“Bifröst, die erste der Brücken, die Regenbogenstraße, / sie verbindet die Welt der Menschen und Asen.”
Odroerir - Bifröst
Taverna
23 dez 2010 Postado em: Paganismo, Pessoais, Taverna 2
Cinema e racismo?

Esse será um post meio polêmico que tem tudo para ser mal-compreendido, mas visto os acontecimentos recentes, sinto que preciso falar alguma coisa. Então, vamos deixar algo bem claro desde o início: eu sou completamente contra qualquer forma de preconceito, seja racial, religioso, opção sexual e afins. Mas eu acho que é necessário também, que se respeite as opiniões dos outros. Respeito é uma palavra que será bastante usada nesse post.

Começando, eu, como muitos, estou bastante ansioso com um filmezinho aí, cujo livro em qual foi inspirado é o predecessor de uma trilogia um tanto famosa que você talvez tenha ouvido falar, já que seus livros e os filmes fizeram um sucesso considerável. Aye, falo de ninguém menos do que “O Hobbit“. Quem acompanha a pré-produção do filme sabe que ele foi uma legítima novela da Globo. Foi uma enrolação desgraçada envolvendo diretor, atores, sindicato dos atores neo-zelandeses, locais, produtores e tudo o mais imaginável.

Mas então o Peter Jackson que estava apenas como produtor resolveu encarar o papel de diretor. Os fãs regozijaram e tudo ia bem até mais ou menos um mês atrás, quando as filmagens quase foram interrompidas. O motivo? Racismo. A causa? Uma mulher de descendência paquistanesa, alegando racismo quando disseram que a cor da pele dela não era adequada para um papel de figurante como um hobbit. Ah, mestre Tolkien, perdoe ela, ela não sabe o que diz!

Minha opinião? Criar caso, apenas isso. Qualquer pessoa que esteja sequer ciente das obras de Tolkien sabe que a Terra-Média é fortemente baseada na Europa medieval, onde não havia pessoas de sangue africano, logo, todos eram caucasianos. Eu achei uma grande falta de respeito tanto à obra do Tolkien quanto aos fãs, porque isso poderia ter atrasado – ainda mais – as filmagens. O resultado disso? Algum pobre coitado perdeu o emprego.

Agora ainda nos mantendo na indústria do cinema, mas saindo da Terra-Média e indo para Midgard (olha as referências à mitologia nórdica em o Senhor dos Anéis), com o filme do Thor, o super-herói da Marvel. Nunca fui muito fã desses gibis, por mostrar uma versão bastante diferente dos meus deuses e da minha crença; mas ainda assim eles conseguiam respeitar a mitologia, e me pareceram interessantes. Eu estava com bastante vontade de ver o filme. Até essa semana.

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20 out 2010 Postado em: Destaques, Taverna 0
The Big Bang Theory

Encare os fatos: ser geek ou nerd está na moda atualmente. Mesmo quem não é, está dizendo que é só para, sabe, ser cool. Infelizmente a cultura geek vem sendo um tanto destruída pela popularização da mesma, destruída por aqueles que até uns cinco ou dez anos atrás apontavam para essas mesmas pessoas e as zoavam ou bulinavam Estes agora, são os novos geeks, infelizmente. Carinhas que acham que são nerds só porque tem um smartphone modernoso e usam Twitter, Facebook e afins. Parece bastante com o triste cenário do Rock nacional, é bem verdade.

Boa parte dessa popularização se deve a uma série, exibida pela CBS e que está atualmente em sua quarta temporada. Aye, estou falando de The Big Bang Theory. A série não poderia deixar de ser mais clichê: quatro amigos, sendo que dois moram juntos e também ao lado de uma vizinha gostosa – a belíssima Penny, interpretada pela atriz Kaley Cuoco - que são basicamente o estereótipo de um nerd: estranhos e com dificuldade de comunicação social. A série faz muito sucesso, tanto que trouxe a cultura nerd para perto de milhões de pessoas, o que, infelizmente pode ter causado parte da sua perda de identidade. O que é meio irônico, porque a série é simplesmente a coisa mais genial que eu já assisti, piadas simples, porém inteligentes, e uma grande valorização da cultura nerd, pura e quase imaculada.

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