque de qualquer maneira você terá boas experiências pela frente.
Anteriormente tínhamos apenas em nossas mentes como seria com movimento, mas agora finalmente temos uma amostra em vídeo ingame de The Elder Scrolls V: Skyrim:
O que posso dizer? Senti calafrios com o vídeo! O tema clássico da série The Elder Scrolls com uma sonoridade épica e nórdica me fez tremer (literalmente)! Aparentemente a jogabilidade passa uma sensação de física como o Dark Messiah of Might and Magic para o combate corpo-a-corpo, com a câmera girando e inclinando de acordo com os golpes. Parece que vai ser uma experiência bem interessante, independente do estilo de jogo escolhido.
11.11.11 é uma data interessante para um lançamento, um número único para um jogo que pode muito bem revolucionar muita coisa e até mesmo desbancar The Witcher 2 do topo da minha lista de games de 2011. Será um jogo para beber hidromel, quebrar caveiras com um machado e deixar a barba crescer ao frescor do vento e da neve das montanhas.
Ah, 2011 será O ANO dos RPGs ocidentais (WRPGs). Danem-se os JRPGs e seus hentais, purpurinas, brilhinhos e armas exageradas. Skyrim, junto de DA2, ME3 e The Witcher 2, serão uma verdadeiras experiência épica e mostrarão ao mundo o que um verdadeiro RPG é!
Quero ver todo mundo cantando “Dovahkiin!”, aye?
“Dentro da Fenda de Nûrz Gâshu, Angmar minera o minério que precisa para armar as suas legiões. Na sua busca por ferro, eles encontraram o lar dos Eldgang, assim como um mau escondido, antigo além do conhecimento…”
“The Rift of Nûrz Gâshu” foi a última raid lançada na época de Shadows of Angmar, o LOTRO sem nenhuma expansão. É uma raid extensa, com diversos encontros e com muito deslocamento. Mesmo com o level cap atual de 65 (era 50 na época) a instância é bastante desafiadora, com lutas exigindo controle, posicionamento, atenção e coordenação. Acho interessante ver como algumas partes exigem que certa função seja desempenhada, algumas de maneira até inesperada.
O último inimigo é nada mais, nada menos que Thaurlach, um dos Balrogs de Morgoth. A luta dele é bastante desafiadora e exige bastante coordenação ao longo das diversas partes da luta.
Outra nova sessão do blog, em “Visões da Terra-Média” eu apresentarei screenshots de algumas regiões do The Lord of the Rings Online. com alguns breves comentários sobre elas.
Quanto à Moria, tem muitos que odeiam e outros que adoram; já eu fico no meio. Tem áreas de Moria que são simplesmente de tirar o fôlego enquanto tem outras que são hediondas. Estou olhando para você, Foundations of Stone. O que eu realmente gostei de Moria é que os locais são bastante fiéis à literatura de Tolkien. As cavernas são um labirinto de diversos níveis nos quais é muito fácil de se perder. Muito fácil mesmo, ainda mais em sua primeira visita. E são escuras, bem escuras, muitas vezes é complicado de ver o seu caminho e quando você vê, está caindo de um penhasco, rumo à morte.
Eu acho o local bastante belo e bem representado no jogo. A arquitetura anã cheia de retas e ângulos retos foi bem construída, tem horas que dá sim para parar e observar o local, em êxtase com as paisagens.
A área é advinda da expansão “Mines of Moria“, que deve ser comprada por todos, sejam VIPs ou free/premium, custando 2495TP, o equivalente a 25 dólares. Todos podem entrar e percorrer os imensos salões, mas as quests estarão bloqueadas para aqueles que não possuírem a expansão. Aqui também se desprende boa parte do Volume 2 da Epic Quest, que conta sobre a aliança feita – ou a tentativa dela – entre os elfos e anões. Engloba os níveis 50-60 além de possuir diversas instâncias e raids, tier 6 de crafting e mais. Então é sim bastante conteúdo.
A primeira vez em Moria é a pior, depois que tu se acostuma com o local e começa a entender como se mover por lá, a experiência se torna bem mais agradável.