Sempre achei que no D&D padrão faltava algo em qualquer classe que não fosse usuária de magia. Era um tanto chato ver os magos, clérigos, druidas e afins, usando magias diferentes e fazendo coisas espetaculares – e criativas – enquanto, os guerreiros ficavam só no “Eu ataco ele com <insira arma aqui>”. Claro que o jogador poderia tentar pensar em algo diferente e improvisar na hora, mas no geral isso não acontece. Por quê? Porque nós humanos, somos criaturas preguiçosas. Se você pensou em falar: “mas eu sou um anão / elfo / halfling / gnomo / sogra!”, saiba que você, além de preguiçoso, é um idiota.
Então notei que era necessário ter algo explícito, algo palpável e escrito na ficha dos personagens. E como em ambas as campanhas que mestro, a maioria dos jogadores prefere sentir o gosto do sangue fresco (talvez até literalmente), achei que estava mais do que na hora de eu bolar alguma coisa. A ideia de manobras de combate deixou todos os meus jogadores felizes e eu também gostei. Afinal, elas deixam o combate mais dinâmico e emocionante; logo, mais divertido.